A Gente diz

Prazo para tirar título de eleitor termina em 5 de maio

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Termina dia 5 de maio o prazo para tirar ou transferir o título de eleitor. Essa também é a data limite para atualizações cadastrais no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), além de alistamento para voto e transferência de títulos para cidadãos que moram no exterior. De acordo com o TSE, o cidadão pode adiantar o processo por meio da internet, pedindo o título e atualizando seus dados no site do tribunal, por meio do Título Net.

É necessário preencher o fomulário virtual com todas as informações solicitadas. Depois, numa prazo de cinco dias corridos, a pessoa deve comparecer a um cartório eleitoral, munido de original e cópia dos documentos solicitados e número de protocolo gerado pelo pré-atendimento online para finalizar o processo. Os documentos exigidos são: carteira de identidade, comprovante de residência, título anterior (se for o caso). Os homens também devem apresentar comprovante de quitação militar. Informações da Agência Brasil.

Ciro pressiona e PSB adia decisão sobre candidatura


Ciro convence partido que sua saída favorece mais Serra do que Dilmaciro-gomes-basta-o-globo(1)

O PSB planejava enterrar de vez a pré-candidatura de Ciro Gomes à Presidência na última segunda-feira, mas resolveu adiar o anúncio após conversa de dirigentes com o próprio deputado, em Brasília. Na semana passada, Ciro já havia dado o recado. Disse que só seu partido ou sua mãe poderiam impedi-lo de ser candidato e nem mesmo um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva o convenceria a optar pela corrida ao governo de São Paulo em uma chapa formada com o PT. O presidente do partido, o governador Eduardo Campos (PE) , e lideranças do PSB se prepararam para comunicar ao deputado que seu nome estava fora do jogo presidencial. Concluíram que o partido está isolado para a disputa, já que o PT conta com apoios de outros partidos como PCdoB e PDT.

Após lançamento do PAC 2, dirigentes jantaram com Ciro, mas o deputado apresentou argumentos baseados em pesquisas de intenção de voto que fizeram o partido recuar. Com base nas últimas sondagens, Ciro disse ao partido que os seus 10% não só levam a disputa entre os presidenciáveis Dilma Rousseff e José Serra para o segundo turno, como é ele a segunda opção de voto dos eleitores dos dois principais candidatos. O deputado argumentou que se sair, ajuda Serra porque, na maioria dos casos, é o preferido dos eleitores do tucano. Informações do iG.

06.04.2010 às 15:04

Programas de inclusão social e segurança combatem criminalidade, diz governador Jaques Wagner

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Raul Rodrigues

O Programa Ronda nos Bairros e a promoção de políticas públicas de inclusão social como forma de afastar os jovens da marginalidade são os principais temas do programa de rádio Conversa com o Governador, produzido semanalmente pela Assessoria Geral de Comunicação do Governo do Estado (Agecom). “Com trabalho, emprego, renda e cidadania, nós evitamos que essa juventude entre no mundo da marginalidade. Combinando essas duas coisas, mais polícia, mais segurança, mais cadeia de uma ponta e mais oportunidade para a juventude da outra, eu tenho certeza que nós vamos vencer a batalha contra o crime”.

Nesta edição, o governador Jaques Wagner faz também um retrospecto dos últimos investimentos realizados em Feira de Santana e lembra à população que esta semana se inicia mais uma etapa de vacinação contra a gripe A – H1N1.

Quanto ao Ronda nos Bairros, lançado na semana passada na região de Pau da Lima, Wagner diz que é uma nova metodologia de trabalho da Polícia Militar e da Polícia Civil, que se aproximam da população nestas localidades. O programa fixa os policiais na região 24 horas por dia, com a possibilidade de serem acionados por um número de celular divulgado em todo o bairro. “Já tínhamos dois bairros funcionando: Periperi e Beiru/Tancredo Neves. Acabamos de lançar em Pau da Lima. Essa semana já estamos em Feira de Santana, alcançando aproximadamente 25% da área populacional da cidade”.

Para Wagner, o Ronda nos Bairros tem dado resultado positivo na diminuição das ocorrências policiais. O governador diz que assim a batalha contra o crime vai sendo vencida: com polícia nas ruas, mais escolas e mais oportunidades para os jovens. “É assim que eu acredito. É assim que nós vamos vencer essa batalha: oferecendo uma sociedade justa e uma sociedade de paz”.

Sobre a política de inclusão social, o governador afirma que o Governo da Bahia está aumentando o número de ofertas para o ensino técnico-profissionalizante e cursos de capacitação que já contam com 100 mil vagas em 2010. No curso regular de profissionalização “em 2007, nós tínhamos apenas quatro mil. Então, multiplicamos por dez. Semana passada, formamos a primeira turma de técnicos de nível médio dentro desses cursos”, informou.

Wagner diz que, além desse curso prolongado, há também vários cursos profissionalizantes dentro do programa Trilha, diretamente voltado para a juventude. O governador lembra também que a Bahia bateu recorde de emprego em janeiro e fevereiro. Para ele, 2010 se mostra como o ano de recuperação da economia e nada melhor do que qualificar a juventude, para que ela aproveite essa oportunidade obtendo uma chance de trilhar uma vida digna.

Feira de Santana – A viagem a Feira de Santana, na semana passada, também foi pauta desta edição. “Nós fomos assinar vários convênios, entre eles, Minha Casa, Minha Vida. Fui visitar o primeiro conjunto entregue. Foram quatrocentas e cinquenta casas e assinamos outros contratos para Minha Casa, Minha Vida”. Wagner disse que o Governo do Estado está fazendo o saneamento de Feira de Santana, reformou o centro cirúrgico do Hospital Clériston Andrade e está na fase final de construção do Hospital da Criança.

“Assinei um convênio com a prefeitura para ajudar na micareta de Feira de Santana. É a primeira vez que o Governo do Estado ajuda a prefeitura nesse sentido e, portanto, estamos tendo uma parceria extremamente positiva, fazendo juntos o trabalho do governo federal, estadual e municipal para oferecer à população de Feira uma vida cada vez melhor”.

O governador encerrou o programa dizendo que esta semana começa mais uma etapa da vacinação contra a gripe A, a H1N1. “Nós temos toda uma escala. Não é preciso correria, mas é fundamental que as pessoas, atendendo à escala que está publicada nos postos de saúde, vão fazer a sua vacinação para evitar qualquer problema de contaminação aqui”.

O programa Conversa com o Governador é veiculado toda terça-feira pela rádio Educadora FM 107,5 Mhz e reproduzido por vários veículos de comunicação, além de ficar disponível na página http://www.comunicacao.ba.gov.br/conversa e pelo 0800-071-7328.

CGU aponta irregularidades no uso de recursos federais pelo governo do Distrito Federal


Relatório preliminar divulgado ontem pela Controladoria Geral da União (CGU) sobre o uso de recursos repassados pela União ao governo do Distrito Federal (GDF) aponta indícios de irregularidades que somam R$ 495 milhões. Entre 2006 e 2009, o GDF recebeu R$ 27 bilhões em repasses da União. O G1 tentou contato com o governo do DF, mas não obteve retorno.Os principais problemas apontados no relatório da CGU são pagamentos indevidos, superfaturamento de obras e licitações e a retenção de verbas que deveriam ser investidas pelo governo do Distrito Federal em obras de urbanização de favelas, recuperação de rodovias, ampliação do metrô, além de investimentos em saúde e educação. Informações do G1.

Senador BORGES RECHAÇA ACORDO SEM PROPORCIONAIS

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A falta de um acordo que contemple a montagem de uma chapa para a disputa na proporcional (para eleger os candidatos a deputados federais e estaduais) ainda é o principal entrave para a formalização da aliança entre o PR do senador César Borges com o PT do governador Jaques Wagner. “Queremos ser recebidos como parceiros”, cobrou nesta segunda-feira (5), em Brasília, o senador César Borges. “Como presidente do PR na Bahia, tenho responsabilidade partidária. Nossas bancadas têm que ser no mínimo reeleitas e se possível reforçadas”, salientou. Desta forma, Borges reitera a sua posição de não aceitar a exclusão do PR numa eventual formação de chapas proporcionais. O senador destaca que o Wagner “não fechou as portas” e que a liderança do processo dentro do PT é do governador, “e ele está interessado em avançar”. Para o presidente estadual do PCdoB, deputado federal Daniel Almeida, o “chapão” para a disputa federal deverá provocar um desequilíbrio em favor dos partidos de centro nas chapas proporcionais. “O melhor cenário é ter mais de uma chapa para deputados federais. Por exemplo, uma reunindo os partidos de esquerda, e a outra com os de centro”, disse Almeida. A presidente do PSB na Bahia, deputada federal Lídice da Mata, concorda com Almeida, porque a aliança “aumenta a linha de corte”, mas ela assegura que seu partido está disposto a analisar a questão. “Como não temos candidatos em número suficiente para sairmos sozinhos, nossa tendência é estarmos numa chapa com outros. É um remédio inevitável”, conforma-se. Informações do A Tarde.

Cresce movimento na base do governo baiano contra chapão


Para deputados da base, Borges está sem alternativa, além de Wagner, o que desobriga governador com chapa proporcional

Com a demora na definição da indicação de César Borges para candidato ao Senado na chapa de Jaques Wagner (PT) cresceu imensamente nas últimas horas o movimento entre deputados de partidos aliados ao governo e do próprio PT contra a aliança com o PR presidido pelo senador para a chapa proporcional (de deputados).

O principal argumento deles é de que, com a cada vez mais distante perspectiva de Borges de fechar um acordo com os candidatos do DEM, Paulo Souto, e do PMDB, Geddel Vieira Lima, o governo “vacila” em buscar se submeter à pressão do senador para selar a coligação proporcional com o PR.

“O PR nacional já fechou apoio a Dilma, Geddel diz que não quer mais Borges, o mesmo diz o DEM. Para onde Borges vai agora, se não for para a chapa de Wagner?”, questiona um petista de alto coturno na Assembleia Legislativa, observando que o governador ainda não percebeu que estaria na hora de “virar o jogo” contra Borges.

Por virar o jogo, ele entende uma decisão de Wagner no sentido de aceitar apenas o senador, como sempre foi o desejo do PT, vetando a coligação do PR com seu partido para a chapa de deputados. “De muito boa, a situação de Borges e do PR ficou muito ruim. Agora, eles só terão coligação para deputado por generosidade do PT”, disse o mesmo petista.

Segundo ele, não teria sido por outro motivo que o deputado estadual Capitão Tadeu, um socialista que não comunga exatamente com a cartilha do governo, apesar de a presidente de seu partido, Lídice da Mata, estar praticamente fechada como outra candidata ao Senado na chapa de Wagner, teria atacado ontem na Assembleia a aliança com o PR.

“O que o PR e César Borges não perceberam é que o senador deixou de ser a vedete das eleições. A fila andou. Agora, ele não tem alternativa, senão a chapa de Wagner ou não vai concorrer. Portanto, nenhum partido quer mais dar coligação na proporcional ao PR, como já estava praticamente acontecendo”, disse um oposicionista agora há pouco ao Política Livre.

Ele relatou ter conversado com o deputado Capitão Tadeu ontem à tarde. Teria saído convencido de que, quando se posicionou contra a aliança com o PR, o parlamentar do PSB não teria falado apenas em seu nome exclusivamente. “Não posso dizer que Tadeu foi aconselhado por ninguém a criticar a aliança. Mas ele não está sozinho”, revelou.

Raul Monteiro

Blog de César Borges

Lula: novos ministros devem dar continuidade às obras

Agência Estado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu que os dez novos ministros que substituíram os que saíram para ser candidatos nas eleições deste ano atuem para assegurar a continuação das obras começadas. Este será o teor da primeira reunião ministerial com a nova equipe, que Lula faz hoje. O tema foi realçado nesta manhã no programa semanal de rádio “Café com o Presidente”.

Lula afirmou que não é tempo de parar, mas sim de trabalhar muito mais para que o governo não perca o compasso. Porém, de acordo com ele, as alterações no ministério não constituem nenhuma mudança na direção do Poder Executivo, das diretrizes determinadas e das obras contratadas. “Até porque nós entendemos que não é possível, faltando nove meses para terminar o mandato, alguém imaginar começar uma obra nova, tentar inventar um outro programa.”

Segundo o presidente, a administração federal deve concretizar todos os projetos em curso, terminar aqueles que necessitam e podem ser finalizados e ainda adiantar o máximo possível as obras preestabelecidas, seja no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), no Minha Casa, Minha Vida ou nas demais propostas de cada pasta. “Eu optei em promover os secretários executivos por uma razão muito simples, ou seja, não é possível você tentar, faltando pouco tempo para terminar o campeonato, você contratar jogadores novos”, disse.

Lula afirmou que escolheu levar os secretários à função de ministro e consentir que eles aprontem as obras nas quais trabalhavam porque, direta ou indiretamente, estavam mais próximos ao titular da pasta e efetuavam os planos delineados. “Estou convencido que esta foi a melhor forma para que a gente mantenha a continuidade. Que a gente não pare. Porque você imagina um ministro novo, ele tem de chamar um novo chefe de gabinete, tem de chamar um novo secretário executivo, até as pessoas conhecerem a máquina, acabou o meu mandato.”

A todo vapor

Lula disse que o governo “entrará hoje em campo com todo o vapor”. Conforme o presidente, o encontro ministerial terá como objetivo fazer com que os ministros trabalhem mais e assumam encargos. “Nós vamos fiscalizar muito mais, trabalhar muito mais junto dos ministros, para que as coisas aconteçam com maior rapidez”, prometeu.

Lula explicou que, na reunião, indicará aos novos auxiliares como caminha a economia do Brasil, “porque é importante que eles tenham noção da clareza que o conjunto do governo, que o presidente da República e o ministro da Fazenda (Guido Mantega) estão vendo, de perspectiva de crescimento econômico para o ano de 2010”.

“Estamos seguros que 2010 será um ano muito importante para o Brasil. Em 2010 a gente, no primeiro trimestre, já mostrou claramente que o crescimento da política industrial, o crescimento da agricultura, o crescimento da construção civil, o crescimento da geração de empregos é muito forte.”

O presidente comparou o encontro de hoje a uma preleção do técnico de time de futebol ao jogadores. “Ele chama o jogador e fica fazendo uma pequena preleção ali, que ele tem de entrar pela direita, pela esquerda, pelo centro, que ele tem de chutar para gol, ou seja, o que nós vamos fazer é uma preleção para que o time novo que está entrando em campo faça os gols”

Oportunidade

Para Lula, ser ministro é a “oportunidade da vida” desses secretários que assumiram a titularidade das pastas. “Eu vou tentar estabelecer uma afinidade maior. São todos jovens, com disposição de trabalhar, e nós vamos trabalhar muito mais. E aí eu vou ter de me dedicar muito mais”, disse.

“Eu até já falei para a Marisa (a primeira-dama Marisa Letícia): se você achava que eu estava trabalhando muito, pode se preparar porque daqui para a frente nós vamos ter de trabalhar muito mais, vamos ter de fiscalizar muito mais, vamos ter de estar em cima muito mais”, prosseguiu. “No final do mandato, nós temos de trabalhar mais. Trabalhar muito mais, porque as coisas estão para acontecer exatamente agora.”

Palanques múltiplos são problema

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Depois de deixar a Casa Civil para poder cuidar oficialmente de sua campanha presidencial, a petista Dilma Rousseff sabe que uma de suas prioridades será pacificar os aliados em pelo menos cinco Estados estratégicos eleitoralmente. Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Rio Grande do Sul e Maranhão terão aliados governistas em choque direto, o que poderá comprometer o desempenho da candidata.

Juntos, esses cinco Estados representam cerca de 35,3% do eleitorado nacional, ou um contingente de 46,8 milhões de votos. Se os aliados de Dilma estivessem unidos, teriam mais capacidade para transferir seu prestígio regional para a candidata petista. Divididos, criam constrangimentos para Dilma e para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que precisarão redobrar a cautela para evitar crise entre os aliados por conta de uma eventual preferência dada a algum desses candidatos em detrimento de outros. Informações da Agência Estado.

Bento XVI pede que humanidade passe por “conversão espiritual e moral”


VATICANO-SEMANA SANTAAFP

O Papa Bento XVI pediu neste domingo, 4, que a humanidade passe por uma “conversão espiritual e moral” para sair de uma “crise profunda”, que precisa de mudanças, começando pela consciência individual. Essa foi a mensagem de Páscoa pronunciada da sacada da praça de São Pedro do Vaticano diante de milhares de fiéis.

O Sumo Pontífice não fez qualquer menção aos escândalos que afetam a Igreja Católica da Europa e dos Estados Unidos por padres pedófilos, nem à polêmica provocada pelo sermão de sexta-feira do pregador da Casa Pontifícia, que comparou os ataques à igreja ao antissemitismo e pediu desculpas neste domingo.

O Papa recebeu mais uma vez a solidariedade pública de toda a hierarquia católica, que considera injustas as críticas a sua atitude quando era cardeal e agora como pontífice. “A humanidade necessita de um êxodo, que consista não apenas em retoques superficiais, mas em uma conversão espiritual e moral”, clamou Bento XVI.

“Precisa da salvação do Evangelho para sair de uma crise profunda e que, por consequência, pede mudanças profundas, começando pelas consciências”, acrescentou Bento XVI pouco antes de pronunciar a benção “Urbi et Orbi” (à cidade e ao mundo).

Na mensagem, na qual mencionou os conflitos que o mundo sofre, do Oriente Médio até a África, condenou o aumento do narcotráfico e enviou uma mensagem de solidariedade às populações do Haiti e do Chile, países abalados por terremotos devastadores no início do ano. “Que a Páscoa de Cristo represente, para aqueles países latino-americanos e do Caribe que sofrem um perigoso recrudescimento dos crimes relacionados com o narcotráfico, a vitória da convivência pacífica e do respeito do bem comum”, pediu o Papa na mensagem “Urbi et Orbi”.

“Que a querida população do Haiti, devastada pela terrível tragédia do terremoto, realize seu ‘êxodo’ do luto e do desespero a uma nova esperança, com a ajuda da solidariedade internacional”. “Que os amados cidadãos chilenos, assolados por outra grave catástrofe, enfrentem com tenacidade, e sustentados pela fé, os trabalhos de reconstrução”. Também mencionou os conflitos na África, em particular Congo, Guiné e Nigéria, e condenou as perseguições de cristãos no Paquistão e no Iraque.

O Papa concluiu a mensagem com a saudação de “Feliz Páscoa” em 65 línguas, entre elas aramaico e latim.

Internet rápida já chegou a 66% das escolas da rede pública do país


A Câmara dos Deputados votará nesta semana o Projeto de Lei 1481/07, do senador Aloizio Mercadante (PT-SP), que torna obrigatório até 2013 a universalização do acesso às redes de informação, inclusive a internet, em estabelecimentos de ensino de todo o país. A medida deve ser aplicada em estabelecimentos públicos e particulares de educação básica e superior.

A proposição altera a lei que institui o Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust) para estipular que 75% dos recursos arrecadados pelo Fundo, de 2008 a 2013, sejam aplicados no acesso às redes digitais. Os senadores haviam decido que o projeto seria votado com urgência. Mesmo assim, ele foi retirado da pauta na semana passada. Informações do Jornal do Brasil.

“A vida é mais simples do que a gente pensa; basta aceitar o impossível, dispensar o indispensável e suportar o intolerável.” (Kathleen Norris)

Ministro da Justiça diz que acabou a impunidade no Brasil


O ministro Luiz Paulo Barreto (Justiça) acha que só a História julgará os acontecimentos que culminaram com a crise que corrói o poder no Distrito Federal, mas alerta: “Acabou no Brasil a época da impunidade”. Ele garante que haverá mudança radical na segurança do Rio, com foco dos programas federais na capacitação e no reaparelhamento, para substituir a política de confronto pela prevenção. Informações do Jornal do Brasil.

Importantes figurões da política desistem de tentar a reeleição

Desilusão com a produtividade no Legislativo, o altíssimo custo das campanhas eleitorais, os financiamentos obscuros e o risco crescente de escândalos na classe política. Esses são os motivos alegados para que prestigiados senadores e deputados desistam de concorrer à reeleição este ano. Com história política notável e alguns com votos mais do que suficientes para tentar novos mandatos, eles seguem a trilha aberta pelo ex-governador e atual presidenciável Ciro Gomes (PSB-CE) e dizem que não têm mais entusiasmo para continuar na vida parlamentar. Na lista há nomes como os do líder do PPS na Câmara, Fernando Coruja (SC), do deputado mais votado do PSDB em 2006, Emanuel Fernandes (SP) e do secretário-geral do PT, José Eduardo Cardozo (SP). Informações da Folha.