Grupos de policiais militares que saíram no início da tarde desta segunda-feira, 6, em carreata por cidades do litoral sul baiano puderam constatar que o movimento grevista não tem apoio algum da população. E a indignação não é só pelo caos causado em uma região turística, às vésperas do Carnaval. O piso salarial da PM na Bahia chega a R$ 2.400 mensais, mais que o dobro do salário médio da região, o que tem gerado revolta contra a greve em todos os setores da sociedade, do empresário do ramo hoteleiro ao feirante. O salário dos policiais é citado em qualquer conversa de padaria em cidades como Itabuna, Nova Ibiá, Itamarí, Teolândia, Wenceslau Guimarães e Gandu. Era visível a vontade que feirantes tinham de vaiar ontem a carreata de PMs que passou em frente à Centrais de Abastecimento de Ilhéus. “Eu vendo manteiga e queijo há mais de 30 anos e nunca consegui tirar R$ 2.400 por mês. É um aburdo o que esses policiais estão fazendo de novo com a gente, justo agora que o Carnaval tá chegando”, disparava no entreposto a sergipana Ednéia Francisca de Oliveira, de 61 anos. Ela iniciou a primeira de uma leva de desaforos disparados por outros feirantes contra o grupo de policiais. Leia mais em O Estado de S. Paulo.
Grevista é hostilizado em carreata no Sul da Bahia
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