Ao tomar
posse hoje (1º) à tarde, no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia, para o
segundo mandato, o governador Rui Costa (PT) disse que ao longo dos próximos
quatro anos espera manter o equilíbrio entre investimentos e responsabilidade
fiscal, financeira e orçamentária conseguido na sua primeira gestão como
governador do estado, de 2014 a 2018. “Buscando ser um dos principais estados
em investimento no país, mas não abrindo mão da responsabilidade fiscal,
financeira e orçamentária”. Costa elegeu como prioridade para seu novo governo
o tripé formado por educação, saúde e segurança. Em relação especial à
educação, Rui Costa disse que pretende “virar o jogo”, porque a Bahia “carrega
indicadores que não são bons há muitas décadas”. A mobilização de pais e
professores, a contratação de professores e coordenadores pedagógicos e a
ampliação da educação profissional são algumas ações que ele quer empreender.
Indagado sobre a expectativa em relação ao novo presidente, Jair Bolsonaro,
Costa disse que, “como brasileiro que sou, eu sempre torço pelo Brasil, em
qualquer situação. Então, pelo bem do povo brasileiro, vou torcer para o Brasil
encontrar o seu caminho, para retomar a economia e as coisas darem certo”. O economista
Rui Costa assumiu o primeiro cargo público em 2004, sendo o vereador mais
votado do PT daquele ano, com 8.901 votos. Venceu as eleições para o governo da
Bahia, em 2014, no 1º turno, com 3,5 milhões de votos. Foi reeleito este ano,
tornando-se o chefe do Executivo mais votado da história do estado, com 70% de
votos.
Atenção pais que desejam ver os seus filhos estudando no Colégio Militar – CPM. Estejam atentos para fazer a inscrição, e poder participar do sorteio de vagas. As inscrições poderão ser feitas de 02 a 06 de janeiro de 2019, através da internet no seguinte endereço: www.pm.ba.gov.br/cpm2019. O sorteio ocorrerá no dia 11 de janeiro em Salvador.
O CPM ainda não informou quantas vagas serão disponibilizadas para Vitória da Conquista.
A Comissão Mista de Orçamento (CMO) da Câmara dos Deputados aprovou no último dia 13 de dezembro o bloqueio de recursos para adequação de um trecho rodoviário baiano da BR-116, considerado um dos principais eixos logísticos nacionais. A reforma foi incluída em um anexo da Lei Orgânica Anual (LOA) de 2019 que congelou a verba de R$ 275 milhões que seria destinada para o serviço.
O trecho com verbas paralisadas liga o município baiano de Abaré – divisa com Pernambuco – com Feira de Santana. De acordo com relatório elaborado pelo Comitê de Avaliação das Informações sobre Obras com Indícios de Irregularidades (COI), os danos apontados colocam em risco a vida de motoristas e passageiros pela baixa qualidade do serviço realizado. A via é avaliada pela importância do potencial econômico que desempenha para o estado.
Interrompido, o contrato foi questionado com a ajuda de auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU). A adequação previa e duplicação de vias, implantação de corredores laterais, aumento de capacidade de trânsito no trecho, restauração com melhoramentos e instalação de obras-de-arte especiais na rodovia.
Responsáveis pelo contrato, a Superintendência baiana do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT-BA) e o consórcio contratado, Hap-Planex-Convap, argumentaram ser precoce a decisão do Congresso ao determinar o bloqueio sem analisar a proposta da autarquia, que ofereceu desconto de R$ 61 milhões, ou 20%, do valor total da obra. O deputado federal João Carlos Bacelar (PR) defendeu a continuidade do contrato em pronunciamento na comissão presidida por Mário Negromonte Jr (PP).
Uma vez incluída em anexo específico da LOA, que lista as obras com irregularidades graves, a verba não poderá ser executada enquanto não forem sanados os problemas apontados pelo TCU. Além da rodovia, o relatório também congelou o orçamento de outras 10 obras, entre elas a construção da Ferrovia Transnordestina.
IRREGULARIDADES A análise técnica apresentada aos deputados diz que a adequação do trecho da BR 116 teve pouca ou nenhuma obra iniciada. O projeto básico foi aprovado em novembro de 2017, mas teve execução física de 8,83% até em julho de 2018.
Além do atraso, o TCU alertou que o projeto contempla uma obra com características técnicas e operacionais superiores as da obra encontrada. Em síntese, o relatório revela que o DNIT-BA licitou e está pagando por um objeto, mas está recebendo outro, de qualidade e funcionalidade muito inferior. O consórcio por sua vez, apesar do serviço prestado, recebe os mesmos valores dos cofres públicos por meio do DNIT-BA.
A diferença de qualidade entre o projeto contratado e o executado foi aferida pela pavimentação feita na adequação do trecho e na construção de vias. O relatório aponta que a licitação exigia pavimento com vida útil de 10 anos, o que não foi comprovado no projeto executado.
Houve também elevação da inclinação máxima das rampas de 3% para 6%. O aumento tem impactos sensíveis na capacidade operacional dos veículos de carga. Para os auditores, a existência do desnível na faixa de rolamento aumenta o risco de acidentes e afetam significativamente os transportadores comerciais.
Devido a importância da obra para a economia da região o relatório do COI diz que qualquer resultado que se afaste da entrega esperada é inaceitável. “O país precisa da estrada que foi licitada, e não de qualquer outra solução inferior, seja qual for o pretexto para a mudança. Como o que se está começando a construir é uma solução inferior, que pode muito rapidamente tornar-se um fato consumado, irreversível, pela simples conclusão de trechos de rodovia em condições que não correspondem ao demandado”, diz o texto.
O prefeito de Brumado, no Sertão Produtivo, sudoeste baiano, Eduardo
Vasconcelos (PSB), fez um alerta para o risco de câncer de próstata. Ao site
Achei Sudoeste, o gestor, de 72 anos, revelou que foi diagnosticado
recentemente com um tumor maligno na próstata. Segundo Vasconcelos, o câncer
foi confirmado em exames feitos em Belo Horizonte, Minas Gerais.
Apesar do fato, o prefeito disse que o caso dele não seria grave por não
estar na condição de metástase [quando células cancerígenas se espalham para
outras partes do corpo]. “O meu caso não é metástase. Não quer dizer que eu vá
morrer disso. Posso morrer de raiva muito antes. Para tristeza geral de alguns,
não é metástase”, disse.
Estive visitando o monumento do Cristo de
Mário Cravo no alto da Serra do Periperi no último domingo por volta das 20
horas, embora com receio pela falta de segurança, tanto na subida quanto no
local. Levei minha máquina fotográfica para registrar o colorido das luzes.
Comentei minha ida com alguns amigos que me chamaram de maluco, com muita coragem
de ir lá, principalmente à noite.
Fora o trabalho louvável da Prefeitura
Municipal em parceria com uma empresa para instalação de energia solar, percebi
a presença de pouca gente, a grande maioria de carro com suas famílias e alguns
grupos subindo à pés. Na área, nenhum quiosque aberto para se tomar uma água,
um refrigerante, comer alguma coisa ou mesmo uma cervejinha gelada. É verdade
que tinha um posto policial aberto, mas é notável a falta de estrutura para
visitação.
Na subida do Cruzeiro, a
iluminação é precária (muito escuro), começando a partir daí o medo de assalto.
Se o Cristo é um cartão postal de Vitória da Conquista, como dizem, é lógico
que deveria ser visitado por todos
moradores e, não somente para alguns, que se arriscam indo até lá. Por
que pelo menos nesta data natalina não se colocou transporte público ou privado,
subindo e descendo para o povo conhecer a iluminação?
Desde quando cheguei a Conquista, em 1991, e
trabalhava na Sucursal do Jornal A Tarde, sempre critiquei o abandono a que
estava relegada a obra do artista Mário Cravo, inclusive no governo de Murilo
Mármore, que colocou alguns equipamentos, como refletores, mas, mesmo assim
continuou sendo um local pouco visitado. Aliás, muita gente chegou a ser
assaltada por bandidos.
Quero dizer que não basta iluminar o Cristo.
Esta iniciativa tem que ser acompanhada de uma estrutura de segurança para que
o cartão postal seja visitado pelo povo de um modo geral. Da maneira como está,
a iluminação do Cristo é para ser vista só de longe, daquele tipo “Pavê”. A
imagem foi feita para ser apreciada de perto. Afinal de contas, trata-se de uma
arte.
TELEFÉRICO
Por que não se fazer um projeto de parceria
público privada para a implantação de um teleférico ligando o alto da Serra ao
centro da cidade? Sabemos que não é fácil porque carece de um alto investimento,
e o poder público não dispõe de recursos para montar um equipamento desse
porte, mas não custa nada elaborar um grande projeto e chamar o setor privado
para participar da obra no molde de uma concessão, Não sou economista nem
projetista, mas acredito ser um equipamento viável economicamente e seria uma
grande atração para toda a cidade e visitantes.
Com o teleférico, viriam outros serviços de
bares, restaurantes, parque de diversão para crianças, pequenas trilhas na
Serra e até um museu histórico sobre a cidade. Ali já existe o Cepas (centro de
proteção e acolhimento de animais). Com segurança e todo tipo de apoio
logístico, o monumento não seria visitado somente nos finais de semana, mas
todos os dias com horários determinados, inclusive durante à noite.
Assim como o Cristo, o
mesmo acontece com a Mata do Poço Escuro que fizeram alguns serviços, mas
continua pouco visitada. Muita gente tem medo de ir àquela bela reserva florestal
por falta de segurança. Apesar de ser a terceira maior cidade da Bahia,
Conquista não oferece pontos turísticos interessantes para se mostrar quando
aqui chega uma pessoa de fora, a não ser o centro, algumas avenidas e os
shoppings que são as mesmas coisas em todos os grandes centros.
A Lagoa das Bateias que deveria ser mais um
ponto de atração, está abandonada e invadida pelas sujeiras dos esgotos que
caem na área. Precisa de uma revitalização urgente. O Cristo, o Poço Escuro e a
Lagoa das Bateias, para não se falar em outros locais turísticos que podem ser
montados com boas estruturas, seriam bons atrativos e aumentariam a geração de
renda e emprego para a cidade.
Existem ainda o Campinhos e o Simão, grandes
centros de produção de farinha de mandioca e fabricação de biscoitos. Faltam
incentivos e estrutura para que estes locais se tornem pontos turísticos de
visitação e compras. A Lagoa das Flores, produtora de horticultura e também de
flores como o próprio nome já diz, poderia ser outro roteiro da cidade. Turismo
também é cultura, uma espécie em extinção, que só serve de decoração nas mesas
dos governantes.
Camata foi governador do Espírito Santo entre 1982 e 1986,
exerceu três mandatos como senador, de 1987 até 2011. Ele ainda foi vereador de
Vitória, deputado estadual e deputado federal.
Secretário Nylton Rodrigues explica como ex-governador foi
morto
G1 ES
Secretário Nylton Rodrigues explica como ex-governador foi
morto
Depois de ser baleado, Camata ficou caído na calçada. A
família esteve no local do crime.
Depois da perícia da
Polícia Civil, o corpo foi levado ao Departamento Médico Legal (DML)
de Vitória e liberado no fim da noite. O velório deve ocorrer
nesta quinta-feira (27) no Palácio Anchieta, sede do governo capixaba.
Gerson Camata foi assassinado na tarde desta quarta-feira
(26) — Foto: Reprodução
Marcos Venicio Moreira Andrade, 66, foi ex-assessor de
Camata por cerca de 20 anos
Marcos Venicio
Moreira Andrade, 66, foi ex-assessor de Camata por cerca de 20 anos
O secretário de Segurança Pública do Espírito Santo, Nylton Rodrigues,
afirmou que Marcos Venício Moreira Andrade, de 66 anos, confessou ser o autor
do disparo que matou o ex-governador do estado, Gerson Camata, na
tarde desta quarta-feira, 26, em Vitória. Ele já está preso. O crime ocorreu em
uma rua do bairro Praia do Canto. A arma utilizada no crime, sem registro,
também foi apreendida pela Polícia Civil.
Segundo o secretário, Marcos Venício foi assessor de Gerson Camata por cerca
de 20 anos e, atualmente, o ex-governador movia uma ação judicial contra o
ex-auxiliar, na qual a Justiça já havia determinado o bloqueio de R$ 60 mil da
conta bancária do autor do crime.
“Hoje, na Praia do Canto, o autor do crime, o ex-assessor Marcos
Venício, foi tirar satisfação, ao encontrar Gerson Camata, na rua, na calçada,
próximo a uma padaria e a uma banca de revistas. Neste encontro, iniciou-se uma
discussão verbal, momento em que o Marcos Venício sacou uma arma e efetuou o
disparo que vitimou o nosso ex-governador. É isso o que nós podemos adiantar
agora”, informou.
Ainda de acordo com Rodrigues, que não detalhou o tipo de ação judicial que
era movida por Camata contra Marcos, o ex-governador foi morto com um único
disparo, que atingiu o pescoço.
Marcos Venício foi preso minutos depois, em flagrante, por policiais que
estavam de folga.
Conforme reportagens publicadas pela imprensa em 2009, o ex-assessor, em
entrevista, afirmou que Camata havia recebido propina de empreiteiras,
apresentado recibos falsos para Justiça Eleitoral e usado de forma irregular
verbas parlamentares. Gerson Camata negou as denúncias à época e disse que
Andrade sofria de problemas psicológicos, além de mover o processo
judicial.
No início do mês, a Justiça negou pedido apresentado por Marcos Venício
Andrade para não ter de pagar pelas custas do processo. Ele alegava não ter
renda suficiente para arcar com as despesas. No entanto, a Justiça entendeu
que, com base na declaração de renda, o ex-assessor possui bens para o
pagamento, citando quatro lojas em um shopping de Vitória e um carro de luxo,
que juntos somam mais de R$ 300 mil.
Melhor
forma de prevenção de doenças causadas pelo mosquito é seguir orientações
A chegada do verão é caracterizada pelo
aumento da umidade, devido à maior ocorrência de chuvas e temperaturas
elevadas. Essas características são propícias para a proliferação do Aedes
aegypti, mosquito que transmite doenças como dengue, zika e chikungunya. Além
disso, o tempo de formação do mosquito diminui no verão, caindo quase pela
metade – o que facilita o aumento dos casos.
Recentemente, o Ministério da Saúde
fez a entrega de mil caminhonetes a diferentes regiões do País, como força
efetiva no combate ao mosquito, no atual cenário de risco dos municípios.
Foram investidos R$ 109,4 milhões na
aquisição dos veículos. Com essas caminhonetes, estados e municípios podem
acoplar os equipamentos necessários às ações locais de ‘fumacê’, que é a
aplicação de inseticida em áreas de risco.
“A partir de 2016 o governo federal
vem ampliando os recursos destinados a prevenção e combate ao mosquito Aedes, o
que tem impulsionado o aumento da participação dos municípios no Levantamento
Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (Liraa). São investimentos
em repelentes, orientações, pesquisas e na oferta de veículos”, destacou o
ministro da Saúde, Gilberto Occhi.
Atualmente, 47% dos municípios
brasileiros estão em alerta ou risco de surto para dengue, zika e chikungunya.
Houve queda no índice de alerta e risco em relação aos dados divulgados em
junho, quando 60% das cidades estavam nesta condição.
Se considerarmos apenas a Bahia, são
255 cidades nessa situação. Desse total, 186 estão em alerta, incluindo a
capital do estado, e 69 em risco de surto dessas doenças. Outras 162 cidades
estão em situação satisfatória.
Além de Salvador, as outras capitais
com índices que levam a estados de alerta são: Recife (PE), Rio de Janeiro
(RJ), Porto Velho (RO), Goiânia (GO), Campo Grande (MS), São Luís (MA), Belém
(PA), Vitória (ES), Manaus (AM), Belo Horizonte (MG) e Brasília (DF).
Até 3 de dezembro deste ano, foram
notificados 241 mil casos de dengue em todo o País, um pequeno aumento em
relação ao mesmo período de 2017. Chikungunya e zika, por sua vez, apresentaram
redução de 54% e 53%, respectivamente, no número de casos, no mesmo período.
Prevenção
A melhor forma de prevenção das
doenças causadas pelo inseto é justamente evitando a proliferação do mosquito,
o que pode ser feito ao eliminar situações em que a água possa ficar
armazenada, tornando possível a formação de criadouros, como em vasos de plantas,
áreas de acúmulo de água, pneus descartados, garrafas plásticas, piscinas sem
uso e sem manutenção e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de
garrafa.
Roupas que minimizem a exposição da
pele durante o dia – quando os mosquitos são mais ativos – dão alguma proteção
às picadas e podem ser uma das medidas adotadas, principalmente durante as
épocas de surto. Repelentes e inseticidas também podem ser usados, seguindo-se
as instruções do rótulo.
Vacina
O Instituto Butantan e a farmacêutica
Merck fizeram um acordo para desenvolver uma vacina contra o vírus da dengue.
As duas instituições irão compartilhar dados clínicos e outros aprendizados de
seus programas de pesquisa de desenvolvimento de uma vacina para combater
doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.
A vacina desenvolvida pelo Butantan
está na última fase de testes em seres humanos, com 17 mil voluntários em todo
o País.
Segundo o diretor do Instituto
Butantan, Dimas Covas, “ao compartilhar dados de nossos programas de
desenvolvimento de vacinas em andamento, o Instituto Butantan e a Merck estão
mais bem posicionados para atingir nossa meta de reduzir o significativo
impacto humano e econômico do vírus da dengue no Brasil e no mundo”, diz ele.
Melhor forma de prevenção de doenças causadas pelo mosquito é seguir orientações
Melhor
forma de prevenção de doenças causadas pelo mosquito é seguir orientações
para
evitar a sua proliferação
A chegada do verão é caracterizada pelo
aumento da umidade, devido à maior ocorrência de chuvas e temperaturas
elevadas. Essas características são propícias para a proliferação do Aedes
aegypti, mosquito que transmite doenças como dengue, zika e chikungunya. Além
disso, o tempo de formação do mosquito diminui no verão, caindo quase pela
metade – o que facilita o aumento dos casos.
Recentemente, o Ministério da Saúde
fez a entrega de mil caminhonetes a diferentes regiões do País, como força
efetiva no combate ao mosquito, no atual cenário de risco dos municípios.
Foram investidos R$ 109,4 milhões na
aquisição dos veículos. Com essas caminhonetes, estados e municípios podem
acoplar os equipamentos necessários às ações locais de ‘fumacê’, que é a
aplicação de inseticida em áreas de risco.
“A partir de 2016 o governo federal
vem ampliando os recursos destinados a prevenção e combate ao mosquito Aedes, o
que tem impulsionado o aumento da participação dos municípios no Levantamento
Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (Liraa). São investimentos
em repelentes, orientações, pesquisas e na oferta de veículos”, destacou o
ministro da Saúde, Gilberto Occhi.
Atualmente, 47% dos municípios
brasileiros estão em alerta ou risco de surto para dengue, zika e chikungunya.
Houve queda no índice de alerta e risco em relação aos dados divulgados em
junho, quando 60% das cidades estavam nesta condição.
Se considerarmos apenas a Bahia, são
255 cidades nessa situação. Desse total, 186 estão em alerta, incluindo a
capital do estado, e 69 em risco de surto dessas doenças. Outras 162 cidades
estão em situação satisfatória.
Além de Salvador, as outras capitais
com índices que levam a estados de alerta são: Recife (PE), Rio de Janeiro
(RJ), Porto Velho (RO), Goiânia (GO), Campo Grande (MS), São Luís (MA), Belém
(PA), Vitória (ES), Manaus (AM), Belo Horizonte (MG) e Brasília (DF).
Até 3 de dezembro deste ano, foram
notificados 241 mil casos de dengue em todo o País, um pequeno aumento em
relação ao mesmo período de 2017. Chikungunya e zika, por sua vez, apresentaram
redução de 54% e 53%, respectivamente, no número de casos, no mesmo período.
Prevenção
A melhor forma de prevenção das
doenças causadas pelo inseto é justamente evitando a proliferação do mosquito,
o que pode ser feito ao eliminar situações em que a água possa ficar
armazenada, tornando possível a formação de criadouros, como em vasos de plantas,
áreas de acúmulo de água, pneus descartados, garrafas plásticas, piscinas sem
uso e sem manutenção e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de
garrafa.
Roupas que minimizem a exposição da
pele durante o dia – quando os mosquitos são mais ativos – dão alguma proteção
às picadas e podem ser uma das medidas adotadas, principalmente durante as
épocas de surto. Repelentes e inseticidas também podem ser usados, seguindo-se
as instruções do rótulo.
Vacina
O Instituto Butantan e a farmacêutica
Merck fizeram um acordo para desenvolver uma vacina contra o vírus da dengue.
As duas instituições irão compartilhar dados clínicos e outros aprendizados de
seus programas de pesquisa de desenvolvimento de uma vacina para combater
doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.
A vacina desenvolvida pelo Butantan
está na última fase de testes em seres humanos, com 17 mil voluntários em todo
o País.
Segundo o diretor do Instituto
Butantan, Dimas Covas, “ao compartilhar dados de nossos programas de
desenvolvimento de vacinas em andamento, o Instituto Butantan e a Merck estão
mais bem posicionados para atingir nossa meta de reduzir o significativo
impacto humano e econômico do vírus da dengue no Brasil e no mundo”, diz ele.
para
evitar a sua proliferação
A chegada do verão é caracterizada pelo
aumento da umidade, devido à maior ocorrência de chuvas e temperaturas
elevadas. Essas características são propícias para a proliferação do Aedes
aegypti, mosquito que transmite doenças como dengue, zika e chikungunya. Além
disso, o tempo de formação do mosquito diminui no verão, caindo quase pela
metade – o que facilita o aumento dos casos.
Recentemente, o Ministério da Saúde
fez a entrega de mil caminhonetes a diferentes regiões do País, como força
efetiva no combate ao mosquito, no atual cenário de risco dos municípios.
Foram investidos R$ 109,4 milhões na
aquisição dos veículos. Com essas caminhonetes, estados e municípios podem
acoplar os equipamentos necessários às ações locais de ‘fumacê’, que é a
aplicação de inseticida em áreas de risco.
“A partir de 2016 o governo federal
vem ampliando os recursos destinados a prevenção e combate ao mosquito Aedes, o
que tem impulsionado o aumento da participação dos municípios no Levantamento
Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (Liraa). São investimentos
em repelentes, orientações, pesquisas e na oferta de veículos”, destacou o
ministro da Saúde, Gilberto Occhi.
Atualmente, 47% dos municípios
brasileiros estão em alerta ou risco de surto para dengue, zika e chikungunya.
Houve queda no índice de alerta e risco em relação aos dados divulgados em
junho, quando 60% das cidades estavam nesta condição.
Se considerarmos apenas a Bahia, são
255 cidades nessa situação. Desse total, 186 estão em alerta, incluindo a
capital do estado, e 69 em risco de surto dessas doenças. Outras 162 cidades
estão em situação satisfatória.
Além de Salvador, as outras capitais
com índices que levam a estados de alerta são: Recife (PE), Rio de Janeiro
(RJ), Porto Velho (RO), Goiânia (GO), Campo Grande (MS), São Luís (MA), Belém
(PA), Vitória (ES), Manaus (AM), Belo Horizonte (MG) e Brasília (DF).
Até 3 de dezembro deste ano, foram
notificados 241 mil casos de dengue em todo o País, um pequeno aumento em
relação ao mesmo período de 2017. Chikungunya e zika, por sua vez, apresentaram
redução de 54% e 53%, respectivamente, no número de casos, no mesmo período.
Prevenção
A melhor forma de prevenção das
doenças causadas pelo inseto é justamente evitando a proliferação do mosquito,
o que pode ser feito ao eliminar situações em que a água possa ficar
armazenada, tornando possível a formação de criadouros, como em vasos de plantas,
áreas de acúmulo de água, pneus descartados, garrafas plásticas, piscinas sem
uso e sem manutenção e até mesmo em recipientes pequenos, como tampas de
garrafa.
Roupas que minimizem a exposição da
pele durante o dia – quando os mosquitos são mais ativos – dão alguma proteção
às picadas e podem ser uma das medidas adotadas, principalmente durante as
épocas de surto. Repelentes e inseticidas também podem ser usados, seguindo-se
as instruções do rótulo.
Vacina
O Instituto Butantan e a farmacêutica
Merck fizeram um acordo para desenvolver uma vacina contra o vírus da dengue.
As duas instituições irão compartilhar dados clínicos e outros aprendizados de
seus programas de pesquisa de desenvolvimento de uma vacina para combater
doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.
A vacina desenvolvida pelo Butantan
está na última fase de testes em seres humanos, com 17 mil voluntários em todo
o País.
Segundo o diretor do Instituto
Butantan, Dimas Covas, “ao compartilhar dados de nossos programas de
desenvolvimento de vacinas em andamento, o Instituto Butantan e a Merck estão
mais bem posicionados para atingir nossa meta de reduzir o significativo
impacto humano e econômico do vírus da dengue no Brasil e no mundo”, diz ele.
Na manhã desta segunda-feira (24), véspera de Natal, o tráfego é tranquilo nas principais estradas baianas. De acordo com registros da Concessionária ViaBahia, o trânsito flui normalmente por toda a rodovia BR-116. Na BR-324, a movimentação é tranquila entre Feira de Sa
Acusado por mais de 500 mulheres por abuso sexual, o médium João de Deus poderá ser condenado a pagar indenização às vítimas, segundo o Estadão. Para o advogado criminalista e professor de Direito penal do IDP-São Paulo, João Paulo Martinelli, qualquer pessoa vítima de crime pode pedir o ressarcimento financeiro.
De acordo com o advogado, o Código de Processo Penal permite ao juiz criminal fixar um valor mínimo de indenização se condenar o acusado. Essa condenação pelo juiz criminal não impede a vítima de buscar um valor maior na esfera cível. “O Código de Processo Penal prevê mecanismos para bloquear bens do acusado para o pagamento de eventual indenização futura em caso de condenação”, explica.
O Ministério Público de Goiás já recebeu mais de 500 relatos que o acusam de abuso sexual na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia. O líder espiritual está preso no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia desde o dia 16 de dezembro e foi indiciado pela Polícia Civil de Goiás por violação sexual mediante fraude. Ele ainda teria movimentado cerca de R$ 35 milhões de contas e aplicações financeiras antes de ser preso.
Final de ano é época de celebração e nesse clima, a TV Sudoeste,
integrante da Rede Bahia de Televisão e afiliada da Rede Globo em Vitória da
Conquista, tem muito a comemorar. A emissora registrou esse ano a maior
audiência, entre as emissoras Globo, das praças com a medição chamada
“caderno”, sistema que usa questionários ao invés do peoplemeter, equipamento
de medição instantânea. É a primeira vez que o troféu “Melhor Desempenho de Audiência”
vem para uma emissora do interior da Bahia.
O gerente de Programação da Rede Bahia de Televisão, Hugo Brito,
comemora a conquista. “O troféu vem para coroar a força da nossa programação e
a confiança construída junto aos telespectadores, confiança esta que vai muito
além da capital. A Rede Bahia de Televisão é a única presente em todo o estado
e por meio da TV Sudoeste leva a nossa programação para diversos municípios
dessa região que possui grande importância cultural, social e econômica para a
Bahia”.
Em edições anteriores, a Rede Bahia já ganhou nas categorias melhor chamada
regional e audiência Peoplemeter, tendo sido indicada ainda como melhor
programa regional, com o Mosaico Baiano.
Tratamento brasileiro contra HIV/Aids se consolida como referência mundial; a prática estar sendo adotada pelo SUS é já é reconhecida pela Organização das Nações Unidas para todo o Mundo.
Cerca de 585 mil pessoas que vivem com o vírus HIV no Brasil realizam a terapia antirretroviral em unidades da rede pública de saúde. Esses pacientes encontram nesses locais uma realidade bem diferente daquela enfrentada na década de 1980, quando começaram a surgir os casos da doença no Brasil. Embora a primeira manifestação da Aids em um brasileiro tenha sido confirmada em 1982, apenas em 1987 o medicamento AZT começou a ser utilizado pelos pacientes porque ajudava a evitar o enfraquecimento do sistema imunológico. O remédio, que inicialmente havia sido criado para combater células cancerígenas, se tornou o principal aliado dos soropositivos. No entanto, as altas doses recomendadas causavam muitos efeitos colaterais. “De 1987 até 1995, a gente fazia o tratamento baseado em uma única droga [o AZT]. Isso não foi suficiente para reduzir a mortalidade por Aids. O medicamento prolongava a vida dos pacientes, mas infelizmente não conseguia controlar o vírus”, explica Roberta Schiavon, membro do Comitê de HIV/Aids da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). Foi só em 1996, com o Sistema Único de Saúde (SUS) já consolidado, que o Brasil estabeleceu de vez o chamado coquetel, que reúne três tipos de medicamentos. No mesmo ano, a Lei 9.313 determinou a distribuição gratuita de medicamentos aos portadores de HIV. Na década seguinte, o foco passou a ser a produção interna das medicações para reduzir os custos. Em 2002, a Fundação Oswaldo Cruz começou a produzir sete antirretrovirais que são utilizados até hoje.
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