A Gente diz

Bula papal da eleição de frei Ruy Lopes como bispo de Jequié

 

Diletíssimo Filho José Ruy Gonçalves Lopes, Membro da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, Professor e Vigário Paroquial, na Arquidiocese de Feira de Santana, eleito Bispo da Diocese de Jequié, saúde e Bênção Apostólica. Nós que sucedemos o Beato Apóstolo Pedro e zelamos pela solicitude e bem de todo o Rebanho do Senhor.

Certamente, somos solícitos pela Igreja Catedral de Jequié, vacante desde a renúncia do Venerável Irmão Cristiano Jacob Krapf. Nós, seguramente,ó diletíssimo Filho, o temos na nossa mente, pois distinguiste egregiamente tanto no cuidado pastoral quanto nos dotes sacerdotais.

Por isso, com o conselho da Sagrada Congregação para os Bispos e com a nossa Apostólica Autoridade te nomeamos Bispo da Diocese de Jequié, segundo as normas do Código de Direito Canônico, que te concedem todas as faculdades para agir e, do mesmo modo, as obrigações estabelecidas, que estão vinculadas ao múnus episcopal.

Concedemos-te de boa vontade que recebas a Sagrada Ordenação Episcopal, como Bispo Católico, fora da Cidade de Roma e que as prescrições litúrgicas sejam respeitadas. Antes, porém, seja feita a Profissão de Fé e, por conseguinte, o juramento de fidelidade a nós e aos nossos sucessores, segundo as normas da Lei Eclesiástica. Ordenamos resolutamente, logo em seguida, que dês ciência desta Bula ao Clero e ao Povo da Sede de Jequié, aos quais exortamos a fim de que te recebam com alegria e permaneçam contigo em comunhão.

Finalmente, diletíssimo filho, suplicamos ao Espírito Santo Paráclito, “luz dos corações”, que te conceda os dons para sustentar os fiéis que te foram confiados, a fim de apascentar benignamente e com solícita caridade pelas palavras convincentes e muito mais com a eloquência do exemplo de uma vida de santidade. A paz de Cristo esteja ininterruptamente contigo, como também a proteção de Nossa Senhora Aparecida e, também, com esta comunidade Eclesial caríssima a nós. Dado em Roma, junto de São Pedro, no dia 04 do mês de julho do Ano do Senhor de 2012, oitavo ano de Nosso Pontificado.

Bento XVI

Genéricos e os interesses dos laboratórios farmacêuticos


Por conta das patentes concedidas indevidamente pelo então ministro José Serra, gastos do Ministério da Saúde se multiplicaram com a compra de medicamentos.

Por Cida de Oliveira

Ainda sem previsão, a votação da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4234 no Supremo Tribunal Federal (STF) é muito aguardada pelos movimentos em defesa da saúde pública e de acesso aos medicamentos.

A ação, protocolada em 2009 pela Procuradoria-Geral da União a pedido da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (Rebrip), questiona a constitucionalidade dos artigos 230 e 231 da Lei Brasileira de Propriedade Intelectual (Lei 9279), de 1996, elaborada e aprovada às pressas durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Esses dispositivos legais, que não foram discutidos como deveriam, permitiram que diversos produtos tecnológicos para os quais o Brasil não reconhecia proteção por patentes pela legislação anterior, entre eles medicamentos, todos registrados em outros países antes de 1995, recebessem patente no Brasil (as patentes de revalidação, ou pipeline) como se fossem novidade – quando, na verdade, já eram de domínio público e não poderiam mais ser protegidos da concorrência.

Na época, o escritório nacional de patentes nacional (Inpi) revalidou automaticamente as patentes concedidas em outros países sem passar por um exame técnico dos requisitos de patenteabilidade (novidade, atividade inventiva e aplicação industrial) no Brasil.

Assim foram revalidados automaticamente mais de 1.100 pedidos, entre eles mais de 750 medicamentos, como os utilizados no tratamento da Aids (efavirenz, lopinavir/ritonavir, abacavir, nelfinavir, amprenavir).

Se o STF julgar procedente a ação, caem de uma só vez patentes de uma série de produtos que expirariam até 2017. A medida é bem vinda porque, sem as patentes, torna-se legal a fabricação de versões genéricas, bem mais baratas.

As patentes elevam o preço dos remédios porque dão ao detentor o direito de exclusividade de venda, ou mesmo de designar quem vai poder vender, por um período de 20 anos, além de permitir que se coloque o preço que quiser. E não é só a substância ativa que pode ser patenteada.

Há patentes da substância e da manipulação que vai transformá-la em medicamento e até das combinações entre as substâncias que poderão vir a ser feitas. Isso causa confusão jurídica e os laboratórios se aproveitam de brechas para postergar a validade dessa proteção.

“Os prejuízos são enormes. Calcula-se que só entre 2009 e 2010 o Ministério da Saúde gastou R$ 123 milhões a mais só com a compra de quatro medicamentos daquela lista protegida por patentes indevidas. Se for contabilizado tudo o que governo e sociedade já gastaram a mais por causa disso desde 1996, o valor ultrapassaria o orçamento da União”, afirma a farmacêutica Célia Chaves, presidenta da Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), uma das entidades que compõem a Rebrip.

“Não sou contra patentes, quando legítimas. Mas nesse caso, da maneira como tudo foi feito, não tem como ser a favor. Trata-se de um grande desfalque em que uma lei atendeu aos interesses das grandes empresas e não do país.”

Segundo ela, mesmo que a tramitação se arraste até as vésperas da expiração das patentes, em 2017, e o STF decida pela inconstitucionalidade, há a possibilidade de uma nova ação cobrando o ressarcimento pelos prejuízos.

Criação dos genéricos

Outra aberração da lei brasileira de patentes é a pressa com que foi elaborada e aprovada. Em 1994, países-membros da Organização Mundial do Comércio (OMC) assinaram o Acordo Trips, que obriga o reconhecimento, por 20 anos, de patente para todas as áreas tecnológicas. Até então, era opcional patentear algumas áreas, como o setor farmacêutico.

Como as novas regras trariam mudanças, a OMC deu prazo até 2005 para os países em desenvolvimento se adequarem. Sem desobedecer o acordo, a Índia adaptou sua indústria para desenvolver versões genéricas, mais baratas, e por isso é hoje “a grande farmácia genérica do mundo”. Já o Brasil alterou a legislação em apenas um ano.

A nova lei prejudicou laboratórios brasileiros e fabricantes de matérias-primas e insumos. Far-Manguinhos, vinculado à Fundação Oswaldo Cruz, já fabricava sete dos medicamentos do coquetel antiaids no começo dos anos 1990. A produção e a comercialização foram então interrompidas. Em entrevista à Revista do Brasil, a química-farmacêutica Eloan Pinheiro, que na época dirigia Far-Manguinhos e o Sindicato dos Engenheiros Químicos do Rio de Janeiro, disse que poucos compreendiam o estrago que estava para ser feito apesar do discurso oficial de que caminhávamos para a modernidade.

E como o acesso universal ao tratamento de doentes de aids foi baseado na produção local de medicamentos vendidos a preços muito inferiores aos daqueles praticados internacionalmente pelos laboratórios detentores de patentes, logo vieram os efeitos colaterais da lei.

Os danos aos cofres do Ministério da Saúde nos anos seguintes a 1996, aliás, explicam o apoio de FHC à indústria dos genéricos – uma das principais propagandas do candidato à prefeitura de São Paulo José Serra (PSDB). Pressionado pela crescente demanda pelo custeio de tratamento para pacientes infectados pelo HIV – os gastos da pasta com aquisição desses medicamentos saltaram de US$ 35 milhões em 1996 para US$ 305 milhões em 1998, com tendência de aumento –, o governo que concedeu as chamadas patentes pipeline hoje questionadas no STF não viu outro jeito senão criar, três anos depois, o programa de medicamentos genéricos.

Segundo a Pró Genéricos, em dez anos foram investidos mais de US$ 170 milhões na construção e modernização de plantas industriais. Pela lei, os genéricos são, no mínimo, 35% mais baratos que os de referência.

A LPI é consequência de um projeto do então presidente Fernando Collor de Mello, que pretendia atrair investimentos externos. O projeto se arrastou na Câmara e no Senado, onde, sob pressão explícita do governo brasileiro, da embaixada dos Estados Unidos e do lobby da indústria, especialmente a farmacêutica americana, foi sucessivamente modificado até a sua aprovação, ainda no primeiro mandato de FHC.

Genéricos: FHC preservou interesses de laboratórios

Por Marco Antonio L.

Da Rede Brasil Atual

Juiz de Rio de Contas manda suspender divulgação de pesquisa

O Juiz da 101ª Zona Eleitoral, atendendo ao pleito da Coligação “Pra Frente Rio de Contas”, determinou que o candidato Cristiano Cardoso de Azevedo suspenda a divulgação de pesquisa eleitoral onde o mencionado candidato aparece em primeiro lugar, sob pena de multa diária de R$ 10.000,00 em caso de descumprimento.

A pesquisa foi registrada sem indicar dados referentes ao número de eleitores entrevistados na Sede, nos Distritos e Povoados, e não mencionou o sexo, a idade, o grau de escolaridade e renda dos entrevistados, o que indica clara irregularidade e clara suspeita de fraude. Declara a assessoria de comunicação da coligação ” Pra frente Rio de Contas”
veja integra da decisão abaixo

Crítica dos bandidos de toga, Eliana Calmon deixa cargo de corregedora de Justiça

Brasília – Depois de dois anos de um mandato intenso, a ministra Eliana Calmon deixa hoje (4) o cargo de corregedora-geral de Justiça. O término de sua gestão foi lembrado nesta terça-feira à noite, no final da sessão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Eliana Calmon ganhou projeção nacional quando disse que era preciso ter cuidado com os “bandidos de toga”. A declaração foi divulgada em entrevista no ano passado, pouco antes de o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir até onde o CNJ poderia ir na investigação de magistrados. Na época, a corregedora foi criticada por grande parcela da magistratura nacional e, em especial, pelo então presidente do CNJ e do STF, Cezar Peluso, que classificou as declarações da corregedora de “levianas”.

Outro episódio polêmico relacionado a Eliana Calmon foi a decisão de investigar indícios de irregularidades no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). Maior corte do país, por onde circulam cerca de 60% dos processos, o tribunal é conhecido pelo perfil conservador e avesso a interferências externas.

“Entendi que era preciso calçar as botas de soldado alemão e fazer inspeção, mesmo que eles não quisessem. E todos viram o que aconteceu”, disse, ao relembrar o episódio. Na época, Eliana Calmon foi acusada de quebrar ilegalmente o sigilo de milhares de pessoas ligadas ao tribunal, o que não ficou provado.

A corregedora disse que foi muito rigorosa com a corrupção porque os juízes não têm direito de transigir eticamente e admitiu que seu estilo “verdadeiro” e “sem limites” causou problemas. “Minha vida nesses anos foi extremamente incômoda, mas eu me dispus a ser assim para ser inteira, para fazer o que estava ao meu alcance”, observou Eliana Calmon, garantindo não guardar mágoas.

Ela tentou concluir hoje o julgamento de quase 30 processos que estavam sob sua responsabilidade, mas houve pedidos de vista na maioria dos casos, como o que apura se houve negligência na direção do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro no episódio que culminou com o assassinato da juíza Patrícia Acioli. Com a saída da corregedora, a conclusão desses processos deve demorar ainda mais porque eles serão distribuídos a um novo relator.

Eliana Calmon voltará a dar expediente no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e só deve deixar a magistratura daqui a três anos, quando se aposenta compulsoriamente. O cargo de corregedor-geral será assumido pelo ministro Francisco Falcão, também do STJ.
Débora Zampier
Repórter da Agência Brasil

Com viagem à Europa e Ásia, Wagner passa governo a Otto e evita desfile do 7 de Setembro

Presidido pelo governador da Bahia em exercício, Otto Alencar, e coordenado pela Marinha, através do Comando do 2º Distrito Naval, o desfile cívico-militar do 7 de Setembro, em comemoração ao 190º Aniversário da Independência do Brasil, está previsto para começar a partir das 9h desta sexta-feira. O desfile terá início no Corredor da Vitória e seguirá pela Avenida 7 de Setembro, até a Praça Castro Alves. Às 8h35, o comandante do 2º Distrito Naval, vice-almirante Antônio Fernando Monteiro Dias, autoridade militar de maior precedência na Bahia, passará em revista a tropa e, às 8h55, receberá o governador em exercício o hasteamento das bandeiras do Brasil, da Bahia e de Salvador, em frente ao palanque montado no Campo Grande. Após o hasteamento das bandeiras, o governador em exercício dá entrevista coletiva, ao lado do palanque oficial, e autoriza o início do desfile, que está dividido em três partes: militar, civil e hipo-motorizada; totalizando um efetivo de 6.321 pessoas desfilando, sendo 4.664 militares e 1.657 civis.

Caso do New Hit – laudo confirma estupro de adolescentes –

  • Músicos são acusados de estuprar adolescentes em Ruy Barbosa

“Eu esperava este resultado, pois sempre confiei na minha filha e sabia que Deus mostraria, com clareza, a verdade. Me sinto aliviada, porque sei que a justiça está sendo feita”. Esta foi a reação da mãe de uma das adolescentes de 16 anos que acusam os músicos da New Hit de estupro, ao saber, nesta segunda, 03, pela equipe de A TARDE, do resultado oficial dos exames de corpo de delito feitos nas meninas. Divulgado pela manhã, o documento confirmou que elas foram violentadas.

O laudo já está em poder da juíza Márcia Costa, titular da Vara Crime de Ruy Barbosa (a 379 km de Salvador), desde a última sexta-feira, mas só nesta segunda teve o resultado revelado pelo delegado Marcelo Calvacante. “Prefiro não passar algumas informações para que as duas menores não sejam expostas”, observou o delegado. Agora, ele aguarda o resultado da perícia feita nas roupas das jovens. “Já encaminhei dados preliminares do flagrante e dos depoimentos para a Justiça, que já transformou tudo em processo”, frisou.

Nesta segunda, também, a Justiça negou o pedido de liberdade provisória solicitado, no dia 29, pelos advogados Cleber Andrade e Dênis Leão, que defendem os músicos custodiados no Presídio Regional de Feira de Santana (a 108 km de Salvador) desde sexta-feira. Cleber Andrade disse que, provavelmente nesta terça, entrará com um pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça da Bahia. “Vamos entrar com todos os recursos que o caso pode ter”, afirmou.

Por outro lado, as famílias das adolescentes ressaltaram o empenho dos conselheiros tutelares e da polícia no encaminhamento do caso. “Eles fizeram um trabalho profissional e respeitoso. Só tenho que agradecer por tudo”, disse uma das mães. A reportagem tentou falar com o pai do vocalista Dudu, Raul Martins, mas a ligação caía na caixa postal.

O caso – De acordo com as garotas, os integrantes da banda as violentaram quando elas foram ao ônibus pedir autógrafos e fazer fotos com eles após o show realizado na micareta de Ruy Barbosa. Os rapazes as atraíram para o fundo do veículo, onde uma foi estuprada por todos eles e a outra pelo vocalista da New Hit, Eduardo Martins Daltro, o Dudu.

Alean Rodrigues e Miriam Hermes

 

Casagrande desabafa: “Sou um impotente frente às drogas”.

Casagrande tenta atualmente a ascensão ao equilíbrio, declarando ser impotente frente ao oponente.(Foto: Reprodução)Depois de sofrer derrotas consecutivas durante três décadas, Walter Casagrande Júnior vem tentando há dois anos virar o placar, conquistando vitórias diárias com ajuda de auxiliares em uma competiçãosem prazo de encerramento. O comentário resume o empenho e técnica adotada para evitar o ataque do adversário: as drogas.“Se saio sozinho, estou num bar tomando um chopp com os amigos e tenho vontade de ir num banheiro, eu fico receoso. É no banheiro que as pessoas usam cocaína quando estão no bar. Eu então evito. Pego meu carroe vou até minha casa. Sempre que saio sozinho, fico ao redor da minha casa. É meio desgastante esta preocupação, mas eu prefiro não correr o risco”.Da posição de um provável rebaixamento definitivo, após sofrer quatro overdoses entre 2005 a 2007 pelo uso de cocaína e heroína, o ex-jogador da Seleção, ídolo da torcida corintiana e comentarista de futebol da Rede Globo tenta atualmente a ascensão ao equilíbrio, declarando ser impotente frente ao oponente.

“Sou um derrotado perante a droga”, diz ele. A admissão é o primeiro passo para se livrar do vício que esteve presente em 60% de sua existência e que culminou em um acidente quase impensável: há cinco anos, em setembro de 2007, ele capotou o veículo que dirigia e atingiu vários carros parados em uma tranquila rua da Vila Romana, na zona oeste da capital paulistana.

Visivelmente alterado, ele foi levado para um hospital, no qual permaneceu durante três dias em estado de confusão mental. Dali, Casão, apelido pelo qual os amigos lhe chamam, seguiu para um internamento compulsório em uma clínica de recuperação de Itapecerica da Serra (SP), onde passou um ano se preparando para retornar. (Carlos Ohara,Portal Terra)

Dirigentes do BMG serão julgados em Minas Gerais por gestão fraudulenta

Quatro dirigentes do BMG serão julgados pela Justiça Federal de Minas Gerais. Ricardo Guimarães, João Batista de Abreu, Márcio Alaôr de Araújo e Flávio Guimarães são acusados de gestão fraudulenta e falsidade ideológica. A instituição financeira é apontada pela Procuradoria-Geral da República como o banco que, junto com o Rural, concedeu empréstimos fraudulentos para o PT. Desdobramento do mensalão, o processo tramitava no Supremo Tribunal Federal (STF) porque um dos réus, José Genoino (PT), tinha foro privilegiado por ser deputado federal. Como o petista não se reelegeu em 2010, o caso retornou à 4ª Vara da Justiça Federal em Belo Horizonte, em 2011. Também são réus o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, o publicitário Marcos Valério e sua mulher, Renilda Santiago, e os ex-sócios dele Cristiano Paz, Ramon Hollerbach e Rogério Tolentino.

Homem é preso após manter mulher e filho em cárcere privado

Um homem foi preso em flagrante, na manhã desta segunda-feira (3), após manter a mulher e o filho de cinco meses em cárcere privado em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. Leandro dos Reis Nogueira é acusado de ter mantido os dois trancados no quarto da residência do casal desde domingo. A briga do casal começou depois de Leandro ter sido pressionado pela mulher para revelar a identidade de uma amante, que momentos antes havia ligado para o celular dele. O acusado se irritou com o questionamento da companheira e a empurrou sobre um engradado de cerveja, segundo a assessoria da Polícia Civil. A vítima sofreu escoriações com a queda e ainda tentou fugir levando o bebê, mas o marido a alcançou e a conduziu a força para o quarto. A mulher conseguiu fugir na manhã desta segunda-feira (3) e chegar até a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), após Leandro destrancar o quarto para pegar as chaves do mercado onde trabalha. O acusado foi autuado em flagrante por crime de ameaça e ficará custodiado no Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep). (Correio)

Falsa Pesquisa gera descontentamento de importante parcela da população no Município de Brumado

População Brumadense questiona pesquisa de opinião pública, realizada no município de Brumado, que não corresponde à realidade dos fatos.  Os dados coletados e a pesquisa apresentada geraram no seio da sociedade, repulsa e protestos.

Em nota publicada no site da campanha, a candidata a prefeita Marizete Pereira e o vice-prefeito Marlúcio Abreu, lamenta a tentativa de fraude que forças estranhas, aliadas ao grupo que pretende a todo custo vencer as eleições,  estão criando e movimentando para sensibilizar a opinião pública, com fatos que não são verdades e usando todos os tipos e instrumentos,  para gerar opinião. Inclusive, a contratação de um Instituto, que, em sua trajetória, carrega o histórico de realização de uma  pesquisa no mesmo formato, (vetada pela justiça), que não correspondia a realidade do pensamento de sua população. Trata-se do Município de Araguari no Estado de Minas Gerais. –  Relacionou a nota.

Seria oportuno que as providências sejam tomadas, não só pelos grupos oposicionistas, que correm rumo ao paço municipal e ou  para o parlamento. Mas, que, o ministério Público local também possa se  manifestar,  exigindo melhores esclarecimentos quantos aos procedimentos , coletas e tabulação da Pesquisa, caso haja mesmo erro, que puna com o rigor da lei ao patrocinadores e O Próprio Instituto.

Acredito que , sendo assim , as máscara caia e o povo  agradece.

Segue integra da nota do site>

 

Pereira (PT), a empresa COMPET- Pesquisa, Marketing e Treinamentos, responsável pela realização da última pesquisa eleitoral publicada na cidade, é suspeita de ter fraudado uma pesquisa no município de Araguari (MG) recentemente. No início do mês de agosto, a juíza eleitoral da 16ª Zona Eleitoral, Juliana Ventura, vetou a divulgação da referida pesquisa, encomendada pelo grupo que apóia a candidatura à reeleição do atual prefeito. A pesquisa teria sido contratada pelo Jornal Informe do Comércio de Araguari, que tem contrato com a Prefeitura local. “É por isso que tanto questionamos os gastos e as relações do município com certos veículos de comunicação social. Cada dia me convenço mais de que estamos lidando com pessoas de caráter duvidoso que, com incrível frequência, traem a confiança do eleitor. Lamentável!”, afirmou o redator do site Observatório de Araguari, que divulgou matéria denunciando o caso. Em Brumado, a pesquisa foi encomendada pela Rádio Alternativa FM, que tinha contrato com a Câmara e a Prefeitura até o início do período eleitoral

 

A candidata cara de pau e o juiz fora de hora

 

 

O vídeo constrangedor em que a deputada Cláudia Oliveira (PSD), candidata a prefeita de Porto Seguro, comete a desfaçatez de afirmar que vai embolsar metade de R$ 2 mi destinados à construção de uma ponte colocou em situação delicadíssima o juiz Josevandro Souza Andrade.

Corregedor da Justiça Eleitoral, ele também aparece – de sunga vermelha – nas filmagens que correram o país como uma prova de como, de forma absolutamente despudorada, alguns políticos tramam contra os interesses da população quando acham que estão protegidos pela privacidade.

Tão logo o vídeo de Cláudia, uma deputada inexpressiva na defesa dos interesses populares na Assembleia Legislativa, virou um hit na internet, magistrados identificaram Josevandro como um dos membros do grupo que acompanhava a parlamentar em seu passeio pela floresta.

A hoje candidata foi filmada como uma estrela de quinta há dois anos pelo próprio marido, que, além de ameaçar (de brincadeirinha) diversas vezes que divulgaria a gravação para a (Rede) Globo, num determinado momento pergunta a uma senhora que os acompanha o que acha da proposta da mulher.

Sorridente, a segunda personagem gargalha, satisfeita, dizendo concordar plenamente com a candidata. É sua cúmplice também. Quando a imagem veio a público, Cláudia tentou dizer que ela não falara em milhão, mas em “agulhão”. Cinismo!

Mas o que os colegas do juiz que se encontrava no mesmo palco da promessa de corrupção da candidata querem saber é o que ele fazia com aquela turma. E como atuará no Tribunal Regional Eleitoral, onde é corregedor, nas questões envolvendo a candidata.

Isso mesmo: porque em qualquer lugar sério do mundo, esta senhora chamada Cláudia Oliveira renunciaria não apenas à candidatura de prefeita como à vida pública, envergonhada pela exibição do seu projeto mesquinho – para usar um eufemismo! – para a Prefeitura de Porto Seguro.

Mas no Brasil e na Bahia, ela continua firme e forte na candidatura, contando lamentavelmente com a conivência e proteção de alguns colegas de Assembleia e espalhando, inclusive, que cresceu nas pesquisas depois da divulgação daquele espetáculo grotesco. Pois é, pense aí num absurdo…

 

 

http://youtu.be/t5z1tyKcGDg

PROCURADOR FEDERAL RECEBE REPRESENTAÇÃO DO MCMP CONTRA A VIA BAHIA

 


 

O Procurador do Ministério Público Federal, Mário Alves Medeiros, recebeu da Promotora da Cidadania do Ministério Público Estadual, Guiomar Miranda de Oliveira, a Representação do Movimento Contra a Morte Prematura-MCMP, contra a Via Bahia, sendo entregue ao Presidente do MCMP, André Cairo, o OF.PJ-558/2012, de 09/08/2012, informando o encaminhamento para providências, na construção de quatro viadutos no Anel Viário, em Vitória da Conquista, cruzamentos, URBIS VI, Barra do Choça, Campinhos e Av. Brumado, cobrado pelo Movimento há 10 anos, com manifestações, audiências, documentos em mãos de Sergio Ray Santillan, então presidente da Via Bahia, etc.  

 

Na inauguração do Anel Viário em 2002, o Presidente do MCMP, entregou ao Ministro João Henrique, um Ofício solicitando a construção dos viadutos, já tendo ocorrido oito mortes, e em seguida para o Ministro Anderson Adauto, respondendo ao MCMP que iria analisar. Em 2010 a Via Bahia passou a ser proprietária da BR 116, por 647 Km, durante 25 anos. “A construção dos viadutos custa apenas CR$12 milhões, enquanto tomamos conhecimento que a Via Bahia fatura CR$ 1 milhão por dia, já tendo ocorrido 250 acidentes desde 2010, mortes prematuras, seqüelas irreparáveis, perdas e danos, pânico etc., voltando  perguntar a Via Bahia: quem será a próxima vítima?” Finaliza Cairo, acreditando no Procurador Federal, Mário Alves Medeiros.

 

ACOM do MCMP