A presidente Dilma Rousseff, reeleita neste domingo, 26, como presidente do Brasil, agradeu no Twitter aos eleitores. “O Brasil decidiu. Obrigada Brasil”, diz o texto na imagem.
Governador Eleito Rui Costa, em entrevista pontua as três áreas consideradas prioritárias nos primeiros meses de seu governo -saúde, segurança pública e educação.

Eu preparei um programa de governo que eu divulguei amplamente. Está disponível na internet. Registrei na Justiça Eleitoral. E o que eu vou fazer do primeiro ao último dia é cumprir e buscar com toda a dedicação e muito trabalho aquele programa de governo. As primeiras medidas serão voltadas para a saúde, para a segurança pública e para a educação. Evidente que iremos cuidar de todas as áreas, mas estas, eu diria, têm um caráter mais emergencial e as primeiras ações, as primeiras medidas, as primeiras reuniões que eu irei fazer serão dessas três áreas. Evidentemente, cuidando destas três áreas e a escolha do secretariado é apenas uma questão… a decisão precisa ser tomada de uma forma muito madura. E eu quero evitar esse período de especulações. Eu não iniciei nenhuma conversa ainda com ninguém, com nenhum partido político e não irei iniciar antes do mês de novembro. Até o dia 26 eu estarei na campanha de Dilma, vou tirar duas semanas para descansar com a minha família e só após isso eu vou reunir a equipe de transição e iniciar o diálogo com todas as lideranças e todos os partidos sobre a composição do governo e eu anuncio até … provavelmente, o dia 10 de dezembro o secretariado para que todos tenham, pelo menos, 20 dias para fazer a transição para discutir os elementos de passagem do governo.
Na área da saúde eu já pedi para se fazer um diagnóstico do que pode ser melhorado em curto prazo do ponto de vista da gestão, da economia de recurso, da otimização e do aumento da produtividade e do atendimento. Ou seja, temos uma estrutura instalada na rede estadual e temos uma rede municipal, uma privada e filantrópica. Então, eu diagnosticarei até dezembro o que com essa rede existente eu posso já, no primeiro semestre do próximo ano, aumentar o atendimento e exames da população. Ou seja, independente das construções de hospitais que eu irei fazer, e o primeiro será construído em Feira de Santana, e a obra será iniciada ainda no primeiro semestre de 2015, eu já quero tomar medidas de otimizar as estruturas existentes para fazer mais exames e mais consultas com a mesma estrutura já nos primeiros meses de 2015.

O processo de industrialização da Bahia se alicerçou na produção de insumos e de matérias primas cujo beneficiamento é feito, na sua maioria, no sudeste. Queremos aumentar a verticalização da cadeia produtiva. Significa o quê? Por exemplo, estou implantando no pólo petroquímico um grande projeto de acrílicos da BASF. Um investimento de R$ 1,3 bilhão. Com esses produtos intermediários, químicos e plásticos, eu posso produzir aqui na Bahia e no Nordeste fraldas descartáveis e camisa, porque no oeste tenho algodão e poliéster. Então, essas camisas que usamos com esses materiais podem ser feitos aqui na Bahia, onde já temos as duas matérias primas. Eu posso montar aqui na Bahia duas indústrias têxteis e usar as duas matérias primas ao invés de mandar o algodão e o poliéster pra o sudeste ou, pelo menos, para outro país. O que tentaremos fazer é tentar aproveitar todas as cadeias produtivas da indústria e da agroindústria para produzir aqui na Bahia. Um exemplo, o que temos como exemplo aqui é o umbu, que é até a agricultura familiar aqui faz. Nós temos aqui duas produções industriais de beneficiamento do umbu em que a maioria da produção é exportada. Com comporta de umbu, suco, geléia etc. Um no município de Uauá e outro no município de Manoel Vitorino. Da grande indústria à produção familiar nós queremos verticalizar e estruturar as cadeias produtivas. A energia eólica, por exemplo. Já que a Bahia tem um potencial, montamos todas as indústrias que produzem, a torre, as pás, o gerador…. Tudo aqui na Bahia. O que tentaremos fazer é justamente isso. Temos agora o pólo industrial que vai montar navios no recôncavo. O estaleiro. O que nós queremos fazer junto do estaleiro? Montar um pólo do recôncavo. Pra quê esse pólo? Pra produzir peças para fornecer ao estaleiro. Ao invés das peças virem de outros países ou estados, nós queremos ter um pólo industrial aqui de junto que produza para fornecer o estaleiro. Essa é a estratégia que iremos adotar, para o adensamento da verticalização das cadeias produtivas.
Eu acho que a política interferiu nisso. Espero que passada a eleição volte somente a racionalidade e a gestão administrativa, porque na minha opinião teve intervenção política neste processo.
Os prazos estão mantidos. Eu quero tranquilizar o povo da Bahia que, até o final do meu mandato, nós vamos inaugurar todas as estações previstas no projeto e Salvador terá 41 km de extensão do metrô dentro do meu mandato eu terei o orgulho e o prazer de estar junto com vocês, jornalistas, inaugurando cada estação e a cada estação pronta o povo já vai começar a usar. Não precisa esperar todo o trecho. Então Pirajá vai ficar pronta e será logo usada. A próxima estação vai ser o do Detran já da linha 2. Então, assim que ficar pronta, a população vai usar. Então assim, sucessivamente, a cada período nós vamos ter uma inauguração de uma estação e o povo vai utilizar tanto a linha 1 quanto a linha 2.
26/10/2014 –
Como enfrentar as redes sociais em véspera de eleição
Época –
Redes sociais são, o tempo todo, palco de manifestações inflamadas – sobre futebol, celebridades, economia, a vida dos outros. O cenário esquenta mais ainda quando nos aproximamos de momentos de tensão coletiva, como o segundo turno das eleições para presidente e governadores de vários estados. É difícil encontrar quem não esteja ao menos incomodado com as manifestações de algum amigo ou parente no Facebook, no Whatsapp, no Twitter. Há até quem tenha desfeito amizades.
Se você se enquadra no grupo dos preocupados com seus relacionamentos em tempos de radicalismo político na internet, aqui vai uma receita para superar o período difícil. Ouvimos psicólogos e especialistas em mídias sociais que nos ajudaram a criar um “manual de administração de relacionamentos nas redes sociais para períodos de tensão coletiva”. Use-o antes de eleições e jogos de futebol importantes.
- Não seja o tio bêbado virtual
O psicólogo Pedro Del Picchia, mestre em Comunicação com dissertação sobre redes sociais, tem uma analogia interessante: considera que navegar muito nas redes sociais causa um efeito parecido com o de consumo de álcool ou drogas. O usuário perde as inibições, perde discernimento, torna-se mais agressivo e fala (ou escreve) mais rapidamente do que pensa. Parece o seu tio normalmente engraçado, mas que fica bêbado no churrasco e começa a gritar “Bom mesmo era no tempo da ditadura!”. Há coisas que você não deveria pensar. E, se pensa, não deveria manifestar.
- Conte até 30
Serve para a vida real e a virtual. Experimente fazer um exercício: ao escrever um texto inflamado no Facebook ou uma mensagem ríspida no Whatsapp, não envie. Pare de olhar para o computador ou celular por 30 segundos. Levante da mesa ou do sofá, tome água. Volte, releia o que escreveu. Vale mesmo a pena publicar? Você não está se expondo demais? Não estará ofendendo alguém? Depois do exercício, tome sua decisão. Um palpite: com essa técnica, você passará a desistir de publicar ao menos um em cada três textos que escrever.
- Escolha as brigas certas
O ideal é não brigar. Mas se for para entrar em alguma discussão que vale a pena, escolha bem com quem travará um embate — especialmente se for público. Tem gente disposta a provocar e ou criar polêmica apenas para conseguir mais curtidas e comentários. Fuja desses tipos.
- Não faça comentários preconceituosos e generalizantes
Clássicos na categoria são “Como é que pode, o sujeito estudou, tem pós graduação e vai votar em X” ou “Pensei que o sujeito tinha sensibilidade para os problemas do país, mas vai votar em Y”. Talvez o alvo da provocação seja alguém específico, mas ele ofenderá todo mundo que vai votar em X ou Y, ignorando os diferentes motivos que levaram cada um a tomar suas decisões. O mesmo vale para as brincadeiras entre amigos que fazem ironia com preconceitos. Amigos próximos podem dar, uns aos outros, o direito de brincar com o gênero, etnia, orientação sexual, hábitos e características dos integrantes desse círculo restrito. Mas essa “autorização” não vale para manifestações públicas, como publicar mensagens abertas numa rede social. Quem estiver lendo e não fizer parte do círculo terá razão em se sentir ofendido e em formar um juízo de valor nada elogioso sobre quem faz a piada.
- Verifique a veracidade do que compartilha
Um dos hábitos mais irritantes dos primeiros usuários de e-mail era repassar automaticamente o que recebiam – o espírito era “na dúvida, melhor repassar”. Errado. Na dúvida, interrompa a corrente, porque o hábito piora muito a vida nas redes sociais. Será que o ator Wagner Moura publicou mesmo uma foto dele vestido de Capitão Nascimento bradando “Pede pra sair!” a um candidato? A foto da multidão é de passeata pró candidato ou do réveillon em Copacabana? Antes de compartilhar, cheque de onde vem a informação e atribua os créditos corretos dos autores dos textos. Há muita besteira circulando pela rede. Não passe vergonha.
- Desligue a metralhadora de links
Discordar da postagem de alguém com uma resposta clara e sucinta é uma ótima forma de começar uma discussão saudável. Um texto um pouco maior e um ou dois links de fontes confiáveis está dentro das regras de etiqueta virtual. Evite, porém, publicar uma sequência de links de sites e blogs que contrariem a tese do seu amigo. Você poluirá a linha do tempo de todo mundo. Ninguém tem tempo sobrando para clicar em link por link e ler tudo só para entender o seu raciocínio. Se você não consegue resumi-lo num comentário sintético e coerente, é você quem precisa ler mais e pensar melhor.
- Evite textos gigantes e redundantes.
Falando sério. Nem sua mãe vai ler.
- Comentário publicado é como filho que sai de casa
Ao publicar um texto, você perde o controle de quem irá ter contato com ele e como ele será interpretado e usado. Desconhecidos irão comentar, compartilhar, capturar a imagem da tela, usar fora de contexto, adaptar, fingir que é deles, colocar em fóruns e, quem sabe, em boca de sapo. Você e seu texto estão maduros o suficiente para essa separação?
- Não seja um inquisidor
Se você não tem problema algum em declarar o seu voto em público, que bom para você. Tem gente que não é assim, e o voto é secreto. Não coloque seus amigos na parede, se eles não se sentem confortáveis revelando o voto ou se não se sentem seguros a respeito de qual candidato escolher. Se você é do tipo que não contém a curiosidade e o amigo é próximo, insista apenas em conversa privada. E o voto dele continuará a ser um segredo que você tem de saber guardar.
- Respeite a página alheia
Entrar na página de um candidato a presidente para dizer o que você pensa de forma mais ríspida não deverá trazer grandes problemas. Afinal, estamos numa democracia. Mas cuidado ao reagir àquelas mensagens de amigos de amigos que aparecem de repente para você. Isso ocorre quando algum amigo seu comentou um texto alheio e aberto. Você pode arrumar uma briga com um desconhecido e com o amigo (que talvez até concorde com a sua posição política).
Legião em defesa do crime – Sede da Revista Veja é vandalizada e depredada por militantes petistas
Candidata à reeleição, Dilma classificou a reportagem de “terrorismo eleitoral” e disse que a revista “agride nossa tradição democrática” ao publicar as acusações do doleiro “sem prova concreta”.
O grupo jogou lixo do lado de dentro do prédio, fez pichações e colocou uma faixa com o escrito: “Veja mente! Pig”. Os manifestantes também gritaram que a revista prega o ódio contra os nordestinos. A PM foi chamada e por volta das 20h o protesto acabou.
Candidatos fizeram o último debate da campanha na Rede Globo
Candidatos fizeram o último debate da campanha na Rede Globo
As denúncias apresentadas na última edição da revista Veja, segundo a qual o doleiro Alberto Youssef diz que a presidenciável Dilma Roussef (PT) e o ex-presidente Lula (PT) tinham, supostamente, conhecimento do desvio de verbas na Petrobras, abriram o debate entre os presidenciáveis realizado, nesta sexya-feira. 24, à noite, pela Rede Globo. O candidato tucano Aécio Neves começou o debate dizendo que esta seria a mais sórdida das campanhas presidenciais após de democratização. A candidata petista, por sua vez, desqualificou a matéria da Veja: “A revista faz sistemática oposição a mim e faz esta calúnia, sem provas”, disse a petista. A presidente, candidata à reeleição, disse que se defenderá na justiça e que a revista Veja tem hábito de tentar dar “golpe eleitoral”, o que teria acontecido, segundo ela, nas campanhas de 2002, 2006 e 2010, quando os petistas venceram a disputa pelo Palácio do Planalto. Ainda na primeira rodada de perguntas, Aécio citou matéria da revista IstoÉ, que acusa a campanha petista de se fiar em mentiras. E atacou: “A sede de seu partido (o PT) no Rio distribui boletins apócrifos. No Nordeste, carros de som anunciam que o eleitor que votar em mim será desligado do Bolsa Família”. A presidente Dilma voltou, então, a desqualificar as duas revistas. “Tenho respeito pela imprensa, mas o senhor (candidato Aécio) cita duas revistas que sabemos para quem fazem campanha”. Meu banho, minha vida A candidata petista usou a crise de desabastecimento em São Paulo para atacar o adversário tucano. Na avaliação de Dilma, houve falhas de planejamento do governo tucano naquele estado. A candidata disse que, diante da situação, via-se obrigada a concordar com o humorista José Simão. “Temos que ter o programa ´Meu banho minha vida”, gracejou a presidente, numa referência ao programa que é carro-chefe de sua campanha: o Minha Casa Minha Vida. Aécio Neves, porém, devolveu a acusação de que a falta de planejamento foi do governo federal, que teria falhado na condição da crise hídrica por meio da Agência Nacional de Águas (ANA). Segundo o tucano, o órgãos, como outros na gestão petistas, foram aparelhados e não atuaram segundo sua função específica, mas para atender a interesses partidários. “Não tivemos a parceria da ANA. Seu candidato em São Paulo (Alexandre Padilha), buscou demonizar a ação do governador Geraldo Alckmin, mas o eleitorado deu a resposta”, disse. Mensalão O caso do Mensalão também voltou ao debate, quando Aécio perguntou a Dilma se, para ela, o ex-ministro José Dirceu, condenado no processo julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), seria considerado por ela um herói. Dilma então mencionou que os implicados no mensalão mineiro não foram julgados ou condenados, como o tucano Eduardo Azeredo. “O mensalão do seu partido não teve condenados ou punidos”, disse Dilma. Já Aécio disse que o julgamento do caso poderia trazer constrangimentos a Dilma. Ele disse que Valfrido Mares Guia, implicado no caso, voou com Dilma há uma semana. Nas considerações finais, Aécio Neves fez referência a uma citação do Apóstolo São Paulo. “Travei o bom combate, falei a verdade e jamais traí minha fé”, disse. A frase do apóstolo, na II Carta a Timóteo: “Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé”. Católicos e evangélicos, nas redes sociais, entenderam a mensagem e a replicaram.
Concurso Público: Prefeitura realiza quinta convocação
Dilma e Lula sabiam de tudo, diz Alberto Youssef à Polícia Federal
Na última terça-feira, o doleiro Alberto Youssef entrou na sala de interrogatórios da Polícia Federal em Curitiba para prestar mais um depoimento em seu processo de delação premiada.
Como faz desde o dia 29 de setembro, sentou-se ao lado de seu advogado, pôs os braços sobre a mesa, olhou para a câmera posicionada à sua frente e se colocou à disposição das autoridades para contar tudo o que fez, viu e ouviu enquanto comandou um esquema de lavagem de dinheiro suspeito de movimentar 10 bilhões de reais. A temporada na cadeia produziu mudanças profundas em Youssef. Encarcerado desde março, o doleiro está bem mais magro, tem o rosto pálido, o cabelo raspado e não cultiva mais a barba.
O estado de espírito também é outro. Antes afeito às sombras e ao silêncio, Youssef mostra desassombro para denunciar, apontar e distribuir responsabilidades na camarilha que assaltou durante quase uma década os cofres da Petrobras. Com a autoridade de quem atuava como o banco clandestino do esquema, ele adicionou novos personagens à trama criminosa, que agora atinge o topo da República. Perguntado sobre o nível de comprometimento de autoridades no esquema de corrupção na Petrobras, o doleiro foi taxativo:
— O Planalto sabia de tudo!
— Mas quem no Planalto?, perguntou o delegado.
— Lula e Dilma, respondeu o doleiro.
Conheça, nesta edição de VEJA, os detalhes do depoimento que Alberto Youssef prestou às autoridades.
“Votar em Dilma seria exercer o direito de ser idiota”, diz fundadora do PT
Curso de Medicina da Ufba é anunciado oficialmente em Vitória da Conquista
Presente à cerimônia, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, descreveu o fato como ‘uma grande conquista para a cidade’
A partir de 2015, os estudantes que participarem do Exame Nacional do Ensino Médio e se credenciarem no Sistema de Seleção Unificada para disputar vagas no ensino superior, terão uma opção a mais em Vitória da Conquista. No segundo semestre do ano, estará plenamente disponível, inicialmente oferecendo 45 vagas, o curso de Medicina no Campus Anísio Teixeira, da Universidade Federal da Bahia (Ufba).
O anúncio oficial foi feito na manhã desta quarta-feira, 22, no auditório do campus, em cerimônia que contou com a presença do ministro da Saúde, Arthur Chioro, e de várias autoridades municipais e estaduais. “É uma grande conquista para cada cidade conseguir não só um curso de Medicina, mas, fundamentalmente, valorizar e fortalecer a sua universidade pública”, afirmou Chioro, diante de uma plateia forma majoritariamente por estudantes.
O ministro disse ter-se “encantado” com o conteúdo do projeto político pedagógico do novo curso de Medicina, apresentado ao público pelo diretor do campus, Orlando Caires. “O nosso desafio hoje não é somente formar mais profissionais de saúde e mais médicos. É fazer uma formação profissional diferenciada, capaz de atender às necessidades de saúde da população brasileira no nosso sistema nacional de saúde”, acrescentou.
‘Passo importante’ – “Este campus está caminhando a passos rápidos para ser uma universidade federal”, afirmou o prefeito Guilherme Menezes, ao relembrar o apoio que sempre foi dado pela Administração Municipal, primeiro à implantação do campus no município, e em seguida ao processo de desmembramento. E, por fim, às atuais gestões em andamento para que se transforme numa universidade federal autônoma que atenda à região sudoeste.
“Precisamos pensar numa universidade que adentre mais as regiões vizinhas”, destacou o diretor do campus, Orlando Caires. Para o reitor da Ufba, João Carlos Sales, tal transformação será “um passo importante para a região e enriquecedor para a universidade”, e significará “a maturidade do campus”.
‘Quanto mais formação, melhor’ – Entre os estudantes presentes, estava Ronei França, 18 anos, atualmente no 4º semestre de Farmácia. Ronei comemorou a implantação do novo curso no campus, que já oferece seis opções na área da saúde – Enfermagem, Nutrição, Farmácia, Ciências Biológicas, Biotecnologia e Psicologia. “Quanto mais tiver formação de médicos apropriados, melhor. Tanto para a população quanto para a universidade, que vai ser mais vista”, o
bservou o estudante.
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“Escola Sem Partido” – será apresentada e discutida dia 30 de Outubro em audiência pública na Câmara de Vereadores de Conquista
Gilzete destaca audiência sobre PL que cria programa “Escola Sem Partido”
As leis educacionais já garantem o direito ao professor de ensinar e, aos alunos, a liberdade de consciência, o direito de aprender e de terem respeitados os valores culturais trazidos de casa”, esclareceu o parlamentar em seu discurso.
O Líder da Bancada de Situação, Gilzete Moreira (PSB), em seu pronunciamento na sessão desta sexta-feira (17) convidou a população de Vitória da Conquista a participar, no dia 30 de Outubro, da audiência pública que vai discutir o Projeto de Lei 19/2014 que cria no município o programa “Escola Sem Partido”, que se coloca contra a doutrinação política e ideológica dentro das salas de aula. Na ocasião, estarão presentes o fundador da Organização Escola Sem Partido, advogado Miguel Nagib; a assessora parlamentar da Câmara Federal, advogada Damares Alves, e o mestre em Letras e Linguística e mestrando em Estudos Teológicos, Professor José da Silva.
“Serão apresentados e discutidos os motivos do projeto de lei, que tem a finalidade de instrumentalizar alunos e pais contra o abuso de liberdade de ensinar exercido por alguns professores, isso para que a sala de aula não se transforme em espaço de manipulação política, ideológica e partidária. As leis educacionais já garantem o direito ao professor de ensinar e, aos alunos, a liberdade de consciência, o direito de aprender e de terem respeitados os valores culturais trazidos de casa”, esclareceu o parlamentar em seu discurso. “Não se trata de evento de movimento evangélico. Já estivemos com o arcebispo da cidade e vamos convidar todos os segmentos que defendem a família: maçons, universidades, segmentos religiosos”.
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Veritá/Hoje em Dia/Record: Aécio 53% e Dilma 46%
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Pesquisa do Instituto Veritá, encomendada pelo jornal Hoje em Dia, pertencente à Rede Record e divulgada nesta terça-feira (21), aponta que o candidato à presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, seria eleito com 53,2% dos votos válidos, caso a eleição fosse hoje. A presidente Dilma Rousseff (PT), postulante à reeleição, não seria reeleita, pois conta com 46,8% da preferência do eleitor. O levantamento foi realizada entre os dias 17 e 20 de outubro e a margem de erro é de 1,4 pontos percentuais para mais ou para menos. A consulta descarta empate técnico, já que no pior cenário de Aécio e no melhor de Dilma, o pessedebista continua à frente. Se forem considerados os votos totais, Aécio teria 47% das intenções de voto. Dilma aparece com 41,4%. Os indecisos somam 7,8% e outros 3,7% votariam em branco ou nulo. De acordo com o Veritá, a rejeição da petista é maior que a do tucano. O índice de rejeição de Dilma é de 46,1% dos eleitores. Já 39,1% dos entrevistados afirmaram que não votariam de jeito nenhum em Aécio. O instituto também perguntou quem os entrevistados acreditam que será eleito o próximo presidente da República, no dia 26 deste mês. Para 56%, o senador mineiro vencerá a disputa. Os outros 44% acreditam que a petista sairá vitoriosa. A amostragem da pesquisa é 7.700 eleitores em 213 cidades de todos os estados brasileiros e foi registrada com o número 01144/2014 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
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ESporte: DESESPERO E VI0LÊNCIA
Impossível entender o que se passa nas cabeças de determinados torcedores de futebol. Hoje a imprensa noticia mais uma barbaridade ocorrida antes do jogo Santos X Palmeiras, em que torcidas organizadas, do Palmeiras, armaram uma emboscada para agredir torcedores do Santos, resultando em um morto e quatro gravemente feridos. Este tipo de selvageria recorrente no futebol, principalmente no centro sul do País, vem acarretando prejuízos para os Clubes e afastando os torcedores dos estádios. Providencias devem ser tomadas, de imediato, a fim de evitar novas tragédias. O desespero das torcidas que vendo seus times não rederem o suficiente, dentro de campo, para evitar o rebaixamento, não justifica as barbaridades, atrocidades e selvageria que estamos a assistir. Times como PALMEIRAS, CHAPECOENSE, VITÓRIA, BOTAFOGO, BAHIA, CRICIUMA e CORITIBA têm que revitalizar-se, buscar forças, superar-se, para sair da situação incômoda em que se encontram. As torcidas, ou melhor, os verdadeiros torcedores, têm que ajudar seus times, comparecendo aos jogos, empurrando com seus gritos de guerra, energia e forças os atletas para vencerem seus jogos, pois faltam apenas nove rodadas e alguns desses times, praticamente encontra-se com a corda no pescoço, ou melhor, com pescoço na guilhotina. Os cinco últimos colocados estão com uma probabilidade de rebaixamento muito acentuada, variando de 51 a 72% de estarem na série “B” em 2015. São 27 pontos a serem disputados, 46 pontos é a pontuação mínima para se salvar, então, VITÓRIA, BOTAFOGO, BAHIA, CRICIUMA e CORITIBA terão que somar 16 dos 27 pontos. Missão quase impossível, tendo em vista o que esses times têm apresentado até agora. Portanto, o que realmente importa é o apoio e, não agressões, vandalismos ou atitudes bestiais que só fazem denegrir a imagem do nosso futebol e afastar as famílias dos estádios.
COMENTÁRIO – segunda feira – 20 de outubro 2014
Ulbaldino Figueira









