A Gente diz

 Câmara de vereadores conquistense cobra descentralização na tomada de decisões e renda emergencial para famílias em vulnerabilidade social

 

Preocupada com o avanço da Covid-19 em Vitória da Conquista, a Câmara Municipal solicitou à Prefeitura Municipal uma reunião urgente com o Comitê Municipal de Contingência para Enfrentamento da Infecção Humana pelo Novo Coronavírus, para acompanhar as ações do município no combate à Covid-19, bem como apresentar algumas sugestões que podem ajudar na gestão da pandemia.

A solicitação, feita através do Ofício Nº 024/2020, ao Prefeito Herzem Gusmão Pereira e ao secretário de Saúde, Alexsandro Nascimento, foi encaminhada para o e-mail [email protected], utilizado pela Prefeitura, na tarde desta quinta-feira (9). No ofício, o Poder Legislativo Municipal solicita mais uma vez a inclusão da Câmara no Comitê Municipal e apresenta sugestões de ações de enfrentamento à doença e apoio às famílias em situação de vulnerabilidade social não atendidas pelas ações do Governo Federal. Entre as sugestões estão:

  • Inclusão da Câmara Municipal e de outros setores da sociedade civil organizada no Comitê de Crise, como forma de descentralizar a tomada de decisões, democratizando ao máximo as ações;
  • Liberação de uma renda emergencial para as famílias em situação de vulnerabilidade social e um Programa de Combate à Fome, já que muitas delas não terão acesso à renda liberada pelo Governo Federal, porque não se enquadram às exigências do programa federal;
  • Prorrogação do IPTU, ISS, ITBI e de todas as taxas municipais pelo período de 120 dias;
  • Utilização de carros de som nas ruas centrais, nos bairros e nos locais de maior aglomeração orientando as pessoas a ficarem em casa, para evitar a proliferação da Covid-19;
  • Fechamento dos locais que geram aglomeração;

O documento sugere ainda um debate sobre as ações de combate à dengue, devido aumento significativo dos casos no município.

“Contamos com a sensibilidade do prefeito municipal em atender esse importante pleito da Câmara Municipal”, diz o documento assinado pelo presidente da Casa, o vereador Luciano Gomes (PCdoB), pela presidente da Comissão Parlamentar Especial de Enfrentamento à Covid-19, a vereadora Nildma Ribeiro (PCdoB), e os vereadores Rodrigo Moreira (PP), Viviane Sampaio (PT), Cícero Custódio (PT), Fernando Jacaré (PT) Adinilson Pereira (MDB), Jorge Bezerra (SD) e Luís Carlos Dudé (MDB).

Confira o conteúdo completo do ofício clicando aqui.

Sindicato dos Rodoviários em Conquista cria dificuldades para que a empresa Cidade Verde  possa  ingressar no auxilio emergencial do governo federal. E centenas de funcionários corre risco de perder emprego.

Sindicato dos Rodoviários em Conquista cria dificuldades para que a empresa Cidade Verde  possa  ingressar no auxilio emergencial do governo federal. E centenas de funcionários corre risco de perder emprego.

Em entrevista no programa  Brasil Noticias da rádio Brasil FM, que é conduzido pelo radialista Nildo Freitas,   nas primeiras horas da  manhã desta terça feira (14), o diretor da Viação Cidade Verde, empresa  que opera no sistema de transporte público de Vitória da Conquista, senhor Sergio Hubner, foi o entrevistado e,  fez um apelo para que alguns movimentos político e sindicalista, principalmente o Sindicato dos Rodoviários (Sintravc), não medisse esforços  e assinasse o acordo coletivo para que os funcionários possam assegurar os seus empregos, e sobretudo, possam ingressar no auxilio emergencial do governo federal. Em que o Governo pagará 70%  dos salários dos funcionários e a empresa  arcará apenas com 30%. Nestes três meses.

E caso a empresa não conseguir estabelecer este convênio com o governo federal, dado ao impasse criado pelo sindicato da Categoria, ainda que centenas de colaboradores  tenham aderido de forma isolada junto a direção da empresa. As demissões vão ocorrer por que a empresa já não tem mais onde tirar.

Ouça a baixo a entrevista:

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https://nildofreitas.com/site/diretor-da-cidade-verde-fala-sobre-a-recusa-do-sintravc-em-assinar-o-acordo-coletivo-e-demissoes-de-funcionarios/
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Prefeitura vai à Justiça para que Governo do Estado repasse recursos federais ao Município

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Prefeitura de Vitória da Conquista deve assumir integralmente a reforma do Terminal de Ônibus da Avenida Lauro de Freitas

Vitória da Conquista vai ganhar uma moderna Estação para o transporte coletivo urbano. A Prefeitura Municipal atendeu a uma antiga reivindicação da população e vai transformar o Terminal de Ônibus Lauro de Freitas em uma Estação de Transbordo. O contrato foi assinado nessa segunda-feira (13) pelo prefeito Herzem Gusmão e a empresa PJ Construções e Terraplanagem LTDA, vencedora da licitação, que deve começar as obras nos próximos dias.

 

Inovação e agilidade – Duas marcas da Estação de Transbordo Lauro de Freitas serão a modernização e a fluidez. A Estação será inteiramente coberta, inclusive nas laterais, oferecendo proteção contra o sol e a chuva. O piso será de concreto armado, e as calçadas serão revigoradas pensando na acessibilidade. Nova iluminação e paisagismo também integrarão as mudanças, que visam mais segurança e conforto para os usuários do sistema de transporte coletivo e aos pedestres que circulam na área.

A fluidez do trânsito e do tráfego de pedestres também será outro ganho com o novo equipamento. Diferente do que acontecia no Terminal, os coletivos não ficarão estacionados no local, passarão por lá apenas para fazer o embarque e desembarque de passageiros.

Haverá ainda uma pequena alteração no trânsito. Com a reforma, o trecho que vai da Praça Vítor Brito no sentido Avenida Régis Pacheco será exclusivo para ônibus. Os demais veículos serão desviados pelas ruas Francisco Santos e Monsenhor Olimpo. O sentido contrário (Avenida Régis Pacheco – Praça Vítor Brito) continuará com a circulação regular.

A outra novidade é o melhoramento da rede de drenagem da Travessa dos Artistas. O serviço vai aumentar a capacidade de captação de águas pluviais, reduzindo assim, os alagamentos da região em dias chuvosos.

“É uma obra de extrema importância para a cidade e é um projeto belíssimo. Vai transformar aquele espaço conflituoso em uma Estação de Transbordo com a capacidade correta, criando um espaço que vai trazer prazer às pessoas que vão transitar no local”, declara o secretário de Infraestrutura, José Antônio Vieira.

Segundo Vieira, o estudo de viabilidade foi elaborado em conjunto com a Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana e a Secretaria de Mobilidade Urbana – com apoio de membros do Escritório Jaime Lerner Arquitetos Associados.

O investimento é da ordem de R$ 6.689.375,24.  No contrato, há alteração que vai permitir o uso de recursos próprios caso não seja liberado o Financiamento à Infraestrutura e Saneamento (Finisa II), da Caixa Econômica Federal. A empresa contratada deve finalizar a obra ainda neste ano.

Caixa tem 32,7 milhões de cadastros finalizados para auxílio emergencial

A Caixa Econômica Federal finalizou o cadastro de 32,7 milhões de pessoas que pediram auxílio emergencial de R$ 600 concedido pelo governo federal durante a crise da covid-19. A atualização mais recente foi publicada ontem, 11, em relatório das 21h.

Dos pedidos encaminhados para a Caixa, 40,2% foram para recebimento por meio da poupança social digital. A Caixa disse ainda ter recebido 272,4 milhões de visitas ao site e 160,3 milhões de SMS.

No total, 33,5 milhões de downloads do aplicativo foram registrados nas plataformas Android e iOS.

Barroso afirma que possivelmente as eleições  municipais possam ser adiadas,mas, que provavelmente ainda aconteça este ano.


ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirma que a aglomeração das convenções partidárias e a fase de testes das urnas eletrônicas são os principais obstáculos à realização das eleições municipais de outubro em meio à pandemia do novo coronavírus.

Barroso assume a presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a partir de 26 de maio, no lugar de Rosa Weber. O primeiro turno do pleito está marcado para 4 de outubro e o segundo, para o dia 25.

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o ministro defendeu que um possível adiamento das eleições seja por poucas semanas e se disse contrário à prorrogação do mandato de prefeitos e vereadores para depois de 1º de janeiro de 2021. A entrevista foi feita na quinta-feira (9) por videoconferência, por causa do isolamento social.

O ministro se mostrou favorável às decisões do STF impondo limites ao governo de Jair Bolsonaro na crise do coronavírus e rebateu as acusações do presidente sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas.

As eleições municipais vão ocorrer em outubro?

A minha bola de cristal está um pouco embaçada para responder com certeza. Essa decisão não precisa ser tomada agora, mas a gente não deve fechar os olhos à realidade. Se chegarmos em junho sem um decréscimo substancial da pandemia, é possível ter que fazer esse adiamento, que não deve ser por um período mais prolongado do que o absolutamente necessário para fazerem eleições com segurança. Gostaria de trabalhar com a ideia de que não seja necessário adiar e que, se necessário, que estejamos falando de algumas semanas e nada mais do que isso.

Qual problema pode atrapalhar as eleições devido à pandemia?

Há questões políticas e operacionais. As políticas são as datas das convenções partidárias, que têm limite até 5 de agosto e envolvem aglomeração. Além do próprio início da campanha, em 15 de agosto. Portanto, se houver risco de aglomerações em agosto, temos um problema.

Além disso, o sistema de urnas eletrônicas funciona primorosamente bem, mas depende de testes de segurança ao longo do período. Temos como marco junho para fazermos os testes e correções. Já temos o número de urnas suficiente para fazermos as eleições. A despeito disso, periodicamente se substitui uma parte das urnas que vão ficando antigas. Se isso não for possível, apenas teremos que aumentar o número de eleitores por urna.

A eventual destinação do fundo eleitoral para o enfrentamento do coronavírus poderia atrapalhar as eleições?

Esse é outro debate, sobre conveniência ou não desse fundo. As instituições vão ter que se adaptar à nova realidade dessa pandemia. Se o Congresso deliberar destinar parte do fundo ao coronavírus, a consequência será ter que fazer campanhas mais baratas.

Como o senhor vê, num possível adiamento das eleições, a possibilidade de prorrogar o mandato dos atuais prefeitos?

A prorrogação de mandato deve ser evitada até o limite do possível. Se ocorrer, que seja pelo mínimo tempo possível. Sou totalmente contrário à ideia de se fazer coincidir com as eleições em 2022, por questão de respeito ao princípio democrático, pois os prefeitos e vereadores foram eleitos por quatro anos e não têm mandato popular para ir além. Acho que não mudar as regras do jogo é um valor importante a ser preservado.

O senhor é a favor do voto obrigatório, qual sua opinião a respeito?

Eu ainda acho bom o voto obrigatório. Há um conceito que eles usam nos Estados Unidos chamado ‘nudge’, que é: umas coisas na vida precisam ainda de um empurrãozinho. Embora ache que a democracia brasileira tenha evoluído bem, que nós tenhamos percorrido muitos ciclos do atraso em uma única geração, que criamos uma democracia estável, ainda sim acho que ela precisa desse empurrãozinho do voto obrigatório.

Nesse momento da vida brasileira não correria o risco da deslegitimação da política pelo baixo comparecimento do eleitorado. Portanto acho que o voto é um direito fundamental e acho que ainda deve por mais algum tempo ser uma obrigação. No mundo ideal, acho que deveria ser facultativo. Na vida brasileira desse momento, eu ainda acho que ele deve ser obrigatório para evitar as deslegitimação da política.

O senhor falou que a bola de cristal está um pouco embaçada, mas qual é seu sentimento sobre esse período de quarentena?

As minhas preocupações são institucionais e com o bem do país. Há um varejo político, um varejo econômico e um médico, em que não sou o melhor interlocutor. Estou acompanhando as notícias que vêm da OMS, do Ministério da Saúde e das associações médicas. Estou me guiando por elas e, inclusive, em isolamento social. De modo que acho que precisamos de uma agenda pensada desde agora para o pós-pandemia.

Qual sua agenda?

Selecionei seis itens: solidariedade, igualdade, competência, educação básica, ciência e tecnologia. Integridade é premissa de tudo, precede ideologias e escolhas políticas. Solidariedade significa não ser indiferente à dor alheia e ter disposição para ajudar a superá-la. Quem puder ajudar o outro, desde pagando antecipadamente serviços futuros, seja do cabeleireiro, do garçom, estou estimulando. Há uma reserva mínima de justiça que o país precisa ter. Nos desencontramos disso e a pandemia jogou luz sobre a igualdade abissal que existe.

O Brasil tem sido o país do nepotismo, do compadrio. Precisamos revalorizar o mérito e a virtude. Nós só universalizamos o ensino básico cem anos depois dos Estados Unidos. Estamos precisando de um choque de iluminismo em muitas áreas. Em toda parte do mundo pesquisa depende de apoio governamental, e olha que quem está falando isso é uma pessoa que defende a diminuição do Estado econômico brasileiro, não a diminuição do estado social.

O STF tem tomado decisões nas últimas semanas tentando impor limites ao governo quando não levar em conta a ciência. O senhor concorda?

O STF produziu até agora três linhas de decisões: liberação de recursos, liberou estados do pagamento da dívida com a União e uma decisão em favor da federação, ou seja, reconhecendo a competência de governos estaduais e municipais.

Acho que há um discurso sério e consistente pelo isolamento social vindo das autoridades sanitárias. É a valorização da ciência, que foi minha própria decisão contra a campanha [do governo], que já tinha entrado na internet, “O Brasil não pode parar”, que defendia volta ao trabalho.

Há recomendação do CNJ para que juízes evitem tomar decisão no sentido de estimular o uso da cloroquina enquanto não houver a comprovação científica devida.

Não tenho dificuldade de falar porque votei em um caso parecido, que foi a da fosfoetanolamina, em que se procurou distribuir a famosa pílula do câncer, que não tinha teste clínico nem registro na Anvisa. Evidentemente, votei contra. Quando você está lidando com a vida e a saúde de terceiros, não pode lidar com especulações, superstições.

Se a cloroquina funciona ou não, não sou a pessoa certa para dizer. Para ser sincero, acho que nem o presidente da República é a pessoa certa para dizer. Há autoridades sanitárias competentes, de modo que, se disserem que é bom, acho que tem que fazer; se disserem que é ruim, não deve fazer.

O que fazer, do ponto de vista jurídico, com quem desrespeitar as recomendações e seguir fazendo aglomerações nas ruas?

A primeira coisa é a conscientização e a segunda é a intervenção para impedir as pessoas de adotarem comportamentos de risco. Eu apostaria mesmo é na conscientização. Se pessoas não cumprirem leis espontaneamente, não há polícia nem Exército que dê conta.

Outro ponto que chamaria a atenção [é] que a imprensa voltou a ter uma centralidade muito importante na vida brasileira. A imprensa perdeu espaço para as redes sociais, para o streaming e para a circulação de notícias via rede social. Isso já era um problema porque a imprensa tem papel vital de filtro das informações. A internet se tornou um espaço, infelizmente, de fake news, que são as campanhas de desinformação, de ódio.

A imprensa tem o papel decisivo neste momento, que é ajudar a fazer o filtro do que é verdade e do que não é. A pandemia fez renascer essa vitalidade da imprensa. Está todo mundo em busca de notícia de qualidade, confiável. Acho que isso pode significar um certo renascimento da imprensa tradicional com a sua credibilidade.

Como assegurar à população que as urnas são confiáveis quando o próprio presidente da República coloca em xeque essa questão?

Trabalho com o direito à luz das evidências. Até hoje, e as urnas estão aí desde 1996, não se demonstrou a ocorrência de fraude. Nunca houve notícia de fraude, ao tempo que na votação em papel os episódios de fraude eram incontáveis desde a República Velha. Acabar com a urna eletrônica e voltar para o papel é um pouco como cancelar assinatura da Netflix ou Globoplay e abrir uma locadora.

Agora, qualquer pessoa que me traga um elemento concreto e objetivo de algum problema, acho que a Justiça Eleitoral deve ser a primeira a querer apurar. Meu compromisso é com eleições limpas.

Folhapress

Polícia prende quadrilha por furto de 2 milhões de máscaras e 15 mil testes de coronavírus

Cinco armas de fogo, sendo uma carabina calibre 40, uma espingarda calibre 12 e três pistolas calibre 380 também foram encontradas

Foto : Reprodução

Por João Brandão no dia 12 de Abril de 2020 ⋅ 14:30

A Polícia Civil de São Paulo prendeu ontem (11), em flagrante, 14 suspeitos de integrar quadrilha que furtou cerca de 15 mil testes para o novo coronavírus e 2 milhões de máscaras do Aeroporto Internacional de Guarulhos na última segunda-feira (6).

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, um policial se passou por um interessado em comprar os testes e negociou os produtos por R$ 3 milhões. Assim, os agentes conseguiram chegar ao galpão no bairro do Ipiranga, zona sul da capital paulista, onde os criminosos guardavam os materiais, segundo Osvaldo Nico, diretor do Departamento de Operações Especiais e Estratégicos (Dope).

Cinco armas de fogo, sendo uma carabina calibre 40, uma espingarda calibre 12 e três pistolas calibre 380 também foram encontradas. Todos os itens foram apreendidos.

A Secretaria de Segurança Pública (SSP) não divulgou mais detalhes sobre os suspeitos presos, apenas que eles têm idades entre 22 e 59 anos.

Publicada Medida Provisória que isenta consumidores de baixa renda  de pagarem conta de luz, a partir 1º de abril, a 30 de junho.

A população pobre, com consumo mensal de energia elétrica inferior ou igual a 220 quilowatts-hora (kWh), está isenta de pagar a conta de luz, no período de 1º de abril a 30 de junho deste ano. É o que determina a Medida Provisória (MP) nº 950, de 8 de abril de 2020, publicada em edição extra do Diário Oficial da União, dessa quarta-feira (8). Para isso, fica a União autorizada a destinar recursos para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), limitado a R$ 900 milhões, a fim de cobrir os descontos relativos à tarifa de fornecimento de energia elétrica dos consumidores incluídos na Tarifa Social. Assim, o “governo soluciona as duas questões mais urgentes identificadas pelas equipes do Ministério de Minas e Energia e do Ministério da Economia: a perda da capacidade de pagamento dos consumidores de baixa renda, beneficiários da tarifa social, e a perda da capacidade financeira das distribuidoras de energia elétrica, com o aumento da inadimplência e a redução do consumo de energia”, informa o ministério. A medida decorre das ações temporárias emergenciais destinadas ao setor elétrico para enfrentamento do estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020, e da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente da pandemia de coronavírus (covid-19). A decisão do governo federal de isentar a tarifa de energia elétrica dos consumidores de baixa renda foi uma das medidas anunciadas pelo presidente Jair Bolsonaro, durante pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão, na noite de ontem.

Sesab recomenda que pacientes hospitalizados recebam os medicamentos hidroxicloroquina e azitromicina, o mais precocemente possível para o tratamento da Covid-19.

Bahia autoriza tratamento que associa hidroxicloroquina e azitromicina para pacientes com coronavírusFoto – Divulgação

O secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, anunciou hoje (8) que o Governo do Estado vai liberar, mediante prescrição médica, o uso da associação dos medicamentos hidroxicloroquina e azitromicina para pacientes internados no Sistema Único de Saúde (SUS) com diagnóstico positivo para coronavírus (Covid-19). A deliberação ocorreu durante reunião da comissão científica criada pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) para analisar as evidências científicas envolvendo a Covid-19, que aconteceu na tarde desta quarta-feira. De acordo com Vilas-Boas, que preside a comissão, “a recomendação é que os pacientes hospitalizados recebam os medicamentos o mais precocemente possível após a internação”, ao apontar que temos estoque suficiente para atender até 50 mil pacientes. Já o infectologista e presidente do Comitê Estadual de Combate ao Coronavírus, Antônio Bandeira, destaca que “outras alternativas terapêuticas também serão disponibilizadas para emprego no tratamento de pacientes hospitalizados, tais como Ivermectina e Tocilizumabe”.O pesquisador e infectologista Roberto Badaró, integrante do Comitê Científico do Consórcio Nordeste e diretor do Instituto de Ciências da Saúde do Cimatec, explica como funciona a adoção de protocolos. “Há uma evolução muito grande nos modos de tratamento, visto que é uma doença nova e estamos aprendendo como realmente é a epidemia. Os especialistas procuram organizar protocolos de tratamento para não prejudicar os pacientes com remédios experimentais, nem com tentativas desesperadoras de salvar o paciente. Mas a experiência já acumulada nos direciona pra saber quem deve tomar hidroxicloroquina, quem não deve, quem deve ficar em casa e quem deve ser hospitalizado e tratado o mais precocemente possível. E isso só consegue ser ordenado se fizermos esses protocolos. E eles são feitos por quem tem experiência e responsabilidade com a saúde pública”, detalha. Participam também do comitê técnico-científico, a subsecretária da Saúde, Tereza Paim, o diretor geral de Gestão das Unidades Próprias, Igor Lobão, a infectologista e diretora geral do Instituto Couto Maia, Ceuci Nunes, o pneumologista Sérgio Jezler e o superintendente de Assistência Farmacêutica, Ciência e Tecnologia em Saúde, Luiz Henrique d’Utra.F>SAgoraSudoeste

Conquista tem estado de calamidade pública aprovado pela Assembleia Legislativa da Bahia

A Assembleia Legislativa do Estado da Bahia aprovou e decretou hoje o estado de calamidade pública de Conquista e de diversos municípios baianos.

De autoria do deputado Tiago Correia, o Projeto de Decreto Legislativo 2.661/2020 foi aprovado por unanimidade junto com mais outras 80 proposições.

De acordo com o deputado, o Estado de Calamidade Pública possibilitará que o prefeito tome ações mais efetivas no combate à COVID-19 a fim de salvaguardar a população atingida “agora é possível adotar medidas excepcionais necessárias à racionalização de todos os serviços públicos. O prefeito tem à sua disposição poderes que em situações normais seriam considerados abusivos, além disso, passa a compartilhar responsabilidades com outros entes, principalmente o Governo Federal.”

Correia ainda afirma que a Constituição permite que nestes casos o governante tome os chamados empréstimos compulsórios, podendo também parcelar as dívidas, atrasar a execução de gastos obrigatórios e antecipar o recebimento de receitas, e que o estado ou município afetado também pode ficar dispensado de realizar licitação em obras e serviços enquanto durar a calamidade. Para o deputado, outro ponto muito importante neste momento de crise é a autorização do saque de parte do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pela população atingida.Por Carol Pimenta

 “Vitória” já contabiliza 15 casos de Covid – 19.

 

 

Dia após dia, o município de Vitória da Conquista  registra de forma progressiva casos  de coronavírus,  e   de acordo com  o Boletim epidemiológico atualizado da Secretaria Municipal de Saúde. O município já Totaliza mais de 15 casos confirmados até o momento.

Até às 17h, de quarta-feira, (8), já foram registrados 288 casos notificados com suspeita clínica e epidemiológica de infecção pela Covid-19, dos quais: 169 casos suspeitos foram descartados laboratorialmente e 5 por vínculo epidemiológico. Além disso, 40 aguardam resultado da análise laboratorial e 59 aguardam coleta de amostra

 

Rui Costa anuncia aplicativo para monitorar coronavírus na Bahia

Medida pretende promover o rastreamento da doença, para definir estratégias do governo e das prefeituras

Foto : Reprodução

Por Juliana Almirante no dia 09 de Abril de 2020 ⋅ 09:38

O governador da Bahia, Rui Costa, anunciou, na manhã de hoje, um aplicativo desenvolvido para monitorar o novo coronavírus.

O aplicativo está disponível para Android neste link e ainda não está disponível para usuários da Apple. A medida pretende promover o rastreamento da doença, para definir estratégias do governo e das prefeituras.

“Qual o objetivo desse aplicativo? É monitorar, na Bahia inteira, e cada estado do Nordeste vai fazer isso, quem está gripado, quem está tossindo, quem está com sintoma e tirar dúvidas das pessoas. Permita a localização de onde você está, porque queremos georeferenciar para saber onde está ocorrendo casos suspeitos”, disse o governador.