Agerba garante que autuações contra transporte clandestino cresceram 61% só em 2013
Defendido por alguns, inclusive por políticos do próprio governo, e criticado pelos empresários do sistema regular e por parte da população, o transporte clandestino se espalhou na Bahia. Ninguém respeita mais a lei estadual que regula o sistema intermunicipal. (Foto: Secom/Divulgação)
Salvador – Os autos de infração aplicados pela Agerba contra veículos que fazem transporte clandestino na Bahia cresceram 183% em 2011 em relação a 2010 e 17% em 2012 sobre os números de 2011. Os dados foram enviados pela agência de regulação nesta sexta-feira (29) ao JORNAL DA MÍDIA, que publicou na última terça-feira (26) a matéria com o títuloCom ingerência política na Agerba, transporte clandestino campeia na Bahia.. A nota da Agerba garante ainda que até outubro de 2013, o total de carros autuados já atingiu o número de 6.689, o que representa um volume 61% maior em relação a 2012.
A matéria do JM foi publicada com base em informações de servidores da Agerba, que pediram direito ao anonimato, mas que, comprovadamente, atuam na área de fiscalização da autarquia. Na verdade, não citaram números, mas denunciaram que a Diretoria de Fiscalização da Agerba afrouxou o combate ao transporte clandestino, principalmente nas regiões do sudoeste e recôncavo. Afirmaram as mesmas fontes que isso passou a acontecer desde que Guilherme Bonfim assumiu o cargo de diretor da área, em 2011.
”Em 2011, ano que Guilherme Bonfim assumu a Diretoria de Fiscalização da Agerba, os números de autos de infração cresceram 183%, o que significa 4.551 veículos autuados, número quase três vezes maior que o ano anterior. Em 2012 este número aumenta 17% sobre os números de 2011, o que representa 5.333 veículos autuados, o que demonstra uma fiscalização incisiva contra o transporte clandestino”, reforça a nota de esclarecimento da Agerba ao JM.
Sempre foi uma prática absolutamente normal do JORNAL DA MÍDIA receber e publicar informações de todos os segmentos que, por algum motivo, discordem de alguma coisa aqui veiculada. Como é um direito da fonte pedir anonimato, uma prática jornalística comum e utilizada mundialmente, é direito de qualquer pessoa, de qualquer órgão como faz agora a Agerba, esclarecer os fatos. Só assim a opinião pública vai ser bem informada.
Leiam na íntegra, a nota de esclarecimento da Agerba ao JORNAL DA MÍDIA:
Em resposta a matéria que foi publicada no dia 26 de novembro no Jornal da Mídia, com o titulo: Com ingerência política na Agerba, transporte clandestino campeia na Bahia. A Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Transportes, Energia e Comunicação (AGERBA) com base nos relatórios anuais de autos de infração, informam que os dados divulgados são equivocados.
Fazendo uma pequena retrospectiva nos relatórios de autos de infração, observamos que no ano de 2010 foram registradas 1.607 notificações, um número 7% menor que o relatório do ano anterior.
Em 2011, ano que Dr. Guilherme Bonfim assume a Diretoria de Fiscalização da Agerba, este número cresce consideráveis 183%, o que significa 4.551 veículos infratores autuados, número quase três vezes maior que o ano anterior. Em 2012 este número aumenta 17% sobre os números de 2011, o que representa 5.333 veículos autuados, o que demonstra uma fiscalização incisiva contra o transporte clandestino.
No ano de 2013 o total de carros autuados até o mês de outubro já atingiu o número de 6.689, esta parcial representa um volume 61% maior em relação ao exercício do ano anterior. Quanto a denuncia sobre supostas negligencias e ingerências políticas, esclarecemos que as regiões denunciadas fazem parte dos Pólos de Santo de Jesus e Vitória da Conquista e saíram do ano de 2010 de 32 e 22 autos lavrados, respectivamente, para o expressivo número parcial até o mês de outubro de 980 e 490 autos expedidos em 2013. Mas as ações da fiscalização não se limitam ao transporte clandestino, uma vez que também foram registrados aumentos nas autuações em empresas de transporte concessionário do sistema intermunicipal de passageiros, totalizando um aumento de 30% em relação ao ano de 2010. Tudo isso com uma considerável diminuição de despesas dos gastos públicos.
Estes números demonstram que a fiscalização da Agerba tem ocorrido de forma idônea e imparcial no cumprimento da legislação estadual de transporte e a diretoria se encontra de portas abertas para maiores esclarecimentos, duvidas, denúncias’ e sugestões.
Pinheiro é único a não comparecer no evento de posse no PT
Foto: Ivan Alex
Morre o governador de Sergipe, Marcelo Déda
Déda estava internado desde maio, em São Paulo
Morreu segunda-feira, 2, aos 53 anos, o governador de Sergipe, Marcelo Déda. Vítima de um câncer gastrointestinal, o governador foi internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no dia 27 de maio, com dificuldades para se alimentar. Casado duas vezes, o governador deixa quatro filhos.
Advogado formado pela Universidade Federal de Sergipe, o político estava no segundo mandato. No seu lugar assumirá o vice-governador, Jackson Barreto, do PMDB.
Natural do município de Simão Dias, Déda milita na política desde a década de 70, nos movimentos secundaristas, quando conheceu o então dirigente sindical Luiz Inácio Lula da Silva. Militante do Partido dos Trabalhadores (PT), no início dos anos 1980, Marcelo Déda foi fundamental na consolidação da legenda no estado.
Em 1985, o PT decidiu lançar o nome de Déda para concorrer às eleições municipais de Aracaju, com o objetivo de se firmar como um partido nacional. Na época, com 25 anos e sem recursos para a campanha, o candidato fez todos os programas eleitorais gratuitos de televisão ao vivo e apenas com a bandeira do partido na parede do cenário, montado no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
“A lei me facultava fazer ao vivo, então eu ia cru, pregava uma bandeira com durex e estava pronto o cenário do ‘ao vivo’. Aquilo que era uma desvantagem virou uma vantagem porque me transformei no âncora do programa eleitoral”, relatou o governador de Sergipe em sua página oficial na internet.
Na eleição municipal, mesmo com recursos para a confecção de 5 mil cartazes, Déda ficou em segundo lugar com quase 19 mil votos. Logo em seguida foi eleito deputado federal por Sergipe.
Um ano depois, ele foi eleito deputado estadual com mais de 32 mil votos. O revés eleitoral ocorreu em 1990, quando tentou se reeleger para uma das cadeiras da Assembleia Legislativa. Acusado de ter priorizado as atividades legislativas em detrimento dos movimentos sociais, Marcelo Déda obteve 10% dos 33 mil votos que o elegeram em 1986.
Em 1994, foi eleito para a Câmara dos Deputados e, em 2000, conquistou o primeiro mandato de prefeito de Aracaju referendado por 52,8% dos votos válidos. Reeleito em 2004, Déda começou a consolidar a trajetória política para a candidatura ao governo de Sergipe.
Em 2006, deixou a prefeitura de Aracaju para se candidatar ao comando do estado. Eleito em primeiro turno com 52% dos votos, Déda investiu em infraestrutura no interior do estado.
Em entrevista à Agência Brasil, durante a campanha à reeleição, Marcelo Déda disse que o foco de seu governo no segundo mandato – 2010 a 2014 – seria o combate à violência, o aprofundamento das políticas sociais e a continuidade das obras de infraestrutura iniciadas em 2006.
Vitória da Conquista realiza mobilização contra a aids

Jaciara Mendes
Neste domingo,das 8h da manhã ao meio dia, a equipe do CAAV – Centro de Referência em DST Aids de Vitória da Conquista, vai estar na feira do bairro Brasil, distribuindo preservativos, prestando esclarecimentos à comunidade e realizando, gratuitamente, a testagem para identificar o vírus da aids. Na segunda feira a ação será repetida durante o dia inteiro na praça 9 de novembro. O tema da campanha, que está associada ao dia mundial de combate à aids (01/12), é: “Troque o Preconceito pela Prevenção”.
Em 2012 foram registrados 100 casos de aids em Vitória da Conquista, mesma média dos 3 anos anteriores.
– Os números indicam que há uma tendência à estabilização. Mas nós acreditamos que haja uma sub notificação, por conta das pessoas que têm o vírus mas não procuram o serviço de saúde. Muita gente ainda tem medo de fazer o teste – revela Jaciara Mendes, coordenadora do CAAV.
Atualmente o serviço público de saúde só se responsabiliza pelo tratamento de quem apresenta os sintomas da doença, mas já existe um projeto para que todo soropositivo receba os medicamentos gratuitamente.
– Isso diminuiria a carga viral das pessoas contaminadas o que reduziria muito o risco de contaminação através do ato sexual – avalia Jaciara – Desde 2007 que nós conseguimos eliminar a chamada transmissão vertical, aquela em que a gestantes passa o vírus para o feto – complementa.
Jaciara Mendes revelou ainda, que a evolução dos medicamentos permitiu que, hoje em dia, o soropositivo tenha uma vida normal.
– Mas isso não implica que possamos relaxar nos cuidados com a prevenção. O preservativo é o único método seguro – alerta.
Hoje não existem mais os chamados grupos de risco, embora haja uma predominância de casos entre os profissionais do sexo e os homossexuais.
Saúde. Mais Médicos. Mais 3 mil médicos cubanos embarcam para seus postos
Profissionais de saúde de Cuba partiram neste sábado de Brasília, Fortaleza, Vitória, Belo Horizonte e de São Paulo e começam a trabalhar dia 9 de dezembro
Aline Valcarenghi
Os 3 mil médicos cubanos que vieram participar da segunda etapa do Programa Mais Médicos começaram a embarcar neste sábado para as capitais dos estados onde irão atuar. Eles partiram de Brasília, Fortaleza, Vitória, Belo Horizonte e de São Paulo, onde participaram do módulo de acolhimento e avaliação por três semanas. Os médicos ainda passarão alguns dias na capital do estado onde atuarão para se familiarizar com os hospitais e clínicas especializados. De acordo com o Ministério da Saúde, eles começam a trabalhar no dia 9 de dezembro.
Em Brasília, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acompanhou o embarque de um grupo de profissionais para Rio Branco (AC). De acordo com ele, até 31 de dezembro profissionais do Mais Médicos chegarão a todos os municípios da Amazônia Legal e do Semiárido nordestino que fizeram a solicitação.
Atualmente, cerca de 3.600 profissionais estão atendendo pelo programa, sendo 819 brasileiros e 2.845 estrangeiros. Esses médicos estão em 1.098 municípios e 19 distritos indígenas, a maioria deles no Norte e Nordeste.
Segundo o ministro, a expectativa é que todos os municípios tenham recebido os 13 mil médicos previstos pelo programa até março de 2014. Até o fim de dezembro, mais de 6,6 mil médicos atuarão no país, o que representa impacto na assistência em atenção básica de mais de 22,7 milhões de pessoas.
As inscrições para a terceira etapa do Mais Médicos foram abertas na última quinta-feira (28). Os interessados devem se inscrever no site maismedicos.saude.gov.br. Para formados no Brasil, a inscrição vai até 9 de dezembro. Médicos com registro profissional em outros países devem anexar ao formulário os documentos validados pelos consulados até o dia 13. Estarão disponíveis para o preenchimento de vagas nesta etapa todos os municípios que ainda não receberam nenhum profissional do programa.
por Agência Brasil —
Com alto número de casos de Aids, Subúrbio recebe mutirão de teste gratuito de HIV
Entidades podem solicitar o empréstimo das urnas eletrônicas do Tribunal Eleitoral
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Qualquer segmento da população que deseje realizar eleições comunitárias por voto informatizado pode solicitar o empréstimo de urnas eletrônicas ao TRE-BA. O serviço é oferecido pela instituição desde 1997 e, além de proporcionar a educação para a democracia, visa difundir o papel da Justiça Eleitoral garantindo a livre manifestação das comunidades. Além da urna eletrônica, o TRE-BA disponibiliza urnas de lona. Com formato semelhante ao de uma mochila e trancada à chave, as urnas de lona são utilizadas para o depósito de cédulas.
Entidades públicas organizadas, instituições de ensino, dentre outras fundações podem contar com o apoio e suporte do Tribunal para a realização do pleito. Interessados devem solicitar o empréstimo encaminhando ofício de petição com dados básicos da eleição ao Juiz Eleitoral da cidade onde ocorrerá o evento ou à Presidência, no caso da capital, com 60 dias de antecedência da data prevista para a disputa.
“Depois que há o deferimento, realizamos reuniões e estudamos o que é necessário para a execução da eleição, como a logística, quantidade de urnas, locais, quantidade de servidores. Sempre tem alguém do TRE-BA para dar suporte”, explica Lívio de Assis Ara, servidor da Seção de Logística e Voto Informatizado (SEVIN).
Em casos de eleições em regiões mais extensas que demandem deslocamento dos equipamentos, serviço extra de servidores ou contratação de terceirizados, o solicitante terá que arcar com as despesas.
O empréstimo das urnas está regulamentado no Tribunal desde 2007, através da Resolução TSE nº 22.685/2007. O documento estabelece normas para a cessão do material em eleições não oficiais, conhecidas como parametrizadas. O pedido será avaliado pelo juízo eleitoral e secretarias de Tecnologia da Informação do TER-BA, e será decidido com base no parecer sobre as condições do local.
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) disponibilizou 73 urnas eletrônicas para a eleição para Reitor, Diretores-Gerais e Conselho Superior (COSUP) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA).
Urna eletrônica usada no referendo sobre o desarmamento no Brasil
A urna eletrônica brasileira ou máquina de votar brasileira é um computador responsável pelo armazenamento de votos durante as eleições. O dispositivo foi desenvolvido no Brasil em 1996 e desde então diversos outros países vêm testando esse e outros equipamentos semelhantes.
Índice
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História[editar]
Existe muita polêmica sobre o nascimento da urna eletrônica, já que, desde os anos 1980, durante o regime militar, ocorreram no Brasil diversos estudos sobre a realização de eleições informatizadas. Entretanto, a idéia de urnas eletrônicas firmou-se a partir de pesquisas realizadas pela Justiça Eleitoral para tornar mais fácil o processo de votação e apuração nas eleições.
Foi na década de 1980 que surgiu a ideia de conceber uma máquina de votar de gravação eletrônica direta do voto – modelo chamado de DRE de Direct Recording Electronic – para ser utilizada nos pleitos eleitorais brasileiros. Uma ideia consolidada no ano de 1990 e implementada em 1991 com a construção da primeira urna eletrônica DRE brasileira, e com o primeiro pleito oficial utilizando voto eletrônico no Brasil.1 A partir de 1996, o TSE iniciou a implantação do voto eletrônico no país utilizando a urna eletrônica, integrada a um sistema informatizado extremamente seguro. Desde então, o TSE vem aprimorando esta tecnologia, sendo que em 2008 implantou a urna eletrônica com reconhecimento biométrico das digitais do eleitor – as urnas biométricas, adiante descritas.
Atualmente, o votação eletrônica é utilizada em todo o Brasil e vem sendo objeto de louvores e críticas por parte de muitos, tendo seu modelo DRE sido excluído das normas técnicas norte-americanas 20072 , proibido na Holanda 20083 , abandonado no Paraguai 20084 e declarado inconstitucional na Alemanha 20095 .
Grupos de engenheiros e pesquisadores ligados ao Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) foram os responsáveis pelo projeto da eleição informatizada em grande escala no País. Destacam-se aí o trabalho dos engenheiros Mauro Hashioka (INPE), Paulo Nakaya (INPE) e Oswaldo Catsumi (CTA), dentre outros profissionais, pela concepção da segurança do equipamento.
Protótipo transparente UE 2000. Urna eletrônica brasileira fabricada pela Diebold-Procomp e utilizada nas eleições gerais de outubro de 2000.
A urna eletrônica que automatizou 100% das eleições, no Brasil, foi desenvolvida, por uma empresa brasileira, a OMNITECH Serviços em Tecnologia e Marketing, entre 1995 e 1996, e aperfeiçoada, em 1997, para o modelo que se tornou o padrão brasileiro, até hoje. O TSE Tribunal Superior Eleitoral já comprou mais de 500.000 urnas, através de 6 licitações públicas, de 1996 a 2006, de duas empresas americanas de integração de sistemas, a Unisys Brasil, em 96 e 2002, e a Diebold Procomp, em 98, 2000, 2004 e 2006. Toda a fabricação da urna eletrônica foi realizada, por empresas de fabricação sob encomenda, a TDA Indústria, a Samurai Indústria, a Flextronics Brasil e a FIC Brasil, subcontratadas, pelas integradoras.
Em 1995, o TSE formou uma comissão técnica liderada por pesquisadores do INPE e do CTA, de São José dos Campos, que definiu uma especificação de requisitos funcionais, para a primeira urna eletrônica, chamada então de coletor eletrônico de votos – CEV.
Para projetar, desenvolver e fabricar a urna eletrônica para as eleições de 1996, foi aberta uma licitação com o Edital TSE 002/1995, onde concorreram a IBM, que propôs um projeto baseado em um notebook, a Procomp, que apresentou uma espécie de quiosque de auto atendimento bancário e a Unisys, a vencedora da licitação com um design original que se tornou o padrão utilizado até hoje. A Unisys contratou a licença para comercializar ao TSE a urna eletrônica desenvolvida pela OMNITECH.
Em 1996, foi realizado o depósito do Pedido de Patente de Invenção da Urna Eletrônica no INPI, pelo engenheiro Carlos Rocha da OMNITECH e da Samurai.
Em 1997, surgiu o modelo atual da Urna Eletrônica, modelo UE 2000, um aperfeiçoamento da urna original realizado pela OMNITECH, que o Ministério da Ciência e Tecnologia reconheceu que atende à condição de bem com tecnologia desenvolvida no País, através da Portaria Nº 413, de 27 de outubro 1997.
A implantação do voto eletrônico dificulta algumas das antigas e comuns fraudes externas da votação de papel (como o “voto carneirinho”, “voto formiguinha”, ou votos de protesto realizados em favor de conhecidos animais como o Macaco Tião e o Rinoceronte Cacareco, etc.).
Em 1985, houve a implantação de um cadastro eleitoral informatizado pelo TSE, enquanto a urna eletrônica como se concebe hoje só foi desenvolvida em 1995, e utilizada pela primeira vez nas eleições municipais do ano seguinte. Porém foi em 1989, na cidade de Brusque, Santa Catarina, onde o juiz Carlos Prudêncio realizou a primeira experiência de votação com micro-computadores.
A urna eletrônica, inicialmente chamada de “coletor eletrônico de voto” (CEV), teve como objetivo identificar as alternativas para a automação do processo de votação e definir as medidas necessárias à sua implementação, a partir das eleições de 1996, em mais de cinqüenta municípios brasileiros.
Na ocasião somente municípios com um determinado número de eleitores teria votação eletrônica. A única exceção a esta regra era justamente Brusque, que já havia tido eleições digitais anteriormente.
Nova Lei de Execução Penal prevê medidas para mudar sistema prisional
Foto: Marcello Casa/ ABr
Defensoria Pública pede interdição de módulo de presídio em Conquista

O pedido foi protocolado na terça-feira (19/11) e vai ser analisado pela Justiça. A decisão deve sair dentro de alguns dias. Atualmente, a unidade abriga mais presos do que sua capacidade total. 249 presos estão na unidade, mas a capacidade é para 189.
O defensor público Marco Aurélio Campos informou que ação foi motivada pelo estado precário em que o módulo se encontra. Segundo ele, em todos os pontos como, sanitário, segurança, iluminação, paredes com infiltração e a superpopulação estão sem condições de abrigar presos.
A Defensoria Pública não descartou a possibilidade de pedir um habeas corpus coletivo, ou seja, solicitar à Justiça a liberdade de alguns presos do Nilton Gonçalves. Segundo informações da direção do presídio, já estão sendo feitas reformas no local.
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Vídeo: criança morre e pastor ressuscita menina em culto
Circula na internet o vídeo de uma criança que teria sido ressuscitada por um pastor. Uma garota chamada Vitória teria falecido durante um culto religioso em uma igreja no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Nas imagens é possível ver a mãe chorando com a filha nos braços, que é tomada por um pastor identificado como Isaías. Os fiéis oram o tempo todo por conta do desespero da mãe. O que chama atenção no vídeo é que, ainda durante as preces, a criança abre o olho antes de ser declarada viva pelo pastor.
http://www.youtube.com/watch?v=pHbsxP3UL_U#t=270
Comunicado. A Embasa de Conquista diz que mudança na coloração da água não provoca risco à população
A Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) comunica que o aumento na vazão em uma das adutoras que abastece Vitória da Conquista provocou ligeira alteração na coloração da água, sem risco à saúde da população, é o que informa a nota oficial do órgão, através da assessoria de imprensa.
O Sistema Integrado de Abastecimento de Vitória da Conquista (SIAA) é abastecido por duas adutoras, sendo uma em ferro fundido e uma segunda em aço. No início desta semana, a Embasa identificou um vazamento na adutora de ferro fundido e, para evitar problemas de maiores proporções, iniciou imediatamente o serviço de correção. Para isso, foi necessário interromper a operação do equipamento e transferir toda a vazão para a outra adutora.
Foto: Raimundo Laser
As tubulações estão sujeitas ao acúmulo de materiais oriundos da reação da água com o aço nas suas paredes internas e, com o aumento momentâneo da vazão, a velocidade da água provocou um atrito com as paredes, carreando este material, conferindo a alteração na cor da água.
Desde ontem (28/11), a Embasa está realizando descargas na rede de distribuição com o objetivo de descartar esta água. Caso necessário, os usuários podem contactar a Embasa pelo teleatendimento gratuito 0800 0555 195.
IBGE: País tem 9,6 mi de jovens sem estudar ou trabalhar
- Dados não permitem apontar as razões para número tão significativo da “geração nem-nem”
Uma população de 9,6 milhões de jovens de 15 a 29 anos que não estudam nem trabalham, formada principalmente por mulheres, muitas delas com filhos, é motivo de preocupação quando se observam as condições de vida da população, mostra estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta sexta-feira, 29. A Síntese de Indicadores Sociais 2013, com dados de 2012, mostra que um em cada cinco brasileiros (19,6%) nesta faixa etária não trabalhava nem frequentava escola. Na faixa de 18 a 24 anos, o índice é ainda mais preocupante, de quase um quarto (23,4%).
“Não significa que são encostados ou que são um bando, mas é um fator preocupante porque não é possível que pessoas desta idade não estudem nem trabalhem”, diz a técnica do IBGE Ana Saboia. Segundo Ana, os dados não permitem apontar as razões para número tão significativo da chamada “geração nem-nem” (nem estuda nem trabalha), mas, com relação às mulheres a necessidade de cuidar dos filhos é um fator que contribui para não terem atividades produtivas. A proporção de jovens que não vão à escola e não têm emprego se mantém estável, com pequena redução nos últimos dez anos: em 2002, eram 20,2% da população nesta faixa etária.
Os indicadores mostram que 70,3% dos jovens que não trabalham e não estudam são mulheres. Dessas jovens que não têm atividade produtiva, 58,4% tinham pelo menos um filho. A maior parte dos jovens “nem-nem” (38,6%) tem ensino médio completo, ou seja, deveria ter seguido para um curso superior ou ingressado no mercado de trabalho. No outro extremo, um porcentual também alto, de 32,4%, nem sequer completou o ensino fundamental



183 cubanos chegam a Salvador.





