A Gente diz

Lista dos eleitos à Assembleia Legislativa da Bahia

 

Lista dos eleitos à Assembleia Legislativa

 

A eleição do governador Jaques Wagner no 1º turno foi brindada com a vitória de seus aliados para a Assembleia Legislativa da Bahia. Com as eleições deste domingo (3), Wagner volta a ter maioria na AL-BA. Confira abaixo a lista com o nome dos 63 deputados estaduais baianos eleitos:

PRA FRENTE BAHIA   (Vagas: 26)

Marcelo Nilo (PDT) –  134.396
Mário Negromonte Júnior (PP) –  113.193
Ronaldo Carletto (PP) –  101.433
Zé Neto (PT) –  79.925
Luiza Maia (PT) –  79.806
Cacá Leão (PP) – 78.528
Roberto Carlos (PDT) –  75.474
Zé Raimundo (PT) –  70.257
Rosemberg Pinto (PT) –  69.951
Euclides Fernandes (PDT) –  62.892
Sidelvan Nóbrega (PRB) –  62.371
Marcelino Galo (PT) –  58.703
Fátima Nunes (PT) –  57.704
Pastor José De Arimatéia (PRB) – 56.849
Neusa Cadore (PT) –  56.095
Joseildo Ramos (PT) –  55.684
Paulo Rangel (PT) –  55.298
Maria Del Carmen (PT) –  53.700
Aderbal Caldas (PP) –  53.108
João Bonfim (PDT) – 46.730
Luiz Augusto (PP) –  45.412
Coronel (PP) – 40.994
Paulo Camera (PDT) –  40.427
J. Carlos (PT) –  39.895
Bira Corôa (PT) – 39.222
Carlos Brasileiro (PT) –  38.804

MAIS AÇÃO, MAIS BAHIA   (Vagas: 15)

Maria Luiza Carneiro (PSC) – 65.583
Graça Pimenta (PR) –  64.929
Leur Lomanto Junior (PMDB) –  50.431
Reinaldo Braga (PR) –  48.157
Alan Sanches (PMDB) –  47.290
Sandro Régis (PR) – 46.746
Carlos Ubaldino (PSC) –  46.691
Ivana Bastos (PMDB) –  46.079
Luciano Simões (PMDB) –  45.486
Targino Machado (PSC) –  45.262
Angela Sousa (PSC) –  43.537
Pedro Tavares (PMDB) –  43.001
Temóteo Brito (PMDB) –  42.923
Vando (PSC) –  39.632
Elmar (PR) –  38.376

 

 

DEMOCRATAS   (Vagas: 5)

Tom (DEM) – 61.579
Rogério Andrade (DEM) – 60.136
Gildasio Penedo (DEM) – 57.689
Herbert Barbosa (DEM) – 46.510
Paulo Azi (DEM) – 40.887

LUTA DE UMA BAHIA QUE TEM PRESSA   (Vagas: 4)

Claudia Oliveira (PT do B) –  57.780
Bruno Reis (PRP) – 55.189
Adolfo Menezes (PRP) –  52.106
Maria Luiza Laudano (PT do B) – 43.794

PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL   (Vagas: 4)

Fabricio (PC do B) – 51.923
Álvaro Gomes  (PC do B) – 38.441
Kelly Magalhães (PC do B) – 35.040
Wenceslau (PC do B) – 31.802

A BAHIA QUER PAZ, A BAHIA QUER MAIS   (Vagas: 3)

Joao Carlos Bacelar (PTN) –  46.845
Carlos Geilson (PTN) – 36.998
Coronel Gilberto Santana (PTN) – 28.725

FRENTE DOIS DE JULHO   (Vagas: 3)

Deraldo Damasceno (PSL) –  65.284
Nelson Leal (PSL) – 58.650
PR SGTº Isidorio (PSB) –  46.923

 

 

PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA   (Vagas: 2)

Adolfo Viana (PSDB) – 32.541
Augusto Castro (PSDB) – 30.951

PARTIDO VERDE   (Vagas: 1)

Eures Ribeiro (PV) – 24.433

 

PREVISÃO DE VOTOS PARA CANDIDATOS EM VITÓRIA DA CONQUISTA

A análise e perspectiva apresentada versa sobre as expextativas de votação em Vitória da Conquista-Ba

Os candidatos que estão em segundo lugar podem ultrapassar os primeiros, tanto no aspecto estadual, como federal, considerando fatores como: Boca de Urna, zona rural, eleitor analfabeto, abstenção muito grande, votos nulos e brancos acima do estimado, por isso é bom atentar para os percentuais, os candidatos com viés de crescimento, são apontados por pesquisas qualitativas, onde o formador de opinião garante quase sempre aletração no quantitativo do voto. Um abraço e vote em quem achra melhor. Você é soberano exclusivante neste dia. E fique com o nosso BLOG. Lembro que a margem de erro para os três primeiros colocados, tanto federal como estadual é de 4% para os demais 5%

HÉRZEM GUSMÃO 31.400
EDGAR MÃO BRANCA 28.350
WALDENOR PEREIRA 21.000 VIÉS DE CRESCIMENTO
 ACMN 13.000
CORIOLANO SALES 12.000
PAULO MAGALHÃES 5.000
VALMIR ASSUNÇÃO 8.500 VIÉS DE CRESCIMENTO
ELVE CARDOSO 3.500
ALICE PORTUGAL 2.175
BENITO GAMA 1.965
JOÃO BACELAR 1.600
EDSON PIMENTA 1.500
JUTHAY MAGALHÃES 840
LUIZ ARGOLO 800 VIÉS DE CRESCIMENTO
JONIVAL LUCAS 500
AFONSO FLORENCE 500
ARTHUR MAIA 500
LÚCIA ROCHA 31.170
JOSÉ RAIMUNDO 29.625
JEAN FABRÍCIO 21.735
CLÓVES FERRAZ 9.705
ARLINDO REBOUÇAS 7.000
NATAN DA CARROCERIA 6.000
JOÁS MEIRA 4.500
MARCELINO GALO 5.3OO VIÉS DE CRESCIMENTO
NELSON BRITO 3.000
RICARDO MARQUES 2.910
JURANDI OLIVEIRA 1.500
ISAAC CUNHA 900
LUÍS AUGUSTO 900
VIRGÍNIA HAGE 800
HILTON COELHO 500
EUCLIDES 400
LANTENEY NUNES 380
ALMERÍDIO 135

Serra: “Dono do país é o povo”

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Candidato do PSDB defendeu liberdade de imprensa e demorou 1 minuto e 12 segundos para votar.

Segundo colocado nas pesquisas de intenção de voto para a corrida presidencial, o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) recorreu a Deus para dizer que torce para que a disputa seja empurrada para uma segunda etapa. “Se Deus quiser vamos ao segundo turno, para o bem do Brasil.”

Em uma alfinetada à rival Dilma Rousseff, do PT, Serra saiu em defesa da liberdade de imprensa. Nas últimas semanas, tanto a campanha petista quanto o presidente Lula intensificaram as críticas aos meios de comunicação, diante das denúncias que atingiram a campanha petista.

“É uma garantia da democracia para um futuro de maior ética, de melhor qualidade moral dos nossos governantes, dos governantes do Brasil nas três esferas”, disse Serra. “Esta eleição é uma eleição para brasileiros que querem governo honesto e trabalhador e sabem que o Brasil não tem dono. Que o dono é o nosso povo.”

Ao votar em São Paulo, Serra furou a fila de votação. O tucano levou 1 minuto e 12 segundos para votar. Assim que depositou o voto, investiu em agradecimentos ao governador Alberto Goldman, que o sucedeu no cargo.

Geddel acredita em 2º turno Geddel levou os filhos ao local da votação

geddel_eleicao2010 O candidato ao governo do Estado Geddel Vieira Lima, da coligação “A Bahia Tem Pressa” já votou no colégio Antonio Vieira, no Garcia. Apesar das pesquisas de intenção de votos que indicam que ele estaria fora de um possível segundo turno, o postulante ainda acredita em uma etapa final. “Vamos aguardar o resultado das urnas. Estou tranquilo, faltam cerca de 5 horas para o resultado final que vai acabar com todas as especulações”, retrucou. O candidato avalia o processo como positivo por causa da troca de ideias nos debates e avaliação das propostas, mas considera negativo o não cumprimento de compromissos assumidos pelos adversários. Geddel comentou ainda a especulação de que após o pleito, secretários do PMDB abandonarão a gestão JH. “Os cargos são do prefeito, o PMDB não vai entregar”, descartou. Em relação a uma possível retomada da aliança com o PT de Jaques Wagner, o peemedebista refutou. “Quem ganha comemora, quem perde, aplaude e faz oposição”, disse o ex-ministro, que acompanhará a apuração dos votos em casa, ao lado de familiares.

Segundo turno (Editorial da Folha)

 

 

O segundo turno nas eleições para a chefia do Executivo ocorre nas cidades com mais de 200 mil habitantes, nos Estados e na União quando nenhum dos candidatos obtém mais de 50 % dos votos válidos. O instituto do segundo turno foi um dos maiores acertos da Constituição de 1988.
 

Permite-se assim que o vitorioso tenha amplo respaldo e indiscutível legitimidade para governar. Evita-se o inconformismo que assolou, por exemplo, o início do governo Juscelino Kubitschek (1956-1960), eleito com apenas 36% dos sufrágios.

Ao mesmo tempo, tem sido o segundo turno -conjugado à evolução ideológica das últimas décadas- o motivo pelo qual as urnas vêm produzindo governos responsáveis e moderados no Brasil. Para vencer, qualquer candidatura precisa superar os limites de sua facção e atrair parcelas do majoritário centro político do eleitorado.

Nas eleições de hoje, cujo resultado, no que concerne à necessidade de segundo turno, permanece incerto, somam-se vantagens de ordem conjuntural àquelas inerentes a um novo escrutínio.

A candidata oficial, Dilma Rousseff, é franca favorita. Trata-se de personalidade pouco conhecida e jamais testada em cargo eletivo, prestes a assumir a vasta soma de poderes enfeixada pela Presidência. Sua provável vitória será robustecida pelo aspecto de aclamação em que poderá ocorrer e pela ampla maioria que decerto lhe será facultada no Congresso.

Mais uma etapa de exposição à controvérsia faria bem a uma candidata que parece chegar com demasiada facilidade, sobre os ombros da popularidade alheia, ao cargo máximo. Faria bem a um eleitorado submetido à frenética campanha movida pelo presidente Lula e à incompetência de seus oponentes para criar, nem se diga alternativa, mas real debate.

Raciocínio semelhante vale para a eleição paulista, onde a concentração de poder se dá no polo contrário, na forma de uma hegemonia tucana que perdura há mais de 15 anos. Aqui, um bom desempenho administrativo não tem sido imune a críticas fundamentadas, nem dissolve a sensação de mais do mesmo apontada no editorial abaixo.

A natureza do confronto entre dois finalistas compele a uma definição mais nítida de diferenças entre eles e permite ao eleitor consolidar sua opção ao examiná-los com mais rigor. O Tribunal Superior Eleitoral estima que o segundo turno presidencial custe R$ 50 milhões, num orçamento de R$ 480 milhões previsto para as eleições gerais deste ano. Gastá-los seria investir num resultado eleitoral mais maduro e consciente.

Quase 600 urnas eletrônicas foram substituídas no País, diz TSE

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Eleições 2010

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou neste domingo, 3, que, até o momento, 587 urnas eletrônicas foram substituídas por outras máquinas em todo o Brasil por apresentar falhas e que, no Amazonas, um dos equipamentos foi trocado por votação manual. A maior incidência de problemas com as máquinas foi no Rio de Janeiro, com a troca de 77 urnas. No Estado, foram distribuídos 30.911 equipamentos para os 11,58 milhões de eleitores previstos para votar. O número de urnas substituídas no Rio de Janeiro representa 0,25% do total no Estado. No Rio Grande do Sul, a incidência de substituição de equipamentos foi de 63 de um total de 25.893, para 8,11 milhões de eleitores. A troca representa 0,24% do total das urnas naquele Estado. Nos Estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná e São Paulo e nos locais destinados ao voto em trânsito não houve registro de nenhum problema em urnas eletrônicas, assim como nas urnas no exterior. (Agência Estado)

Bahia: boca de urna – Registro: 44377/2010 (TRE) e 33617/2010 (TSE)

 

por G1 Eleições |

categoria Eleições 2010

Votos válidos:

Wagner (PT): 59%

Paulo Souto (DEM): 18%

Geddel Vieira Lima (PMDB): 17%

Bassuma (PV): 5%

Marcos Mendes (PSOL): 1%

Prof Carlos (PSTU): 0%

Sandro Santa Bárbara (PCB): 0%

SENADO

Walter Pinheiro (PT): 29%

Lidice (PSB): 28%G

Cesar Borges (PR): 17%

Aleluia (DEM): 8%

Edvaldo Brito (PTB): 7%

José Ronaldo (DEM): 7%

Edson Duarte (PV): 2%

Albione (PSTU): 1%

Carlos Sampaio (PCB): 1%

França (PSOL): 0%

Zilmar (PSOL): 0%

A pesquisa foi realizada no dia 3 de outubro de 2010. Foram entrevistados 4.000 eleitores.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Solicitante: Televisão Bahia Ltda.

Geddel reafirma certeza de que vai estar no segundo turno

 

geddel-campanha-300x199A certeza de que a disputa pelo governo do Estado será decidida no segundo turno, entre ele e o atual governador, Jaques Wagner, foi reafirmada pelo candidato da coligação A Bahia Tem Pressa, Geddel Vieira Lima (PMDB), nesta sexta-feira (01), momentos antes de participar de uma caminhada no Centro Histórico de Salvador. Para ele, “a virada 15” está sendo garantida nas ruas pelos candidatos, prefeitos, lideranças políticas e a militância do PMDB e dos demais partidos que apóiam a sua candidatura.

“Vamos para o segundo turno, com a garra, determinação e a motivação dos baianos que a amam a nossa terra e estão nas ruas, dispostos a trabalhar até o último momento, voto a voto, pela vitória da única alternativa entre um passado já derrotado e um presente que nada faz”, disse o peemedebista.

Geddel, ao lado do senador e candidato à reeleição César Borges, liderou uma caminhada do Campo Grande à Praça Castro Alves, seguida por candidatos à Câmara Federal e Assembléia Legislativa e centenas de militantes dos partidos da coligação A Bahia Tem Pressa. No trajeto, pela Avenida Sete de Setembro, Geddel e César foram abraçados, cumprimentados e receberam declarações de voto de lojistas, comerciantes, vendedores ambulantes e clientes. Moradores dos prédios ao longo da avenida, acenavam das janelas para os candidatos para os candidatos.

Na Praça Castro Alves, no final da Caminhada da Virada 15, Geddel subiu no mini-trio para agradecer o empenho das lideranças e militantes do PMDB e dos demais partidos que apóiam a sua candidatura e reforçou a sua certeza na vitória: “Peço – disse ele – em meu nome, de César Borges, Edvaldo Brito e Edmundo Pereira, o esforço de vocês para que a gente ganhe essa eleição. Esta vitória está cada vez mais nas mãos de vocês. Vamos a ela!”.

Geddel ressaltou que há, hoje, em toda a Bahia “um visível sentimento de inconformidade com a incapacidade do atual governo em responder a questões como o caos que se instalou em áreas como segurança, saúde e educação”. Acrescentou que a receptividade que encontrou ao longo de toda a campanha, no interior e na Capital, lhe dá a certeza de que estará no segundo turno.

“Por onde passamos encontramos manifestações de apoio à nossa candidatura. As nossas propostas tocaram os corações dos baianos, que querem ter segurança, saúde, educação e, sobretudo, perspectiva de futuro para os nossos filhos”.

www.pmdbbahia.com.br
www.geddel15.com.br

Lúcio chama militância para o segundo turno

Imprensa/PMDB

Uma intensa mobilização em todos os municípios, das lideranças, candidatos e militantes do PMDB e dos demais partidos da coligação A Bahia Tem Pressa, vai garantir a realização do segundo turno nas eleições da Bahia, entre o candidato peemedebista, Geddel Vieira Lima e o atual governador Jaques Wagner. A certeza foi dada pelo presidente estadual do PMDB, Lúcio Vieira Lima, que convocou os integrantes desses partidos a “trabalhar até o último minuto” para assegurar a vitória.

“Vamos mostrar a força do PMDB e dos partidos da nossa coligação. Sentimos nas ruas, na capital e em cada cidade do interior, que os baianos querem Geddel governador e vamos em busca dos votos que vão levá-lo ao segundo turno”, disse Lúcio que, como candidato a deputado federal, percorreu durante a campanha, praticamente todos os municípios baianos.


Assessoria de Imprensa do PMDB da Bahia
Jornalistas:

Carmen Azevêdo (71) 8867-0967
Igor Leonardo (71) 8816-1400
Lidiane Borges (71) 8839-0333
Odília Martins (71) 8265-0076
Waldomiro Júnior (71) 8877-2021
(71) 3083-1513 / 1528

Programa Agente Diz – estréia na rádio melodia 87.9 FM

 

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 A apresentação e editorial do Jornalista e publicitário Gildásio  Amorim Fernandes em seu primeiro dia, na emissora melodia FM –  foi coroado de êxito e simplicidade,  ele se apresentou, expondo sua trajetória, suas parceiras, inclusive as que havia realizado  com colegas da própria emissora as quais  ainda mantém suas programações na grade da radio. Falou também de suas expectativas, da necessidade de integração e cooperação de todos os colegas e da direção da rádio para poder de fato realizar um trabalho que seja bom e que traga resultados positivos para a cidade e para toda as pessoas envolvidas no projeto. Contou com a participação e colaboração na realização do programa – do poeta Marcilio Brito e do Pastor Eneas Reis.

A programação consta com uma hora de duração com intervalos para que  seja inserida Sport comercial. A linha da programação é focada em análise de contextos  políticos e  econômico e social, bem como – entrevistas, esporte, cultura e divulgações afins.

 

Este depoimento fez parte da primeira edição do programa A gente Diz.

Apresentação

Segue integra da sua fala durante a programação

Eu sou Gildásio Amorim Fernandes, sou jornalista  e publicitário, foi editor e redator do jornal O  Município por mais de uma década aqui em Vitória da Conquista.

A comunicação sempre foi o meu universo meio de sobrevivência.

 No rádio  a minha experiência é recente, participei como colunista em algumas emissoras da cidade. Aqui na rádio melodia, tenho a grata satisfação  e o imenso prazer de ter participado, do programa conduzido pelo grande comunicador – Wilsom Brasil – no horário das seis às sete da manhã, programa que continua na grade e é conduzido pelo mesmo  até nos dias de hoje.

A cerca de um ano eu e o senhor Nelival  Pereira  Sá, pactuamos uma parceria e criamos o programa   Cidade em Foco,  que continua, sob sua direção, e é uma das referencia em Vitória da Conquista, nos horários das 14 horas às 15 horas.

A partir de hoje, 01 de outubro de 2010, começo minha carreira solo, aqui nesta emissora. De modo que, conto com os amigos, com o pessoal que dá suporte técnico e administrativo da emissora  e , sobretudo da minha equipe que ainda esta em formação, dos colaboradores, anunciantes e parceiros.

Neste momento, participo os meus agradecimentos à Presidente da Associação Comunitária  Sinai de Radiodifusão – ( Instituição mantenedora da rádio) – a radialista e psicóloga Srª Roselene Fagundes, do atual Gestor da rádio; Sr. Ebenezer Fagundes, do gerente geral Gilaeson  Santos e aos demais colegas das outras programações da  grade da programação da radio.

A linha do Programa A Gente DIZ será focada na análise de contextos, jornalismo, informação, noticias, esporte, cultura etc.

Programa A Gente diz:    A Q i – é melhor.

Direção:  Gildásio Amorim Fernandes

 

Veja um mote – um seja pequena poesia construída pelo poeta  Marcilio Brito que

nos ofereceu de presente e que estará sendo musicada pelo poeta Beija Flor.

De agora em diante

Seja mais inovador

E sintonize o seu radio

Na voz do Comendador

 

Um programa de radio

Criativo e bem inovado

Onde com toda a certeza você vai ficar ligado

 

Ligado na radio Melodia

No programa Agente Diz

Onde com toda certeza você vai ficar Feliz.

 

Feliz e bem encantado

Pelas noticias, informação, esporte, cultura e entrevistas que no programa vai lhe ser informado e participado.

 

Então fique ligado

Neste programa bem bacana

Que será apresentado das 12.00 às 13 horas, durante toda a semana

 

E tendo na sua direção, O comendador Gildásio Amorim Fernandes e

Equipe,  colaboradores e parceiros. E assim podemos dizer:

Programa  Agente Diz – A Qi é melhor.

Artigo: Palco ou Ringue Político?

 

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Eu nunca recebi tantos e-mails sobre denuncias contra partidos e candidatos  enviados por pastores, padres e cristãos de maneira geral.

Até agora não me envolvi, apenas li, assisti os vídeos e fiz a minha análise pessoal, sem enviar por e-mail nada pra convencer ninguém sobre as denuncias, e não correr o risco de ser tendencioso sobre estas denuncias que me parecem na sua grande maioria eleitoreiras.

Procuro não ser mensageiro de coisas ruins, gosto de boas novas,  temo muito ser um canal de denuncias vazias que podem não ser verdadeiras, e assim de alguma maneira ser cúmplice dos males da política.

Gosto de fatos,  de comprovações, pra não cair no denuncismo vazio próprio desse período que antecede o voto na urna. Por isso não enviei e-mail a ninguém, não fiz campanha política em minha igreja contra ou a favor a nenhum candidato, muito menos contra aqueles que percebo não serem uma boa opção, ou aqueles que não comungam da ética e moral do evangélico.

Preciso acreditar que meu ministério pastoral legou as minhas ovelhas maturidade suficiente para compreenderem, discernirem as virtudes e vicitudes do momento político e assim votarem de forma madura e consciente e não se deixarem manipular por ninguém.

Quase tudo é ruim na igreja cristã no período eleitoral.

É ruim ver pastores e líderes religiosos tangerem suas ovelhas ao curral eleitoral. Ao meu ver é anti-ético e anti-biblico fazer da igreja ou denominação um curral eleitoral em prol de um candidato, quase sempre há motivações levianas e espúrias no coração daqueles que promovem estas coisas .

Estes pastores fazem isso por que sabem que suas ovelhas são manipuláveis, infantis e que não conhecem e não vivem o espírito democrático.

É ruim ver pastores tão envolvidos na política que é perceptível a descompostura, as agressões verbais, o linguajar chulo, os palavrões e os ódios que antes eram ocultos e agora são globalizados e dão ibope entre evangélicos que estão afeitos aos escândalos noveleiros da política brasileira.  Por isso estes vídeos e informações veiculam escândalos e lutas-livres entre sacerdotes e a cada dia é um novo capítulo do Ti-ti-ti eleitoral-eclesiastico.

O modelo pastoral bíblico está cada vez mais distante dos pastores pós-modernos.

Tem de tudo, pastor que promete sair no braço com outro pastor, pastor que vota em candidato tal para se beneficiar financeiramente, pastores que vendem seus votos e assim por diante. Sinceramente eu sinto nojo desse modelo pastoral. A estação das eleições é apropriada para observar se a árvore pastoral dá bom ou mau fruto.

Pelo fruto conheceremos a árvore!

Devemos estar envolvidos na política sim, de forma criteriosa, equilibrada e avaliativa sem participar dos pecados da política que todos nós conhecemos e que se repetem de dois em dois anos, de quatro em quatro anos, mas parece que insistimos em não aprender.

Politica é lugar de crente sim, para fazer cumprir os princípios de justiça, honestidade, igualdade e todos os demais valores do reino.

Estou certo de que ainda que os candidatos não sejam fichas-limpas, eu contudo votarei no próximo domingo com a consciência-limpa, com a ficha interior limpa pois consegui com a ajuda do Senhor me livrar dos respingos do pecado da política brasileira.

Se de alguma forma você que lê este artigo se chafurdou na lama do pecado político confesse o seu pecado e mude de consciência política para a glória de Deus.

Um forte abraço!

Pr. Stênio de Araújo Verde

Dilma e Serra evitam confronto direto no último debate

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Larissa Oliveira, do A TARDE On Line


No último debate do primeiro turno das eleições presidenciais exibido nesta quinta-feira, 30, pela Rede Globo, os adversários Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) fugiram do confronto direto e preferiram se concentrar na apresentação de propostas. Com a possibilidade de irem ao segundo turno, Dilma preferiu ancorar-se nos feitos do governo Lula e Serra fez críticas genéricas à atual administração.

 

Dilma Rousseff (PT) optou por realizar perguntas apenas a Marina Silva (PV) e a Plínio de Arruda (PSOL). Defendeu a geração de empregos do governo Lula, afirmou que a atual gestão fortaleceu a Petrobras e ao, ser provocada por Plínio, até teceu elogios ao PT, o que ainda não tinha feito no decorrer da campanha.

 

A petista também mostrou segurança ao responder a uma suposta provocação da plateia, que riu logo após ela afirmar que as doações feitas ao PT são oficiais e estão registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Lamento os risos de quem tem outras práticas. A minha não é essa”, disse a candidata, arrancando alguns aplausos da mesma plateia.

 

 

 

Serra também evitou o confronto direto com a petista e preferiu dirigir suas propostas nos primeiros blocos a Marina Silva (PV). O tucano exaltou seus feitos em São Paulo, afirmou que colocou em prática ações que deram origem ao Bolsa Família e voltou a defender sua bandeira atual, de aumento do salário mínimo para R$ 600.

 

A única vez em que Serra reagiu foi ao responder a uma provocação de Marina, que questionou o presidenciável sobre a aplicação de programas sociais que antes, segundo ela, eram criticados pelos tucanos. Antes disso, Marina já havia comparado Serra a Dilma por estes terem perfil “puramente gerencial”. “Não use sua régua para medir os outros”, rebateu Serra. “Você e a Dilma tem muito mais coisas parecidas. Vocês foram do mesmo governo e você estava no lá quando estourou o mensalão. Só saiu depois”, alfinetou o tucano.

 

Críticas incisivas – Se Dilma e Serra preferiram correr do embate direto, restou a Marina partir para as críticas mais enfáticas tanto às deficiências do governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC) quanto às do governo Lula como forma de se diferenciar dos adversários. Entre as diversas críticas, Marina disse que a reforma da Previdência foi deixada “ao vácuo” nos últimos 16 anos e voltou a comparar o “mundo azul” de Serra ao “mundo cor de rosa” de Dilma.

 

Mais apagado que nos outros debates, Plínio, logo no início, referiu-se a José Serra como “Zé”, tirada irônica já utilizada em outros confrontos. Em seguida, o candidato do PSOL afirmou que todos os outros candidatos são neoliberais e, no decorrer do debate, concentrou-se em afirmar que suas propostas, como a da delimitação da propriedade da terra e a não terceirização no funcionalismo público, são diferentes das dos demais.