A Gente diz

Para conhecer melhor o novo coronavírus, suas causas, consequências e dicas de prevenção.

 O que é o novo coronavírus ?

É um vírus que causa uma doença respiratória —a covid-19— pelo agente coronavírus, identificado em dezembro de 2019 na China. Os coronavírus são uma grande família viral, conhecidos desde meados de 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. Geralmente, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum. Alguns coronavírus podem causar doenças graves com impacto importante em termos de saúde pública, como a Sars (Síndrome Respiratória Aguda Grave), identificada em 2002 e a Mers (Síndrome Respiratória do Oriente Médio), identificada em 2012…. –

 

Por que a doença foi batizada de covid-19?

“Co” significa corona, “vi” vem de vírus, e “d” representa “doença”. O número 19 indica o ano de sua aparição, 2019. Esse nome substitui o de 2019-nCoV, decidido provisoriamente após o surgimento da doença respiratória. O novo nome foi escolhido por ser fácil de pronunciar e não ter referência estigmatizante a um país ou a uma população em particular….

 

Quais são os sintomas do coronavírus?

Os sinais e sintomas clínicos são, principalmente respiratórios, como: febre que não cessa com remédio tosse seca ou com catarro e dificuldade para respirar. Outros sintomas que podem aparecer são fadiga, dor articular, arrepios, náusea ou vômito, nariz entupido, tosse com sangue, olhos inchados, perda de olfato e/ou paladar, dores na caixa torácica, problemas de pele como urticária ou frieira nos dedos dos pés, além de problemas neurológicos. Esses sintomas são normalmente leves e podem progredir. Muitas pessoas infectadas não desenvolvem os sintomas nem sentem-se mal. Cerca de 80% dos casos se recuperam sem tratamento.

 

 

Como o coronavírus se transmite?

 

A transmissão dos coronavírus costuma ocorrer por contato pessoal com secreções contaminadas, como: gotículas de saliva; espirro; tosse; catarro; contato pessoal próximo, como toque, abraço ou aperto de mão; contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos. Pessoas a menos de um metro e meio de um indivíduo infectado correm maior risco de inalar essas gotículas.

 

Posso espalhar o coronavírus mesmo sem sintomas?

Sim. Às vezes, esse tipo de transmissão é chamado de “disseminação pré-sintomática”, o que significa que uma pessoa continuará desenvolvendo sintomas. Em outros casos, conhecido como “disseminação assintomática”, em que um indivíduo nunca desenvolve sintomas, mas ainda pode ser contagioso. A disseminação assintomática pode representar até um quarto das transmissões do vírus e, segundo o CDC dos EUA, cerca de 35% das pessoas infectadas são assintomáticas. Um estudo da revista Nature, publicado em abril, descobriu que pessoas com queixas menores —tosse leve, dor de cabeça, febre baixa— são mais contagiosas nos estágios iniciais dias.

 

O coronavírus pode ser transmitido pelos alimentos?

 

A resposta é: não há nenhuma evidência a esse respeito. A Autoridade Europeia de Segurança dos Alimentos (European Food Safety Authority – EFSA), quando avaliou esse risco em outras epidemias causadas por vírus da mesma família, concluiu que não houve transmissão por alimentos. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o comportamento do novo coronavírus deve ser semelhante aos outros tipos da mesma família. Assim sendo, ele precisa de um hospedeiro —animal ou humano— para se multiplicar. Além disso, esse grupo de vírus é sensível às temperaturas normalmente utilizadas para cozimento dos alimentos (em torno de 70ºC…

 

 

O coronavírus mata?

Sim. A morte pode ocorrer por complicações da infecção, principalmente respiratórias. Nos casos mais graves, a pessoa pode ter que ser intubada e passar semanas na UTI (unidade de terapia intensiva), mas vale ressaltar que leva tempo até que uma infecção resulte em recuperação ou morte… –

 

Quem corre mais riscos?

De longe, os idosos —especialmente pessoas acima de 80 anos com condições médicas subjacentes, como doenças cardíacas, diabetes ou doenças pulmonares— são mais vulneráveis a complicações do coronavírus. Pessoas mais jovens, no entanto, ainda são suscetíveis a complicações graves da covid-19. Um relatório do CDC de março constatou que, em uma amostra de pacientes hospitalizados, mais da metade tinha menos de 65 anos e 20% tinham entre 20 e 30 anos ou 40 anos. As comorbidades também são um fator de risco: pessoas com obesidade, diabetes e pressão alta correm um risco maior de complicações do coronavírus, de acordo com um grande estudo de pacientes hos… –

 

Criança também pega coronavírus?

Os casos de covid-19 em crianças são raros e, na maioria das vezes, a doença é leve. Não está claro por que a maioria das crianças parece ser poupada. Em casos raros, no entanto, crianças com covid-19 podem ficar muito doentes e várias mortes foram relatadas. Muitos que ficam muito doentes têm condições médicas subjacentes. O coronavírus também está sendo associado a uma condição inflamatória rara e potencialmente mortal que pode ocorrer em crianças várias semanas após a infecção pelo vírus. A condição, oficialmente chamada síndrome inflamatória multissistêmica em crianças, ou MIS-C, foi relatada em vários estados dos EUA. A condição se …

 

Desinfetante mata o coronavírus?

Sim. O CDC, dos EUA, sugere que qualquer pessoa exposta a um paciente infectado limpe todas as superfícies de “alto toque”, como balcões, mesas, maçanetas, utensílios de banheiro, banheiros, telefones, teclados, tablets e mesas de cabeceira. Os agentes de limpeza podem incluir um desinfetante doméstico comum. Pode ser feita uma versão caseira, usando 4 colheres de chá de água sanitária para 1 litro de água. Especialistas dizem que quando você pulveriza desinfetante ou usa panos higienizantes, é importante deixar a solução secar na superfície, em vez de limpá-la. O coronavírus sobrevive no ar? Em relação ao ar, o estudo do NIH mostrou qu… –

 

Como se prevenir e evitar o coronavírus?

O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão: Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool, como álcool em gel. Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas. Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente. Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo, ou com o antebraço. Limp… –

 

Quando usar máscara?

Sempre que sair de casa. Tanto a OMS quanto o Ministério da Saúde recomendam que até pessoas sem sintomas usem máscaras ao sair de suas casas para ir ao mercado ou à farmácia, já que um grande número de infecções acontece a partir de pessoas assintomáticas, que poderiam jogar no ar gotículas contaminadas ao falar, por exemplo. A máscara, então, funcionaria como uma barreira física para essas partículas maiores. Aprenda a fazer uma máscara caseira e cuidados ao usá-la Máscara e óculos não combinam muito; veja como não embaçar as lentes… –

 

Como é feito o diagnóstico do novo coronavírus?

O diagnóstico do novo coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios com potencial de aerossolização (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro). É necessária a coleta de duas amostras na suspeita do novo coronavírus. Coronavírus tem cura? Como é o tratamento? Sim, mas não existe um remédio específico. No caso do novo coronavírus, é indicado repouso e consumo de bastante água, além de algumas medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso, como, por exemplo: uso de medicamento para dor e febre (antitérmicos e analgésicos). uso de umidificador no quarto ou tomar banho quente para auxi… –

 

 

 

O que é o novo coronavírus?

É um vírus que causa uma doença respiratória —a covid-19— pelo agente coronavírus, identificado em dezembro de 2019 na China. Os coronavírus são uma grande família viral, conhecidos desde meados de 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. Geralmente, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderadas, semelhantes a um resfriado comum. Alguns coronavírus podem causar doenças graves com impacto importante em termos de saúde pública, como a Sars (Síndrome Respiratória Aguda Grave), identificada em 2002 e a Mers (Síndrome Respiratória do Oriente Médio), identificada em 2012.

Por que a doença foi batizada de covid-19?

“Co” significa corona, “vi” vem de vírus, e “d” representa “doença”. O número 19 indica o ano de sua aparição, 2019. Esse nome substitui o de 2019-nCoV, decidido provisoriamente após o surgimento da doença respiratória. O novo nome foi escolhido por ser fácil de pronunciar e não ter referência estigmatizante a um país ou a uma população em particular.

Quais são os sintomas do coronavírus?

Os sinais e sintomas clínicos são, principalmente respiratórios, como:

Outros sintomas que podem aparecer são fadiga, dor articular, arrepios, náusea ou vômito, nariz entupido, tosse com sangue, olhos inchados, perda de olfato e/ou paladar, dores na caixa torácica, problemas de pele como urticária ou frieira nos dedos dos pés, além de problemas neurológicos.

Esses sintomas são normalmente leves e podem progredir. Muitas pessoas infectadas não desenvolvem os sintomas nem sentem-se mal. Cerca de 80% dos casos se recuperam sem tratamento especial. No entanto, 1 em cada 6 casos tem grave falta de ar. Idosos, pessoas com diabetes, pressão alta e outros problemas cardiovasculares são mais suscetíveis a desenvolver sintomas sérios.

Os médicos também têm notado que muitos pacientes sofrem com a formação de coágulos sanguíneos, AVCs e problemas cardíacos. Os cientistas da Universidade de Medicina de Nanjing (China) reportaram casos de pacientes que desenvolveram complicações urinárias e problemas renais agudos. Também observaram alterações nos hormônios sexuais masculinos, motivo pelo qual aconselham os jovens que desejam ter filhos que consultem um médico após a recuperação.

Em crianças, a covid-19 tem causado quadros inflamatórios “multissistêmicos” raros, que se assemelham a uma forma atípica da doença de Kawasaki ou uma síndrome de choque tóxico, que ataca as paredes das artérias e pode provocar uma falência dos órgãos.

Como surgiu o coronavírus?

Novos vírus são descobertos a todo momento. Grande parte pula de outras espécies, onde passam despercebidos, para os humanos. A Sars passou para os humanos a partir de um animal selvagem conhecido como civeta (ou gato-de-algália, parente do guaxinim) —que era considerado uma iguaria na região de Guangdong, na China.

Já a Mers (Síndrome Respiratória do Oriente Médio, na sigla em inglês), que matou 858 dos 2.494 pacientes identificados com a infecção desde 2012, geralmente pula de dromedários.

Como o coronavírus se transmite?

A transmissão dos coronavírus costuma ocorrer por contato pessoal com secreções contaminadas, como:

  • gotículas de saliva;
  • espirro;
  • tosse;
  • catarro;
  • contato pessoal próximo, como toque, abraço ou aperto de mão;
  • contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

Pessoas a menos de um metro e meio de um indivíduo infectado correm maior risco de inalar essas gotículas.

Posso espalhar o coronavírus mesmo sem sintomas?

Sim. Às vezes, esse tipo de transmissão é chamado de “disseminação pré-sintomática”, o que significa que uma pessoa continuará desenvolvendo sintomas. Em outros casos, conhecido como “disseminação assintomática”, em que um indivíduo nunca desenvolve sintomas, mas ainda pode ser contagioso. A disseminação assintomática pode representar até um quarto das transmissões do vírus e, segundo o CDC dos EUA, cerca de 35% das pessoas infectadas são assintomáticas.

Um estudo da revista Nature, publicado em abril, descobriu que pessoas com queixas menores —tosse leve, dor de cabeça, febre baixa— são mais contagiosas nos estágios iniciais de sua doença, logo antes do início dos sintomas ou nos primeiros dias.

O coronavírus pode ser transmitido pelos alimentos?

A resposta é: não há nenhuma evidência a esse respeito. A Autoridade Europeia de Segurança dos Alimentos (European Food Safety Authority – EFSA), quando avaliou esse risco em outras epidemias causadas por vírus da mesma família, concluiu que não houve transmissão por alimentos.

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o comportamento do novo coronavírus deve ser semelhante aos outros tipos da mesma família. Assim sendo, ele precisa de um hospedeiro —animal ou humano— para se multiplicar. Além disso, esse grupo de vírus é sensível às temperaturas normalmente utilizadas para cozimento dos alimentos (em torno de 70ºC).

No caso de alimentos que são habitualmente consumidos crus, deve-se ter atenção redobrada com a procedência e a higiene.

“Os animais de produção são fontes de transmissão do coronavírus desde que esses estejam contaminados, mas o cozimento em casa garante a segurança do consumidor. O vírus necessita de outro ser vivo para expressar sua carga genética e poder se multiplicar. No caso dos alimentos, não há possibilidade dele se multiplicar nos produtos já disponíveis nas gôndolas dos supermercados. É importante, no entanto, que os produtos de origem animal não sejam consumidos mal passados”, explica a professora Aline Cesar, do departamento de agroindústria, alimentos e nutrição da Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo).

O coronavírus mata?

Sim. A morte pode ocorrer por complicações da infecção, principalmente respiratórias. Nos casos mais graves, a pessoa pode ter que ser intubada e passar semanas na UTI (unidade de terapia intensiva), mas vale ressaltar que leva tempo até que uma infecção resulte em recuperação ou morte.

Quem corre mais riscos?

De longe, os idosos —especialmente pessoas acima de 80 anos com condições médicas subjacentes, como doenças cardíacas, diabetes ou doenças pulmonares— são mais vulneráveis a complicações do coronavírus.

Pessoas mais jovens, no entanto, ainda são suscetíveis a complicações graves da covid-19. Um relatório do CDC de março constatou que, em uma amostra de pacientes hospitalizados, mais da metade tinha menos de 65 anos e 20% tinham entre 20 e 30 anos ou 40 anos.

As comorbidades também são um fator de risco: pessoas com obesidade, diabetes e pressão alta correm um risco maior de complicações do coronavírus, de acordo com um grande estudo de pacientes hospitalizados.

Criança também pega coronavírus?

Os casos de covid-19 em crianças são raros e, na maioria das vezes, a doença é leve. Não está claro por que a maioria das crianças parece ser poupada.

Em casos raros, no entanto, crianças com covid-19 podem ficar muito doentes e várias mortes foram relatadas. Muitos que ficam muito doentes têm condições médicas subjacentes.

O coronavírus também está sendo associado a uma condição inflamatória rara e potencialmente mortal que pode ocorrer em crianças várias semanas após a infecção pelo vírus. A condição, oficialmente chamada síndrome inflamatória multissistêmica em crianças, ou MIS-C, foi relatada em vários estados dos EUA.

A condição se assemelha a outras doenças inflamatórias, incluindo a doença de Kawasaki e a síndrome do choque tóxico. Os sintomas incluem febre alta, evidência de inflamação no corpo e hospitalização com problemas em pelo menos dois órgãos, além de um teste covid-19 positivo ou exposição a um indivíduo positivo.

Quanto tempo o vírus sobrevive em superfícies?

Alguns estudos sobre outros coronavírus descobriram que eles podem sobreviver em superfícies de metal, vidro e plástico por até nove dias, a menos que sejam desinfetados adequadamente. Esse período pode chegar a 28 dias em baixas temperaturas. Um outro estudo, do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH, na sigla em inglês), aponta que o vírus pode sobreviver em gotículas por até três horas após ser expelido no ar por uma tosse. Gotas finas entre 1 e 5 micrômetros de tamanho, cerca de 30 vezes menores do que um fio de cabelo humano, podem permanecer no ar por várias horas.

Isso significa que o vírus que circula em sistemas de ar-condicionado não filtrados só sobreviverá por algumas horas, principalmente porque as gotículas tendem a se depositar em superfícies mais rapidamente quando há circulação de ar. Ele também tende a sobreviver por mais tempo quando depositado sobre papelão —até 24 horas— e de dois a três dias sobre superfícies de plástico e aço inoxidável. Os resultados sugerem que o vírus pode sobreviver por este tempo em maçanetas de portas, bancadas e outras superfícies duras. Os pesquisadores descobriram, no entanto, que as superfícies de cobre tendem a matar o vírus em cerca de quatro horas.

Desinfetante mata o coronavírus?

Sim. O CDC, dos EUA, sugere que qualquer pessoa exposta a um paciente infectado limpe todas as superfícies de “alto toque”, como balcões, mesas, maçanetas, utensílios de banheiro, banheiros, telefones, teclados, tablets e mesas de cabeceira.

Os agentes de limpeza podem incluir um desinfetante doméstico comum. Pode ser feita uma versão caseira, usando 4 colheres de chá de água sanitária para 1 litro de água.

Especialistas dizem que quando você pulveriza desinfetante ou usa panos higienizantes, é importante deixar a solução secar na superfície, em vez de limpá-la.

O coronavírus sobrevive no ar?

Em relação ao ar, o estudo do NIH mostrou que o vírus permanece por até 3 horas após ser expelido por tosse, espirro ou exalado por uma pessoa infectada. No entanto, os autores ressaltaram que ainda não está claro se a doença pode ser transmitida de pessoa para pessoa pelo ar.

Como se prevenir e evitar o coronavírus?

O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool, como álcool em gel.
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
  • Evitar contato próximo com pessoas doentes.
  • Ficar em casa quando estiver doente.
  • Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo, ou com o antebraço.
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.
  • Evitar abraços, beijos e apertos de mãos.
  • Manter distância de até 1,5 metro das pessoas.

Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

Quando usar máscara?

Sempre que sair de casa. Tanto a OMS quanto o Ministério da Saúde recomendam que até pessoas sem sintomas usem máscaras ao sair de suas casas para ir ao mercado ou à farmácia, já que um grande número de infecções acontece a partir de pessoas assintomáticas, que poderiam jogar no ar gotículas contaminadas ao falar, por exemplo. A máscara, então, funcionaria como uma barreira física para essas partículas maiores.

Como é feito o diagnóstico do novo coronavírus?

O diagnóstico do novo coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios com potencial de aerossolização (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro). É necessária a coleta de duas amostras na suspeita do novo coronavírus.

Coronavírus tem cura? Como é o tratamento?

Sim, mas não existe um remédio específico. No caso do novo coronavírus, é indicado repouso e consumo de bastante água, além de algumas medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso, como, por exemplo:

  • uso de medicamento para dor e febre (antitérmicos e analgésicos).
  • uso de umidificador no quarto ou tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garganta e tosse.

Caso você tenha sintomas e eles progredirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar diagnóstico e iniciar o tratamento. A OMS estima que uma pessoa em cada 20 necessitará de tratamento intensivo, o que pode incluir sedação e oxigenação.

Todos os pacientes devem ser alertados para a possibilidade de piora tardia do quadro clínico e sinais de alerta de complicações como: aparecimento de febre (podendo haver casos iniciais sem febre), elevação ou reaparecimento de febre ou sinais respiratórios, taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), dor pleurítica (dor no peito), fadiga (cansaço) e dispneia (falta de ar).

Quando a pessoa é considerada curada?

Como não há testes suficientes para mostrar se os pacientes estão mesmo livres da doença, não apresentar mais os sintomas tem sido o critério para definir a recuperação. “É claro que a gente olha os exames de sangue, os marcadores de inflamação, se estão melhores, mas o que importa mesmo é a melhora clínica”, diz João Prats, infectologista da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo. Segundo o médico, conta-se 14 dias após o início dos sintomas.

Uma pessoa adquire imunidade se pegar o coronavírus?

É muito cedo para dizer se pegar o coronavírus oferece imunidade contra pegá-lo novamente. A imunidade depende se, depois que as pessoas ficam doentes, elas desenvolvem os anticorpos necessários para combater o vírus —e quanto tempo esses anticorpos duram no corpo.

Muitos pesquisadores levantam a hipótese de que as pessoas desenvolverão imunidade ao vírus, pelo menos por algum período de tempo, como foi o caso de outros dois coronavírus, Sars e Mers. Evidências de um estudo usando macacos rhesus —macacos que compartilham a maioria de seus genes com seres humanos— mostraram que, após uma infecção por coronavírus, os macacos desenvolveram anticorpos que os protegiam contra a doença.

As evidências até agora dos testes de anticorpos sugerem que as pessoas desenvolvem anticorpos após uma infecção por coronavírus. Mas ainda não está claro se esses anticorpos são protetores, e apenas o tempo dirá quanto tempo eles duram no corpo.

Antibióticos são efetivos em prevenir ou tratar a covid-19?

Não. Antibióticos não funcionam contra vírus, apenas contra infecções bacterianas. A covid-19 é causada por um vírus, então antibióticos não funcionam e não devem ser usados como prevenção ou tratamento da doença. No entanto, em hospitais, para combater a forma mais grave da covid-19, antibióticos, como a azitromicina, têm sido administrados junto com outros remédios.

Meu pet pode me transmitir o coronavírus?

Pesquisadores do Harbin Veterinary Research Institute, na China, constataram em um recente estudo que gatos podem ser infectados pelo novo coronavírus e passar o vírus para outros felinos. Os cachorros, no entanto, não se mostraram tão vulneráveis ao patógeno, assim como patos, galinhas, e porcos.

De acordo com artigo publicado na revista Nature, que analisou a publicação preliminar, outros cientistas consideram a descoberta importante, mas reforçam que não há motivo para alarme ou preocupação, especialmente por quem convive com gatos. Os resultados foram alcançados a partir de experimentos em laboratório, com uma amostra pequena de animais que receberam uma dose alta de Sars-CoV-2 e não representam as interações comuns que tutores têm com seus pets. Além disso, não há evidência de que o gato possa contaminar seu tutor.

O SUS tem tratamento para a doença?

Não existe medicação específica para o vírus. O tratamento é feito com base nos sintomas de cada paciente.

Há vacina contra o coronavírus?

Ainda não. Algumas vacinas e remédios específicos para o tratamento da covid-19 estão sob investigação no mundo inteiro. Eles estão sendo testados em estudos clínicos.

Qual é a diferença dessa doença para uma gripe, já que os sintomas são parecidos?

No início da doença, não existe diferença quanto aos sinais e sintomas de uma infecção pelo novo coronavírus em comparação com os demais vírus. Se os sintomas estiverem severos, procure um hospital. Só um teste vai garantir que você está infectado.

Por quanto tempo a doença pode ficar incubada?

A doença pode ficar incubada até duas semanas após o contato com o vírus. O período médio de incubação é de 5 dias, com intervalo que pode chegar até a 14 dias.

Qual exame detecta o coronavírus?

Para detectar a doença é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o RNA viral, como o RT-PCR.

E como são os testes rápidos que detectam o coronavírus?

Diante da demora e da falta de insumos para testes que detectam o vírus, uma alternativa que vem ganhando força e que foi útil no controle da covid-19 nos países asiáticos são os kits para testes rápidos. Diferente do RT-PCR, a maioria desses testes utilizam o sangue para procurar por anticorpos produzidos pelo organismo após o contato com o vírus.

 

 

E como são os testes rápidos que detectam o coronavírus?

Diante da demora e da falta de insumos para testes que detectam o vírus, uma alternativa que vem ganhando força e que foi útil no controle da covid-19 nos países asiáticos são os kits para testes rápidos. Diferente do RT-PCR, a maioria desses testes utilizam o sangue para procurar por anticorpos produzidos pelo organismo após o contato com o vírus….

 

 

O que muda quando uma pandemia é declarada?

O termo é usado para descrever uma situação em que uma doença infecciosa ameaça muitas pessoas ao redor do mundo simultaneamente. O exemplo mais recente foi a disseminação global do vírus influenza H1N1, que causou a pandemia da gripe suína, em 2009. Especialistas acreditam que ele tenha infectado milhões de pessoas e matado centenas de milhares.

Mas uma pandemia não se caracteriza pela gravidade da doença que ela causa. O principal fator é o geográfico, quando todas as pessoas no mundo correm risco. Pandemias são mais prováveis com novos vírus. Como não temos defesas naturais contra eles ou medicamentos e vacinas para nos proteger, eles conseguem infectar muitas pessoas e se espalhar facilmente e de forma sustentada.

Países em que o vírus já chegou O vírus também já chegou em 188 países. O país com o maior número de mortos é os EUA, seguido de Brasil, Reino Unido, México, Índia, Itália, França e Espanha. No dia 11 de março, a OMS (Organização Mundial de Saúde) declarou a crise do coronavírus como uma pandemia. O termo é usado para descrever uma situação em que uma doença infecciosa ameaça muitas pessoas ao redor do mundo simultaneamente. O exemplo mais recente foi a disseminação global do vírus influenza H1N1, que causou a pandemia da gripe suína, em 2009. Especialistas acreditam que ele tenha infectado milhões de pessoas e matado centenas de milhares. Mas uma pandemia não se caract… – Fonte – uol.com.br/vivabem/noticias/redação.

Bolsonaro sanciona com vetos lei que dá prazo de 12 meses para reembolso de passagem aérea

Presidente cortou trecho que versava sobre saques mensais até limite de saldo existente do FGTS por aeronautas e aeroviários

Foto : Marcelo Camargo/Agência Brasil

Por Lara Curcino

O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos a lei que permite reembolso de passagens aéreas em até 12 meses por parte das companhias. Decisão foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (6).

O veto foi à permissão para aeronautas e aeroviários titulares de conta vinculada ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) fazerem o saque mensal de recursos até o limite do saldo existente na conta em questão.

A lei tem origem em uma medida provisória que foi editada pelo governo devido à pandemia do novo coronavírus. O texto foi aprovado pelo Senado há cerca de três semanas e já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados.

Damares vai distribuir pelo Brasil guia sobre como fortalecer casamento

Damares Alves, que comanda o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, está organizando junto com sua equipe de governo um guia considerado como inédito pela pasta para orientar os municípios a fortalecer os “vínculos conjugais e intergeracionais” das famílias. A informação é da coluna Painel, da Folha de S. Paulo.

A pasta não dá detalhes sobre qual linha adotará na orientação, mas técnicos e políticos disseram à coluna ver risco de que o governo produza algo baseado na ideologia do bolsonarismo em vez de pareceres de especialistas.

“Seria melhor que, em vez de vínculos intergeracionais, usassem vínculos de parentesco. Me parece uma expressão inadequada e excludente. A ideia é boa e bem intencionada. Espero que seja um programa que não discrimine e não exclua as novas representações sociais da família”, afirmou ao Painel Rodrigo da Cunha Pereira, presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família.

Em nota, o ministério defendeu o programa: “Muitos problemas sociais podem ser evitados com o devido protagonismo da família, desde o preconceito até a violência, passando pelos desequilíbrios afetivos que, em muitos casos, fundamentam o recurso a drogas e outros subterfúgios”.

 Por: Nações Unidas / Pierre Albouy  Por: Redação Bnews  0comentários

 

Confira a galeria de fotos do BN da conquista do Ceará na Copa do Nordeste

Com uma campanha invicta, o Ceará conquistou seu terceiro título da Copa do Nordeste (leia aqui) na noite desta terça-feira (4). Com gol do centroavante Cleber, o Vozão bateu o Bahia com a vitória por 1 a 0, em Pituaçu, pelo segundo jogo, liquidou o confronto da final pelo placar agregado de 4 a 1. Pelas lentes do fotógrafo Max Haack, 

O Ceará chegou ao bicampeonato regional com uma campanha invicta. Antes, o Vozão havia levantado o caneco em 2015 vencendo justamente o Bahia naquela decisão.

Final Copa do Nordeste 2020 Bahia x Ceará

Final Copa do Nordeste 2020 Bahia x Ceará

Final Copa do Nordeste 2020 Bahia x Ceará

UESB – 40 anos transformando conhecimento em contribuição social

 

Perceber um problema, definir um objetivo, traçar um plano de ação e envolver medidas governamentais para que, no fim das contas, o resultado seja um: a melhoria de vida da população. Em poucas palavras, as políticas públicas funcionam dessa forma, mas são movidas por profissionais engajados em fazer do seu trabalho um verdadeiro mecanismo de contribuição social.

Instituição pública de Ensino Superior, a Uesb forma, há quatro décadas, profissionais com a missão de tornar conhecimento em força motriz da transformação social. Nessa longa história, está a advogada e defensora pública Kaliany Gonzaga, formada na primeira turma do curso de Direito, em 2004.

Entusiasta de políticas públicas capazes de gerar inclusão e oportunidades, Kaliany ingressou na Defensoria Pública do Estado da Bahia em 2006. Lá, despertou seu olhar para um grupo de trabalhadores que, muitas vezes, são esquecidos e não têm seus direitos assegurados: os catadores autônomos de materiais recicláveis. Com o problema percebido e apoio de outros colegas, Kaliany idealizou o projeto “Mãos que Reciclam”, que, a princípio, se propôs criar uma associação para esses catadores.

A missão inicial foi cumprida, mas outro desafio estava posto: montar um programa mais duradouro e que contribuísse, efetivamente, com a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Por meio da educação informal, o Programa implantou a coleta seletiva solidária e, assim, trabalha com vertentes que se complementam. “De um lado, visa impulsionar os agentes sociais (cidadãos, sociedade civil, sociedades empresárias, entidades públicas ou privadas etc.) a desencadearem processos capazes de alcançar a eficaz gestão dos resíduos sólidos; de outro, no que diz respeito às famílias que laboram com a coleta de materiais recicláveis, condições mais dignas de trabalho podem ser atingidas, por meio da sua emancipação econômica, e, sobretudo, respeito aos direitos fundamentais e sociais”, explica a defensora.

Atualmente, o Programa assiste 350 famílias em Vitória da Conquista, mas já expandiu sua atuação para municípios como Itapetinga, Itabuna e Amargosa. “Acredito que os alunos advindos do ensino público possuem uma dívida pública. A sociedade espera nossa contraprestação, então, que nossos esforços diários não sejam egoístas ou quietistas. Façamos a nossa parte”, opina.

Desde a graduação, Michael Farias vem trabalhando com a Política de Direitos Humanos da Crianças e do Adolescentes (Foto: Acervo Pessoal)

Dois anos após a formação de Kaliany, o curso de Direito tornava Michael Farias um bacharel na área. Mas a história de atuação com políticas públicas para o atual advogado começou ainda na graduação, quando teve a oportunidade de integrar o projeto inicial do que hoje é o Núcleo de Defesa da Criança e do Adolescente da Uesb. “Foi ali que se deu a primeira experiência no campo da extensão e que acabou me levando a ter esse contato direito com as políticas públicas, me despertando o olhar e o desejo por continuar estudando a Política de Direitos Humanos da Criança e do Adolescente”, conta Michael.

De graduando para profissional, Michael integrou a equipe do Núcleo por mais de 10 anos, chegando a gerenciar as ações multidisciplinares de assistência especializada promovidas pelo Núcleo para crianças, adolescentes, familiares e/ou responsáveis. “A minha história profissional e a história da Uesb se encontram. A Uesb me garantiu uma formação que me permite olhar de forma crítica e de maneira participativa para espaços de construção das políticas públicas”, conta.

Em 2016, deu início a uma nova jornada, na qual a contribuição social por meio de políticas governamentais continuava presente. Agora, Michael passava a atuar na Secretaria de Desenvolvimento Social da Prefeitura de Vitória da Conquista, onde veio a se tornar secretário. “A influência da minha formação na Uesb me fortalece na militância pela garantia de direitos das pessoas que estão inseridas em contextos de vulnerabilidades e riscos sociais”, avalia.

Atualmente, Michael do Carmo coordena a política de regionalização da saúde (Foto: Acervo Pessoal)

Políticas de Saúde – No campo da Saúde, a garantia de direitos da população e de estratégias eficientes também é o foco dos profissionais formados na Uesb. Em 2014, Michael do Carmo se tornava bacharel em Enfermagem, no campus de Jequié. Como ele mesmo conta, “a atuação profissional no setor público iniciou, imediatamente, após minha formação”. Um mês depois da sonhada colação de grau, o enfermeiro já começou a atuar em uma Unidade Básica de Saúde, no município de Maracás, interior da Bahia. Foi no mesmo município que Michael assumiu a direção do Hospital Municipal Dr. Álvaro Bezerra.

Em 2017, a atuação para a melhoria na saúde no interior baiano ganharia uma nova dimensão na carreira de Michael ao ser convidado para trabalhar na Secretaria de Saúde do Estado da Bahia. Foi lá onde ele se tornou coordenador estadual de Gestão de Unidades Consorciadas, ou seja, atua diretamente na política de regionalização da saúde do Governo do Estado, por meio das Policlínicas Regionais. “[Essa] é uma moderna e eficiente modalidade de gestão. O objetivo é garantir os serviços que nem o Estado nem os Municípios conseguem custear sozinhos. Dessa forma, ocorre a união desses entes para a garantia da oferta desses serviços”, explica o atual coordenador.

O desejo de atuar com políticas públicas vem desde a graduação e não importava em qual parte do processo: seja na gestão ou na assistência. “Sou um ativista do Sistema Público de Saúde e, extremamente, orgulhoso por fazer parte dele. O que me motiva é saber que as minhas ações refletem na melhoria de vida de milhares de pessoas”, declara. Quando o assunto é o lugar que lhe preparou, Michael não se intimida em dizer: “a Uesb foi fundamental para o caminho que trilhei. Ser egresso da Uesb é sinônimo de portas abertas. O mercado de trabalho lhe vê com respeito”.

por Patrick Moraes –

Desde 2016, Kaliany Gonzaga lidera ações voltadas para assistência e valorização de catadores de materiais recicláveis (Foto: Acervo Pessoal)

 

 

 

 

MEC autoriza aulas a distância em escolas técnicas federais de ensino

Foto – Divulgação

O Ministério da Educação autorizou as instituições federais de ensino médio técnico e profissional a suspenderem as aulas presenciais ou substituí-las por atividades à distância até 31 de dezembro de 2020, em razão da pandemia de covid-19. A portaria de autorização foi publicada hoje (4) no Diário Oficial da União e entra em vigor amanhã (5). As instituições que optarem pela suspensão das aulas presenciais deverão repô-las integralmente, para cumprimento da carga horária total do curso, e poderão alterar os seus calendários escolares, inclusive os de recessos e de férias. Já aquelas que optarem por atividades não presenciais deverão disponibilizar aos estudantes o acesso às ferramentas e materiais de apoio e às orientações para a continuidade dos estudos “com maior autonomia intelectual”. As atividades poderão ser mediadas ou não por tecnologias digitais. De acordo com a portaria, os estágios e práticas de laboratórios também poderão ocorrer à distância desde que garantam a replicação do ambiente de atividade prática ou de trabalho, propiciem o desenvolvimento das habilidades e competências esperadas no perfil profissional do técnico, estejam de acordo com a Lei do Estágio sejam passíveis de avaliação de desempenho e aprovadas pela instituição de ensino. Os estudantes de cada curso deverão ser comunicados sobre o plano de atividades com antecedência mínima de quarenta e oito horas da execução das atividades. Em julho, o Ministério da Educação já havia estendido a autorização de aulas a distância em instituições federais de ensino superior até 31 de dezembro de 2020. A medida também flexibilizava os estágios e as práticas em laboratório, que podem ser feitos a distância nesse período, exceto nos cursos da área de saúde.

Fainor promove Palestra online gratuita. “A importância da resiliência em tempos incertos”

Fotos: Arquivo Pessoal Administradora Valdirene Souza de Andrade Psicóloga Márcia Cristina Santos Lima

Webinar trata sobre resiliência em tempos incertos
Aprenda a passar pelas crises da melhor maneira possível

A administradora Valdirene Souza de Andrade e a psicóloga Márcia Cristina Santos Lima unem seus conhecimentos e experiências em Gestão de Pessoas para falar sobre a necessidade de conhecer o cenário atual de crise e as formas possíveis de não só passar por ele da melhor maneira possível, como também aprender e evoluir nesse momento.

“A importância da resiliência em tempos incertos” é uma palestra online gratuita, promovida pela FAINOR nesta quinta-feira, 06, às 19h30, voltada para estudantes, profissionais e público geral.

As inscrições podem ser feitas no site do evento: https://www.even3.com.br/resiliencia2020/

Médicos de Conquista assinam documento defendendo tratamento precoce

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Após inúmeras polemicas acerca  do uso de medicamentos que previnem a Covid-19, alguns profissionais que atuam na área da saúde de Vitória da Conquista se pronunciaram através de uma Carta aberta à população,com alguns reflexões e questionamentos, em que pese a tomada de decisão neste momento. “Quanto ao gestor, que crime comete ao anunciar uma Estratégia de Saúde Pública amparada por Protocolos do próprio Ministério da Saúde? 

Embasada em uma série de experiências positivas observadas ao longo desses meses de pandemia?  Amparada e legitimada por médicos de diversas especialidades,  que se debruçaram voluntariamente sobre o tema,  estudaram a fisiopatogenia da doença e encontraram formas de minimizar a gravidade dos acometimentos sistêmicos,  evitando internamentos,  agravo à saúde e tentando salvar vidas?” Questionam!

E, se posicionam: “Quando, do diagnóstico aos métodos terapêuticos, não há eficácia no tratamento, o médico, com o consentimento do paciente, deve estar livre para usar métodos não comprovados ou novas medidas: diagnósticas, profiláticas e terapêuticas, caso estas sejam, uma promessa de vida, o restabelecimento da saúde ou o alívio de um sofrimento” (Helsinque, 1962)

Carta na integra;

“Carta aberta à população:

A democracia do paciente em ter o direito de opinar e decidir pelo próprio tratamento. A democracia do médico ter o direito de escolher e informar a melhor conduta terapêutica ao seu  paciente e, com sua anuência e permissão, prescrever as medicações que achar convenientes.

Essa democracia está ameaçada por quem almeja cercear esses direitos.

Quanto ao gestor, que crime comete ao anunciar uma Estratégia de Saúde Pública amparada por Protocolos do próprio Ministério da Saúde?  Embasada em uma série de experiências positivas observadas ao longo desses meses de pandemia?  Amparada e legitimada por médicos de diversas especialidades,  que se debruçaram voluntariamente sobre o tema,  estudaram a fisiopatogenia da doença e encontraram formas de minimizar a gravidade dos acometimentos sistêmicos,  evitando internamentos,  agravo à saúde e tentando salvar vidas?

Onde está o caminho do meio?  Onde está o bom senso e o respeito à dignidade humana?

Estão na mesma vala onde são enterrados os corpos dos desvalidos que morreram à míngua, negligenciados,  sem alguma oportunidade de tratamento ou consolo.

“Quando, do diagnóstico aos métodos terapêuticos, não há eficácia no tratamento, o médico, com o consentimento do paciente, deve estar livre para usar métodos não comprovados ou novas medidas: diagnósticas, profiláticas e terapêuticas, caso estas sejam, uma promessa de vida, o restabelecimento da saúde ou o alívio de um sofrimento” (Helsinque, 1962)

 

 

Vejam a relação dos médicos e outros profissionais da área:

MÉDICOS UNIDOS PELA VIDA:

1- Lara de Castro Araújo Fernandes – Pediatra CRM14783

2- Monalisa Ferraz de Ferraz – Mastologista CRM-BA 16.395

3 – Carolina Palmeira Teixeira Martins – infectologista CRM-BA 20024

4- Gibran Swami Alcoforado Silva – Angiologista/Cir.vascular – CRM-Ba: 16.949

5- Silvio Caetano Almeida Alves Dias

Otorrinolaringologista – CRM-BA 11.874

6-Ednéa Conceição Correia Santos  – Psiquiatra CRM BA  7471

7- Cristiano Nonato Madureira Lucena – Cardiologista Intervencionista – CRM-BA 14541

8-Clóvis Bittencourt – Endoscopista – CRM-BA 12171.

9- Marcella Araujo Brito Farias -Dermatologia- CRMBA 29.257

10- Pericles Melo Prado – Dermatologista crmba 5.035

11-Bianca Oliveira – CRM19732 hiperbarista

12 – Lúcio dos Santos Carvalho CRM 14597  – Oftalmologista

13- Esther Farias Oliveira Souza crm 23645 clínica médica

14- Daniela Dias D Angelo, CRM 23209 Clínica Geral. Médico

15-Eliane Souza Brito Cordeiro CRM12632 clínica médica e saúde da família

16-Ivaldo Pereira – Clínico Geral. CRM- 4.451BA.

  1. Rosamaria Ribeiro Caracas – GO. CRM 15056
  2. Max Torrico – Clínica médica – CREMEB 22398
  3. Paulo Maurício Pales CRM 4046

Gastroenterologista.

20) Augusto Cândido Correia Santos CRMBa 9967 cirurgia geral e coloproctologia

21) Eveline Andrade Monteiro Viana -Clínico Geral- CRM-BA- 24624

22) Carolina oliveira Santos – gastroenterologista- CRM BA 21629

23) Tony Gleyson de Oliveira Silva, CRMBA: 15550, Coloproctologista

24) Bianca Costa Ramalho Carpes-Clínica Médica- CRM BA: 23106

25) Aloísio Alan Costa Fernandes- Ortopedista CRM 14248

26) Mariana Lacerda Santos – Médica Generalista – Atua em Medicina de Família – CRM 34.065

27) Janaina de Matos Sarrizo de Lisboa- mastologista- CRM: 16435

28) Célia Carvalho Cavalcante – Dermatologia – CRM BA 30455

29) Renan Araújo Brito Farias – Ortopedista -CRM BA 26447

30) Susana Melo Gangana – Medica da saúde da família. CRM: 22444

31 José Carlos Paiva da Silvs Travessos Cirurgiao geral CRM 3875

32) Ariovaldo Vieira Boa Sorte

Dermatologia- CRM 5761

33) ISAAC NUNES  NETO  CRM 5791   ANESTESISTA

34 )Rommy Cespedes Rodriguez /clínica geral e saúde da família CRM 19927

35) Aneilma solange rego nascimento covas /GO, CRM-BA 13129

36) Ellen Mara Ferraz Bittencourt CRM 11.484- ginecologia.

37)Rosanna Tavares Sousa Freitas/Pediatra /neonatologista/CRM 10751

38) Andressa de Sousa Prado Jardim CRM 15206/ Médica do trabalho

39) Geracelio flores de Araújo CRM 20.409, clínico geral                           

40) EDNEY NASCIMENTO MATOS – CRM 10.360- GO

41)Dino Augusto Gusmão Alves Dias- GO- CRM BA 17322

42) Maria Guiomar de Almeida Cavalcante crm 6801

43) André Prado Ortopedista CRM Ba 21144

44) Paulo Sergio Leahy Andrade Junior CRM-BA 18088 cardiologista

45) Adriano Alaerte Grings CRM-BA 16762

46) Vitor Hugo Quadros CRM-Ba 19655 ortopedista

47) Henrique Matos Ferraz CRM 19288. G.O.

48) Sifredo Pedral Sampaio Neto CRM 13866 Cir Vascular

49) lorena tanajura oliveira, neuropediatra, CRM 18103

50 Thays Ferraz soares 34419 clínica médica

51) René Robles Martins de Matos- ortopedista- CRM 2560

52) Joane Carla Santos Mascarenhas- Coloproctologista- CRM-BA 13284

53) Sayara Alves Pimentel- Clínica Geral- CREMEB 29925

54) Gustavo de Queiroz Ribeiro , CRM 14384 cirurgião plástico.

55) Camila Dias Amorim, CRM 25877 clínica médica

56)Cinath Carqueija Almeida, CRM 13209, ginecologista

57)Solana Passos Rios, CRM 10364, neurologista

58) Paulo Reis CRM/BA 5658 Médico do Trabalho

59) Maurício Fábio Almeida Costa CRM 12834 Psiquiatra

60) Matheus das Neves Cunha

CRM 15866 – Ortopedia

61) Amilton Sampaio CRM 13.883 – Oftalmologista

62)Uilmar Marcio de Lima Leão CREMEB 12423 , Urologia

63)Geisa Barbosa Pena – Cremeb 18.888 Médica de tráfego

64)Maria Auxiliadora Araújo de Freitas, CRM BA 6268 Ginecologista.

65) Juliana Passos de Andrade Rocha – Cremeb 12263 – radiologista

66) Raimundo Rocha Neto Cremeb 12262 – ortopedista

67) Arnaldo Rocha Silva – CRM 7175 – Neuropsiquiatra.

68) Wagner Antônio Petersen da Silva CRM 32633 , clínico geral, diretor clínico.

69)Carolina Quadros Borba. Crm- Ba 15875. Dermatologia

70) Geraldo Barbosa Sousa CRMba- 7.300

71) Uagnis sousa cirurgiao

72) Claudinei Alves dos Santos

Cirurgia da Mão CRM-Ba 19351

73) Larissa Soares Andrade CRM-25821, Dermatologia

74) Luciana C N S Lucas.- CRM BA 14536- Dermatologista

75) Luciano Magnavita de Sousa CRM-BA 12691 Ortopedista

76) Clézio Figueiredo Martins – ortopedista CRM: 18009

77)Dr. Alberto Camara Ozaki CRM 34261 – Cirurgia Plástica

78)Julie Negrão Cerqueira – Cremeb 16123

Ultrassonografia geral

79) Milton Cerqueira Júnior – Cremeb 16121

Cirurgia Ginecológica e oncológica

80) Fabíola Cristina da Silva Fraga Dermatologista CRM 20375

81) Fádua Hedjazi Ribeiro – CRM BA 16396

82) Valverde Mont Alverne Alves Marinho CRM BA 15341

83) Clodoaldo Cadete Fernandes Costa CRM Ba 7884 ginecologista

84) Juscilene Silva Leão, cirurgiã pediátrica, CRM -BA 12437                                

85) Jorge flores- clínico geral .CRM -BA. 17557

86) Marcelo de Oliveira CRM – BA 9485

87- Marcos Cézar Meira Bonfim CRM 9696- Otorrinolaringologista.

88-Géfer Cardoso Pontes-Ortopedista. CRM 7488

89- Hércules  Sousa Vilares CRM: 7881- Clínico geral

90- Carlos Brandão Dutra. CRM-BA: 9048. Ortopedista.                            

91-Nilton Coutinho Garcia. CRM:9352. Anestesiologista.

92- Antônio Júnior Brandão. CRM-BA 8712 / Ortopedista

93- Vinícius Matos Paes de Andrade/ CRM BA 16880/ Dermatologista

94- Vívian Souza Ferraz Acupuntura, CRM 14775

95 – Marco Antonio Veloso de Castro Ferreira, Cirurgia Geral, CRM 14345

96- Hermelino Lopes de Oliveira Neto CRM 12925 Oftalmologista

97 – Geraldo José Souza Nascimento CREMEB 12692/ cirurgia geral e Oncologica                                    98-Alessandra Cairo Saldanha, Coloproctologista, CRM-BA 12043

99- Maurilúcio Brandão – CREMEB 8308 Ortopedista

100- Nilton Coutinho Garcia CRM 9352 Anestesiologia

101-Silvia Sales Cathalá Loureiro Mendes – Dermatologia-CRM: 17221

102 – Janete Braga Vilas Boas 4309 Ba

103- Valeria Ladeia Santos CRM 8636 Médica do Trabalho

104- Sumaia Almeida Souza Lordelo CRM 5312 Pediatra

105 – Nadja Kraychete CRM 9751 Cirurgia Cardiovascular

106- Iana Carolina Souza Silva CRM 23 895 Dermatologia

107- Lucelia B. N. Cunha Magalhães CRM -6681 cardiologia                                

108) Cristiane zanonatto flores  CRM -BA  17485. Endocrinologia

109) Francisco Paulo Ribeiro Rocha CRM 4557 clinico

110) Marise Caldas da Silva Nery CREMEB 5008

111) Hugo C F B Farias CREMEB 29585

112- Marinez Farias Pinheiro Mello CRM-BA 9571

113) Eleonora de Arêa Leão – GO, CRM: 7758

114 – Neilson Alves Barroso – Neurocirurgia CREMEB 19883

115- Plinio Vasconcelos Maia CRM 18209

116- Gabriela Martins de Oliveira CRM 16366

117-Dimitri de Lemos Ferreira CREMEB-21804

118- Manuela Oliveira Silva Antunes CRM 18095 clínico geral

119- Carla Viana Quadros CRM 10311 Ginecologista

120- Laerte Marques -Perito Medico Legal CRM 11411

121- Fabrício Viana Silveira – pneumologia

CRM- BA 14798

122- Mariana Pinto Ribeiro CRM 29762

123- Carlos Eduardo Borges Nery CREMEB 5016

124 – Luciana Maria Tavares Da Hora Cremeb 16632 _ oftalmologista

125- Armênio Souza Santos  – Oftalmologia – Medicina de Tráfego – Medicina Social – CRM 7165

126- Marcos Leandro R. A. Melo Oftalmologista CRM- BA 22890

127- Lucelia Batista Neves Cunha Magalhaes-CRM 6681

128- Maristella Mares Leite Cirilo Moura – Oftalmologista-CRM 10665

129- Sara Schettini CRM 15150-BA

Oftalmologista.                             

130-Renata de Melo Pithon- CRM 16867- Endocrinologista

  1. HILDEBRANDO DA SILVA DANTAS CREMEB 8083 – CLÍNICO GERAL

132.PAulo Eduardo Ozanan Rabelo CREMEB 28.594 – UTI.                         

133- Ticiana Rocha Francisco CRM 17010 – Otorrinolaringologista

134- Adriza Santos Silva Barbosa CRM 19817

135 – João Carlos Dantas de Andrade Barbosa CRM 19816

136 – Argemiro Correia Santos Júnior  CRM 9452

137- Lafaiete Andrade Santos Neto CRM 21723

138 – Humberto Castro Alves -Ortopedista CRM 15409

139- Juliana Oliveira Leal Amaral

CRM 14131 – ginecologista e obstetra

140- Aderbal Pereira de Oliveira CRM 2735

141-Albérico da Costa Brito Neto CRM 27095

142- Gabriel Lessa Pinheiro CRM 34372

143 – Ilma Terezinha Palneira Teixeira CRM 33773 pediatra

144 Fabrício Viana Silveira CREMB 14798

145- Adalberto Mendes Placha CRM 23826

146- Maressa Guimaraes Fraga _ infectologista CREMEB 36027

147- Liomar Couto Leal – CREMEB 15320

148 – Maria Esther Ventin de Oliveira Prates – CREMEB 007928 – Dermatologista

149 – Nixon Soares de Sousa, Radiologia, CRM 12981

150 – Carla Viana Quadros, Ginecologista CRM 10311

151 – João Carlos Menezes CREMEB 34680

152- Judith Pereira CRM 24645

153- Rosamaria Ribeiro Caracas CRM 15056

154- Sabrina Brito Freitas CRM 11012

155- Rosana Araújo  Silva – CRM 31366

 

Coelba oferece condições especiais para clientes inadimplentes e suscetíveis a suspensão de energia

A partir desta segunda-feira (03), os clientes da Coelba com contas em atraso estarão suscetíveis a ter o fornecimento de energia suspenso, conforme determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A empresa, no entanto, ressalta que os consumidores com conta em aberto serão previamente reavisados da existência do débito e terão a oportunidade de quitar a dívida, com condições especiais de pagamento, como parcelamento dos débitos. “O corte de energia é sempre o último recurso utilizado pela empresa, antes são adotadas todas as medidas administrativas para a quitação da dívida. Para evitar a suspensão do fornecimento, a Coelba está disponibilizando condições diferenciadas aos clientes nesse momento de dificuldade”, comenta a superintendente de Relacionamento com Clientes, Cynira Malveira. A concessionária está disponibilizando um Portal de Negociação para pagamentos e parcelamento de débitos. A condição é válida para clientes residenciais com mais de duas contas de energia em aberto. O portal é mais uma iniciativa da distribuidora para minimizar o impacto econômico provocado pela pandemia da Covid-19. O Portal de Negociação da Coelba (www.coelba.com.br) oferece uma série de vantagens no pagamento de faturas, tais como quitação à vista, pagamento integral no débito com o cartão virtual Caixa Elo (Auxílio Emergencial) ou parcelamento em até 12 vezes no cartão de crédito (nesses dois últimos casos por meio da Flexpag, com bônus de R$ 35 para os primeiros 1.300 clientes que negociarem o débito). Na negociação, são aceitos os cartões das bandeiras Master, Visa, Hiper, Elo e Amex.

UniFTC promove Curso gratuito de Excel

 

A Rede UniFTC irá oferecer um Curso Básico em Excel, gratuito e virtual, na próxima quinta-feira (6) às 10:00. O Excel é um dos programas de elaboração de planilhas eletrônicas mais usados do mundo. Em um mercado tão competitivo, atualizar o currículo com novas habilidades faz a diferença em qualquer carreira profissional.

A capacitação promovida pela UniFTC será ministrada pelo Especialista em Gestão de Negócios e Business Inteligence, Elievanio Kieronski. Os participantes vão poder aprender como atuar com planejamentos, através de planilhas; criar funções e fórmulas; conhecer a formatação de células; e construir gráficos inteligentes. Ao fim, receberão certificados.

Os interessados, podem se inscrever pelo link: https://materiais.ftc.edu.br/excelbasico

Relatório da FIEB atualiza estimativas sobre impactos da Covid na economia baiana

Foto – Divulgação

Passados quatro meses desde que a FIEB lançou relatório com estimativas sobre os impactos da pandemia nas atividades econômicas, a Gerência de Estudos Técnicos acaba de publicar um novo documento, atualizando as previsões. A estimativa é de queda de 7,2% para o PIB da Bahia, considerando que o auge da pandemia já passou e haverá uma recuperação lenta da economia. “Esse estudo não pretende exaurir o tema e deve ser reavaliado constantemente. Assim, espera-se que ele possa contribuir no combate aos efeitos econômicos da epidemia do coronavírus na Bahia”, explica o superintendente da FIEB, Vladson Menezes, lembrando que a análise está baseada em dados da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais (SEI/SEPLAN-BA) e do IBGE, além de projeções das consultorias Datamérica e Focus. Pelo relatório, é possível verificar os efeitos da suspensão de atividades na indústria baiana a partir de abril.  Comparando-se o quarto mês de 2020 com o de 2019, verifica-se queda de 26,2% da Indústria de Transformação e Extrativa. A produção de automóveis parou e a de Plásticos e Borracha, que se caracteriza na Bahia pela produção de pneus, teve queda de 70,8%. Foram registradas quedas expressivas também nos segmentos produtores de bens de consumo final de Calçados (-69,9%) e de Bebidas (-57%). O resultado do bimestre abril-maio de 2020 apresentou queda de 23,4% na comparação com igual período de 2019.