A Gente diz

Programação: 7ª Primavera dos Museus – Museu Regional – Uesb – Vitória da Conquista – Ba

A Primavera dos Museus ocorre anualmente desde 2007. A ação é resultado de uma parceria entre as instituições museológicas do país e Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Neste ano, o tema valoriza o patrimônio cultural afro-brasileiro em todo do país – das comunidades rurais mais longínquas às urbanas. A programação tem o objetivo de ampliar as contribuições da África e culturas daquele país para a sociedade brasileira.

Segue a Programação para Vitória da Conquista – Bacartaz da 7 primavera de museus

 

 

7ª Primavera de Museus a partir do dia 23/09/2013 a 29/09/2013 – 08h30 às 17h, com a seguinte programação:.

 

25 de setembro de 2013 – às 19:00 h Exposição de Vestimentas inspiradas na cultura africana

 

26 de setembro  de 2013 – às 19:00 h-  Mesa Redonda – Museus, memória e Cultura afro-brasileira

 

28 de setembro de 2013 – 19:00h Lançamento livro ANÉSIA CAUAÇU de autoria do Sr. Domingos Ailton

 

Informação Museu Regional de Vitória da Conquista

Por / Mary Anne Assis Lopes de Oliveira

Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

Confira o passo a passo para participar do programa: Bolsa Família

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O Bolsa Família é um programa de transferência direta criado para garantir o acesso à educação e à saúde das famílias em situação de pobreza e de extrema pobreza no país. O programa de transferência de renda brasileiro inspira programas sociais pelo mundo. O Bolsa Família atende mais de 13 milhões de famílias em todo território nacional, como complementação de renda que vai de R$ 70,00 a no máximo R$ 306,06 por família.

Confira mais informações sobre o Programa Bolsa Família:

Requisitos para fazer parte do Programa Bolsa Família

Como e onde se cadastrar

Como é feita a seleção

Cartão Bolsa Família

Boatos

1. Requisitos para fazer parte do Programa Bolsa Família

Famílias com renda de até R$ 70,00 (setenta reais) por pessoa;
Famílias com renda de até R$ 70,00 (setenta reais) por pessoa, considerando, inclusive, os valores dos benefícios do Programa Bolsa Família e que possuam em sua composição crianças de 0 a 6 anos de idade.
Famílias com renda de R$ 70,01 (setenta reais e um centavo) a R$ 140,00 (cento e quarenta reais) por pessoa, que possuam em sua composição gestantes, nutrizes, crianças de 0 a 12 anos e adolescentes até 15 anos.
Famílias com renda de R$ 0.00 (zero) a R$ 140,00 (cento e quarenta reais) por pessoa, que possuam em sua composição adolescentes de 16 e 17 anos.

2 Como e onde se cadastrar

Para participar do programa é necessário estar cadastrado no Cadastro Único dos Programas Sociais do Governo Federal, o CadÚnico. Cabe à prefeitura realizar esse cadastramento. Se sua família se encaixa em uma das faixas de renda definidas pelo programa, você deve procurar o setor responsável pelo programa na sua cidade de posse dos seguintes documentos:

– Para o Responsável Familiar: CPF ou título de eleitor;

– Para os demais membros da família: qualquer documento de identificação, como a carteira de identidade, CPF, título de eleitor, certidão de casamento ou nascimento, carteira de trabalho.

Mas, atenção, esse cadastramento não implica inclusão imediata no programa (confira os próximos passos nos itens abaixo)

Para saber o endereço do setor responsável pelo Bolsa Família no município em que reside, clique aqui.

Em nota divulgada hoje (17) o Ministério do Desenvolvimento Social informou que os beneficiários e os gestores do Programa Bolsa Família devem atualizar o número de telefone celular no Cadastro Único (CadÚnico). A medida, segundo a pasta, visa a alertar de forma rápida e direta às famílias sobre atualização cadastral, vacinação e cumprimento da frequência escolar.

3 Como é feita a seleção

A seleção das famílias é feita pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). Com base no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, o MDS seleciona, de forma automatizada, as famílias que serão incluídas no programa. A seleção é realizada mensalmente e dá preferência de inclusão no programa às famílias com menor renda.

4 Cartão Bolsa Família

O cartão do Bolsa Família é emitido automaticamente, a partir do ingresso do beneficiário no programa. Ele será enviado pelos Correios ou retirado em agência da CAIXA. Após o recebimento, o beneficiário deverá se dirigir a uma agência da Caixa ou Lotérica para cadastramento de senha.

5 Boatos

Em maio deste ano uma seríe de boatos sobre o fim do programa causou tumulto e confusão na agências da Caixa e casas lotéricas, em dois o banco registrou 920 mil saques de beneficiários. No entanto, o pagamento do benefício obedece a um calendário divulgado previamente.

Confira aqui o calendário de pagamento do Bolsa Família em 2013:

X Cartão terminado em:
Mês 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0
Janeiro 18/01 21/01 22/01 23/01 24/01 25/01 28/01 29/01 30/01 31/01
Fevereiro 15/02 18/02 19/02 20/02 21/02 22/02 25/02 26/02 27/02 28/02
Março 15/03 18/03 19/03 20/03 21/03 22/03 25/03 26/03 27/03 28/03
Abril 17/04 18/04 19/04 22/04 23/04 24/04 25/04 26/04 29/04 30/04
Maio 17/05 20/05 21/05 22/05 23/05 24/05 27/05 28/05 29/05 31/05
Junho 17/06 18/06 19/06 20/06 21/06 24/06 25/06 26/06 27/06 28/06
Julho 18/07 19/07 22/07 23/07 24/07 25/07 26/07 29/07 30/07 31/07
Agosto 19/08 20/08 21/08 22/08 23/08 26/08 27/08 28/08 29/08 30/08
Setembro 17/09 18/09 19/09 20/09 23/09 24/09 25/09 26/09 27/09 30/09
Outubro 18/10 21/10 22/10 23/10 24/10 25/10 28/10 29/10 30/10 31/10
Novembro 18/11 19/11 20/11 21/11 22/11 25/11 26/11 27/11 28/11 29/11
Dezembro 10/12 11/12 12/12 13/12 16/12 17/12 18/12 19/12 20/12 23/12

 

*Com informnações da Caixa Econômica Federal e Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS)

 

 

Uma equipe formada por técnicos da Prefeitura de sua cidade e da Caixa Econômica estará em um setor específico atendendo exclusivamente os beneficiários do Bolsa Família que estão aptos a receber o cartão do programa. O cartão será entregue ao responsável legal pela família, mediante apresentação de um documento original com foto.

Prefeitura de Conquista e Caixa Econômica Federal vai entregar para famílias cadastradas, cartão Bolsa Família, a partir desta Terça-feira,24.

Em parceria, a Secretária Municipal de Desenvolvimento  de Vit. Da Conquista e  a Caixa Econômica Federal, vai realizar mutirão para a entrega de 1.075 cartões do Programa Bolsa Família. A programação da  entrega acontece a partir  desta terça-feira, 24, e vai até quinta, 26.

Segundo os órgãos responsáveis e coordenadores da força tarefa (mutirão) a iniciativa é destinada aos beneficiários do programa que solicitaram a primeira e/ou a segunda via do cartão e não o recebeu, via Correios, e não foram buscá-lo na Caixa Econômica Federal. Caso você se enquadre em um dessas situações, você deve se dirigir, entre os dias 24 e 26 de setembro, a Secretaria Municipal de Emprego, Renda e Desenvolvimento Econômico (Semtre), localizada na Avenida Bartolomeu de Gusmão, nº 744, bairro Jurema. images (2)

Mensalão: Chance de novo julgamento pode adiar decisão em 306 outros casos

 

Mensalão: Chance de novo julgamento pode adiar decisão em 306 outros casos
A decisão do Supremo Tribunal Federal de permitir um novo julgamento para parte dos condenados no processo do mensalão – a partir do acolhimento dos embargos infringentes -, pode beneficiar réus de 306 ações penais que se arrastam na Corte, sem previsão de conclusão. Enquanto advogados de defesa se empolgam com a possibilidade de lançar mão de mais um recurso, ministros e ex-integrantes do STF revelam apreensão com o “efeito dominó” da decisão. “Em outros casos, o efeito que se terá é esse mesmo, o efeito dominó”, afirma o ministro Marco Aurélio Mello, que votou contra os infringentes para o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu e outros 11 condenados. Entre os réus que poderão ser beneficiados com a possibilidade de ingressar com esse tipo de recurso estão políticos como os deputados Paulo Maluf (PP-SP) e Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e os senadores Fernando Collor de Mello (PTB-AL) e Jader Barbalho (PMDB-PA), que respondem ações por crimes.
por Valmar Hupsel Filho e Fausto Macedo / Agência Estado

Eleições na Alemanha – Angela Merkel se torna líder incontestável da Europa

 

O triunfo de Angela Merkel em conquistar um terceiro mandato por uma improvável alta margem deixou a chanceler e a Alemanha isolados na Europa.

Mesmo após mais de três anos do pior pesadelo do continente, Merkel foi recompensada por sua condução da crise. Em todos os outros países do euro, os eleitores puniram seus governos. Sua vitória demonstra o abismo entre a Alemanha e o resto da Europa.

Assim como no famoso comentário do marqueteiro da campanha do ex-presidente americano Bill Clinton, “é a economia, estúpido!”.

Secretário Geral alemão Hermann Groehe (dir.) faz sinal de positivo enquanto Angela Merkel aguarda para discursar para apoiadores na sede de seu partido, em Berlin; Merkel lidera as pesquisas para ser novamente eleita chanceler do país

Os alemães deram a Merkel um terceiro mandato porque seu padrão de vida e seus empregos permaneceram estáveis enquanto o desastre atingiu boa parte da Europa.

Desde a bola de neve provocada pela Grécia em 2010, 12 governos caíram nos 17 países da zona do euro, da direita à esquerda. A Alemanha foi a exceção.

Merkel foi a figura dominante em desenhar a resposta da Europa à crise, a arquiteta da austeridade, uma palavra que ela privadamente diz desprezar.

Mas a vitória de um terceiro mandato, com uma votação maior para seu partido que em 2009, sustentará sua confiança na maneira como vem lidando com o desafio.

Isso sugere que haverá pouca mudança em suas políticas na Europa, a não ser que ocorra algo grave em países como Itália e França.

Social democratas e verdes podem atacar suas políticas, mas sempre votam com Merkel em decisões importantes.

A oposição a Merkel tem vindo de seus aliados e do seu próprio partido. Dependendo da complexidade da nova coalizão, essa oposição interna pode crescer. A vitória de Merkel a torna líder incontestável da Europa, independente de quão desconfortável esteja nesse papel.

Aécio Neves diz ter chegado a hora de encerrar o ciclo do PT de governar

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Pré-candidato à Presidência da República, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), não poupa nas críticas ao governo federal, do PT, de quem se tornou um dos principais oposicionistas.

Em entrevista à Tribuna, o tucano avalia que é chegada a hora de encerrar “o ciclo de governo do PT e estabelecermos um novo ciclo, que reúne ética e eficiência e que impeça que as principais conquistas que nós tivemos nas últimas décadas”.

Mesmo não assumindo a postura de candidato – fica apenas como pré – ele sinaliza as posições para o próximo ano. “Nós teremos algo novo a apresentar ao Brasil, nós seremos o novo nessas eleições. O velho serão aqueles que estão aí hoje sem capacidade de reagir a esse pífio crescimento da economia, sem capacidade de conduzir os investimentos do governo, porque hoje o Brasil é um grande cemitério de obras inacabadas”, critica Aécio, que não nega a aproximação com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

Tribuna – Presidente do PSDB, pré-candidato à Presidência da República, como o senhor pretende se viabilizar como candidato competitivo no próximo ano? Aécio Neves – Na verdade, eu venho mais uma vez a Salvador como presidente nacional do PSDB fazer, em primeiro lugar, uma visita ao nosso principal aliado que é o Democratas. Venho acompanhado do presidente nacional do partido, senador José Agripino, do líder do meu partido no Senado, senador Aloysio Nunes, e dos nossos companheiros na Câmara dos Deputados, deputado (Antonio) Imbassahy e deputado Jutahy (Magalhães Jr.). A aliança do PSDB com o Democratas é o núcleo de uma proposta alternativa de Brasil a esse modelo que está aí e exauriu-se. Um modelo que não apresenta mais qualquer capacidade de transformar o Brasil. Eu venho aqui, óbvio, que a política se faz também com símbolos, mas para trazer também o meu cumprimento pessoal ao prefeito ACM Neto, meu queridíssimo e pessoal amigo, e que já mesmo com poucos meses faz uma gestão que repercute muito fora, não apenas de Salvador, mas fora do estado da Bahia. E é óbvio que, quando se encontram homens públicos, pensa-se no Brasil. Eu tenho muito otimismo em relação à possibilidade de nós encerrarmos esse ciclo de governo do PT e estabelecermos no Brasil, rapidamente, um novo ciclo, que reúne ética e eficiência e que impeça que as principais conquistas que nós tivemos nas últimas décadas, como a estabilidade da economia e a credibilidade do Brasil sejam perdidas como o governo do PT vem ameaçando. Temos que cuidar agora de construir o nosso palanque, e é o que nós estamos fazendo, e a base, o núcleo, a essência desse palanque é a aliança do PSDB com o Democratas. Não havendo isso, estamos ambos fragilizados. E a presença, ao meu lado, do presidente nacional do DEM, José Agripino, é uma sinalização das mais importantes de que nós estaremos mais uma vez juntos, construindo uma nova página na história do Brasil. É extremamente relevante chegar na Bahia ao lado do senador Agripino.

Tribuna – Isso quer dizer que, numa eventual composição para o Palácio do Planalto, o DEM vai indicar o vice de Aécio Neves? Aécio – É uma possibilidade, eu diria, até natural. Mas essa não é a questão que está sendo debatida agora, nem proposta agora pelo próprio Democratas. Obviamente, a composição se dará entre as forças políticas que estiverem ao nosso lado. Mais importante do que isso é a contribuição que o Democratas tem dado a esse debate no Congresso Nacional, pela qualidade das suas figuras, dos seus parlamentares, mas em especial pela qualidade e a liderança do seu líder maior, José Agripino, e nessas andanças pelo país. Nós temos o compromisso do senador Agripino de estar ao nosso lado em vários eventos que nós vamos realizar Brasil afora, e essa é uma sinalização muito importante para dar densidade ao nosso projeto.

Tribuna – O senhor vai conseguir unificar o partido e evitar uma possível prévia com o tucano José Serra? Aécio – O PSDB nunca esteve tão unido. Eu tenho dito sempre, o companheiro José Serra tem toda legitimidade para postular o cargo que quiser, e dentro do partido nós respeitaremos sempre essa postulação. E a nossa expectativa é que essa questão seja resolvida naturalmente, no tempo certo. Hoje, a minha prioridade como presidente do PSDB é mobilizar o partido em todos os estados brasileiros e apresentar uma proposta alternativa a essa aí. Amanhã (sábado, pois a entrevista foi realizada durante a visita de Aécio Neves a Salvador na última sexta-feira), estaremos em Maceió, reunindo também lideranças de toda a região Nordeste, no início do esboço daquele que será o nosso conjunto de propostas, inclusive com relação à região Nordeste, que passa por problemas de infraestrutura que estão aí acabadas. Na verdade, o Brasil virou um grande canteiro de obras inacabadas. Passa por uma solidariedade maior do governo federal na área da segurança, hoje os estados e municípios investem 87% de tudo que é gasto em segurança pública no Brasil e a União apenas 13%, e nós sabemos do agravamento da questão da segurança, da criminalidade em toda a região. É preciso que o governo federal não se omita mais, dê respostas claras a essa questão. Na área da saúde, outro drama dos brasileiros. Mais uma vez o governo federal coloca ou transfere aos estados e municípios a responsabilidade com a maior parte do financiamento.

Tribuna – O senhor acredita que há uma fadiga do modelo do PT de governar? Aécio – Eu acho que sim, porque o PT abdicou de ter um projeto de país e se contenta em ter apenas um projeto de poder. E que o tem levado a esse vale-tudo. Não temos no Brasil um governo de coalisão. Nós temos um governo de cooptação. E cooptação com dinheiro público, com emendas parlamentares, com cargos públicos e sem que esse governo possa inspirar a quem quer que seja uma perspectiva melhor lá adiante. A perda de credibilidade do Brasil junto a agentes financeiros e investidores internacionais é extremamente grave. O Brasil precisa de um projeto de país, até porque o PT abriu mão de ter esse projeto, o PT abriu mão de ter um projeto de país para se contentar em ter exclusivamente um projeto de poder. A nossa responsabilidade é essa, que as conquistas que nós obtivemos ao longo de décadas não sejam colocadas em risco como estão hoje algumas delas, como a estabilidade da economia, os pilares fundamentais da macroeconomia que nos trouxeram até aqui a credibilidade do Brasil, sobretudo internacional, retratada agora, infelizmente, pela pouca atratividade de alguns dos leilões de concessão apresentados pelo governo. Esses últimos leilões anunciados com enorme atraso pelo governo do PT de concessões de rodovias e agora até do próprio pré-sal, mostram a desconfiança que há em relação ao Brasil hoje. O longo aprendizado do PT ao longo de 10 anos – depois de demonizar as concessões e privatizações, busca fazê-las a toque de caixa – custou extremamente caro ao Brasil. O aprendizado do PT impediu que, por exemplo, nós tivéssemos ficado cinco anos sem qualquer leilão da Petrobras. E fez com que em 10 anos os principais eixos rodoviários do Brasil tivessem avanços mínimos. Está aí a BR-101 como exemplo na região claro em relação à incompetência e à inaptidão do governo pela boa gestão. Houve uma antecipação clara do processo eleitoral feita pelo governo, por iniciativa do ex-presidente Lula, no momento em que lança a presidente da República como candidata. O papel da oposição é permanentemente apresentar propostas, é permanentemente andar pelo país.

Tribuna – O que há de diferente agora no país? Aécio – O que há de diferente e de inusitado nesse momento no Brasil é a ação do governo. Porque nós não temos mais uma presidente da República, nós temos uma candidata a presidente da República que se move, que se movimenta, única e exclusivamente em razão da eleição, que toma atitudes em razão da eleição. Nós temos hoje o governo do marketing comandando as decisões governamentais. Já o que nós queremos é ouvir os brasileiros e apresentar uma proposta que possa ser comparada à do governo. Eu digo com a mais profunda sinceridade: nós teremos algo novo a apresentar ao Brasil, nós seremos o novo nessas eleições. O velho serão aqueles que estão aí hoje sem capacidade de reagir a esse pífio crescimento da economia, sem capacidade de conduzir os investimentos do governo, porque hoje o Brasil é um grande cemitério de obras inacabadas, sem capacidade de inspirar confiança e credibilidade nos agentes privados, que deveriam estar vindo para o Brasil nos ajudar a retomar o crescimento da economia, já que a aposta no crescimento apenas pelo consumo pela oferta de crédito exauriu-se, chegou ao seu limite. O PSDB e o Democratas apresentar um projeto alternativo não é opção, é obrigação. É a nossa responsabilidade pela história que nós temos e pela parcela importantíssima que nós demos no passado para que o Brasil chegasse aonde chegou.

Tribuna – Qual deve ser o maior desafio do próximo presidente a ser colocado como prioridade no |Brasil? Aécio – O Brasil não pode se dar ao luxo de ter apenas um desafio. É um conjunto de medidas que precisam ser tomadas. A primeira delas é transformar o Estado em um instrumento de melhoria da qualidade de vida das pessoas. Portanto, nós temos que ter um governo mais enxuto. Eu diria que é um acinte à inteligência da população brasileira você ter hoje praticamente 40 ministérios, 39 ministérios. O Brasil só perde, no mundo, para o Siri Lanka no número de ministérios. E ministérios que não entregam absolutamente nada de serviços de qualidade, que servem apenas para acomodar os companheiros. Até do ponto de vista simbólico, nós temos que ter um Estado mais enxuto e mais eficiente. Um Estado que seja mais solidário com os municípios e com os estados no financiamento da saúde, da educação e da segurança pública. Um Estado que não se submeta a um viés ideológico nas suas relações internacionais. Nós vamos, infelizmente, depois de termos crescido no ano passado apenas mais do que o Paraguai, crescer este ano apenas mais do que a Venezuela. O Brasil perdeu a liderança regional. O Brasil é hoje caudatário de decisões radicais de alguns países vizinhos e se submete a essas decisões de viés ideológico. Nós precisamos recolocar o Brasil no centro da região, como liderança definitiva, inclusive com reflexos políticos em outros países vizinhos. E termos um governo que atraia investimentos e valorize aquilo que é essencial para as pessoas, que é saúde, educação e segurança.

Tribuna – O senhor falou que o país hoje é um “país de obras inacabadas”. Como destravar gargalos, sobretudo na área de logística e infraestrutura? Aécio – Estabelecendo prioridades. E o Brasil não tem. O Brasil, o governo do PT, trata como se fosse natural você ter obras com sobrepreços que passam do dobro daquilo projetado inicialmente e pelo meio do caminho. A transposição do São Francisco inicialmente foi orçada em R$ 3,5 bilhões para ficar pronta em 2010. Não se sabe quando ficará pronta e custou mais do que isso. A Transnordestina, que também foi orçada inicialmente em R$ 3,5 bilhões, está hoje orçada em mais de R$ 7 bilhões. A Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, inicialmente orçada em R$ 4 bilhões, já gostou mais de R$ 30 bilhões. Será a refinaria mais cara do mundo. Não se pode iniciar uma obra sem que ela tenha o projeto adequado e sem que haja os recursos para a sua conclusão. Não existe maior desperdício de dinheiro público do que você iniciar uma obra e não entregá-la, porque você gasta o dinheiro e o benefício não chega. Eu estive recentemente na região, visitando trechos da transposição do São Francisco, e é de uma irresponsabilidade que causa indignação a qualquer cidadão com o mínimo de sensibilidade. Obras abandonadas há três anos. Nas capitais, e Salvador é um exemplo disso, nós estamos com as obras do metrô se arrastando há 10 anos e o governo insiste nessa excentricidade – para não usar um termo mais forte – do trem-bala, que custaria R$ 38 bilhões aos cofres públicos. Com R$ 38 bi você faz 300 km de metrô nas principais capitais do Brasil. Então, falta prioridade ao governo, falta foco, gestão. Já que o aparelhamento da máquina pública é a principal marca desse governo. Eu acho que esse ciclo deve se encerrar, não em benefício do PSDB ou das oposições, mas em benefício do Brasil e dos brasileiros.

Tribuna – Uma possível aliança do senhor com Eduardo Campos encontra resistência em estados como a Bahia. Como fazer para transpor e superar desafios como esse? Aécio – Eu respeito muito a trajetória do governador Eduardo Campos, eu acho que ele será um ator importante nesse cenário político que se avizinha. Ele tem propostas a apresentar ao país e que devem ser ouvidas. Na mesma forma, nós vamos construir as nossas propostas. Se houver, no futuro, a possibilidade de nos encontrarmos – e acredito que será muito bom para o Brasil –, mas o que nós temos que fazer hoje é respeitar a possibilidade hoje concreta de uma candidatura presidencial do governador de Pernambuco.

Tribuna – O PSB colocou à disposição os cargos que ocupava no governo. Isso facilita a aproximação do PSDB com o PSB? Aécio – O tempo é quem vai dizer. Tenho uma amizade com o governador Eduardo Campos de muito tempo. Nossos avôs foram parceiros em momentos importantes da história brasileira, Tancredo Neves e Miguel Arraes. O Eduardo sempre foi um político que enxergava longe, político muito astuto, no bom sentido dessa expressão. Eu acho que essa entrega dos cargos é uma percepção clara que nós já havíamos tendo há muito tempo e que ele passa a ter que esse modelo que está aí, esse ciclo do PT vai se encerrar. Ele que se coloca como uma alternativa. É absolutamente natural. Eu aplaudo a posição do governador Campos e vamos caminhar, cada um na sua estrada. Quem sabe um dia elas se encontram para o bem do Brasil? O tempo é que vai dizer e obviamente a população brasileira que vai decidir.

Tribuna – O principal alvo será o governo da presidente Dilma? Há esse acordo? Aécio – Sem dúvida. Não que haja um acordo. É natural que qualquer candidatura que surja fora da base do governo é porque não concorda com o governo, é porque questiona o governo. E nós queremos ir para o embate, em todas as áreas. Na área econômica é quase uma covardia. Nós que estabilizamos a economia, nós que fizemos a Lei de Responsabilidade Fiscal, com a oposição ferrenha do PT, numa outra ação, no plano real e na lei, nós que internacionalizamos a economia, readquirimos a capacidade, resgatamos a credibilidade do Brasil, estamos vendo todas essas conquistas hoje colocadas em risco. Se quiserem ir para o debate da gestão, nós vamos mostrar que o Estado não se administra da forma como se administra hoje o Brasil. As agências reguladoras criadas pelo presidente Fernando Henrique lá atrás foram desmoralizadas pelo governo do PT, se transformaram em cabide de emprego. E algumas delas instrumentos de negócios escusos, já denunciados pela própria Polícia Federal. E nos indicadores sociais nós vamos dar exemplos. Eu darei o exemplo do que nós fizemos em Minas Gerais. Minas Gerais com métodos, com metas e com gestão eficiente passou a ter hoje a melhor educação do Brasil. Nós queremos mostrar que a gestão pública pode ser eficiente quando se tem metas, quando se tem gente qualificada nos lugares certos e coragem para enfrentar as corporações.

Tribuna – Como vê a disputa eleitoral na Bahia? O fortalecimento da oposição vai lhe ajudar no seu projeto? Aécio – Eu vejo uma ação muito bem coordenada das oposições, sob a liderança do prefeito ACM Neto, que conta com os companheiros do PSDB, que conta com os companheiros do PMDB, do PV e do PPS. Eu acho que nós teremos uma candidatura, qualquer que seja ela, de qualquer um desses partidos, muito sólida, muito consistente. Obviamente, será muito importante, porque o que acontece na Bahia repercute em todo o Nordeste e repercute em todo o Brasil. Eu tenho certeza que teremos aqui, sob a liderança do prefeito ACM Neto, um palanque bem estruturado e, obviamente, com a participação dos companheiros do PSDB.

Tribuna – Na Bahia, o PMDB faz oposição ao governo do PT, mas, no plano federal, é aliado de Dilma. Como será feita essa relação? Aécio – Eu tenho uma amizade pessoal grande com o deputado, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, a liderança maior do PMDB. Fomos parceiros na Câmara dos Deputados. Quando eu me elegi presidente da Câmara dos Deputados eu era líder do PSDB e ele era o líder do PMDB, a nossa articulação foi fundamental. A firmeza com que Geddel construiu ali a nossa aliança foi fundamental para que a nossa vitória ocorresse, agora, eu respeito, obviamente, as circunstâncias locais. O que eu percebo do prefeito ACM Neto, do companheiro (José Carlos) Aleluia, dos companheiros nossos do PSDB que aqui estão, Imbassahy e João Gualberto, é uma intenção grande de manter o PMDB dentro dessa aliança no estado. E eu acho que é muito importante que isso ocorra. O que eu puder ajudar ou estimular a construção de um palanque, a manutenção de um palanque que já veio na eleição municipal, no segundo turno, aqui para a eleição estadual. Eu acho que quem ganha é a Bahia. E felizmente nós temos nomes qualificados em todos os partidos para liderar a chapa, para compor a chapa. Eu tenho muito otimismo em relação ao PMDB para que ele permaneça conosco como acontece em várias partes do Brasil, onde parcelas importantes do PMDB também se cansaram do que está aí e pode caminhar ao nosso lado.

Tribuna – O que a população do estado pode esperar de Aécio Neves? Aécio – Seriedade, ética e uma vontade enorme de fazer o Brasil voltar a caminhar em busca de um futuro melhor. O governo do PT se contenta apenas com a administração da pobreza. Nós queremos mais, nós queremos a superação da pobreza. Para o PT, por exemplo, o Bolsa Família é o ponto de chegada. Para nós é o ponto de partida.

por
Osvaldo Lyra

Colaboraram: Fernanda Chagas e Fernando Duarte

Atentado contra igreja cristã no Paquistão mata 72 pessoas

Agência ANSA atentadonopaquistaoIslamabad – Um atentado suicida em uma igreja de Peshawar, no Paquistão, matou 72 pessoas e ainda deixou cerca de 100 feridas, neste domingo. O ataque foi reivindicado pelo grupo islâmico fundamentalista Jandullah.Havia cerca de 500 pessoas na igreja no momento do ataque. As autoridades evacuaram a área e levaram os feridos para o hospital público Lady Reading. O primeiro-ministro do país, o muçulmano Nawaz Sharif condenou o ataque. “Os terroristas não respeitam nenhuma religião, pois matar pessoas inocentes é contrário a qualquer credo religioso”, declarou ele.

A Liga Muçulmana Paquistanesa (PML, em inglês), partido de Sharif, também teceu críticas à ação. “A PML condena veementemente esse covarde ato de terror em Peshawar e vai trabalhar duro para eliminar a ameaça terrorista do Paquistão”, publicou o partido em seu Twitter. (Ansa Brasil)

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Artigo: Biografias de Personagens que fez e fazem, a história de Brumado. Alípio Joaquim da Silva – Alípio da Brumauto.

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Alípio Joaquim da Silva nasceu no lugar chamado Faca, uma fazenda da comarca de Caetité no dia 14 de fevereiro de 1939, onde foi registrado. Filho de João Joaquim da Silva e Maria Pereira da Costa, residentes em Caculé.

São seus irmãos: Jeremias Joaquim da Silva, Juvenal Joaquim da Silva, Josias Joaquim da Silva, Angelina Pereira da Costa, Manoela Pereira Castro, Joana Pereira Vieira, Ana Pereira Souza.

Alípio oitavo filho do casal João Joaquim e sua desposa Maria Pereira da Costa, fez uma retrospectiva da sua trajetória de vida que passamos a relatar: A minha infância foi por demais marcante, pois aos dois anos de idade perdi meu pai e aos seis minha mãe tornou-se deficiente visual, contudo não se abateu com a cegueira foi uma pessoa alegre e de muito bom humor e conselheira.

Nasci numa fazenda por nome Faca de propriedade da família onde vivi a minha infância e parte da adolescência. O lugar era de uma paisagem encantadora, terras férteis, muitas aguadas, muito verde, onde se produzia a cana-de-açúcar e laranja – a mais doce da região que caracterizava a Faca além de outros produtos agrícolas.

Dessa época lembro-me com saudade dos primos, dos tios, dos amigos, das cantorias, dos “causos” que contavam os mais velhos e das histórias de assombração que nos apavoravam. A alegria desses encontros, às vezes, nos levava as gargalhadas pela euforia do evento. Apesar desses entretenimentos o meu hobby era mesmo o trabalho.

Aos oito anos comecei a trabalhar tocando bois nos engenhos, auxiliando meus cunhados nas tarefas agrícolas, mesmo sem ganhar nada, estava sempre presente. Fazia de tudo que fosse necessário fazer sem esboçar qualquer contrariedade.

Aos doze anos, já tomava conta de uma venda onde se vendia secos e molhados, pertencente a meu cunhado Martiniano Rodrigues Vieira. No final de semana ia com o carro de boi carregado de laranjas e outros produtos da região para a feira em Caculé que ficava distante da fazenda uns 30 km e quando retornava trazia mercadorias para o abastecimento da venda. Numa dessas viagens para a feira de Caculé aconteceu um fato interessante – o carro de boi virou e a metade dos ovos que levava quebraram-se, porém houve um aumento de preço do produto, apesar disso, ainda tive lucro. Fato que reforça o sentido do provérbio: “O que é do homem o bicho não come”. Minha adolescência foi fincada no trabalho e devidas as responsabilidades assumidas passou muito rápido, não houve tempo para o lúdico.

Aos 14 anos fui para Guanambi como empreiteiro comandando quinze homens para a plantação de arroz e lá permaneci por dois anos. Até então o meu pensamento estava focado nas atividades da área rural, todavia acalentava o sonho de procurar outro trabalho específico diferente que proporcionasse melhores condições, contudo aguardava o momento oportuno para realizar essa decisão. Tinha receio de me afastar da família, especialmente de minha mãe deficiente visual que, me condoía deixá-la, porém o destino se encarregou de enviar-me para outros lugares.

Com relação aos estudos cursei apenas o primário e fui alfabetizado pelo professor Edmundo numa escola a uns 3 Km de casa e mais tarde, em Brumado, conclui o supletivo. O conhecimento que tenho foi adquirido na Universidade da vida.

A experiência da vida me ensinou muitas coisas dentre elas a de caminhar sempre sonhando, porem dispor-me a trabalhar com denodo e afinco para conseguir o objetivo pleiteado. Com o casamento de meus irmãos e a mudança deles para Caculé eu os acompanhei e lá montei o meu primeiro comércio – uma venda de secos e molhados ramo que possuía conhecimento. Depois adquiri uma sorveteria e arrendei um cinema, foi uma situação bastante inusitada, por ser uma atividade diferente e variada, tornando-se interessante essa aventura. Com o decorrer do tempo meus projetos tomaram outro rumo.

Contemplado num bingo com um Jipe, passei a mascatear com tecidos (cortes) nas feiras da região. Depois comprei uma Kombi e passei a transportar passageiros para Vitória da Conquista. Em parceria com a empresa Novo Horizonte registrei a primeira linha de ônibus com o itinerário Caculé – Vitória da Conquista. Com a instalação da via férrea em Caculé, muitos estudantes da região que estudavam lá e os caixeiros-viajantes que se hospedavam nas diversas pensões, o movimento da cidade aumentou e consequentemente o progresso e a diversidade social. Em Caculé passei os melhores momentos da minha mocidade, frequentava o Clube Social, dançava nas diversas festas e ia aos eventos, muitas namoradas e fiz grandes amizades.

Com relação à política nunca me envolvi diretamente mas tenho as minhas preferências como resultado do homem social e político que tem as suas opções.

No afã de alçar voos mais altos mudei-me para a cidade de Vitória da Conquista, promissora e de comércio abrangente e diversificado com diversos setores em franca evolução o que me atraiu e por ter também muitos amigos que me ajudaram e orientaram como Josafá Lopes da Silva, (sócio da COVEPE, uma revendedora Volkswagen, o qual me convidou para abrir um negócio com o mesmo ramo em Brumado, posteriormente, por vontade própria, se afastou da sociedade) Rubens Magalhães, Valdemar Teixeira e outros. Dizem que os amigos são as famílias que nos permitem escolher e foi com eles que aprendi grandes lições, ensinando-me que na vida não há nada de milagroso. O que existe é otimismo, confiança em si próprio e credibilidade. Foi através deles que consegui junto a Volkswagen do Brasil abrir um Posto de Serviço em Brumado, fundado em 19 de junho de 1969, alcançando sucesso através de um bom relacionamento com funcionários, clientes e a seriedade e a honestidade com que atuamos na empresa o empreendimento cresceu vertiginosamente e graças a Deus estou aqui até hoje (2013).

Gosto de Brumado, amo Brumado, pois aqui constituí família – mulher filhos e netos, é a cidade da minha adoção. Fui presidente do Rotary Club, Presidente por duas vezes da Associação de Pequenos Produtores. Depois de ter morado na cidade, atualmente, moro na fazenda Lamarão, já por vinte anos, onde tenho o prazer de curtir a natureza, dançar forró e jogar buraco – uma das minhas predileções e, receber os amigos para conversarmos sobre amenidades e nos informarmos das novidades.

A BRUMAUTO foi a primeira concessionária do sertão baiano e única em Brumado até o momento, é uma referência de qualidade comercial de vendas de veículos, peças e bons serviços contribuindo para o progresso da cidade. A BRUMAUTO inicialmente se estabeleceu na Av. Teixeira de Freitas depois na Avenida Coronel Tibério Meira adicionando um posto de gasolina e posteriormente para a Praça Lauro de Freitas. Em 26 de outubro de 1977 mudou-se para a Av. Centenário instalando-se em prédio próprio. Em 1989 com a exigência da VW foi feita uma ampla reforma no prédio com instalações arrojadas condizentes com a nossa necessidade oferendo conforto aos clientes, contribuindo com progresso da cidade. Com o crescimento contínuo a firma em 18 de dezembro de 1990, com uma grande festa inaugurou a NOVA BRUMAUTO 2000, impressionando a todos pelas modernas instalações. Destaque-se que a BRUMAUTO tem investido muito na informatização de suas rotinas, melhorando cada vez mais a qualidade do nosso trabalho e principalmente ao atendimento ao público e treinamento dos funcionários antenados com a era cibernética para melhor atender aos clientes.

Continua Alípio: Em Brumado conheci Mariene Maria Oliveira, nascida em Rio de Contas no dia 14/08/1953, com 18 anos de idade. Filha de Ester Maria de Oliveira e Francisco Joaquim de Oliveira, com quem me casei, com 32 anos de idade, no dia 2 de maio de 1971, em Bom Jesus da Lapa, por ser católico e professar a minha fé. No civil, em Brumado, no dia 03 de junho de 1971, na residência, em audiência especial perante a Doutora Magna Maria Pereira dos Santos, juíza de Direito da Comarca que oficiou o ato. Foram testemunhas Claudivino Joaquim de Oliveira e sua esposa Júlia Novaes de Oliveira, Geraldo Fernandes e Diná Gomes. Assinaram também a certidão Francisco Joaquim de Oliveira e Alzira Maria Oliveira e o oficial José Walter Leite. Com o casamento Mariene acrescentou o Silva ao seu nome passando a assinar Mariene Maria Oliveira Silva.

Dessa união nasceram quatro filhos: Alessandro que se casou com Leila e nos deu Anita e Bento, Alípio Júnior casado com Mariana Garcia e nos deu Mariah, Mariana casada com Moacir Júnior e nos deu Anna Maria e Pietro e mais a caçula Beatriz que ainda não se casou.

São 42 anos de convivência feliz e harmoniosa que envolve uma tolerância dos valores éticos individuais com respeito mútuo. Essa convivência saudável é fundamental para o casal, pois a própria sociedade expressa que o individuo em situações influenciáveis do ponto de vista negativas, quando existe uma base de educação familiar edificante e verdadeira em suas diversas formas, com certeza, o risco de ser influenciado será bem menor, por conta da formação da personalidade da pessoa.

Relembro minha mãe com muita saudade e reverência. Lembro-me de um de seus conselhos que pedia-me para não fumar porquanto era prejudicial à saúde e eu não a contrariei além de outros exemplos dignificantes que nos ensinou, os cumpro rigorosamente e repasso para os meus acolhendo a sua orientação de levar a vida com honestidade. Ser honesto nas pequenas coisas para o ser também nas grandes, esse é o meu lema que exemplifico para a minha família, fazer sempre o bem como determina Jesus Cristo.

Pergunta-me o entrevistador: Qual a maior loucura que já praticou? Em resposta conto o seguinte caso: Socorri um amigo na hora em que foi baleado. A bala partiu de uma casa alvejando-o. Peguei esse amigo nos braços pus no carro e levei-o para o hospital em Caetité e o paciente após a cirurgia se restabeleceu. Sei que arrisquei minha vida mas numa situação dessas há de se tomar uma posição e o fiz consciente de ter praticado uma boa ação e não fugi da responsabilidade do socorro. Acredito que a calma, o equilíbrio deram-me forças e contribuíram para justas e acertadas soluções do problema. Diz um pensamento que eu defendo: “ Jamais fazer aos outros, aquilo que não deseja para si”. “ Os maus por si se destroem”.

Essa é a minha história. Sou um homem simples, humilde de origem rurícola. Na trajetória da minha vida não houve fatos relevantes que fizessem de mim uma personalidade importante, tudo que me aconteceu na vida foi um aprendizado que serviu de lição para todos os meus atos. Sou uma pessoa de sorte, só tenho que agradecer a Deus e a todos que me ajudaram e aos que fazem parte da minha vida pelos êxitos alcançados.

“Quem trabalha, Deus ajuda”. Essa é uma verdade insofismável.

Depoimento de Alípio Joaquim da Silva em 09 de agosto de 2013

Com a supervisão da sua consorte Mariene Maria Oliveira Silva.

por Antonio Novais Torres

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*Antônio Novais Flores,  em seu acervo consta, a produção de mais de 400 biografias, de personalidades, autoridades, famílias e personagens de todas as categorias sociais, que contribuíram e,   daqueles que ainda se encontram ativos e que  vem contribuindo, na construção e identidade  histórica de Brumado, algumas  destas biografias, postadas em jornais e sites, e outras tantas, ainda se encontram inéditas. O autor pretende brevemente lançar um livro contendo todas essas biografias. Aguardem! – Comentário de:  Gildásio Amorim Fernandes

 

 

Praça da Juventude é entregue a comunidade em Conquista

 

A Praça foi construída numa área do bairro Guarani, situada no entorno da Reserva Florestal do Poço Escuro, para ampliar a oferta de espaços de lazer, esportes e cultura no município, e, sobretudo aos bairros adjacentes ao projeto. Os Bairros;  Guarani, Petrópolis e Pedrinhas.

A Praça da Juventude foi construída com um investimento total superior a R$ 1,19 milhão, de recursos do Governo Federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC I), com contrapartida da Prefeitura.

A Praça conta com diversos  equipamentos como, auditório com capacidade para cem pessoas, academia ao ar livre, parque recreativo e um anfiteatro para aproximadamente 2.500 espectadores, quadra esportiva, parque infantil, Praça da Juventude

e etc.

Segue registro das prinicipias cenas do evento.100_1398100_1399100_1395100_1394100_1397100_1400100_1402100_1401

Bancada do PSD repudia ‘forma desrespeitosa’ que ANTT tratou Otto

A bancada do PSD na Assembleia Legislativa da Bahia, consternada com a forma “desrespeitosa” que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) tratou o vice-governador Otto Alencar, apresentou moção de repúdio no Parlamento. Ao cobrar mais rigor da agência na fiscalização e autuação da Concessionária Via Bahia, responsável pelo fechamento de cratera na BR-324, que vem causando há meses inúmeros transtornos à população, o vice-governador obteve como resposta, por meio de nota oficial da ANTT, dentre outros adjetivos fortes, que “se há algum problema de visão é do Sr. Governador em exercício (Otto Alencar), que só enxerga o problema local, não consegue ver o desenho nacional”.
A bancada do PSD com Otto Alencar: apoio ao vice-governador contra a nota da ANTT. Mas...e a agência de regulação da Seinfra, a Agerba, fiscaliza o ferryboat? É só uma pergunta.A bancada do PSD com Otto Alencar: apoio ao vice-governador contra a nota da ANTT. Mas… e a agência de regulação da Seinfra, a Agerba, fiscaliza o ferryboat? É só uma pergunta. Fiscaliza ou não fiscaliza?
Contudo, para o líder da legenda na Assembleia, deputado estadual Alan Sanches, é inaceitável uma resposta “agressiva” e “descabida”, que não apresenta solução para o problema, como a que a ANTT, instituição do governo federal, deu ao vice-governador, Otto Roberto Mendonça de Alencar, cuja trajetória; a vida pública é reconhecida em todo país.
“Afinal, em momento algum o vice-governador nominou ou direcionou as suas declarações. Ao contrário, como sempre faz, saiu em defesa da nossa Bahia, de nossa população que sofre cotidianamente com intervenções fora do horário, na esperança da resolução de um impasse que já perdura quatro meses, o que comprova que falta, de fato, fiscalização e atuação da Agência Fiscalizadora”, destacou o deputado Alan Sanches, complementando que essa não é a maneira de se tratar nenhum vice-governador.
O líder pessedista disparou ainda que: “ficou claro que querem transformar a inércia administrativa da agência em atos políticos, coisa que Otto Alencar jamais faria, mas, infelizmente, nem todos tem a característica de gestor e se defende dessa maneira. Precisamos é de gestores nos cargos públicos”, frisou. Assinaram o documento os deputados Alan Sanches, Temóteo Brito, Ivana Bastos, Angêla Souza, Angêlo Coronel, Carlos Ubaldino, Maria Luíza Barradas, Maria Luíza Laudano e Rogério Andrade, que esperam uma retratação do órgão.Relacionadas>>

Dia da Responsabilidade Social acontece no sábado, 21 de setembro, no Ginásio de Esportes Raul Ferraz

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Nesse sábado, 21 de setembro, acontecerá mais uma edição do Dia da Responsabilidade Social, ação idealizada pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES). O objetivo do evento é estimular a cidadania, difundir projetos socialmente responsáveis realizados por instituições de ensino superior, além de beneficiar as comunidades locais por meio da prestação de serviços diversos de utilidade pública.

Em Vitória da Conquista, o evento será promovido pela Faculdade Independente do Nordeste (Fainor) em parceria com a Prefeitura Municipal, das 8h às 17h, no Ginásio de Esportes Raul Ferraz. Durante esse período, a comunidade terá acesso não só as atividades referentes aos cursos da instituição, mas também aos serviços oferecidos pelo Governo Municipal em diversas áreas, como saúde, meio ambiente, cultura e desenvolvimento social. Diversas secretarias, a exemplo da Educação, contribuíram na infraestrutura do evento.

Durante o Dia da Responsabilidade Social será promovida ainda a celebração do Casamento Coletivo que integra o projeto Casal Legal, desenvolvido pela faculdade. Essa iniciativa tem o objetivo de regularizar a situação civil de casais que já vivem juntos ou que desejam se casar.

 

Agricultor colhe batata doce com mais de 7 quilos – em Brumado

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Foto: Wilker Porto | Brumado Agora

Uma batata de proporções superiores às cultivadas na região foi encontrada pelo agricultor Joaquim Rocha, na Fazenda Bela Vista, em Tranqueiras, no sudoeste da Bahia. A batata doce gigante, segundo o agricultor, foi plantada e cultivada de forma orgânica e a maior já encontrada na plantação foi de um quilo. A batata doce de 7,390 kg foi colhida no último sábado (14) e chamou atenção de toda a comunidade. Segundo especialistas em agronomia “o tipo de solo e ou seleção genética pode favorecer o desenvolvimento do tubérculo”.

Tranqueiras: Agricultor colhe batata doce com mais de 7 quilos
Foto: Wilker Porto | Brumado Agora

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