A Gente diz

Dom Luís Gonzaga fala sobre Campanha da Fraternidade em Coletiva nesta quarta

Dom-Luiz-Gonzaga-da-Silva-Pepeu

Por Laís Vinhas

A Arquidiocese de Vitória da Conquista vai conceder uma entrevista coletiva à imprensa com o arcebispo metropolitano, Dom Luís Gonzaga Silva Pepeu, para tratar de assuntos ligados à Campanha da Fraternidade 2011, que neste ano tem como tema “Fraternidade e a Vida no Planeta” e como lema “A Criação geme em dores de parto”. A coletiva acontece nesta quarta (09), às 9h30, na Cúria Metropolitana, localizada na Praça Tancredo Neves,no Centro da cidade.

Arcebispo metropolitano, Dom Luís Gonzaga Silva Pepeu. Foto: Divulgação

Na ocasião, Dom Luís Gonzaga vai responder às questões sobre a Campanha da Fraternidade, como motivação, objetivos e estratégias; lançamento oficial da Campanha em Conquista; implantação do “Projeto Pedras Preciosas”; e Coleta da Solidariedade.

A Campanha da Fraternidade 2011 será lançada nesta quarta (09) pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília. O tema deste ano é “Fraternidade e a vida no planeta”, e tem com objetivo conscientizar a população sobre o aquecimento global e suas conseqüências. Todas as dioceses e arquidioceses do país, com o início da Campanha, começarão a discutir os efeitos das mudanças climáticas e o como elas estão ligadas ao modo de vida contemporâneo.

O tema que traz à tona as questões sobre meio ambiente já foi tratado em outras Campanhas da Fraternidade. 1979 foi o ano em que o assunto entrou em voga pela primeira vez, seguido de inúmeros outros anos em que a Campanha deu destaque a este tema que se mantém tão atual. A Campanha foi criada em 1964, sendo esta a 47ª edição. Com essa iniciativa, a Igreja pretende conscientizar a sociedade em torno das urgências dos assuntos ambientais e incentivar ações que preservem a vida no planeta.

*Com informações da Ascom Arquidiocesana

Rio de Janeiro: Beija-Flor, Salgueiro e União da Ilha são destaques da 2ª noite

segunda_noiterj

Beija-Flor, Salgueiro e União da Ilha foram os destaques da segunda noite de desfiles do Grupo Especial do Rio de Janeiro. Mas Salgueiro será penalizado por extrapolar o tempo de desfile em 10 minutos e a União da Ilha não foi avaliada pelos jurados por causa do incêndio ocorrido na Cidade do Samba.

Última na Avenida, a Beija-Flor emocionou com uma homenagem a Roberto Carlos. A escola de Nilópolis defendeu o enredo “A simplicidade de um rei” e emocionou o sambódromo contando detalhes da vida e da música do cantor.
Globo.com

Baianão 2011: Torcedor já pode cadastrar CPF para a 12ª rodada


Por Diêgo Gomes

Acontece no próximo domingo, 13 de março, a 12ª e última rodada da primeira fase do Campeonato Baiano de Futebol 2011.

Para assistir alguma das cinco partidas através do programa “Sua Nota é Um Show” o torcedor terá que fazer o cadastro do CPF até as 18h da próxima sexta-feira. Para a partida entre Vitória da Conquista x Fluminense a ligação deverá ser realizada para o número (77) 3610-1500.

Já para a partida entre Colo Colo x Vitória os torcedores de Ilhéus poderão ligar para (73) 3610-1500. Para assistir Bahia de Feira x Feirense, em Feira de Santana, o número de telefone é (75) 3610-1900. Já em Alagoinhas, o torcedor deve ligar (75) 3423 7500, para assistir Atlético x Ipitanga, enquanto que (74) 3614-3500 é o número que cadastra o CPF para a partida entre Juazeiro x Camaçari.

O jogo entre Bahia x Serrano não tem a troca de ingressos pelo “Sua Nota é Um Show”. Todas as partidas acontecem às 16h.

DA SÉRIE: ENSAIOS QUE NOS LEVAMA PENSAR, nº 3 – CARTA A DEUSDETH = I

phpThumb_generated_thumbnailjpgCAULOV70

Primogênito de Jovelino Feliciano da Silva,

Prezado primo Deusdeth Ferraz da Silva

Saudações moverianas.

(UMA VISÃO APOCALÍPTICA DO FUTURO DA VIDA INTELIGENTE NO PLANETA).

(Podes ler sem susto, no final jogo um caneco de água fria na fervura).

PRIMEIRA PARTE (esta carta foi dirigida ao senhor Deusdeth Ferraz da Silva, em 11 de fevereiro de 2005).

Edimilson Santos Silva Movér

O nosso existir como seres superiores na escala da evolução biológica no planeta, de maneira nenhuma nos coloca no cimo do desenvolvimento comportamental, moral e espiritual das humanidades do Universo. Nós, como seres “evoluídos”, muito “deixamos” a desejar, basta fazer uma pequena retrospectiva no existir humano e encontraremos verdadeiras feras “travestidas” de humanos. Os seres ditos “inferiores” comparados aos humanos ditos “superiores” são; (neste caso e comparação); perfeitos seres angelicais. As feras só se comportam como feras nos casos de defesa, na instintiva auto-preservação e na tentativa da perpetuação genética.

O que leva alguns humanos a adotar este tipo bestial de comportamento? Ocorre que a humanidade com seu crescimento numérico alcançado, os espíritos que aportam ao planeta, parte encarna pela primeira vez, e em alguns casos não tem ainda nenhum grau de evolução espiritual, por outro lado, existem espíritos especiais que embora seja sua primeira encarnação, aqui no planeta, são “evoluidíssimos”, todos nós passamos por uma primeira encarnação, isto é inevitável! Casualmente, alguns sem evolução espiritual conseguem alcançar algum poder de mando político, aí então, este espírito se torna extremamente perigoso, isto de acordo com o grau de poder adquirido; (serve como exemplo; o caso de Hitler!). Estes espíritos não possuem visão, nem “senso” ou idéia do porquê, nem de como transcorre a história do homem no planeta. É próprio dos espíritos sem evolução acreditar que podem alterar a história da vida planetária, sendo ele tão somente, uma infinitesimal partícula desta mesma vida. A história da humanidade registra muitos “príncipes” com espíritos sem nenhuma evolução e com imenso poder de mando! A maioria comete erros colossais… É só consultar a história do passado, e mesmo na historia recente e atual, normalmente estes malucos foram, ou são líderes com poderes totalitários. Os gregos ao descobrirem isso, inventaram a democracia. A alternância do poder, facultado pelo voto do povo, elimina e afasta tal perigo.

No ensaio que ora te remeto, (junto a esta), o tema da primeira encarnação é abordado com mais profundidade. Esta má qualidade inerente a alguns humanos tem no existir destes seres, o mais diversificado grau de aplicação e pontuação. Mesmo no homem comum, (com pouca evolução espiritual e sem nenhum poder de mando), encontramos comportamentos estranhos a seres ditos civilizados e quase sempre de forma pontual, isto é, “de vez em quando” se comportam como se estivessem loucos. Desde a falta de visão do sentido real do existir, o que é comum à maioria dos seres humanos até a completa insensibilidade para com a própria descendência ou progênie, o que; (salvo nos casos da luta pela sobrevivência e na tentativa da perpetuação genética); nunca ocorre entre nossos irmãos inferiores chamados indevidamente de irracionais.

Onde há mais lógica e racionalidade? No ato de um casal de humanos que elimina toda sua prole, (e em alguns casos sua ascendência imediata), sem estarem loucos, ou no ato de um cão que defende o dono, ou sua prole, (do cão), até a morte?

Prezado Deusdeth, o egoísmo leva a humanidade a abandonar a trilha da evolução espiritual. Nos primórdios do nosso existir, ainda como hominídeos, só conseguimos evoluir para humanos devido ao instinto gregário da espécie. Mesmo tendo alcançado o estágio de evolução atual, o instinto gregário é extremamente necessário para a evolução espiritual e moral, principalmente para a continuidade da espécie no planeta.

No entanto, paulatinamente a espécie humana está se afastando destes princípios elementares, justamente os princípios que a fez alcançar o grau de desenvolvimento atual, sem o instinto gregário estaremos fadados a retornar à barbárie. O instinto gregário nivela, aproxima, fortalece pela união e pela múltipla proteção, o que gera os sentimentos da gratidão, do respeito ao próximo e do amor, sentimentos próprios dos seres superiores. O “Toque” agrega qualquer espécie em desenvolvimento, proporcionando e propiciando uma existência duradoura, o que é essencial para o desenvolvimento biológico, que ocorre com extrema lentidão na maioria das espécies.

O argumento de que a cada dia o congraçamento humano aumenta através do comércio global, do turismo e da moderna comunicação tecnológica é um brutal engano. O que fazemos na realidade é nos afastarmos dos nossos grupos familiares e sociais, principalmente dos menos agraciados com os bens materiais, isto é: a cada dia que passa o ser humano mais se afasta de seus semelhantes, pela migração para novos grupos sociais com economias diferenciadas, mais fortes ou mais fracas, afastando-se dos parentes e amigos que não alcançaram ou não se encontram mais nestes patamares econômicos. Perdendo as qualidades naturais geradas pelo convívio dentro dos grupos familiares. (E como todos se julgam numa situação melhor ou pior que os outros, deduzimos então: que todos se afastam de todos). É como o Universo em expansão de Edwin Hubble onde todos os corpos se afastam de todos os corpos.  É como se a sociedade se diluísse em ilhas, que também se diluem em ilhas menores, até chegar a um ser humano, egoísta, isolado e catatônico. O afastamento do convívio dos grandes grupos familiares faz o homem perder o medo de praticar atos ilícitos e criminosos, deteriorando o seu comportamento como cidadão. Com a explosão demográfica, desaparecerá naturalmente a família numerosa, a família do futuro será composta de: avós, pai mãe e um único filho, desaparecerão, primos e tios. Isto vai ocorrer em todas as nações.  No momento só a Índia e a China são super populosos, no futuro todos os países o serão. Vai chegar num ponto em que nossos filhos serão nossos filhos, somente até chegarem à maternidade, daí em diante ficarão sob responsabilidade e guarda do Estado.  Nunca mais os veremos! E como saberemos que eles continuam a viver? Aí então, a família estará extinta e a sociedade será radicalmente modificada. Aí então, estes fatos que prenunciam o fim da família, serão as “marcas” do início do fim do fim. Será que o vaticínio de Huxley estava certo?

Diferentemente! Antes da grande catástrofe climática, que provocará a invasão das nações menos populosas pelas mais populosas, o gregarismo tornar-se-á comum entre as nações, fruto de terríveis experiências. Veja o exemplo das nações ricas com o seu G-7 que estranhamente tornou-se G-8 (isto devido ao poder persuasório da máquina bélica nuclear russa), há também as nações pobres com os seus grupos dos G13, dos G20, dos G40 etc. com menor expressividade. Deusdeth, existe uma proposta do Sr. Tony Blair, primeiro ministro da Inglaterra, para que o Brasil ocupe um posto no G-8, que passará a ser o G-9.  O que não nos levará para o céu. Mas lembras-te! Caro Deusdeth! Digas-me com quem andas e te direi quem és, ou tem tendência para ser.

Reservo-me o direito de não tocar no assunto “Mercosul”, hummm! Tem uma “coisa” que quanto mais se mexe, mais fede.

O exemplo mais notável do gregarismo entre as nações é a UE (União Européia), daqui a cinqüenta anos, talvez antes, a integração será total. (Conforme a semiótica, ciência dos princípios “sígnicos peirceanos” pode-se, e deve-se admitir a unificação da fala na Europa, os filólogos isto admitirão de imediato, a discussão será “em quanto tempo”), adiante te transmito o esboço de uma teoria que é o “meu ponto de vista” sobre a diversidade das línguas no planeta. Não sei por que meus pontos de vista nem sempre ou quase nunca são concordes com os pontos de vista dos cientistas. Hum! Confesso que não sei.

Este é um exemplo espetacular dado pela “EU”  (European Union), do que a decisão e a boa vontade dos povos podem fazer, levando-se em conta que há sessenta anos atrás saíram de uma guerra catastrófica e fratricida . “Considerando-os todos como terráqueos inteligentes”. Os povos da Europa se tornarão uma só nação! Quem sofre aprende! Aprende-se a ter medo e a ser sensato. Este mesmo medo trancará as fronteiras da Europa para a imigração. Quem pariu Matheus, que o balance, os povos da África depauperada e espoliada pela “Europa” tentarão se mudar para a Europa, a Europa roubou “desavergonhadamente” a África por séculos, em contra partida os povos africanos vão tentar se mudar em massa para a Europa, pois, não há efeito sem causa… Não é uma espécie de retaliação, eles tentam se mudar para a Europa fugindo da miséria em que os europeus os deixaram.

Mesmo com a união das nações em blocos, as sociedades destas nações, devido ao egoísmo continuam em processo de constante desagregação. A união destas nações é motivada pelo medo de outra guerra entre estas mesmas nações. Gato escaldado com água quente tem medo de água fria!

A criação do bloco europeu levou o congresso norte americano a aumentar drasticamente sua verba para a defesa, ou foi somente mera coincidência? É esperar para ver no que vai dar! Espero sinceramente que tenha sido coincidência.

Não devemos nos iludir, as nações se unem para não sucumbirem perante as demais nações. O mal crucial do planeta são os dirigentes das nações. O modelo político/eletivo dos governos dos povos do planeta está errado, nunca funcionou bem! Em nenhuma esfera, seja federal, estadual ou na municipal, incluindo o senado as câmaras de deputados e de vereadores. O mal está na qualidade moral do “homem” que governa… Porque não se insere num supercomputador os dados de todos os candidatos, dados que sejam suficientes para fazer uma triagem completa destes candidatos? Urge que se mude o modelo eletivo atual. Não me pergunte qual a solução, pois não a tenho no momento. Esta do computador não é somente uma brincadeira! O que se buscaria seria um computador mais “humano” que o mais humano dos humanos! Mas, bem que poderíamos experimentar. Os governos só vêem as nações como “números”, pelo potencial industrial, potencial energético, PIB, reservas minerais, renda per capita, índice de inflação, índice disso, índice daquilo, nunca as vêem como povos, que é o que realmente são. Em todo o planeta as leis que tentam controlar o comportamento do “homem” que governa, teriam que ser duríssimas, um “homem” que governa não poderia “cuspir na rua”, sob pena de perder o mandato. A rua onde pisa o cidadão teria que ser respeitada ao extremo pelo governante. Humm!!! Até parece a república de Platão!!!…

A EXPLOSÃO DEMOGRÁFICA. Aquele que se dispuser e quiser tomar conhecimento de como a população de todo o planeta cresce segundo a segundo, hora a hora, dia a dia, mês a mês, ano a ano! Embora, alguns tenham crescimento negativo, isso não é significativo. No geral a população cresce, e cresce assustadoramente! Entre neste link. e veja estarrecido o quanto estamos próximos do CAOS. Eis o link:

www.breathingearth.net/ aqui verás que: por dia a população do planeta aumenta 247 mil comedores de feijão de e arroz, o que equivale a 78 milhões por ano, onde iremos parar? Obviamente no inferno do CAOS, ou no de Dante, de tanto eu parafrasear o inferno de Dante, ele terminará existindo mesmo!!!  Sendo cada um pior que o outro. Os governos do planeta e algumas religiões do mundo ocidental são de uma burrice inominável… Se a população continuar a crescer neste ritmo! Logo, logo, estaremos vivendo ombro a ombro, e alguns tentarão subir em nossos ombros… Ponha isto dentro da tua mente! Os que são contra o controle da natalidade, apostam no CAOS, e na derrocada da humanidade…

Voltemos ao assunto “Europa”…

Se no futuro o parlamento europeu der certo, pode transformar-se num governo único para toda a Europa (na UE “MCE” já são 25 paises, e tem uma fila do leste europeu querendo entrar), podendo servir de modelo para o restante do planeta. O que abre o caminho para tentar, talvez, um governo mundial. Já aventado por Immanuel Kant ainda no século XVIII, portanto há muito tempo! Observem bem o que digo agora! Se algum dia a (UE) se partir, fiquem de olho nos povos latinos, ô corjazinha ruim..

O Capitalismo… O modelo político/econômico adotado pela maioria das nações levará o planeta para o colapso! O modelo econômico capitalista é um dragão ao avesso, ao invés de endógeno é exógeno e assim vai explodir. Ao invés de cuspir ele engole fogo, que é a energia das nações mais pobres. O modelo econômico mundial atual exige um crescimento constante das economias de todos os países, quem estagnar sucumbe, as economias menores para poderem crescer fazem empréstimos nas grandes economias, o que resulta em juros que não as deixam crescer. É um circulo vicioso. A verdade é que os empréstimos é o resultado do excessivo enriquecimento das grandes nações, elas não podiam aumentar mais a produção, já faltava consumidor, e sobrava dinheiro, aí inventaram o FMI, o BIRD, o BID e outros organismos internacionais de empréstimos. Tem um país austral dançando à tempos o último tango. Quando os países ricos descobriram que sua grande produção industrial estava ficando muito cara devido aos altos salários de seus cidadãos e que estavam poluindo seus países. Exportaram suas indústrias (como presente de grego), para os países pobres, principalmente, as mais poluentes, e lá vai remessa de lucro, e lá vai empréstimo, e tem outra, ainda botavam banca para emprestar, ainda faziam e fazem // doce. É para ninguém desconfiar que tudo isso é uma grande armada. Se eles não emprestarem aos países pobres, a quem vão emprestar? Rico não toma dinheiro, rico empresta dinheiro. Deusdeth eu te pergunto! Desde que me entendo por gente, a grande nação do norte, todos os anos tem um déficit gigantesco, e nunca quebrou, será que em sua contabilidade interna eles computam os lucros de suas empresas nos outros países?

A economia mundial está estratificada e baseada no consumo dos supérfluos, o único produto que o mundo não pode parar de consumir é comida. O resto! A parada brusca do consumo do supérfluo em geral é que provoca o crack. Quer um exemplo! Em (Reais) a produção de cosméticos em nosso país ultrapassa a de remédios. Veja em sua volta, em sua cidade, conte as padarias, as farmácias, as livrarias, depois, conte os botecos, as lojas, os bares, os magazines de eletrodomésticos, os armarinhos de bugigangas, em época de crise, sapato e roupa é supérfluo, até goiabada vira supérfluo, na realidade, de 70 a 80 por cento das mercadorias de um supermercado compõe-se de supérfluos. O supérfluo ganha com folga. Daí vem a fragilidade da economia mundial, mais de setenta e cinco do que ela produz é supérfluo. Estamos sempre beirando o abismo da crise. Sem ofender ninguém! Nunca vi uma classe mais burra do que a dos que cuidam da economia.

Se o crack de 1929 se repetir! (Não quero nem estar por perto, espero estar na fase desencarnada), mas esta já é outra estória, que merece uma abordagem mais longa e mais detalhada. (Me refiro ao crack, a quebradeira das nações), e não a “pedra” de uso da geração “bunda”. O governo burro ao invés de cuidar de inibir a entrada da peste no país vai é criar o Ministério do crack. Hum! Misturei os assuntos… É a raiva da burrice.

Observe com atenção, que a moda do momento é todo mundo ser contra a grande nação do norte. Isto é só modismo, qualquer nação que alcançasse a hegemonia entre as nações, seria a bola da vez. Ninguém gosta dos poderosos, isto é notório! O resto é pura burrice, inveja e falta de visão histórica, e mesmo falta de conhecimento da história da América. E de como surgiram, de quanto tempo duraram, de como e porque desapareceram os impérios hegemônicos precedentes. Como o império incaica e o asteca, aqui nas Américas, o egípcio, ao longo do Nilo no nordeste da África, os impérios mesopotâmicos, o assírio, o império sumério, principalmente o persa de Ciro, todos no oriente próximo. O otomano na Ásia menor, o império grego e o romano na Europa, o império chinês creio que seja a única exceção, e por motivos topológicos! O mongol na Ásia se esfacelou há muito tempo.

A verdade é que cada império tem sua história, cada caso é um caso, a única coisa que eles têm em comum é que não duram para sempre. Na realidade nada dura. Estes impérios antigos dispunham de pouca ou nenhuma tecnologia, torna-se necessário observar que a maioria destes impérios praticava uma política expansionista, ao contrário da nação americana que atualmente já está contida dentro de suas fronteiras, salvo por algumas ilhas estratégicas e várias bases militares espalhadas pelo mundo a fora. Os vaticinadores da queda do império americano devem se lembrar de que o maior poder da nação americana não é representado pelo seu dólar que possui valor universal, nem pelo ouro do forte Knox, nem por seu imenso poderio bélico, mas sim pelo que é capaz de produzir suas Universidades e, sobre tudo por sua alta tecnologia, única no planeta, algo difícil de ser destruído ou suplantado.  Corre a “boca pequena” que na fase da guerra nas estrelas, os americanos desenvolveram uma tecnologia capaz de transformar no espaço, a energia do Sol em micro ondas, enviá-las para a superfície do planeta onde seria transformada em energia elétrica, que em parte utilizariam para separar os átomos de oxigênio dos átomos de hidrogênio da água do mar, este hidrogênio seria comprimido, liquefeito, envasado ou “gasodutado” e transportado na forma despressurizado e utilizado como fonte de energia de baixo custo para uso geral. Dizem que só não abandonaram os combustíveis fósseis por motivos econômicos. Há muito capital investido no setor petrolífero. Os americanos já desenvolveram protótipos de “tudo”, movido a hidrogênio, motores estacionários, automóveis, caminhões, ônibus, locomotivas, navios, aviões, foguetes e indústrias. Até parece que o resto do mundo é cego! Ceguetão! E ponha cegueira nisso…

Porque desenvolveram tantos protótipos? Se a tecnologia atual e usual da produção de hidrogênio consome de duas a três vezes mais energia elétrica para se produzir o equivalente a uma vez em energia de hidrogênio. É que devem conhecer uma fonte barata e inesgotável de produção de hidrogênio. Ora! Deusdeth se houver um número de estações geoestacionárias que seja suficiente para cobrir (no espaço) toda a superfície do planeta, e se é possível mandar a energia do Sol para a superfície em forma de microondas deduz-se que se pode mandar de estação para estação, então a noite não causará solução de continuidade na operacionalidade deste sistema. Funcionando o sistema em caráter global 24 horas por dia. Se for verdade coitada da OPEP. Deusdeth esta estória da energia da guerra nas estrelas tem seus pontos falhos, será que estão esperando a catástrofe do caos climático acontecer, para tomarem conta de um planeta combalido e menos habitado? E se a alteração climática durar por vários séculos, digamos 30 ou 50, o tiro não terá saído pela culatra? Antes do fim da era do petróleo saberemos. Com certeza saberemos.

E não se esqueça a hegemonia americana é completa e absoluta, isto magoa muita gente, se a nação americana se esfacelar todas as outras nações se esfacelam juntas, a dependência da tecnologia norte americana  das demais nações, como diz Falcão, não é muita, mas é 100%.

Tu te recordas dos tempos do comunismo, a moda era, quando não ser comunista pelo menos ter idéias comunistas, principalmente entre a estudantada mais intelectualizada e entre os pseudo-intelectuais de plantão. Em minha época de estudante todos liam “O capital” os exemplares eram ensebados por passarem de mão em mão, hoje poucos estudantes o lêem, só os dos estudos sócio/políticos. Depois do advento da era pós-industrial, que nos Estados Unidos começou em 1956. A era pós-industrial para uma nação tem início quando o produto dos serviços ultrapassa o da indústria.  Então aí, ninguém se lembra mais da “mais valia”. Depois que o comunismo “autocanibalizou-se”, todos calaram, faz tempos que não ouço falar de Friedrich Engels e de Karl Heinrich Marx, isto sem desmerecê-los, pois foram dois extraordinários seres humanos e grandes filósofos, a intenção deles era a melhor possível. Quando puseram suas idéias em prática pela primeira vez em 1919, vemos hoje que o resultado foi o pior possível. O que vemos, é que simplesmente a moda passou. De vez em quando algum sociólogo afonsino e acrônico, normalmente desempregado aparece falando em lutas de classe. Deusdeth (é interessante observar que Engels nunca cursou uma universidade, foi colaborador de Marx durante toda a vida, escrevendo junto com Marx várias obras, chegando a dominar 23 idiomas, pudera! Era um gênio, era inteligentíssimo). Mas, todos erram, eles abraçaram uma teoria numa época errada, e que faria um grande mal a humanidade. A humanidade naturalmente terminará no comunismo, dentro de quinhentos anos, quando o “valor das coisas”, desaparecer.

CONTINUA NA SEGUNDA PARTE DA CARTA À DEUSDETH

Cordialmente,

Parte revisada e atualizada em 23 de fevereiro de 2011

Edimilson Santos Silva Movér

Aplicar Maria da Penha para proteger homem ‘não é adequado’, diz ministra

Homens já foram beneficiados pelas medidas protetivas previstas na lei.ministra30225agbrasil
Para Iriny Lopes, Judiciário é entrave para que a lei tenha maior eficácia.

“A mulher que apanha hoje é a morta de amanhã. Quando há demora no julgamento dos casos, o agressor está livre para continuar as agressões, e as agressões costumam chegar ao ponto do homicídio. (…) Muitas mulheres morrem porque os processos contra seus agressores estão parados.”

Mariana Oliveira Do G1, em São Paulo

Ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para Mulheres (Foto: Elza Fiúza / Agência Brasil)Ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Políticas para
Mulheres (Foto: Elza Fiúza / Agência Brasil)

Há dois meses no cargo de ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, a deputada federal licenciada Iriny Lopes (PT-ES) defende que a Lei Maria da Penha, criada para proteger as mulheres em situação de violência, não seja aplicada para beneficiar também homens agredidos por suas companheiras.

“A lei é clara. (…) É para ser aplicada para proteger mulheres agredidas. Os homens são amparados pela legislação comum, o próprio Código Penal dá proteção a esses homens. Não é adequada a utilização para homens”, afirmou Iriny em entrevista ao G1, na qual contou os planos do governo Dilma Rousseff para as mulheres. Nesta terça (8), o país comemora seu primeiro Dia Internacional da Mulher sob o comando de uma presidente mulher.

Desde a criação da Lei Maria da Penha, há 5 anos, diversos juízes já aplicaram medidas protetivas para homens. Há poucos dias, a Justiça do Rio Grande do Sul concedeu benefício para um homossexual. A proteção dos homens, no entanto, não é consensual no Judiciário. A Lei Maria da Penha, da qual Iriny Lopes foi relatora na Câmara dos Deputados, ainda é alvo de outras discussões, como, por exemplo, se o texto é constitucional por diferenciar homens de mulheres, se o processo deve terminar caso a mulher desista da queixa ou se a lei deve ser aplicada em relações casuais.

Para tentar reduzir parte das controvérsias, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu durante sua gestão que o Supremo Tribunal Federal (STF) declare a constitucionalidade da Lei Maria da Penha. O caso está com o ministro Marco Aurélio Mello, mas não há previsão para julgamento da ação.

Na opinião da ministra Iriny Lopes, o grande entrave para melhor aplicação da Lei Maria da Penha é a demora para o julgamento dos processos. “A mulher que apanha hoje é a morta de amanhã. Quando há demora no julgamento dos casos, o agressor está livre para continuar as agressões, e as agressões costumam chegar ao ponto do homicídio. (…) Muitas mulheres morrem porque os processos contra seus agressores estão parados.”

Confira abaixo os principais trechos da entrevista com a ministra Iriny Lopes.

G1 – Quais são os planos do governo Dilma para as mulheres em 2011?
Iriny Lopes – A presidenta vai cumprir alguns compromissos de campanha nessa questão da mulher. Teremos a inauguração de algumas creches, das 6 mil que ela se comprometeu a construir. Estamos procurando ampliar e qualificar o programa de atendimento à prevenção do câncer de mama e colo de útero. Nós já estamos trabalhando no sentido de ampliar a formação de professores que vão trabalhar a diferença de gênero e diversidade. Tem também a qualificação profissional da mulher para profissões até então consideradas masculinas, como a construção civil. Para que essas mulheres possam disputar espaço nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016.

G1- Mas o governo deve tomar alguma atitude para que as mulheres efetivamente atuem nessas obras públicas?
Iriny Lopes –
Isso tudo está sendo conversado porque o governo não pode fazer imposição às empresas que ganham licitações. Por parte do governo, vamos cuidar da qualificação das mulheres.

G1 – E como o governo vai contribuir para a inclusão da mulher nas propostas da reforma política, que começou a ser discutida no Congresso?
Iriny Lopes –
É um compromisso do governo em contribuir nessa discussão sobre a presença da mulher na política. As comissões na Câmara e no Senado estão constituídas, e a Secretaria de Políticas para Mulheres vai atuar ativamente. De modo geral, defendemos que haja condições de igualdade para mulheres nas listas (o PT é favorável ao voto em lista fechada, no qual o eleitor vota na legenda e o partido indica uma lista de parlamentares), condição de igualdade no financiamento da campanha, tempo de TV garantido às mulheres e o financiamento na formação política nos partidos para que questões de gênero sejam contempladas nos programas de governo e partidários.

Estamos construindo um grupo de trabalho para viabilizar um banco de dados. Inclusive uma das determinações da lei Maria da Penha é que haja um banco de dados no país que faça demonstrações confiáveis sobre violência doméstica e intolerância de gênero”
Ministra Iriny Lopes, ao informar que o governo federal discute a criação de um banco de dados sobre violência contra a mulher

G1 – Os casos recentes de violência contra a mulher, como o da vendedora Vanessa na Grande São Paulo, dão a impressão de que está aumentando o número de casos. Há algum indicativo de que isso seja verdade?
Iriny Lopes –
O Mapa da Violência (estudo divulgado pelo Ministério da Justiça no fim de fevereiro), embora considere os dados até 2008, ele mostra uma tendência de ampliação dos homicídios de mulheres. Aumenta o número de homicídios de jovens, população negra e tem um indicativo do aumento de homicídios de mulheres. Não temos dados para afirmar com segurança que essa violência é motivada pela condição de gênero. Inclusive discutimos o assunto com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e estamos construindo um grupo de trabalho para viabilizar um banco de dados. Inclusive uma das determinações da lei Maria da Penha é que haja um banco de dados no país que faça demonstrações confiáveis sobre violência doméstica e intolerância de gênero.

G1 – Há muitas críticas, inclusive dentro do Judiciário, contra a Lei Maria da Penha. De que ela não tem funcionado adequadamente para punição dos casos de violência.
Iriny Lopes –
A Lei Maria da Penha precisa ser protegida. É um instrumento fundamental e indispensável para o enfrentamento da violência praticada contra a mulher. A ONU elegeu a lei como uma das três melhores legislações de enfrentamento à violência no mundo. Em pesquisa recente, a lei contou com aprovação de 83% da população. O que temos é um debate dentro do Judiciário que precisa ser superado: a definição da constitucionalidade da lei, para que as instâncias inferiores não fiquem debatendo isso e os julgamentos se tornem mais céleres. A mulher que apanha hoje é a morta de amanhã. Quando há demora no julgamento, o agressor está livre para continuar as agressões, e as agressões costumam chegar ao ponto do homicídio.

G1 – Mas a senhora não acha que a lei pode ser melhorada?
Iriny Lopes –
Eu fui relatora da lei, sou contrária a mudanças na lei. Para mim, a lei é clara, o que precisa é agilidade na Justiça. Estamos conversando no sentido de sensibilizar o Judiciário de que ele tem a mesma responsabilidade na proteção das mulheres no que tange o enfrentamento da violência do que o Executivo. Se nossa responsabilidade é investir em delegacias, núcleos de atendimento, casas-abrigo, o Judiciário tem a dele na constituição de varas especializadas como forma de reduzir o número de homicídios. As mulheres brasileiras esperam isso. Cresceu o número de denúncias não porque aumentou o número de casos, agressões, mas porque cresceu a confiança de que agora há um instrumento legal capaz de punir ações violentas.

Estamos dialogando, incentivando, mostrando a importância da criação de varas especializadas. Mostrando que muitas mulheres morrem porque os processos contra seus agressores estão parados.”
Ministra Iriny Lopes, ao citar que a demora para julgamento dos processos é um dos entraves para melhor aplicação da Lei Maria da Penha

G1 – Mas ainda há poucas varas especializadas em violência doméstica. O governo federal não pode cobrar o Judiciário ou tomar alguma outra atitude para que isso mude?
Iriny Lopes –
O Judiciário é um poder constituído independente do governo. O Executivo é um poder, o Legislativo outro. Poderes são independentes e constitucionalmente não se pode interferir. Estamos dialogando, incentivando, mostrando a importância da criação de varas especializadas. Mostrando que muitas mulheres morrem porque os processos contra seus agressores estão parados.

G1 – E sobre a aplicação da Lei Maria da Penha para homens, que tem ocorrido em alguns casos? Há também outra polêmica sobre aplicação para relações casuais. Qual a avaliação da senhora?
Iriny Lopes –
A lei é clara, trata de gênero. Não importa se é casada, namorada, irmã, filha. E não sou contra a aplicação para homens, mas nesses casos tem a legislação comum. A Lei Maria da Penha é para ser aplicada para proteger mulheres agredidas. Os homens são amparados pela legislação comum, o próprio Código Penal dá proteção a esses homens. Não é adequada a utilização para homens. O homem quando é agredido é por outra motivação que não o fato de ser homem. A mulher é agredida pelo fato de ela ser mulher.

G1 – Mas a lei protege só a mulher porque fisicamente ela é mais fraca?
Iriny Lopes –
A mulher é agredida porque historicamente foi considerado natural agredir uma mulher. É um fato cultural, histórico, que estamos nos esforçando para romper. Não há naturalidade alguma na agressão contra a mulher. O pai podia bater, o irmão, o tio. O homem podia bater, abusar sexualmente e financeiramente. A violência advém desse processo. Pela força física também, mas não exclusivamente. Se a mulher não tem força para carregar um peso ‘x’, o homem também não tem a mesma resistência que a mulher em situações como a dor, por exemplo. E não estou dizendo a dor do parto. É o fato de ir ao trabalho sofrendo doenças, por exemplo. A questão física, a natureza dá conta de equilibrar.

G1 – E o que precisa então para que os casos de violência contra mulher diminuam de fato?
Iriny Lopes –
Uma combinação de coisas. A lei é um instrumento para isso, ajuda a mudar posturas e a cultura. Mas é necessário construir uma nova escola, com nova mentalidade, que não faça diferenças entre meninas e meninos. A lei vale, os programas sociais valem.

A atual legislação determina que o Estado brasileiro atenda as mulheres e que ninguém pode ser vítima fatal em função dessa situação. Nós cumpriremos rigorosamente a lei.”
Ministra Iriny Lopes, ao explicar porque o governo deve proteger as mulheres que fazem aborto

G1 – E como a senhora acha que a presidente Dilma está ajudando nesse processo cultural, nesses dois meses? Já há um favorecimento da condição da mulher?
Iriny Lopes –
A figura dela no poder estimula o conjunto da sociedade brasileira, que também repercute no resto do mundo. A presidenta colocou o combate à miséria no centro do governo. E na população miserável e pobre, a maioria é mulher e negra. Então, a questão da mulher, de raça e geracional é o centro da preocupação do governo.

G1 – A senhora já defendeu publicamente que o governo federal precisa atender as mulheres que querem abortar. O governo não deveria estimular essa discussão?
Iriny Lopes – A atual legislação determina que o Estado brasileiro atenda as mulheres e que ninguém pode ser vítima fatal em função dessa situação. Nós cumpriremos rigorosamente a lei.

G1 – Mas a senhora, particularmente, não acha que o tema aborto deve ser discutido?
Iriny Lopes –
Não acho nada particularmente. Sou membro do governo, e como governo, eu sigo as determinações.

PAC destinará R$ 2 bi para a redução de perdas de água

Agência Estado

O governo federal pretende criar na segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) uma linha de crédito de R$ 2 bilhões para ajudar Estados e municípios a reduzirem o índice de perda de água em suas empresas que prestam serviços de saneamento básico.

O montante, que deverá estar disponível apenas no segundo semestre, ainda é considerado baixo para suprir as necessidades do País, porém, é o primeiro passo do governo para melhorar a situação de algumas cidades brasileiras.

Segundo o secretário nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, Leodegar Tiscoski, dos R$ 2 bilhões que serão destinados à redução de perdas, R$ 1 bilhão virá do Orçamento da União e o restante do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

“Nossa preocupação não é só com a execução das obras. É preciso pensar na manutenção dos sistemas atuais, no dia a dia, na sustentabilidade. Senão, um aterro sanitário, por exemplo, acaba se transformando em um lixão”, explicou o secretário.

Criação de regras

Por enquanto, técnicos do Ministério das Cidades ainda estão elaborando as regras para liberação do dinheiro. “Estamos estabelecendo os critérios. Uma das variáveis para seleção pode ser o alto índice de perda”, afirmou Tiscoski. Existem cidades, conforme o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento referentes a 2008, em que o índice de perdas de faturamento ultrapassa a marca dos 70%, frisou o secretário.

O temor, no entanto, é de emprestar dinheiro para essas empresas municipais e estaduais e não ter um resultado expressivo. A avaliação de alguns técnicos é de que priorizar uma cidade com uma situação intermediária, ou seja, que já apresenta algum tipo de preocupação com perdas, pode trazer resultados positivos com mais rapidez. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Tributo a Mulher – 08 de março de Internacional da Mulher

A Mulher I

Na busca do seu dia a dia

Em suas tristezas e suas alegrias,

Na sua luta pela independência

E por sua liberdade

Na consistência de sua identidade.

Você busca sempre o correto

Você que busca ser profissional,

E que gosta de ser querida

Que quer ser valorizada e compreendida.

Que busca e tenta ser companheira

Que luta como uma guerreira

Que e amiga em qualquer lugar,

E que em alguns casos

E a rainha do lar.

Você que às vezes é, mas que mulher.

E mãe e irmã e amada

E amiga e filha e fada

E atrevida e protetora e carente

E triste e alegre e gente

E tímida e irritada e verdadeira

E TPM e sem limites e faceira

E esposa e amante e amada

E criativa audaciosa e ousada

E com certeza

E forte e determinada.

Sei que muito, mas você é.

Então parabéns pelo seu dia

Internacional da mulher.

Autor Marcilio Brito Santos

[email protected]

Tel  34230391   Cel   91407030

Mulher II

Quando olho para o céu

Vejo que a estrela, mas brilhante.

De brilho fumegante

Desapareceu.

Quando busco no mar

A perola, mas bonita.

Ou uma preciosa pepita

Não consigo encontrar.

Quando busco nas flores

Ou no brilho do vaga lume

A essência de um perfume

Já não existe, mas.

Então percebo e começo a ver

Que DEUS juntou tudo isto

Para criar você!

Você mulher

Que e um ser flora do

Que por tudo e por todos

Deve ser admirado.

Pois você pensa com o coração

Transforma dores em sorrisos

Faz o que for preciso

Para transmitir um brilho em seu olhar.

Mulher que e um ser capaz

É calma, mas as vazes e voraz

Dependendo do momento e da hora.

E por, mas que possa.

Nessas frases vir a citar

Não seria o suficiente para te elogia.

Então resumindo tudo

Parabéns pelo que você é

Pois o que seria do mundo

Se não existisse a mulher.

Autor: Marcilio Brito Santos

[email protected]

Tel  34230391   Cel  91407030fotode marcílio britos 1

Popularidade do Brasil é a que mais cresce em pesquisa global

 

2011_03_0709_26_1748573brasilUma pesquisa anual do Serviço Mundial da BBC conduzida em 27 países revela que as opiniões positivas sobre a influência do Brasil no mundo tiveram o maior aumento entre as nações pesquisadas, passando de 40% a 49%.

Já as visões negativas sobre a atuação brasileira caíram três pontos percentuais, para 20%. Somente em um país, a Alemanha, as opiniões negativas sobre o Brasil superam as positivas (32% a 31%).

Outra nação a destoar do resultado geral foi a China, maior parceiro comercial do Brasil, onde a visão positiva da influência brasileira caiu 10 pontos percentuais, para 45%, e a opinião negativa subiu 29 pontos, para 41%.

O levantamento, coordenado pelo instituto de pesquisas GlobeScan e pelo Programa de Atitudes em Política Internacional (PIPA, na sigla em inglês) da Universidade de Maryland (EUA), foi feito entre dezembro de 2010 e fevereiro de 2011 com 28.619 pessoas, que opinaram sobre a influência de 16 países e da União Europeia.

Para Fabián Echegaray, diretor do Market Analysis, empresa que realizou a pesquisa no Brasil, a melhor avaliação do país pode ser atribuída à aprovação à diplomacia brasileira, à popularidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à atuação de empresas e ONGs brasileiras no exterior.

Jovem morre vítima de coma alcoólico no circuito Osmar

2011_03_0710_32_5066879filhosdegandhyUm jovem de 23 anos morreu no Circuito Osmar do Carnaval de Salvador após ser vítima de um coma alcoólico na madrugada desta segunda-feira (07).

Segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde, a vítima, que ainda não teve sua identidade revelada, desfilava no Bloco Filhos de Gandhy e passou mal após beber grande quantidade de bebida alcoólica, sendo encaminhada por amigos ao posto de saúde municipal do Largo da Piedade.

Apesar do atendimento, o homem não resistiu e morreu no local.

O bloco Filhos de Gandhy iniciou o desfile na tarde de ontem no Pelourinho e seguiu pela Avenida Carlos Gomes até o Campo Grande, como acontece tradicionalmente aos domingos de carnaval.

PRF já conta 129 mortos em três dias de Carnaval

De acordo com relatório, sábado foi o dia mais violento até agora, com 58 mortes

Do R7

 

Correio do PovoCorreio do Povo

Acidente entre ônibus e caminhão em Santa Catarina, na madrugada de sábado (5), foi o mais grave deste Carnaval até agora, com 27 mortes

Publicidade

Balanço da Polícia Rodoviária Federal aponta que, até este domingo (6), 129 pessoas morreram nas estradas federais do país durante o feriado de Carnaval. No total, já são 2.619 acidentes, com 1.473 feridos. As informações foram divulgadas pela PRF na manhã desta segunda-feira (7).

Além disso, 262 pessoas foram presas por conta de embriaguez, de acordo com o relatório.

O número de mortos nas estradas no domingo é, por enquanto, o menor destes três primeiros dias de Carnaval – na sexta-feira (4) , o boletim apontava 37 mortos e, no sábado (5), 58.

A quantidade de acidentes deste domingo também foi a menor registrada até agora: 611, contra 962 na sexta e 1046 no sábado. 

O acidente mais grave ocorreu em Santa Catarina na madrugada de sábado, quando 27 pessoas morreram em um choque entre um ônibus e um caminhão.

A operação Carnaval 2011 conta com um aumento do efetivo de policias nos 66 mil quilômetros de estradas federais do país, responsáveis pelo policiamento e fiscalização das vias. A operação começou às 0h de sexta-feira (4) e vai até à meia-noite da próxima quarta-feira (9).

Na euforia da ilusão

ELVA E DINO –:

NA EUFORIA DA ILUSÃO

Na euforia de ilusão,
pierrôs e colombinas se entrelaçam,
derramando mágoas em formas de confetes.
Retrocesso? Frustração? Que nome se dá
às chagas que dilaceram o corpo
e faz a alma sangrar?
É carnaval! É a hora e a vez das máscaras.
Que importa o que pensam,
olhos sem o brilho natural
Copos nas mãos, sorriso falso nos lábios.
O eterno fingidor. Sufoca o amor que lhe eleva,
Derrama risos sem o brilho acetinado.
Estampa o olhar desesperado,
Buscando forças na ilusão do entardecer.
É carnaval! Hora de postar a fantasia
e encouraçar a beleza do real.
A quarta feira vai chegar. Vem o vazio,
A solidão. Eterno fingidor.
Foi-se o amor pregado… Evaporou.
Caiu na lama da folia.
Sujou a alma, sujou o corpo.
Dos beijos movediços
sobrou apenas a marca do baton
É carnaval… Felicidade fugidia.
E de tudo que se foi
Vem com a quarta-feira de… Só cinzas.

Elvarlinda Jardim,
Cantatas de Palavras.

Projeto quer extinguir idade mínima para aplicação do Código Penal

O artigo 228 da Constituição afirma que menores de 18 anos não podem ser presos nem receber penas previstas no Código Penal. Para os chamados menores delinquentes, existem regras especiais, incluídas no Estatuto da Criança e do Adolescente. A punição mais grave –geralmente aplicada aos menores envolvidos em homicídios– é a internação pelo prazo máximo de três anos. Em qualquer situação, a lei manda soltar o autor da infração ou crime aos 21 anos de idade. Nas últimas duas décadas, o Congresso recebeu cerca de 150 projetos e propostas de emenda à Constituição para reduzir a maioridade penal ou aumentar a punição aos menores, mas nenhum chegou a ser votado em plenário. No Senado, há uma proposta que pretende reduzir para 13 anos a maioridade penal, apresentada pelo senador Magno Malta (PR-ES). O projeto chegou a ser aprovado na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), mas acabou arquivado no início desse ano, na virada da Legislatura. (Folha)