A Gente diz

Nova versão de Bruno faz advogado de Macarrão renunciar

 

 

O advogado Wasley César de Vasconcelos renunciou no final da manhã desta segunda-feira (12) à defesa de Luiz Henrique Romão, o Macarrão, ex-secretário do goleiro Bruno Fernandes de Souza, ambos denunciados pelo desaparecimento e morte de Eliza Samudio, em junho de 2010.

Advogado do Bruno diz que Eliza está morta e culpa Macarrão

Vasconcelos deixa o caso após o advogado do goleiro, Rui Caldas Pimenta, afirmar que Bruno vai dizer à Justiça que Eliza está morta e que o mandante do crime é seu ex-secretário particular. A afirmação, feita à Folha na última quinta-feira, foi divulgada na noite de domingo, na estreia do TV Folha, na TV Cultura.

A reportagem completa está na Folha de hoje, disponível a assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.

Em contato com a reportagem no final desta manhã, Vasconcelos se limitou a dizer que deixava a defesa de Macarrão por razões de “foro íntimo”. Ele disse também que Macarrão já tem um novo advogado.

PAULO PEIXOTO
DE BELO HORIZONTE

Estelionatário é detido por populares dentro de agência Bancária.

DSCF8609O mineiro Wellington Oliveira Correia, 39 anos, foi preso por volta das 12h desta segunda-feira (12), enquanto tentava aplicar o golpe do cartão na agência da Caixa Econômica, na Praça Barão do Rio Branco.Segundo testemunhas, o acusado se aproximou da vítima ofereceu ajuda, meio que de forma forçada, pegou o cartão da idosa e tirou o saldo. Ela desconfiou e pediu a identificação ao golpista de forma a chamar atenção dos que estavam por perto. Ele ainda tentou fugir, mas acabou sendo perseguido e imobilizado por populares que chamaram a polícia.Com Wellington os policiais encontraram 16 cartões de banco e alguns cartões de visita. Ele foi preso e encaminhado ao Disep.Postado por Frarlei Nascimento em março 12th, 2012

FTC Conquista seleciona professor de Educação Física

 

 

 

 

 

Até o dia 23 de março a FTC Conquista mantém abertas as inscrições para Processo Seletivo para contratação de Professor Permanente para atuar no curso de Educação Física. A previsão de contratação é para o mês de abril.

O candidato precisa ter graduação em Educação Física e pós-graduação Lato ou Strictu Sensu. A inscrição deve ser feita no Setor de Recursos Humanos da FTC Conquista, entre os dias 12 e 23 de março, das 9h às 11h30 e das 15h às 17h30.

Outras informações poderão ser adquiridas pelos telefones (77) 3422-8813 e 3422-8816, ou no Edital de Seleção, disponível no Portal FTC (www.ftc.br).

Terceira edição do Drops Publicitário discute Processo Criativo – O evento acontece no auditório da FTC Conquista

 

 

A jornalista e Diretora de Criação de Mídias Sociais da AGTM Comunicação, Michele do Carmo, é a convidada da terceira edição do Drops Publicitário – encontro promovido pelo curso de Publicidade e Propaganda da FTC Conquista.

Junto com estudantes, professores e outros profissionais do mercado de Comunicação de Vitória da Conquista, Michele do Carmo vai falar sobre o Processo Criativo, sob o tema “O que é que a baiana tem?”.

A terceira edição do Drops Publicitário será realizada no auditório da FTC Conquista, nesta quarta-feira, 14, às 19h. A entrada é franca.

FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS – FTC

Em Conquista o mercado de motos de alta cilindrada estar em alta

As Motos mais Potentes do Mundo ja se encontra a venda em Vitóira da Conquista -Ba

Caso vc enteresse comprar uma dessas – endreço: Avenida Alagoas 179 -Bairro Brasil – praça do cajá – fone – 077 3421-9190As Motos mais Potentes do Mundo – A SKAPE  MOTOS, empresa  conquistense  que revende as marcas SUZUKI MOTOS,  que tem a frente o jovem empresário Andre,  já pontua como líder do segmento,    na revenda de   motocicletas de alta cilindradas na região sudoeste Baiano.

Segundo o empresário, o mercado de revenda de motocicletas em Vitória da Conquista, como na Bahia e no Brasil, se encontra  bastante aquecido,  e as expectativas é de que cresça ainda mais, e isso também confere para as motocicletas de alta cilindradas, que a uma demanda menor, mais o seu valor e bem maior.

Segue alguns
modelos  – F

Os preços
destas motocicletas  chegam a custar   90,000 mil reais

 

Fiz uma pesquisa e segundo a minha humilde opinião destaco 5 motos de
grande potencia e belos design, aqui está o Top Five “As Cinco Motos mais
Potentes do mundo”.

Em último lugar a Honda CBR FireBlade
1000RR

Equipada com um quatro cilindros em linha de 999 cm³ DOHC (duplo comando de
válvulas no cabeçote), a Fireblade agora gera 177 cv de potência a 12.000 rpm
(ante os 171,3 a 11.250 rpm da versão 2007).

Com uma curva de torque mais
linear, chegando ao pico de 11,3 kgfm a 8.500 rpm, as respostas estão mais
mansas ao acelerador.

Em 4º Lugar a Yamaha R1

Uma esportiva para dar vontade de acelerar muito.

A tomada de ar
funciona como um turbocompressor natural, que em velocidades acima de 200 km/h
eleva a potência de 180 cv para 189 cv. O torque também é beneficiado pela
indução de ar, subindo de 11,5 kgfm para 12,1 kgfm a 10.000 rpm.

Em 3º Lugar a Suzuki B-King

Além do design bastante arrojado, caracterizado pelas duas saídas de escape
sob o banco e pelas setas embutidas no tanque, o motor da Suzuki B-King à mostra
– bem ao estilo naked – é seu grande destaque. Também não é por menos. O enorme
propulsor de quatro cilindros em linha e exagerados 1.340 cm³ que equipa a
B-King é nada mais nada menos o mesmo da última geração da superesportiva Suzuki
GSX 1300R Hayabusa, uma das motos mais velozes do mundo.

Com refrigeração
líquida, injeção eletrônica, dupla borboleta de aceleração e outros atributos, é
capaz de produzir 184 cv de potência máxima a 9.500 rpm. Número que faz da
Suzuki B-King a motocicleta naked mais potente do mundo. O torque também merece
menção: 14,89 kgm a 7.200 rpm.

Em 2º Lugar a impressionante Suzuki Hayabusa
1300

A aerodinâmica inspirada no falcão de caça japonês chamado Hayabusa, que
também ultrapassa a barreira dos 300km/h, é uma máquina tão singular que
inaugurou uma nova categoria esportiva: a Utimate Sports.

Motor 4 tempos, 4 cilindros em linha com 16 válvulas, DOHC, refrigeração
líquida, com SRAD, 1340cm³ de cilindrada, 6 velocidades na transmissão,
alimentação por injeção eletrônica, sistema de partida elétrica, potencia máxima
de 197hp a 9.500rpm e um torque máximo de 15,81kgf.m/7.200rpm. No seu tanque de
combustíveis cabe 21 litros.

Em 1º Lugar a extraordinária Kawasaki
ZX-14

A nova ZX 14 é a mais potente moto street, produzida em série, da marca
japonesa. Ela vem para desbancar a Suzuki Hayabusa de 1300 cc que atinge 307
km/h. Esta Nova kawa de 1.352 cc pretende bater os recordes de velocidade entre
as grandes esportivas de turismo e colocar a Kawasaki de novo no topo depois de
muitos anos ficando atrás da Suzuki com a sua 1300 cc.

A nova ZX14 tem mais de 200 cavalos e não teve muitos de seus dados técnicos
divulgados pela fábrica, prática normal que é para chamar à atenção ao novo
modelo. Com essa moto a ZX12 deve estar com os dias contados.

Morre o Pastor Florentino em Vitória da Conquista


Foto: site Igreja Batista Betesda


Faleceu na noite deste domingo (11), em Vitória da Conquista, o Pastor Florentino Novais, 79 anos. O corpo está sendo velado no Tempo da Igreja Batista Betesda, localizada na Avenida Otávio Santos.

O culto religioso será celebrado às 13h30. O sepultamento acontece às 17h, no cemitério da cidade de Itambé.

fonte blog da resenha

Bahia terá parque eólico financiado pelo BNDES

Foi aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) o financiamento de quase R$ 390 milhões para a construção de cinco parques eólicos na região Nordeste, um deles na Bahia. Os outros quatro serão construídos no Rio Grande do Norte. A Neoenergia e a Iberdrola Renováveis do Brasil vão controlar os complexos. Os projetos, que foram vencedores do leilão de fontes alternativas de 2010, integram o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Em 2011, mais de R$ 5 bilhões foram investidos em energia eólica no país, sendo R$ 3,4 bilhões financiados pelo BNDES. Com informações do Portal Band.com.

Corrupção está mais ‘rasteira e evidente’, avalia especialista

 


A corrupção vem crescendo no Brasil, nas últimas duas décadas, porque o Congresso, na prática, aboliu as cassações de mandato como forma de punição. É o que diz Modesto Carvalhosa, que na próxima quinta-feira completa 80 anos.

Em meio a uma dezena de obras que publicou, sobretudo em direito societário e comercial, Carvalhosa coordenou as 493 páginas de “O Livro Negro da Corrupção” (1995), centrado nas revelações que levaram à queda, em 1992, do então presidente Fernando Collor de Mello.

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Modesto Carvalhosa, coordenador do 'Livro Negro da Corrupção
Carvalhosa, coordenador do ‘Livro Negro da Corrupção’

Modesto Carvalhosa foi professor de direito comercial na USP, presidente do Condephaat (1984-1987), quando foi tombada a Serra do Mar, consultor da Bovespa e presidente do Tribunal de Ética da OAB-SP. Também presidiu a Associação de Docentes da USP, liderando em 1978 uma greve contra o regime militar.

Sua publicação de maior fôlego foram os quatro volumes dos “Comentários à Lei das Sociedades Anônimas”, publicados em 1977 e atualizados em sucessivas edições até o ano passado.
O professor e advogado é homenageado em documentário de 45 minutos produzido por sua filha Sofia.

O filme passará em duas sessões na próxima quarta-feira, no MIS (Museu da Imagem e do Som), às 21h e às 22h. Os ingressos são gratuitos, mas para a primeira sessão eles já estão esgotados.

Folha – Excetuados os textos de direito, sua obra mais conhecida é “O Livro Negro da Corrupção”, de 1995. Desde sua publicação, a corrupção aumentou ou diminuiu no Brasil?
Modesto Carvalhosa – A situação piorou. Na época prevalecia uma ética na sociedade que levava os corruptos, ao menos no Congresso Nacional, à cassação. Hoje em dia a corrupção é mais rasteira e evidente. O instituto da cassação foi abolido, na prática. O último político atingido foi o José Dirceu, em 2005. A sanção política desapareceu, e com isso há agora muito mais campo para corruptores e corruptos.

E a Lei da Ficha Limpa?
É é uma grande medida, mas não impede que o político eleito vá sujar sua ficha dentro do Congresso, o que ocorre se ele for cooptado pelos lobbies corruptores. A única inibição da corrupção é a sanção social, representada pela falta de decoro e pela cassação.

O chamado “presidencialismo de coligação” teria algo a ver com a impunidade?
Claro, já que o Brasil é um país presidencialista, mas que adota um governo que teoricamente tem um pouco a ver com o Parlamentarismo europeu no pós-Guerra. No Brasil a coalizão de partidos não dá sustentação ao governo, ela divide o poder com ele. Cada partido troca o seu apoio por cargos. Isso gera crises frequentes. E os partidos, por lotearem o poder, acabam por se unir para evitar a punição de ministros, deputados e senadores.

Há alguns anos a percepção era de que a corrupção estava circunscrita ao Executivo e ao Legislativo. O Conselho Nacional de Justiça mostra que uma minoria do Judiciário também está contaminada. A seu ver o CNJ já está solidificado, ou ainda podem cortar as asas dele?
A dialética dessa questão é interessantíssima. A partir de dezembro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal enfrentou um desgaste, uma desmoralização na opinião pública, por ter impedido que o CNJ fiscalizasse desembargadores. Mas a opinião pública elegeu o CNJ como um órgão de atuação positiva e moralizadora, como a grande instituição brasileira capaz de atuar contra as improbidades.

O sr. é um crítico histórico da lentidão do Judiciário. Até que ponto a quantidade de recursos emperra os processos, muito mais que o anacronismo dos tribunais?
A reforma do Poder Judiciário deveria seguir recomendações de outro tribunal superior, o STJ (Superior Tribunal de Justiça), que tem a visão mais arejada e moderna do problema. O papel do STJ é extraordinário. Ele sugere um sistema em que os casos podem terminar em conciliação ou arbitragem. Seria necessária uma emenda à Constituição, que, sem afetar o direito pleno à defesa e à cidadania, desse força judicial a essa alternativa. Seria o caminho para as questões que não são de interesse coletivo. Um acidente de trabalho é questão de interesse coletivo. Mas não é o caso de uma disputa societária, entre sócios e acionistas. É um litígio próprio à arbitragem, sempre e apenas em primeira instância. Há 80 milhões de processos em curso no Brasil. Seriam necessários 800 mil juízes e 100 mil desembargadores para lidar com essa massa, o que é materialmente impossível.

E a súmula vinculante [decisões do STF que devem ser seguidas em instância inferior], de que se falou tanto há alguns anos?
Isso é algo muito, muito importante. Pena que não esteja se expandindo.

Vejamos o direito societário, sobre o qual o sr. lecionou e publicou. As empresas com controle acionário pulverizado e com administração profissional deram -ou não- mais dinamismo aos mecanismos de decisão?
Cada caso é um caso, dependendo dos administradores. Nos anos 90 falou-se em “governança corporativa” como se fosse uma religião, ao lado do cristianismo e da fé islâmica. Mas os administradores das companhias de controle pulverizado muitas vezes se apropriam de recursos imensos, por meio de bonificações que eles têm o poder de conceder a si mesmos. Há na Europa e Estados Unidos casos em que administradores recebem honorários de US$ 10 milhões, US$ 50 milhões. Companhias com controladores mantêm a rédea sobre os administradores. No mercado americano, montadoras há três anos falidas distribuíam milhões em bônus aos administradores.

Como o sr. avalia o desempenho das estatais brasileiras, que têm um grande controlador, a União?
Depois das privatizações, as estatais que permaneceram sob controle do Estado são administradas de modo mais técnico, conveniente, mais profissionalizado, mas com deficiências próprias à ingerência política e pressão dos fundos de pensão, que atuam como repúblicas independentes, dentro do Brasil.

Qual seu tombamento preferido: o Caetano de Campos, em 1975, quando o sr. chefiou um grupo de pressão, ou a Serra do Mar, quando o sr. presidia o Condephaat, durante o governo de Franco Montoro (1983-1986)?
No caso do Caetano de Campos eu era jovem, e, além da questão urbanística, havia a contestação de uma decisão autoritária do regime militar. Além disso eu estudei no Caetano de Campos, onde tenho fortes raízes sentimentais. Naquela época, o governo pretendia fazer uma grande estação de metrô na praça da República, às custas da demolição daquele colégio. Nas semanas em que durou o caso a Folha dava chamadas de primeira página. Eles ao fim recuaram.

Entre 1977 e 1979 o sr. também presidiu a associação dos professores da USP, que promoveu uma greve. Havia também contestação ao regime?
Claro que sim. Foi um momento que aconteceu quando tomávamos consciência da necessidade urgente de mais democracia. Nossa greve ocorreu na mesma época que a dos metalúrgicos de São Bernardo.

Chegou a ser convidado para entrar em algum partido político?
O governador Montoro me fez alguns convites, mas eu preferi nunca me filiar a nenhum partido.

Sua geração viveu a adolescência no pós-Guerra, quando as pessoas acreditavam que o mundo seria melhor, diferente.
O mundo mudou desde então, e para melhor. A democracia se impôs em certas áreas e ela funcionou como uma forma de aperfeiçoamento civilizatório. Houve um grande avanço nos direitos da sociedade civil. Com relação ao Brasil, estávamos em mãos de uma oligarquia que acreditava em valores éticos, mas não tinha uma visão social. Ocorreu uma abertura, mas a classe política ficou com um perfil mais vulgar. A sociedade civil, no entanto, cresceu e está bem mais poderosa.

Qual o papel das ONGs nesse processo?
Todos os movimentos sofrem, depois de determinado tempo, os efeitos da burocratização, da degeneração, de perda de seus objetivos iniciais. As ONGs perderam muito de seu impulso generoso ao se institucionalizarem. Em lugar de um ideal, elas hoje querem se aproximar dos governos. A institucionalização degrada as ideias.

Como pianista amador, quantas horas por semana o sr. tem se exercitado?
Muito pouco, talvez umas quatro horas. Tenho estudado peças menos difíceis de Mozart, Bach, Satie e o Liszt que seja mais fácil.

JOÃO BATISTA NATALI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Dilma diz que Bahia não ficará sem ministério. Será César Borges o novo ministro?

Ex-senador César Borges concedendo entrevista a imprensa de Jequié. (Foto Agência AM)

Contou no domingo (11.03.) um petista de quatro costados ao blog Política Livre que, ao comunicar ao governador Jaques Wagner que demitiria o ministro Afonso Florence (Desenvolvimento Agrário), a presidente Dilma Rousseff insinuou que a Bahia não ficaria sem representação em seu ministério. Além de Florence, já caíram Mário Negromonte (Cidades) e José Sérgio Gabrielli (Petrobras) e está na iminência da queda Luíza Bairros (Promoção da Igualdade). Como as tratativas existentes até agora para uma nova indicação à Esplanada envolvem apenas o ex-senador César Borges, comandadas nacionalmente por seu partido, o PR, é natural que surjam expectativas quanto a ser ele o merecedor de uma indicação por parte da presidente. O problema é que Borges é adversário de Wagner. Não é inimigo, apenas adversário. A menos que Dilma considere que uma eventual indicação do ex-senador signifique que ele possa se aproximar, na Bahia, do governador. Ou mesmo que condicione a indicação de Borges ao seu ministério a essa aproximação. É aguardar para ver.

Fonte Blog do Jornalisa Ari Moura

Seca assola interior e 75 cidades decretam estado de emergência

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Agricultor Osvaldo de Jesus utiliza água de cisterna para banho, beber, cozinhar e lavar roupa

Agricultor Osvaldo de Jesus utiliza água de cisterna para banho,
beber, cozinhar e lavar roupa

Nas zonas rurais de Andaraí, Juazeiro e Castro Alves (a 417 km, 500 km e 190 km da capital, respectivamente), a população passa sede, o gado morre pelos pastos e a agricultura familiar amarga perda de até 100%. A seca que castigou a Bahia ano passado, sobretudo na região do semiárido, entrou em 2012 assolando comunidades das regiões norte, nordeste, centro-oeste e sudeste.

Até a última sexta-feira, 75 municípios tiveram a situação de emergência reconhecida e decretada pela Defesa Civil estadual (Cordec). No final de 2011, esse número chegou a 123, o que não significa uma melhora do quadro, pois muitas destas cidades tiveram apenas expirado o prazo médio de 90 dias do decreto, e aguardam avaliação para a prorrogação.

Na região do semiárido, a mais atingida, o período seco tende a se estender até maio. “É esperada para os próximos meses uma expressiva redução nos volumes das chuvas na região. Ainda assim, não se descarta a possibilidade de ocorrer eventos isolados de chuvas mais intensas, nos meses de março e abril, o que não será suficiente para suprir o déficit registrado nos últimos anos”, avalia o coordenador de monitoramento do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Eduardo Topázio.

Evidência preocupante é a barragem de Mirorós, que atende a quatro cidades da microrregião de Irecê (mais de 200 mil habitantes). Segundo informações da Empresa Baiana de Água e Saneamento (Embasa), o volume de água está abaixo de 10% da capacidade desde outubro passado, chegando a um nível de alerta.

 

Confira as cidades que estão em estado de emergência - REGIÃO DE IRECÊ (11) - OESTE

AMÉRICA DOURADA
BARRA DO MENDES
CENTRAL
IRECÊ
IBIPEBA
IBITITÁ
JUSSARA
MULUNGU DO MORRO
PRESIDENTE DUTRA
SÃO GABRIEL
UIBAÍ

- REGIÃO DO VELHO CHICO (07) - CENTRO-OESTE

BARRA
BROTAS DE MACAÚBAS
IBOTIRAMA
IGAPORÃ
MORPARÁ
MUQUÉM DO SÃO FRANCISCO
OLIVEIRA DOS BREJINHOS

- REGIÃO DA CHAPADA DIAMANTINA (03) - CENTRO-OESTE

ANDARAÍ
MARCIONÍLIO SOUZA
NOVA REDENÇÃO

- REGIÃO DO SISAL (05) - NORDESTE

ARACÍ
CANSANÇÃO
ICHÚ
ITIÚBA
MONTE SANTO

- REGIÃO DO SERTÃO DO SÃO FRANCISCO (05) - NORDESTE

CAMPO ALEGRE DE LOURDES
CANUDOS
CASA NOVA
CURAÇÁ
REMANSO - 2011

- REGIÃO BACIA DO PARAMIRIM (03) - CENTRO OESTE

BOQUIRA
BOTUPORÃ - 2011
IBIPITANGA

- REGIÃO DO SETOR PRODUTIVO (08) - CENTRO-SUL

BRUMADO
CACULÉ
CAETITÉ
LIVRAMENTO DE NOSSA SENHORA
PALMAS DE MONTE ALTO
PINDAÍ
SEBASTIÃO LARANJEIRAS
TANHAÇU

- REGIÃO PIEMOTNE DO PARAGUAÇU (03) - SUDESTE

IAÇÚ
MACAJUBA
MUNDO NOVO

- REGIÃO BACIA DO JACUÍPE (07) - CENTRO

BAIXA GRANDE
GAVIÃO
IPIRÁ
MAIRI
NOVA FÁTIMA
PINTADAS
QUIXABEIRA

- REGIÃO SEMIÁRIDO NORDESTE II (04) - NORDESTE

ADUSTINA
FÁTIMA
PEDRO ALEXANDRE
SÍTIO DO QUINTO

- REGIÃO DO AGRESTE DE ALAGOINHAS/LITORAL NORTE (01) - NORTE

ENTRE RIOS

- REGIÃO DE PORTÃO DO SERTÃO (03) - LESTE

ANTÔNIO CARDOSO
FEIRA DE SANTANA
SANTO ESTEVÃO

- REGIÃO DE VITÓRIA DA CONQUISTA (06) - SUDOESTE

ARACATÚ
BELO CAMPO
BOM JESUS DA SERRA
CAETANOS - 2011
MIRANTE
PLANALTO

- REGIÃO DO MÉDIO RIO DAS CONTAS (01) - SUDESTE

MANOEL VITORINO

- REGIÃO DE ITAPARICA (01) - NORTE

ABARÉ

- REGIÃO PIEMONTGE NORTE DO ITAPICURU (04) - NORTE

JAGUARARI
FILADÉLFIA
PONTO NOVO
SENHOR DO BONFIM

- REGIÃO VALE DO JIQUIRIÇÁ (03) - SUDESTE

IRAJUBA
MARACÁS
PLANALTINO

FONTE: DEFESA CIVIL DO ESTADO
Autor(a): Jornal A Tarde por Fátima Pessoa
Categoria: Regional

Ministério Público prepara ações contra militares por crimes da ditadura

O Ministério Público Federal está intensificando esforços para a instalação de processos que levem à responsabilização de pessoas envolvidas com os chamados crimes permanentes – sequestro e ocultação de cadáver – praticados por agentes do Estado nos anos da ditadura militar. Em São Paulo, procuradores federais estão prestes a ajuizar as primeiras ações nesses casos, mais conhecidos como “desaparecimentos”. Eles defendem a ideia de que os possíveis autores de crimes permanentes não foram abrangidos pela Lei da Anistia, que cobre um período limitado de tempo, entre 1961 e 1979. Militares da ativa e da reserva contestam a iniciativa e enxergam uma tentativa de desestabilizar a democracia. Na sexta-feira à tarde, no edifício da Procuradoria da República, na Rua Frei Caneca, região central da capital paulista, foram ouvidos novos testemunhos no caso Edgard de Aquino Duarte, um dos nomes que integram a lista de 156 casos de desaparecimento forçado ocorridos na ditadura. Foi a segunda audiência realizada no ano para tratar desse caso. Leia mais no Estadão.

Roldão Arruda, Estadão

 

Iniciativa de procuradores surge em momento de embate entre Dilma e militares

Custeada por você, a folha do Senado serve de abrigo a advogado de bancos e de empreiteiras

 

 

 

 

 

O universo, como se sabe, tem mistérios que o ser humano jamais vai entender. Um deles é essa mania dos jornalistas de querer entender os mistérios do Poder Legislativo brasileiro.

Os repórteres Chico de Gois e Roberto Maltchik, por exemplo, fizeram uma incursão na folha salarial do Senado. Depararam-se com mistérios insondáveis. Por exemplo: o senador João Vicente Claudino (PTB-PI) emprega uma banca advocatícia.

Com verbas da Viúva, Claudino paga contracheques a Dante Ferreira Quintans e Denize Nascimento Costa Quintans. Atuam no escritório do irmão de Dante, Braz Quintans, que é marido de Denize. Defendem bancos e construtoras.

O senador Claudino diz que, quando foram contratados –Dante em 2007, Denize em 2010— os ‘assessores’ assinaram documentos nos quais diziam não ter vínculos com escritório de advocacia. Agora, diz que vai averiguar a situação.

A contratação de advogados que operam no mercado enquanto recebem salários do Senado disseminou-se no Legislativo, constataram os repórteres. A anomalia repete-se no gabinete da senadora Maria do Carmos Alves (DEM-SE).

Ali, escalou a folha do Senado Admar Gonzaga Neto. O doutor é sócio de um escritório sediado em Brasília. Alega-se que “ele adequa as atividades de seu escritório às atribuições do cargo que exerce no gabinete.” Foi liberado do ponto.

Filho e suplente do ministro Edison Lobão (Minas e Energia), o senador Lobão Filho (PMDB-MA) alberga em seu gabinete outro advogado: Antônio Leonardo Gomes Neto. Trabalha no Sistema Difusora de Comunicação, da família Lobão.

A equipe de Lobinho inclui também o empresário José Alberto Bezerra de Magalhães, conselheiro da Companhia Energética do Piauí. Procurado, o senador não se pronunciou.

No escritório político do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), empregou-se Isamar Pessoa Ramalho. Vem a ser pastor evangélico. Carrega na biografia uma condenação.

Acusado pelo Ministério Público de desviar R$ 430 mil da Assembléia de Deus, Isamar foi condenado pelo Tribunal de Justiça de Roraima. Alega que o dinheiro foi usado para reformar a casa pastoral. Mozarildo não comentou.

O senador Cyro Miranda (PSDB-GO) contratou no Senado o advogado Carlos Fleury de Souza, sócio de escritório que já prestou serviços ao governador goiano Marconi Perillo (PSDB).

Benedito de Lira (PP-AL) emprega o doutor Alberto Maya de Omena Calheiros, que também mantém atuação privada. As assessorias do tucano Cyro e do pepê Benedito sustentam que a lei não proíbe a dupla militância. Aqui, outros mistérios.