WhatsApp deixa de funcionar em vários smartphones a partir do dia 1º; Veja quais

Redação
(foto: mauro akin nassor)

A partir do dia 1º de janeiro de 2018, próxima segunda-feira, o aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp vai deixar de funcionar em alguns dispositivos antigos, como o BlackBerry OS e o BlackBerry 10, além de todos os aparelhos que rodam o Windows Phone 8.0, da Microsoft.

Na prática, não será mais possível criar novas contas ou verificar contas existentes nos aparelhos obsoletos. Além disso, a empresa anunciou que, por não mais desenvolver para essas plataformas, “alguns recursos podem deixar de funcionar a qualquer momento”.

De acordo com a equipe do aplicativo de mensagens, “estas plataformas não têm a capacidade necessária para  suportar futuras funções ”. O conselho aos poucos usuários dos modelos afetados é “adquirir um telefone Android com um sistema operacional 4.0 ou superior, Windows Phone 8.1 ou superior, ou um iPhone com iOS 7 ou superior”.

Além disso, o WhatsApp vai deixar de funcionar no próximo ano nos dispositivos que rodam com sistema operacional Nokia S40.

Recentemente, o mensageiro instantâneo também anunciou que versões do Android anteriores a 2.3.7 não terão mais suporte a partir de fevereiro de 2020.

A intenção é concentrar a equipe no desenvolvimento de mais e melhores funcionalidades (e que recolham mais dados) para as plataformas que totalizam mais de 99% do mercado, ou seja as versões mais recentes dos sistemas operacionais do Google, Apple e Windows Phone.

Atualmente, o aplicativo de mensagens já não oferece suporte para o Android 2.3.3 e anteriores, além do iOS 6 (iPhone 3GS) e Nokia Symbian S60.

Bancada evangélica reage à ‘pauta de costumes’ do STF Foto: Dida Sampaio / Estadão Dias Toffoli A pauta de costumes prevista para ir a julgamento no Supremo Tribunal Federal provocou reação de parlamentares da bancada evangélica. Nesta terça-feira, 12, em reunião com o presidente da Corte, Dias Toffoli, eles pressionaram para que o julgamento sobre criminalização da homofobia, marcado para esta quarta-feira, 13, fosse adiado. Toffoli manteve as ações na pauta, mas auxiliares do STF temem que a discussão abra uma crise com o Congresso em um momento em que parlamentares se mobilizam contra o chamado “ativismo judicial”. Enquanto isso, no Senado, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), desengavetou projeto que proíbe o aborto em qualquer situação, o que tornaria mais rígida a legislação atual. A proposta, que havia sido arquivada, volta à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para ser discutida. “O projeto deve ir para as comissões, ter o debate, colocar o País para discutir, mas não entrarmos nesse processo de avestruzamento, que é enfiar a cabeça debaixo da terra e dizer que não vamos tomar conhecimento, e depois ficarmos dizendo: ‘Olha, o Supremo foi lá e interpretou’”, disse o líder do PSL no Senado, Major Olímpio (SP). A iniciativa tem como objetivo se antecipar a outro julgamento no STF, previsto para maio, em que os ministros analisarão ação que tenta abrir mais uma condição para aborto legal no País, incluindo a possibilidade a grávidas infectadas com zika. Atualmente, a interrupção da gravidez só é permitida em caso de violência sexual, se há risco de vida para a mãe ou se o feto é anencéfalo. Defensores da medida dizem que a PEC não afeta estes casos, apenas veda novas exceções, como a que será discutida no STF. Para Alcolumbre, a proposta não é uma afronta ao Supremo. “O Senado está trabalhando como poder instituído”, disse. O Estado apurou que, no caso das ações sobre homofobia, a expectativa é de que a maioria dos ministros do STF concorde com a omissão do Congresso, mas não devem fixar prazo para os parlamentares aprovarem uma legislação criminal sobre o tema. Isso porque o objetivo das ações é equiparar a homofobia ao racismo, o que torna o debate mais complexo na área penal, na avaliação de um ministro. Um pedido de vista (mais tempo para análise) pode interromper a discussão. Estadão