A Gente diz

Filosofia – DA SÉRIE: AMENIDADES PARA O QUE A GENTE DIZ – UMA ANTEVISÃO GERAL DO PLANETA NO ANO 2040

 

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Décimo nono ensaio da obra “21”

(Uma antevisão realista).

Não me perguntem por que esta é uma antevisão realista.

 

 

Que fique estabelecido que esta não é uma antevisão escatológica do que ocorrerá com a sociedade humana, mas, sim, uma dedução lógica do que inevitavelmente ocorrerá no geral com o planeta e, no particular, com cada um dos que ainda estiverem vivos daqui a trinta e um anos. Isto quando estivermos próximo do esgotamento das jazidas dos combustíveis fósseis.

Há dois ditos populares que contêm duas grandes sabedorias: “Quem planta chuva colhe tempestade” e “O mal por si mesmo se destrói”. Na Bíblia em Provérbios, o capítulo 11 é inteirinho dedicado a este último tema, talvez o maior de todos os conceitos bíblicos, que é a inoportunidade do mal. Outra grande verdade está na primeira máxima, que é a colheita multiplicada do que plantamos. Nunca se planta um grão e se colhe um grão! Estas são verdades e realidades indiscutíveis e insofismáveis. A crer na primeira frase, quase nada sobrará da raça humana! Ninguém nunca se pergunta que número de indivíduos é necessário para formar uma “humanidade”! A lógica nos diz que somente dois indivíduos de sexos opostos e com capacidade de se multiplicar podem ser chamados de “humanidade”! Portanto este é o número mínimo necessário para que não se considere extinta uma humanidade qualquer. Por sinal, mesmo desconsiderando a lenda de Adão e Eva, tudo nos faz crer que foi assim que nossa “humanidade” teve início. Observar que me refiro ao nascimento do homo sapiens, quando (da aquisição da razão, do entendimento, do intelecto) o surgimento do antropóide, claro que não vem ao caso. Portanto, basta sobrar um Adão e uma Eva para que a humanidade possa continuar.

Não há efeito sem causa. Teremos que fazer um ajuste de contas pelas práticas irracionais e inumanas de como conduzimos o planeta com relação aos dois aspectos distintos da vida, a vida vegetal e a vida animal, e, nesta, sobretudo a vida humana. No entanto, a vida no planeta é um imenso e único organismo, por isso não desaparecerá. Toda vida planetária é fundamentada na helicóide do DNA, e nada mais. É bem provável que a insensatez humana nos remeta “quase” ao princípio de tudo. Considerando a vida humana sob o enfoque espiritual da reencarnação, ou seja, do Ser como um ente eterno, Heidegger deve se contorcer no túmulo, pois misturo Ser e mente, a todo momento. Os desmandos praticados em todos os tempos e por todos os povos, nada mais foram que ajustes necessários para se alcançarem e trilharem os caminhos do desenvolvimento intelectual da raça humana, sem o qual é impossível alcançar o desenvolvimento espiritual, meta maior do existir humano. Considerando os seres falantes como seres espirituais e que os espíritos sejam constituídos unicamente de energia, nunca houve uma única morte de um ser humano no planeta! Pois é sabido que a energia não é factível de ser destruída, ela pode ser conservada ou transformada, mas destruí-la é impossível. Disto, pode-se deduzir que todos que nasceram e morreram no planeta, desde os tempos mais remotos (dizem os demógrafos que já passa de cento e seis bilhões), ainda estão por aí, ou encarnados ou desencarnados e em algum lugar! Estes últimos, não sabemos onde estão. Bem que, se eu o soubesse, já teria dado um pulinho por lá para rever algumas pessoas queridas e inesquecíveis. Creio que eu reveria primeiro minhas avós maternas e paternas. Ora! Os demógrafos que, sabiamente, efetuaram estes cálculos o fizeram sob um enfoque materialista, desconsiderando a existência do espírito, já que, de acordo com o princípio da reencarnação, este número se reduziria bastante. Segundo o espírito André Luiz numa entrevista concedida ao Anuário Espírita para a edição de 1964, nº1: “Será lícito calcular a população de criaturas desencarnadas em idade racional, nos círculos de trabalho, em torno da Terra, para mais de vinte, bilhões,  observando-se que alta percentagem ainda se encontra nos estágios primários da razão e sendo esse número passível  de alterações constantes pelas correntes migratórias de espíritos em trânsito nas regiões do planeta.”

Aos doutos nos aspectos espirituais do existir, chamo a atenção para o fato de que este ensaio é dirigido a uma imensa maioria destituída desses conhecimentos! Assim, as abordagens de alguns aspectos do existir, às vezes, lhes parecerão incorretas por falta de uma penetração mais profunda no tema, creio ser desnecessária no momento tal penetração.

Vejamos como estarão os diversos povos no planeta daqui a 31 anos, época em que se prevê que esteja próxima do fim das reservas dos combustíveis fósseis. Incrível como possa parecer! Os povos mais atrasados estarão em melhores condições que os povos ditos tecnológicos e mais evoluídos. Daqui a 31 anos já estaremos chegando quase que ao fim da emissão do CO2 para a “imprestável” atmosfera planetária, pois já estaremos chegando ao fim das reservas dos combustíveis fósseis. Que alívio! Estaremos próximos do fim da grande empreitada que nos levará a um verdadeiro “Inferno” de Dante.

Das últimas catástrofes que vêm castigando o planeta nos últimos anos, a única que nada tem a ver com o destempero do clima é o tsunami que aconteceu na Indonésia em 26 de dezembro de 2004, pois foi ocasionado por um terremoto ocorrido no solo do fundo do Oceano Índico; na realidade, foi um deslocamento ou uma acomodação de uma imensa placa rochosa no fundo do oceano. O quadro da situação das populações das diversas regiões do planeta, daqui a 31 anos, é de estarrecer! Sem nenhum pessimismo, se extrapolarmos as condições climáticas d’agora para o ano de 2040, não teremos nenhum motivo para nos alegrar. Não cito país por país; quando cito um, aí se incluem todos os países adjacentes.

Vamos começar pela Ásia. Nesse continente, quem mais vai sofrer os castigos do clima serão os povos que habitam suas milhares de ilhas, cuja maioria da população está concentrada nas regiões costeiras. Aí a abrangência do desastre será total, sem distinção de países a que pertençam, do norte da Austrália ao sul do Japão. “Inclusive neste”, a inclemência do clima transformará as ilhas num inferno, e poucos sobreviverão! Mais ao norte e a oeste do Japão, encontra-se a maior população do planeta, concentrada na China. No centro deste país, o sofrimento será menor, mas as populações costeiras comerão o pão que o diabo amassou e assou! Os poucos que restarem dos desmandos das intempéries, a peste e a fome os atormentarão e terão seu número reduzido ao extremo! A China organizada será varrida do mapa. Os povos do centro, do norte e do noroeste da China sofrerão menos. Os povos da Mongólia e do norte da Rússia, incluindo aí toda a Sibéria, serão castigados por chuvas torrenciais nunca dantes acontecidas. A vastidão das terras da Rússia protegerá pequenas parcelas de sua população interiorana. Oh! milenar Índia, teus algozes estão a afiar as espadas, teus povos chorarão tuas monções. Os dois mais populosos países do planeta, China e Índia, se tornarão os anões dos povos. Lembrem-se de que quanto maior a árvore maior o tombo! As populações interioranas dos grandes países com dimensões continentais estarão mais ao abrigo das chuvas devastadoras. Com a experiência de Santa Catarina, podemos ver que nenhum solo suporta, por muito tempo, períodos ininterruptos de chuvas, por isso as terras costeiras, sob o efeito de longos períodos de chuvas, com o efeito das grandes ondas, simplesmente se desmancharão em lama, e não existe povo na Terra adaptado para viver na lama. As grandes áreas “despossuídas” de sua antiga vegetação de porte, não importa no momento quais os motivos desse desmatamento, simplesmente se desmancharão em lama, que isolará vastas regiões, pois as rodovias, por ventura, existentes, se desmancharão também em lama, deixando as populações costeiras isoladas, e assim, a maioria sucumbirá.

Os males que atormentarão a velha Europa serão oriundos das mudanças nas

temperaturas da Corrente do Golfo. Ai da Europa, se estas mudanças vierem conjugadas com as chuvas torrenciais do descontrole do clima! Aqueles que estiverem na Itália estarão protegidos das catastróficas chuvas perenes. Afastem-se das costas do mar Tirreno, o Adriático não sofrerá os embates das grandes ondas, e ali verão o sol negro nascer no horizonte. Itália! Itália! Tua posição geográfica te protegerá e sofrerás menos!

A África sofrerá com as grandes ondas em suas regiões costeiras do lado oeste; as regiões costeiras do leste, abaixo do Golfo de Áden, sofrerão as mesmas consequências climáticas do grande colar de ilhas da Ásia. Já na imensa região do deserto do Saara, as imensas precipitações, acima de limites nunca dantes vistos, criarão verdadeiros rios de areia que cobrirão regiões inteiras, estes rios de areia sepultarão as suas populações. As areias do deserto encherão o grande delta da dádiva do Nilo, e alterará seu delta de forma nunca vista. O sul da África pouco será atingido, talvez pela sua proximidade com o Pólo Sul.

A América do Norte terá sua costa leste completamente destruída pelas chuvas; furacões de dimensões nunca vistas varrerão os estados do sul. A costa oeste, protegida pelas montanhas rochosas, sairá quase ilesa. Maldita falha de San Andreas! Escapa de um mal para sucumbir a outro! As grandes e pequenas cidades localizadas nas bordas dos Grandes Lagos se afogarão! Quando vier o grande degelo, o Canadá chorará por suas populações ribeirinhas. Oh! Ottawa! Oh! Montreal! Fujam para as montanhas! Suas irmãs Quebec, Manitoba e Ontário são ótimos refúgios!

Pobre América Central, teus povos primitivos imolaram-se em matanças sem fim, começastes a sofrer a expiação por vossos crimes em 1500, agora realmente vivereis um inferno. Esta região foi habitada pela ralé dos povos da Terra. Embora evoluídos em algumas ciências, tinham escrita elaborada, eram bons matemáticos e bons astrônomos; espiritualmente eram atrasadíssimos. As energias maléficas do meteoro de 65 milhões de anos passados ainda estão por lá. Ao contrário da costa oeste dos Estados Unidos, a costa oeste da América do Sul será pulverizada pela fúria do Pacífico Sul, e a salvação será subir os Andes. Multiplique o El Niño por La Niña e depois por mil e terás uma pálida visão da fúria do Pacífico. Uma maldição desceu da América Central para os altiplanos andinos e veio andando com os dois pés! Há mais de seis mil anos, os distintos povos do Golfo do México e da América Central fugiram para o altiplano andino e trouxeram uma maldição em forma de crenças desumanas e inacreditáveis. É difícil acreditar em seus antigos conceitos existenciais.

O tempo da grande prestação de contas chegou. O ódio ou o amor molda as civilizações! Consulte a história dos povos de todo o planeta para constatar esta verdade axiomática. Setecentos anos de domínio impiedoso dos Mouros moldaram os povos da Espanha. O ódio foi tão grande que destruiu várias civilizações por nada. Por que não se contentaram com o ouro? As primeiras civilizações que dominaram passaram a fio de espada, e foram grandes civilizações – os astecas, os incas e seus povos congêneres e aparentados. O ódio acumulado durante os 700 anos de domínio árabe foi vomitado nas recém-descobertas terras da América. O ódio acumulado costuma não desaparecer no tempo e no espaço! Lembrem-se da insanidade praticada contra a antiga capital basca, “Guernica”, pelos aliados alemães de Franco! Cinco anos de ódio acumulado, de 1914 a 1918, caíram sobre “Guernica” e, depois, sobre seis milhões de judeus e três milhões de indesejados.

O que digo é fácil de comprovar: analise os povos americanos colonizados pelos espanhóis e analise o comportamento do único povo colonizado pelos portugueses e, depois, compare-os e terão a certeza da imensa diferença existente entre eles. Os povos não têm culpa de seus desígnios ou de seus infortúnios, por isso os amo indistintamente e incondicionalmente! Na realidade amo incondicionalmente toda a humanidade independentemente de língua, cor, crença ou partido político. Os portugueses devotavam tanto “desamor” aos africanos e aos índios que somos todos mestiços, simplesmente se miscigenaram.

Deixei por último a Terra de Pindorama. Em Portugal, um brasileiro, filho de João Manuel Gonçalves Dias, comerciante português, natural de Trás-os-Montes, e de Dona Vicência Ferreira, uma mestiça, recordando-se de Pindorama, expressou sua saudade em versos de uma beleza imorredoura e sem fim: “Minha terra tem palmeiras,/Onde canta o Sabiá;/ As aves, que aqui gorjeiam,/Não gorjeiam como lá./Nosso céu tem mais estrelas,/Nossas várzeas têm mais flores,/Nossos bosques têm mais vida,/Nossa vida mais amores”. Parece predestinação, mas não é! Os povos mais ricos paulatinamente ocuparam as áreas mais belas, as mais bonitas do planeta, mas, também, as mais frágeis. Os pobres sempre foram expulsos para as terras com solos mais pobres e mais pedregosos, mas muito mais resistentes e que os protegeriam. Toda a imensa costa de Pindorama será castigada pelas chuvas torrenciais. A catástrofe de Santa Catarina não é nada se comparada com o que há de vir para toda a costa de Pindorama. O interior será menos castigado, o Nordeste será o grande refúgio. Os ciclones que hoje se abatem sobre os estados do sul, principalmente Santa Catarina, chegarão até as costas do sul da Bahia com grande intensidade. Fujam das áreas costeiras. Só não conseguirão fugir dos tempos que hão de vir.

Quem planta chuva colhe tempestade…

 

Tudo que relatei aqui pode não acontecer, mas também pode acontecer. Pode não acontecer exatamente no tempo ora previsto, mas que pode acontecer isso pode, ora se pode!!!… É melhor prever o pior e acontecer o melhor, que o oposto…

 

Na atualidade, qualquer pessoa de bom senso e bem informada sabe que estas previsões estão na pauta do dia.

 

Vitória da Conquista, 7 de janeiro de 2009.

Ensaio revisado e atualizado em novembro de 2010

Edimilson Santos Silva Movér

Artigo: A CONFIANÇA USURPADA

 

 ANIVERSÁRIO BRUMADO E ALAB 153[1]

 

 

 

 

“Quando a sabedoria é demais, vira bicho e engole o dono”.

 

 

Ex-mecânico, sempre fez inúmeros amigos que dedicavam-lhe admiração, pelo modo de ser e o tratamento dispensado.  Através de suas inclinações comerciais, tornou-se empresário do ramo de autopeças, conquistando uma grande freguesia, tornando-se referência no setor.

 

A empresa cresceu e foi necessário contratar empregados. O empresário optou por dar serviço aos familiares, contudo, não tinham experiência em vendas, porém desempenhavam as suas funções de forma confiável o que dava tranquilidade ao contratante.

 

Soube que em uma cidade vizinha uma firma, da mesma atividade, estava falindo e possuía um empregado que se destacava pela experiência, campeão de vendas na empresa, um expert no comércio de autopeças.

 

Discutiram os prós e os contras e chegaram a um denominador comum. Trataram de salários, a sua vinda para a localidade proposta, aposentos e a promessa de passado o período de experiência, dar-lhe o status de chefe.

 

O recém contratado angariou não só o entusiasmo como também a confiança do novo-rico empregador que cria piamente em sua competência. Modernizou a empresa, instalou computadores, redistribuiu novas tarefas aos empregados, acrescentou oficina à firma visando maior lucro, ditava ordens; tudo isso com o consentimento do patrão que via o colaborador com bons olhos e se orgulhava do seu trabalho administrativo.

 

O comerciante ascendeu a uma camada social mais alta, sendo assim tratado como exemplo de quem subiu na vida pelo mérito do trabalho e da competência, embora a elite fizesse as suas restrições quanto ao seu comportamento pelas regras de convivência por ela adotada.

 

No aniversário do chefe, muito badalado, o funcionário, agora chefe de vendas, era quem dava o melhor e mais caro presente. A ostentação e a generosidade de perdulário que passou a frequentar festas chamou a atenção. Mas ninguém tinha a petulância de comunicar as suspeitas, por receio de incompreensão do comerciante. Cientificaram, então, os familiares, que passaram a investigar o dito.

 

O indigitado todos os finais de semana ia para a sua cidade rever familiares, conforme alardeava.

Fora flagrado com a boca na botija. Levava no carro várias peças, as de maior valor. Contumaz no procedimento, já havia montado uma casa de peças e comprado imóveis tudo surrupiado do novo-rico que cria na honestidade do empregado que o decepcionou ao adquirir riqueza ilícita às suas custas.

 

Surpreendido e destituído de qualquer iniciativa não comunicou à policia o ocorrido, não quis se vingar do larápio. Ficara decepcionado, pois, não esperava dele procedimento criminoso. Ganhava o suficiente para não se perverter. Ocorre que o cachimbo é que põe a boca torta e a facilidade é que faz o ladrão.

 

Após ouvir opiniões diversas, o patrão descobriu que o larápio cultivava uma poupança gorda. Assim tratou de reaver esse dinheiro. Mediante essa providência, o ladrão cara de pau, tomou a iniciativa de processá-lo, por falta de provas, coagindo o ex-patrão com ameaças de exigir indenização por danos morais.

 

Não podendo manter o controle das atividades de seus empregados e para não ter surpresas convém mantê-los sob controle, afinal é prudente confiar desconfiando.

 

Ao desprestigiar os demais empregados em detrimento do novato cometeu o erro imperdoável do menosprezo e da infalibilidade da indefinição do homem.

 

“Quem vê cara, não vê coração”.

 

Antonio Novais Torres.

[email protected]

Brumado em 18/10/2010.

Revisado

VAMOS COLOCAR CONQUISTA NOS TRILHOS.

Jose-Maria-Caires

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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 Ze Maria – Maxtour

 

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A Imprensa tem uma importância fundamental como norteadora das ações governamentais, ela ausculta os anseios sociais e os governantes atentos, captam as prioridades do povo e buscam alternativas para resolução dos problemas. A imprensa sempre foi o quarto poder.

Foi baseado nos reclames dos vários segmentos sociais que a SUPERINTENDENCIA DE ESTUDOS  E ECONOMICOS E SOCIAIS(SEI), em conjunto com a PREFEITURA MUNICIPAL DE VITORIA DA CONQUISTA, realizará no dia 20 de dezembro às 17:00 na Pousada da Conquista, um seminário de Infraestrutura  e Logística para o desenvolvimento de Vitória da Conquista.

Dentre os temas a serem discutidos estarão: o Aeroporto, o projeto GASENE,   a extensão do gasoduto de Itabuna Conquista  e  claro que a INCLUSÃO DA FERROVIA OESTE LESTE será o tema da noite.

É importante a presença que todas as classes sociais estejam representadas e que a imprensa como sempre cumpra o seu papel de fazer a cobertura desse evento.

Serão convidados:

Geraldo Reis (Diretor da SEI)

Guilherme Menezes (Prefeito de Vitória da Conquista)

Gildásio Silveira (Presidente da Câmara de Vereadores)

José Raimundo (Deputado Estadual)

Jean Fabrício Falcão (Deputado Estadual)

Waldenor Pereira (Deputado Federal)

Walter Pinheiro (Senador)

Davidson Magalhães – Presidente da Bahiagas

Mateus Guedes (SEPLAN)

Pedro Paes – Representante IDOM

Edgard Porto – Diretor de Estudos da SEI

Marcos Cavalcanti (SUPET)

Neville Chamberlain Barbosa da Silva (Representante da VALEC)

MARCOS ANDRADE – AGENCIA DE DESENVOLVIMENTO

 

Atenciosamente,

 

JOSE MARIA CAIRES

Governo do Estado da Bahia e Prefeitura Municipal de Vit. da Conquista realizará seminário para discutir e apresentar a sociedade conquistense questões relacionadas a:“Infraestrutura e Logística para o Desenvolvimento do Município de Vitória da Conquista”.



Gasene_3O governo do Estado, através da Superintendência de Estudos Econômicos e Socais da Bahia (SEI), junto com a prefeitura de Vitória da Conquista realiza no próximo dia 20 de dezembro, às 20h, um seminário, cujo tema será “Infraestrutura e Logística para o Desenvolvimento do Município de Vitória da Conquista”.

A programação irá começar às 17h com a abertura do evento. Logo em seguida será apresentado os resultados parciais do estudo de Viabilidade Central de Logística.

Já às 17h50 está programado para ocorrer a apresentação do Plano Diretor do novo aeroporto da cidade, logo em seguida a apresentação dos critérios técnicos para definição do traçado da Ferrovia Oeste-Leste.O Ramal do projeto Gasene entre Itabuna e Vitória da Conquista também será discussão do evento junto com a apresentação da BR415 que ligará Barra do Choça a Floresta Azul.

Por Diêgo Gomes

Governador reafirma compromisso de construção da ponte Salvador/Itaparica

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No programa de rádio desta terça-feira (14), o governador Jaques Wagner reafirma ao ouvinte Moisés Rocha o seu compromisso de construção da ponte Salvador/Itaparica. Para isso, já tem em mãos os projetos apresentados, na semana passada, pelos consórcios que se habilitaram, dentro do prazo que estava acordado.

“Agora, as equipes de governo têm que se debruçar sobre esses projetos, trabalhar para ver qual deles é o mais interessante, e, em seguida, preparar o edital e partir diretamente para a licitação, com previsão, é claro, de receitas orçamentárias do Estado e da Federação”. Wagner prevê um prazo de seis meses “ou, talvez um pouquinho mais”, para o lançamento do Edital.

O governador afirma que a obra “vai melhorar a entrada e saída da nossa capital, que hoje está praticamente restrita à BR324, e todo esse conjunto, impactando muito no baixo sul e no sul do nosso estado”. Wagner também destaca a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Bahia, no final de semana, quando assinou a ordem de serviço dos quatro primeiros lotes da Ferrovia de Integração Oeste/Leste (Fiol), correspondentes ao trecho Ilhéus/Caetité, com 537 quilômetros de extensão. O presidente também participou da solenidade de formatura de 291 mil alunos da terceira etapa do programa estadual Todos pela Alfabetização (Topa).

“Foram duas belas festas. Uma em Ilhéus e outra em Salvador. O presidente estava muito emocionado e eu também. Acho que isso contagiou a todos. É a síntese daquilo que a gente fez – investir na logística do Estado, que há muito tempo estava abandonado, sem grandes projetos para melhorar a condição de transportes”.
Segundo Wagner, a Fiol, que tinha sido sonhada no século XIX, finalmente começa a se materializar. “Isso é uma demonstração da minha e da preocupação do Presidente Lula, e, tenho certeza, que continuará a ser a preocupação da presidenta Dilma”.

Sobre o Topa, o governador diz que se orgulhou de ouvir do presidente e do seu ministro da Educação, Fernando Haddad, “que o nosso programa é o maior do Brasil nessa área de alfabetização. O que mostra a nossa preocupação com a nossa gente”.

Outro assunto em destaque no programa é a construção de novos aeroportos em Vitória da Conquista, Ilhéus e Luís Eduardo Magalhães, além da ampliação da pista do terminal de Barreiras. Wagner fala ainda do transporte regional, com o governo facilitando a vinda das empresas que querem investir no setor.

Vitória da Conquista/ANAGé: ACIDENTE MATA MOTORISTA E CARONA

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Foto: Nei Dantas / BlogdoAnderson

Uma pessoa morreu e três ficaram gravimente feridas em um acidente na BA-262, estrada que liga Vitória da Conquista a Anagé, no sudoeste baiano. Um Uno com três ocupantes colidiu de frente com um caminhão. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros realizaram os resgates e conduziram os feridos para hospitais d

e Vitória da Conquista.

Morreu no inicio na tarde desta segunda-feira (13), a segunda vitima do acidente que aconteceu no final da manhã dessa segunda, na BA-262, estrada que liga Vitória da Conquista a Anagé, trata-se do dentista Jesser Duarte Rangel, 66 anos, que dirigia o Uno que bateu em um caminhão . A primeira vitima morreu no local. Segundo informações da Assessoria de Comunicação do Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), um outra passageira, Juliana Caires Oliveira, 22 anos, encontra-se fora de risco e será transferida para o Hospital Samur. A jovem é estudante do curso de Farmácia da Faculdade Independente do Nordeste (Fainor). Segundo informações dos familiares das vítimas, os três passageiros vinham do município de Dom Basílio para Vitória da Conquista.

Flores da Bahia avançam para autossuficiência


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Com o alto consumo de flores, de plantas ornamentais e de paisagismo, a Bahia vem alcançando o objetivo de suprir com produção própria a demanda existente, que tem o crescimento anual em torno de 7%. Em 2010 o aumento foi acima da cifra nacional, o equivalente a 10%.

O imenso nicho de mercado florícola do Estado baiano, que ao produzir mais e melhor, gera benefícios de emprego e renda internamente, evolui em todo aparato tecnológico e evita a evasão de divisas.

O engenheiro agrônomo da Secretaria da Agricultura, Ivson Andrade, diz que as flores tropicais e temperadas são as duas vertentes principais da floricultura baiana, mas apresentam duas realidades diferenciadas, ao ponto de uma influenciar positivamente na demanda da outra.

As flores tropicais, conhecidas até pouco tempo como silvestres, passaram a ter utilização considerável e sempre evolutiva. Neste setor florícola, principalmente no que se refere ao segmento decorativo, de arte floral e jardinagem, o Estado alcançou a autossuficiência com o fornecimento de mais de 50 variedades de flores e outras tantas de folhagem.

Na composição da gama das flores tropicais, de maioria nativa, principalmente as espécies componentes da família das Helicônias são as mais numerosas, 250 espécies.

O segmento das flores temperadas envolve cerca de 80% da flor consumida no mundo. A evolução da floricultura temperada se evidencia no aumento expressivo anual de 30% da área plantada, a profissionalização dos produtores, a diversificação das espécies plantadas, o menor tempo entre a colheita e o cliente, o que acarreta o aumento do tempo de persistência do produto em domínio do consumidor e os preços excelentes pagos pelos clientes.

A produção baiana se espalha por 50 municípios concentrados em nove polos produtivos, desenvolvidos pelo Programa Flores da Bahia, que garante 35% da satisfação do consumo interno. Se projetada a produção para os próximos 5 anos, o Estado poderá conquistar, de forma suficiente, a demanda de 60%, incluindo a maior parte das variedades de flores temperadas.

Foram gerados 5 mil empregos diretos e mais de 10 mil indiretos, considerando o número de 500 produtores atuantes em toda a Bahia, que possui 550 hectares, sendo 100 temperadas e 450 tropicais.

O Programa Flores da Bahia, teve como base o potencial produtivo baiano, criando oportunidades de produção em quase todas as espécies de flores cultivadas no Brasil

Após tentativa de fuga, reparos são feitos na delegacia de Brumado

Os reparos na delegacia de Brumado, danificada durante uma tentativa de fuga na madrugada desta segunda-feira, já começaram a ser feitos, segundo o delegado Elvander Miranda, titular da 20ª Coordenadoria de Polícia do Interior, em Brumado, cidade a 555 km de Salvador. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), nenhum dos presos conseguiu fugir porque os policiais perceberam a ação a tempo. Depois da tentativa de fuga, o policiamento foi reforçado. Os policiais notaram que os presos estavam escavando um túnel no pátio da unidade. Foi a segunda tentativa de fuga em 15 dias – na tentativa anterior, eles também tentaram escapar por um túnel. Segundo o delegado, os presos se revoltaram após terem a fuga impedida e danificaram celas, quebraram cadeados e entupiram vasos. A delegacia, que tem capacidade para 28 presos, tem atualmente 53 pessoas detidas. (Correio)

NINGUÉM SE CRUZA POR ACASO

Nele encontrei muita sabedoria vivencial, não importando quem o escreveu ou quem o formatou, é pleno de verdades. No mínimo servirá para dar uma amaciada ou uma ferroada no ego. Isto, para os que possuem o ego, como referencial e centro de tudo que nos cerca. Mas, que não são ególatras.

Os que o forem! Vêem a vida como os homens da caverna de Platão, e por estes nada podemos fazer, a não ser amá-los.Entendam como quiserem e puderem! Cada “Ser” possui dentro de si uma “coisa” a que chamamos de entendimento! Isto não quer dizer que tenhamos o poderou o dever de termos uma visão linear das “coisas” do existir,pois, assim decidiu o “CREADOR”, nos fazendo “Seres” em evolução.

O “CREADOR” a que me refiro é o mesmo a que se refere o Huberto Rohden.

Quem tem um mínimo conhecimento, por menor que seja, da história do homem sobre o planeta, não pode, se for uma pessoa racional, discordar uma “vírgula” disto. Assim, nosso entendimento do que seja a vida, será eternamente diferenciado, no entanto, eu creio com toda a força da minha razão e do meu entendimento que: NINGUÉM SE CRUZA POR ACASO.

Fraternais saudações e um Feliz Natal.

Vitória da Conquista, Bahia, 12 de dezembro de 2010

Edimilson Santos Silva Mover

Filosofia:DA SÉRIE: AMENIDADES PARA O QUE A GENTE DIZ -(As girantes argolinhas girantes)- QUARKS OU TIJOLOS FUNDAMENTAIS DA MATÉRIA!

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PACOTES RETORCIDOS, FEITOS DE PACOTES RETORCIDOS QUE SÃO FEITOS DE PACOTES RETORCIDOS, QUE, POR SUA VEZ, SÃO FEITOS DE PACOTES RETORCIDOS!!!…

Neste ensaio trato de uma parte do “insight” ocorrido no mês de outubro ano de 1999 – a que chamei de 2º “insight”, mas, só relatado de forma parcial em 2002, o volume de ocorrências nos “insights” foi tão grande que até hoje, decorridos mais de dez anos, minha memória contém um número enorme de fatos aos quais, na época não me senti encorajado para relatar, pois, poucos me vinham à memória de forma completa, da maioria tenho somente a lembrança dos fatos mais significativos, passados alguns anos; descobri assombrado, que se me concentrasse numa dessas lembranças, por mais tênue que fosse a lembrança, o fato retornava de forma detalhada e completa. Tudo ocorria como se me fosse possível recordar de fatos que vivi em uma outra vida, num ambiente e numa dimensão tal, que não encontro paralelo nem referência com minha existência atual. Descobri isto, quando me dispus a escrever a obra: “O SER E O EXISTIR”. Iniciei a obra criando uma relação de assuntos aos quais pretendia abordar, foi então que descobri, que ao iniciar a discorrer sobre um assunto proposto na relação, não sei como, tudo já estava pronto e organizado em minha memória. Desta relação cito o tópico de número 45, a que dei o título de, (A SOCIEDADE DOS SÁBIOS), neste capítulo, eu humildemente pensei em me aprofundar na história do povo sumeriano (3.500 anos a.C.) O que eu pretendia era relatar como ocorreu e se estruturou a maior invenção da raça humana, a invenção da “escrita”. O que ocorreu foi algo completamente diferente, ao final de uma noite e de um dia, ou seja, 24 horas, o que eu tinha escrito era a história de como fora construída a pirâmide de “Quéops”. Na época julguei que tinha mudado de assunto por conhecer melhor a história do Egito, foi então que passado uns meses vim a descobri assombrado que havia grande coerência no meu relato com a história real do povo egípcio daquela época.

O mesmo ocorreu com este relato, na realidade eu iniciei este relato na intenção de descrever para “leigos” a forma e a estrutura do interior dos átomos, quando terminei o relato tinha descrito algo que nenhum cientista tentou até agora, eu tinha descrito o interior da partícula “quark” proposta por Murray Gel Mann em 1965, seus trabalhos sobre partículas bariônicas lhes rendeu o Nobel de 1969. Que fique aqui esclarecido, este mergulho na intimidade do átomo, e dos quarks nada mais é, que uma ficção, e nada mais.

Vamos ao relato:

No segundo “insight”, meu “eu exterior” onisciente teimava em dar respostas para as quais não havia sido emitida nenhuma pergunta! Isto me deixou sem entender nada! Ouvi isto, (nos “insights”, “ouvir” quer dizer “viver”), o tijolo fundamental da matéria está bem longe de ser alcançado “pela física de partículas”. Os modelos básicos da matéria são em número reduzido; suas variantes é que são em grande número. Nas visualizações do “macrocosmo” eram feitas alterações de escalas; no “microcosmo” o que eu sentia era como se eu fizesse mergulhos, um de cada vez! Talvez por um condicionamento da minha mente, a cada mergulho eu descia um patamar na estrutura do microcosmos. Eis o que encontrei, ao mergulhar na intimidade de um átomo: deparei-me com um sistema solar estranho; o sol central era extremamente diminuto e sem luz, com um sistema planetário maluco, com órbitas estranhas e extremamente distantes do sol central! A única regularidade que encontrei foi o tamanho dos planetas; as órbitas são elípticas e alongadas e bem próximas, vistas de fora; vistas de dentro, são, ao que me pareceu, aproximadamente circulares, ou as duas coisas ao mesmo tempo; não sei como um movimento pode ter duas formas!   Um só planeta, num só instante, percorre todas as órbitas possíveis dentro do sistema, visitando, assim, nesta fração de tempo de “um só instante”, todos os espaços contidos dentro deste micro sistema solar. O átomo em que fiz o mergulho era de um elemento com um número muito grande de elétrons, as órbitas são em número tão grande, que o átomo “visto” de fora parecia um capucho de algodão, bem alvo e esférico; não entendi porque, sendo as órbitas tão próximas, os elétrons não se chocavam! Aguardei em vão o quarto “insight” para elucidar este fato. Os átomos vistos em conjunto são enfileirados, nas mais diversas formas. Quando me aproximei de um planeta ou elétron, tive certeza! O elétron é imaterial, e tive uma surpresa: diferentemente do que esperava, ele não era esférico, mas ligeiramente alongado, com o lado mais afilado sempre voltado para o núcleo, e não é opaco; mais parece um pacotinho de luz, translúcido, formado por um número muito grande de pacotinhos de luz, “quarks“?, (acho que não; a física quântica me diz que os “quarks” só estão presentes no interior de prótons e nêutrons). Aquelas coisinhas luminescentes estavam todas alinhadas e voltadas para a ponta mais afilada do elétron. Esta imagem do elétron ficou literalmente impregnada em minha retina por quase quinze dias; cheguei a pensar que aquilo não ia desaparecer, pois para onde eu dirigia o olhar lá estava aquela imagem miudinha e linda. Ia me esquecendo, o lado ou a ponta do elétron oposta à ponta voltada para o núcleo, me pareceu ter um furo ou ser côncava. Sem nada perguntar, vi-me diante do núcleo, que me pareceu estático, duro, frio, escuro e imenso. Não compreendi como um objeto formado de estranhos pacotes de correntes retorcidas podia ser tão polido e brilhante, mesmo não possuindo nenhuma luz. Deparei-me com uma estrutura estranha, igual ao elétron, embora não o fosse. Parecia uma só entidade; decidi penetrar na zona desconhecida da intimidade da matéria; já esperava encontrar os “quarks” e espero tê-los encontrado. Só não entendi de que eram feitos os elétrons. Confesso que não sei como descrever o que encontrei; é dificílimo! Diante do núcleo não percebi a forma dos prótons, nem dos nêutrons; vi-me diante de uma imensidão de estruturas e me perguntei: é isto que é o “quark”? Quando me aproximei, tive uma grande surpresa! Ao percorrer a superfície do núcleo, vi que a entidade “quark” tinha mais de cem arrumações ou ordenamentos diferentes e era formada por um número imenso de outras entidades menores com os mesmos ordenamentos ou arrumações da entidade principal. Aí me decidi: vou dar um mergulho nesta estrutura menor. Outra surpresa! Encontrei a mesma estrutura da entidade anterior; dei novo mergulho, outro nível abaixo: a mesma estrutura em um nível inferior; dei, o que achei, seria o último mergulho: nova surpresa; mais uma estrutura menor e com a mesma estrutura, e arrumação ou ordenamento da entidade principal! Depois de descer a exatos sessenta e seis níveis, encontrando sempre uma entidade menor e com a mesma estrutura, e ordenamento, decidi examinar a estrutura das correntes de que se formavam todos os monólitos! Comecei de cima, pela primeira estrutura, e o que encontrei me deixou boquiaberto; era uma estrutura bem simples, como posso dizer; um pacote ou monólito formado por milhares de correntes retorcidas; estas correntes têm elos com formato de anéis, são anéis, mesmo, com forma de anéis de arame transparentes, com formato sempre circular. Estas correntes têm elos com um a seis anéis; ao chegar ao nível trinta e três, encontrei uma entidade diferente. Este monólito não tinha os anéis entrelaçados; nesta entidade, os anéis eram somente justapostos, enfileirados, só giravam, mas me pareceram estáticos completamente estáticos! Ao passar para o próximo nível, notei uma nova mudança, embora os anéis continuassem sem se entrelaçar, agora já não eram mais estáticos; vibravam intensamente e pareciam eletrificados, e como no nível anterior, não eram em forma de correntes retorcidas; um nível adiante, já a forma de corrente retorcida e a estranha energia estava sempre presente. O interessante é que estes anéis nunca se tocavam; esta corrente sempre retorcida pode ser composta de uma corrente retorcida a até mais de cem correntes, e sempre retorcidas. Estes elos circulares, quando isolados, têm a forma de pequenas moedas ou lantejoulas furadas e que, ao se aproximarem de outras moedas, imediatamente se entrelaçavam com as outras moedas e, automaticamente, tomavam a forma de anéis, formando correntes sempre retorcidas com vários números de correntes. A alteração na estrutura das correntes era ao nível da estrutura dos elos ou voltas. Na realidade, são estas voltas menores contidas nas voltas maiores que possuem voltas menores ainda e que possuem voltas ainda menores que, ao que me pareceu, decrescem sempre, fundamentando sua estrutura sempre nas voltas ou elos, ou anéis; desviei minha atenção para a estrutura destes anéis e entendi que esta estranha estrutura era formada literalmente de nada, isto mesmo: de coisa nenhuma! Dentro dos anéis não encontrei nada; nem partículas, nem energia, nem nada; só movimento. Todas giravam em altíssimas velocidades; não sei, não posso conceber como nada pode ter movimento; a razão me diz que não existe o “nada”, pois se existir passa a ser algo, assim o nada seria uma essência e não a não existência ou não essência! E isto é uma incoerência! Mas era isto mesmo; pareceram-me feitas de nada! Todas giravam; nada podia interferir no estado das moedinhas furadas; só outras moedinhas, pois quando se aproximavam imediatamente se entrelaçavam já no formato de anéis; se os anéis formam as correntes que formam os monólitos que formam os “quarks” que formam os prótons, nêutrons e elétrons que formam os átomos que formam as moléculas que formam a matéria de que somos constituídos e se estes anéis são formados de nada, há de se deduzir e convir! Simplesmente nós não existimos! Isto mesmo! Não existimos. Quando estava no meio dos mergulhos, subitamente as estruturas mudaram; pareceu-me que eu tinha mudado de uma estrutura morta para outra viva. As estruturas anteriores eram estáticas, paradas; só os movimentos circulares dos anéis se faziam notar! Nas novas estruturas havia algo como uma energia percorrendo toda a extensão dos minúsculos monólitos; pareceu-me que eu tinha passado de uma estrutura sem carga elétrica, neutra, morta, para outra eletricamente carregada, viva. Os pequenos anéis que formavam as correntes tornaram-se mais visíveis e alternaram os sentidos de seus movimentos; agora, cada elo tinha o movimento num sentido: um era destrógiro; o próximo sinistrógiro; o outro destrógiro; o próximo sinistrógiro, e, assim, indefinidamente! Ao pensar o porquê dessa alternância, esta certeza se apossou de mim! (Esta alternância é o que os físicos chamam de violação de CP, é o ato causador dessa violação, que é a base do existir do Universo, e ainda me disse! Esqueça os espelhos), quando ouvi isto fiquei sem entender nada! Só mais tarde pesquisando e procurando melhorar meu conhecimento na área da física de partículas passei a entender esta proposição, no momento, era pra mim sem nenhum sentido. Só no terceiro “insight“ pude entender que esta alternância é que dá origem à força forte, fazendo frente ao poder destruidor das antipartículas, elas não deixaram de existir no Universo, somente deixaram de ser detectáveis pelas partículas e convivem dentro das próprias partículas. Sem que eu perguntasse, ainda me disse que a fissão era a quebra parcial dessa alternância e a fusão era a quebra total dessa, e mais, que sem a presença das antipartículas não era possível nem a fissão nem a fusão. Quando terminei o mergulho tive quase a certeza de que tinha saído de um nêutron e penetrado num próton. Isto é tudo o que entendi da estrutura maravilhosa e multidimensional dos “quarks”. Se é que podemos chamar estas estruturas de quarks.  Há uma maneira mais fácil de descrever os “quarks”! Imagine um “quark”, como um monólito principal formado por cem milhões de monólitos menores com formato de pacotes de correntes retorcidas, sendo cada monólito menor formado por cem milhões de monólitos menores com formato de pacotes de correntes retorcidas (cem milhões, aqui, é somente um número como outro qualquer). Sendo estes monólitos menores também formados por cem milhões de monólitos menores com formato de pacotes de correntes retorcidas, e, assim, sucessivamente e indefinidamente (isto é o que me pareceu!), e olhe que desci a mais de sessenta níveis e desisti, retornando ao monólito principal. Depois, analisando o ocorrido, não entendi como é que, ao descer ao nível mais baixo, vi-me de súbito no patamar superior. Talvez tivesse ido ao fundo e retornado de patamar em patamar, pensando que estava descendo sempre, quando, na realidade, fui ao patamar mais interior de um nêutron e retornei gradativamente num próton ao patamar exterior. Confesso que não sei; é extremamente difícil perceber a realidade quando se faz uma incursão desta natureza. Espero que tenha ficado explicitado que estes mergulhos foram feitos: ao que me pareceu, na estrutura de um único “quark”, embora eu tenha percorrido toda a complexidade da estrutura do núcleo, e assim com a minha pequenez humana, fiz uma singela incursão, inesquecível, inacreditável e indescritível aos confins do nada e ao início de tudo.

Edimilson Santos Silva Movér

Ensaio revisado e atualizado em novembro de 2010

Itacaré, Bahia, junho de 2002

Novas regras para a declaração de ajuste anual do imposto de renda de 2011

A apresentação da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda sofreu algumas mudanças, conforme informou a Receita Federal. O contribuinte deve ficar atento ao prazo para a declaração referente ao exercício 2011, ano calendário 2010, que começa em 1º de março e termina em 29 de abril de 2011.
Entre as principais mudanças no Imposto de Renda do próximo ano está o fim da possibilidade de apresentar a declaração em formulário, conforme anunciado no início de 2010. Além disso o contribuinte está obrigado a apresentar a declaração de que em 2010 recebeu rendimentos tributáveis com soma superior a R$ 22.487,25. Em 2010, esse valor era de R$ 17.215,08.
Outra mudança é com relação à receita com atividade rural. Para 2011 fica obrigado a apresentar a declaração o contribuinte que obteve receita bruta em valor superior a R$ 112.436,25. O valor anterior era de R$86.075,40.
A opção pelo desconto simplificado agora implica a substituição das deduções previstas na legislação tributária pelo desconto de 20% do valor dos rendimentos tributáveis na declaração, limitado a R$ 13.317,09. Em 2010 esse valor era de R$ 12.743,63. www.receita.fazenda.gov.

Tricolores comemoram o título com carreata

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Neste final de semana os torcedores do Fluminense saíram em carreata pelas principais ruas da cidade.

      Como foi previamente anunciado na mídia local, o ponto de  concentração aconteceu na  Praça do Gil – daí seguiram os seguintes itinerários; Rua Vivaldo Mendes,Av. Olívia Flores e  Brasil. No cortejo centenas de carros perfilavam com seus torcedores que pulsavam o sentimento de alegria, entusiasmo e de vitória do time do coração.

A carreata foi idealizada, pelos torcedores que foram em excursão assistir ao jogo no rio de janeiro, na final do Campeonato Brasileiro do qual sagrou-se campeão brasileiro o timão. O Flú. Para os organizadores, esta é, e  foi, uma grande manifestação dos torcedores em homenagem ao título do Fluminense, e daí também uma resposta para aquelas pessoas, que hostilizam a torcida do melhor time deste país, a torcida do fluminense é a mais civilizada deste pais, e em conquista não é diferente, são milhares de torcedores aqui em nossa cidade. Desabafa um dos torcedores.

O título foi um dos melhores presentes que o timão deu de presente para sua torcida, que estava ávida por uma conquista há mais de 26 anos de espera.

O Fluminense foi o Campeão Brasileiro 2010. Ele venceu o Guarani por 1×0, no dia 05 de dezembro, no Engenhão. O time encerrou o campeonato com 71 pontos. Foram 20 vitórias, 11 empates e sete derrotas. O Fluminense marcou 62 gols, sofreu 36, ficando com um saldo de 26 gols.segue fotos – dos torcedores eu participaram da passeata e foram a execução no rio de janeiro.

 

 

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