“Que revolução é esta que não tem pauta específica? mas que expressa com precisão a insastifação popular com os governantes de todos os partidos, com a mídia servilista, com a corrupção…, Que revolução é esta que não tem pauta específica? mas que expressa com precisão a insastifação popular com os governantes de todos os partidos, com a mídia servilista, com a corrupção”…
Segue na integra – o comentário de Allan Kardec Cardoso Lessa– ele como milhares de pessoas deste país, que manifesta a sua indignação e sua posição , através das redes sociais.
Muito tem se estudado sobre as revoluções, fenômeno sociológico que se equipara a erupção de um vulcão; quando o magma represado e sob uma pressão crescente explode as estruturas rochosas da montanha.
A revolução em curso, é uma revolução genuina, pois não tem lideres, ela emana de uma insatisfação crescente que vai tomando conta do Cidadão comum, que de tanto ser enganado, expoliado, oprimido até o ponto de não mais suportar. excetuando-se àqueles que dependurado em alguma das infindas tetas do ´poder, quem não guarda consigo esta sensação desagradável de revolta intima? Escandalizados pela corrupção esta chaga devoradora que corro e os tecidos sociais que arrasa a nação como câncer devorador. Quem não tem a sensação de ter sido traído, roubado nas suas esperanças, sobretudo aqueles que tiveram envolvidos na luta contra a ditadura militar? Quem não se revolta ao peceber a trama sinistra que se opera no congresso nacional através da famigerada PEC 37 para se institucionalizar e consolidar os corruptos no poder?
Que revolução é esta que não tem pauta específica? mas que expressa com precisão a insastifação popular com os governantes de todos os partidos, com a mídia servilista, com a corrupção ……
O povo se revolta contra o circo, e repudia o pão que o diabo amassou. Se esqueceram que todo poder emana do povo e em seu nome deve ser exercido.
O povo resolveu tomar a Bastilha. Onde está a nossa bastilha, senão em cada casa que representa o poder.
Na revolta popular não tem espaço para as bandeiras partidárias dos caroneiros de plantão, nem para os vândalos e bandidos que se escondem na massa humana e covardemente tirar proveito da situação.
Os dias irão passar, e a voz do Povo dará uma trégua, para os que tomaram de assalto o poder se pronunciem através de gestos. porém como reformar uma estrutura completamente apodrecida por décades de desvios? Só há um meio de se reformar uma nação! Reformando o homem. A reforma moral do ser humano está na base de toda e qualquer reforma social, toda tentativa contrária se mostrou ineficaz, pois o maior inimigo do homem responde pelo nome de orgulho e egoismo











Na audiência pública desta terça-feira (18) que debateu a situação do transporte coletivo urbano e rural em Vitória da Conquista, o vereador Júlio Honorato (PT) salientou que o transporte coletivo não é público, e sim privado. Disse ainda que o movimento do passe livre é legítimo e Conquista não pode ficar de fora deste debate. “Precisamos discutir políticas públicas para reduzir as tarifas cobradas”. Afirmou que é urgente a legalização do transporte alternativo dentro de critérios já estabelecidos. Para o transporte rural, o vereador falou que a administração municipal deve fiscalizar com mais rigor e também fazer a manutenção das vias para o tráfego na zona rural.
Em sua fala, o vereador Arlindo Rebouças (PMN) disse que o atraso na assinatura do contrato beneficia as empresas vencedoras da licitação do transporte público, pois, segundo o parlamentar, existe subserviência por parte da prefeitura, por isso a assinatura não foi feita de imediato. “Talvez o novo contrato não entre em vigor este ano”. Arlindo questionou ainda as empresas de ônibus sobre o transporte de mercadorias dos comerciantes do bairro Lagoa das Flores. “Hoje a prefeitura tem esquema com as empresas Serrana e Vitória. Será que as empresas estão em dia com os tributos? Está na hora de dizer um basta. Amanhã estaremos na rua!”, disse.
O vereador Florisvaldo Bittencourt (PT) admitiu que Vitória da Conquista necessita urgentemente da melhoria na estrutura oferecida pelo transporte coletivo, mas salientou que existem trâmites que devem ser cumpridos. Líder do Governo, ele assegurou o não-aumento da tarifa cobrada pelo serviço de transporte. “Não haverá aumento de tarifa até que seja implantado o novo sistema”.
O vereador Nelson de Vivi (PCdoB) disse que é geral o reclame da população sobre a qualidade do transporte coletivo e que, mesmo com o fim da licitação, não houve mudança ainda. Questionou o aumento da tarifa cobrada no distrito de Bate-pé e falou da necessidade de regulamentação do transporte rural.
O vereador Cícero Custódio (PV) afirmou que tanto ele quanto a família usam o transporte coletivo e que há uma necessidade emergencial de melhorias no sistema, especialmente voltada para a defesa dos interesses dos funcionários. Ele mencionou situações constrangedoras a que são submetidos muitos servidores, citando a ocorrência de crescentes casos de câncer de estômago em motoristas em função da falta de horários definidos para alimentação. Para ele, é fundamental aprofundar o debate sobreo assunto.
O vereador Ricardo Babão (PSL) afirmou que, diferentemente do que disseram muitos jovens e estudantes durante a audiência, a Câmara e o conjunto dos vereadores vêm promovendo debates em defesa dos interesses de Vitória da Conquista. Lembrou que somente nessa legislatura, iniciada há seis meses, mais de vinte audiências públicas foram realizadas e cobrou a participação da juventude no debate sobre os diversos assuntos que a casa tem proposto. “Nós não podemos vir aqui só na audiência que nos interessa. Vocês são o futuro de nosso país e a casa é do povo; pode acompanhar pelo site da Câmara todos os vereadores trabalhando pela cidade”.
O vereador Gilzete Moreira (PSB) criticou algumas declarações feitas por estudantes durante a audiência, afirmando que é preciso manter sempre o respeito nos debates. “Normalmente, as pessoas desrespeitam a Casa e os vereadores, embora o contrário nunca aconteça: sempre há relação respeitosa de nossa parte”. O socialista defendeu o prefeito Guilherme Menezes da acusação de favorecimento a empresas, afirmando que o mesmo jamais participou de negociações escusas. “Não concordo com isso. A comunidade precisa acompanhar as coisas de perto. Temos a comissão de fiscalização dos atos do executivo. Se acha que a coisa está errada, vá ao Ministério Público e denuncie. Se tem certeza que ele é corrupto, denuncie. Eu não aceito isso. Precisamos ter coerência com as coisas: a pior coisa é falar algo que você não tenha condições de provar na Justiça”.

