A Gente diz

8ª Reunião do Grupo de Trabalho e Acompanhamento  do GTA e PDDU/PDAP, acontece em 18 de fevereiro.

A Coordenação  do GTA  – Grupo de Trabalho e Acompanhamento, das discursões e produção do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) e do Plano Urbanístico do Distrito Aeroportuário (PDAP), lança edital e convoca segmentos que já se encontram envolvido no projeto para participarem da 8ª reunião, que acontecerá em 18 de fevereiro de 2020, no Auditório do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia – (IFBA) –  Campi de  Vitória da Conquista. Localizado  Avenida Sérgio Vieira Melo, nº 3150, Bairro Zabelê, Zona Oeste da Cidade. O evento está programado para iniciar as  8:30h, com termino  às 13hs.

Na plenária serão apresentados os Planos de Trabalho e de Mobilização, como também os estudos e relatórios:

PMVC-PDDU-GER-008-R0 Tomo I – Relatório da 5ª Reunião de Diagnóstico
PMVC-PDDU-RT-008-R0 Tomo II – Versão Preliminar do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU)
PMVC-PDAP-RT-008-R0 Tomo III – Versão Preliminar do Plano Urbanístico do Distrito Aeroportuário (PDAP)

 

 

https://www.pmvc.ba.gov.br/pddu/

Prefeitura reduz taxas de segunda via dos bilhetes eletrônicos, do Sistema de Transporte Coletivo Urbano de Conquista.

A partir de agora, a população de Vitória da Conquista pagará um valor menor para emissão de segunda via dos bilhetes eletrônicos do Sistema de Transporte Coletivo Urbano. Por meio do Decreto nº 20.2115, de 6 de fevereiro de 2020, o prefeito Herzem Gusmão aprovou a medida que reduz esses valores para todas as categorias de usuários.

A primeira via do bilhete eletrônico é sempre gratuita. Para emitir a segunda, terceira ou mesmo a quarta via, é preciso pagar diferentes taxas. Com a mudança, elas foram reduzidas para todos os grupos. Ou seja, se beneficiam com a medida os usuários de vale-transporte, de passagem escolar, de Bem Simples, carteiros, conselheiros penais, policiais militares, idosos, pessoas com deficiência, agentes de transporte e agentes penitenciários.

Com a novidade, um usuário de vale-transporte, por exemplo, que antes pagava R$ 19,00 por um segundo cartão, agora pagará R$11,90. A um idoso que necessitar de uma terceira via, será cobrada uma taxa de R$ 15,20; antes, a cobrança seria de R$ 38,00. Já um estudante, que também precisaria desembolsar R$ 38,00 por uma quarta via do seu bilhete, agora será onerado em apenas R$ 16,00.

Veja como ficaram todos valores reduzidos com o decreto:

Memorial Câmara lança a exposição “Conquista Republicana” na próxima quinta-feira,13

 

 

Na próxima quinta-feira (13), às 7 e meia da noite, o Memorial Câmara lançará sua mais nova exposição: “Conquista Republicana”, que enfatizará importantes fatos que aconteceram ao longo da história de Vitória da Conquista, bem como da Bahia e do Brasil, que desembocaram na autonomia da cidade a partir da Proclamação da República em 1889.

Na oportunidade, a Câmara de Vitória da Conquista prestará sua homenagem à memória de Joaquim Correia de Melo, presidente do Conselho Municipal, na época da Proclamação da República. Outras personalidades históricas da cidade também serão homenageadas no evento.

A Casa do Povo convida a todos para prestigiarem o lançamento da exposição Conquista Republicana. Mais uma grande oportunidade para reviver a história do município e a valorização do passado é um compromisso da Câmara de Vitória da Conquista.

O Memorial Câmara fica na Rua Zeferino Correia, S/N, Centro, no antigo prédio do parlamento conquistense.

Colégio Militar será instalado em Brumado

Brumado ganha mais um Colégio Militar por meio da parceria entre Administração Municipal e PM-BA

Foto – Divulgação

O prefeito Eduardo Vasconcelos, acompanhado da secretária municipal de Educação, professora Edneia Ataíde e do comandante da 34ª CIPM, Major Mário Cabral, esteve em Salvador no Comando Geral da Polícia Militar da Bahia para assinar mais um Termo de Acordo de Cooperação Técnica entre a Administração “Educar para Libertar” e a referida instituição centenária. A experiência exitosa e pioneira que já apresentou ótimos resultados no processo pedagógico na Escola Idalina Azevedo agora será acompanhada de mais uma instituição funcionando no regime cívico-militar, que será a ETI Oscarlina de Oliveira Silva, que fica localizada no Bairro Dr. Juracy. “O modelo cívico-militar vem apresentando resultados que superam as melhores expectativas, então, Brumado está mais uma vez de parabéns” destacou o prefeito Eduardo Vasconcelos que ainda observou que “é mais um prêmio pela nossa obstinação em eleger a Educação como a prioridade das prioridades, pois somente através dela teremos a Brumado que tanto sonhamos”.

O falso capitão que comandava a milícia: entenda quem foi Adriano da Nóbrega

Apontado como chefe do Escritório do Crime, ele foi morto no domingo pela polícia baiana

Adriano Magalhães da Nóbrega entrou na Polícia Militar do Rio de Janeiro em 1996. Fez cursos de segurança vip, virou atirador de elite e chegou a integrar uma das mais prestigiadas unidades policiais daquele estado – o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Mas, em algum momento, os caminhos do ex-policial se inverteram.

Nóbrega passou a ser apontado como o chefe de uma das maiores milícias cariocas – o Escritório do Crime, fundado na comunidade do Rio das Pedras, na Zona Oeste da cidade. Em seu currículo, há ligações com políticos e autoridades fluminenses, a exemplo do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). No rastro da milícia comandada por ele, ainda pesam as suspeitas de envolvimento com o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista Anderson Gomes, em março de 2018.

É possível dizer que foi devido a esse histórico que a notícia de sua morte reverberou tanto nos últimos dias. Nóbrega foi morto, aos 43 anos, no domingo (9), em uma fazenda na zona rural de Esplanada, município no Litoral Norte da Bahia. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), ele estava escondido na cidade e teria resistido à operação montada para prendê-lo.

No ano passado, o nome de Adriano da Nóbrega foi parar entre os alvos da Operação Intocáveis, cuja primeira fase foi deflagrada em janeiro do ano passado, no Rio de Janeiro, A segunda fase aconteceu mais de um ano depois, no dia 30 de janeiro de 2020, e chegou a prender 33 pessoas.

Desde a primeira, porém, é considerado foragido. Sua defesa chegou a impetrar um habeas corpus, mas o pedido foi negado por unanimidade pelos desembargadores da Quarta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

Nóbrega era tido como um dos chefes do Escritório do Crime, mas não apenas isso.

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ), ele era parte de uma “perigosa organização criminosa, composta por indivíduos que praticam diversos delitos nas comunidades de Rio das Pedras, Muzema e adjacências, incluindo crimes dolosos contra a vida”. 

Conhecido entre os milicianos como Capitão Adriano ou Gordinho, ele nunca chegou a ser capitão, de acordo com a assessoria da Secretaria de Estado de Polícia Militar do Rio de Janeiro. Nóbrega serviu no Bope entre 2000 e 2002 como tenente. Quando foi demitido da corporação, em 2014, durante uma operação contra milícias no estado, ainda era tenente.

“Patrãozão”
A autoridade de Adriano da Nóbrega, assim como de outros dois suspeitos (Maurício Silva da Costa e Ronald Paulo Alves Pereira), era considerada tão forte no grupo que, de acordo com o MP-RJ, era “certo que nenhuma ação é realizada sem o comando ou autorização dos mesmos”.

Em conversas interceptadas pelo MP-RJ, outros supostos comparsas referem-se ele como “patrãozão”. Assim como teria vindo fazer na Bahia – de acordo com o secretário da segurança pública baiana, Maurício Barbosa, Nóbrega andava lavando dinheiro com compra de gado e terrenos por aqui –, o miliciano já tinha relação com o controle de imóveis e terras no Rio.

Ele seria responsável por coordenar e controlar “empreitadas criminosas” no ramo imobiliário com a venda e locação ilegal de imóveis, grilagem de terras, extorsão de moradores, ocultação de bens adquiridos no crime, falsificação de documentos públicos, propina, agiotagem e ligações clandestinas de água e energia.

Na denúncia do Ministério Público, há pelo menos cinco imóveis listados como os endereços residenciais de Adriano da Nóbrega – todos no Rio de Janeiro. Com Ronald, Maurício e Manoel, era uma espécie de “sócio investidor”, nas palavras do MP-RJ.

Só que, ao mesmo tempo, Nóbrega era considerado extremamente cuidadoso. Evitava falar ao celular – ou mesmo qualquer tipo de exposição. Preferia usar sempre conexões Wi-fi do que chips de operadoras, trocados com frequência. Ao mesmo tempo, delegava aos subordinados o gerenciamento dos negócios relacionados às atividades criminosas.

Na polícia
O envolvimento com as milícias teria começado quando ainda estava no Bope. Em entrevista aos jornalistas Flávio Costa e Sérgio Ramalho, do UOL, em abril do ano passado, um oficial da Polícia Militar do Rio revelou que todos os colegas sabiam da ligação de Nóbrega com a “contravenção”.

“No fundo, a gente tinha medo dele. O cara parecia um psicopata. Diziam que ele gostava de matar com faca, mas nunca o vi matar ninguém”, afirmou o oficial, na ocasião, sem se identificar.

Ainda na polícia, Nóbrega foi preso em três momentos. Em 2005, foi condenado a 19 anos de prisão pela morte do guardador de carros Leandro dos Santos Silva, 24 anos. O ex-policial, que estava preso preventivamente desde 2006, foi solto em 2006 e absolvido na segunda instância em 2007.

A outra prisão foi em 2008. Na época, foi acusado de tentar matar o pecuarista Rogério Mesquisa. Foi solto um mês depois. Devido a esse mesmo caso, foi novamente preso em 2011. No entanto, no ano seguinte, a Justiça entendeu que as provas apresentadas não serviram para confirmar a acusação.

Flávio Bolsonaro
Adriano da Nóbrega é citado na mesma investigação sobre uma suposta “rachadinha” no gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro (sem partido), hoje senador. De acordo com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ), a suspeita é de que as contas de Adriano foram usadas para transferir dinheiro a Fabrício Queiroz, então assessor de Flávio.

Pelo menos duas pessoas ligadas a Adriano foram empregadas no gabinete de Flávio – as duas teriam sido contratadas através de Queiroz. Foram justamente a ex-mulher de Nóbrega, Danielle Mendonça da Costa da Nóbrega (2007 a 2018), e a mãe do miliciano, Raimunda Veras Magalhães (2016 a 2018).

A relação com Flávio, porém, começou antes disso. Em dois momentos, quando ainda era deputado estadual, Flávio prestou homenagens a Adriano, que ainda estava na PM. A primeira homenagem foi ainda em 2003 – uma moção de louvor e congratulações ao então 1º tenente da Polícia Militar do Rio Adriano Magalhães da Nóbrega, “pelos inúmeros serviços prestados à sociedade”.

Na época, Nóbrega era lotado no 16º Batalhão da PM do Rio e atuava como comandante da Guarnição de Patrulhamento Tático-Móvel-Patamo. Em 2005, ele foi novamente condecorado. Naquele ano, recebeu a medalha Tiradentes, a honraria mais alta concedida pela Alerj.

Caso Marielle 
Inicialmente, a própria SSP-BA divulgou que Nóbrega era ligado ao Caso Marielle. No entanto, isso foi questionado por figuras da política carioca. Foi o caso do deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ), que era amigo de Marielle e presidu a CPI das Milícias na Alerj, em 2008.

“Adriano deveria ser investigado pela relação com os Bolsonaro. A ex-mulher e a mãe do miliciano eram assessoras do @FlavioBolsonaro  e estavam no esquema da rachadinha. Flávio deu medalha ao Adriano e Jair o elogiou no Congresso quando ele estava preso”, publicou o deputado federal, em sua conta no Twitter.

O PSOL, partido ao qual Marielle também era filiada, divulgou uma nota que vai no mesmo sentido.

“Na manhã deste domingo ficamos sabendo pela imprensa que Adriano da Nóbrega, miliciano ligado a Flávio Bolsonaro e um dos chefes da milícia conhecida como Escritório do Crime, foi morto pela polícia na Bahia. Adriano estava foragido e a milícia da qual fazia parte era suspeita de envolvimento no assassinato de nossa companheira Marielle Franco e Anderson Gomes”, escreveram.

O partido ainda afirmou que sua executiva nacional exige esclarecimentos sobre as circunstâncias da morte de Nóbrega e que vai solicitar uma audiência com a SSP-BA para obter maiores informações. Para a executiva nacional do PSOL, Adriano da Nóbrega era “peça chave para revelar diversos crimes, incluindo aqueles envolvendo Queiroz e Flávio Bolsonaro”.

De acordo com a polícia, Nóbrega não tinha ligação direta com o assassinato da vereadora e do motorista. Um dos suspeitos de matá-la, porém, o policial militar reformado Ronnie Lessa, é que também seria integrante do Escritório do Crime.

Queima de arquivo
O advogado Paulo Emílio Catta Preta, que representou Adriano da Nóbrega nos últimos meses, foi procurado pelo CORREIO, mas não respondeu aos pedidos de entrevista.

Ao G1, no domingo, porém, o advogado contou que, na última conversa que tiveram, Nóbrega falou que temia ser morto pela polícia.

“Ele falou em queima de arquivo: ‘Temo por ser uma queima de arquivo’. Mas eu não perguntei nem quem teria interesse nessa queima de arquivo nem quais eram as informações que ele eventualmente teria”, afirmou.

A Corregedoria da Polícia Civil do Rio de Janeiro deve investigar se ele foi executado ou se houve mesmo uma troca de tiros. Além dos policiais baianos, dois agentes de inteligência cariocas participaram da operação em Esplanada.

Ao CORREIO, a assessoria da SSP-BA limitou-se a dizer que “a polícia baiana agiu dentro da lei e com profissionalismo. Reagiu aos tiros deflagrados pelo miliciano”.

Mais tarde, o secretário da Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, divulgou um vídeo e uma nota defendendo os policiais envolvidos.

“Estávamos diante de uma pessoa de alta periculosidade, envolvidos em diversos crimes e com treinamento de tiro, pois chegou a ser um policial de operações especiais. Óbvio que queríamos efetuar a prisão, mas jamais iríamos permitir que um dos nossos ficasse ferido ou saísse morto do confronto”, disse o secretário.

Segundo Barbosa, as equipes agiram da melhor forma possível no texto. “Temos que reconhecer a coragem e técnica dos policiais militares baianos destacados nessa missão”, afirmou. “Não há nenhum interesse por parte da Secretaria de Segurança, da Polícia Militar, de esconder qualquer crime cometido por Adriano, pela sua quadrilha, envolvimento dele com qualquer tipo de crime”, completou.

Como acontece em todos os confrontos com morte, a Corregedoria da polícia é acionada. O inquérito deve ser divulgado assim que for concluído.

‘Labirinto de dúvidas’
A Anistia Internacional, uma das entidades que acompanham as investigações sobre a morte de Marielle e Anderson, se posicionou sobre o caso. Em nota pública divulgada ainda no domingo (9), a Anistia reforçou que tem exigido “transparência” das autoridades, ao longo dos quase dois anos de investigação.

Para a ONG internacional, a transparência é fundamental para que confiar nos esforços para elucidar as mortes.

“As informações que circulam hoje (ontem), assim como os intensos vazamentos ocorridos especialmente a partir de outubro do ano passado, apenas enviam um recado: de que as autoridades estão presas num labirinto de dúvidas, e não conseguem sair”, informou a Anistia.

A entidade ainda defendeu que a necessidade de sigilo não pode ser confundida com falta de transparência. “Os acontecimentos relacionados às investigações suscitam mais perguntas do que respostas, o que é muito grave. Já são quase dois anos que o mundo inteiro olha atentamente para o Brasil, esperando por respostas consistentes”, completam. Fonte .correio24horas.com.br/

 

Cenário de fuga e morte de miliciano traz questões sobre apoios e ação policial, diz jornal

Apesar de a rota de fuga indicar que Adriano recebeu ajuda, os donos dos imóveis rurais negam vínculo com ele

O esconderijo do ex-capitão do Bope do Rio Adriano Magalhães da Nóbrega, na cidade de Esplanada (BA), expõe uma série de dúvidas sobre a rede que teria ajudado o miliciano e sobre a própria versão oficial da morte dele, de acordo com reportagem da Folha.

Ele estava inicialmente abrigado em uma fazenda que abriga um parque de vaquejada e depois fugiu em um carro, por 8 km, até um sítio.

Apesar de a rota de fuga indicar que Adriano recebeu ajuda, os donos dos imóveis, o pecuarista Leandro Abreu Guimarães e o vereador do PSL Gilsinho de Dedé, negam vínculo com ele.

O secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa, informou que um inquérito da Corregedoria da Polícia Militar vau apurar as circunstâncias da morte do miliciano.

Ontem (10) moradores da região relataram à reportagem que a ação foi rápida, com barulho de tiros por pouco tempo. Foi encontrado pela Folha apenas uma marca de bala dentro da casa, em uma janela de madeira.

Leandro Abreu Guimarães, dono da fazenda onde o miliciano estava, também foi preso durante a operação sob acusação de porte ilegal de armas. Em depoimento, ele confirmou que Adriano usou sua propriedade como seu penúltimo esconderijo. Leandro conta que o ex-capitão chegou à região de Esplanada no final do ano de 2019, dizendo buscava fazendas para comprar.

Leandro e Adriano já eram conhecidos do circuito de vaquejadas, segundo a versão do pecuarista. O pecuarista disse à polícia que conhecia Adriano como um criador de cavalos e alegou que não sabia que ele era um foragido da Justiça e envolvido com crimes.

Segundo Leandro, Adriano aparentava nervosismo na véspera de sua morte e, sob ameaças, o ordenou que fosse levado ao sítio do vereador Gilsinho de Dedé, um dos que havia sido alvo do suposto interesse de compra do ex-policial, na noite de sábado (8).

Segundo a reportagem, o cenário da casa no sítio indica certo nível de organização de Adriano ao se dirigir ao local. Na mesa da cozinha da casa, havia uma garrafa térmica com café e pães “relativamente frescos”. Em um dos quartos havia um colchão e o outro servia como um depósito de sal para animais.

Vizinhos do imóvel dizem que não viram nenhuma movimentação estranha no local na noite de sábado e confirmam que a casa do sítio era pouco visitada pelo vereador.

Foto : Divulgação/SSP

Por Metro1

Uesb abre seleção de ações voltadas para a comunidade

 

Atuar diretamente na comunidade, de maneira que o conhecimento produzido na Universidade e suas implicações cheguem a todos. É assim que se desenvolve a Extensão que junto ao Ensino e à Pesquisa formam o tripé da universidade.

Pensando em estruturar a promoção de ações na comunidade, a Uesb divulga o Edital 010/2020, para cadastro de ações extensionistas sem financiamento interno, e os Editais 011/2020 e 012/2020, para a execução de ações extensionistas, com financiamento, contínuas e esporádicas, respectivamente. Analistas e técnicos universitários efetivos, professores e alunos em atividade nos três campi da Uesb podem apresentar propostas em todos os Editais.

Para isso, é necessário verificar as orientações de cada uma das publicações. No caso das propostas que buscam financiamento interno, as inscrições devem ser realizadas entre os dias 27 de janeiro e 28 de fevereiro. Já a inscrição das propostas sem financiamento devem ser realizadas entre 27 de janeiro e 19 de junho, caso sejam ações contínuas, ou de 27 de janeiro a 30 de setembro, para aquelas propostas que contemplem atividades pontuais.

Todas as propostas serão analisadas de acordo com os critérios previstos nos Editais, que consideram a relevância acadêmica e social, a interdisciplinaridade e a viabilidade. Desde o último ano, as inscrições acontecem no Sistema de Gerenciamento de Extensão (SigExt), lançado pela Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (Proex).

Em caso de dúvidas, entre em contato com a Proex pelo telefone (77) 3424-8603.

por Ascom – 22.01.2020

ACADEMIA DO PAPO  – PESQUISADOR AMERICANO DENUNCIA OPERAÇÃO LAVA A JATO

       “O BRASIL NÃO É PARA AMADORES”.

Paulo Pires

Pesquisador americano Mark Weisbrot denunciou  com  dados concretos (provas irrefutáveis)  como a Operação Lava a Jato se relacionou com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos para fazer LAWFARE (uso de instrumentos legais com fins políticos) contra Lula e contra o Partido dos Trabalhadores.

A denúncia vinda de um pesquisador dos Estados Unidos confirma todas as acusações e todas as ligações do ex-juiz Sergio Moro com Procuradores Corruptos (gravados pelo The Intercept). Convém lembrar que os Procuradores são aqueles que queriam se apossar de Dois bilhões e 600 milhões de reais da Petrobrás, para fundar um Partido Anti-Corrupção (tudo em conluio com o renomado advogado Modesto Carvalhosa).   Vejam a que ponto chegamos. Esse episódio foi denunciado ao final do ano passado no Plenário do S.T.F pelo ministro Gilmar Mendes, sendo citados nominalmente os senhores Deltan Dallagnol e  o advogado Carvalhosa. Eles (procurador e advogado) sabedores que a informação não era falsa, não tiveram como contestar a veracidade da denúncia do ministro  e fizeram, de forma matreira,  ouvidos de mercador.

O curso de Direito da prestigiosa e prestigiada Universidade Harvard se debruçou sobre os acontecimentos no Brasil e concluiu que em nosso País foi instituído  um “programa de caça às bruxas” e o “esquema” tinha (tem) como mentores intelectuais burocratas do departamento de Justiça dos Estados Unidos (especialistas em sabotagens e programas de destruição de governos de esquerda na América Latina).  Os Estados Unidos sempre se negaram que tem um Esquema de Espionagem e Inteligência para sabotar países, especialmente os que vivem sob governos de Esquerda. Essas Agências americanas vivem nos subterrâneos da informação.  Curioso, é que recentemente, a Alemanha e a França descobriram que também eram (são) vítimas de Espionagem feita pelas agências americanas.  A criação da NSA em 1952 foi  idéia de Dwight D. Eisenhower e a missão dessa Agência é espionar todos os Países do Mundo de modo que os Estados Unidos da América tenham sobre os demais, hegemonia total (em termos políticos, econômicos e sociais).

O dado concreto é que todos os petistas vítimas do LAWFARE produzido pelo senhor Sergio Moro (em conluio com procuradores corruptos) estão soltos e a razão é óbvia:  FALTA DE PROVAS. As auditorias feitas por reputadas empresas internacionais (Price e KPMG) concluíram e informam ao senhor Moro (e a Grande Mídia escondeu), NÃO TER ENCONTRADO nenhuma ação ou vestígio de ação dolosa ou culposa do senhor Luís Inácio Lula da Silva dentro da Petrobrás.  Há 15 dias, empresa de auditoria dos Estados Unidos enviou para o Governo do senhor Bolsonaro Parecer dos Auditores  confirmando que todas os Exames feitos no B.N.D.E.S. concluíram que o PT e/ou o senhor Lula da Silva não tiveram a menor influência nas decisões e operações do nosso Grande Banco de Desenvolvimento. Essa informação prestada pela Auditoria americana frustrou os delírios de Bolsonaro que, em campanha, mentia para o Povo Brasileiro dizendo que o Brasil estava quebrado porque Lula e Dilma haviam tirado o dinheiro do BNDES para dar a Cuba e a Venezuela. COISA DE GENTE SEM ESCRÚPULO.

O ministro Sergio Moro (escolhido ministro por Bolsonaro como paga por ter tirado Lula do pleito de 2018), fez uma relação dos bandidos mais procurados do Brasil. Curioso é esse ministro não ter incluído os Milicianos Bandidos amigos de Bolsonaro….  Tudo isso nos leva a concluir que Tom Jobim estava certo: “O BRASIL NÃO É PARA AMADORES”…. Até a próxima e vamos ver como a Quadrilha Bolsonaro vai se comportar para explicar a morte de um dos acusados de matar Mariele Franco. Vem coisa por aí…. Aquele abraço e aos mentirosos enviamos um pedido: “parem de mentir”. Por último, lembro que o Papa Francisco vai receber Lula essa semana. O Papa sabe o que realmente ocorreu no Brasil O Papa sabe das coisas.  É isso aí….

Inscrições para o Fies terminam na quarta-feira

As inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) terminam na próxima quarta-feira (12). Para se candidatar, os estudantes devem acessar a conta única do governo federal, por meio do portal.

A medida faz parte do plano de transformação digital do governo. O objetivo é simplificar a vida do cidadão, com um login, que é o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF), e uma senha para todos os serviços da administração pública.

O candidato também pode acessar o portal do Fies, onde será redirecionado para o site do governo federal e, após o login ou a criação da senha, voltará para o site do programa de financiamento estudantil.

Neste semestre, o programa vai ofertar 70 mil vagas em instituições privadas de ensino superior. O resultado sai no dia 26 de fevereiro.

O programa está dividido em duas modalidades: o Fies a juros zero para quem tem renda familiar de até três salários mínimos por pessoa e o Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies) para aqueles com renda familiar per capita de até cinco salários mínimos.

Mudanças

Em dezembro de 2019, o comitê gestor do Fies realizou algumas mudanças no programa. O Ministério da Educação (MEC) destaca, entretanto, que elas só valerão a partir do segundo semestre deste ano.

Uma das mudanças é a possibilidade de cobrança judicial dos contratos firmados até o segundo semestre de 2017 com dívida mínima de R$ 10 mil. O ajuizamento deverá ser feito após 360 dias de inadimplência na fase de amortização, ou seja, do pagamento em parcelas dos débitos.

Hoje a cobrança de quaisquer valores é feita no âmbito administrativo. Pela resolução aprovada pelo comitê, só continua a se enquadrar nesse campo quem dever menos de R$ 10 mil. O devedor e os fiadores poderão ser acionados.

Para o P-Fies, o comitê definiu independência em relação ao Fies, para “dinamizar a concessão do financiamento nessa modalidade”. Não haverá exigência do Enem como pré-requisito (hoje, é idêntico ao do Fies) e nem será imposto limite máximo de renda (atualmente, é para alunos com renda per capita mensal familiar de até cinco salários mínimos). Também será possível contratar o P-Fies durante todo o ano.

As mudanças também atingiram o uso da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como forma de ingresso ao Fies. Hoje é preciso ter nota média mínima de 450 pontos e apenas não zerar a redação para pleitear o financiamento. O comitê estabeleceu uma nota de corte também para a parte discursiva, 400 pontos, que está abaixo da nota média nacional, de 522,8. Essas mudanças valem a partir de 2021.

A nota do Enem também servirá para limitar transferências de cursos em instituições de ensino superior para alunos que possuem financiamento do Fies. Será necessário ter obtido, no Enem, resultado igual ou superior à nota de corte do curso de destino desejado. “Mais uma vez, a meritocracia como base para formar profissionais ainda mais qualificados, mantendo políticas públicas de inclusão como o próprio Fies”, informou o MEC.

O comitê ainda aprovou o plano trienal 2020 a 2022 para o Fies. Nele, as vagas poderão cair de 100 mil em 2020 para 54 mil em 2021 e 2022, caso não haja alteração nos parâmetros econômicos atuais. Mas esses valores serão revistos a cada ano, podendo voltar a 100 mil vagas caso haja alteração nessas variáveis ou aportes do MEC.

Faroeste: Ameaças dirigidas por investigados a delatores e testemunhas pode deflagrar leva de prisões preventivas


Faroeste: Ameaças dirigidas por investigados a delatores e testemunhas pode deflagrar leva de prisões preventivas

 

Em Brasília, o comentário é de que já está no prelo uma leva de pedidos de prisão preventiva no âmbito da Faroeste, operação que investiga esquema de grilagem em terras do Oeste baiano por meio de venda de sentenças judiciais. A medida foi proposta para conter as ameaças que estariam sendo dirigidas pela quadrilha contra possíveis delatores e testemunhas.Fonte Politica Livre

Ministério da Justiça sabia de operação com morte de miliciano na Bahia, diz coluna

 

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O Ministério da Justiça sabia da operação que pretendia capturar o ex-capitão da PM e miliciano Adriano da Nóbrega, mas culminou na morte dele, nesse domingo (9). A ação foi deflagrada no município de Esplanada, na Bahia, pela PM estadual.

 

Segundo o blog Painel, da Folha de S. Paulo, o ministério tentou envolver a Polícia Federal (PF) com a ação, mas não seguiu com os procedimentos exigidos. Dias antes, uma das secretarias da pasta chefiada pelo ministro Sergio Moro sondou a possibilidade de apoio de um helicóptero e alguns efetivos da PF, a pedido da polícia do Rio, que colaborou com a PM baiana. No entanto, a PF pediu que a solicitação fosse formalizada e isso não aconteceu.

 

A publicação explica que operações sensíveis, como foi o caso desta, são tratadas pelos canais de inteligência entre os órgãos, sem informações sobre o alvo.

Rui visita o município de Cordeiros, e aprecia a reforma do Estádio Municipal e entrega ambulâncias.

No município de Cordeiros, no sudoeste da Bahia, o governador Rui Costa entregou, neste sábado (8), as obras de requalificação do Estádio Municipal Antônio Salomão Filho. Nova arquibancada e novos vestiário e alambrado foram inaugurados, melhorando a infraestrutura do equipamento esportivo.

“Estamos também anunciando obras de infraestrutura hídrica, falando dos investimentos aqui da região, como o hospital de oncologia na cidade vizinha de Caetité, e evidentemente conversamos com a população sobre outras demandas. Nós estamos com um cronograma para completar até o final do mandato”, destacou Rui.

Investimento de R$ 49.988.553 feito através da Secretaria de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre). Rui também realizou a entrega de duas ambulâncias, uma simples e outra tipo van, para o município e de 40 barracas de comercialização para trabalhadores da feira livre municipal, além de reforçar o compromisso com as demandas da região.

Ao final da agenda, o governador visitou as instalações do Colégio Estadual José Moreira Cordeiro, onde realizou uma reunião com alunos e professores para discutir as necessidades de melhorias na infraestrutura da unidade escolar.

Repórter: Lina Magalí