A Gente diz

Em época de isolamento social; empresa mineira lançar aplicativo de entrega gratuito

 

 

E se em tempos de crise e isolamento, tivéssemos um aplicativo para entregar nossas compras ou vender nossos produtos e serviços de forma gratuita?

 

Foi exatamente isso que pensou uma desenvolvedora mineira de aplicativos chamada: (codificar).  No cenário onde há dezenas de milhões de brasileiros confinados em suas casas, a busca por aplicativos de delivery se dá pela praticidade e segurança que estes oferecem na entrega de alimentos, remédios e mantimentos.

 

Mas, como unir o que precisa vender com o que precisa comprar, mas não pode sair de casa? Foi aí que tomamos a decisão de executar a ideia agora.” conta Raphael Canguçu, CEO da Codificar.

 

O app Hey Entregas, tem taxa zero de intermediação da plataforma. A ideia já circulava em alguns setores da empresa, mas não tinha data para ser lançada, até que a epidemia surgiu e, em meio ao caos, os sócios Raphael Canguçu e Thiago Delgado perceberam que era o momento de contribuir com aquilo que faziam de melhor, criar aplicativos em tempo recorde.

 

A codificar conseguiu com esse feito atender vendedores e consumidores em uma plataforma moderna, rápida e diferenciada. Então, como unir o que precisa vender com o que precisa comprar, mas não pode sair de casa? Foi aí que tomamos a decisão de executar a ideia agora.” conta Raphael Canguçu, CEO da Codificar.

 

Com a ideia já em prática e funcionando a todo vapor, sendo aceita pelos clientes; a codificar passou a receber dezenas de pedidos por todos pais de empresários que acabam de apostar na ideia de um app de delivery.

 

Para quem ficou interessado é só acessar o link abaixo:

 

http://heyapp.com.br/

SÍNDROMES DAS PANDEMIAS – Coronavírus – Covid-19. E o rastro de crise em inúmeros setores da economia regional e brasileira

SÍNDROMES DAS PANDEMIAS – Todos os segmentos da sociedade será impactados com esta doença  – comercio, indústria e serviços, e consequentemente, o desemprego bate a porta. Momento de reflexão e bom senso das autoridades e da população. É preciso preservar e valorizar, o que ainda nos resta para conservar e reconstruir. A palavra de ordem é, serenidade, que seja dos trabalhadores, dos empresários e das autoridades.

 

A Pandemia que ora enfrentamos, deve deixar um rastro de crise em inúmeros setores da economia mundial, e no Brasil não será diferente, principalmente, em setores que já vivenciavam dificuldades de operação no mercado, o melhor exemplo está no transporte público da maioria das grandes capitais e cidades brasileiras.

Em se tratando de transporte de massa, e (regionalizando a questão), o município de Vitória da Conquista, (aqui tomado como exemplo), embora, há décadas venha operando com um sistema, que não agrada a população e nem tampouco aos gestores das empresas concessionárias dos serviços. Sendo que da parte do usuário do sistema, há muitas queixas em relação ao valor cobrado nas passagens.  Já, com relação aos gestores das empresas! Estes, lamentam, a maneira como o sistema funciona em Conquista, que afirmam  sobretudo, que   nenhuma empresa consegue manter um equilíbrio econômico, para que assim, possa pagar seus compromissos, com funcionários, manutenção da estrutura e dos veículos, e ainda conseguir pagar os impostos: municipal, estadual e federal. Isto decorre da abusiva concorrência de veículos não autorizados funcionando clandestinamente na cidade, isto, só não vê, quem não quiser! A exemplo de Carros de passeio, Vans, que concorrem com os ônibus tirando os passageiros, sem que o poder público faça uma efetiva intervenção. Portanto, ao que parece, com a aquiescência da fiscalização, ou talvez, com a aquiescência do próprio poder central público! Claro que existe um “fechar de olhos” ninguém pode negar! Qualquer cidadão percebe que nos horários de “pico”, os veículos clandestinos negrejam como moscas!  E não aparece um fiscal sequer!

Aparentemente essas observações apontadas parece serem pontuais, e que na realidade são gerais! Ocorrem em todos os pontos, à exceção dos terminais de transbordo! Em rigor poderiam serem resolvidas consentaneamente, mas, no entanto, os gestores não conseguem equacioná-las, talvez por existir comprometimento político nestas questões, principalmente na liberação de veículos não autorizado a transitarem e operarem dentro do sistema de transportes coletivo. Isto é fato sobejamente sabido, por toda população, nos referimos à existência dos veículos clandestinos.

Em meio, a essas fragilidades, e expertise de “démarches administrative”, os gestores, principalmente, o municipal, tenta tratar a situação,  com vistas grossas, com medidas amenas e apaziguadoras, a exemplo do que ocorreu com a Intervenção na ATUV – Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Vitória da Conquista, que foi criada justamente para operar o sistema de vendas dos cartões especiais, cartões de idosos, deficientes, e estudantes, etc., e atender aos interesses das empresas, na viabilização desses procedimentos, que mantinha uma gestão administrativa e financeira independente da atuação direta dos gestores das empresas,  e com total supervisão e auditoria constante da prefeitura nas operações. Mas, para respaldar a falta de compromisso com a efetiva resolução dos problemas que envolvem o transporte público da cidade. O prefeito de Vitória da Conquista, fez uma intervenção nesta entidade, nomeando o filho de um amigo, que foi prefeito de uma cidade vizinha, para ser o interventor. E isso nada acrescentou nas soluções dos problemas do transporte público na cidade! Antes os agravaram!

Para ser bem claro! Não podemos, nem devemos culpar somente este governo atual. Estes problemas são velhos, eles existem em Vitória da Conquista, desde as gestões anteriores! Quando as sucessivas administrações demonstraram incapacidade para resolver a situação. Tudo resultante do populismo e do apaniguamento político, próprios da política anterior! A Gestão atual não tem se posicionado de forma efetiva, inteligente e planejada para equacionar e resolver as questões que dificultam as empresas (concessionárias de transportes autorizadas), atuarem   no sistema. Com essa crise agravada pelo Covid 19 – onde, praticamente não há passageiros nos pontos, embora, praticamente sem concorrência das Vans e dos carros de passeio! Algo misterioso os fez desaparecerem das linhas! A Viação Rosa, empresa que opera no sistema de transporte público de Vitória da Conquista não pagou até o momento o adiantamento do vale programado para o último dia 20 aos seus funcionários.

Essa preocupação aumenta ainda mais, por causa da pandemia do coronavírus que tem afetado a economia do país, e que pode levar mais uma empresa a deixar de atuar em Vitória da Conquista por conta de prejuízos, mesmo com o suporte da prefeitura ao cobrir o aluguel dos ônibus, fato que no final viabiliza o pagamento das despesas com funcionário e manutenção.

O verdadeiro problema é que nessa fase de quarentena causada pela pandemia do coronavírus, as empresas mesmo se vendo livre da concorrência desleal dos veículos clandestinos, teve o faturamento diário reduzido significativamente, pela ausência de passageiros, o que está afetando o equilíbrio financeiro Tanto da empresa cidade Verde como o da Rosa. E consequentemente demissões poderão acontecer.

 Texto: Comendador Gildásio Amorim e Edmilson Mover

Artigo: “Rui Costa refuta em parte as medidas adotadas  em virtude da Pandemia e aconselha prefeitos a restabelecerem e adotarem  medidas amenas para atenderem  seus munícipes.”

“Rui Costa refuta em parte as medidas adotadas  em virtude da Pandemia e aconselha prefeitos a restabelecerem e adotarem  medidas amenas para atenderem  seus munícipes.”

“Quousque, Praeses et ad præsides, et tandem abutere patientiae nostra?”

Por Antônio Luiz da Silva | 26 de março de 2020  

O governador do Estado, Rui Costa dos Santos (PT), deu uma guinada de 180º no discurso que vinha adotando e que norteou a Carta do Nordeste, divulgada pelos governadores nordestinos para condenar o discurso do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (Sem Partido), na noite da terça-feira (24), quando, em nossa opinião, irresponsavelmente, contrariando todas as recomendações de infectologistas e, mais ainda, as consequências da proposta mundo afora, sugeriu que as medidas restritivas de circulação de pessoas e funcionamento de empreendimentos comerciais e industriais fossem abrandadas e que houvesse, como ressaltou, um “confinamento vertical”, que na prática significa que apenas idosos e portadores de doenças crônicas fosse obrigados a manter o isolamento social.

Na manhã desta quinta-feira, 26, durante uma reunião virtual com prefeitos de todo o Estado, o petista adotou um discurso muito próximo do pronunciamento do presidente da República, primeiro ao não admitir a impotência  do Estado em disponibilizar minimamente os recursos para que a situação pudesse ser fielmente retratada – já que não há testes para detectar a doença em número suficiente, o que mascara negativamente os indicadores oficiais – e depois ao sugerir, embora não explicitamente, mas nas entrelinhas, que as cidades onde ainda não tenham sido detectados pacientes infectados – mesmo tendo consciência de que essa realidade é muito diferente dos números disponíveis – revoguem ou atenuem os Decretos que restringiram o funcionamento do comércio varejista e de serviços e de empreendimentos que não são considerados essenciais para a sociedade.

A mudança no tom do discurso do governador, que já está sendo repercutida por prefeitos que igualmente fizeram coro com as manifestações de repúdio ao pronunciamento do presidente da República, reforçam a crença de que a população brasileira, lamentavelmente, está exposta às disputas políticas e ideológicas e que, os agentes públicos que deveriam representar os interesses dos mais de 200 milhões de brasileiros, grande parte deles vivendo próximo ou em situação de vulnerabilidade social, estão na verdade, preocupados em somar às suas biografias cargos na estrutura do poder.

É criminoso saber que, diante de uma pandemia cuja gravidade ainda não pode ser mensurada, mesmo considerando o preocupante número de óbitos registrados mundo afora, e que o número de assintomáticos e potenciais transmissores da doença não pode ser medido, no Brasil e na Bahia, em particular, por absoluta falta de testes para confirmar ou descartar os casos suspeitos, além, evidentemente, do despreparo das equipes – seguramente por falta de estrutura – para fazer os acompanhamentos e informar de forma correta (ou seria honesta?) à população.

O governador, que repudiou o pronunciamento do presidente e agora, sugere que prefeitos, a maior parte deles de municípios sem a mínima estrutura para atender seus munícipes, a adoção de medidas, embora aparentemente mais amenas, absolutamente iguais às propostas no pronunciamento do Bolsonaro, tem consciência, até porque tem ao seu lado um técnico de reconhecida competência, o médico e secretário de Estado Fábio Vilas-Boas Pinto, que os números exibidos diariamente não refletem a realidade, que a subnotificação, principalmente por falta de material para coleta de amostras da população, é flagrante. E preocupante.

Sabe o governador, até porque já foi repetido à exaustão, por infectologistas, a tese de que praticamente toda a população já foi ou será infectada. Sabe, mais ainda, até porque, quando a epidemia já era uma realidade mundo afora, não apenas patrocinou como incentivou a realização do carnaval, em nome dos dólares das milhares de pessoas que vieram de locais onde a doença já se alastrava para irrigar as contas de alguns setores da economia, já que outros, se lucraram, estão tendo ou terão de arcar com os custos da crise.

É uma pena que essa postura esteja sendo adotada pelo governador que tem seu nome cotado – muito bem cotado, importante ressaltar – e já sinalizou o desejo de disputa a presidência da República.

O Brasil, que entendemos merece um presidente da República que seja mais que honesto – até por que isso é obrigação – e capaz de compor uma equipe de técnicos altamente qualificados – que podem até ser contestados pelos métodos, mas não pela qualificação – mas, se considerarmos os nomes que já despontam no cenário político como possíveis candidatos, vai ter de conviver mais tempo ainda com os inconsequentes que preferem construir estádios de futebol, à hospitais; dos que se imaginam “enviados do Céus”, ou dos que dissimulam qualidades que não tem.

Mais de dois mil anos atrás, o rei Salomão, sublinha a Bíblia, cunhou a sentença: “Não há nada de novo sob o sol”. A crise provocada pela pandemia do Covid-19, mostra que, no Brasil, essa é uma verdade que não assombra e se reflete no pingue-pongue das mentiras e verdades proferidas pelos protagonistas da cena política.

Estivesse hoje na tribuna do Senado da República do Brasil, como esteve no ano 63 a.C no Templo de Júpiter, em Roma, Marco Tulio Cícero não hesitaria em protestar, em alto e bom tom: Usque ergo, Praeses abusi sunt, et satrapæ, patientia nostra?

Que a população baiana exerça a desobediência civil e preserve a sua vida, de seus familiares e a do vizinho. Continuem em casa!

 

Artigo Publicado no Jornal Sudoeste – pelo seu Editor  e fundador – Jornalista Antônio Luiz da Silva

[email protected]

https://www.jornaldosudoeste.com/

 

 

Em conferencia com gestores municipal, governador da Bahia sugere que municípios não afetados com  Covid-19 mantenham  atividades de alguns setores da economia local.

Em uma reunião com os prefeitos baianos para responder dúvidas relacionadas ao coronavírus, o governador Rui Costa sugeriu que as cidades que não registraram casos da Covid-19 não adotem medidas drásticas. Na conversa, que aconteceu na manhã desta quinta-feira (26), pela internet, Rui sugeriu que atividades como feiras livres sejam mantidas.

De acordo com o governador, algumas medidas foram adotadas apenas em municípios com caso de coronavírus confirmados, como o fechamento de terminais rodoviários.

“Em minha opinião, as restrições têm que ser progressivas e gradativas, de acordo com a evolução do surgimento de casos em cada um dos municípios. O fechamento dos terminais rodoviários, por exemplo, só determinei em cidades com casos confirmados”, disse.

“Cidades que não tenham casos confirmados podem manter algumas atividades, como feiras livres, e evitar medidas mais drásticas, inicialmente”, afirmou o governador.

Por outro lado, Rui Costa reforçou a importância de manter as aulas suspensas, pois as escolas concentram muitas pessoas e podem ajudar a disseminar o coronavírus.

O governador também alertou que a orientação é não fechar as rodovias que cortam o estado.

“Isso não ajuda em nada. Muito pelo contrário, pode causar problemas de abastecimento, pois precisamos manter a comunicação e a circulação daqueles que, nesse período, precisam de fato ir e vir, como pessoas que fazem tratamentos de saúde em municípios diferentes de onde residem”, afirmou.

De acordo com Rui Costa, os casos confirmados da Covid-19 que necessitem de internação, por enquanto, ainda serão concentrados em Salvador.

Fonte: G1 Bahia

Profissionais da imprensa vão receber vacina contra H1N1 em Vitória da Conquista

 

Os profissionais da imprensa de Vitória da Conquista fazem parte, a partir desta quinta (26), do público da campanha de vacinação contra a gripe H1N1. A solicitação da inclusão foi feita pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (Sinjorba) e atendida pela Secretaria Municipal de Saúde da cidade.

O pedido integra uma série de medidas adotadas pelo Sinjorba, na capital e no interior do estado, visando o bem-estar da categoria no exercício da atividade profissional.

No documento, assinado pelo presidente do sindicato, Moacy Neves, e a diretora local, Edna Nolasco, a entidade mencionou o Decreto Federal 10.288, de 22 de março de 2020, que define os serviços relacionados à imprensa como essenciais e que os profissionais devem receber medidas para evitar adoecimento.

Ciente da importância do papel da imprensa, o secretário municipal Alexsandro Nascimento concordou em acrescentar os profissionais na campanha. “Está sendo aguardado um novo lote de vacinas. A Vigilância Sanitária vai informar a data no cronograma para os profissionais relacionados com a imprensa”, afirmou.

A identificação do profissional de imprensa poderá ocorrer por meio da identidade profissional, emitida pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), carteira de trabalho com registro ou contrato de trabalho, ou mesmo o crachá do veículo de comunicação.

Brasil registra 77 mortes e 2.915 casos confirmados do novo coronavírus

por Gabriel Rios

Foto: Divulgação

O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (26) um novo balanço dos casos do novo coronavírus no Brasil. O país registra 2.915 casos confirmados de infecção pelo vírus e 77 mortes. A letalidade do vírus é apontada pela pasta em um índice de 2,7%.  

 

Houve um aumento de 19,8% no número de casos confirmados em 24h, eram 2.433 nesta quarta (25). Já o número de óbitos aumentou em 37%, o dado anterior foi 57. 

 

O Ministério da Saúde chegou a divulgar que o total de mortes era de 78, mas o número foi corrigido pelo governo porque a tabela considerava uma morte a mais no Distrito Federal. Ainda de acordo com a pasta, até às 17h30 desta quinta o país tinha 194 pacientes internados em UTIs e outros 205 em enfermarias.

 

Os estados brasileiros que contabilizam mortos em decorrência do coronavírus são: Amazonas (1); Ceará (3); Pernambuco (3); Rio de Janeiro (9); São Paulo (58); Goiás (1); Santa Catarina (1); e Rio Grande do Sul (1).

Brasil faz primeiro estudo com hidroxlicloroquina no combate ao coronavírus

Foto: Márcio Pinheiro / SESA

O Brasil vai fazer o primeiro estudo clínico para testar a eficácia da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19. O resultado será divulgado em dois meses – podendo chegar a três – e envolverá 1,3 mil pacientes e 70 hospitais.

 

Na coordenação do estudo, estão os hospitais do Coração (HCor), Albert Einsteis e Sírio Libanês. A iniciativa será batizada “Coalizão Covid Brasil”, e terá as parcerias da Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet) e do Ministério da Saúde. Segundo o Metrópoles, o laboratório EMS vai participar das pesquisas com a doação de parte dos medicamentos utilizados na investigação.

 

O projeto foi dividido em três partes. Nas duas primeiras, a hidroxicloroquina será testada sozinha ou em conjunto com um antibiótico. Na terceira, será utilizada também a dexametasona, anti-inflamatório corticoide.

 

A primeira pesquisa vai envolver um total de 630 participantes que estão internados, mas não precisam de altas doses de oxigênio nem de ventilação mecânica. Divididos em três grupos, uma parte receberá apenas a hidroxicloroquina, outra parte o mesmo remédio, associado ao antibiótico azitromicina, e o terceiro grupo não receberá nenhuma dessas medicações, sendo denominado “grupo de controle”. O superintendente de pesquisa do HCor, Alexandre Biasi Cavalcanti, explica que “vamos avaliar se a medicação acelera a melhora e previne complicações no caso de uma infecção”.

 

A segunda parte do estudo será feita com 440 pacientes que estão em situações mais graves, e precisam de algum suporte respiratório. Eles serão divididos em dois grupos: o que receberá somente a hidroxicloroquina e o que será tratado com a combinação da azitromicina.

 

Já a terceira pesquisa observará 284 pacientes em estado crítico, que estão intubados. Metade dessas pessoas vai receber a dexametasona e a outra parte não vai tomar medicação, sendo tratada apenas com as medidas padrão de suporte respiratório.

 

De acordo com o diretor de pesquisas clínicas do Einstein, as duas primeiras etapas do estudo já receberam o aval da Comissão Nacional de Ética e Pesquisa (Conep). Trinta e cinco dos 70 hospitais previstos já estão habilitados a iniciar o projeto.

 

Remédios a base de cloroquina são usados nos tratamentos de doenças como artrite, lúpus e malária, mas ganharam destaque nos últimos dias após testes preliminares feitos por chineses e sul-coreanos mostrarem que as drogas são efetivas em limitar a replicação do novo coronavírus in vitro e provocar melhoras em pacientes tratados com o remédio.

 

Os testes internacionais, no entanto, foram feitos com um número pequeno de participantes. Ainda assim, hospitais brasileiros já estão utilizando o medicamento de forma compassiva em pacientes que estão em estado crítico.

Neste momento de Pandemia do coronavírus, Câmara de Vereadores sugere suspensão de cortes de água e energia em Conquista.

Imagem Câmara exige suspensão de cortes de água e energia nesse período de pandemia do coronavírus

Na manhã desta terça-feira (24), a Comissão Especial de Enfrentamento à Covid-19, da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, esteve nos escritórios da Coelba e da Embasa, para apurar denúncias da população de que as empresas estariam efetuando cortes de água e energia nesse período de isolamento social provocado pela pandemia do conoravírus.

Participaram da visita, o presidente da Câmara, Luciano Gomes (PL), e os vereadores Fernando Jacaré (PT) e Rodrigo Moreira (Progressistas). A Coelba e a Embasa estão com o atendimento presencial suspenso, mas os vereadores conseguiram falar, por telefone, com representantes das duas empresas. Na Coelba com Adriana, responsável pelo escritório de atendimento. Ela informou que está aguardando as determinações da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) sobre como agir nesse momento, mas que estará passando aos seus superiores as exigências da Câmara de Conquista.

O gerente da Embasa, Joselito Pires, também foi receptivo à reivindicação dos vereadores. Segundo ele, a empresa vai analisar a situação, observar caso a caso e deve adotar alguma medida, mas não pôde afirmar qual seria ela, já que se trata de uma ação da diretoria geral. “Estamos todos juntos na luta contra a pandemia e a Embasa com certeza encontrará uma forma de resolver esse problema”, afirmou.

O presidente da Casa, Luciano Gomes, argumentou que o momento é delicado e não há como muita gente pagar os débitos agora. “Se estamos pedindo isolamento domiciliar, como as pessoas vão sair para pagar as contas?, questionou, acrescentando que a maioria dos consumidores não sabe usar os serviços de pagamento on-line, e que outras sequer estão conseguindo ganhar o dinheiro para pagar, então é controverso pedir o isolamento e deixar as pessoas sem energia ou sem água. “Nós entendemos que isso é desumano, não podemos concordar com essa atitude da Coelba e da  Embasa, por isso exigimos a suspensão dos serviços de corte enquanto perdurar o momento crítico da pandemia”, concluiu.

Nota à Imprensa – Prefeitura comunica que mais da metade da população do público-alvo é vacinada e vacinação ocorre

 

 

 

exclusivamente na zona rural nesta quarta-feira (25)

Mais da metade da população do público-alvo foi vacinada nos dois primeiros
dias da Campanha de Vacinação contra a Influenza. O público-alvo da
campanha é formado por cerca de 31 mil pessoas, entre idosos e profissionais
de saúde e, até ontem (24), 16.154 doses da vacina foram aplicadas. A grande
maioria dos já imunizados está na zona urbana e como o Governo do Estado
disponibilizou 18 mil doses da vacina para o município até o momento, a
Secretaria Municipal de Saúde vai realizar, nesta quarta-feira (25), a vacinação
exclusivamente na zona rural.
A Secretaria Municipal de Saúde explica que o Estado envia um quantitativo
gradativo de vacinas e, com isso, pode ocorrer o desabastecimento quando a
procura é muito grande, como ocorreu nesses primeiros dias. A vacinação vai
ser retomada na zona urbana tão logo cheguem novas doses da vacina.
A diretora da Vigilância Epidemiológica, Ana Maria Ferraz, reforça que em toda
campanha de vacinação contra a Influenza, o Município recebe os lotes de
vacina de forma fracionada. "Mas a população pode ficar tranquila, pois tão
logo o Governo do Estado envie os outros lotes, a Zona Urbana voltará a ser
atendida" – explica a diretora.
A primeira fase da Campanha, direcionada a idosos e profissionais de saúde,
segue até o dia 15/04.
Secom, 25 de março de 2020.

Coronavírus: número de casos confirmados na Bahia sobe para 84 Ao todo, de acordo com Sesab, foram 725 casos descartados e não há óbitos registrado no estado

A secretaria estadual de Saúde registrou 84 pacientes confirmados com coronavírus na Bahia. Ao todo, de acordo com a pasta, foram 725 casos descartados e não há óbitos registrado no estado. Este número contabiliza todos os casos de janeiro até às 11 horas desta quarta-feira (25).

Dos cinco novos casos, quatro foram registrados em Salvador e um na cidade de São Domingos, que até então não tinha pacientes com o coronavírus.

A Sesab apontou que os municípios com casos positivos são: Barreiras (1); Brumado (1); Camaçari (1); Conceição do Jacuípe (1); Conde (1); Feira de Santana (8); Itabuna (1); Jequié (1); Juazeiro (2); Lauro de Freitas (3); Porto Seguro (8); Prado (2); São Domingos (1); Teixeira de Freitas (1); e Salvador (52 casos, com a ressalva que três casos são importados, visto que o local de residência é fora da Bahia, mas a notificação foi feita na capital).

UFBA firma parceria com a prefeitura de Vitória da Conquista e de Salvador, e fornecem álcool e gel para serem distribuídos, inicialmente aos hospitais universitários e públicos das respectivas cidades.

 

Está é uma das iniciativas da instituição para ajudar no combate a pandemia do novo coronavírus

A Universidade Federal da Bahia (Ufba) intensificou a produção de álcool em laboratórios da Universidade em Salvador e em Vitória da Conquista através do Instituto Multidisciplinar em Saúde (IMS) como uma das iniciativas da instituição para ajudar no combate a pandemia do novo coronavírus.

O vice-diretor da Faculdade de Farmácia, Denis Soares, afirma que há disponibilidade de matéria prima e capacidade de produzir até 200 kg de álcool gel em Salvador, a serem distribuídos, inicialmente, aos hospitais universitários.

Já o laboratório farmacotécnico no IMS, em Vitória da Conquista, estabeleceu parceria com a prefeitura local para diluir álcool líquido 96% para entregar a substância na forma de álcool 70%, concentração indicada para uso caso de indisponibilidade do álcool gel.

O laboratório farmacotécnico no IMS de ambas as cidades que realizam o projeto sinalizam que, neste momento, existe uma escassez de matérias primas para a produção de álcool gel, como alguns reagentes químicos necessários. Por isso, o grupo está pesquisando uma alternativa para a produção de substância semelhante com a mesma eficácia e também por esse motivo recorreram opção por produzir a substância na forma líquida.

Foto : Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

Por Luciana Freire

 

Em pronunciamento, em rede nacional Bolsonaro pede fim do ‘confinamento’ e reabertura de comércio e escolas, a avalia que a Covid 19, é apenas uma gripinha.

Durante as declarações do presidente, houve panelaço em todas as regiões do país, inclusive em Salvador

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Foto : Reprodução

Por Juliana Almirante no dia 25 de Março de 2020 ⋅ 06:59

Em pronunciamento em rede nacional de televisão e rádio exibido na noite de ontem (24), o presidente da República, Jair Bolsonaro, pediu a reabertura do comércio e das escolas e o fim do “confinamento em massa”.

A declaração do presidente vai de encontro à recomendação da Organização Mundial de Saúde, que defende que o isolamento social tem sido a ação mais eficaz até o momento para diminuir a transmissão do novo coronavírus.

Medidas como o fechamento de comércio e escolas têm sido utilizadas em todo o mundo. No Brasil, as iniciativas são adotadas por determinação dos governos estaduais e municipais. A Covid-19 já deixou 46 mortos no país e 16.231 no mundo.

Durante o pronunciamento de Bolsonaro, houve panelaço em todas as regiões do país, inclusive em Salvador.

“Algumas poucas autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra arrasada, a proibição de transportes, o fechamento de comércio e o confinamento em massa. O que se passa no mundo tem mostrado que o grupo de risco é o das pessoas acima de 60 anos. Então, por que fechar escolas?”, declarou Bolsonaro.

A medida de fechamento de escolas tem sido adotada como um dos medida de prevenção, a fim de promover isolamento social, já que crianças e jovens são considerados “vetores” de propagação do vírus aos mais velhos. A OMS também já registrou mortes de crianças no mundo.

O presidente também afirmou que o coronavírus “brevemente passará” e afirmou que a vida “tem que continuar”:

“O vírus chegou. Está sendo enfrentado por nós e brevemente passará. Nossa vida tem que continuar. Os empregos devem ser mantidos. O sustento das famílias deve ser preservado. Devemos, sim, voltar à normalidade”, declarou o presidente.

Sem citar nenhum dado que comprove sua declaração, Bolsonaro disse que seriam “raros” os casos de vítimas fatais entre pessoas com menos de 40 anos “sãs”.

“Raros são os casos fatais de pessoas sãs com menos de 40 anos de idade. Noventa por cento de nós não teremos qualquer manifestação caso se contamine. Devemos sim é ter extrema preocupação em não transmitir o vírus para os outros, em especial aos nossos queridos pais e avós”, disse o mandatário.

Diferentemente da fala do presidente, estudo da Escola de Saúde Pública da Universidade Columbia, de Nova York, aponta que os portadores sem sintomas são responsáveis por dois terços das infecções. Conforme publicação dos pesquisadores, os assintomáticos são seis vezes mais numerosos e, mesmo com propensão menor a infectar outros, se tornam o “motor” que move a epidemia.

No pronunciamento, Bolsonaro ainda elogiou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, dizendo que ele está fazendo um “excelente trabalho de esclarecimento e preparação do SUS”.

Imprensa

O presidente também criticou a cobertura da imprensa sobre a crise. Segundo ele, veículos de comunicação teriam espalhado “a sensação de pavor” e potencializaram um cenário de “histeria”, expressão que ele já vinha usando para se referir aos efeitos do vírus.

Bolsonaro disse que a imprensa teria usado o alto número de mortos na Itália para projetar uma situação semelhante no Brasil. No entanto, ele alegou que a comparação não faria sentido, porque o país tem mais idosos e um clima diferente do país.

“Grande parte dos meios de comunicação foram na contramão. Espalharam exatamente a sensação de pavor, tendo como carro chefe o anúncio de um grande número de vítimas na Itália, um país com grande número de idosos e com um clima totalmente diferente do nosso. Um cenário perfeito, potencializado pela mídia, para que uma verdadeira histeria se espalhe-se pelo nosso país.

Apesar da declaração do presidente, não há evidências de que um clima mais quente possa impedir a propagação do novo coronavírus. Análise inicial de cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos EUA, aponta que temperaturas mais altas podem tornar esse vírus menos eficaz, mas isso não significa que não há transmissão

Bolsonaro ainda ironizou, indiretamente, o médico Drauzio Varella e a TV Globo, ao se referir ao coronavírus de “gripezinha” ou “resfriadinho”, ao mencionar a um termo utilizado em um vídeo gravado em janeiro de 2020 pelo médico.

No domingo, o Portal Drauzio Varella alertou que o vídeo, que foi gravado quando o coronavírus ainda não havia chegado ao Brasil, foi compartilhado pelo ministro do Meio ambiente, Ricardo Salles, como se fosse atual.

“No meu caso particular, pelo meu histórico de atleta, caso fosse contaminado pelo vírus, não precisaria me preocupar, nada sentiria ou seria, quando muito, acometido de uma gripezinha ou resfriadinho, como bem disse aquele conhecido médico daquela conhecida televisão”, disse o presidente.

Depois de o Twitter retirar do ar o post do ministro por “violar as políticas da empresa, além de uma alta repercussão negativa”, Salles fez um pedido de desculpas.

Este foi o terceiro pronunciamento sobre o tema realizado pelo presidente em um intervalo de menos de 20 dias. No primeiro pronunciamento sobre o tema, do dia 6 de março, Bolsonaro afirmou que não havia motivo para “pânico” e que o momento era de união.

Depois disso, a segunda fala sobre o tema foi realizada no dia 12 de março. O presidente recomendou o adiamento de manifestações que estavam marcadas para o domingo seguinte, por conta da recomendação para evitar aglomerações. No entanto, o próprio Bolsonaro descumpriu recomendação médica para ficar em isolamento,já que tinha chegado de viagem aos EUA, e acabou participando dos protestos.