A Gente Diz – Seleção da Educação: divulgada lista de classificação; próximas etapas acontecem nesta quarta (31) e quinta (1º)

A Prefeitura de Vitória da Conquista torna público o resultado parcial da Seleção Temporária para Profissionais da Educação, realizada no dia 14 de janeiro de 2018.

Ao mesmo tempo, publica os locais de recebimento de títulos, experiência e prova prática dos candidatos classificados, que acontecem nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro.

Confira:

Resultado Parcial das Provas Objetivas e Classificação para a 2ª Etapa

Geanne Oliveira, vice-presidente da Seleção da Comissão, informa que a entrega de títulos para quem não deve fazer prova prática (Professor nível I e II; Agente de Serviços Especiais e Agente de Serviços Gerais) deve ser feita no CAIC na quarta-feira (31) e quinta-feira (1). O CAIC está localizado na Av. Amazonas, s/n, Bairro Urbis IV. Os outros candidatos devem entregar os títulos e o comprovante de experiência no local em que fará a prova prática,

Além disso, Geanne lembra que atestados de trabalho, desde que reconhecidos em firma, valem como comprovantes de experiência independentemente da data em que foram emitidos. Carteiras de trabalho também podem ser usadas para o mesmo motivo.

Ex-funcionários da Prefeitura podem conseguir o comprovante de experiência buscando os respectivos setores em que trabalharam.

E atenção: em virtude da grande demanda pelo cargo, os que foram classificados para a função de Instrutor de Artes – Artesanato terão a prova prática aplicada apenas na quinta-feira (1) e sexta-feira (2). A entrega de títulos e experiência, apenas para este cargo, também ocorre na quinta-feira (1) e sexta-feira (2).

Os demais cargos têm a data da prova prática e a data da entrega dos títulos e demais comprovantes mantida para quarta-feira (31) e quinta-feira (1).

Bancada evangélica reage à ‘pauta de costumes’ do STF Foto: Dida Sampaio / Estadão Dias Toffoli A pauta de costumes prevista para ir a julgamento no Supremo Tribunal Federal provocou reação de parlamentares da bancada evangélica. Nesta terça-feira, 12, em reunião com o presidente da Corte, Dias Toffoli, eles pressionaram para que o julgamento sobre criminalização da homofobia, marcado para esta quarta-feira, 13, fosse adiado. Toffoli manteve as ações na pauta, mas auxiliares do STF temem que a discussão abra uma crise com o Congresso em um momento em que parlamentares se mobilizam contra o chamado “ativismo judicial”. Enquanto isso, no Senado, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), desengavetou projeto que proíbe o aborto em qualquer situação, o que tornaria mais rígida a legislação atual. A proposta, que havia sido arquivada, volta à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para ser discutida. “O projeto deve ir para as comissões, ter o debate, colocar o País para discutir, mas não entrarmos nesse processo de avestruzamento, que é enfiar a cabeça debaixo da terra e dizer que não vamos tomar conhecimento, e depois ficarmos dizendo: ‘Olha, o Supremo foi lá e interpretou’”, disse o líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP). A iniciativa tem como objetivo se antecipar a outro julgamento no STF, previsto para maio, em que os ministros analisarão ação que tenta abrir mais uma condição para aborto legal no País, incluindo a possibilidade a grávidas infectadas com zika. Atualmente, a interrupção da gravidez só é permitida em caso de violência sexual, se há risco de vida para a mãe ou se o feto é anencéfalo. Defensores da medida dizem que a PEC não afeta estes casos, apenas veda novas exceções, como a que será discutida no STF. Para Alcolumbre, a proposta não é uma afronta ao Supremo. “O Senado está trabalhando como poder instituído”, disse. O Estado apurou que, no caso das ações sobre homofobia, a expectativa é de que a maioria dos ministros do STF concorde com a omissão do Congresso, mas não devem fixar prazo para os parlamentares aprovarem uma legislação criminal sobre o tema. Isso porque o objetivo das ações é equiparar a homofobia ao racismo, o que torna o debate mais complexo na área penal, na avaliação de um ministro. Um pedido de vista (mais tempo para análise) pode interromper a discussão. Estadão