A Gente diz

DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR Da subsérie: Desvendando as Ciências esotéricas

A LEI DO PLANTIO E DA COLHEITAmover

No último ensaio postado nos preciosos blogs da minha amada

terra, de Vitória da Conquista. Os denomino de preciosos, pois,

são minha única via de ligação com os meus amados leitores,

estou me referindo ao ensaio: (JIDDU KRISHNAMURTI E O

AUTOCONHECIMENTO), nele, prometi tratar e dar ênfase nos

“pensares” de três singulares seres humanos que passaram por

este planeta no século XIX, estes seres fundaram em 1875 a mais

importante instituição para o desenvolvimento espiritual da atual

sociedade humana! A Sociedade Teosófica. Estes seres passaram

por este mundo com os nomes de: Helena Petrovna Blavatsky,

(1831-1891), Henry Steel Olcott, (1832-1907) e William Quan

Judge, (1851-1896)…

Nesta oportunidade faço referência somente a um pequeno

texto compilado por William Quan Judge. Oportunamente ferei

referência a Madame H. P. Blavatski e ao senhor H. S. Olcott.

Na realidade este texto, como veremos, possui autores distintos

e não nominados. O assunto em pauta discorre sobre um tema

complexo e de pouco entendimento pelo homem a que chamamos

de: “comum dos mortais”. Aos iniciados em esoterismo é um

tema, simples, comum, real, e cotidiano, pois, todos nós o

vivenciamos no nosso viver, talvez alguns não o percebam, mas

inexoravelmente com ele convivem. Trata-se do que os Monges

tibetanos de Lhassa chamam de lei do plantio e da colheita.

Foram compilados 31 textos e nominados de aforismos por

William Quan Judge, possuem em seu bojo verdades de beleza

singular e incontestáveis. Motivo que me levou a postar este

texto compilado pelo WQJ.

Vamos ao texto:

Como Funciona, na Prática, a Lei do Plantio e da Colheita

Nota dos Editores: Nas primeiras linhas da Carta 88 de “Cartas

dos Mahatmas”, um sábio dos Himalaias define a teosofia

como o estudo das causas pelas suas conseqüências, e das

conseqüências, pelas suas causas. Esta definição da teosofia

como o estudo da lei do carma torna inevitável, para a filosofia

esotérica, a tarefa de conhecer o modo concreto através do

qual as ações e os seus resultados interagem na prática, nas

diferentes dimensões da vida. Este é, precisamente, o tema do

conjunto de trinta e um aforismos reunidos por William Quan

Judge. O texto a seguir tem clareza e simplicidade na forma

externa, mas sua profundidade vai além da palavra escrita.

Quando são examinados com a devida atenção, os aforismos

falam num plano situado acima do plano verbal.

Assim como outros aforismos ainda não usados, os aforismos

a seguir me foram dados por instrutores – entre eles H. P.

Blavatsky. Alguns deles foram escritos, outros foram transmitidos

de outras formas. Foi-me declarado que eles vêm de manuscritos

atualmente inacessíveis ao público. Cada um deles foi submetido

ao meu julgamento. Eles foram aprovados pela minha razão

sem levar em conta qualquer autoridade e depois de uma séria

avaliação. Espero que eles recebam do mesmo modo a aprovação

dos companheiros de trabalho para quem os publico agora.

(William Quan Judge)

AFORISMOS

(1) Não há Carma a menos que haja um ser para criá-lo ou para

sentir os seus efeitos.

(2) O Carma é o ajustamento dos efeitos que fluem das causas,

e, durante este ajustamento, o ser sobre o qual e através do

qual ele ocorre experimenta dor, ou prazer.

(3) O Carma é uma tendência do universo no sentido de

restaurar o equilíbrio; e opera incessantemente, sem desvios e

sem erros.

(4) A aparente interrupção na restauração do equilíbrio se deve

ao ajustamento necessário da perturbação em algum outro

ponto, lugar, ou foco, que é visível apenas ao Iogue, ao Sábio,

ou ao perfeito Observador. Portanto, não há interrupção, mas

apenas um ocultamento do campo de visão.

(5) O Carma opera em todas as coisas e seres, desde o menor

átomo concebível até Brahma. [1]

(6) O Carma não está sujeito ao tempo, e portanto aquele que

conhece a divisão última do tempo deste Universo conhece o

Carma.

(7) Para todos os outros homens, o Carma, em sua natureza

essencial, é desconhecido e incognoscível.

(8) Mas a sua ação pode ser conhecida pelo cálculo da relação

entre causa e efeito. Este cálculo é possível porque o efeito está

incluído na causa, e não é posterior a ela.

(9) O Carma desta Terra é a combinação dos atos e

pensamentos de todos os seres de todos os graus que se

envolveram no Manvântara [2] ou corrente evolucionária

anterior, do qual procede o nosso Manvântara.

(10) Devido ao fato de que tais seres incluem Senhores de

Poder e Homens Sagrados, assim como seres fracos e maldosos,

o período da duração da Terra é maior que a duração de

qualquer entidade ou raça que viva sobre ela.

(11) O Carma desta Terra e das suas raças começou em um

passado tão longínquo que as mentes humanas não podem

alcançá-lo. Por isso é inútil investigar o seu início.

(12) Deve-se permitir que as causas cármicas já colocadas em

movimento prossigam até esgotar-se, mas isso não autoriza

ninguém a recusar ajuda a seu semelhante ou a qualquer ser

sensível.

(13) Os efeitos podem ser compensados ou mitigados pelos

pensamentos ou ações da própria pessoa ou de outrem. Os

efeitos resultantes representam a combinação e interação de

todo o conjunto de causas envolvidas na sua produção.

(14) Na vida dos mundos, das raças, das nações e dos

indivíduos, o Carma não pode agir a menos que haja um

instrumento adequado para a sua ação.

(15) E enquanto o instrumento apropriado não for encontrado,

o Carma que depende dele permanecerá não-manifestado.

(16) Enquanto um homem está vivendo o Carma no

instrumento que lhe foi dado, o seu outro Carma, ainda não

manifestado, não é esgotado por outros seres, nem por outros

meios, mas permanece reservado para operar no futuro.

Durante este lapso de tempo, não há deterioração na sua força

nem mudança na sua natureza.

(17) A adequação de um instrumento para a operação do Carma

consiste na conexão e na relação exatas do Carma com o corpo,

com a mente, com a natureza intelectual e psíquica adquirida

pelo Eu Superior em qualquer encarnação.

(18) Todo instrumento usado por qualquer Eu Superior em

qualquer vida é adequado para o Carma que opera através

dele.

(19) É possível acontecer mudanças no instrumento ao longo

de uma vida, de modo a torná-lo adequado para um novo tipo

de Carma, e isso pode ocorrer de duas maneiras: (a) através

da intensidade do pensamento e do poder de um voto, ou (b)

através de alterações naturais devido à completa exaustão de

causas velhas.

(20) O corpo, a mente e a alma têm cada um a sua capacidade

de ação independente. Qualquer um deles pode esgotar,

independentemente dos outros, algumas causas cármicas mais

remotas ou mais próximas do momento da sua produção do que

as causas que operam através de outros canais.

(21) O Carma é ao mesmo tempo piedoso e justo. A piedade

e a justiça são apenas pólos opostos de um todo único; e a

Piedade sem Justiça não é possível nas operações do Carma.

Com freqüência aquilo que o homem chama de Piedade e Justiça

é defeituoso, errôneo e impuro.

(22) Há três tipos de Carma: (a) O que opera nesta vida

atual através dos instrumentos adequados; (b) Aquele que

está sendo produzido ou acumulado, para ser esgotado no

futuro; (c) O Carma guardado desde vidas anteriores e que

ainda não está operando, porque permanece inibido pela

inadequação do instrumento atualmente usado pelo Eu Superior,

ou porque permanece inibido pela força do Carma atualmente

em operação.

(23) Três campos de operação são usados em cada ser pelo

Carma: (a) o corpo e as suas circunstâncias; (b) a mente e o

intelecto; (c) os planos psíquico e astral.

(24) O Carma acumulado e o Carma presente podem, cada um

deles ou os dois ao mesmo tempo, operar em todos os três

campos de operação cármica ao mesmo tempo; ou pode ser que

um tipo diferente de Carma opere ao mesmo tempo em cada um

dos três campos.

(25) O nascimento em qualquer tipo de corpo, e a obtenção dos

frutos de qualquer tipo de Carma, se devem à linha da tendência

preponderante do Carma.

(26) A força da tendência cármica influencia a encarnação de

um Eu Superior, e qualquer família de Eus Superiores, durante

três vidas, pelo menos, quando não são adotadas medidas de

repressão, eliminação ou compensação.

(27) As medidas tomadas por um Eu Superior no sentido de

reprimir tendências, de eliminar defeitos e de compensá-los –

colocando em ação causas diferentes – irão alterar o poder da

tendência cármica e encurtar a sua influência segundo a força

ou fraqueza dos esforços feitos na concretização das medidas

adotadas.

(28) Ninguém, exceto um sábio ou verdadeiro vidente, pode

avaliar o Carma de outro ser humano. Portanto, ao mesmo

tempo que cada um recebe o que merece, as aparências podem

enganar. Nascer pobre ou enfrentar profundos sofrimentos pode

não ser punição por mau Carma, porque há continuamente Eus

Superiores encarnando em condições desfavoráveis, nas quais

eles experimentam dificuldades e provações para fortalecer a

disciplina do Eu Superior, e disso resultam força, resistência e

simpatia.

(29) As influências do carma de uma raça influenciam cada

unidade da raça através da Lei da Distribuição. O Carma

nacional opera nos membros da nação através da mesma lei,

mais concentradamente. O Carma da família governa apenas

em uma nação em que as famílias foram mantidas puras e

nítidas; porque em uma nação em que há mistura das famílias

– como ocorre nos períodos de Kali Yuga – o Carma da família

é geralmente distribuído no âmbito nacional. Mas mesmo em

tais períodos algumas famílias permanecem coerentes por

longos períodos, e neste caso os membros sentem a força do

Carma familiar. O termo “família” pode incluir várias famílias

menores.

(30) O Carma opera para produzir cataclismos na natureza

por concatenação através dos planos mental e astral do ser.

Um cataclismo pode ter uma causa física imediata tal como um

fogo interno ou uma perturbação atmosférica, mas estes talvez

tenham sido produzidos por uma perturbação criada pelo poder

dinâmico do pensamento humano.

(31) Os “Eus” Superiores que não têm qualquer ligação cármica

com uma porção do globo onde um cataclismo irá ocorrer são

mantidos à parte da operação do cataclismo de duas maneiras:

(a) pela repulsão que age em sua própria natureza; (b) através

de chamados e advertências que lhes são feitos por aqueles que

vigiam o progresso do mundo.

Notas endereçadas aos não iniciados em teosofia:

[1] Brahma – O princípio supremo, neutro, impessoal e

incognoscível do universo, de cuja essência tudo emana. No

seu aspecto inferior, existe Brahmâ, o “criador” do universo.

(“Theosophical Glossary”, H. P. Blavatsky, Theosophy Co., Los

Angeles). (N. do T.)

[2] Manvântara – Período de manifestação de um Universo. (N.

do T.)

O texto acima foi traduzido de “Theosophical Articles”, William

Q. Judge, Theosophy Company, 1980, Los Angeles, edição

em dois volumes, ver volume I, pp. 120-124. Título original:

“Aphorisms on Karma”.

Aqui chagamos ao fim do texto do WQJ.

Sucintas observações moverianas.

Podemos observar que o termo Carma no mundo ocidental, só

encontra guarida no espiritualismo, no espiritismo, e crenças

congêneres, e etc.

A lógica da lei do carma transparece em sua totalidade nestes

31 aforismos. O universalismo do carma está implícito no

aforismo no 5 –

Aquele que lê nas entrelinhas, crê e entende que nenhum ser

senciente presenciará o fim físico da Terra em que moramos,

veja o aforismo no 9 –

O aforismo de no 12 trata de um assunto delicado, ele

nos autoriza a interferir na colheita (ação cármica), já em

andamento, isto, nos casos da necessidade de prestar ajuda a

um semelhante ou ser sensível. (senciente). –

Tua resposta do “por quê”, que homens tão maus nada sofrem e

homens tão bons tanto sofrem! Está no aforismo no 22 –

O entendimento destes textos é de uma facilidade elementar,

mas, só pode ser lido com perfeição com os olhos da alma.

Vitória da Conquista,

15/06/2014

Edimilson Santos Silva Movér

“Estou de saída, não estou nem aí”, diz Barbosa sobre cotas no Judiciário

cota

“Não sei e estou de saída. Não estou nem aí”. Estas foram as palavras do  presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Joaquim Barbosa,  em resposta a questionamento de jornalistas sobre os dados do Censo do Judiciário, que mostrou que apenas 1,4% dos magistrados do país se declara preto.

Perguntado se o censo poderá levar à discussão sobre as cotas no Judiciário, Barbosa usou uma expressão em alemão para dizer que não está preocupado com o assunto porque irá se aposentar. “Não sei e estou de saída. Es ist mir ganz egal [expressão em alemão que significa ‘para mim tanto faz’]. Não estou nem aí”, afirmou, ao deixar a última sessão do conselho antes de sua aposentadoria, prevista para o fim do mês.

Questionado sobre o balanço de sua gestão e a última sessão no CNJ, Barbosa afirmou: “Eu tenho um balanço, procurem a assessoria. Balanço de ordem financeira, orçamentária, de ordem administrativa, disciplinar, tem todos esses dados. Agora, vocês nunca querem saber”.

O Censo do Poder Judiciário, apresentado por Barbosa em sua sessão à frente do CNJ, foi feito de forma voluntária por servidores e magistrados de todo o país. Os dados apontam o perfil médio da magistratura é o de homens brancos (84,5%), com média de idade de 45  anos, casado e com filhos.

De acordo com o levantamento, 14% dos magistrados se declararam pardos; 1,4% se declarou preto e apenas 0,1% se identificou como indígena. De acordo com a classificação racial usada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), somados, pretos e pardos formam o grupo de negros.

Agência Brasil

Aconteceu em Conquista: homem alcoolizado espanca o pai idoso até a morte

pai

Foto Elite Noticias

Um homem alcoolizado matou o próprio pai por espancamento, na tarde desta segunda-feira, dia 16 de junho. Edemon Vasconcelos Santos, de 34 anos, autor do crime, entrou na casa de Edson Pires dos Santos, seu pai, de 74 anos e iniciou uma discussão que resultou no homicídio. O idoso morava na rua Maikinique, bairro Kadija. A Polícia Militar prendeu em flagrante Edemon durante a tentativa de fuga e o apresentou ao Distrito Integrado de Segurança Pública (DISEP), para posterior encaminhamento ao Presídio Nilton Gonçalves. O corpo de Edson foi encaminhado ao Instituto Médico Legal

Forró Pé de Serra do Periperi: Adelmário Coelho abre a programação

controle

Começa nesta quarta-feira, 18, o Forró Pé de Serra do Periperi, promovido pela Prefeitura de Vitória da Conquista. O evento, que acontece no Centro Glauber Rocha – Educação e Cultura, contará com shows de artistas convidados e também de músicos da própria terra.

A animação da primeira noite da celebração junina fica por conta de Adelmário Coelho, conhecido como o “Forrozeiro do Brasil”. Em seu show, o público poderá conferir uma variedade de ritmos, como xote, xaxado e baião.

Também se apresentam no palco principal, montado no Centro Cultural Glauber Rocha, Joel Pinheiro e Banda Fiá Paví. A abertura da noite será com Luiza Saldanha, vencedora da quinta edição do Festival de Forró. Os shows começam a partir das 19h30.

Mais forró – Mas, antes da programação no Glauber Rocha, quem quiser curtir um bom arrasta-pé, basta comparecer a Praça 9 de Novembro, a partir das 15h. Quem anima o público nesse horário é Narjara Paiva, depois é a vez de Ronaldo Góes e de Zequinha do Acordeon.

Estiagem na região sudoeste exige consumo consciente de água pela população e Dicas de economia

economia de agua

 

 

Com a estiagem prolongada nos últimos anos, na região sudoeste, a vazão dos mananciais (Rios Monos e Água Fria) tem caído drasticamente. Apesar das intervenções realizadas pela Embasa para manter o abastecimento regular em Vitória da Conquista, as previsões de chuva estão abaixo do esperado para o período do ano. Por isso, a Embasa iniciou uma campanha para estimular a população a economizar água.

 

“Com pequenas mudanças no dia a dia com relação ao uso da água, é possível conseguir grandes benefícios, incluindo uma conta mais baixa. Fechar a torneira quando escovar os dentes ou passar sabonete no banho, lavar o carro com balde, jamais usar água para varrer a calçada e o quintal são algumas dicas de consumo consciente de água. Essas práticas devem ser constantes, não só no verão”, explica Álvaro Aguiar, gerente local da Embasa. “Os técnicos da empresa também estão mobilizados para conter de forma rápida os possíveis vazamentos na rede de distribuição. Por isso, qualquer quebra na rede, a população também pode nos ajudar, ligando para o 0800 0555 195

 

Em 2013, ainda por conta da pior seca dos últimos 60 anos no estado, a Embasa investiu cerca de R$ 33 milhões na implantação da Adutora do Catolé, obra realizada em seis meses, de forma emergencial, para suprir o déficit de água nas barragens de Água Fria I e II, responsáveis pelo abastecimento da cidade. O empreendimento conta com 15,3 quilômetros de tubulação, três estações elevatórias e um barramento no rio Catolé Grande com uma captação flutuante que está transportando água para a barragem de Água Fria II.

 

Também como parte das ações do governo do estado para enfrentamento da seca, a Embasa irá construir a Barragem do Catolé e ampliar o sistema integrado de abastecimento de água de Vitória da Conquista. As ações, no valor de R$ 208 milhões, com recursos próprios e do PAC 2, beneficiarão cerca de 340 mil habitantes de Vitória da Conquista, Tremedal, Belo Campo e diversas localidades da região.

 

 

Dicas de economia

 

Ficar atento aos vazamentos é fundamental. Caixas d’água, descargas e torneiras pingando são sinais de prejuízo. Para detectar vazamentos, em tubos e conexões, mantenha os registros abertos e feche todas as torneiras e saídas de água do imóvel e observe se o hidrômetro registra alteração nos ponteiros dos relógios ou no marcador depois de uma hora sem uso de água. Veja, também, se não há manchas de umidade nas paredes. É fundamental consertar os vazamentos de imediato, assim que forem descobertos.

 

  • Cante, mas economize no repertório. Na hora de passar o xampu e o sabonete, desligue o chuveiro.
  • Ao levar o carro em vez de usar mangueira, use balde.
  • Faça sua higiene diárias, mas não desperdice água. Enquanto estiver escovando os dentes, fazendo a barba ou ensaboando as mãos, deixe a torneira fechada. Reabra apenas para enxaguar.
  • Substitua vasos antigos por novos, que consomem seis litros por fluxo, e utiliza a caixa com descarga acoplada.
  • Instale arejadores de vazão nas torneiras. O arejador é um acessório que tem a função de misturar ar à água, dando uma sensação de maior volume, podendo reduzir o consumo de 50% a 80%. Os modelos mais econômicos funcionam com uma vazão fixa, espalhando a água através de micro jatos.
  • Deixe acumular as roupas e lave de uma vez. Se for lavar na mão, não esqueça de fechar a torneira enquanto ensaboa e esfrega a roupa.
  • Use regador em vez de mangueira. Assim você gasta muito menos.
  • Feche a torneira enquanto ensaboa a louça e não lave hortaliças e legumes em água corrente. Use uma bacia. Atenção! Ao comprar máquina de lavar roupas ou pratos, verifique no manual o consumo de água do produto.
  • Jamais use água para varrer a calçada e o quintal. Use a vassoura. Depois jogue a água depositada em um balde (sobras de águas de lavagem de roupas que já estão com sabão, por exemplo).

Esporte: E AGORA, O QUE DIZER…

 

 

 

 

Aguardei o termino do jogo do Brasil X México para fazer este

comentário, sobre os jogos e, principalmente, sobre o que andam falando por

aí, de que esta Copa está sendo encomendada para o Brasil ser campeão. Não

foi isso que vimos nos dois jogos de nossa seleção, como também nos grandes

clássicos do futebol mundial, tais como Espanha X Holanda, Inglaterra X Itália,

Alemanha X Portugal e Argentina X Bósnia. Foram jogos duros, com um futebol

vistoso de lado a lado, com os jogadores esforçando-se ao máximo para

melhor representar seus países. No jogo de Hoje Brasil X México, em que a

seleção mexicana chutou muito de fora da área, somente tendo, a bem da

verdade, duas chances reais de gol, enquanto que a seleção brasileira teve

várias oportunidades e não converteu em gols, graças à boa atuação do goleiro

mexicano Ochoa que foi o grande responsável pelo empate entre as duas

seleções. Mas o que tem chamado atenção nesta questão de os árbitros

facilitarem as coisas para o Brasil, é que a penalidade máxima que foi

assinalada a favor do Brasil, no primeiro jogo, de fato existiu, situações

semelhantes foram verificadas nos jogos Espanha X Holanda, Alemanha X

Portugal quando foram marcadas as penalidades, aliás, obedecendo a uma

recomendação da Comissão de Arbitragem da FIFA, então, não vejo esse

favorecimento de que estão falando. O que devemos observar que os

jogadores devem ater-se ao desarme do adversário sem cometer faltas ou

praticar jogadas desleais, pois a punição está sendo cartões amarelos, ou

mesmo, a expulsão, como já tivemos três nesses jogos, inclusive a do Pepe,

brasileiro naturalizado Português, que fez aquela bobagem. Vamos olhar os

jogos como um espetáculo e aplaudir as grandes jogadas, e que vença aquela

seleção que melhor se preparou para a competição. A nossa seleção

encontrou uma grande barreira nesta tarde, não soube ultrapassar, e daqui

pra frente terá sempre pedreira. Precisa melhorar para tornar realidade o

sonho do hexa.

De: Ubaldino Figueiredo

COMENTÁRIO – terça feira – 17 junho 2014

gol 1

PMVC – Forró Pé de Serra do Periperi lança Concurso Cultural – “Vou curtir o Forró do Periperi”.

 

 

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PMVC

A Prefeitura de Vitória da Conquista está proporcionando a você a chance de conhecer o seu artista favorito que vai se apresentar durante o Forró Pé de Serra do Periperi 2014. Trata-se do Concurso Cultural “Vou curtir o Forró do Periperi”, que visa estimular a interação popular com o evento, despertando a criatividade e reforçando o valor da tradição na festa junina. Para concorrer, é preciso responder à pergunta: “Por que você vai curtir o Forró Pé de Serra do Periperi?”.

A resposta deve conter apenas uma frase e ser enviada para o e-mail [email protected]rjuntamente com o nome completo e o telefone do participante. As mensagens devem ser enviadas por pessoas físicas maiores de 16 anos, até às 12h do dia 15 de junho. As 10 melhores respostas serão divulgadas na fan page oficial do Forró Pé de Serra do Periperi, no dia 16 de junho. O resultado final será publicado no dia seguinte, 17.

Serão avaliados critérios de criatividade, clareza, coesão, coerência e uso correto da ortografia. Além disso, o conteúdo deve primar pelo resgate à tradição e à cultura popular. O autor da frase vencedora poderá conhecer o seu artista favorito dentre os artistas convidados que se apresentarão no palco principal do Forró Pé de Serra do Periperi, entre os dias 18 e 24 de junho. Além disso, ele poderá ser premiado um CD ou DVD do cantor escolhido. Para participar do Concurso Cultural “Vou curtir o Forró do Periperi”, é preciso ler o regulamento e estar ciente de todas as suas disposições.   

Governo Wagner é republicano, diz Everaldo sobre críticas de Aleluia

wagner

Foto: Divulgação

Presidente do PT baiano, Everaldo Anunciação

“O governo Wagner derrotou pela segunda vez o DEM e realizou muito mais que a oposição em todas as áreas. Parece que o Sr. Aleluia não sabe fazer contas, pois basta olhar os números e comparar,” disse o presidente do PT Everaldo Anunciação respondendo às críticas do presidente do DEM José Carlos Aleluia, ao governo Wagner. Quanto à ironia do presidente do DEM afirmando que a escolha de Rui Costa se assemelhou à convocação de Dadá Maravilha para a Copa de 70, uma imposição do general Médici, Everaldo lembra que “o PT sempre lutou contra a ditadura ao contrário da turma do Sr. Aleluia que apoio o golpe militar. Aliás, esta memorização da década 70 é fruto desta relação com a ditadura.” Sobre a sucessão, o presidente do PT diz que o nome do nosso pré-candidato Rui Costa, foi aprovado por unanimidade numa reunião do diretório, inclusive com a participação dos outros três postulantes: Gabrielli, o senador Pinheiro e Luiz Caetano. “Esta é a nossa prática. O DEM faz o inverso,” critica Everaldo. Quanto ao julgamento dos eleitores com relação ao governo republicano de Jaques Wagner, declara Anunciação, “as pesquisas mostram que 65% da população aprovam este governo. E isto apavora a oposição.”

 

Festival de Forró chega à final e premia artistas regionais

ngib A Incentivar a cultura local, apoiar o trabalho de artistas da terra e revelar novos talentos. Esses têm sido os principais resultados do Festival de Forró, que chegou à sua quinta edição em 2014. Promovido pela Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, o evento faz parte do Forró Pé de Serra do Periperi e vem para resgatar a tradição junina e estimular a produção musical da cidade. Na noite desta sexta-feira, 13, a Praça 9 de Novembro testemunhou a grande final da competição, que teve a difícil missão de escolher a canção vencedora dentre as 15 finalistas. Secretário de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Nagib Barroso. O alto nível de profissionalismo dos compositores neste ano foi uma surpresa gratificante, conforme aponta o secretário de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Nagib Barroso. Ele destaca o sucesso do evento, que mais uma vez foi uma vitrine para a produção musical da cidade, valorizando os artistas da terra. “É imprescindível a força que um evento dessa proporção tem, porque ele vem para buscar a raiz. E um povo só se torna livre e independente quando tem sua cultura preservada”, afirma o secretário. A sanfona, o triângulo e a zabumba não tiveram descanso durante a noite. Dando vida às canções inéditas trazidas pelos artistas, os instrumentos não deixaram o forró pé serra morrer até a divulgação do resultado. A expectativa foi grande entre os músicos, os jurados e o público. O Festival teve início na segunda-feira, 9, e desde então passou por três etapas eliminatórias, de onde saíram as composições finalistas. “Nós destino” foi a escolhida como melhor música da noite, levando o primeiro lugar do Festival de Forró. A canção tem a composição de Glauber Martins e foi interpretada por Luiza Saldanha. Tentando dominar a mistura de emoções diante da divulgação do resultado, Luiza expressa a gratidão pela vitória: “Eu acho que a gente mereceu. Trabalhamos bem, escolhemos a música, a vestimenta dos músicos. Estou muito satisfeita, é um sentimento inexplicável.” Da esquerda para a direita: Rony Barbosa, terceiro colocado; Luiza Saldanha, primeira colocada; e Alex Baducha, segundo colocado. Alex Baducha, que deu voz a “Recordações”, de sua própria autoria, ficou com o segundo lugar da competição. O artista já participou de edições anteriores do Festival de Forró, e reconhece que a premiação revela o seu crescimento no meio musical. Diante disso, ele destaca a importância do evento para os artistas regionais: “Isso é ótimo para a cidade, a tendência é evidenciar novos talentos.” Foi com surpresa que Rony Barbosa recebeu o terceiro lugar da noite. “Essa menina”, composta por Cainã Araújo, conquistou posição de destaque. Diante da felicidade com a notícia, Rony parabeniza a iniciativa do Festival. “A Prefeitura está de parabéns. Todas as cidades vizinhas e até mesmo das capitais poderiam olhar mais para a sua cultura, para a sua própria casa, para os artistas regionais. Tem muita coisa boa nascendo e sendo espelhada na verdadeira música e trazendo a essência do verdadeiro forró”, ressalta.     Confira as 10 canções premiadas pelo Festival de Forró:

O

A:

1º lugar  ngib
“Nós destino”
Compositor: Clauber Martins
Intérprete: Luiza Saldanha

2º lugar
“Recordações”
Compositor e intérprete: Alex Baducha

3º lugar
“Essa menina”
Compositor: Cainã Araújo
Intérprete: Rony Barbosa

4º lugar
“Um homem, uma história, uma vida”
Compositora e intérprete: Narjara Paiva

5º lugar
“Oração sertaneja”
Compositores: Geci Brito
Intérprete: Geci Brito e Grupo Pé de Serra

6º lugar
“Naquela bela rede”
Compositor: Mateus Soares
Intérprete: Geisiane Cypriano

7º lugar
“Na ponta da agulha”
Compositor e intérprete: Tivão

8º lugar
“No xamego do forró”
Compositor: Onildo Barbosa
Intérprete: Everton Costa

9º lugar
“Amante do forró”
Compositor e intérprete: Bia da Arapuca

10º lugar
“Na teia de guardar segredos”
Compositor: Graco Lima
Intérprete: Manno di Sousa

  A

A

 

Seleção Brasileira de Futebol utiliza uniformes fabricados em Vitória da Conquista

A Seleção Brasileira de Futebol utiliza uniformes na Copa do Mundo 2014 fabricados pelo Grupo DASS, em Vitória da Conquista. No processo de produção é adotada política inclusiva, com participação de trabalhadores surdos-mudos capacitados para o mercado de trabalho. A Câmara Municipal de Conquista entregou Moção de Aplauso ao Grupo DASS, por indicação do vereador Fernando Vasconcelos (PT).

Artigo: Paulo Nunes. Comerciantes Conquistenses querem dinheiro do povo para aumentar seus lucros, reivincicando a revitalisção do centro comercail de Conquista

 

O ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), arrecadado pelos governos estaduais, incide sobre a comercialização de produtos e serviços. O comerciante recebe este imposto do consumidor para entregar ao Governo do Estado. Não sai um centavo do seu bolso nessa transação. O ISS (Imposto sobre Serviços), arrecadado pelos governos municipais, incide sobre a prestação de serviços no município. A parte paga pelo consumidor do serviço deve ser entregue a  Prefeitura. Também não sai um real do bolso do empresário

Paulo Nunes é advogado e jornalista

Quando a vida não vai bem sempre a culpa é do governo. O modelo capitalista adota essa característica como tradição e desta forma os ricos sempre ficam mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. Em geral, os governos sempre tiveram a tendência de fortalecer o empresariado, não porque esse paga imposto, mas porque mantém parte da população empregada e tira do governo esse encargo.

A Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista puxou para si a responsabilidade de discutir o tema, embora não seja daquela Casa atribuição de ampliar privilégios de uma classe social em detrimento de outras. Na segunda-feira, 26 de maio, vários representantes do comércio e políticos discutiram,  com veemência, o  “sexo dos anjos”, e apontaram soluções das mais diversas possíveis (desde que o capital seja público, como dizia meu pai: “o velho vício de fazer cortesia com o chapéu alheio”).

Vejamos algumas posições, dignas de uma análise mais aguçada das pessoas que não só pensam, mas que principalmente interpretam ideias. O presidente da  Casa, vereador Fernando Jacaré, disse: “A luta para que o centro da cidade se torne um lugar mais atrativo e continue gerando renda e aquecendo a economia local é uma bandeira de toda a Câmara”. Na verdade, a nosso entender, a bandeira da Câmara deve ser o bem estar de toda a comunidade e a geração de renda tem que seguir em todas as direções, visando cada vez mais incluir os mais pobres no aproveitamento das benesses da cidade e não só o centro.

Já o vereador Andreson Ribeiro falou da problemática da descentralização do comércio com os lojistas dos bairros periféricos e afirmou que “uma das principais atividades da cidade é o comércio, sendo gerador de emprego e renda”. Disse que alguns lojistas estão descrentes, mas ressaltou que é preciso que os comerciantes estejam envolvidos e engajados na luta por uma melhoria da infraestrutura e de ações de incentivo para o fomento do comércio. “Temos que nos mobilizar para que o centro não fique esvaziado”. Aqui, um equívoco: A descentralização do comércio é algo natural que oportuniza aos comerciantes comunitários também participarem da vida econômica da cidade e, via de regra, tornando os produtos mais baratos ao consumidor.

Por sua vez, a vereadora Irma Lemos afirmou: “A batalha pela revitalização do centro comercial é antiga”. Falou ainda que os vereadores se mobilizaram para que todos os empresários e comerciantes participassem do momento de debate para melhorar a estrutura oferecida no centro da cidade. Demonstrou preocupação com o pequeno empresário que não pode migrar para os novos centros comerciais e relembrou que, desde 2002, tem se preocupado e encaminhado ao poder público indicações para que o centro seja reformulado, destacando problemas como o desnível das calçadas. “O respaldo dos impostos para investir tem. Queremos o retorno deste dinheiro”, afirmou. Outro equívoco. Não podemos parar de girar a máquina do progresso e do bem estar de toda a comunidade porque o “pequeno empresário” que se instalou no centro da cidade teria dificuldade de se mudar;  os desníveis das calçadas são de responsabilidade do proprietário do imóvel, que é muito mais preocupado com seu lucro do que com o bem estar do seu visitante. Ademais, engana-se a vereadora ao dizer que há respaldo financeiro e que o dinheiro tem que retornar para o local como investimento. De maneira nenhuma é assim que deve ser. Primeiro, porque quase nenhum comerciante paga imposto devidamente. Essa é uma grande ilusão colocada na cabeça dos incautos. Os comerciantes, na verdade, repassam aos consumidores todos os impostos recolhidos e, muitas vezes, ficam, de maneira ilegal e imoral, com o dinheiro do Governo para si.

A  Presidente da Associação Comercial e Industrial de Vitória da Conquista, Cláudia Melo Dutra, disse que tem sido cobrada pelos empresários e comerciantes a respeito dos interesses locais, onde a realidade não condiz com o porte e o crescimento da cidade, nem ao menos com a carga tributária imposta aos comerciantes. “Quem paga imposto e gera emprego é sempre muito desvalorizado. Não vemos incentivos que tire dos ombros a pressão que nos é imposta”, afirmou. Cláudia relembrou que chegou a apresentar um projeto arquitetônico de revitalização do centro da cidade, elaborado por entidades ligadas ao comércio, mas que nada foi feito e o projeto foi para a gaveta. “Não me importa qual partido representa a cidade, mas que exista respeito com os comerciantes”, disse, demonstrando insatisfação sobre a falta de continuidade do projeto que envolveu várias entidades e pesquisas realizadas para elaboração do projeto. No nosso modesto entendimento, o Centro Comercial de Vitória da Conquista tem as mesmas condições dos comércios dos bairros ou até condições melhores. Entendemos mais: Se os comerciantes melhorassem suas lojas, capacitassem seu pessoal, seria algo mais atrativo para suas vendas do que apresentar projeto arquitetônico ao Poder Público. Numa coisa concordamos com a presidente quando ela diz que “quem paga imposto e gera emprego é sempre muito desvalorizado”. Afinal, se o imposto é pago pelo consumidor e o lojista apenas gerencia esse imposto, quem então é desvalorizado, o lojista ou o consumidor que, ao consumir, enriquece o lojista e gera emprego para ele?

O empresário João Luiz, representante da Federação do Comércio, disse que “Conquista está em um crescimento irreversível e afirmou que nada foi feito ainda por falta de vontade política”. Informou que a Prefeitura não cedeu a Praça 9 de Novembro para que fosse adotada por algum empresário, fato que não foi compreendido pela Federação do Comércio. Falou que os comerciantes investem na estrutura de suas lojas, mas a Prefeitura não faz o mesmo com o espaço público. Aqui, cabe uma reflexão: Se formos comparar a qualidade do espaço público que envolve o centro de nossa cidade diríamos que as lojas não correspondem a qualidade do espaço, embora o  ilustre afirme que há investimento significativo na infraestrutura das mesmas. Nas lojas de confecções, os provadores de roupa sequer possuem um ventilador para garantir o bem estar dos clientes, isso para não falar dos sanitários.

Já o presidente da CDL de Vitória da Conquista, Marcos Alberto Oliveira, parece não gostar da República na hora de dividir o bolo da economia. Ele falou sobre os investimentos feitos pela Prefeitura nos centros comerciais dos bairros periféricos, e a falta de investimentos no centro da cidade. Citou ainda a burocracia e a morosidade do poder público em tomar iniciativas para sanar as dificuldades de estrutura no centro da cidade. Leiam a sua observação: “Nós somos uma causa social, pois geramos emprego e renda para o município. Temos que reivindicar. Não entendemos o porquê de tanto investimento nos bairros periféricos da cidade e nada é feito pelo centro da cidade”. Aquela velha história: geramos emprego e renda. Ora, os comerciantes dos bairros periféricos, partindo dessa premissa enganosa, também não seriam geradores de emprego e renda e também não seriam uma causa social ou tudo é uma questão geográfica?  Infelizmente, os ideais republicanos são meras mentiras quando se trata de pão. Todos querem, mas só alguns se preocupam em compartilhar. Cabe ao poder público estabelecer esse equilíbrio e hoje, na modernidade da vida republicana, criar as condições de inclusão social de todos os segmentos, dividindo, de maneira equitativa entre os moradores da cidade, o capital arrecadado e fazendo-o repartir por todos.  Não é possível, nos dias atuais, concentrar comércio num só lugar. A cidade já não é mais a roçaliana dos anos 50. José Pedral iniciou essa descentralização e espalhou a economia da cidade, manteve a maior feira no centro e adequou o comércio primário na periferia, e ao redor dele já se tem um comércio significativo. Resta à administração atual dotar uma feira coberta também nos bairros Jatobá,  URBIS V no Zabelê  e VI, no Espírito Santo, para que a cidade não sofra.

O Centro Comercial de Conquista não comporta mais comércio de produtos de  grande porte, como madeireiras, lojas de eletrodomésticos e construção civil. Cabe ao empresário buscar novos caminhos. A ideia é migrar para os bairros, os bancos já fizeram isso, algumas lojas de material de construção também, e assim deve acontecer com outros segmentos. O centro ficará restrito ao setor cultural. Esse é um processo irreversível. Não se pode colocar no centro da cidade o dinheiro do imposto arrecadado  da cidade toda. Afinal, o centro da cidade já consumiu muito investimento. No solo do centro já houve três pavimentações, os imóveis já foram vendidos e revendidos e alugados e “realugados” com grandes lucros. Enfim, entendemos que um governo que tenta dar à periferia da cidade o mesmo que deu aos privilegiados do centro é governo republicano e jamais poderia ser questionado neste sentido, pois está fazendo o correto. A iluminação que recebe o centro tem que ser a mesma da periferia. O esgoto da região central tem que ser igual ao da região periférica. A escola localizada no centro tem que ser igual a localizada na periferia, pois o povo é igual. Não é o dinheiro que o fará diferente. Não há nenhuma graça em ser feliz sozinho. Após analisar essa audiência pública, fiquei muito triste em saber como pensa uma determinada casta de nossa cidade. Tentei achar no latim algo que pudesse significar o que li da ata da Câmara. Confesso que não achei um sinônimo adequado.