A Gente diz

Concessionárias ficam lotadas no último dia de IPI menor para carro zero

 

Neste ano, a estratégia de fazer estoque foi adotada porque, além do IPI, há previsão de aumento no preço de fábrica (Foto:Valter Campanato/Agência Brasil)

Brasília – A previsão de reajuste nas alíquotas do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) tem sido usado como argumento, por vendedores de automóveis, para incentivar os consumidores a comprar carros antes da virada do ano. Em muitos casos, o que não é informado é que a nova alíquota será aplicada na nota da fábrica e que, portanto, veículos comprados em 2013 pelas concessionárias – e estocados nas lojas – não sofrerão aumento. Esses veículos estocados também não são obrigados a se adequar à lei que obriga a instalação de freios ABS e air bags.

“Estocamos 990 carros. Falta até espaço para estacioná-los. Com isso, conseguiremos manter em R$ 23 mil o preço de veículos que passarão a custar R$ 27 mil”, disse à Agência Brasil Mário Celso de Araújo – gerente comercial de um grupo responsável por duas concessionárias Volkswagen em Brasília. Segundo ele, a expectativa é que o estoque dure cerca de 45 dias. O grupo vende 500 automóveis por mês. Em dezembro foram registradas cerca de 600 vendas. Mas esse crescimento, disse ele, costuma ocorrer independentemente do aumento do IPI.

Neste ano, a estratégia de fazer estoque foi adotada porque, além do IPI, há previsão de aumento no preço de fábrica. “Estimamos aumentos entre 2,4% e 3,3% no preço final, fora o aumento de R$ 1,5 mil, decorrente da obrigação de os automóveis saírem de fábrica com air bags e freios ABS”, disse.

O medo desses aumentos acaba apressando consumidores como o vigilante João Lopes. “Estou procurando um carro popular porque o ônibus que uso para trabalhar é muito problemático. Há algum tempo venho juntando dinheiro para fazer a compra. Mas se o preço aumentar, não terei condições”, disse ele.

O problema é que nem sempre os consumidores são informados de que o aumento não será tão imediato, nos casos em que há estoque. É o caso do motorista Delmo Souza Silva. “Eu não sabia que o aumento do IPI pode não ser aplicado nos carros do estoque. Nas quatro concessionárias que visitei, disseram que o preço aumentará em janeiro. Nenhuma disse que o IPI não vai incidir sobre carros estocados. Dizem apenas que se não comprar até o final do ano terei de pagar mais. Dessa forma, eles acabam perdendo nossa confiança”, criticou.

Gerente de vendas de uma concessionária Nissan, Cristiano Lennon diz que até o momento a loja não tem sentido tanto o impacto do IPI. “Em parte por ainda termos carros no estoque, para cerca de três meses”, justifica. Segundo ele, nem todas as lojas informam que a alíquota não incide sobre veículos já adquiridos junto às fábricas. “É claro que há vendedores que acabam usando o argumento do IPI para estimular os consumidores a fazerem a compra de imediato”, admite. “Mas isso implica, posteriormente, em falta de credibilidade, o que não é desejado pelas concessionárias que pretendem ter a fidelidade dos clientes”.

A poucos metros dali, em uma concessionária Fiat, o vendedor Rogério Henrique disse que seu estoque estava com apenas 40% da capacidade. O ano, segundo ele, não foi tão bom. “Mas melhorou nas duas últimas semanas. No começo do ano, eu vendia em média três carros por semana. Agora vendo pelo menos cinco. Acho que a previsão de aumento do IPI é o que mais está favorecendo isso”, disse.

Já o gerente de vendas de uma concessionária JAC, Mauro Silveira, diz que sua empresa trabalha “com pouco estoque”, e que, portanto, o aumento deverá ser repassado já no dia 2 de janeiro. “As vendas foram mais sentidas apenas na última quinzena, com um aumento próximo a 20% [na saída de veículos]”, disse. Além disso, há a previsão de um reajuste acumulado no preço de fábrica, de aproximadamente R$ 1 mil, em média, por carro. “Esse valor não inclui o IPI”, informou.

Estão previstos dois aumentos de IPI. Um para janeiro e outro para a partir de julho. Para evitar o segundo aumento, o diplomata Daniel Lopes planeja comprar dois carros em março, quando voltará ao país. Um para ele e outro para a esposa, Flávia Guilarducci. Atualmente, o casal mora na Holanda. “Por mim eu nem usaria carro para ir ao trabalho. No exterior não há necessidade de usar porque o transporte público tem excelente qualidade e há infraestrutura para usarmos bicicleta. Isso não ocorre no Brasil”.

Pensamento similar tem o militar Edinaldo Araújo. “Troco de carro a cada três ou quatro anos. Não dá para usar ônibus porque temos um dos piores transportes públicos do país. Se fosse de boa qualidade eu deixaria, sem a menor dúvida, o carro em casa. Mas não dá para confiar em um ônibus que não chega e que, quando chega, te deixa na metade do caminho”, disse. O militar calcula uma economia de aproximadamente R$ 2 mil, caso feche o negócio antes de o aumento do IPI e das fábricas ser repassado ao preço final.

Sem se importar com o aumento previsto, o economiário Alexis Rodrigues diz considerar que a variação prevista “é pequena e pode ser diluída nas prestações”, disse ele enquanto analisava os carros expostos na concessionária. “Ainda estou na dúvida se compro agora ou não. Não tenho pressa porque minha ideia é comprar até março, quando vence a garantia do meu carro atual”, justificou.
Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil

Edmundo Filho confirma candidatura a estadual

 

Edmundo Filho confirma que vai disputar uma vaga na ALBA

O jornalista Edmundo Filho, coordenador do núcleo de rádio da Secretaria de Comunicação do Estado, confirmou que vai disputar uma cadeira de deputado estadual nas eleições de 2014. “Essa decisão já está tomada. É um caminho que agora só depende da convenção e do número de vagas que o partido disponibiliza. A conversa tem que ser costurada e articulada com os partidos da base e dentro do PT, do qual sou filiado há alguns anos”, explicou durante entrevista ao  site Política Livre.

No início do ano, Edmundo já havia admitido de  esta possibilidade poderia ocorrer, e a imprensa ate chegou a mencionar  a possibilidade de o mesmo vir a sair candidato em uma provável dobradinha com o secretário Robinson Almeida (PT), que vai disputar uma vaga na Câmara Federal. “Essa costura com os deputados federais são importantes. Vou fazer uma articulação com o secretário Robinson e com outros secretários da base para tentar não só arregimentar apoio, mas, sobretudo, para conseguir realizar as demandas do nosso estado de dimensões continentais”. O petista afirmou que pretende estreitar o diálogo entre o governo e a população durante a campanha eleitoral. “Quero colocar a minha experiência na área da comunicação mais próxima da população e, ao mesmo tempo, colaborar com a sucessão do governador Jaques Wagner, ao lado do secretário Rui Costa. Tenho certeza que teremos uma campanha vitoriosa por tudo o que foi construído até agora na Bahia”, finalizou            .Foto: Emerson Nunes/Política Livre

Emerson Nunes

Vitória da Conquista: uma cidade marcada pelo dinamismo econômico

Localizado no centro-sul da Bahia, distante 503 km de Salvador, o município de Vitória da Conquista faz limites com Cândido Sales, Belo Campo, Anagé, Planalto, Barra do Choça, Itambé, Ribeirão do Largo e Encruzilhada.

Sua localização geográfica é favorável ao comércio, e Conquista tornou-se conhecida desde cedo em outras regiões do estado. Em 1840, ano em que o Arraial foi elevado à condição de Vila Imperial da Vitória, distrito da Vila de Caetité, recebia sertanejos e litorâneos. Nos anos seguintes, ruas foram surgindo nos acessos para localidades vizinhas, como Poções, Jequié, Caetité e Ilhéus.

Em 1920, Conquista já era considerada uma cidade grande. O comércio se destacou principalmente na venda de produtos agrícolas e pecuários, não só para a população local, mas para os moradores de outros municípios.

Nos anos 40, a construção do trecho que liga Ilhéus a Bom Jesus da Lapa (Avenida Brumado) intensifica o comércio e o crescimento da população. Nesse período, o município passa a se chamar Vitória da Conquista. Mais tarde, em 1963, a abertura da Rio-Bahia (Avenida Presidente Dutra) também impulsionou o crescimento da cidade, que passou a receber mineiros, paulistas, sergipanos, pernambucanos e baianos de várias regiões.

Atualmente, de acordo com estimativa do IBGE, Vitória da Conquista tem 336.987 habitantes, num estado com população acima de 15 milhões. Tendo uma extensão territorial de 3.356,886 km², o que corresponde a menos de 1% da extensão da Bahia, que tem 564.733,177 km², o município tem uma ótima ocupação, sendo sua densidade demográfica de 91,41, enquanto a da Bahia é de 24,82.

Vitória da Conquista possui a sexta maior economia da Bahia, com participação de 2,4% no PIB do estado. Segundo a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais (SEI), o PIB da Bahia, em 2011, foi R$ 159.868,62 bilhões e o de Vitória da Conquista R$ 3.836,50. Já no quesito renda per capita, o município fica a frente da Bahia, tendo R$ 12.370,65 e o estado R$ 11.419,63. Outro dado importante para economia é a geração de emprego. Só a construção civil emprega mais de 5 mil pessoas, e, de janeiro a outubro deste ano, 1.700 novos postos de trabalhos foram gerados.

Com esses números, Vitória da Conquista é considerada a segunda cidade que mais cresce no estado, a terceira entre as do interior do Nordeste e a sétima mais importante entre as médias cidades brasileiras. Este ano, a capital do sudoeste baiano se destacou ainda como uma das 48 cidades médias, acima de 200 mil habitantes, que se desenvolve mais rapidamente do que a média nacional. O levantamento foi divulgado pelo Ibope Inteligência, com base em dados do IBGE.

Novos empreendimentos – Seu dinamismo econômico, sua localização estratégica e o investimento do setor público na melhoria da infraestrutura da cidade e na qualidade de vida dos seus cidadãos ampliaram as possibilidades de atração de novos investimentos, a exemplo da implantação do Parque Logístico do Sudoeste (PLS), com previsão de início das obras em fevereiro de 2014 e conclusão em dezembro do mesmo ano.

Orçado em mais de R$ 106 milhões, o empreendimento, realizado pelas empresas conquistenses Prates Bonfim, Gráfico e Kubo, será voltado para atender as necessidades de empresas de logística, prestação de serviços, comércio, atacadistas, distribuidoras e indústrias não poluentes. Proporcionará ainda uma melhoria da infraestrutura logística estadual, além de potencializar a geração de renda e emprego e a agregação de valor à produção regional.

O parque é oriundo de um estudo solicitado pela Prefeitura Municipal e custeado pela Secretaria de Planejamento do Estado, por meio da SEI. O estudo de viabilidade técnica, econômica, financeira e ambiental do PLS custou R$ 550 mil e foi executado pela empresa espanhola Idon Consult. “Essa avaliação foi realizada em tempo recorde. É um estudo muito bem elaborado e que mostrava a viabilidade econômica, ambiental jurídica, financeira desse equipamento. Após a conclusão desse estudo, o resultado chamou atenção de uma série de empresários, empreendedores e culminou com a união dessas três empresas: Kubo, Gráfico e Prates Bonfim. Com certeza, será um equipamento muito bem-vindo, que ajudará a resolver uma série de questões de fluxo de mercadorias, de logística e de estratégia de transportes aqui na nossa cidade.”, declarou o chefe do Gabinete Civil, Márcio Higino Melo.

O PLS de Conquista terá 104 módulos para empresas atacadistas, distribuidoras e transportadoras de cargas, distribuídos em uma área total de 400 mil m². Contará ainda com lotes destinados à construção de pousada, posto de gasolina, central de serviços e centro automotivo.

Equipamentos como esse geram diretamente emprego e renda para a população, aquece o comércio da cidade e as receitas do município são abastecidas com o pagamento dos impostos.

Resultado esperado: “Oi” é recordista estadual de reclamações no Procon

 

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por Carlos Vianna Junior

Os nomes das empresas que lideram o ranking de reclamações só serão conhecidos em março do ano que vem, ironicamente, no Dia do Consumidor, quando é publicado o Cadastro de Reclamações Fundamentadas. O assessor técnico do Procon, Filipe Vieira, explicou porque os nomes não serão divulgados antes ou durante o período de compras que marca o verão, o que poderia servir de alerta para os consumidores. “Seguimos um protocolo que é imposto pelo governo federal”, disse. Ele, no entanto, projeta como certa a continuidade da presença das empresas de telefonia móvel no topo da lista, tendência registrada nos últimos anos.

Os números disponíveis, atualmente, no Procon-BA identificam somente as áreas com maior número de reclamações em 2013. A área de produtos vem na frente com 20227 atendimentos. A área de serviços vem em segundo lugar com 18675. Em ambas, segundo Vieira, a tendência dos últimos anos deve ser mantida, com empresas que oferecem produtos ou serviços de telefonia móvel.

Em 2010, a operadora Oi foi a recordista de reclamações. A Samsung e a Nokia do Brasil vinham abaixo na lista. Em 2011, a Oi, com 625 queixas, perdeu apenas para a Companhia de Eletricidade do Estado (Coelba), que teve 743. No ano passado, a Oi foi segunda na lista encabeçada pela LG Electronics, com 420 reclamações. A claro teve 127. A Tim e a Vivo também constavam na lista. Os Cadastros de Reclamações Fundamentadas estão disponíveis no site da Secretaria da Justiça Cidadania e Direitos Humanos da Bahia.

Segundo Vieira existe uma lógica mercadológica que ajuda a manter as empresas que trabalham na área de telefonia, seja na área de serviço ou de produtos, como líderes no ranking. “Comunicação é hoje uma necessidade básica como serviço de água encanada e energia. Mais de 90% da população têm, pelo menos, um celular. E todos necessitam de operadoras para fazer esses telefones funcionarem. Ou seja, são produtos e serviços consumidos por quase todas as famílias, não só baianas como as brasileiras”, explicou.

Sobre a relação entre a impunidade e o fato das empresas continuarem oferecendo serviços e produtos de má qualidade, Vieira foi diplomático. Ele não concorda que haja um ambiente de impunidade, mas reconhece que, principalmente na área de serviços, existe uma dificuldade do governo em efetivar o que foi regulamentado. “É evidente que a Anatel não está ainda estruturada para promover a fiscalização necessária à promoção efetiva da regulamentação”, disse.

A falta de estrutura para obrigar as empresas a melhorar os seus produtos atinge até mesmo os Procons, segundo Vieira. “Apesar do esforço de cada um daqueles que trabalham no Procon-BA para atender da melhor maneira possível à população, não se pode negar que temos um efetivo reduzido, se compararmos com a demanda existente. Mas isso, está ocorrendo em muitos setores do estado”, aponta.

Vieira acredita que mesmo sem as condições necessárias, o governo vem conseguindo fazer com que essas empresas percebam que existem regras a serem cumpridas. “Um exemplo foram as proibições de vendas de novas linhas, em meados de 2012, impostas às operadoras. Em situações como essas são assinados termos de ajustamento de condutas que com o tempo refletem na melhoria do serviço ou produto. Mas não acredito que impacte tanto na lista das empresas com maior número de reclamações deste ano”, concluiu.

O Procon-BA informa que as empresas denunciadas estão sujeitas a penalidades que variam desde uma notificação, cumprimento da obrigação, passando por multas e chegando até o extremo da suspensão temporária das atividades da empresa, ou da comercialização de novos produtos ou serviços.

com Tribuna da Bahia (link ao lado da página)

 

 

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Livro-bomba contra o PT agora está disponível na internet

Romeu Tuma Junior (Foto: Paulo Vitale)

Romeu Tuma Junior

CLÁUDIO HUMBERTO

Para enfrentar o esquema que tenta impedir a circulação do seu livro-bomba, pressionando livrarias ou comprando estoque dos exemplares, o delegado Romeu Tuma Jr disponibilizou a obra na livraria virtual Amazon.com. “Assassinato de reputações” (Ed. Topbooks, Rio, 557 pp, R$ 69) revela que na ditadura o então sindicalista Lula foi informante do Dops, polícia política chefiada por seu pai, o lendário Romeu Tuma.

Fábrica de dossiês – Com autoridade de ex-secretário nacional de Justiça, Tuma Jr também revelou a fábrica de dossiês no governo Lula para destruir adversários.

Estado policial – Alem dos dossiês, o governo Lula usou o aparelho de Estado até para montar operações policiais para destruir os críticos, acusa Tuma Jr.

Blindagem – Tuma Jr conta que descobriu a conta do mensalão nas Ilhas Cayman, mas o governo Lula e a Polícia Federal não quiseram investigar. (Coluna de Cláudio Humberto)

‘Conquista atrai R$1 bilhão em novos investimentos’

imagem a tarde

 

O  jornal A Tarde deste domingo (29).traz uma matéria fabulosa  acerca das potencialidades de conquista. A  reportagem destaca  o Produto Interno Bruto (PIB) da capital do Sudoeste  que saltou de R$750 milhões para  R$1 bilhão em novos investimentos’, e a ainda  sobre a construção civil da cidade, os novos empreendimentos, dentre tantos outros assuntos.

 

 

 

“A Bahia pode mais”, diz Geddel em sua mensagem de fim de ano

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http://www.youtube.com/watch?v=HNGqInGgx9M

Ex-ministro do PMDB falou em esperança de mais qualidade de vida em 2014.

O presidente do PMDB na Bahia, Geddel Vieira Lima, provável candidato a governador em 2014, ressaltou em sua mensagem de fim de ano, na propaganda partidária na TV, a importância de um governo com atitude.

 

Ele apontou o desejo de uma melhor educação para crianças e adolescentes, uma saúde pública de qualidade, além de mais mobilidade urbana e segurança pública. “Compartilho o sentimento de boa parte dos baianos, que também desejam mais qualidade de vida em 2014. Sei que a Bahia pode mais e a esperança é o combustível para mudanças que queremos ver”, comentou Vieira Lima.

 

Governador Jaques Wagner fala de planos para 2014 e avalia gestão: ‘2013 foi o ano mais difícil’

tv sudoeste bahiaRede Bahia | Correio

Em conversa com a reportagem, o governador diz que o ano foi duro por causa da seca e da falta de dinheiro e lembra que 2014 será atípico, em função da Copa e das eleições.

Faltou dinheiro e chuva para que Jaques Wagner terminasse 2013 com sorrisos. A seca e o déficit no caixa transformaram-se no peso maior do penúltimo ano do governador à frente do estado. Por outro lado, em 2014, Wagner diz que deseja sorrir com o desenvolvimento das obras de mobilidade na capital e com o Porto Sul, que promete movimentar a economia portuária baiana e a região cacaueira.

Wagner almeja ainda dar risadas com a reeleição de Dilma Rousseff à Presidência e de seu secretário Rui Costa para seu lugar. Para isso, fez até pedidos ao Senhor do Bonfim e tem conversado bastante com Costa. “Ele não precisa ser o advogado do meu governo na campanha”, diz. Ontem, ele recebeu no seu gabinete, no CAB, os editores do Correio Jairo Costa Júnior e Jorge Gauthier para uma conversa sobre a reta final de seu governo. Em 1 hora e 15 minutos de entrevista regada a água sem gás e chá de hortelã – seu preferido – considerou que em 2014 terá um ano atípico, em função dos eventos esportivos, culturais e das eleições. Por conta disso, promete seguir com projetos já iniciados. “Estamos trabalhando. Não podemos deixar o café esfriar”.

Em janeiro, começa seu oitavo ano de mandato. É possível criar novos grandes projetos nesse último período?
Acho que o oitavo ano é atípico, porque em função do processo eleitoral há limitações. É um ano mais curto, tem Copa, Carnaval, festas populares e eleição. Depois de outubro, seja qual for o resultado, tem que fazer o processo de transição. Não existe nenhum sentido criar programa novo, a não ser que seja emergencial.

O que é possível fazer?
Tem que fazer rodar aquilo que já está planejado, programado. Mesmo agora que alguns (secretários) saem para ser candidatos, tem que ser dada uma continuidade.

Quais projetos terão continuidade este ano?
Em 2014, se você não correr no começo não faz mais nada. Vamos publicar a licitação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) do Subúrbio, de Lobato a Pirajá, em janeiro. Amanhã (hoje) sai o edital de licitação das avenidas 29 de Março e Gal Costa. Dia 6 de janeiro vamos assinar o projeto do Porto Sul (em Ilhéus) e, logo em seguida, será aberta a licitação. Estamos trabalhando. Não podemos deixar o café esfriar.

Qual foi o mais difícil e o mais fácil desses sete anos?
Destacaria o de 2013 como o mais difícil, por duas coisas que afetam o governo diretamente. A longa estiagem foi uma delas, que só não foi pior pela rede social que existe hoje. Somos o estado com a maior população rural do país. Some-se a isso o aperto financeiro. Foi o ano mais duro, apertado, sob efeito de crises econômicas, que afetam muito um estado exportador e turístico como a Bahia. O primeiro ano sempre é o melhor. A própria população, na sua inteligência, sabe que é ano de adequação, de arrumar a casa. A população lhe dá crédito. A partir do segundo, as coisas não acontecendo, a população vai se amarrando.

O problema maior, então, é de dinheiro em caixa?
O problema do caixa foi nacional, não só baiano. Está todo mundo apertado. Com o aperto de dinheiro tem que desacelerar a velocidade de obras. Algumas obras têm que segurar um pouco, porque não adianta licitar e depois não conseguir pagar. Eu diria que vamos fechar o ano com uma visibilidade do problema melhor e vamos atravessar bem. Na verdade, o grande gargalo hoje é a Previdência. Temos um volume de aposentado grande. É quase a proporção de um aposentado para um da ativa. Só este ano vai ser preciso colocar R$ 2,1 bilhões para fechar a conta e ano que vem deve ser R$ 2,2 bilhões.

Não seria o caso, então, de direcionar, no orçamento de 2014 que está na pauta da Assembleia para votação, os royalties a receber do petróleo para a Previdência? A oposição afirma que isso não é o que propõe o projeto de lei enviado pelo seu governo para votação.
Está tudo aplicado na Previdência. A oposição não leu o projeto. Estou pedindo a autorização para colocar tudo no fundo da Previdência e não para custear a administração.

Um dos principais questionamentos dos servidores, principalmente da Educação e Saúde, é o não pagamento da URV sobre perdas dos planos monetários. O senhor pagará o dinheiro no último ano de mandato?
Não posso pagar nada se não tiver uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Na hora que tiver uma decisão, vou ser o primeiro a chamar para conversar. Se o estado for condenado a pagar, tem que fazer a conta e negociar o pagamento. A depender da conta, tem que parcelar.

O senhor acha que as greves da PM e dos professores prejudicaram o PT nas eleições para a prefeitura? Elas podem prejudicar Rui Costa como ocorreu com Nelson Pelegrino?
Cada episódio tem seu momento e custa seu preço. Eu separaria a greve da PM, que teve uma conotação diferente, era uma bandeira nacional, e houve outras questões envolvidas que eram muito mais complicadas. A natureza dela era outra, não que o mérito dela não valesse, mas a forma… Não adianta que não vou concordar nunca, porque quem é pago para fazer a segurança da população tem que saber como faz suas reivindicações. A dos professores acho que foi mal conduzida pela equipe que estava me representando na mesa de negociação. Não mediram, colocaram coisas na mesa que se mostraram depois inviáveis. Acabamos com um desgaste, foram quatro meses de greve, o momento mais crítico de 2012. Mas, se compararmos os últimos anos com os anos anteriores a nosso governo, fico à vontade e tranquilo, em todos os aspectos. Teve um trauma, mas depois houve um processo de reaproximação com a PM e o professorado. Se a oposição quiser apostar nisso, na minha opinião, vai apostar errado, porque tudo que é demais é sobra.

Um dos assuntos políticos do ano foi a inesperada relação entre o senhor e o prefeito ACM Neto, que é do DEM, a principal força de oposição ao PT no estado. O que facilitou?
Antes da nossa chegada ao poder estadual, a concepção política dominante, que era a do DEM, era completamente diferente da minha, de Dilma e Lula. Na cabeça deles, oposição era para exterminar. Lídice da Mata foi um exemplo disso, quando foi eleita prefeita, em 1992, na época em que Antonio Carlos (Magalhães) era governador. Óbvio que foi uma surpresa, porque as pessoas não estavam acostumadas com isso. Como no caso da eleição da prefeitura de Salvador, ele (Neto) era visto um pouco, talvez o símbolo daquele grupo, pensaram que era agora que viria o troco. Muita gente até sugeria isso.

Qual era sua resposta nessas horas?
Dizia: ‘Vamos fazer igual?’ Ele não está me enganando nem eu a ele. Se ele me chega com bons projetos, vou fazer o quê? Maltratar Salvador. Prefiro que meu exemplo sirva para educar a geração que está chegando na política, do que ficar reproduzindo o que tinha antes. Eu já brinquei até com ele, uma vez que estava Lídice em uma inauguração que fui, e disse que quem mais tinha inveja era Lídice, porque no tempo dela o tratamento não era assim.

A facilidade de trânsito que vocês construíram, o relacionamento…
(interrompendo) Administrativo!

De qualquer forma, vai se reverter em projetos para Salvador durante a Copa, que também é ano eleitoral?
Temos várias coisas acontecendo importantes. Tem o Réveillon, que é a prefeitura naturalmente que está organizando, mas somos parte, patrocinando. Tem o Carnaval também. As coisas da Copa estão mais ou menos prontas, é evidente que ainda há muito o que fazer. Devem haver muitas coisas que estarão acontecendo em conjunto, não tenho mesquinharia. O que não quer dizer que eu seja um aliado político do prefeito. Eu estou trabalhando, ele está trabalhando, ele é de um governo, eu de outro. Agora, o futuro ninguém sabe. É óbvio que, se eu puder diminuir o número de adversários, sempre trabalharei para isso. Vou carregar peso de graça?

E sobre as conversas com os partidos da base aliada, em que estágio elas estão?
Estamos mantendo o grupo unido. Mais recentemente a gente consolidou o PTB, já havia consolidado o PR, o PSC. Houve o episódio com o PSB, que eu esperava até manter no campo aliado, mas em função da decisão do PSB, acabou saindo da coligação. Sempre pode acontecer, mas não tem novas conquistas pela frente. É claro que tem outros partidos, o PV, que estamos conversando, mas a estrutura fundamental está pronta.

Como é que está a batalha pela camisa que está faltando, a de vice de Rui Costa?
Não tem nenhuma saída mágica, vai ser conversa e convencimento, até que a gente chegue a um nome. Não só tem o PP e o PDT na aliança, mesmo eles sendo os dois maiores. Todo mundo quer mais, é da vida.

Em relação a Rui Costa, que tem um estilo considerado mais duro que o seu, o senhor está dando umas aulas de molejo verbal para ele?
Tenho meu estilo, que as pessoas gostam, ele tem o dele. E ele terá que se fazer gostado também. Mas falei que ele não precisa ser meu advogado na campanha. Sei me defender, não o quero para isso. E vamos ser justos. Rui foi meu articulador político no primeiro mandato. Não me parece que foi mal. Costurou maioria de prefeitos, se colocou como candidato a deputado federal, teve 210 mil votos, foi o mais votado da nossa coligação. Perdeu apenas para Neto e Lúcio (Vieira Lima, do PMDB). Um cara que tem essa votação também não parece que é ruim de urna. Foi vereador de Salvador, o mais votado da nossa coligação. Não dá para dizer que estamos inventando alguém.

E depois que deixar o governo, vai mesmo para um ministério?
Não sou de ficar ruminando sobre o que vou fazer em 2015. Minha cabeça está focada em 2014, em eleger Dilma, Rui e Otto. Terminando a eleição, vamos avaliar como está o quadro. Não há nenhuma combinação com a presidenta. É uma possibilidade, mas não tem nada acertado.

A primeira-dama está mais contente com a proximidade do fim de seu governo?
Mulher, filhos, netos, a família é sempre quem paga o preço maior, quem sofre mais. Afinal, você chega com a cabeça cheia de pepinos. Se ouve alguém fazer uma crítica mais dura, sente muito. Mas a política é dom, é paixão.

O senhor está com uma fitinha nova do Bonfim. Já fez os três pedidos?
Já, mas nunca são pedidos materiais. É o de sempre: saúde e paz para a família, para a Bahia e o Brasil, prosperidade, que a gente tenha um ano melhor e, óbvio, que a gente tenha um resultado positivo em outubro (risos).

Últimos dias de visitação ao Memorial do Reisado, em Conquista

Todos os anos, no Natal da Cidade, a Casa Régis Pacheco transforma-se no Memorial do Reisado. Este ano, mais uma vez, o espaço foi destaque da celebração, fazendo uma homenagem aos ternos de reis e ao artista plástico J. Murilo, mineiro radicado em Vitória da Conquista e que faleceu este ano. O Memorial do Reisado recebeu milhares de visitantes, desde o dia 18, quando foi aberto. Para ampliar o acesso ao público, o espaço ficará aberto no sábado e no domingo, 28 e 29, das 15h às 22h. O público poderá ainda conferir a iluminação natalina da Praça Tancredo Neves até dia 6 de janeiro.

Memorial do Reisado

Um dos destariques do Natal da Cidade é o Memorial do Reisado, espaço montado na Casa Régis Pacheco, que todos os anos recebe milhares de visitantes. Este ano, o memorial fará uma homenagem aos ternos de reis e ao artista plástico J. Murilo, mineiro radicado em Vitória da Conquista e que faleceu este ano.

Vila do Reisado

Casas temáticas montadas em frente ao Memorial Régis Pacheco ilustram e homenageiam essa expressão da cultura popular, incentivando a preservação e o resgate da memória social. O cenário é composto pela casa do reisado; loja de artesanato; casa do cordel; loja de comidas típicas e um presépio com figuras de papel, referência à obra de Jorge Amado.

Política Deputados baianos são convocados a votar o orçamento estadual de 2014

Em clima de ressaca natalina, os deputados estaduais têm encontro marcado hoje, a partir das 9h30, no plenário da Assembleia Legislativa, para tentarem finalizar as votações de 2013. Na pauta estarão o Orçamento estadual de 2014 e outras propostas de interesse do Executivo estadual, sem contar as demandas que envolvem possíveis mudanças nas apreciações dos projetos na Casa, a exemplo da implantação do voto aberto.

Consta que o governador Jaques Wagner (PT) já teria convocado seus principais líderes de bancada e de bloco parlamentar a atuarem no sentido de mobilizar os pares a estarem presentes no Legislativo. O objetivo é garantir que as decisões não sejam estendidas para janeiro, atrasando o recesso.

O líder da bancada do governo, deputado Zé Neto (PT), ressaltou a expectativa de comparecimento dos deputados. “Esperamos conseguir um mínimo de quorum suficiente para votação e vamos sentar com a bancada de oposição para vermos uma pauta em comum”, disse. Segundo ele, além do orçamento será priorizado o projeto que altera um pedido de empréstimo ao Banco do Brasil, a alteração na lei que instituiu o Prêmio por Desempenho Fazendário (PDF) da Secretaria da Fazenda (Sefaz) e o projeto, envolvendo as carreiras do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). “Vamos tentar ver outras questões”, acrescentou.

Questionado sobre as Propostas de Emendas Constitucionais (PECs), que foram postergadas durante todo o ano, como a do voto aberto e da emenda impositiva, o líder disse que buscará o entendimento e sinalizou que de sua parte haverá empenho para que se coloquem as matérias em votação.

Previsão total para o estado é R$ 36,9 bilhões

A implantação do voto aberto, seguindo o exemplo de outras casas legislativas e do Congresso Nacional, encontra resistência em três pontos que devem ser extintos, caso seja votado: vetos do governador, escolha de conselheiros para os Tribunais de Contas e eleição da mesa diretora. Nessas questões, a maioria quer que prevaleça o voto secreto, contrariando a ideia da proposta original apresentada pela deputada Luiza Maia (PT) de voto aberto para todas as decisões em plenário.

“Estou aberto ao voto aberto”, resumiu Zé Neto. Mas, a pressão maior dos deputados é pela proposta apresentada pelo deputado governista Euclides Fernandes (PDT), que já teve parecer do deputado Fabrício Falcão (PCdoB), determinando a inclusão de emendas parlamentares no orçamento do estado. “Vamos ver. É viável e estamos avançando”, disse o líder, sem garantir que a questão vá ser contemplada hoje. Os deputados queriam que a proposta já valesse para 2014.

Entretanto, a peça principal do dia é a proposta orçamentária do estado para 2014, que prevê R$ 36,9 bilhões, volume 5,2% superior ao aprovado para o exercício de 2013, que totalizou R$ 35,1 bilhões. Segundo o governo, o valor reflete uma expectativa positiva para a economia, tendo como base a conjuntura de 2013 e as possibilidades de crescimento para o próximo ano.

A maioria dos recursos será destinada as áreas sociais, envolvendo saúde, educação e segurança pública. 63% do total segue para as demandas sociais, o equivalente a R$ 22,7 bilhões, sendo que saúde, educação e segurança pública ficaram com as maiores parcelas desses recursos, respectivamente, 15,1%, 13,3% e 9,8%. Um dos grandes problemas da gestão, apontado pelo próprio governador Jaques Wagner (PT) como um elemento que será explorado pela oposição no próximo ano, deve receber R$ 3,5 bilhões, o que representa 10,4% a mais que em 2013. Há tendência de mais recursos também para habitação com 58,1% e saneamento com 29,8%.q

Encontro de Ternos de Reis marca última noite do Natal da Cidade 2013

A última noite do Natal da Cidade 2013 ficou marcada pela diversidade de luzes e cores. Não apenas pelas luzes coloridas que compunham a decoração da festa, mas, principalmente, pelo colorido que acompanhava os artistas dos ternos de reis. Com roupas vibrantes e com a tradicional animação, os ternos de reis de diversas localidades conquistenses subiram ao palco da Barão do Rio Branco nesta quarta-feira, 25.

Ao todo, 15 ternos participaram do já tradicional encontro que marca a celebração cultural. Em clima de alegria e companheirismo, cada um apresentava uma canção e se preparavam para retomar a cantoria no Memorial do Reisado. O primeiro a se apresentar foi o Terno de Reis de São Sebastião, comandado pelo mestre Vivaldo Barbosa Sena. “É ótimo tocar no Natal da Cidade. É uma forma de preservar nossa cultura que estava escondida. Eu toco há trinta e cinco anos e meu filho que tem 23 já está me acompanhando”, comentou o mestre.

O mestre Ednito Ferreira, do Terno de Reis da Santa Marta, participa do Natal da Cidade há quatro anos e considera a oportunidade gratificante. “A gente se sente muito bem de participar, porque o pessoal gosta e aplaude muito. Por onde passa, o terno é elogiado. Nós somos muito gratos à Prefeitura e à comunidade que nos dá esse apoio. Eu sou católico e gosto muito de reis. Meus tios, meu avô e meu bisavô, todos eram reiseiros”, contou.

Valdeci Xavier, mestre do Terno Santo Reis, do povoado de Volta Grande, guarda a tradição de reis desde os 14 anos. “Eu toco há cinquenta anos. Aprendi com meus irmãos e minha cabeça, e, de pouquinho em pouquinho, cheguei lá. É muito bom cantar no 

Natal da Cidade. Melhor do que esse, só o vindouro”, afirmou Valdeci.

No Terno Santo Reis é Brasileiro, do povoado de Cabeceira do Jiboia, todos os participantes são parentes. Os nove familiares cultivam a tradição há muito tempo e há quatro anos se apresentam no Natal da Cidade. “Nós já tínhamos essa tradição de cantar. Com o resgate do Natal da Cidade, ficou muito bom para nós. É uma alegria”,

 

A Correnteza destrói estação de tratamento de esgoto e seis famílias já saíram de casa, em Brumado

O nível de água do rio do Antônio, em Brumado, continua subindo e várias casas já foram invadidas nos bairros Dr. Juracy e São Jorge. A correnteza derrubou os muros da estação de tratamento de esgoto da Embasa. O secretário municipal de Infraestrutura, André Cardoso, informou ao site Brumado Notícias que as comportas da Barragem do Truvisco, em Caculé, permanecem abertas aumentando assim o volume do rio na região. Tendo em vista que a estação meteorológica Clima Tempo prevê chuvas na região do Truvisco até o próximo sábado, a Defesa Civil de Brumado se antecipou e retirou seis famílias de áreas de risco nos bairros São Jorge, Dr. Juracy e São Félix. “Estamos com os carros fazendo as mudanças dessas famílias para algumas escolas do município, até que as águas voltem a baixar e a Defesa Civil aponte que as famílias possam retornar para suas residências”, destacou o secretário. Fonte Brumado Noticias

Exwz

 

Na zona rural a situação é critica

 

Tempo continua instável em Brumado segundo previsão meteorológica

Segundo informações do Instituto Clima Tempo, deve continuar chovendo em Brumado durante a próxima quinta-feira (26). Especialmente no período da tarde ocorrerá uma intensificação do volume de águas, que deverá se estender até a sexta-feira (27). Ainda de acordo com a previsão, o tempo estará muito instável, podendo ocorrer um volume grande de chuva no município.