A Gente diz

Onibus da Novo Horizonte capota mata cobrador e passageiro e deixa dezenas com sequelas no interrior baiano

A violência do capotamento do ônibus que matou duas pessoas, inclusive o

cobrador da empresa  que morreu na hora.  ao todo nove passageiros estão sob observação em Potiraguá.

Um ônibus da Viação Novo Horizonte capotou por volta dás 02: 00 da manhã de segunda (26) na BA-263, trecho entre Itapetinga e Potiraguá, morrendo no local o cobrador do veículo, Ailton Silva Rodrigues, e um passageiro não identificado. No acidente, vários passageiros ficaram feridos, tendo nove deles sido hospitalizados no Hospital e Maternidade de Potiraguá. Segundo relatos, o ônibus estava em alta velocidade e perdeu o controle após passar por uma curva, caindo de uma ribanceira próximo a uma ponte que atravessa o rio Pardo. Suspeita-se que o motorista tenha cochilado no volante. Ailton, o cobrador, foi lançado fora do veículo, sofrendo traumatismo grave do crânio, o que causou morte instantânea. O passageiro (até agora não identificado) também foi jogado fora do ônibus, batendo sua cabeça contra o solo, ele também teve o crânio esmagado. No local onde ocorreu o acidente é freqüente o índice de veículos que se acidentam.

Supremo vê crise atual como a mais grave do Judiciário

 

A crise do Judiciário brasileiro, escancarada na semana passada pela liminar do ministro Ricardo Lewandowski que paralisou as investigações da Corregedoria Nacional de Justiça, já é reconhecida nos bastidores desse Poder como uma das maiores da história, pelos efeitos que terá na vida do Supremo Tribunal Federal (STF). Estudiosos veem nela, também, um divisor de águas.

Ela expõe a magistratura, daqui para a frente, ao risco de consolidar a imagem de instituição avessa à transparência e defensora de privilégios. Ministros do STF dizem não se lembrar de uma situação tão grave desde a instalação da CPI do Judiciário, em 1999. Mas agora há também suspeitas pairando sobre integrantes do Supremo, que teriam recebido altas quantias por atrasados.
“Pode-se dizer que chegamos a um ponto de ruptura, porque muitos no Supremo se sentem incomodados”, resume o jurista Carlos Ari Sundfeld.
Na outra ponta do cabo de guerra em que se transformou o Judiciário, Eliana Calmon, a corregedora nacional de Justiça, resume o cenário: “Meu trabalho é importante porque estou certa de que é a partir da transparência que vamos ser mais respeitados pelo povo.”
O que tirou do sossego o Poder Judiciário foi a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de mexer na “caixa preta” dos tribunais, ao inspecionar as folhas de pagamento e declarações de bens de juízes, em especial os de São Paulo. A forte reação dos investigados leva o advogado e professor de Direito Constitucional Luiz Tarcísio Ferreira, da PUC-SP, a perguntar: “Se há uma rigorosa vigilância da sociedade sobre o Executivo e o Legislativo, por que o Judiciário ficaria fora disso? Se esse Poder nada deve, o que estaria temendo?” Ferreira arremata: “Os juízes sabem que quem paga os seus salários é o povo.”
Interpretações – O ponto nervoso do episódio, para o jurista Carlos Sundfeld, são as vantagens remuneratórias desses magistrados.
“Antes do CNJ, esse assunto sempre ficou a cargo dos tribunais e eles foram construindo suas interpretações da lei. Montou-se então um sistema vulnerável. A atual rebelião nasce dessas circunstâncias – o medo dos juízes, que são conscientes dessa vulnerabilidade.”
Para a professora Maria Tereza Sadek, o Supremo Tribunal Federal sofreu um “desgaste extraordinário” com as duas liminares que limitam poderes do CNJ. Para Sadek, a disputa entre CNJ e STF dá a ideia de que os juízes resistem a qualquer tipo de investigação. “O CNJ só incomoda porque está trabalhando”, afirmou. Ao longo da semana, a temperatura da crise cresceu com novos episódios, como a revelação de que ministros do STF poderiam estar entre os investigados por supostamente terem recebido altos valores relativos a passivos trabalhistas. Informações Estadão.

Targino defende Eliana Calmon e fala em “faxina ética” no Judiciário

 O deputado estadual Targino Machado, líder do bloco PRP/PTN/PSC na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), condenou o cerco feito às ações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e defendeu a juíza baiana Eliana Calmon, corregedora da entidade, a quem classificou como “uma grande mulher”, de “desempenho impoluto”. “Não tenho dúvida que a corrupção graça mais, mas no judiciário. Porque este ostenta a menor visibilidade e o menor controle social”, afirmou. Neste sábado (24), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, decidiu manter a decisão que limita a atuação do CNJ, ao proibir o Conselho de iniciar processos disciplinares contra magistrados antes de o caso ser investigado pelas corregedorias nas esferas estaduais. Após a decisão, tomada às vésperas do recesso de fim de ano, Targino defendeu uma “faxina ética” no Judiciário. “Há que se proceder a uma faxina ética necessária no poder judiciário, a fim de assegurar ao jurisdicionado a segurança jurídica e a nós todos a segurança de que o último caminho recursal, que é o Poder Judiciário, não está morto pelo vício”, defendeu.

Mantenedora da FTC faz pedido de recuperação judicial para negociar dívidas

Para alongar o prazo dos débitos trabalhistas e com fornecedores e instituições financeiras, o Instituto Mantenedor de Ensino Superior da Bahia (Imes), entidade mantenedora da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC) e da Faculdade da Cidade, ingressou com um pedido de recuperação judicial na 26ª Vara Cível de Salvador. A medida tem como objetivo buscar na Justiça um acordo sobre as dívidas com os credores. Para que a recuperação judicial tenha efeito, contudo, será necessária a aprovação de uma assembleia formada por todos os credores das empresas, que inclui desde bancos a funcionários com dívidas trabalhistas. (A Tarde)

Judiciário vê crise atual como uma das maiores

Agência Estado

A crise do Judiciário brasileiro, escancarada na semana passada pela liminar do ministro Ricardo Lewandowski que paralisou as investigações da Corregedoria Nacional de Justiça, já é reconhecida nos bastidores desse Poder como uma das maiores da história, pelos efeitos que terá na vida do Supremo Tribunal Federal (STF). Estudiosos veem nela, também, um divisor de águas. Ela expõe a magistratura, daqui para a frente, ao risco de consolidar a imagem de instituição avessa à transparência e defensora de privilégios.

Ministros do STF ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo dizem não se lembrar de uma situação tão grave desde a instalação da CPI do Judiciário, em 1999. Mas agora há também suspeitas pairando sobre integrantes do Supremo, que teriam recebido altas quantias por atrasados. “Pode-se dizer que chegamos a um ponto de ruptura, porque muitos no Supremo se sentem incomodados”, resume o jurista Carlos Ari Sundfeld. Na outra ponta do cabo de guerra em que se transformou o Judiciário, Eliana Calmon, a corregedora nacional de Justiça, resume o cenário: “Meu trabalho é importante porque estou certa de que é a partir da transparência que vamos ser mais respeitados pelo povo.”

O que tirou do sossego o Poder Judiciário foi a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de mexer na “caixa preta” dos tribunais, ao inspecionar as folhas de pagamento e declarações de bens de juízes, em especial os de São Paulo. A forte reação dos investigados leva o advogado e professor de Direito Constitucional Luiz Tarcísio Ferreira, da PUC-SP, a perguntar: “Se há uma rigorosa vigilância da sociedade sobre o Executivo e o Legislativo, por que o Judiciário ficaria fora disso? Se esse Poder nada deve, o que estaria temendo?” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Magnesita deve mais de R$ 60 milhões à Prefeitura de Brumado

Prefeito alertou que a empresa deve R$ 60 milhões para os cofres municipais pela exploração do minério. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).

O prefeito de Brumado Eduardo Vasconcelos está cobrando as dívidas que a principal empresa de extração mineral da cidade, a Magnesita S/A, tem com o município. Segundo ele, a empresa deve algo em torno de R$ 60 milhões para os cofres municipais. Para os representantes do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e da lei de Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), procurados pelo gestor, o assunto está sendo tratado administrativamente. Insatisfeito, Vasconcelos afirma que o município tem sido prejudicado e providências precisam ser tomadas, urgentemente, a fim de frear essa situação. “Contratei um especialista no assunto e fizemos uma parceira com o DNPM. Agora vamos poder fiscalizar a Magnesita lá dentro, atuando como se fôssemos fiscais do departamento. Além disso, tentaremos buscar o que está prescrito, afinal já perdemos mais de 50% em arrecadação”, explicou o prefeito ao Brumado Notícias. Eduardo falou ainda que a Magnesita está ampliando, cada vez mais, a extração, exportação e sua capacidade de produção, sem que esteja pagando o justo por isso. Para ele, é preciso conter esta situação, antes que a empresa, ao invés de ser cobrada, passe a cobrar do município. “Se continuar assim, não vai ser surpresa se daqui alguns dias eles peçam ao município que pague a eles por estarem extraindo o minério aqui”, declarou.

Dilma promete luta contra corrupção em mensagem de final de ano

 

A presidente Dilma Rousseff, em pronunciamento oficial veiculado em rede nacional na noite desta sexta-feira (23), prometeu uma luta incessante contra a corrupção em 2012. Ao longo do ano, a presidente teve que trocar seis ministros após acusações de envolvimento em esquemas de corrupção.“[Em 2012] teremos força também para continuar a luta incessante contra a corrupção e qualquer desvio e malfeito”, disse. Os ministros que caíram foram Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transporte), Wagner Rossi (Agricultura), Pedro Novais (Turismo), Orlando Silva (Esporte) e Carlos Lupi (Trabalho). Em um pronunciamento de 10 minutos, Dilma usou a metade para comentar a crise econômica internacional e contrapor o Brasil ao resto do mundo.“Anos atrás, o mundo progrediu, e o Brasil não avançava. Agora, boa parte do mundo estagnou, mas o Brasil acelera”, disse.“No ano em que potências estão tendo desemprego, criamos 2 milhões de empregos. No ano em que potências estão tendo crescimento igual a zero ou negativo, vamos ter um bom crescimento”, acrescentou Dilma, de forma didática.

Conquista: Menino de oito anos morre com suspeita de dengue hemorrágica

Um menino de oito anos morreu, na madrugada desta sexta-feira, com sintomas de dengue hemorrágica no município de Vitória da Conquista. Em entrevista ao site Brumado Notícias, o secretário da saúde de Brumado, Cláudio Feres, afirmou que a criança foi internada, na tarde desta quinta, no hospital Magalhães Neto, em Brumado, com os sintomas da doença. Depois de horas internada, o estado de saúde do menino se agravou e ele foi transferido para Vitória da Conquista. Ele deveria ter sido internado no Hospital de Base, mas a instituição estava fechada por conta de um surto de meningite e o menino acabou morrendo à espera de atendimento. Ainda de acordo com o secretário, apesar dos sintomas serem semelhantes ao da dengue hemorrágica, exames laboratorais é que vão confirmar a suspeita. (iBahia)

Juízes defendem Eliana Calmon e expõem racha da categoria

 

Ministra corregedora-geral do CNJ, Eliana Calmon

Um grupo de juízes federais começou a coletar ontem assinaturas para um manifesto público condenando as críticas feitas pela Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil) à atuação da corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon. “Entendemos que a agressividade das notas públicas da Ajufe não retrata o sentimento da magistatura federal. Em princípio, os juízes federais não são contrários a investigações, promovidas pela corregedora. Se eventual abuso investigatório ocorrer é questão a ser analisada concretamente”, afirma o manifesto, para realçar que “não soa razoável, de plano, impedir a atuação de controle da corregedoria”. A ideia surgiu em lista de discussão de magistrados federais na internet. Foi proposta pelo juiz federal Rogério Polezze, de São Paulo. Ganhou adesões após a manifestação do juiz Sergio Moro, do Paraná, especializado em casos de lavagem de dinheiro, não convencido de que houve quebra de sigilo de 200 mil juízes. “Não estou de acordo com as ações propostas no STF nem com as desastradas declarações e notas na imprensa”, disse Moro. “É duro como associado fazer parte dos ataques contra a ministra”. “Não me sinto representado pela Ajufe, apesar de filiado”, afirmou o juiz federal Jeferson Schneider, do Paraná, em mensagem na lista de discussão dos juízes. Marcello Enes Figueira disse que “assinava em baixo do que afirmou o colega Sergio Moro”. (Folha)Givaldo Barbosa / O Globo

Artigo: Provérbio de Cada Dia – Provérbio de Cada Dia

“Mais vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a prata e o ouro.”
“O rico e o pobre se encontram; a um e a outro faz o Senhor”
“O galardão da humildade e o temor do Senhor, são riquezas, e honra e vida”.  Provérbios 22.1,2,4
Há riquezas maiores
do que as riquezas materiais e por não nos darmos conta desta verdade,
terminamos dando um significado exponencial as coisas materiais.
Na perspectiva
bíblica a riqueza material está mais perto da pobreza do que da
verdadeira riqueza. O homem que se concentra apenas na busca destas
coisas e se torna um consumidor voraz e insaciável,  é muito pobre e não percebe.
Que riquezas são maiores que as riquezas materiais?
Em primeiro lugar o
sábio Salomão diz que um bom nome vale mais do que muito dinheiro: “Mais
vale o bom nome do que as muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do
que a prata e o ouro.”
Um bom nome significa
honestidade diante de Deus e dos homens. Diante de Deus, sendo
dizimista e ofertante fiel e diante dos homens, não tendo dívidas e nem
dando calote.
Em segundo lugar,
aprendemos que a estima vale mais do um carro zero. Uma pessoa que goza
de uma boa reputação, que é uma pessoa acolhedora, afável e receptiva é
de uma riqueza interior que não pode ser equiparada a prosperidade
material. Uma pessoa fechada ou criadora de caso, uma pessoa emburrada
cheia de caprichos, ou que costuma fazer críticas ácidas e mordazes, são
pobres ainda que tenham muitos bens.
Tenho um amigo que
tem muito dinheiro e uma vida equilibrada financeiramente, mas é
inconstante, uma hora te trata com doçura, outra hora fecha a cara, é
assim desequilibrado emocionalmente, um pobre coitado, um homem sem
inteligência emocional e relacional, um mendingo.
Em terceiro lugar,
vemos que riqueza é ter dinheiro e saber-se igual aquele que não tem, e
não ter muito dinheiro mas ver-se abençoado por Deus.
“O rico e o pobre se encontram; a um e a outro faz o Senhor”
Eu creio que é esta a
lição desse versículo. É muito legal quando o rico e o pobre se
encontram, o rico não se encontra só com outros ricos nem os pobre se
encontra somente com os pobres. Rico é o homem que se relaciona bem com
todas as camadas sociais e que não exclui ninguém do seu convívio quer
porque seja rico, quer porque seja pobre.
Quando fui ministrar
por um ano em Jacutinga, eu me convidei para jogar tênis na casa de um
irmão presbiteriano muito rico. Soube depois que ele não me convidou
porque eu era apenas um pastorzinho. Ele jogava somente com a alta
classe. Era pobre, muito pobre de espírito e não sabia.
Em quarto e último
lugar, aprendemos que a humildade tem mais valor do que a bolsa de
valores e que o temor do Senhor vale mais que do que uma herança
financeira.
“O galardão da humildade e o temor do Senhor, são riquezas, e honra e vida”
Humildade tem haver
com a riqueza pessoal, interior como Jesus que era manso e humilde de
coração. Temor do Senhor é a riqueza de ordem espiritual, eu diria que
esta riqueza é infinitamente superior a qualquer outra riqueza.
Concluindo, eu diria
que há uma escala de valores no mundo. Em primeiro lugar vem o temor do
Senhor, em segundo lugar a humildade pessoal, em terceiro a capacidade
de se relacionar bem com todos independetemente da condição social e
econômica, em quarto lugar vem a estima social, em quinto lugar o bom
nome e quem sabe, em centésimo lugar os bens adquiridos com honestidade.
Pr. Stênio Verde

Vitória da Conquista ganha mais uma concessionária de veículos, agora da marca francesa. Cintroen.

 

 

 

O Grupo
Mirai – dos Oliveira Netos, inaugurou nesta semana, terça-feira, 20/12, as
novas instalações da  Cintroen Unique que
revenderá veículos da marca francesa Cintroen.

O grupo
empresarial responsável pelo investimento, aposta no alto padrão de design e
tecnologia e nos crescentes resultados de vendas que os veículos da marca vêm
obtendo em todo o país. E na expectativa que a nova concessionária  comercialize 600 veículos novos e 300
semi-novos por ano, assegurando, portanto, a fatia de 12% do que se vende no
mercado  Conquistense anualmente. Segundo
estimativas são vendidas cerca de 6 a 7 mil carros multimarcas anualmente em
conquista.

E por conta disso, desse mercado forte e interessante,
afirmam  os investidores, “ foram  investidos mais de 2,5 milhões de reais, com
estrutura físicas e logísticas e aquisição de peças, veículos, e,  ainda a geração de 30 empregos diretos e 70
indiretos.”

Para
celebrarem o acontecimento da inauguração da concessionária,  a diretoria da Cintroen juntamente com os
empresários da Unique convidaram a imprensa local, autoridades e personalidades
conquistense, quando foi oferecido um coquetel e a apresentação dos
investimentos feitos, e a performance dos veículos da marca.

 

Justiça anula demissões de funcionários da Azaleia na Bahia

A Justiça do Trabalho decidiu, nesta quarta-feira (21), anular todas as
demissões sem justa causa realizadas pela Vulcabrás/ Azaleia. Os
desligamentos foram anunciados na sexta (16), após o anúncio do
fechamento de seis fábricas no interior da Bahia. A liminar, concedida
pela juíza plantonista Ana Lúcia Moreira Álvares, atende pedido
formulado pelo Ministério Público do Trabalho em ação civil pública
ajuizada na terça (20). Em comunicado, o órgão informou que a empresa
tem prazo de dez dias para estabelecer negociação com o sindicato dos
trabalhadores para a definição de um plano de demissão que reduza os
efeitos sociais do encerramento das atividades das fábricas e estabeleça
critérios para os que optarem pela permanência ou pelo desligamento. A
decisão judicial determina que todas as demissões feitas este mês perdem
os efeitos e a empresa está proibida de realizar qualquer outro
desligamento ou transferência de funcionário até que sejam
estabelecidos “os termos, prazos e medidas mitigadoras da dispensa em
massa com o sindicato dos trabalhadores”. O grupo empresarial terá ainda
que manter o pagamento dos salários a todos os empregados, além dos
demais benefícios. Caso a decisão sejam descumprida, foi estabelecida
multa de R$ 5 mil por cada trabalhador afetado. A Vulcabrás/Azaleia terá
ainda que manter o pagamento dos salários a todos os empregados, além
dos demais benefícios.