A Gente diz

Para 79% da população  basileira, pandemia está fora do controle, e medo é recorde, mostra Datafolha

 

Foto: Fernando Vivas | GOVBA

No momento em que o sistema de saúde entra em colapso por todo o país e o governo Bolsonaro anuncia seu quarto ministro da área, o medo de pegar o coronavírus e a percepção de que a pandemia está fora de controle atingem níveis recordes.

 

Pesquisa Datafolha mostra que 79% dos brasileiros acham que a pandemia está sem controle, ante 62% que manifestavam essa opinião em janeiro. Outros 18% dizem que a situação está parcialmente controlada, 2% que está totalmente controlada, e 1% não sabe.

 

O levantamento, com margem de erro de dois pontos percentuais, foi feito por telefone com 2.023 pessoas de todos os estados do país nos dias 15 e 16 de março. No domingo (14), as movimentações para a substituição do general Eduardo Pazuello do posto de ministro da Saúde ganharam força, com a ida da médica Ludhmila Hajjar a Brasília para uma conversa com o presidente Jair Bolsonaro.

 

Ela acabou por recusar o cargo, e a troca foi efetivada na segunda-feira (15), com o cardiologista Marcelo Queiroga no lugar de Pazuello, desgastado após a crise da falta de oxigênio em Manaus e atrasos e falhas logísticas na distribuição de vacinas.

 

Queiroga assume em meio a uma rápida e trágica escalada de mortes pela Covid-19. Nesta quinta-feira (18), o país completou 20 dias seguidos de recordes na média móvel de óbitos, que chegou a 2.096. Desde o início da pandemia, quase 288 mil brasileiros já morreram pela doença.

 

Em meio às notícias sobre falta de leitos para pacientes em diversas partes do país, a parcela da população com temor de se infectar pelo vírus alcançou nível recorde. A pesquisa Datafolha mostra que 55% dos entrevistados declaram ter muito medo, enquanto o levantamento anterior, de janeiro, registrou 44%. Outros 27% têm um pouco de medo, 12% não têm, e 7% relataram já ter contraído a doença.

 

Diz ter muito medo uma parcela mais expressiva das mulheres (61% ante 48% dos homens), dos mais velhos (58% da faixa etária com 45 anos ou mais, ante 48% dos de 16 a 24) e moradores do Nordeste (61% contra 44% da região Sul). Mas mesmo entre os homens houve aumento significativo entre os que manifestaram ter muito temor da doença: de 33% no levantamento em janeiro, essa parcela foi para 48% entre eles. Entre elas, passou de 55% para 61%. Também passou a declarar muito medo uma parcela maior dos segmentos de jovens de 16 a 24 anos (foi de 34% para 48%) e dos mais ricos, com renda mensal de mais de dez salários mínimos (passou de 41% para 55%).

 

Esses estratos têm sido particularmente afetados na atual fase da pandemia. Na esteira de aglomerações no final do ano e no Carnaval, médicos têm observado uma presença maior de pacientes jovens nas UTIs. Em um cenário de esgotamento generalizado da capacidade de atendimento, o acesso a plano de saúde não é mais suficiente para garantir atendimento. Hospitais privados de ponta têm unidades lotadas, e parte deles já chegou a pedir leitos para o SUS em São Paulo.

 

O colapso na saúde no país contrasta com cenas de aglomerações e eventos clandestinos. Em São Paulo, onde já se registra morte por falta de leito de UTI, o índice de isolamento social estava em 43% na quarta-feira (17), longe da meta do governo paulista de 50%. A pesquisa Datafolha mostra que a não adoção de distanciamento não decorre necessariamente de desconhecimento sobre a gravidade da pandemia.

 

A percepção de que a disseminação da doença está fora de controle é majoritária mesmo entre os que estão vivendo normalmente, sem nenhuma medida extra de isolamento. Nessa parcela da população, a maioria ou tem muito medo (26%) ou um pouco de medo (29%) de contrair a Covid-19. Já 34% declaram não ter receio.

 

Consenso entre especialistas para frear um vírus transmitido principalmente por gotículas de saliva e aerossóis, o isolamento social vem sendo combatido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) desde o início da pandemia, com aglomerações e falas nesse sentido. Ele chamou de histeria, mimimi e fantasia a reação ao vírus. “Vão ficar chorando até quando?”, indagou no início do mês.

 

A alternativa mais eficiente ao distanciamento social é a vacinação, que patina no país. Além da demora em firmar contratos com fornecedores, o governo Bolsonaro já adiou sucessivas vezes o cronograma de aplicação dos imunizantes já aprovados na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

 

Não por acaso, a percepção de que a pandemia está fora do controle é mais alta entre os que reprovam o governo Bolsonaro (94%) e entre os que não confiam em suas declarações (93%). É maior também entre mulheres (85%, contra 73% entre os homens) e entre os mais pobres (82% ante 69% dos mais ricos).

 

Considerando-se a religião, a parcela dos entrevistados pelo Datafolha que declara ter muito medo de pegar a Covid é maior entre os católicos (61%) do que entre os evangélicos (45%). Já a percepção de que a pandemia está fora de controle não varia tanto entre os dois grupos –fica em 81% e 76%, respectivamente.

 

Diante do pior momento da pandemia e da possibilidade concreta de enfrentar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa eleitoral de 2022, Bolsonaro agora ensaia discurso a favor da vacinação em massa, contrariando diversas declarações pelas quais colocou em dúvida a confiabilidade dos imunizantes

por Angela Pinho | Folhapress

MP pede ao TCU para trocar Bolsonaro por Mourão na gestão da crise da Covid

Pedido ressalta possível inércia e omissão na execução das políticas públicas de saúde no combate à pandemia

 
Foto : Alan Santos/PR

Por Matheus Simoni no dia 20 de Março de 2021 ⋅ 07:05

O subprocurador-geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Lucas Furtado, pediu o afastamento presidente Jair Bolsonaro das funções administrativas e hierárquicas sobre os ministérios da Saúde, da Economia e da Casa Civil.  A representação foi enviada ontem (19) à ministra presidente da corte, Ana Arraes. O pedido busca suspender também as funções administrativas dos ministros da Saúde, Casa Civil, Fazenda e de demais integrantes do governo federal identificados como responsáveis pela situação emergencial no atendimento público de saúde da população brasileira.

Não há prazo para o TCU analisar o pedido. De acordo com o rito processual, é designado um relator, que pode tomar decisão sozinho ou submeter o pedido ao plenário do tribunal. Furtado também quer que o TCU reconheça “a legitimidade, a competência administrativa e a autoridade” do vice-presidente Hamilton Mourão para nomear as autoridades responsáveis pelos ministérios.

No documento, o procurador pede ao TCU para: “Determinar cautelarmente o afastamento do presidente da República das funções e competências administrativas e hierárquicas relacionadas ao comando dos Ministérios da Saúde, da Fazenda, da Casa Civil e de outros eventualmente identificados como responsáveis pela inércia e omissão na execução das políticas públicas de saúde no combate à pandemia da Covid-19.”

Ele propõe ainda que o TCU determine, adicionalmente, que as decisões que vierem a ser adotadas no âmbito do enfrentamento da pandemia não ocorram sem a participação da Comissão Intergestores Tripartite do SUS (Sistema Único de Saúde), e que seja reconhecida a legitimidade, competência administrativa e a autoridade do vice-presidente da República, Hamilton Mourão, para nomear as autoridades substitutas daquelas afastadas.

Após criticar Bolsonaro, Ciro Gomes vira alvo da Polícia Federal

Pedido de abertura de inquérito por suposta prática de crime contra a honra foi assinado pelo próprio presidente

 
Foto : José Cruz/Agência Brasil

Por Matheus Simoni no dia 20 de Março de 2021 ⋅ 09:00

Ex-ministro e ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT) virou alvo da Polícia Federal pela suposta prática de crime contra a honra do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) após criticá-lo durante uma entrevista. O pedido de abertura de inquérito foi assinado pelo próprio Bolsonaro por meio da Subchefia de Assuntos Jurídicos da Secretaria-Geral da Presidência e posteriormente conduzido pelo ministro da Justiça, André Mendonça. De acordo com o jornal Estado de S. Paulo, o documento cita uma entrevista à Rádio Tupinambá, de Sobral (CE), em novembro do ano passado, na qual Ciro afirmou que a população, ao não apoiar os candidatos de Bolsonaro, mostrava um sentimento de “repúdio ao bolsonarismo, à sua boçalidade, à sua incapacidade de administrar a economia do País e seu desrespeito à saúde pública”. Também o chamou de “ladrão” e citou o caso de “rachadinha” que envolve seus filhos ao falar das pretensões políticas do ex-juiz Sérgio Moro.

“Qual foi o serviço do Moro no combate à corrupção? Passar pano e acobertar a ladroeira do Bolsonaro. Por exemplo, o Coaf, que descobriu a esculhambação dos filhos e da mulher do Bolsonaro, que recebeu R$ 89 mil desse (Fabrício) Queiroz, que foi preso e é ladrão, ladrão pra valer, ligado às milícias do Rio de Janeiro. E onde estava o senhor Sérgio Moro? Acobertando”, disse Ciro.

Em cerca de uma hora de entrevista, Ciro ainda traçou cenários eleitorais de 2022 e fez análises sobre as crises sanitária e econômica enfrentadas pelo País. O pedetista se manifestou sobre a abertura do inquérito e demonstrou que não está dando importância. “Fui informado da abertura desse inquérito há cerca de dez dias. Estou pouco me ligando”, disse Ciro nesta sexta-feira (19). O caso corre na Justiça Federal do DF. Segundo despacho do Ministério da Justiça e da Segurança Pública, Ciro é alvo de investigação policial com base do artigo 145 do Código Penal, que trata sobre crime contra a honra. Procurado, o ministério não comentou até a conclusão desta edição.

Nota de Pesar da UniFTC – pelo falecimento do prefeito de Conquista

O Centro Universitário UniFTC de Vitória da Conquista lamenta o falecimento do Prefeito Herzem Gusmão, ocorrido na noite de ontem (18).

Este é um momento de muita tristeza para toda a população conquistense. Além da trajetória política e contribuição para a cidade enquanto governante, Herzem marcou a história do município como radialista.

Durante décadas, sua voz forte e imponente ecoou em vários lares, por meio das ondas do rádio. Sem dúvidas, a firmeza ao se expressar, a determinação e a paixão que demonstrava pela terra natal permanecerão em nossas memórias.

Neste dia de despedida, nos solidarizamos e compartilhamos nossas condolências à família, aos amigos, à Vice-Prefeita Sheila Lemos e à equipe de governo, assim como à toda a comunidade de Vitória da Conquista. Que possamos confortar nossos corações e seguir honrando sua dedicação à nossa cidade.

Com pesar e votos de paz,

Aureliano Tavares,
Reitor do Centro Universitário UniFTC de Vitória da Conquista

Ministério Público pede ao TCU para trocar Bolsonaro por Mourão na gestão da crise da Covid

Ministério Público pede ao TCU para trocar Bolsonaro por Mourão na gestão da crise da Covid

Foto: Reprodução / Agência Brasil

O subprocurador-geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União, Lucas Furtado, pediu nesta sexta-feira (19) ao TCU que afaste o presidente Jair Bolsonaro das funções administrativas e hierárquicas sobre os ministérios da Saúde, da Economia e da Casa Civil.

 

De acordo com o G1, não há prazo para o TCU analisar o pedido. Em casos assim, é designado um relator, que pode tomar decisão sozinho ou submeter o pedido ao plenário do tribunal.

 

Furtado também quer que o TCU reconheça “a legitimidade, a competência administrativa e a autoridade” do vice-presidente Hamilton Mourão para nomear as autoridades responsáveis pelos ministérios.

 

No documento, o procurador pede ao TCU para: “Determinar cautelarmente o afastamento do presidente da República das funções e competências administrativas e hierárquicas relacionadas ao comando dos Ministérios da Saúde, da Fazenda, da Casa Civil e de outros eventualmente identificados como responsáveis pela inércia e omissão na execução das políticas públicas de saúde no combate à pandemia da Covid-19.”

 

O procurador argumenta que haverá prejuízo aos cofres públicos se não houver atendimento à população durante a pandemia.

 

“Não se discute que toda estrutura federal de atendimento à saúde, com recursos financeiros, patrimoniais e humanos, terá representado inquestionável prejuízo ao erário se não cumprirem sua função de atender à população no momento de maior e mais flagrante necessidade. É inaceitável que toda essa estrutura se mantenha, em razão de disputas e caprichos políticos, inerte diante do padecimento da população em consequência de fatores previsíveis e evitáveis”, argumenta o procurador.

 

Ao G1, ele afirmou que baseou o pedido no Artigo 44 da Lei Orgânica do TCU. “No início ou no curso de qualquer apuração, o Tribunal, de ofício ou a requerimento do Ministério Público, determinará, cautelarmente, o afastamento temporário do responsável, se existirem indícios suficientes de que, prosseguindo no exercício de suas funções, possa retardar ou dificultar a realização de auditoria ou inspeção, causar novos danos ao Erário ou inviabilizar o seu ressarcimento”, disse.

 

No pedido ao TCU, Furtado argumenta que é necessário adotar medidas que induzam a um “nível mínimo de eficácia” a atuação dos órgãos federais responsáveis pelos serviços de atendimento à saúde.

 

Desde o início da pandemia, Bolsonaro tem contrariado as orientações de especialistas e de autoridades em saúde pública.

 

Enquanto a Organização Mundial de Saúde (OMS) orienta o isolamento social e o uso de máscaras, por exemplo, o presidente da República participa de aglomerações, é contrário a medidas restritivas e também critica a máscara, contrariando as medidas preconizadas por várias entidades médicas.

 

Anunciado como novo ministro da Saúde, o médico Marcelo Queiroga afirmou nesta semana que o governo não tem “vara de condão” para resolver os problemas da saúde pública e que o jeito “diferente” de o governo lidar com a pandemia é “seguir as recomendações da ciência”.

 

O novo ministro foi questionado na ocasião se o governo pode “melhorar” a assistência para pessoas que procuram os hospitais.

 

“O governo federal nem governo nenhum tem vara de condão para resolver todos os problemas. Existe a ciência do nosso lado, existe a necessidade de implementação de protocolos assistenciais para qualificar ainda mais nossos recursos humanos para buscar resultados melhores. É uma situação complexa e precisamos nos empenhar para vencer o inimigo comum, que é o vírus”, respondeu.

 

Indagado, então, se o governo precisa fazer algo “diferente”, declarou: “Já está sendo feito. O diferente é seguir as recomendações da ciência. O presidente escolheu um médico para o ministério, um médico que é oriundo de uma sociedade científica, a Sociedade Brasileira de Cardiologia, que foi sempre quem protagonizou a medicina baseada em evidência”.

 

Marcelo Queiroga, no entanto, não explicou quais seriam essas recomendações.

Ultimas homenagens ao prefeito Herzem Gusmão – Velório e Cortejo fúnebre.

Despedidas ao prefeito Herzem Gusmão: confira detalhes do velório e sepultamento

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O corpo do prefeito Herzem Gusmão será velado neste sábado (20), na Casa de Eventos Mediterrâneo, no bairro Boa Vista, em cerimônia reservada à família e com número limitado de pessoas devido a pandemia.

Após o velório, o cortejo fúnebre percorrerá avenidas da cidade. Com saída prevista para às 15h, o cortejo passará pelas avenidas Charles Lemos, no Boa Vista; Juracy Magalhães; Deputado Ulysses Guimarães e Integração.

Depois, seguirá para o Cemitério da Saudade, onde ocorrerá o sepultamento, às 16h. O acesso ao local também será restrito à família

Corpo do prefeito Herzem Gusmão chega a Vitória da Conquista neste sábado (20)

O corpo do prefeito Herzem Gusmão, que faleceu nessa quinta-feira (18), no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, chegará ao Aeroporto Glauber Rocha, por volta das 10 horas deste sábado (20).

O velório será realizado na Casa de Eventos Mediterrâneo, no bairro Boa Vista. Diante das orientações das autoridades sanitárias durante a pandemia, o corpo será velado apenas com a presença dos familiares e com número limitado de pessoas.

Nas imediações do local, o trânsito de veículos será interditado. A população de Vitória da Conquista poderá se despedir do prefeito Herzem após o velório, durante o cortejo fúnebre, que percorrerá ruas e avenidas da cidade.

O sepultamento ocorrerá logo em seguida no jazigo da família Gusmão, no Cemitério da Saudade. O acesso ao local também será restrito à família.

Câmara  de Vereadores de Vitória da Conquista lamenta morte do prefeito Herzem Gusmão

Nota de Pesar

 

A Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC) manifesta seu mais profundo pesar pelo falecimento do prefeito municipal Herzem Gusmão Pereira, aos 72 anos. Herzem faleceu na noite desta quinta-feira, 18. Ele foi diagnosticado com Covid-19 em 7 de dezembro. Após ficar internado no Hospital Samur, Herzem foi transferido para o Sírio Libanês, em São Paulo, com complicações pulmonares causadas pela doença.

Herzem Gusmão Pereira nasceu em Vitória da Conquista em 2 de junho de 1948. É filho de Eunildo Gusmão Pereira e Zilda Gusmão Pereira, e casado com a professora Luci Freire Gusmão, com quem tem três filhos.

No decorrer da sua vida profissional, atuou como Gerente da Associação de Poupança e Empréstimo da Bahia (ASPEB), em 1981, e também no Banco Econômico, em 1984, além de ter sido gerente das Lojas Unilar, 1985.

Formou-se em Direito em Montes Claro, em 1985, mas escolheu o jornalismo como profissão, sendo um dos mais importantes nomes do rádio conquistense por mais de quatro décadas. Herzem se especializou em Comunicação e Jornalismo pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), e entrou para a política em 2008, quando disputou a primeira eleição a prefeito. Em 2010, disputou uma cadeira na Câmara dos Deputados, e novamente o cargo de prefeito, em 2012. Em 2014, foi eleito deputado estadual suplente, assumindo o mandato em março de 2015 – onde ficou por 15 meses.

Na Assembleia Legislativa da Bahia, assumiu a vice-liderança da oposição entre março de 2015 e março de 2016, foi vice-presidente da Comissão de Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviço Público; titular das comissões: Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia e Serviço Público; Direitos Humanos e Segurança Pública; Finanças, Orçamento, Fiscalização e Controle; Especial de Desenvolvimento Regional; Especial Desporto, Paradesporto e Lazer; e suplente da comissão Saúde e Saneamento.

Em 2016, ao lado da então vereadora Irma Lemos, voltou a se candidatar a prefeito de Vitória da Conquista, sendo eleito no segundo turno do pleito para o mandato de 2017-2020.

Em 2020, agora tendo Sheila Lemos como sua candidata a vice, Herzem Gusmão foi reeleito no segundo turno chefe do Poder Executivo Municipal.

Neste momento de dor, o presidente da CMVC, Luís Carlos Dudé (MDB), em nome de toda a Mesa Diretora e demais colegas, presta condolências e se solidariza com os familiares e amigos enlutados pela grande e irreparável perda.

Nota de falecimento – Prefeito Herzem Gusmão

É com pesar que a Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista informa o falecimento do Prefeito de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão, ocorrido na noite desta quinta-feira (18), por volta das 21h, no Hospital Sírio Libanês.

Informações do velório serão passadas em breve pela Secretaria Municipal de Comunicação.

A família agradece todas as orações pela vida de Herzem.

Mostra Poca Zói exibe produções regionais independentes

De 15 a 30 de março, o Programa de Cinema e Audiovisual da Uesb (Procine) e o Programa Janela Indiscreta Cine-Vídeo realizam a Mostra Poca Zói 2021. O evento busca estimular e promover a reflexão e a difusão do audiovisual independente produzido na Bahia, em especial da região Sudoeste.

Neste ano, a Mostra que tem origem no Festival de Cinema do Sudoeste Baiano, é realizada em formato virtual. Criado em 2018, o evento contou com duas edições presenciais que ocorreram no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, em Vitória da Conquista. Em razão da pandemia de Covid-19, a edição do ano de 2020 não pode ser realizada.

Para esse ano, em conformidade com as regras de distanciamento social, foram selecionados 25 curtas metragens que poderão ser assistidos pela plataforma do evento. A proposta contempla a exibição de curtas produzidos entre 2019 e 2021, em especial as obras feitas durante o período de pandemia.

Em caso de dúvidas, consulte as informações no site do evento ou no perfil da Mostra Poca Zoi no Instagram.

Corpo do texto.

Jair Bolsonaro é denunciado por tragédia humanitária na pandemia

 

O governo do presidente Jair Bolsonaro foi denunciado nesta segunda-feira no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra pela gestão que faz da pandemia de covid-19, doença que já matou mais de 278 mil pessoas no Brasil, maior número do mundo atrás apenas dos Estados Unidos. A denúncia foi feita pelas organizações não-governamentais de defesa dos direitos humanos Comissão Arns e Conectas Direitos Humanos, que apontaram que o governo Bolsonaro levou o país a uma “devastadora tragédia humanitária”. “Viemos aqui hoje para criticar as atitudes recorrentes do presidente Jair Bolsonaro sobre a pandemia”, disseram as entidades ao conselho. “Ele desdenha das recomendações dos cientistas; ele tem, repetidamente, semeado descrédito em todas as medidas de proteção – como o uso de máscaras e distanciamento social; promoveu o uso de drogas ineficazes; paralisou a capacidade de coordenação da autoridade federal de Saúde; descartou a importância das vacinas; riu dos temores e lágrimas das famílias e disse aos brasileiros para parar ‘de frescura e mimimi’”. Por várias vezes Bolsonaro minimizou a pandemia de Covid-19, afirmando que ela estava sendo superdimensionada e classificando a doença de “gripezinha”. Ele também ataca constantemente as medidas de distanciamento social e restrições adotadas por governadores e prefeitos, além de raramente usar máscaras e de frequentemente promover aglomerações, desrespeitando assim recomendações de entidades internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), para conter a disseminação do vírus.