A Gente diz

Vaticano rebate “calúnias” sobre “lobby gay” e critica a imprensa

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O porta-voz do Vaticano rebateu neste sábado “a desinformação e, inclusive, as calúnias”, sobre possíveis intrigas na cúpula da Santa Sé e a existência do chamado “lobby gay” publicadas na imprensa. “Há quem tenta aproveitar o movimento de surpresa e desorientação, após o anúncio de que o papa Bento XVI abandonará seu cargo, para semear a confusão e desprestigiar a Igreja”, declarou Federico Lombardi, em uma entrevista à Rádio Vaticano.“Aqueles que apenas pensam em dinheiro, sexo e poder, e estão acostumados a ver as diversas realidades com estes critérios, não são capazes de ver outra coisa, nem sequer na Igreja, porque seu olhar não sabe dirigir-se para cima ou descer com profundidade nas motivações espirituais da existência”, completou.

Também neste sábado, a Secretaria de Estado do Vaticano divulgou um comunicado no qual rejeita as “tentativas de condicionar os cardeais, com vistas ao Conclave (que vai escolher o próximo papa), com a divulgação de notícias frequentemente não verificadas ou verificáveis e, portanto, falsas, com grande prejuízo a pessoas e instituições”.(Portal Terra)

Abastecimento de água e esgoto no Território do Sisal recebe R$ 107 milhões em seis anos

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Mais de R$ 107 milhões foram investidos pelo Governo do Estado em ações de abastecimento de água e esgotamento sanitário no Território do Sisal, entre 2007 e 2012, beneficiando cerca de 500 mil pessoas. Este foi um dos dados apresentados, nesta quinta-feira (21), no município de Conceição do Coité, pelo secretário do Planejamento da Bahia, José Sergio Gabrielli, para mais de 200 participantes, no primeiro de uma série de 27 encontros pelo interior do Estado.

Denominado Diálogos Territoriais, o evento é uma oportunidade para discutir as grandes temáticas dos Territórios de Identidade e ponderar se as políticas públicas estão na direção certa. “Em cada um dos encontros sairemos com uma agenda de trabalho para ser executada até o final do Plano Plurianual (PPA)”, destaca Gabrielli.

Durante o dia houve debates com prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais, além de empresários e representantes da sociedade civil organizada dos 20 municípios do Território.

 

AÇÕES – Entre as principais ações realizadas no Território, o secretário citou a construção de 5,6 mil casas populares, a ligação de energia em 37 mil domicílios rurais e urbanos, a restauração de diversas rodovias, bem como o fortalecimento dos setores têxteis, couro, calçados e mineração, com a geração de 1,4 mil empregos.

Até 2015, estão previstos projetos para o Território do Sisal que ultrapassam os R$ 170 milhões, a exemplo do projeto Águas do Sertão, que levará água do rio São Francisco para o sertão baiano, cujo edital será lançado pelo Governo Federal ainda no primeiro trimestre desse ano.

 

CENÁRIO ECONÔMICO – Diferente do que ocorreu após a década de 50, quando a economia baiana tinha picos de investimentos e era concentrada, a exemplo da construção do Polo Petroquímico e Automobilístico, bem como a implantação da refinaria Landoupho Alves, atualmente a economia baiana cresce nas pequenas e médias cidades. “Nos últimos sete anos, a Bahia criou 500 mil novos postos de trabalho, sendo que 60% foram fora da Região Metropolitana de Salvador (RMS) e os setores mais pujantes da economia são o Comércio, Serviços e Construção Civil”, afirma o secretário.

Ainda segundo Gabrielli, um dos motivos para a vitalidade desses setores são as políticas de transferência de renda, a exemplo do Programa Bolsa Família. “Apenas no Território do Sisal, o programa injeta cerca de R$ 15,7 milhões, distribuídos nas mãos de quase 100 mil famílias”, afirma.

Também estiveram presentes os secretários estaduais Wilson Brito (Desenvolvimento e Integração Regional) e Paulo Câmera (Ciência e Tecnologia), além dos parlamentares Zé Neto e Afonso Florence.

 

Médica presa ‘mandava e desmandava’ na UTI, diz colega

 

 

Os 14 leitos da UTI geral do Hospital Evangélico de Curitiba eram uma espécie de “reino” da médica Virgínia Helena Soares Souza, afirmaram funcionários ouvidos pela reportagem. Ela foi indiciada sob suspeita de homicídio qualificado. Ela nega qualquer crime.

 

“Ela mandava e desmandava naquele lugar”, disse à Folha um dos profissionais que trabalhava com ela.

Há indícios, diz a polícia, de que pacientes do SUS (Serviço Único de Saúde) tenham sido mortos como forma de “liberar” vagas na UTI para pacientes que pagariam pelo serviço. A polícia suspeita que aparelhos foram desligados e medicações foram suspensas.

Nas investigações, iniciadas há um ano, foram gravadas falas da médica no hospital. “Quero desentulhar a UTI, que está me dando coceira”, disse Virgínia, segundo áudio divulgado pelo “Jornal Nacional”.

Com fama de “difícil”, a médica costumava gritar e acertar “tamancadas” em quem cometia erros ou a desagradava. Também fumava nos leitos e na sua sala, em frente à UTI, o que levou a Vigilância Sanitária a autuar o hospital, em 2010.

No ano seguinte, foi afastada por um mês após discutir com uma colega.

O marido dela, que também trabalhou no local, morreu num dos leitos.

Henry Milleo/Gazeta do Povo/Folhapress
A médica Virginia Helena Soares de Souza, medica chefe da UTI do hospital Evangélico, foi presa pela Polícia Civil
A médica Virgínia Helena Soares de Souza, médica chefe da UTI do hospital Evangélico, foi presa pela Polícia Civil 

Morte de pacientes de UTI não tem razão financeira, diz investigação
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‘Quero desentulhar a UTI’, diz médica suspeita de matar paciente
Polícia investiga formação de quadrilha em mortes em hospital do PR

Artigo: “Esquerda” hipócrita e antidemocrática

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Por Gutemberg Macêdo Junior – Advogado

Assisto estupefato militantes desta falsa esquerda brasileira, destes defensores da “gloriosa” revolução cubana, impedir um ato legítimo de exposição de um documentário e agredir fisicamente uma pessoa cuja ideologia é divergente do regime ditatorial dos Castros e que já perdura há aproximadamente

60 anos na ilha. Que “esquerda” é essa, que treme ante um simples evento de uma mulher cuja arma de combate à ideologia dominante em seu país é apenas a PALAVRA? E que para combate-la em sua justa posição política (concordem ou não com ela), achincalham sua honra num país e num Estado que a recebe como visitante.

Recentemente critiquei aqui no FB (Facebook) um pastor homofóbico pelo conteúdo de uma entrevista dada em rede nacional, em que comparou homossexuais a bandidos. Mas o fiz como crítica, respeitando o direito dele manifestar-se, jamais o agrediria fisicamente ou levaria um bando raivoso à sua igreja para vaia-lo. Tampouco aplaudiria qualquer pessoa que assim agisse ou que o agredisse fisicamente pelas idéias que ele defende.

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Sei de relatos acerca das dificuldades que o povo cubano experimenta: prostituição feminina e masculina, mercado paralelo, racionamento de alimentos, de energia, supressão à liberdade de opinião, prisão de dissidentes políticos, perseguição a artistas, intelectuais e homossexuais etc. Bom que se diga, testemunho que me foi dado por um médico amigo, militante do PT, que lá esteve num Congresso de Infectologia e que se relacionou afetivamente com uma pessoa cubana.

 

Como é possível, pois, que pessoas que se autodenominam democratas possam fechar os olhos para essas mazelas, simplesmente porque são contrários ao regime capitalista dos EUA?

Ditaduras ditas de Direita são combatidas às armas e as ditas de “esquerda” (se é que esta divisão ideológica ainda se justifique no século XXI), são aplaudidas. Qual a lógica ou a coerência desse posicionamento político?

Que moral vocês podem ter para criticar a ditadura militar que governou nosso país, se vocês agem pelos mesmos métodos anti-democráticos?

Onde estão a OAB, a ABI e a CNBB que ainda não se manifestaram em defesa de Yoani Sánches, para que se faça respeitar a liberdade de expressão em nosso país?

Uma “esquerda” que se compraz com os costumes e que vivem como burgueses em nosso país. Por que não experimentam morar em Cuba por alguns anos?

E o que é pior, que fecham os olhos aos deslizes éticos e atos de corrupção, devidamente comprovados, dos partidos que hoje governam o Brasil, justificando-os com o velho discurso de perseguição das elites dominantes.

Que vergonha! Reacionários e covardes é o que vocês são.

Grite Yoani, a plenos pulmões, e para que todo o Brasil a ouça, o relato que tem para fazer acerca da real situação de Cuba e tenha certeza de que no Brasil há milhões que a ouvirão.

ARENA FONTE NOVA instala piso tátil para acesso a deficientes visuais

Ao todo, serão 66 vagas exclusivas para cadeirantes, 358 aos expectadores com mobilidade reduzida, 60 cadeiras para obesos, 16 para deficientes visuais

Piso tátil na Arena Fonte Nova
Foto: Natália Arjones
Na última quinta-feira, 21, começou a instalação do piso tátil na Arena Fonte Nova, que facilitará o acesso aos deficientes visuais. O piso percorre todas as áreas do nível 5, que também terá espaço reservado para os cadeirantes, obesos, portadores de mobilidade reduzida e seus acompanhantes, facilitando assim a escolha pelo ângulo de preferência do expectador.
Há também acessibilidade para cadeirantes e portadores de mobilidade reduzida nas áreas VIPS da Arena (Camarote e VIP Lounge). Os deficientes visuais terão assentos reservados próximo às cabines de imprensa para que acompanhem a narração em tempo real. Além disso, contarão com o acompanhamento de orientadores para auxiliar na circulação pela Arena.
Ao todo, serão 66 vagas exclusivas para cadeirantes, 358 aos expectadores com mobilidade reduzida, 60 cadeiras para obesos, 16 para deficientes visuais e área reservada para os 500 acompanhantes.
Liana Mascarenhas , da redação em Salvadorbahiaja-noticia-22-02-2013-1026

Polícia investiga incêndio de ônibus em Brumado; ação pode ser retaliação de traficantes

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Investigadores da Polícia Civil e do Núcleo de Inteligência da Polícia Militar abriram inquérito para apurar o incêndio de um ônibus, no centro do município de Brumado na noite desta quarta-feira (20). Informações da delegacia da cidade dão conta que a ordem para incendiar o veículo pode ter partido de traficantes, em retaliação à prisão de comparsas e à apreensão de drogas na última semana. De acordo com o major Sílvio Berlink, comandante da 34ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), a polícia não descarta a possibilidade de represália. “Fizemos algumas apreensões nos últimos dias, mas ainda não há relação direta com este fato. Por enquanto, estamos trabalhando com a hipótese de vandalismo”, explicou, ao informar que o veículo estava estacionado em frente a uma oficina, onde eram realizados serviços mecânicos. No último sábado (16), foram apreendidos na cidade 10 kg de drogase mais 5 kg na terça-feira (19). Informações de Correio e A Tarde.

Foto: Reprodução

Erro no projeto de cobertura pode comprometer segurança da Arena Fonte Nova

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A equipe do projeto da Arena Fonte Nova não considera prudente manter o improviso, temendo eventual excesso de água sobre a cobertura – cada folha pesa 1,5 tonelada –, e busca uma solução de engenharia. A questão é de segurança.

LUÍS AUGUSTO GOMESO Consórcio Arena Fonte Nova acaba de contratar a conhecida empresa norte-americana 3M para tentar resolver as sérias dificuldades que vem enfrentando desde dezembro com a cobertura do novo estádio, cuja inauguração está até agora confirmada para o dia 29 de março.

Aparentemente, todas as folhas da membrana de cobertura estão assentadas, e a informação oficial é de que só falta encaixar entre elas as calhas para captação de água. Mas, segundo fonte bastante próxima do empreendimento, a situação não é bem a que se divulga.

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A fonte reitera a informação prestada a este blog no início de janeiro, dando conta de um erro de projeto que estaria impedindo o encaixe correto – ou seja, parafusado – da membrana na estrutura metálica de sustentação da cobertura. Por isso, tentou-se uma solução de engenharia, que terminou não dando os resultados esperados.

Solução não serviria para a Copa do Mundo – Depois de assentadas as folhas da membrana de cobertura, ficou confirmado que não era possível parafusá-las nos arcos intermediários da estrutura. Foi quando surgiu novo problema, provavelmente causado pelo primeiro: uma folga em várias das braçadeiras que fixam a membrana à estrutura.

Em função desse problema é que teria sido contratada a 3M para aplicar sua tecnologia de ponta no sentido de colar a membrana à estrutura nos pontos nos quais não foi possível parafusar.

A solução, segundo a mesma fonte, é tida como provisória, para que o estádio seja inaugurado no prazo e possa sediar os jogos da Copa das Confederações, mas não poderá ser mantida para a Copa de 2014.

Mesmo tendo a 3M expertise no assunto, já que suas colas são usadas em foguetes da Nasa, a equipe do projeto da Arena Fonte Nova não considera prudente manter esse improviso, temendo eventual excesso de água sobre a cobertura – cada folha pesa 1,5 tonelada –, e busca uma solução de engenharia.

Segurança é o motivo do questionamentoPor Escrito, que divulga estas informações por uma óbvia questão de interesse público, faz três ordens de questionamento aos responsáveis, na expectativa de que as respostas tragam o devido esclarecimento sobre o assunto:

1. Foi ou não contratada a 3M? Em caso afirmativo, com que finalidade? Era uma contratação prevista no contrato original? Quem paga pelos serviços?

2. Todas as folhas da membrana de cobertura do estádio estão inteiramente parafusadas às estruturas de sustentação?

3. Houve ou não um erro de projeto na cobertura do estádio? (Por Escrito)

Caso New Hit: jovem revela terror vivido no ônibus da banda

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  • As garotas já prestaram depoimento em Ruy Barbosa, onde ocorrem as audiências

Ruy Barbosa – A reportagem de A TARDE teve acesso, com exclusividade, ao depoimento de uma das jovens de 16 anos – a que era virgem – que acusam nove músicos da New Hit de estupro. Nas declarações feitas à juíza Márcia Simões, na segunda-feira, 18, em Ruy Barbosa, a garota revela detalhes do terror vivido no ônibus da banda com a amiga.

A vítima relata que foi a Ruy Barbosa de van, com a amiga e uma prima dessa amiga, e se hospedou na casa de um outro amigo. Apesar de curtir as músicas da New Hit, elas foram à cidade para participar da micareta.

Na festa, fez amizade com um cordeiro e então conseguiu subir no trio da New Hit. Fizeram fotos com o celular da amiga e pediram a um dos membros da banda, Willian Ricardo de Farias, conhecido como Bryan, para tirar fotos, mas ele convidou as meninas para o buzu do grupo, pois outra banda iria tocar no trio. Assim que entraram no ônibus, Dudu e Alanzinho pegaram na bunda dela. A garota disse que não gostou e perguntou se eles costumavam fazer isso com todas as fãs. Os dois apenas deram risadas, sem dar importância.

Na hora da foto, Dudu colocou novamente a mão na bunda e ela retirou, ele então apertou. Bryan chamou as duas e alguns músicos para o fundo do buzu, alegando que a iluminação era melhor para fotos. Ela lembra que era aniversário do dançarino Guiga, que foi homenageado no show.

Não queria perder a virgindade – No fundo do ônibus, seguranças tentaram retirar as garotas, mas os músicos liberaram a presença delas. Em nenhum momento do depoimento, a vítima reconhece o PM Carlos Frederico como um dos seguranças.

Dudu pediu para ela sentar e os dois se beijaram. Não houve carícia e ela enfatiza que em nenhum momento falou que queria fazer sexo e perder a virgindade com o vocalista. Duas pessoas colocaram um pano branco no fundo do ônibus, empatando o local de ser visto por quem estava na frente. O comportamento de Dudu teria mudado a partir desse momento.

Algumas pessoas inclinaram os bancos, e a luz foi apagada. John, que estava no banco atrás dela, segurou as mãos da garota e tentou colocar o pênis na boca da menina, que abaixou a cabeça. Ela diz que alguém puxava o cabelo dela, para levantar a cabeça. Enquanto John fazia isso, Dudu partiu para cima dela. Ela gritou, mas ninguém ouviu. O trio tocava alto na praça.

Sangue na calcinha – Com o pano branco tapando tudo, o músico John segurou as mãos da garota e tentou colocar o pênis na boca dela, que abaixou a cabeça. Ela diz que uma pessoa puxava o seu cabelo, para levantar a cabeça. Enquanto isso, Dudu partiu para cima dela. A vítima usava um body preto, duas calcinhas e uma saia cinza.

Ela diz que Dudu afastou o body e as calcinhas e a penetrou com força. A garota não sabe dizer se o vocalista ejaculou dentro da vagina, mas informou que os braços, saia e body ficaram sujos de sêmen. Enquanto era penetrada por Dudu, John se masturbava e tentava colocar o pênis na boca dela. A garota recebia tapas no rosto e na bunda e viu sangue na calcinha e não estava menstruada.

Pílula do dia seguinte – Pouco depois do estupro, seguranças afastaram a vítima. Alguém disse que os seguranças seriam loucos se a deixassem sair suja daquele jeito. Uma outra pessoa a teria levado para o banheiro, dito: “Você gosta de dar para cantor”, e exigido que ela praticasse sexo oral. Até então, a garota não sabia o que se passava com a amiga, que já estava na porta do ônibus para sair.

Quando estava indo embora, Alanzinho bateu na bunda dela e Bryan abaixou o body. Ela ainda ouviu piadinhas, para que tomasse a pílula do dia seguinte, pois “a gala deles era grossa”.

Encontro com a amiga – Ao reencontrar a amiga, a mesma estava chorando. Sujas de sêmen, pediram para usar o banheiro de uma pousada, mas não contaram nada, com vergonha. A amiga disse que foi forçada por Bryan a entrar no banheiro, onde foi estuprada. Entravam de dois em dois. Um segurava e o outro penetrava.

A prima da amiga foi quem teve a ideia de denunciar o caso. Na delegacia, a vítima reconheceu Dudu, Bryan, Alanzinho e John. Guiga foi reconhecido pela amiga. Questionada pela juíza por que ficou no buzu após Dudu passar a mão nela, a jovem disse que pensou que não passaria daquilo.

João Eça

Luiz Tito | Ag. A TARDE

Dia Nacional de Luta contra redução salarial no Banco do Brasil

 

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O Sindicato dos Bancários de Conquista e Região realizará, na manhã desta quarta-feira (20), um ato de repúdio em frente à agência do Banco do Brasil na Praça Barão do Rio Branco, a partir das 9h30.

 

A ação faz parte do Dia Nacional de Luta e tem como objetivo denunciar à sociedade o autoritarismo da direção do BB contra os funcionários, que estão sendo penalizados com um novo plano de cargos que reduz a jornada de trabalho e impõe uma redução salarial de até 16%.

 

“O novo plano foi elaborado unilateralmente pelo BB sem consulta aos funcionários. Muitos deles estão sendo coagidos a assinarem o termo de posse dos novos cargos sem qualquer possibilidade de diálogo. Não podemos aceitar esses ataques ao direito do trabalhador”, denuncia o Presidente do Sindicato, Delson Coêlho.

 

Sindicatos de todo o país já acionaram a Justiça do Trabalho e o Ministério Público Federal para frearem a arbitrariedade do banco. Já existem decisões favoráveis que suspenderam os efeitos do novo plano. O movimento sindical entende que deve haver o respeito à jornada de seis horas, porém sem comprometer os direitos já conquistados.

 

A mobilização é forte em todo o Brasil e a possibilidade de greve não está descartada.

Programa Nacional de Combate ao Crack será apresentado em videoconferência


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Será realizada na próxima terça-feira, 19, a videoconferência do Programa “Crack, é possível vencer”. O evento acontecerá, em Vitória da Conquista, por intermédio do Banco do Brasil, com a participação de outras instituições, entre elas a Prefeitura Municipal.    A transmissão será realizada na sala de videoconferência do Banco, localizado na Praça Barão do Rio Branco, das 9h30 às 11h30.

O objetivo da videoconferência, que contará com a participação de Ministros de Estado e Secretários Nacionais, é apresentar o programa e sensibilizar os gestores para a sua metodologia.

Promovido pelo Governo Federal, por meio da Secretaria Nacional de Segurança Pública, o Programa “Crack, é possível vencer” pretende trabalhar em parceria com estados, municípios e a sociedade, investindo em ações de orientação da população, capacitação de profissionais, aumento da oferta de tratamento e atenção aos usuários, além do enfrentamento ao tráfico de drogas.

Artigo: Bahia sem coronéis

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Houve um tempo na política baiana em que todo o cenário eleitoral era perfeitamente desenhado dentro de um gabinete, o do todo-poderoso Antônio Carlos Magalhães. Tempo em que o coronel de plantão se orgulhava de afirmar que, na Bahia, ele seria capaz de eleger um poste. E elegia, de fato. Mas claro que na base do chicote e do dinheiro. E não se trata de figura de linguagem, nem quanto ao chicote nem quanto ao dinheiro. Utilizavam-se métodos bastante arcaicos de “convencimento”, sendo o mais conhecido de todos o dos “dossiês”, os temidos dossiês, que tanta gente calou, que tanta gente intimidou, que a tantos aniquilou. E era com vaidade patológica que ele exibia a todos os seus derrotados políticos. Era com satisfação quase demoníaca que ACM contabilizava aqueles aos quais havia jogado na lixeira política, que haviam sucumbido ante sua ira. Daí a alcunha “Toninho Malvadeza”.

Neste tempo, era fácil “adivinhar” quem seria o próximo governador da Bahia, o próximo senador, e até prefeitos eram sumariamente decididos ali, no Palácio do Coronel. Foi um tempo de violências absurdas, de falácias, de uso do aparato do Estado para enriquecimento de poucas famílias; tempo de domínio do Executivo, do Legislativo e até do Judiciário por um grupo político. Sim, o Judiciário estava também subjugado às ordens do todo-poderoso. Acovardado e incapaz de atuar com liberdade, era a manifestação mais evidente da debilidade de um Estado marcado por uma corrupção sistêmica. A Bahia deve ter sido, por isso mesmo, o último Estado brasileiro a livrar-se da Ditadura, praticada aqui com requintes de crueldade.

Hoje, assisto com espanto a inquietação dos vários grupos políticos baianos por não conseguirem ver definido o quadro sucessório para 2014. De fato, talvez pela primeira vez nos últimos 50 anos a sucessão ao Palácio de Ondina é uma incógnita capaz de sobressaltar o mais dedicado cientista político. Como bem diz a canção: “pode acontecer tudo, inclusive nada”. Isso mesmo. Vejamos: o governador Jaques Wagner simplesmente não consegue um nome de consenso em seu próprio partido para sucede-lo; sua aposta principal, o chefe de gabinete Rui Costa, não decola; derrapam as pretensões do secretário de Planejamento, José Sérgio Gabrielli, e o senador Walter Pinheiro usa a estratégia do silêncio para se consolidar; com a entrada no cenário do prefeito de Vitória da Conquista, Guilherme Menezes, dono de invejável biografia política e eleitoral, a coisa ficou ainda mais complexa. Há quem diga, pro outro lado que, do grupo governista, o candidato natural seria o vice-governador Otto Alencar, do PSD, único que consegue ter preferência inclusive de muitos petistas; por seu turno, o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT), emite sinais claros de interesse na disputa.

Enquanto isso, a oposição está à espera de um milagre. O único nome com alguma densidade eleitoral para a disputa é o do prefeito de Salvador, neto do Todo-Poderoso, que, para concorrer, teria que tomar um dos remédios mais amargos: renunciar ao cargo que ocupa para uma disputa que já se mostra inglória. Geddel Vieira Lima não enfileira cinco pessoas em sua defesa e seria derrotado no primeiro turno até mesmo pelo mais fraco oponente governista, fosse este quem fosse. Paulo Souto sumiu do cenário político e negou-se a assumir o que seria um sopro de vida eleitoral: uma secretaria no governo de ACM Neto em Salvador. O prefeito de Feira de Santana José Ronaldo, para não ser lembrado, nem toca no assunto, inteligentemente se esconde já que sua fartura eleitoral tem território delimitado.

Desta maneira, a Bahia vivencia momentos de profunda aflição pré-eleitoral: do lado governista porque há mesa farta; do lado da oposição porque, à mesa, falta. E que sintoma é este senão das profundas transformações políticas experimentadas pelos baianos nos últimos seis anos, com o fim de um modelo atrasado, violento e deseducador, que impedia a livre manifestação e que asfixiava o debate? A meu ver, estamos vivenciando um momento rico no qual é possível desenhar cenários e possibilidades. Mais que isso, é um momento em que, por mais que não seja ainda o modelo democrático de escolha dos candidatos, já sinaliza para uma concepção de sociedade na qual coronéis não governem mais, uma sociedade política com o mínimo de alienação e com o máximo de debates e propostas.

Remédio falso ganha espaço no mercado

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  • Grávida compra facilmente o Cytotec na Feira de São Joaquim

Encontrar medicamentos falsos ou fraudados idênticos aos originais é cada vez mais fácil. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 30% dos remédios em circulação no Brasil são falsificados.

Um teste realizado pela reportagem e uma apreensão feita pela Vigilância Sanitária de Salvador (Visa) dão uma dimensão do que o levantamento da OMS aponta.

A reportagem conseguiu, facilmente, adquirir o medicamento Cytotec na Feira de São Joaquim. Já a Visa, no último dia 22, realizou  a maior apreensão de  remédios falsos dos últimos dois anos em uma farmácia situada na Liberdade.

Brasil terá produção nacional de antirretroviral

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PF desarticula fraude de R$ 7 mi em remédios

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Raíza Tourinho