A Gente diz

Exposição contínua à tela de computadores, celulares e tablets pode afetar crianças e jovens

 Foto: Ilustração

 

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) alerta que a exposição às telas de computadores, celulares e tablets por crianças e adolescentes pode afetar o sono, a atenção, o aprendizado, o sistema hormonal (com risco de obesidade), a regulação do humor (com risco de depressão e ansiedade), o sistema osteoarticular, a audição, a visão. Também há riscos de exposição a grupos de comportamentos de risco e a contatos desconhecidos, com possibilidade de acesso a comportamentos de autoagressão, tentativas de suicídio e crimes de pedofilia e pornografia. A recomendação de exposição a mídias para crianças menores de dois anos é tempo zero, pois as evidências das pesquisas mostram que as interações sociais com os cuidadores são muito mais eficazes e estimulantes para o desenvolvimento da linguagem, da inteligência, da interação social e das habilidades motoras. Também proporcionam momentos de aprendizagem global, capacidade de resolução de problemas e habilidade de controle emocional, tornando a criança um adulto mais saudável e resiliente. Para crianças de 2 a 5 anos de idade, a recomendação é de 1 hora por dia de permanência, ao todo, à frente de televisões, celulares, tablets e videogames. Acima dessa idade é recomendável o tempo de até 2 horas. O acesso deve ser monitorado e permitido apenas ao que é liberado para cada idade, respeitando-se a classificação indicativa, além de evitar conteúdos de violência, sexual e de comportamentos inadequados. A SBP recomenda que as escolas e as famílias possam atuar em conjunto com as equipes de saúde no sentido de monitorar rigorosamente o tempo de exposição à tela em casa e na escola, de forma que a soma não ultrapasse o limite recomendado. Recomenda-se também programar os dispositivos para acesso apenas a conteúdo de alta qualidade com eficácia de aprendizagem demonstrada, discutido em equipe no planejamento pedagógico.

Iphan deseja declarar forró como patrimônio imaterial

 

Foto: Reprodução / São João na Bahia

O forró pode ser declarado como patrimônio imaterial do Brasil até meados de 2020. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) iniciou pesquisa nos nove estados do Nordeste, mais o Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo para identificar a forma de expressão que além de gêneros musicais diz respeito a festas e interações sociais ao som da sanfona, zabumba e do triângulo.

A iniciativa foi bem acolhida entre os músicos como o maestro Marcos Farias, filho da cantora Marinês (1935-2007) e afilhado de Luiz Gonzaga (1912-1989), o Rei do Baião. Segundo ele, muitos grupos e artistas que se denominam “de forró” fazem adaptações de cumbia e zouk (de países hispânicos sul-americanos e caribenhos), segundo a Agência Brasil.

“Tiraram o nosso nome. A gente foi usurpado do título e jogado para essas músicas de características latinas”, reclama. Conforme Farias, o que ocorre é “apropriação indevida”, e esses grupos fazem “oxente music”, brinca.

De acordo com Hermano Queiroz, diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan, o trabalho de registro do forró permitirá “mapear as vulnerabilidades, os riscos, a necessidade de promoção do bem”. Ele, no entanto, assinala que “o objetivo do registro não é dar autenticidade a uma narrativa”, e ressalta que há várias narrativas em circulação: “o patrimônio cultural é dinâmico”, explica.

Segundo Queiroz, não é preocupação central saber exatamente em que lugar teria surgido o forró. “A raiz não é o grande problema. O que o registro traz é o potencial de diálogo intercultural entre diversas manifestações”, crê. Ele assinala que a pesquisa do Iphan vai “mapear todos olhares e narrativas sobre esse bem imaterial’ e permitir que músicos de diferentes lugares se conheçam e passem a “ter a compreensão de que embora espraiados em todo o território cultural são irmãos”.

 

 

Um em cada cinco brasileiros admite usar o celular enquanto dirige

por Folhapress

Foto: Reprodução / SRzd

Uma pesquisa feita pelo Ministério da Saúde aponta que um em cada cinco brasileiros faz uso do celular enquanto dirige, medida que representa risco para acidentes de trânsito.

Os dados são da nova edição do Vigitel, estudo anual conduzido pela pasta que monitora fatores de risco para doenças e problemas que impactam no sistema de saúde. Foram ouvidas 52.395 pessoas acima de 18 anos que vivem nas capitais.

Ao todo, 19,3% da população destes locais diz usar o celular enquanto dirige. Entre aqueles de 25 a 34 anos, o percentual é ainda maior: 25%.

A pesquisa mostra ainda que pessoas de maior escolaridade -com 12 anos ou mais de estudo- são o grupo que mais assume esse risco, sendo 26,1% do total.

Entre as capitais, Belém tem o maior índice de motoristas que admitem usar o celular enquanto dirigem (24%), seguido de Rio Branco (23,8%) e Cuiabá (23,7%). Já aquelas com menor índice são Salvador (14,1%), Rio de Janeiro (17,1%) e São Paulo (17,2%).

Além do uso de celular, o estudo monitora ainda outros fatores de risco de acidentes de trânsito, problema que hoje representa a segunda mais importante causa de morte por fatores externos no país (ou seja, não ligados a doenças).

O excesso de velocidade é um deles. Ao todo, um em cada dez entrevistados, ou 11%, disse ter recebido multas de trânsito por esse motivo.

Um percentual que é maior entre homens do que entre mulheres (14% contra 7%) e, novamente, entre pessoas de 25 a 34 anos e de maior escolaridade (com cerca de 13% em ambos os casos).

Já entre as capitais, Brasília é aquela com maior índice de motoristas entrevistados que admitem cometer esse tipo de infração: 15,6%.

BEBER E DIRIGIR

Outro fator de risco de acidentes é o consumo de álcool antes de dirigir. Em 2018, 5,3% dos entrevistados informaram já terem conduzido veículos após consumo de bebidas alcoólicas.

Mais uma vez, o percentual foi maior entre pessoas de maior escolaridade (8,6%) e na faixa etária de 25 a 34 anos (7,9%). Também chama a atenção a diferença entre os índices dos homens e das mulheres: entre eles, a proporção dos que admitem beber e dirigir foi de 9,3%; entre elas, foi de 2%.

Em 2017, 35 mil pessoas morreram por acidentes de trânsito e 166 mil foram internadas. Os gastos com internações ficaram em torno de R$ 229 milhões.

Se for verdade, ultrapassou o limite ético, diz Alcolumbre sobre Moro

Foto: Dida Sampaio / Estadão

Davi Alcolumbre

O presidente do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse que se as mensagens divulgadas pelo site The Intercept Brasil forem “verdade”, o ministro Sérgio Moro “ultrapassou o limite ético” ao se relacionar com os procuradores da Operação Lava Jato enquanto era juiz do caso em Curitiba. “Em sendo verdade, são muito graves. Muito graves. Ultrapassou o limite ético. Não era para ter tido conversa naquele nível. Se isso for verdade, terá um impacto grande em relação a procedimentos”, afirmou o senador nesta segunda-feira, 24, em jantar promovido pelo jornal digital Poder360. O Estado participou do encontro como convidado. O senador observou, contudo, que não é possível dizer que o conteúdo das mensagens reveladas pelo site seja verdadeiro. E relatou experiência pessoal. Disse que recentemente foram atribuídas a ele declarações feitas por um perfil fake no Twitter, quando aprendeu que é preciso ter cautela no julgamento. Apesar disso, Alcolumbre afirmou que há dois pesos e duas medidas. “Se fosse um deputado ou um senador (no lugar de Moro), ele já estava cassado, preso e nem precisava provar se tinha hacker ou não”, lamentou. O senador contou que trabalhou pessoalmente para convencer senadores a desistirem de propor uma CPI para investigar Moro. Argumentou que essa não é a agenda de um País que tem “desempregados, pessoas precisando de hospital, médico”. “Convenci várias pessoas a não fazer isso”, admitiu. As mensagens divulgadas pelo The Intercept Brasil indicam atuação conjunta de Moro, enquanto era juiz, com os procuradores da Lava Jato. O site diz que recebeu o material de fonte anônima. A Polícia Federal investiga ataque de hackers aos celulares do atual ministro da Justiça e outros procuradores que atuam na força-tarefa que investiga esquema de corrupção na Petrobras. Os envolvidos dizem que não reconhecem os diálogos e minimizam o que foi divulgado. Durante o jantar, Alcolumbre rebateu críticas do ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, que chamou de “inquisidores” os senadores que questionaram Moro em audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na semana passada. “O general Heleno falou besteira”, disse, complementando que foi Moro quem se ofereceu para ir ao Senado prestar esclarecimentos. Heleno afirmou que “alguns protagonistas desse criminoso projeto de poder (desbaratado pela Lava Jato) e enriquecimento ilícito participaram, com a cara mais lavada do mundo, dessa inquisição ao ministro Sergio Moro”.

Estadão

Juízes federais querem exclusão de Moro de associação de classe.

Foto: Mateus Bonomi/Agif/Folhapress

Sergio Moro

Um grupo de 30 juízes federais protocolaram, nesta segunda, 24, na principal entidade da classe, a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), representação para que seja excluído da entidade o ministro Sérgio Moro, a quem atribuem ‘interação heterodoxa’ com procuradores da Lava Jato. A representação tem como base reportagens do The Intercept Brasil sobre conversas entre o ex-juiz federal e procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato. “São narrados, no corpo das matérias, série de episódios que, caso venham a ser confirmados, são de extrema gravidade”, afirmam. Os juízes afirmam que, ‘segundo os diálogos, o representado aconselha e orienta a acusação, cobra agilidade; refere-se a pessoas delatadas como inimigos, sugerindo que apenas 30% sejam investigados; fornece ‘fonte’ a membro do MPF; sugere a substituição de uma procuradora em determinada audiência, demonstrando preocupação com o desempenho da acusação; antecipa decisão a uma das partes, e desdenha da Defesa’. “Em que pese a controvertida legalidade na forma de obtenção das referidas mensagens, a merecer investigação sob as regras do devido processo legal e as garantias constitucionais, a divulgação por órgão de imprensa está protegida pelo art 5º, inciso XIV, da Constituição da República”, afirmam. “Entendemos, portanto, que a confirmação da prática de tais condutas impede a homenagem ou o título honorífico por parte da AJUFE, sob pena de comprometimento da credibilidade da associação e do próprio Poder Judiciário perante a sociedade”, dizem.

Estadão

TJBA anuncia instalação de Varas Judiciais em Vitória da Conquista

 

2ª Vara da Família e 2ª Vara da Fazenda Pública serão instaladas imediatamente na Comarca de Vitória da Conquista. O anúncio foi feito na manhã desta terça-feira (18) pelo presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, desembargador Gesivaldo Britto, durante reunião requerida pela Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista. Estiveram presentes, entre outros, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Subseção Vitória da Conquista, Ronaldo Soares, o vereador Edivaldo Ferreira Jr. e o prefeito municipal, Herzem Gusmão.

A Conquista foi viabilizada graças a diversos pleitos da OAB Vitória da Conquista e também pelo apoio dos poderes legislativo e executivo do município e outros segmentos da sociedade conquistense. A instalação das novas Varas atende uma luta dos advogados que atuam na região.

Na última quinta-feira, 13, a OAB Vitória da Conquista em conjunto com a Câmara de Vereadores, promoveram uma audiência pública onde representantes do judiciário e da sociedade civil de Vitória da Conquista debateram a criação de três varas da justiça – Família, Fazenda Pública e Execuções Penais – na Comarca.

“A instalação dessas duas varas representa uma conquista muito grande para advocacia e para sociedade”, disse o presidente Ronaldo Soares. O dirigente da OAB agradeceu também o esforço de todos envolvidos “Agradeço o apoio de todas instituições envolvidas nesse pleito.”

Confira as atrações desta noite, (24 de junho) de São João: No Espaço Glauber Rocha

Saiba quem se apresenta no último dia do Arraiá da Conquista.

 

O último dia do Arraiá da Conquista vai ser apaixonante – e pra deixar saudades! O palco do Espaço Glauber Rocha, nesta segunda (24), terá atrações para quem gosta de dançar agarradinho. Depois de muito forró e de celebrar as tradições juninas, o conquistense e os visitantes poderão cantar, com a banda Cacau com Leite, já pensando na festa do ano que vem: “que saudade meu amor, volte logo por favor!”

Confira as atrações desta noite, (24 de junho)  de São João: No Espaço Glauber Rocha

Cacau com Leite – Completando 25 anos de sucesso, a banda Cacau com Leite pode se orgulhar de ter crescido de forma exuberante, dentro de uma filosofia onde prevalece a boa letra, a boa música e muito ritmo. A banda já ultrapassou os limites geográficos e conquistou o Brasil, com apresentações em vários estados e em programas de televisão. Com o seu quinto disco, “É só emoção”, a Cacau com Leite conquistou seu primeiro disco de ouro, ao alcançar a marca de cem mil cópias vendidas. Para os seus seguidores fiéis, a banda baiana é sucesso por onde passa por conta da beleza das suas canções, os arranjos inovadores e as evoluções no palco que sempre surpreendem. Cacau com Leite promete chegar com tudo, com ritmo e emoção, com a garra, a alegria e a competência da genuína e quente música nordestina.

Gaúcho Larry e Banda – Com mais de vinte anos de estrada, Gaúcho Larry e banda já dividiu o palco com grandes nomes da música nacional e rodou o país levando o nome de Vitória da Conquista na bagagem. No Arraiá da Conquista vai apresentar o show do seu disco mais recente, “O melhor do forró”, com grandes sucessos dos festejos juninos.

Robertinha– Ela começou a cantar com 12 anos e atualmente é presença garantida nas melhores festas do interior da Bahia e do Norte de Minas Gerais. Acompanhada por um elenco talentoso de músicos, Robertinha mescla o forró com outros gêneros musicais e coloca o povo pra cantar e dançar. No repertório do Arraiá da Conquista, Robertinha homenageia os grandes nomes da música nordestina, além de levar repertório romântico e dançante para o público conquistense.

Xamêgo Proibido– Desde 2006, Xâmêgo Proibido divulga a cultura nordestina modernizando e inovando em suas músicas, no ritmo do xote, do baião, do xaxado e do arrasta-pé. Por isso, se tornou presença confirmada nas melhores festas juninas da região. Para o Arraiá da Conquista, a banda cantará sucessos consagrados e muitas novidades.

Andrade de Sertânia – Sanfoneiro, cantor, compositor e poeta, Andrade é pernambucano de Sertânia, cidade que leva no nome e no coração. Adotou Vitória da Conquista como sua cidade, onde faz forró de janeiro a dezembro. É defensor da cultura sertaneja e do legado de Gonzagão, sua principal referência.

Na Vila Junina: Gil Souza e Zú do Acordeon.

Os shows têm início às 19 horas e os portões estarão abertos ao público a partir das 18 horas.

O Arraiá da Conquista é uma promoção da Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, em parceria com outras secretarias e com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). Fonte PMVC

Conheça as atrações da segunda noite do Arraiá da Conquista

Em Vitória da Conquista, a sanfona não para e o forró continua no Arraiá da Conquista. Neste sábado (22), a programação do Espaço Glauber Rocha chega ao seu segundo dia com atrações que vão fazer todo mundo arrastar a chinela! Confira:

Rege de Anagé– Desde cedo, Reginaldo Soares já demonstrava, lá em Anagé, inclinação para a música. Hoje, com projeção nacional, o cantor Rege de Anagé possui uma voz que ecoa pelos festejos juninos com um repertório que coloca em evidência os costumes e as belezas da vida no interior do Brasil. No show do Arraiá da Conquista, ele vai fazer o povo dançar, com uma seleção musical cheia de surpresas.

Chega Mais– Influenciados por Luiz Gonzaga, um grupo de jovens amigos se reuniu para criar uma banda de forró, daí nasceu a Chega Mais. Sem romper com o tradicional, o grupo traz a pegada nordestina do forró pé-de-serra para o Arraiá da Conquista. Além de apresentar as famosas canções juninas, eles incluem nomes recentes no repertório, como Targino Gondim, Estakazero e Falamansa, além de canções autorais.

Chris Pimenta – Dedicado ao sertanejo e ao forró universitário, Chris Pimenta foi inspirado pelo pai a entrar para o mundo da música. Já está há mais de 15 anos na carreira artística, se espelhando em grandes nomes da música brasileira e internacional, sem deixar de lado as tradições juninas, pelas quais é apaixonado. Para o São João, preparou um show que mostra a sua versatilidade no palco, com canções que fazem parte da sua história de vida e da sua trajetória musical.

Forró do Karoá– Com os seus instrumentos, o grupo itabunense, criado em 1999, exalta a cultura brasileira, acrescentando novos elementos à música tradicional sem deixar morrer a raiz semeada por Luiz Gonzaga e regada por artistas como Jackson do Pandeiro, Trio Nordestino, Dominguinhos, Elba Ramalho, Zé Ramalho, Flávio José e outros. O repertório também inclui composições próprias.

Erlan – Sanfoneiro, cantor e compositor, Erlan faz parte da nova geração de forrozeiros de Vitória da Conquista. Já está no seu quinto disco, todos dedicado ao ritmo nordestino, e tem uma vasta história em festejos juninos. Nesse ano, o repertório de Erlan é uma homenagem a Luiz Gonzaga e Dominguinhos, as grandes referências da sua carreira.

Na Vila Junina: Canta Brasil, Calor do Norte e Lino do Acordeon.

Os shows têm início às 19 horas e os portões estarão abertos ao público a partir das 18 horas.

O Arraiá da Conquista é uma promoção da Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, em parceria com outras secretarias e com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL).

Campanha do agasalho em Conquista – Participe da Campanha do Agasalho promovida pela Cidade Verde

O inverno começou oficialmente nesta sexta feira (21), e a Campanha do Agasalho 2019 que vem sendo realizada pela Viação Cidade Verde continua aguardando sua doação.

Esta semana a coordenadora da campanha, Ana Clécia reforçou o convite para que toda população possa participar dessa campanha em entrevista ao programa Brasil Noticias da rádio Brasil FM.

Se você quer fazer parte dessa campanha, deixe a sua doação na garagem da Cidade Verde, localizada na Avenida Juracy Magalhães, ou no posto de fiscalização no terminal da Lauro de Freitas. Fonte N; Nildo Freitas

 

Plantio do algodão aumenta e movimenta R$ 4,5 bilhões na Bahia

09 de Junho de 2019 às 08:00  Por: Eliezer Santos  0comentários

A economia da Bahia recebe por ano uma injeção de R$ 4,5 bilhões vinda da produção de algodão – que majoritariamente acontece em cidades do oeste do estado e gera renda diretamente para mais de 30 mil pessoas. Este ano a área de plantio aumentou em 25%, mas os produtores enfrentaram condições climáticas pouco favoráveis.

Ainda assim, a produtividade deve ficar entre 300 e 305 arrobas por hectare, contou Júlio Busato – presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), em entrevista ao BNews durante a 15ª Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, na última semana.

Em cinco dias de programação, a maior vitrine do agronegócio do Norte e Nordeste gerou R$ 1,9 bilhão em volume de negócios. Por lá passaram o governador da Bahia, Rui Costa (PT), e a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, que admitiu preocupação com lançamento do Plano Safra 2019/2020 – principal linha de crédito para trabalhadores do campo.

“Sem isso, ou o produtor vai deixar de plantar ou vai ter que diminuir o seu nível de tecnologia, principalmente na aplicação de fertilizantes. E isso vai representar lá na frente numa menor produção da safra brasileira”, comenta Júlio Busato.

Ele diz que o setor acompanha com expectativa o desenrolar do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) na confiança de ver intervenções na infraestrutura para melhorar a logística no escoamento da produção e abertura de novos mercados.

Os registros de violência no campo, a posse e o porte de armas para agricultores, além do prognóstico de greve dos caminhoneiros foram temas de um panorama apresentado pelo presidente da Abapa. Confira:

 

BNews – Como está a produtividade e expectativa para a safra do algodão?

Júlio Busato – Esse ano nós tivemos um aumento em torno de 25% da área plantada. As condições climáticas não foram às melhores, ali no período de janeiro e fevereiro. Nós não vamos ter a produtividade que tivemos o ano passado, que foi 330 arrobas por hectare. Porém estamos estimando uma produtividade entre 300 e 305 arrobas. Isso é uma excelente produtividade de qualquer forma. Não vai ser nosso melhor anos de produtividade, porém vai ser o melhor ano de produção em função do aumento da área que nós tivemos. Essa produtividade a nível mundial continua sendo a maior de algodão não irrigado do mundo graças ao trabalho que os agricultores têm feito em favor do seu solo, na melhoria dos processos de produção, na melhoria da lavoura. A Bahia tem esse orgulho, que além de ser o segundo maior produtor de algodão do Brasil, de ter o algodão de melhor qualidade do Brasil e segunda melhor do mundo, ainda tem essa produtividade.

BNews – Quanto a produção do algodão representa na economia da Bahia?

Júlio Busato – O algodão vai movimentar 4,5 bilhões de reais este ano na Bahia. O que você tem que olhar é…da economia da Bahia, de onde vem o maior dinheiro? Camaçari. Polo petroquímico – 160, 170 bilhões de reais que vem daí. O Oeste, quando você somar todo o algodão é 4,5 bilhões, mas o resto é 12 bilhões de reais. Nós somos pequenos dentro do todo, agora, nós [do agronegócio] somos a terceira maior em renda da Bahia. Não sei se nós já superamos lá o Sul…não, acho que ainda não, porque tem a celulose lá no sul. O Polo petroquímico foi um negócio instalado pelo governo, se ele fosse instalado aqui, seria aqui. Infelizmente ele não foi, nem teria como né…porque precisa ter o mar e aqui não tem. Agora, isso aqui há 30 anos, essa cidade aqui, era o que? Era um posto de gasolina no meio do deserto. Você olhava para lá tinha cerrado, olhava para lá também…e eu estava aqui.

BNews – Quantas famílias são alcançadas com a economia do algodão?

Júlio Busato – Só no algodão são 30 mil pessoas que estão envolvidas diretamente no processo de produção.

BNews – Quais municípios do Oeste com maior produção de algodão?

Júlio Busato – Na ordem são São Desidério, Barrreiras, Luís Eduardo Magalhães, Formosa do Rio Preto, Riachão das Neves.

BNews – Como vocês receberam o decreto de ampliação da posse e porte de armas a produtores do campo?

Júlio Busato – Eu diria que é uma necessidade. Você imagina se uma pessoa que está na fazenda, próxima à segurança, próximo ao posto policial já não se sente tão seguro, então você imagina se você morasse a 200 quilômetros da cidade. As fazendas estão totalmente desprotegidas e não tem sistema e nem número de pessoas que vai resolver isso. A única forma de resolver isso é o ladrão saber que a pessoa pode estar armada. A única coisa que para o sujeito mal-intencionado armado é o sujeito bem-intencionado armado também. Então é isso que está se buscando: segurança no campo das pessoas que ali vivem porque elas não têm. E não é por um sistema que está errado, é em função da distância que elas se encontram e da logística. É difícil as pessoas da cidade entenderam isso porque elas não vivenciam isso é não estão com essas distâncias. E realmente é difícil de entender.

BNews – Como estão os casos de violência no campo aqui no Oeste?

Júlio Busato – Felizmente diminuiu muito os assaltos às propriedades, onde chegavam vinte pessoas armadas à noite e prendiam todas as pessoas da fazenda, às vezes tinha 150 pessoas na fazenda, eram todas rendidas, eles aterrorizavam essas pessoas para roubar os defensivos agrícolas. Felizmente, em uma operação em parceria com a Aiba [Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia], da Adab [Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia] e a Secretária de Segurança Pública, através da Polícia Militar, nós criamos a operação safra que reduziu isso muito. Mas de qualquer forma os agricultores continuam expostos.

BNews – Desde a assinatura do decreto houve acréscimo no número de pedidos de posse e porte de arma entre agricultores?

Júlio Busato – Esse número não tem ainda. O que a gente sabe é que é uma necessidade.

BNews – Nesses cinco meses de governo, como o senhor está analisando as políticas do Ministério da Agricultura?

Júlio Busato – A ministra Teresa Cristina está fazendo um esforço danado, está trabalhando muito com essa questão do crédito agrícola. Nós sabemos que a nossa necessidade não será completamente atendida em função da conjuntura econômica do país. Nós temos que entender essa questão e procurar outras formas de formar nossas lavouras e é isso que estamos fazendo. Quanto às mudanças, acho que tudo demora algum tempo apesar de que o [ex] ministro Blairo Maggi fez um excelente trabalho no ministério e deixou a casa arrumada, então nós temos a esperança e a certeza de que a ministra vai conseguir fazer um excelente trabalho e vai atender aos anseios dos agricultores.

BNews – Quais são as principais pautas na mesa que atenderiam ao agronegócio hoje? 

Júlio Busato – A primeira coisa que nós precisamos resolver é o problema da infraestrutura, principalmente de logística. Para nós continuarmos crescendo, precisamos conquistar mercados. Para continuar produzindo o que estamos produzindo, precisamos manter os nossos mercados. Outros países estão avançando, estão investindo em logística melhor, em processo de produção, ninguém está parado e nós precisamos avançar e rápido.

BNews – Quando fala sobre infraestrutura, a que se refere?

Júlio Busato – Estou falando de ferrovia, porto, de hidrovia, das próprias rodovias também e de agilização nos processos.

BNews – Há algum temor no setor sobre possível greve dos caminhoneiros este ano?

Júlio Busato – Não. Não porque eu acho que não existe clima para isso e nem um motivo para isso. Na primeira greve que aconteceu a narrativa era aumento no preço do óleo diesel e nós agricultores fomos solidários aos motoristas, e nos sentimos enganados porque no final a história não era essa. Era emplacar uma tabela de frete e um tabelamento que não tem nenhum sentido em uma economia aberta. A população também estava a favor. Hoje eles não têm o apoio da população e também não tem o apoio dos agricultores. Então, se eles fizerem um movimento, estarão sozinhos.

BNews – O governo federal anunciou que ainda há incerteza na liberação do orçamento do Plano Safra 2019/2020. O montante, avaliado parcialmente em R$ 10 bilhões, está contido no crédito suplementar de R$ 248 bilhões que o governo precisa aprovar no Congresso. Qual o tamanho da importância do Plano Safra para vocês agricultores?

Júlio Busato – Muito grande porque os agricultores dependem de crédito para formar sua lavoura, comprar os insumos…Existe uma dependência grande hoje da agricultura e dos agricultores do crédito oficial do governo. Sem isso, ou o produtor vai deixar de plantar ou vai ter que diminuir o seu nível de tecnologia, principalmente na aplicação de fertilizantes. E isso vai representar lá na frente numa menor produção da safra brasileira.

BNews – Como vocês veem o acirramento na relação do presidente Bolsonaro com o Congresso e o poder Judiciário? Há ânimo entre vocês que ele consiga contornar as coisas?

Júlio Busato – Acho que isso com certeza trava o andamento do país. Agora, de quem é a culpa? Ou não tem culpado? É difícil opinar porque quem tem razão? Acho que ninguém tem razão. Eu diria que é com uma tristeza muito grande que a gente fica observando isso porque, afinal, nós precisamos avançar nessas questões que vão destravar o Brasil e fazer com que a vida de todos melhorem. É uma coisa que era desnecessária estar acontecendo. Nós temos a esperança que num período curto de tempo isso seja alinhado e as coisas comecem a andar. Porque ao fim todos queremos ir para o mesmo lugar, ou seja, desenvolvimento, crescimento, poder ter mais investimento na agricultura, mais investimento na indústria para gerar mais emprego, mais rendar e aumentar o consumo.
Fonte Bocão News

Brasil goleia o Peru e garante classificação na Copa América

Seleção Brasileira avança como líder do Grupo A e agora aguarda definição do seu adversário nas quartas de final

Foto : Lucas Figueiredo / CBF

Por Heider Mota no dia 22 de Junho de 2019 ⋅ 17:57

Na tarde de hoje (22), o Brasil venceu com tranquilidade o Peru pelo placar de 5×0, em partida realizada na Arena Corinthians. Os gols do jogo, válido pela 3ª rodada do Grupo A da Copa América 2019, foram marcados por Casemiro, Roberto Firmino, Everton, Daniel Alves e Willian.

O primeiro tempo da Seleção Brasileira foi avassalador. Casemiro abriu o placar aos 11 minutos, Roberto Firmino ampliou aos 18 e Everton fez um belo gol aos 31 minutos da etapa inicial.

No segundo tempo, mais dois gols. Aos 8 minutos da etapa final, Daniel Alves tabelou com Arthur e com Firmino, chutou forte e superou o goleiro Gallese. Aos 44, Willian mandou uma pancada de fora da área e marcou o quinto gol para fechar o placar

A partida entre Brasil e Peru, Arena Corinthians, teve público de 45.067, com 42.317 pagantes. Esse foi o segundo maior público da Copa América 2019.

O Brasil voltará a jogar na quinta-feira (27), às 21h30, na Arena do Grêmio. O adversário ainda não foi definido, mas será ou o 3º colocado do Grupo B ou o 3º colocado do Grupo C.

A primeira noite de festejos no  Arraiá da Conquista,  mais de 10 mil pessoas curtiram a festa.

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No primeiro dia  de  apresentação as quatro ou cinco atrações foi avaliada pelo público como excelente. Tudo funcionando a contento, desde o tempo, o friozinho, as estruturas oferecidos pelo poder público,  e o aconchego e alegria das pessoas presente no evento. Algumas afirmaram que faz tempo que nossa cidade teve uma festa tão expressiva e bela como essa.

A festa é realizada pela Prefeitura de Vitória da Conquista. E conforme a opinião do Gestor Municipal: “o São João movimenta a economia e a Prefeitura cumpre o seu papel. Nessa edição, a novidade é que a festa ganhou mais um dia. Esse ano todos estão comentando que é o melhor pela estrutura e pelas atrações. Estamos aqui alegres e vamos à festa”. Enfatizou  o prefeito Herzem Gusmão.

Segurança e conforto – A tranquilidade e a segurança são a marca desse arraiá fechado, porém gratuito. O público é revistado na entrada do Glauber Rocha por uma equipe de segurança contratada pela Prefeitura e a Polícia Militar está presente com seu efetivo. “Estamos empregando em torno de 40 policiais por dia no Arraiá da Conquista, fora o serviço ordinário que foi reforçado na região, pois sabemos que um evento dessa magnitude atrai muita gente e os pontos de concentração ficam no raio maior”, informou o capitão Daniel da 78º Companhia Independente de Polícia Militar. O Corpo de Bombeiros, o SAMU 192 e a Defesa Civil do município também atuam no espaço.

Polícia Militar garante a segurança da festa

E para garantir o sucesso do Arraiá da Conquista, a Administração Municipal investiu em uma infraestrutura que traz qualidade e conforto para os artistas e para o público. Cerca de 200 funcionários de várias secretarias municipais estiveram envolvidos com a organização dessa terceira edição. A festa conta com barracas de comidas e bebidas típicas, além de banheiros químicos distribuídos pelo espaço.