Após a morte do fundador e líder da rede Al-Qaeda, Osama bin Laden, o FBI (polícia federal americana) atualizou sua lista de terroristas mais procurados. O ranking era encabeçado por Bin Laden – e, agora, a palavra “Falecido” consta no perfil do líder da organização extremista. O egípcio Ayman Al-Zawahiri, tido como o braço-direito de Bin Laden na Al-Qaeda e possível novo líder da organização, poderá se tornar o principal alvo na lista de homens responsabilizados pelos Estados Unidos por atividades terroristas. Conheça os dez mais procurados pelo FBI, listados de acordo com o valor da recompensa oferecido por informações que levem às suas capturas, e pela gravidade das acusações contra eles: Ayman Al-Zawahiri Considerado o “número dois da al-Qaeda” e braço direito de Osama bin Laden, ele já estava na lista nos 22 terroristas mais procurados anunciada pelo governo americano em 2001, e permanece no ranking. Um prêmio de US$ 25 milhões (cerca de R$ 39 milhões) é oferecido por sua captura – mesmo valor que era oferecido por Bin Laden. Para alguns especialistas, o cirurgião oftalmologista egípcio é o mentor ideológico da Al-Qaeda e o “cérebro operacional” dos ataques de 11 de Setembro de 2001. Ele é formalmente acusado pelos Estados Unidos de participar dos ataques às embaixadas americanas em Dar es Salaam, na Tanzânia, e em Nairóbi, Quênia, em 7 de agosto de 1998. Entre 2003 e 2010, Zawahiri foi um dos porta-vozes mais proeminentes da Al-Qaeda, aparecendo em 40 vídeos da organização. Ele foi visto pela última vez na cidade de Khost, no Afeganistão, em 2001, e se escondeu depois que o governo americano tirou o Taleban do poder. Acredita-se que o médico egípcio esteja escondido nas regiões montanhosas da fronteira entre o Afeganistão e o Paquistão. No entanto, há relatos de que sua esposa e filhos foram mortos em um ataque aéreo americano em 2001. Ayman Al-Zawahiri foi condenado à morte – à revelia, sem estar presente no tribunal – por uma corte no Egito. A Justiça egípcia o acusa por atos cometidos pelo grupo Jihad Islâmica Egípcia (EIJ, na sigla em inglês), que ele fundou nos anos 1990. Adnan G. El Shukrijumah Segundo o FBI, Adnan G. El Shukrijumar, que morou nos Estados Unidos por 15 anos, foi um dos líderes do “programa de operações externas” da Al-Qaeda. Ele foi acusado nos Estados Unidos, em julho de 2010, de participação em um plano para atacar alvos americanos e britânicos. Ele é também suspeito de ter participado de planos para ataques da organização no Panamá e na Noruega. Um complô do qual Shukrijumah supostamente participava, para atacar o sistema de metrô de Nova York, foi descoberto em setembro de 2009. O esquema teria sido orquestrado por um líder da Al-Qaeda no Paquistão. Adnan Shukrijumah nasceu na Arábia Saudita, e se mudou para os Estados Unidos quando seu pai, um clérigo muçulmano, passou a trabalhar em uma mesquita no bairro do Brooklyn, em Nova York. depois, eles se mudaram para a Flórida. No final dos anos 90, ele se convenceu de que deveria participar da jihad (guerra santa) e foi para campos de treinamento no Paquistão. O governo americano oferece US$ 5 milhões (cerca de R$ 8 milhões) por informações sobre seu paradeiro. Fahd Mohammed Ahmed Al-Quso O iemenita Fahd Al-Quso é acusado pela participação no atentado a bomba contra o navio americano USS Cole, que matou 17 marinheiros em 2000, na cidade portuária de Aden, no Iêmen. Em 2003, ele chegou a ser preso pelas autoridades locais, mas escapou. Foi recapturado meses depois, mas saiu da prisão em 2007, apesar dos protestos do governo americano. O prêmio para sua captura, segundo o FBI, é de US$ 5 milhões (cerca de R$ 8 milhões). Acredita-se que Al-Quso esteja no Iêmen, mas há relatos de que ele pode ter sido morto em um ataque de aviões militares não-pilotados americanos em setembro de 2010, no norte da região do Waziristão, no Paquistão. Jamel Ahmed Mohammed Ali Al-Badawi Também é procurado pelo ataque do navio americano USS Cole, no Iêmen, em 12 de outubro de 2000. Ele foi capturado pelas autoridades iemenitas em abril de 2003 e em março de 2004, mas escapou ambas as vezes da prisão. O prêmio pela captura do iemenita, que está foragido desde fevereiro de 2006, é de US$ 5 milhões (cerca de R$8 milhões). Abdullah Ahmed Abdullah Egípcio, foi acusado de participação nos atentados a bomba contra as embaixadas americanas de Dar es Salaam, na Tanzânia, e Nairóbi, no Quênia, em 1998. O governo americano oferece uma recompensa de US$ 5 milhões (cerca de R$ 8 milhões) por sua captura ou informações sobre seu paradeiro. Ele foi visto pela última vez saindo de Nairóbi, em avião, com destino à cidade de Karachi, no Paquistão. Mohammed Ali Hamadei, Ali Atwa e Hassan-Iz-Al-Idin Os três homens, nascidos no Líbano, são procurados pela participação no sequestro de um avião comercial da empresa americana TWA, em 14 de junho de 1985. O ataque causou a morte de um mergulhador da marinha americana. Hamadei, Atwa e Iz-Al-Idin são supostos membros do grupo militante xiita libanês Hezbollah, considerado pelos Estados Unidos como uma “organização terrorista”. O governo americano oferece US$ 5 milhões por informações sobre cada um dos homens. Saif Al-Adel Saif Al-Adel é o nome utilizado pelo ex-tenente-coronel do exército egípcio Muhamad Ibrahim Makkawi. Ele viajou para o Afeganistão nos anos 1980 para lutar contra as forças soviéticas, que ocupavam o país, ao lado dos chamados mujahedin (soldados sagrados, em árabe). Em 1987, o Egito o acusou de tentar estabelecer no país um braço militar do grupo extremista islâmico Al-Jihad, e de tentar derrubar o governo. Adel foi o chefe de segurança de Osama bin Laden, e chegou a assumir diversas funções do comandante militar da Al-Qaeda, Mohammed Atef, depois de sua morte em um ataque aéreo americano em 2001. Ele também é suspeito de participação dos ataques a embaixadas americanas no leste da África; de treinar os somalis que mataram 18 funcionários americanos na capital da Somália, Mogadishu, em 1993; e de dar instruções a alguns dos 11 sequestradores que participaram do 11 de setembro de 2011. Leia também * Assista ao pronunciamento de Obama * A morte de Bin Laden em imagens * Veja onde Bin Laden foi capturado * Entenda melhor a Al-Qaeda * Países saúdam EUA por operação * Imagem de Bin Laden mais velho * Saiba mais sobre Bin Laden * Americanos comemoram morte de Bin Laden * Veja mansão em que Bin Laden estava * Interpol pede que países reforcem segurança * Morte de Bin Laden é destaque na imprensa * Paquistanês narrou ataque a Bin Laden * Corpo de Bin Laden está no mar, diz imprensa * Veja antes e depois de Bin Laden * Morte de Bin Laden nas redes sociais * Saiba quem são agora os líderes da Al-Qaeda * Exame de DNA mostra ligação com Bin Laden Depois da invasão do Afeganistão pelos Estados Unidos, acredita-se que Adel tenha ido para o Irã com Saad Bin Laden, um dos filhos do líder da Al-Qaeda. Eles teriam sido presos e mantidos sob vigilância da Guarda Revolucionária do Irã, mas o país jamais admitiu sua presença em seu solo. De acordo com informações do FBI, Adel pode ter sido solto e viajado para o norte do Paquistão. O prêmio por informações que levem à sua captura é de US$ 5 milhões. Adam Yahiye Gadahn Adam Gadahn, um cidadão americano que vivia na Califórnia, se destacou como propagandista da Al-Qaeda depois de aparecer em diversos vídeos da organização. Depois de se converter ao islamismo na adolescência, Gadahn se mudou para o Paquistão em 1998 e casou-se com uma refugiada afegã. Lá, tornou-se tradutor da Al-Qaeda e se associou ao comandante militar de campo da organização, Abu Zubaydah. Em 2004, o departamento de Justiça americano nomeou-o como um dos sete membros da Al-Qaeda que planejavam ataques iminentes nos Estados Unidos. Pouco depois, ele apareceu em um vídeo defendendo a organização, em que se identificava como “Azzam, o americano”. Em setembro de 2006, ele apareceu em um vídeo com Ayman al-Zawahiri e pediu aos cidadãos americanos que se convertessem ao islamismo e apoiassem a Al-Qaeda. No mesmo ano, ele se tornou o primeiro cidadão americano a ser acusado de traição desde a Segunda Guerra Mundial. O documento da acusação dizia que ele “aderiu conscientemente a um inimigo dos Estados Unidos…com intenção de trair os Estados Unidos.” O governo americano oferece US$1 milhão (R$ 1,5 milhão) por informações sobre Gadahn ou sua captura, mas analistas dizem que ele não tem significado operacional ou ideológico na Al-Qaeda. Com BBC * Leia mais sobre: * bin laden • * al-qaeda • * terrorismo • * afeganistão • * eua • * fbi • * Compartilhar * Imprimir * Corrigir * Enviar por e-mail * Notícias SMS * Fale conosco Últimas notícias do Último Segundo * Morte de Bin Laden é momento crítico para o mundo árabe * Tornado deixa dois mortos na Nova Zelândia * Paquistão nega que sabia do paradeiro de Bin Laden * Após morte de Bin Laden, EUA fecham escritórios diplomáticos no Paquistão * Marcada por fracassos, perseguição a Bin Laden durou 15 anos
Coronel Castro assume comando da Polícia Militar
Toma posse na próxima sexta-feira (6), às 8h30, o novo comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alfredo Braga de Castro. Coordenador de Missões Especiais da PM, ele coordenava a inteligência policial das operações. Coronel Castro tem 51 anos e assume em substituição ao coronel Nilton Régis Mascarenhas, que ficou no comando da instituição por dois anos e oito meses. A solenidade de transmissão de cargo acontece na Vila Militar do Bonfim, na Avenida Dendezeiros.
O governador Jaques Wagner decidiu fazer a substituição no comando da PM para promover a renovação dos quadros da instituição. Com a mudança, o coronel Mascarenhas conclui um ciclo virtuoso na Polícia Militar, onde iniciou carreira como soldado e chegou ao cargo máximo como comandante. Durante o período em que ficou à frente do comando, coronel Mascarenhas realizou operações importantes, dentro do Plano de Proteção ao Cidadão (2010) e do Pacto Pela Vida, com destaque para as realizadas recentemente no Nordeste de Amaralina e no Calabar. Além disso, foi o principal articulador para implantação da primeira Base Comunitária de Segurança.
Além do coronel Castro, assumem ainda o coronel Carlos Eleutério, no subcomando da PM e o coronel Rivaldo Ribeiro dos Santos, como chefe da Casa Militar do Governador, em substituição ao coronel Expedito Barbosa Souza.
A seguir, os currículos resumidos:
Coronel Alfredo Castro
Com 51 anos e casado, o coronel Castro é o atual coordenador da Coordenadoria de Missões Especiais (CME), foi admitido na PM em 1978. De lá pra cá, entre outras funções, foi instrutor dos cursos de Especialização em Gestão Estratégica em Segurança Pública e de Formação de Oficiais; comandante, por duas vezes, do 12º BPM/Camaçari; e Comandante do Batalhão de Polícia de Choque. Em 2009, fez o curso superior de Inteligência Estratégica, na Escola Superior de Guerra, no Rio de Janeiro.
Coronel Rivaldo dos Santos
Com 57 anos, casado e pai de um filho, coronel Rivaldo ingressou na PM em 1972. Entre outras funções que desempenhou na corporação, foi comandante do 7º Batalhão da PM, no Barbalho; subcomandante do Esquadrão de Motocicletas; comandante do Corpo de Alunos do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças; e diretor da Academia de Polícia Militar. Tem pós-graduação em Política e Estratégia, pela Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra e fez o curso de Aperfeiçoamento de Oficiais, na Escola Superior de Polícia Militar do Rio de Janeiro.
Coronel Carlos Eleutério Filho
Nascido no Piauí, o coronel Eleutério tem 56 anos e ingressou na PM em 1972, é casado e pai de dois filhos. É formado em Administração de Empresas pela Universidade Católica de Salvador e possui especialização em Direitos Humanos pela Fundação Escola do Ministério Público / Faculdade 2 de Julho. Na PM, já foi comandante do Policiamento Regional da Capital – Atlântico e Diretor do Departamento de Apoio Logístico da Corporação. Atualmente, é o Auditor Chefe da PM.
A morte de Bin Laden e seus desdobramentos
De Washington, as primeiras impressões do que pode vir por aí, logo após o anúncio feito pelo presidente Barack Obama
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| Em foto exclusiva, a manifestação em comemoração à morte de Bin Laden em frente à Casa Branca, em Washington |
Sylvio Costa, de Washington DC
O anúncio da morte de Bin Laden é daqueles acontecimentos com força suficiente para justificar uma mudança de rotinas e de práticas editoriais até mesmo em um site, como o nosso, voltado para a cobertura do Congresso e da política em um país até aqui livre das barbaridades do terrorismo como o Brasil. Sobretudo quando, incidentalmente, você se vê no olho do furacão.
Em Washington, a convite da Fundação Sunlight, para participar de uma série de eventos voltados para jornalistas, profissionais da internet e ativistas digitais, imaginava que a última noite na capital norte-americana, após dias de trabalho intenso, seria de descanso. Até ouvir na TV, nos primeiros minutos da madrugada de hoje, algo absolutamente inesperado: o anúncio feito pelo presidente Barack Obama de que uma operação realizada no Paquistão havia permitido matar e assumir a custódia do corpo do líder do grupo terrorista Al Qaeda, Osama Bin Laden, 54 anos.
Veja aqui a íntegra do pronunciamento de Bin Laden em português
As horas seguintes, no quarto do hotel, foram de absoluta excitação, rastreando – tanto nos inúmeros canais de TV que passaram a transmitir ao vivo os acontecimentos quanto na internet – as primeiras reações ao fato e os possíveis desdobramentos que a bombástica notícia poderá ter.
Brevemente, já que escrevo estas mal digitadas na correria para comparecer ao meu último compromisso aqui em Washington, eis minhas impresões iniciais.
Todos unidos em torno de Obama
Líderes republicanos, comentaristas habitualmente críticos em relação à administração Obama e praticamente tudo o que li na internet nas últimas horas revelam, com raríssimas exceções, enorme apoio ao presidente norte-americano e à ação por ele anunciada. Obama, que tem enfrentado uma oposição fortíssima (capaz de contaminar em alguns momentos até mesmo o Partido Democrata, pelo qual se elegeu e tentará a reeleição ano que vem), deve experimentar um notável crescimento de popularidade.
Uma boa indicação está nas palavras divulgadas por um dos seus adversários, o ex-presidente George W. Bush: “Mais cedo, nesta noite, o presidente Obama me ligou para informar que forças americanas mataram Osama Bin Laden, o líder da rede Al Qaeda, que atacou a América em 11 de setembro de 2001. Eu dei os parabéns a ele e aos homens e mulheres das nossas comunidades militar e de inteligência que dedicaram suas vidas a essa missão. Eles merecem a nossa gratidão para sempre”.
Certamente, é cedo para extrair lições eleitorais do episódio, mas não é um desatino supor que ele tem boas chances de contribuir para consolidar o favoritismo de Obama na disputa presidencial de 2012.
Reação dos cidadãos norte-americanos
Muitos brasileiros revelaram, sobretudo no Twitter, perplexidade com a reação dos norte-americanos. Em Washington, milhares deles enfrentaram o frio da madrugada e correram para a frente da Casa Branca com o objetivo de comemorar a morte do terrorista saudita. Isso também ocorreu em Nova Iorque. Aqui e em várias outras cidades, famílias inteiras deixaram suas casas para pegar os carros e traduzir em buzinas estridentes a alegria com a eliminação de Bin Laden.
Para uma nação de forte influência católica como a nossa, tudo isso soa estranho, claro. Comemorar a morte de alguém?! Como reagiriam os brasileiros, no entanto, se tivessem sido eles as vítimas dos ataques? O pesadelo do terrorismo tem ao menos duas dimensões: o medo de ser atingido por algum atentado e o golpe no mito da invulnerabilidade norte-americana. As comemorações, em que pesem seu forte caráter patriótico (“USA, USA” era a principal palavra de ordem dos manifestantes), parecem estar mais relacionadas com o alívio, com a sensação – ainda que precária – de que os norte-americanos podem agora se sentir mais seguros.
Novos lances da guerra ao terror
Há virtual unanimidade entre os especialistas que se manifestaram nas últimas horas de que a “guerra contra o terror” está longe do fim. Alguns analistas militares ouvidos por emissoras de TV dos Estados Unidos preveem que pode ocorrer exatamente o contrário disso. Indignados com a perda de Bin Laden, membros remanescentes da al Qaeda e outros militantes de grupos islâmicos radicais podem tentar vingá-la.
Isto é, bem ao contrário do que imaginavam alguns tuiteiros brasucas que , aqueles que viajam para os Estados Unidos e outras nações ocidentais ainda demorarão bastante para se ver livres do martírio que há tempos obriga passageiros de voos internacionais a tirar sapatos, eliminar líquidos da bagagem de mão, serem impiedosamente escrutinados e a se submeterem aos olhares ameaçadores de agentes de segurança.
Serrano torce para que título fique no interior –
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Comentário – O mundo repercute a morte do líderBin Laden
A morte do símbolo mundial do terror, Osama Bin Laden, líder da organização terrorista Al Qaeda. Entre as suas façanhas, consta a derrubada das torres gêmeas de Nova Iorque, no fatídico 11 de setembro. Os Estados Unidos e o Ocidente jamais esquecerão. Não significa, portanto, dizer; será o fim do terror.
Todo os Estados Unidos comemoram a morte do seu maior inimigo, mas provavelmente, como avaliam os especialistas do mundo inteiro, as raízes, os tentáculos e as ramificações desta organização esta espalhada pelo mundo inteiro, daí é bom que se reflita com muita prudência, a morte deste terrorista não significa o fim do terror. Pelo contrário, teme-se que haja um recrudescimento depois do acontecido em diversas partes do mundo, especialmente na Zona de Gaza, deixando Israel em estado de alerta total. A organização Al Qaeda, de outro modo, continuará ativa, e será necessário que medidas defensivas permaneçam mais do que nunca ativas. Bin Laden morreu num dos seus esconderijos, uma casa na periferia da capital do Paquistão. Os Estados Unidos tinham conhecimento deste esconderijo, mas só com a total comprovação da sua presença o presidente norte-americano Barack Obama deu ordem para que a ação fosse deflagrada, matando quatro pessoas entre elas Bin Laden.
As noticias sobre a morte do líder vazaram nas emissoras de televisão americana muito antes da noticia oficial feita pelo presidente americano. O mundo repercute a morte do líder, cujo corpo foi lançado ao mar, ao que se sabe, depois de preparado de acordo com os ritos muçulmanos. O presidente americano, no seu pronunciamento, falou na dor da nação e do povo do seu país como o maior e mais importante atentado da história. Ao mesmo tempo, aproveitou para dizer que os EUA não fazem guerra contra os mulçumanos.
Para o presidente, a grande vingança realizada pelos Estados Unidos desafiava as suas próprias forças e fé. De outro modo, será um trunfo sem igual para a sua reeleição. No marco zero, onde ficavam em Nova Iorque, é local de grande aglomeração e comemoração dos americanos, na medida em que se transformou num local de orações e até de turismo. A morte de Bin Laden para o atual contexto, significa uma vitória do mundo ocidentental e ´por que não dizer do mundo. E reforça ainda mais uma vitória contra o poder do terrorismo espalhado pelo mundo.
Corpo de Osama Bin Laden foi jogado ao mar para que sepulcro não se tornasse local de peregrinação
Segundo fonte não-identificada, outro motivo foi que nenhum país concordaria em receber o corpo de um dos terroristas mais procurados do mundo.
Veículos de imprensa americanos afirmaram que o corpo do líder da Al-Qaeda, Osama Bin Laden, foi enterrado no mar nesta segunda-feira. De acordo com o jornal “New York Times ” e a agência de notícias Associated Press, o funeral seguiu o preceito americano de enterrar o corpo no mesmo dia da morte.
Ao mesmo tempo, divulgou a agência AP, as autoridades americanas justificaram o enterro no mar afirmando que seria difícil encontrar um país que aceitasse receber o corpo de um dos mais procurados líderes extremistas do mundo. As fontes não foram identificadas nas reportagens.
Em um pronunciamento transmitido pela TV americana tarde da noite do domingo, o presidente americano, Barack Obama, anunciou que Bin Laden foi morto em uma operação militar na cidade de Abbottabad, próximo da capital paquistanesa, Islamabad.
Logo após o anúncio, multidões foram às ruas em Washington e Nova York – cidades atingidas pelos ataques de 11 de setembro de 2001, no qual cerca de 3 mil pessoas morreram – para festejar a morte de Bin Laden. Além de ter sido o principal mentor dos atentados de 11 de setembro, Bin Laden é também acusado de vários outros ataques, entre eles as explosões em duas embaixadas americanas no Leste da África em 1998.
Pesquisa vai dar apoio à Saúde Mental do Policial Militar Baiano
Acaba de ser aprovada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia – Fapesb – um projeto de pesquisa feito em parceria entre o Colegiado de Psicologia da FTC Conquista e o 9º Batalhão de Polícia Militar da Bahia. A pesquisa vai atuar em apoio à saúde mental do policial militar baiano.
Sob o título “Desenvolvimento de um Modelo de Avaliação, Promoção e Suporte à Saúde Mental do Policial Militar Baiano na Formação de Praças”, o projeto de pesquisa é do coordenador do curso de Psicologia, professor Maiango Dias. O objetivo é oferecer desde avaliação psicológica até o tratamento da saúde mental dos praças. Um dos focos de trabalho será o estresse pós-traumático dos policiais que atuam na rua.
Oeste e Sudoeste da Bahia – As atividades do projeto de pesquisa serão realizadas durante o programa de formação dos policiais das regiões Oeste e Sudoeste da Bahia, sob responsabilidade do 9º Batalhão. Entre as atividades previstas está a instalação de um posto avançado do Serviço de Psicologia da FTC Conquista dentro do 9º Batalhão.
Também serão promovidas ações de saúde geral – em parceria com os cursos de Enfermagem, Nutrição, Fisioterapia e Educação Física. “Nossa proposta é melhorar a qualidade de vida e de trabalho do policial militar e, em consequência, seu desempenho na Segurança Pública”, define o professor Maiango Dias.
Fapesb – A fundação que aprovou o projeto é uma instituição de direito público, criada com o objetivo de estimular e apoiar o desenvolvimento das atividades científicas e tecnológicas do Estado da Bahia. “A aprovação significa que a Fapesb reconheceu o valor social da pesquisa”, conclui o professora Maiango Dias. ASCOM FTC
Dilma retalia OEA por Belo Monte e suspende recursos
Dilma Rouseff
O governo brasileiro decidiu jogar duro com a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos): deixará o órgão a partir de 2012 e suspendeu, por ordem presidente Dilma Rousseff, o repasse de verba à entidade previsto para este ano, de US$ 800 mil. A reação do Brasil veio após a comissão pedir, em abril, a interrupção das obras de Belo Monte. O órgão alegou irregularidades no processo de licenciamento ambiental da hidrelétrica de Belo Monte, atendendo a uma medida cautelar de entidades indígenas que questionaram o empreendimento. Como reação à época, a diplomacia brasileira usou termos fortes e pouco usuais. Chamou a decisão de “precipitada e injustificável” e alegou não ter tido tempo suficiente para se defender. Irritada com o que considerou interferência indevida, Dilma quis mostrar um posicionamento ainda mais duro: convocou de volta ao país o representante do Brasil na OEA, embaixador Ruy Casaes. Ele, até agora, ainda não recebeu autorização para retomar seu posto em Washington, tampouco sabe quando o terá. Leia mais na Folha (para assinantes).
Sua Nota É Um Show valera também para Segunda Divisão
Segunda Divisão do Baiano também terá Sua Nota É Um Show
O investimento total do Governo do Estado na competição deve ser superior a R$ 346 mil
O programa Sua Nota É Um Show também vai ser aplicado para a Segunda Divisão do Campeonato Baiano. As trocas de notas e cupons fiscais por ingressos estão valendo. O investimento total do Governo do Estado na competição deve ser superior a R$ 346 mil.
O benefício irá atender os torcedores de Botafogo, Camaçariense, Guanambi, Itabuna, Jacuipense, Juazeirense e Poções. Caso os times cheguem até a final do campeonato, competição que classifica os dois primeiros colocados para a disputa da 1ª Divisão em 2012, 25 partidas terão a participação do projeto, sendo disponibilizados três mil ingressos por jogo, chegando ao total de 75 mil ingressos adquiridos pelo Sua Nota. As trocas de notas e cupons fiscais por ingressos valem para as partidas nas quais os sete clubes participam como mandantes.
A troca é feita através de um sistema disponibilizado pela Federação Bahiana de Futebol (FBF) via telefone. O cidadão deverá ligar para os telefones (71) 3533-5050 (Camaçari), (77) 3610-1900 (Guanambi), (73) 3610-1500 (Itabuna), (75) 3610-1900 (Riachão do Jacuipe), (74) 3614-3500 (Juazeiro), (77) 3610-1500 (Poções) e (71) 3533-5050 (Salvador) para os jogos a serem realizados nas suas respectivas cidades, digitar o CPF, fazer a reserva dos ingressos e retirá-los nos estádios onde ocorrerão os jogos, um dia antes da realização das partidas, no horário das 8h às 17h.
A retirada dos ingressos previamente reservados é feita com a apresentação da carteira de identidade e o CPF. Para isso é preciso entregar também 10 notas ou cupons fiscais (por ingresso), emitidos neste mês ou no mês imediatamente anterior à realização da troca, por contribuintes do estado da Bahia, ficando limitado à quantidade de dois ingressos por pessoa. A responsabilidade pela troca das notas e cupons fiscais pelos ingressos é da FBF.
BRUMADO: ASSALTANTES ATERRORIZAM A ZONA RURAL
“Foi tudo muito rápido pensei até que o bicho tinha escapado, quando fui perceber já estava na mira de um revólver”. Foi assim que o entregador de leite, Salvador Rocha Vale, resumiu os momentos de terror que sofreu, junto ao sogro, na noite desta terça-feira (26), na Fazenda Lagoa do Sal, próximo a fazenda Canudos, em Brumado. Salvador foi passar a noite com o sogro, que está doente, e quando foi abrir a porta da casa, para ver se o animal estava no quintal, foi abordado por três homens encapuzados, sendo um alto, magro, negro e os outros dois baixos e magros e de pele clara, aparentando ser menores, e aramados com revólveres. Agressivos, os bandidos anunciaram o assalto deram um golpe na cabeça de Salvador, e em seguida, o empurrou com sogro para dentro de um quarto, onde aterrorizaram o idoso Dionísio Meira dos Santos, 68 anos, que sofre de pressão alta, enfiando as mãos nos bolsos, procurando dinheiro e ameaçando-o de morte. As vítimas indicaram onde estava o dinheiro, R$ 900,00, que seria utilizado para pagar os exames e os remédios do idoso, mas antes de fugirem, os marginais ainda prenderam os referidos dentro de uma dispensa na cozinha, e saíram a pé, já que não foi ouvido o barulho de automóvel. Além do dinheiro, os bandidos levaram dois celulares. O caso foi registrado na 20ª Coorpin, em Brumado.
Desarticulado esquema de venda de remédios controlado
Investigadores da Delegacia Territorial de Amargosa desarticularam um esquema de venda de remédios de uso controlado, com a prisão de Rogério Silva dos Santos, 25 anos, quando, na quarta-feira (27), ele se preparava para entregar algumas cartelas de Cytotec, medicamento utilizado como abortivo. O traficante recebia os pedidos por telefone e utilizava o serviço de mototaxistas para entregar as encomendas.
Com passagens pela polícia por assalto e formação de quadrilha, Rogério mora no bairro de Vida Nova, em Lauro de Freitas, Região Metropolitana de Salvador, e comercializava os medicamentos em Amargosa e municípios vizinhos. Os medicamentos eram adquiridos na Feira de São Joaquim, na capital, e na Feiraguay, em Feira de Santana.
O delegado titular de Amargosa, Wagner Marinho, explicou que “Rogério revendia cada cartela de Cytotec por R$100”. Os policiais também apreenderam anabolizantes e remédios tarja preta. O acusado está custodiado na carceragem da delegacia local.
DONA NENZINHA (1)
Senti a necessidade de escrever esse artigo em homenagem à minha mãe, a quem chamo de Dona Nenzinha, nome de família, pois o prenome, de batismo, ela não gosta – Benvinda. Preferiria chamar-se Rita que, segundo sua informação, é uma tradição da família. Trata-se de pessoa que amo incondicionalmente, do fundo do meu coração. A nossa relação além de filial é umbilical, por laços muito fortes que nos unem, numa convivência de amor recíproco.
Dona Nenzinha é uma mulher extraordinária, sempre foi trabalhadeira, honesta, eficiente e competente. Sofreu as agruras que a vida lhe impôs, deu a volta por cima e venceu. Criou os filhos sozinha e os encaminhou com a determinação de mãe dedicada e professora leiga, que via a educação como forma de crescimento humano. Aos netos dedicou atenção, carinho e compreensão, gesto de afetividade de avó, levando alguns deles para morar consigo por certo tempo, ou passear em sua residência, na cidade em que morava, fazendo revezamento entre eles.
Inicialmente, bem jovem, trabalhou como professora leiga em Contendas do Sincorá, em regime particular. Esforçada e dedicada à causa do ensino, demonstrou competência a ponto de ser escolhida pelos pais como professora de seus filhos em detrimento das formadas em magistério, criando descontentamento pelo fato. Certa professora, ao questionar uma aluna o motivo do não comparecimento às suas aulas, ouviu dela que preferia a professora leiga, o que a fez proclamar comentário maldoso, eivado de inveja: “Quanto menos somos, melhor passamos”.
Alguns dos seus alunos hoje são médicos, engenheiros e outros profissionais que reconhecem o amor e carinho com que receberam as primeiras lições.
Em Salvador, foi gerente de um hotel por algum tempo. Posteriormente, foi para São Félix, onde instalou uma pensão própria. A cidade escolhida servia de transbordo para as pessoas vindas de trem do interior com destino a Salvador, e utilizavam o vapor, em Cachoeira, como meio de transporte. De lá foi para a sua terra natal, João Amaro, onde por longos anos exerceu atividades como professora leiga do município de Iaçu. Com o tempo, deixou o magistério, adentrando no ramo comercial de confecções e afins, contando com a ajuda de sua nora Rosa, na escolha dos produtos de maior aceitação na região, atividade que exerceu até aposentar-se.
Após aposentar-se, foi morar com um dos filhos em Vitória da Conquista e, em seguida, em Brumado, onde residem até hoje. Com o tempo, chegou à provecta idade, e, acometida do mal da idade – a senilidade – passou a necessitar de cuidados especiais para a sua segurança e higienização: banho e troca de fraldas, remédios, alimentação nas horas certas e para as visitas ao hospital.
Certa feita, levou uma queda que precisou de sutura. A resistência para receber os procedimentos foi tamanha, que precisou de três pessoas para segurá-la, apesar da aparente fragilidade e de pesar apenas trinta quilos. O médico que a atendeu disse: “Se eu chegar nessa idade com essa força me dou por satisfeito. Com essa disposição viverá muito tempo”, acrescentou.
Irrequieta e com gastura arranca os pontos cirúrgicos e os curativos. Traquinas, mexe e remexe os objetos, no afã de arrumar, pelo menos, parece ser essa a intenção.
Pelo estado comum à velhice, apresentou quadro depressivo, perda de sono e desenvolveu medo de ficar sozinha, tal qual uma criança. Para dormir, somente mediante um sonífero, que também combate a depressão.
Os detalhes provenientes dessa situação, às vezes, são hilários. Um dia, chamou-me ao quarto e confidenciou-me que tinha muito dinheiro em sua casa e que mo daria, certamente em agradecimento aos cuidados que lhe dedicava. Outra feita, perguntou-me se eu era casado e se tinha filhos. Respondi que a minha mulher era sua nora e os meus filhos seus netos. Ah! Não sabia, não, respondeu.
Dependente, apegou-se a mim de tal maneira que me acompanha aonde vou, quer seja no banheiro ou em qualquer outro lugar. Teimosa e resistente, nunca faz o que se manda, sempre tem uma resposta malcriada e jamais assume os erros que pratica. E, em função disso, é uma pessoa difícil de se cuidar e optamos em zelar pessoalmente desses problemas com a ajuda de familiares, que nos dão o suporte necessário.
Em razão desses fatos, fiquei tolhido de certas liberdades, preciso ficar mais tempo em casa para os cuidados que se fazem necessários e, ao sair, sempre peço a uma pessoa da família para olhar a idosa.
Outro dia, a faxineira que passava pano na casa solicitou: ─ Velha, “arribe as pernas” para passar o pano.
─ Velha não senhora, me respeite, eu tenho nome, repreendeu à servidora com veemência. Vaidade?
Fala em demasia, contando casos desconexos. Evoca pai, mãe e irmãos já falecidos, expressando o desejo de vê-los; esquece dos fatos recentes, às vezes, alega que não se lembra de ter se alimentado. Ao ser questionada sobre acontecimentos passados, não se lembra de nada ou não quer se manifestar. Há, entretanto, surtos de lucidez em determinadas ocasiões, contando histórias, inclusive, dos tempos de criança.
Em nenhum momento imaginei que o quadro chegasse a esse ponto; embora não fosse surpresa, tinha outra percepção dessa condição, sem os agravantes verificados. Não contava com toda essa labuta. Nesse particular, o apoio familiar tem sido de suma importância. Apesar de tudo, não tem diabetes nem pressão alta, os exames não dão resultados significativos de alteração, apresentando, apenas, quadro de bronquectasia – dilatação crônica dos brônquios. Nessa questão, está medicada.
Com relação ao comportamento, houve alteração em função mesmo da idade, o que nos leva, ocasionalmente, a perder a paciência. O cuidador do idoso necessita de tolerância, paciência, carinho e, acima de tudo, amor, além da compreensão de que a proteção faz parte de uma obrigação de reciprocidade da vida: Os pais cuidam dos filhos e estes, mais adiante, cuidam dos pais. É o ciclo da vida – a inversão dos fatos.
É importante dizer que esse compromisso afetivo é responsabilidade da família, como reza o art. 230 da Constituição Federal ao estabelecer que “… a família, a sociedade e o Estado têm o dever de amparar as pessoas idosas, assegurando sua participação na comunidade, defendendo sua dignidade e o bem-estar e garantindo-lhe o direito à vida” e também ressalta Fátima Teixeira, Mestre em Assistência Social pela USP[1] segundo a qual “… nessa fase da vida o que o idoso necessita é sentir-se valorizado, viver com dignidade, tranquilidade e receber atenção e o carinho da família”.
Nem sempre isso acontece, por razões diversas.
ORAÇÃO DO IDOSO
(Padre Eduardo Dougherty)
Bem-aventurados aqueles que compreendem meus passos vacilantes e minhas mãos trêmulas.
Bem-aventurados os que levam em conta que meus ouvidos captam as palavras com dificuldade e por isso, procuram falar mais alto e pausadamente.
Bem-aventurados os que percebem que meus olhos já estão nublados e minhas reações são lentas.
Bem-aventurados os que nunca me dizem: Você já me contou isso inúmeras vezes!
Bem-aventurados os que desviam o olhar, simulando não ter visto o café que por vezes derramo.
Bem-aventurados os que sorriem e conversam comigo.
Bem-aventurados os que sabem dirigir a conversa e as recordações para as coisas dos tempos passados.
Bem-aventurados todos aqueles que me dedicam afeto e carinho, fazendo-me assim pensar em Deus. Quando entrar na eternidade, lembrar-me-ei deles, junto ao Senhor.
Bem-aventurados os que me ajudam a atravessar a rua e não lamentam o tempo perdido que me dedicam.
Bem-aventurados os que me fazem sentir que sou amado e não estou abandonado, tratando-me com respeito.
Bem-aventurados os que compreendem quanto me custa encontrar forças para carregar a minha cruz.
Bem-aventurados os que amenizam os meus últimos anos sobre a terra.
Amém!
Antonio Novais Torres
Brumado em 23/04/2011.
R/NDC.
[1] Fátima Teixeira: O idoso e a família: os dois lados da mesma moeda. Artigo publicado na Revista Partes.








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