
Há cinco dias do término do recesso parlamentar que não aconteceu, a votação do projeto de lei do deputado estadual João Bonfim (PDT), que prevê a atualização das divisas intermunicipais de toda a Bahia promete esquentar, mais uma vez, o Parlamento baiano. Na semana passada, aproximadamente 30 prefeitos, acompanhados do presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Roberto Maia (PMDB), estiveram na Assembleia Legislativa da Bahia pressionando os 63 parlamentares para a votação do projeto. Depois da sessão ordinária que não votou a proposta pela terceira vez, ocorreu um desconforto entre o líder da oposição Heraldo Rocha (DEM) e o prefeito de Riacho de Santana, Tito de Castro (PMDB). O Chefe do Executivo Municipal acusava o democrata pela não apreciação da proposta. “Vocês estão prejudicando os municípios”, bradou.
Heraldo se defendeu ao assegurar que a bancada só votará em bloco. O governista João Bonfim defendeu a proposta “a divisão territorial que está desatualizada desde 1956, quando no estado havia apenas 150 municípios – atualmente, são 417″, mas não entrou no bate-boca., o prefeito de Bom Jesus da Lapa e presidente da UPB, Roberto Maia (PMDB), diz que apóia a proposta, mas revelou que há um certo impasse entre os gestores, já que a arrecadação municipal é proporcional ao número de habitantes. “O Fundo de Participação dos Municípios (FPM) é proporcional ao número de habitantes. Uns ganham; outros perdem”, afirmou. Questionado sobre a última data da demarcação das terras realizada há 54 anos, o peemedebista admitiu que antigamente não havia os recursos tecnológicos da atualidade. “Tenho consciência do atraso. Antes não existia o GPS”, concordou.
Além da pressão dos prefeitos, os legisladores também receberam as visitas dos índios das tribos Kiriri e Tuxá que, há três semanas consecutivas, comparecem à Assembleia Legislativa da Bahia para pressionar o parlamento baiano na votação da proposta. Os indígenas reclamam da demarcação dos limites territoriais do município de Banzaê, que é formado, principalmente, pela reserva da tribo indígena Kiriri. Mas desde a emancipação da cidade, em 1989, parte da aldeia ficou fora dos limites de Banzaê, dividida entre os municípios de Ribeira do Pombal e Quinjingue. Eles prometem continuar acampados na Casa até a apreciação da proposta, mas sempre retornam à tribo e voltam apenas no dia do debate. A proposta também não deve ser votada por causa da decisão da oposição de só votar em bloco. Politica livre (Fernanda Dourado)
GEDDEL Promete ampliar bolsa família e comtemplar municípios baianos onde se registra os piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH), com crédito de R$ 30 reais, a mais nos cartões dos beneficiários do sistema
Foto: Max Haack/ BN
Lugar comum entre os candidatos à Presidência da República, a ampliação do programa federal Bolsa Família também virou bandeira de campanha do candidato ao governo do Estado pela coligação “A Bahia Tem Pressa”, Geddel Vieira Lima (PMDB). Sua assessoria assegura que, apesar do programa ser de competência da União, o peemedebista, se eleito, tentaria viabilizar o depósito de R$ 30 a mais nos cartões dos beneficiários dos 100 municípios com os piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) da Bahia (atualmente, cada família recebe R$ 90). Ainda não se sabe, entretanto, se isso é possível. Se não for, pondera a assessoria do peemedebista, outra saída seria utilizar a lista de cadastrados no Bolsa Família para criar outro programa de transferência de renda, em que só se beneficiaria os atuais inscritos no programa federal.
Mano Menezes faz primeira convocação como técnico da Seleção Treinador chama quatro jogadores do Santos para confronto contra os EUA
Com uma seleção renovada, com apenas quatro jogadores que disputaram a última Copa do Mundo, Mano Menezes iniciou nesta segunda-feira, em um hotel na Zona Sul do Rio de Janeiro, o trabalho com a Seleção Brasileira. O ex-treinador do Corinthians anunciou a primeira lista com os 24 convocados para o amistoso contra os Estados Unidos, dia 10 de agosto, em Nova Jérsei. Nela estão Neymar, Paulo Henrique Ganso e André, do Santos. E algumas surpresas como Ederson, do Lyon, o goleiro Renan, do Avaí, e o lateral Rafael, do Manchester United. O Santos liderou com quatro convocados.
Durante a apresentação, Mano Menezes disse que sabe da responsabilidade de assumir o comando da Seleção Brasileira. “Sei que passo a ocupar, neste momento, um dos cargos mais importantes do país. Vou adotar a mesma linha que me trouxe até aqui: honestidade, lealdade e responsabilidade”, disse Mano, o novo técnico da Seleção.
A primeira convocação de Mano Menezes serviu para o retorno de alguns atletas ao time nacional, como os laterais Marcelo (Real Madrid) e André Santos (Fenerbahce), os volantes Lucas (Liverpool) e Sandro (Internacional), e os atacantes Diego Tardelli (Atlético-MG) e Alexandre Pato (Milan).
As grandes surpresas, no entanto, ficaram por conta dos goleiros Jeferson, do Botafogo, e Renan, do Avaí. Além deles, também foram lembrados pela primeira vez o zagueiro David Luiz, do Benfica, o lateral-direito Rafael, do Manchester United, e o meio-campista Éderson, do Lyon, e o atacante André (Santos).
“O impacto que eu quero causar nesta convocação é que pensei em chamar alguns jogadores com idade olímpica, pensando nas Olímpiadas de Londres em 2012”, comentou o técnico durante a entrevista coletiva.
Mano Menezes chamou 24 jogadores porque vai cortar Hernandes ou Sandro, dependendo do resultado do duelo entre São Paulo e Internacional, pela semifinal da Copa Libertadores. A apresentação vai ser no dia 8 de agosto.
Os jogadores convocados foram os seguintes, por ordem alfabética: Alexandre Pato, André Santos, Carlos Eduardo, Daniel Alves, David Luiz, Diego Tardeli, Éderson, Ganso, Henrique, Hernanes, Jeferson, Jucilei, Lucas, Marcelo, Neymar, Rafael, Ramirez, Renan, Rever, Robinho, Sandro, Thiago Silva e Vitor.
fonte CORREIO
Tudo atrasado para a Copa de 2014

Levantamento feito pelo Congresso em Foco junto às secretarias de Esporte dos estados mostra que apenas quatro obras já começaram. E mesmo elas estão atrasadas
Levantamento do Congresso em Foco mostra que está tudo atrasado para a Copa de 2014
Mário Coelho
Há uma piada correndo entre empresas responsáveis pelos investimentos necessários para a Copa do Mundo no Brasil: “Nós não faturamos a Copa de 2010, vamos superfaturar a de 2014”. Se o governo e a Fifa permitirão o sucesso desse projeto, por enquanto não se sabe ainda. Mas o fato é que, passada a euforia e consequente tristeza pela participação do Brasil na Copa do Mundo da África, as autoridades parecem se dar conta que a realização do evento no país, em 2014, está cada vez mais próxima, e que os atrasos poderão acabar criando o cenário para a falta de controle e a injeção de dinheiro público, caminhos fáceis para o superfaturamento das obras. Algumas situações que ajudam nesse caminho, como dispensas de licitação, já começaram a acontecer pelo país.
Por enquanto, vê-se um cenário marcado pelo atraso, por contestações judiciais e até indefinição se algumas cidades ainda serão sedes da maior competição do futebol mundial. A frase do governador do Distrito Federal, Rogério Rosso, na última terça-feira (20), dá o tom de como está o cronograma de obras no país. “O Distrito Federal está atrasado, é verdade. Mas não existe outra cidade mais adiantada”, afirmou Rosso.
A declaração de Rosso foi dada após o governo do DF assinar contrato com o Consórcio Brasília 2014, formado pelas empreiteiras Via Engenharia e Andrade Gutierrez. No valor de R$ 696 milhões, um dos mais caros de toda a Copa de 2014 – superado apenas pela reforma do Maracanã, estimada em R$ 750 milhões –, o novo estádio Mané Garrincha terá capacidade para 70 mil espectadores, estacionamento para 25 mil veículos e cobertura retrátil. O lançamento oficial da obra será amanhã (27), segundo afirmou o gerente do projeto da Copa em Brasília, Sérgio Graça.
Apesar do reconhecimento do governador no atraso, o projeto do novo estádio de Brasília, por incrível que pareça, está à frente de boa parte das outras cidades sede. Levantamento feito pelo Congresso em Foco junto às secretarias de Esporte dos estados e dos órgãos criados exclusivamente para cuidar da Copa mostra que apenas quatro arenas estão com as obras em andamento. São elas: a Arena Pantanal (MT), o novo Vivaldão (AM), a reforma do Mineirão (MG) e a construção da nova Fonte Nova (BA).
Irregularidades
O fato de as obras desses quatro estádios já terem começado não significa que não estejam atrasadas. A Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa) deu como prazo final 3 de maio para as obras começarem. Na época, apenas os projetos de Manaus e de Cuiabá tinham iniciado. O Mineirão foi fechado pelo governo de Minas no mês passado. Já o governo da Bahia começou a reforma, com demolição da antiga estrutura, mas enfrenta questionamentos do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado (TCE) por irregularidades no processo licitatório.
Se quatro já iniciaram, outras duas cidades têm a pior situação entre as 12 sedes. São Paulo vive uma incógnita. Com a recusa do Comitê Organizador Local (COL) em aceitar as garantias financeiras do estádio do Morumbi, a capital paulista ainda não sabe em que local abrigará os jogos do mundial. A construção de uma nova arena, até o momento, é descartada pelos governantes. E o novo Parque Antártica, do Palmeiras, não atende as exigências da Fifa para São Paulo receber o jogo de abertura da Copa.
Natal (RN) é outra cidade cujo projeto de novo estádio está cercado pela incerteza. Na semana passada, o governador do Estado, Iberê Ferreira de Souza, cancelou dois contratos firmados com dispensa de licitação junto às empresas Stadia Projetos Consultoria, responsável pelo estudo complementar do Estádio das Dunas, e Populous Arquitetura Ltda, responsável pelo projeto principal. O documento estava estabelecido no valor de R$ 27 milhões.
Na quinta-feira (22), o governador anunciou que o contrato com a Populous foi mantido, mas o valor orçado caiu para R$ 4 milhões. “A nossa prioridade é garantir que o Rio Grande do Norte irá cumprir o cronograma de obras para a Copa de 2014, agindo com responsabilidade e zelo pela coisa pública”, disse o governador. A obra, de acordo com o governo, está orçada em R$ 400 milhões. O estádio terá capacidade para 40 mil pessoas.
Segundo o governador, o contrato foi cancelado para evitar questionamentos judiciais que poderiam atrasar ainda mais o cronograma de Natal. “Decidimos cancelar porque vimos que teríamos disputa judicial, que poderia atrasar o projeto da Copa”, declarou Iberê. A decisão foi tomada após dois dias de reuniões entre o governador, representantes da Procuradoria Geral do Estado e os secretários de Infraestrutura e de Assuntos Extraordinários para a Copa. Tribunal de Contas e Ministério Público questionavam o valor dos contratos.
Porém, para o projeto poder começar, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte precisa aprovar um fundo garantidor avaliado em cerca de R$ 37 milhões, formado por imóveis do governo estadual. O governador tenta articular com o presidente da Assembleia Legislativa, Robinson Faria (PMN), a realização de uma sessão extraordinária nos próximos dias, já que os deputados estão em férias.
Encerramento
Se São Paulo ainda não sabe qual estádio receberá os jogos da Copa, o Rio de Janeiro também tem seus problemas. Apesar das diferentes datas fornecidas pelo governo estadual para o início das obras no Maracanã, até agora o processo continua parado. Há duas semanas foram conhecidas as empresas que querem tocar as obras. Somente uma se apresentou sozinha, a OAS. As demais estão concorrendo na licitação em consórcios. São eles: Sanisil/Ba Meio Ambiente/Zagonal Construções, Construcap/Cetenco/Convap, Queiroz Galvão/Carioca Engenharia/Cristian Nielsen Engenharia, Paulitec/Estacom/Recoma e Delta/Odebrecht/Andrade Gutierrez.
De acordo com o governo do RJ, todas as empresas passarão por análise qualificatória, que determina se elas terão capacidade de gerir a obra e se estão formalmente constituídas. O próximo passo será a qualificação técnica e, por último, serão abertos os envelopes com as propostas financeiras. Estas etapas ainda não têm data marcada para acontecer. Ganha quem fizer a obra pelo menor preço, cujo custo inicial é de R$ 720 milhões.
Briga jurídica
O governo do Rio Grande do Norte desistiu de assinar contratos sem licitação para evitar uma batalha jurídica. Já o governo do Ceará, apesar de lançado todo o processo, acabou entrando numa briga jurídica. Os consórcios que disputaram a criação de uma Parceria Público Privada (PPP) para a construção do novo Castelão, em Fortaleza, entraram na Justiça questionando o cumprimento de determinadas exigências do edital, enquanto a outra parte defende-se alegando que o concorrente não quer abrir preço.
A disputa entre as empreiteiras foi motivo de várias ações na Justiça. Em uma delas, o consórcio Novo Castelão pedia a desabilitação de outro concorrente, formado pelas empresas EIT, Marquise e CVS, alegando falhas na pontuação. Outra ação é relacionada ao consórcio Novo Castelão, que entrou na Justiça para desabilitar o consórcio Arena Multiuso do processo licitatório, alegando falhas na primeira fase de habilitação na proposta do concorrente. As empresas aguardam o desenrolar das decisões para finalmente lançarem seus preços.
Dos estádios previstos, outros dois estão com os contratos assinados. O Mané Garrincha, depois de o Tribunal de Contas (TCDF) apontar problemas no valor e na disponibilidade dos recursos, o contrato com as construtoras foi assinado na semana passada. Funcionários do governo já começaram a desmontar o estádio. Porém, até agora, o Executivo ainda não sabe de onde vai tirar os quase R$ 700 milhões necessários para a reforma.
De acordo com Sérgio Graça, o governo estuda as possibilidades de financiamento do BNDES. O governo federal lançou linhas de crédito no valor de até R$ 400 milhões para cada obra. Além disso, os R$ 396 milhões restantes sairão dos cofres do GDF. “Temos a preocupação com o tempo. Mas todos estão atrasados”, resumiu o gerente da Copa no DF. A ideia do governo local é terminar a reforma até dezembro de 2012 e poder qualificar a capital do país como uma das sedes da Copa das Confederações, competição que ocorre em 2013.
Esse é o mesmo caso da Arena Pernambuco. O estádio vai ser construído, no valor de R$ 532 milhões, em São Lourenço da Mata, na região metropolitana de Recife, por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP). Além do governo estadual, estão nesta PPP as empresas Odebrecht Participações e Investimentos e a Odebrecht Serviços de Engenharia e Construção, tendo como parceiros a ISG (International Stadia Group) e a AEG Facilities. “Estamos aguardando a concessão da licença de instalação pelo órgão ambiental do Estado”, disse o secretário da Casa Civil de Pernambuco, Ricardo Leitão, ao Congresso em Foco.
Estádios privados
Inicialmente, a Copa no Brasil previa a realização de jogos em três estádios privados. O Morumbi, do São Paulo, por enquanto está fora. Restam a Arena da Baixada, do Atlético Paranaense, e o Beira Rio, do Internacional (RS). Enquanto o primeiro luta para conseguir as garantias financeiras, o segundo espera pela aprovação de projetos concedendo isenção fiscal para a compra de material de construção. A criação do Regime Especial de Tributação Para Construção, Ampliação, Reforma ou Modernização de Estádios De Futebol (Recom) tramita na Câmara e não tem previsão para ser votado.
Fluminense defende liderança contra ‘ameaçado’ Botafogo

Tricolor poderá ter as estreias de Belleti e Emerson; alvinegro apresentará Maicosuel
Do R7
Fluminense coloca a liderença pela primeira vez em jogo no Brasileirão
Quando o Brasileirão começou, o Botafogo estava em alta, após o título estadual, e o Fluminense em baixa, colecionando derrotas e ainda se acostumando com Muricy Ramalho. Contudo, após dez rodadas, o quadro mudou. Empolgado com a liderança do Brasileiro e a permanência de seu treinador, o time tricolor tenta manter o bom momento diante do rival alvinegro, que não vence há sete rodadas. O duelo ocorre neste domingo (25), às 18h30, no Engenhão.
A expectativa é de bom público, não só por se tratar do clássico mais antigo do futebol carioca, chamado carinhosamente de “Clássico Vovô”, mas sim pelos atrativos que o cerca. Na ponta da tabela com 22 pontos, o Fluminense ainda celebra o fato de Muricy Ramalho ter continuado dirigindo a equipe mesmo tendo sido chamado para treinar a seleção. Como revelou o goleiro Fernando Henrique.
– A gente ficou muito, mas muito feliz com a escolha do Muricy. Essa recusa dele vai dar mais força para nós no Brasileiro, porque mostra que ele confia em nós. Já provamos que somos uma equipe de guerreiros.
Em contrapartida, o Botafogo, mesmo rondando a zona do rebaixamento, com 11 pontos, também tem seus motivos para festejar. Antes de a bola rolar, o meia Maicosuel será apresentado oficialmente como seu novo reforço para a temporada. Contudo, o Mago, como é chamado pelos torcedores alvinegros, não foi inscrito há tempo e está fora do jogo.
Por sinal, problemas no ataque não faltam para o técnico Joel Santana. Além de ainda não poder escalar Maicosuel, o treinador não contará com Jobson, expulso diante do Palmeiras na última rodada. Para completar, o uruguaio Loco Abreu só se reapresentará na segunda-feira (26), após disputar a Copa do Mundo.
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Menos mal que o argentino Herrera retorna e formará dupla com Caio na frente. Na zaga, Fábio Ferreira, também suspenso, dará lugar a Danny Morais. Contudo, os desfalques e a má posição na tabela não dão a impressão de incomodar Joel Santana.
– O meu compromisso é com o Botafogo. Sei que podemos estar em posição melhor na tabela de classificação e penso apenas nisso. Aposto muito nesta equipe.
Do lado tricolor, Muricy Ramalho tem menos problemas. Desfalque mesmo apenas do volante Diguinho, suspenso com três cartões amarelos. Em compensação, os recém-contratados Belletti e Emerson, inscritos, estarão à disposição e poderão estrear. Entretanto, o mais provável é que iniciem o confronto no banco de reservas.
Devido ao grande número de torcedores e jornalistas que compareceram às Laranjeiras no sábado, Muricy não realizou nenhum trabalho tático e deixou os titulares fazendo um treino físico na concentração. Com isso, não há indícios de quem substituirá Diguinho. O mais provável é que seja o meia Marquinho.
FICHA TÉCNICA
Botafogo x Fluminense
Local: Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 25 de julho de 2010 (domingo)
Horário: 18h30
Árbitro: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Assistentes: Luiz Muniz de Oliveira e Marcelo Braz Mariano (ambos do RJ)
Botafogo: Jéfferson, Fahel, Danny Morais e Antonio Carlos; Alessandro, Leandro Guerreiro, Somália, Lucio Flavio e Marcelo Cordeiro; Herrera e Caio
Técnico: Joel Santana
Fluminense: Fernando Henrique; Gum, Leandro Euzébio e André Luis; Mariano, Diogo, Marquinho, Conca e Carlinhos; Rodriguinho (Alan) e Fred
Técnico: Muricy Ramalho
Adicionais voltam ao salário de servidores da Justiça
O presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, proferiu decisão liminar em favor do pagamento do adicional de função a 2,5 mil dos 18 mil servidores do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). Apontado como o principal causador dos chamados supersalários e gerador de distorções como as que levam alguns servidores a ter remuneração acima dos R$ 50 mil (mais do que o teto de R$ 22 mil determinado pela Constituição), o benefício havia sido suspenso pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), dia 31 de maio, em decisão assinada pelo conselheiro José Adônis Callou de Araújo Sá, ratificada pelo Plenário do CNJ. Deferida em 15 de julho, a liminar dá uma resposta favorável a três mandados de segurança.O primeiro, impetrado por cinco servidores do TJ; o segundo, coletivo, em nome de 1.338 servidores; e o último tendo como impetrante o próprio governo do Estado da Bahia. A decisão, entretanto, não é definitiva e o mérito da questão ainda será apreciado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). (A Tarde)
Programa Banda Larga nas Escolas chega a 73% das instituições públicas
O Programa Banda Larga nas Escolas já alcança quase 73% das instituições públicas de ensino do País. Balanço da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), divulgado pelo Ministério das Comunicações, mostra que mais 4.206 escolas passaram a ter acesso à internet em alta velocidade no primeiro semestre deste ano. No total, estudantes de 47.204 escolas públicas urbanas de todo o Brasil já têm banda larga. O número de instituições beneficiadas representa 72,75% dos estabelecimentos municipais, estaduais e federais localizados em zona urbana no País. A meta do programa, lançado em 2008, é conectar todas as 64.879 escolas urbanas até o fim deste ano. No primeiro semestre, os estados com maior número de instituições que passaram a ter conexão à internet em banda larga foram São Paulo (826), Minas Gerais (746), Maranhão (408) e Bahia (318). (Agência Estado)

Serra e Dilma continuam empatados, diz o Datafolha
A primeira página da Folha estampa neste sábado (24) a mais recente fornada de números recolhidos nas ruas pelo Datafolha.
Segundo o instituto, decorridas três semanas do início da campanha oficial, José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT) continuam empatados.
O tucano com 37%. A petista, 36%. Terceira colocada na corrida ao Planalto, Marina Silva (PV), amealhou 10%.
Pela primeira vez, Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) logrou pontuar: 1%. Iguala-se a Zé Maria (PSTU), também com 1%.
Há outros quatro candidatos nanicos no tabuleiro. Mas todos ficaram abaixo da marca de um ponto percentual.
Os pesquisadores do Datafolha foram ao meio-fio entre terça (20) e esta sexta (23). Ouviram a opinião de 10.905 eleitores em todo país.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais –para o alto ou para baixo.
Num cenário de segundo turno entre Serra e Dilma, o quadro de empate remanasce. Com uma diferença: Dilma (46%) aparece numericamente à frente de Serra (45%).
Na pesquisa anterior, fechada em 1º de julho, Serra tinha, no primeiro turno, 39%. Dilma, 37%. Ele escorregou dois pontos. Ela deslizou um. Tudo dentro da margem de erro.
Marina registrara 9%. Oscilou um ponto para cima. De novo, dentro da margem.
Manteve-se no mesmo patamar o número de votos brancos ou nulos: 4%. A taxa de indecisos variou de 9% para 10%.
O Datafolha fez também uma pesquisa espontânea. Nessa modalidade, o pesquisador não exibe ao entrevistado o cartão com os nomes dos candidatos.
Dilma, que tinha 21% no início do mês, foi a 22%. Serra, que amealhara 19%, caiu para 16%.
Lula belisca 4% das intenções de voto expontâneas mesmo não sendo candidato. Outros 3% informam que votarão no “candidato do Lula”.
Há 1%, de resto, que se diz decidido a votar no “candidato do PT”. São oito pontos (Lula+candidato do Lula+candidato do PT) que pendem para o cesto de Dilma.
Outro dado labuta a favor da pupila de Lula. A taxa de aprovação do governo permanece no olimpo: oscilou de 78% para 77%.
Perguntou-se aos eleitores em que candidato não votariam “de jeito nenhum”.
Verificou-se que a taxa de rejeição a Serra, que era de 24%, oscilou para 26%. A de Dilma foi de 19% para 20%. A de Marina manteve-se em 13%.
Serra está mais bem posto nas regiões Sul e Sudeste. Dilma prevalece sobre o rival no Nordeste e no Norte/Centro-Oeste.
Tomada pelos números do Datafolha, a sucessão atual desce à crônica política brasileira como a mais disputada desde a redemocratização, em 1989.
Livro de referência em ultrassonografia tem como colaborador Dr. Clodoaldo Cadete
A segunda edição do livro Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia dos professores doutores Ayrton Pastore e Giovanni Cerri tem como colaborador Dr. Clodoaldo Cadete, o qual escreveu o capítulo 72 sobre urgências em ginecologia. Com explicitação de casos realizados no dia-a-dia ultrassonográfico da Clínica Sonnar.
O livro, que foi lançado durante a 40ª Jornada Paulista de Radiologia no dia 1º de maio, é uma obra de leitura obrigatória a todos os ultrassonografistas e grande parte dos ginecologistas e obstetras. Além de ser o livro mais lido em toda a América Latina no que se refere às especialidades acima citadas.
o Livro de referência em ultrassonografia tem como colaborador Dr. Clodoaldo Cadete
23.07
A segunda edição do livro Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia dos professores doutores Ayrton Pastore e Giovanni Cerri tem como colaborador Dr. Clodoaldo Cadete, o qual escreveu o capítulo 72 sobre urgências em ginecologia. Com explicitação de casos realizados no dia-a-dia ultrassonográfico da Clínica Sonnar.
O livro, que foi lançado durante a 40ª Jornada Paulista de Radiologia no dia 1º de maio, é uma obra de leitura obrigatória a todos os ultrassonografistas e grande parte dos ginecologistas e obstetras. Além de ser o livro mais lido em toda a América Latina no que se refere às especialidades acima citadas.
Livro de referência em ultrassonografia tem como colaborador Dr. Clodoaldo Cadete
23.07
A segunda edição do livro Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia dos professores doutores Ayrton Pastore e Giovanni Cerri tem como colaborador Dr. Clodoaldo Cadete, o qual escreveu o capítulo 72 sobre urgências em ginecologia. Com explicitação de casos realizados no dia-a-dia ultrassonográfico da Clínica Sonnar.
O livro, que foi lançado durante a 40ª Jornada Paulista de Radiologia no dia 1º de maio, é uma obra de leitura obrigatória a todos os ultrassonografistas e grande parte dos ginecologistas e obstetras. Além de ser o livro mais lido em toda a América Latina no que se refere às especialidades acima citadas.
Dr. Clodoaldo Cadete possui outros títulos e artigos cientificos publicado,
atua como Ginecologista/Obstetra e Ultrassonografista na Clínica Sonnar ao qual também é
Diretor Médico
-Professor da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB)
-Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia
Professor de Direito da FTC Conquista lança livro
O professor Valdir Ferreira de Oliveira Junior, do colegiado de Direito da FTC Conquista acaba de lançar um livro pela editora Saraiva. “Tratado de Direito Constitucional” é uma obra coletiva, escrita em dois volumes e aborda todos os temas do Direito Constitucional Contemporâneo. É a primeira obra lançada no Brasil com esse formato e abrangência.
O capítulo de autoria do professor da FTC está no Volume 1 da obra, junto com outros nomes reconhecidos da área, como Tarso Genro e Gilmar Ferreira Mendes. Também participaram da obra profissionais conhecidos nacionalmente como Hugo de Brito Machado, Sacha Calmon Navarro Coelho e Humberto Theodoro Junior, entre outros.
Lula participa de encontro da agricultura familiar em Feira de Santana Arisson Marinho/Correio


Lula foi homenageado com a Medalha da Ordem Dois de Julho nesta quinta-feira
Depois de ter recebido a Medalha da Ordem 2 de Julho em Salvador na quinta-feira (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa na manhã desta sexta, em Feira de Santana, da abertura do II Encontro Nacional de Agricultura Familiar do Brasil. O evento reúne cerca de cinco mil agricultores familiares de todo o país, além de autoridades das três esferas de governo e parlamentares, com o objetivo de fazer um balanço dos avanços nas políticas direcionadas à agricultura familiar e apontar as perspectivas e os desafios para o próximo período, segundo a Agência de Comunicação do governo. Na Bahia, são 665.831 propriedades agrícolas familiares, o equivalente a 87% do total das propriedades, a maior população rural do país (15%). São 10 milhões de hectares destinados à atividade, 34% de total de área da Bahia. A agricultura familiar emprega 81% do pessoal do meio rural do estado, o equivalente a 1,9 milhão de pessoas economicamente ativas. Responde ainda por 44% do valor bruto da produção agropecuária da Bahia e por 7% do PIB baiano. (Correio)
Apesar de progresso, Brasil permanece um dos mais desiguais Relatório da ONU mostra que o País é o 10º em ranking de desigualdade
Apesar dos progressos sociais registrados no início da década passada, o Brasil continua entre os países mais desiguais do mundo, segundo atesta um relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), que será divulgado nesta sexta-feira.
O índice de Gini – medição do grau de desigualdade a partir da renda per capita – para o Brasil ficou em torno de 0,56 por volta de 2006 – quanto mais próximo de um, maior a desigualdade.
Isto apesar de o país ter elevado consideravelmente o seu índice de desenvolvimento humano – de 0,71 em 1990 para 0,81 em 2007 – e ter entrado no grupo dos países com alto índice neste quesito.
O cálculo do indicador de desigualdade varia de acordo com o autor e as fontes e a base de dados utilizados, mas em geral o Brasil só fica em melhor posição do que o Haiti e a Bolívia na América Latina – o continente mais desigual do planeta, segundo o Pnud.
No mundo, a base de dados do Pnud mostra que o País é o décimo no ranking da desigualdade.
Mas os dados levam em conta apenas 126 dos 195 países membros da ONU, e em alguns casos, especialmente na África subsaariana, a comparação é prejudicada por uma defasagem de quase 20 anos de diferença.
Na seleção de países mencionada no relatório do Pnud, os piores indicadores pela medição de Gini são Bolívia, Camarões e Madagascar (0,6) e Haiti, África do Sul e Tailândia (0,59). O Equador aparece empatado com o Brasil com um indicador de 0,56.
Colômbia, Jamaica, Paraguai e Honduras se alternam na mesma faixa do Brasil segundo as diferentes medições.
Desigualdade e mobilidade
O relatório foca no problema da desigualdade na América Latina, o continente mais desigual do mundo, segundo o Pnud. Dos 15 países onde a diferença entre ricos e pobres é maior, dez são latino-americanos.
Em média, os índices Gini para a região são 18% mais altos que os da África Subsaariana, 36% mais altos que os dos países do leste asiático e 65% mais altos que os dos países ricos.
O documento traça uma relação entre a desigualdade e baixa mobilidade social, caracterizada pelo círculo de aprisionamento social definido pela situação familiar de cada indivíduo. No Brasil e no Peru, por exemplo, o nível de renda dos pais influencia a faixa de renda dos filhos em 58% e 60%, respectivamente.
No Chile esse nível de pré-determinação é mais baixo, 52% – semelhante ao da Inglaterra (50%).
Já nos países nórdicos, assim como no Canadá, a influência da situação familiar sobre os indivíduos é de 19%.
Alemanha, França e Estados Unidos (32%, 41% e 47%, respectivamente) se incluem a meio do caminho.
A mobilidade educacional e o acesso à educação superior foram os elementos mais importantes na determinação da mobilidade socioeconômica entre gerações.
Relatório do Pnud
No campo educacional, os níveis de educação dos pais influenciam o dos filhos em 55% no Brasil e em 53% na Argentina. No Paraguai essa correlação é de 37%, com Uruguai e Panamá registrando 41%. A influência da educação dos pais no sucesso educacional dos filhos é pelo menos duas vezes maior na América Latina que nos EUA, onde a correlação é 21%.
“Estudos realizados em países com altos níveis de renda mostram que a mobilidade educacional e o acesso à educação superior foram os elementos mais importantes na determinação da mobilidade socioeconômica entre gerações”, afirma o relatório.
Para o Pnud, a saída para resolver o problema da desigualdade na América Latina passa por melhorar o acesso das populações aos serviços básicos – inclusive o acesso à educação superior de qualidade.
O relatório diz que programas sociais como o Bolsa Família, Bolsa Escola e iniciativas semelhantes na Colômbia, Equador, Honduras, México e Nicarágua representaram “um importante esforço para melhorar a incidência do gasto social” na América Latina, sem que isso tenha significado uma deterioração fiscal das contas públicas.
“No que diz respeito à distribuição (de renda), as políticas orientadas para o combate à pobreza e à proteção da população vulnerável promoveram, na prática, uma incidência mais progressiva do gasto social, que por sua vez resultou em uma melhor distribuição da renda.”




