A Gente diz

Encontro Empresarial – A Contabilidade como gerencial de instrumento de tomada de decisão nas empresas

Evento em Vitória da Conquista discute “Contabilidade como gerencial de instrumento de tomada de decisão nas empresas”

Acontece no 16 de maio mais uma edição do Encontro Empresarial – A Contabilidade como gerencial de instrumento de tomada de decisão nas empresas, com a palestrante Doutora Liêda Amaral de Souza.

O evento que tem como público alvo empresários, gestores, administradores, contadores e profissionais liberais vai ser realizado na Casa de Eventos Limão Doce.

Para se inscrever basta acessar ao site inspiraconsultoria.com.br. O valor da inscrição é R$ 150,00.

Conheça a palestrante:

Contadora, Doutora em Tecnologia e Sistema de Informações, professora e consultora empresarial, instrutora de cursos gerenciais versando sobre estratégia e inovação. Especialista em Compliece, Riscos e eSocial.
Membro do Painel de especialistas do Fundo Monetário Internacional (FMI), consultora das Nações Unidas (ONU) para o desenvolvimento industrial com várias missões internacionais.

Serviço:

– Encontro empresarial. A contabilidade gerencial como instrumento de tomada de decisão nas empresas.

– Palestrante: Dra. Liêda Amaral de Souza

– Data: 16 de maio

– Local: Casa de eventos Limão Doce

– Público alvo: empresários, gestores, administradores, contadores e profissionais liberais

– Investimento 150,00

– Inscrições: inspiraconsultoria.com.br

 Prefeito dá posse à Geanne Oliviera, a nova seretária de Governo da gestão Herzem.

A professora Geanne Oliveira atuava na gestão do prefeito Herzem Gusmão, na condição de assessora especial do gabinete.  Agora assume uma nova missão. A de secretaria de Governo. Esta nova tarefa amplia ainda mais a sua expressão politica e sua força no governo.

A Professora assumiu a pasta que era acumulada pelo Chefe de Gabinete, Marcos Ferreira – que por sua vez, passa a responder exclusivamente pelo Gabinete Civil.

Secretários e integrantes de vários setores da Administração Municipal compareceram ao salão nobre do Gabinete Civil, no final da tarde de segunda-feira, (07), para assistir à cerimônia de posse da nova secretária municipal de Governo, nomeada através de decreto publicado no Diário Oficial do Município, na última sexta-feira (04).

O prefeito Herzem Gusmão em sua fala fez destaque da importante participação da mulher em seu governo, a começar pela a sua esposa, a primeira dama do município, professora Luci Gusmão que vem dando sua contribuição, da vice – prefeita Irma Lemos Sec. de Assistência Social e ao elenco compostos por secretárias que vem ajudando a governar este município. E em destaque pontua a nova responsável pela pasta da secretaria de Governo. Como um dos importantes quadros da equipe do governo. “Geanne tem uma competência extraordinária’.,, Geanne tem uma competência extraordinária, entende e conhece o governo, domina a parte orçamentária, está preparada e bem-assessorada. Desejo sucesso a ela em uma pasta tão importante do governo”, destacou o prefeito, Herzem Gusmão.

Ao tomar posse a secretária de Governo Geanne Oliveira fez agradecimentos aos seus familiares, que inclusive esteve presente no ato,  das referencias de amizades e compartilhamentos e parcerias que vem fazendo com toda a equipe de governo. “Fico muito feliz em fazer parte de um governo de mulheres empoderadas, que vem fazendo a diferença. Agradeço ao Prefeito a confiança em tornar-me a secretária de governo,  e a ele minha dedicação e fidelidade. O desafio é grande, mas nada que não se possa vencer coletivamente”, disse a secretária.

 

A professora Geanne Oliveira, é presidente do MDB, servidora concursada do Município e servidora aposentada do Estado.

A Gente Diz -Eleitor com título cancelado não poderá participar das Eleições 2018

A legislação eleitoral prevê outras diversas consequências, a exemplo da impossibilidade de tomar posse em concurso público; suspensão de remuneração, salário, proventos de funções públicas. Foto: Divulgação

Faltando apenas  um  dias para o fechamento do cadastro eleitoral, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) alerta ao cidadão que possui algum tipo de irregularidade junto à Justiça Eleitoral para que procure o quanto antes postos ou cartórios eleitorais para regularização. Os eleitores que estão com títulos cancelados – por ter deixado de votar ou justificar em três eleições consecutivas ou pelo não comparecimento à revisão biométrica obrigatória – não poderão participar do pleito do próximo mês de outubro, caso não regularizem seus títulos. Na capital, o cidadão poderá procurar pela Central de Atendimento ao Público (CAP) ou cartórios eleitorais, ambos localizados na sede do Regional, no CAB (das 8h às 18h) ou pelas unidades localizadas nas estações do metrô (Pirajá, Bonocô, Detran) ou Estação Ferroviária da Calçada – todas com funcionamento das 7h às 16h, com distribuição de 300 senhas/dia. Confira locais de atendimento no interior. Aos eleitores com títulos cancelados, o TRE baiano alerta que, além da impossibilidade de participar das Eleições 2018, a legislação eleitoral prevê outras diversas consequências, a exemplo da impossibilidade de tomar posse em concurso público; suspensão de remuneração, salário, proventos de funções públicas; restrições no passaporte; além de problemas para matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo, dentre outras punições.

Caso Valdete Tem um Final Feliz. 

Após um ano e meio de negociações, finalmente o Artista Plastico Allan de Kard e os representantes de Dona Valdete finalmente chegaram a um acordo no valor  da Idenização a ser paga pela casa destruída em 31 de agosto de 2016. A demora para que houvesse a conciliação se deu , exclusivamente porque as partes não chegavam a um acordo quanto ao valor da idenização a ser paga. Levantamentos de custos indicavam que o montante dos danos materiais chegavam a 45 mil reais, no entanto, os representantes de Dona Valdete Silva pleiteavam, junto à Justiça aproximadamente, Meio Milhão de Reais. Finalmente ficou acordado entre as partes que seria pago avista , 180 mil reais.

Dona Valdete, já não mais residia na casa que foi destruída, lá só se encontrava seu filho Francisco Almeida dos Santos , que segundo a própria família alegam de que é doente mental, e por força desta situação o mesmo não fez presente e sua imagem e nem depoimentos fora expostos ou divulgados e nem sequer recebeu qualquer citação punitiva pela justiça. Ainda que as suas ações, segundo relatos de moradores da redondeza de onde residia, afirmam serem temerosas.

Essa história tem pelo menos dez anos, quando Francisco passou gratuitamente a destruir as propriedades dos Vizinhos, chegando em uma ocasião a atentar contra a vida de Alan, segundo consta em queixa Crime na delegacia de polícia Civil de Vitória da Conquista. A contenda que se arrastava há anos culminou com a demolição casa da aposentada

Mas felizmente, chegou-se a um bom termo para as partes envolvidas neste lamentável episódio.

O Acordo fora  feito no dia 25 de abril, e o pagamento foi desfragmentado em duas parcelas:  a 1ª foi realizado em 27 de abril de R$ 80,000.00  (oitenta mil reais) e a segunda parcela que aconteceu em 30 de abril  no valor de R$100,000,00 (cem mil reais). Totalizando, portanto o valor de R$ 180,000,00 ( cento e oitenta mil reais).

O extrato da sentença não foi divulgado, pois ficou acordado entre as partes para que não fosse exposto à opinião pública,  as entrelinhas do acordo judicial.

Alba vai à Justiça para votar PL que atualiza limites territoriais de 10 municípios

Presidente Angelo Coronel quer derrubar liminar e assegurar tramitação do projeto, que busca evitar conflitos e tensões às populações residentes.

A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), através da Procuradoria-geral da Casa, tentará cassar na Justiça a liminar concedida pela desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia, Gardênia Pereira Duarte, requerida pelo bloco da oposição, que suspendeu a tramitação no Legislativo estadual do Projeto de Lei nº 21.766/16, de 25 de fevereiro de 2016.

A referida proposição, de autoria do deputado Zó (PCdoB), atualiza, na forma da Lei nº 12.057/2011, os limites territoriais de 10 municípios baianos. São eles: Camaçari, Candeias, Dias D’Ávila, Itaparica, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Salinas da Margarida, Salvador, Simões Filho e Vera Cruz.

O projeto de lei, que estava na ordem do dia do Legislativo baiano, já havia recebido o parecer favorável do seu relator, o deputado Bira Coroa (PT), e seria votado em plenário na sessão desta terça-feira (8), sofrendo solução de continuidade com a decisão da magistrada.

O presidente da Casa, deputado Angelo Coronel (PSD), ressalta que o projeto de lei do parlamentar comunista se sustenta em estudos da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), que estabeleceu os limites técnicos dessas cidades, valendo-se do uso de novas tecnologias, como softwares de geoprocessamento e GPS de alta precisão.

O chefe da Alba enfatizou ainda a importância de se assegurar a independência do Poder Legislativo, assim como o seu compromisso como presidente da Casa em respeitar o prazo regimental para se colocar em votação as iniciativas parlamentares.

“O Judiciário não pode interferir nos trâmites do Legislativo. A Assembleia age conforme a Constituição Federal, que estabelece a realização de plebiscito, ou acordo entre as partes. A oposição poderia até entrar na Justiça contra o resultado da votação, mas nunca antes de a Casa apreciar o projeto em plenário”, explicou, Coronel.

O parlamentar pessedista esclarece que o ponto de discórdia do projeto em debate está apenas no que foi estabelecido pela SEI no que concerne os limites entre os municípios de Salvador e Lauro de Freitas. E deu uma dica a seus governantes: recomendo que o prefeito ACM Neto (Salvador) e a prefeita Moema Gramacho (Lauro de Freitas) adotem o caminho do diálogo maduro, para que esta questão não se arraste por anos a fio.

Na justificativa, o deputado Zó, autor da proposição, invoca os muitos processos de emancipações municipais nos últimos 61 anos no Estado, que envolveram aspectos de caráter social, econômico, político e administrativo, tornando a legislação anacrônica e provocando conflitos e tensões sociais, com prejuízos às populações.

“Passamos de um total de 150 municípios em 1953, data da edição do Decreto nº 628, que versa sobre a divisão político-administrativa do Estado da Bahia, para os atuais 417 municípios”, explica.

‘O Supremo tornou-se hoje o órgão mais poderoso da República’, diz cientista político

  – Da BBC Brasil em São Paulo
  • Kleyton Amorim/UOL

    'O STF virou um campo de batalha entre aqueles que, como o Barroso (foto), querem levar adiante a 'revolução judiciarista'", diz cientista político

    ‘O STF virou um campo de batalha entre aqueles que, como o Barroso (foto), querem levar adiante a ‘revolução judiciarista'”, diz cientista político

Diante de um cenário de corrupção de políticos, crise econômica e descrédito da população em relação aos seus representantes, um grupo de servidores do Estado se insurge para tentar reestabelecer os valores republicanos no Brasil.

Foi o que aconteceu nos anos 1920, 1930, quando um movimento de tenentes do Exército tentou tomar o poder e impor uma agenda de moralidade administrativa. E é, de acordo com o cientista político Christian Lynch, o que tem acontecido nos anos 2000 e 2010, com um movimento de juízes de diferentes instâncias que passou a usar a interpretação das leis para colocar quadros da política nacional atrás das grades e rever benesses destinadas às elites nacionais – como o foro privilegiado derrubado essa semana pelo STF.

O primeiro movimento ficou historicamente conhecido como tenentismo e marcou a história brasileira com episódios como a Revolta dos 18 do Forte de Copacabana ou a Coluna Prestes. O segundo, Lynch, professor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (Iesp) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, batizou de ‘tenentismo togado” ou “judiciarismo”. Em comum, ambos têm a motivação política, a classe social de origem e os objetivos moralizantes. No primeiro caso, no entanto, o grupo tentou alterar o status quo por meio das armas – e fracassou.

“Substitua ‘espada’ e ‘metralha’ dos tenentes por delações premiadas e sentenças condenatórias e teremos o tenentismo togado do Brasil”, diz ele, em referência às ações da Operação Lava Jato e às contendas recentes no STF.

Os desdobramentos da movimentação dos juízes “tenentes” no país é ainda incerta, mas seu poder tem escalado continuamente, de acordo com Lynch. Hoje, o Supremo seria o órgão mais poderoso no país e o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa, possível candidato presidencial pelo PSB, o representante do movimento no pleito de 2018. Em entrevista à BBC Brasil, Lynch, que é também pesquisador da Fundação Casa de Rui Barbosa, explicou sua teoria acerca do “tenentismo togado” e explorou os possíveis impactos do movimento para o futuro político nacional.

BBC Brasil – Quais paralelos o senhor vê entre o tenentismo e o ativismo do Judiciário atual?

Christian Lynch – O que aconteceu de cinco anos para cá – com as Jornadas de 2013 – é que o consenso moderado da política brasileira de vinte anos se desfez, e voltaram a surgir correntes radicais da direita e da esquerda. O establishment político liderado pela presidenta Dilma não conseguiu dar nenhuma resposta às insatisfações, e surgiu o espaço para uma “vanguarda”. Isso aconteceu no momento em que a operação Lava Jato começou a tomar vulto. A gota d’água foi a vitória apertada de Dilma em 2014, com sua declaração infeliz, na própria noite da vitória, de que não falara a verdade ao longo da campanha e que havia uma monstruosa crise econômica e seria inevitável o ajuste fiscal.

Como o PT não poderia bancar um ajuste fiscal sem rasgar todas as suas bandeiras, as relações do partido com a presidência baquearam; da mesma forma, com o avançar da Lava-Jato, soou o alarme dentro do PMDB, incrédulo a respeito da capacidade da presidenta de “estancar a sangria” (expressão usada por Romero Jucá em áudio em que se atribui a ele interesse em frear as investigações). Em março já se falava em impeachment. Diante do vácuo do poder, os juízes aparecem. Começou a “revolução judiciarista”.

Essa é uma conjuntura parecida à vivida no país de 1929-1930. Os setores insatisfeitos não conseguem ver no aparato institucional – governantes, congressistas, partidos – uma válvula de escape para a renovação, e daí, naquela época, temos a revolução tenentista. As vanguardas aparecem em momentos de crise do sistema político-constitucional.

BBC Brasil – Quem são essas vanguardas?

Lynch – São grupos geralmente instalados no próprio aparelho do Estado, pertencentes ou originários da classe média, que passam a defender a tese de que não podem se comportar de modo passivo como meros burocratas a serviço de autoridades que percebem como corrompidas. Toda vanguarda se investe da posição de guardiã da República, da moralidade, da boa política, da cidadania. A vanguarda modernizadora brasileira por excelência foi representada pela jovem oficialidade do Exército, os tenentes.

Agora, esse ativismo político não é nacionalista nem surge dentro do Exército. Ela é orientada por valores liberais e vem das fileiras do Poder Judiciário e do Ministério Público, e se materializa na doutrina do “judiciarismo”, ou seja, da centralidade da atuação política do Judiciário para a salvaguarda da democracia e dos valores constitucionais. Graças à “ideologia do concurso público”, os juízes e procuradores percebem-se como gente que vive dos próprios esforços e méritos; eles detêm um poder que não é propriamente político, mas que, em um contexto de indignação generalizada com a política, é usado para fazer justiça, entre aspas.

Na República Velha, como o sistema político não dava vazão às vontades das minorias e o sistema ficava cada vez mais conservador, Rui Barbosa começou a apostar no Supremo Tribunal Federal para desalojar as oligarquias do poder por meio da mudança de interpretação da constituição.

O movimento tenentista invocava Rui Barbosa. Um de seus manifestos dizia: “Ou a política se regenera, se torna sã e útil, ou nós a destruiremos de qualquer forma, mesmo que seja novamente pela espada e pela metralha.” É mais ou menos o que o ministro Luís Roberto Barroso representa agora. Substitua “espada” e metralha” por delações premiadas e sentenças condenatórias, e teremos um cenário semelhante ao de hoje, gerado pelo “tenentismo togado”.

BBC Brasil – Quando os juízes começaram a se constituir como atores políticos?

Lynch – Há pelo menos duas décadas. A judicialização da política foi uma consequência da Constituição de 1988. Os deputados constituintes apostaram na organização de um Judiciário e de um Ministério Público independentes e poderosos em relação ao Executivo e ao Legislativo. Ao longo do governo Fernando Henrique Cardoso, houve um grande investimento nas carreiras de juiz e de procurador, de valorização das carreiras de estado. Ao mesmo tempo foram aumentando as prerrogativas e os privilégios da classe.

A ideologia do “judiciarismo” reapareceu por esse tempo, respaldado pela tese de que, ao lado da representação eletiva (deputados, senadores, vereadores), existiria uma espécie de “representação funcional” da sociedade, exercida pelo Judiciário e pelo Ministério Público. Mas o Judiciarismo também se respaldou, dentro da academia, a reboque de uma moderna teoria do direito, conhecida como pós positivismo ou neoconstitucionalismo.

BBC Brasil – O que seria isso?

Lynch – Grosso modo, é a ideia de que os juízes e promotores não deviam mais se limitar a executar as leis de forma passiva; que eles deveriam se conscientizar de suas responsabilidades como agentes cívicos e passar a interpretá-las. Nessa chave, em vez de aplicadores das normas jurídicas, os juízes e promotores passaram a se ver como guardiões dos princípios constitucionais, como dignidade da pessoa humana, republicanismo, cidadania, livre iniciativa, pluralismo político, etc. Eles passaram assim a encarnar, contra o malvisto “político profissional”, o “bom político” idealizado pelo liberalismo clássico: idealista, justiceiro, desprendido, adversário das oligarquias, dos ditadores e das multidões irracionais.

O problema é que essa doutrina foi desenvolvida em lugares muito diferentes do Brasil. Na Alemanha, são apenas os 16 juízes do Tribunal Constitucional Federal que podem interpretar a constituição. Nos Estados Unidos, qualquer dos cerca de 30 mil juízes pode exercê-la, mas a Constituição americana tem 7 artigos e menos de 50 comandos. No Brasil, a Constituição tem 250 artigos. E são cerca de 16 mil juízes que ficaram encarregados de interpretá-los a seu modo. Então a disparidade de interpretações se tornou epidêmica, obrigando à centralização crescente da jurisprudência no Supremo Tribunal, que se tornou ainda mais poderoso no sistema político.

BBC Brasil – Não é incoerente que os juízes defendam a moralidade na administração pública mas defendam receber auxílio-moradia de cerca de R$4 mil mensais?

Lynch – Eu brinco dizendo que os guardiões da República cobram caro para exercer suas funções moralizadoras. Sem dúvida, é estranho que juízes que se digam tão republicanos e desprendidos e em nome desses valores defendam a moralidade na administração pública desejem ganhar vencimentos estratosféricos e recorram aos expedientes os mais vergonhosos para seguirem aumentando-o – como este, do auxílio-moradia de cerca de R$4 mil mensais inclusive para quem tem casa. E nesse sentido eles lançam mão de um argumento de mérito: eu me esforcei para passar no concurso público, então agora tenho direito aos privilégios. É um mero pretexto para justificar privilégios e faz parte das contradições desse liberalismo judiciarista.

BBC Brasil – Como se cria essa mentalidade nos juízes?

Lynch – O movimento começou nas pós-graduações em direito, na década de 1990, na forma de um “constitucionalismo da efetividade”, contra a passividade com que o STF exercia suas novas prerrogativas constitucionais. Foi um movimento deliberado e articulado voltado para mudar a mentalidade dos operadores jurídicos, operado de dentro da academia, que ganhou depois a graduação e entrou nos quadros da magistratura e do ministério público. O pós-positivismo ou neoconstitucionalismo foi o passo seguinte, recepcionado do mundo norte-americano e alemão. O que percebemos hoje nos embates entre os juízes do Supremo Tribunal, que os tornam tão agudos, não é apenas um reflexo da luta política que se desenrola fora do plenário, mas da luta por poder dentro do próprio tribunal, que às vezes também adquire feições de uma luta entre gerações e formas antagônicas de interpretação da Constituição. Os judiciaristas entendem que o juiz constitucional não pode decidir em abstrato ou no vácuo, devendo levar em consideração as circunstâncias concretas e as consequências objetivas de seus atos. Por isso, ao julgar uma questão penal, eles recorrem a estatísticas, informações do sistema penitenciário, comparação com outros países, etc.

No julgamento do habeas corpus impetrado pelo ex-presidente Lula, essas cisões ficaram claras. No âmbito do direito penal, houve um declínio do chamado garantismo, corrente doutrinária extremamente favorável ao réu ou ao investigado, baseado em considerações filosóficas e humanísticas relativas à inutilidade da pena de prisão para a ressocialização do condenado. Esse era o mundo de juízes como Celso de Mello e Marco Aurélio. Entretanto, em algum momento entre a década de 1990 e os anos 2000, aqui também as coisas começaram a mudar. Com o sentimento de degeneração do sistema representativo, atacado por uma corrupção sistêmica, os juízes e promotores “políticos” começaram a se preocupar com o problema da impunidade e a buscar novas soluções para combatê-la, especialmente no nível dos grandes empresários e dos políticos profissionais e seus afilhados. Não seria com garantismos e pela impossibilidade indefinida de recursos, pensaram, que conseguiriam dar cabo dessa tarefa.

BBC Brasil – Por que há essa mudança?

Lynch – O perfil dos procuradores e juízes mudou, pelo menos no Sudeste e no Sul do país. Antigamente, o juiz era uma carreira a que quase sempre se ingressava por nomeação do governador ou do presidente. Então, o magistrado típico era o apaniguado, o sobrinho do prefeito. Os juízes até recentemente estavam invariavelmente ligados às oligarquias tradicionais e políticas por laços de sangue ou dependência. Eram, por conta disso, mais deferentes diante do poder. A introdução do concurso público como modalidade exclusiva de acesso ao sistema alterou essa configuração sensivelmente. Passaram a ingressar na magistratura e no ministério público gente de classe média para quem a vitória no concurso público representava o coroamento de uma trajetória árdua de estudos, ou seja, a vitória do seu “mérito”. Na prática, o concurso para aquelas carreiras passou a ser encarado como a porta de ouro por meio do qual a classe média conseguiria ingressar em um estamento privilegiado, cheio de privilégios e regalias corporativos, além de crescente poder político.

BBC Brasil – Quando o general Villas-Boas escreve, nas vésperas do julgamento do habeas corpus do Lula no STF, que o Exército repudia a impunidade, ele está reforçando o lado Judiciarista da história, não?

Lynch – O ministro Barroso reconheceu outro dia, talvez involuntariamente, que militares, procuradores e magistrados têm várias características comuns, desde funcionais até ideológicas. Os militares certamente têm, como os “tenentes togados”, horror à política profissional, e desejam muito que a “faxina cívica” promovida por estes últimos chegue a bom termo, com a “cassação dos corruptos”. Um dos aspectos que temo na renhida luta que vem se desenrolando no STF, entre judiciaristas e antijudiciaristas, representados por Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes, é que a derrota do pessoal do Barroso possa provocar um pronunciamento militar. A mensagem veiculada pelo Comandante do Exército na véspera do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Lula foi uma advertência nesse sentido: se os “tenentes togados” não conseguirem fazer a “faxina”, os tenentes propriamente ditos, os armados, poderão entrar em cena.

Este é um contexto perigosíssimo. O STF virou um campo de batalha entre aqueles que, como o Barroso, querem levar adiante a “revolução judiciarista”, a fim de “empurrar a História”, e aqueles que querem debelá-la a fim de salvar o establishment político. O Brasil virou o país da chicana: todo mundo agora tenta puxar o tapete de todo mundo, engendrar estratagemas e usar de artifícios pra fazer valer a sua posição – e isso acontece até no nível do Supremo. Só um novo presidente poderá reinicializar o sistema político; só ele terá uma legitimidade que hoje ninguém mais tem.

Mas não se trata de uma eleição qualquer e de um presidente qualquer: o ambiente de ruína em que as instituições se encontram, com os contendores se batendo com violência e a população exausta pela “revolução”, estão reunidas várias condições para a potencial emergência de um presidente “Bonaparte”, isto é, alguém que reivindique o restabelecimento da autoridade e da honestidade, de um lado, com a necessidade do progresso social, de outro. Uma mistura de Lula com Bolsonaro. O vitorioso, único poder legítimo no meio dos destroços, assumirá o poder com uma força e uma legitimidade que só o ex-presidente Fernando Collor teve no passado recente; com autoridade para fazer praticamente tudo o que quiser.

BBC Brasil – Com esse crescimento do Judiciarismo, não soa um pouco estranho que ele ainda não tenha tido um candidato à presidência para chamar de seu? Essa pessoa seria o Joaquim Barbosa?

Lynch – Ter um presidente é estratégico, porque é ele quem indica os juízes do Supremo Tribunal e o procurador-geral da República. Mas, para os judiciaristas, mais importante do que ter um candidato a presidente, é assegurar uma maioria dentro do STF. O Supremo tornou-se hoje o órgão mais poderoso da República, só encontrando equivalente no Conselho de Estado do Império. Seus membros têm mais poder do que qualquer deputado ou senador.

Então, o judiciarismo não precisa necessariamente ter candidato. Mas ele virá. Comprometer-se com os ideais da “revolução judiciarista”, como o combate à corrupção, será um puxador de votos importantíssimo para qualquer candidato que deseje vencer nas eleições deste ano. O ex-ministro Joaquim Barbosa seria o candidato natural do judiciarismo e das forças que o sustentam. E ele viria com todas as chances de ser o candidato de perfil bonapartista, com um espírito da liquidação das oligarquias.

Acho pouco provável a vitória de candidatos das máquinas partidárias que estejam encrencados com a Justiça ou com a imagem muito colada ao establishment político, como o Alckmin também. O que a maior parte do eleitorado – ou, pelo menos, a parte mais influente deles – buscará provavelmente é um candidato comprometido com o reestabelecimento da autoridade no país, mas também com a garantia das conquistas obtidas nos últimos anos com a redução das desigualdades sociais, e também do combate à corrupção. Não sei se o Joaquim Barbosa aguenta uma eleição, em termos de personalidade, mas a estampa e a história dele o legitimam desse ponto de vista.

Da BBC Brasil em São Paulo
  • Kleyton Amorim/UOL

Comando da PM faz balanço da operação realizada no domingo, 06, na Feira do Rolo, em Conquista.

 

 

 

O Comando de Policiamento da Região Sudoeste (CPRSo) realizou uma grande operação na tradicional  Feira do Rolo, que acontece aos domingos, na antiga praça do carvão, no  bairro Brasil, em Vitória da Conquista.

A ação conjunta contou com mais de 80 policiais militares do CPRSo, RONDESP, TOR, 77ª CIPM, 78ªCIPM, 92ª CIPM, Esquadrão de Motociclistas Falcão e CIPE Sudoeste.

Após serem realizadas várias abordagens, inclusive com fechamento das ruas, foram apreendidos 20 aparelhos celulares, som automotivo, vídeo game, caixas de som, motores, ferramentas, TV, 15 fones de ouvido, quase R$ 2300 em dinheiro, duas motos com chassi suprimido, além de vários outros produtos. Tudo estava sendo vendido de forma irregular. Quatro pessoas foram presas de posse desse material.

O suspeito de uma dupla tentativa de homicídio que ocorreu no bairro Santa Cruz no início desse mês também foi detido no local.

Os produtos apreendidos foram catalogados e, em seguida, levados para o DISEP onde só poderão ser retirados após comprovação de propriedade e apresentação de documentos fiscais.

Com objetivo de combater práticas ilícitas durante a feira livre, a presença dos policiais trouxe tranquilidade para o comércio local.

No momento já se encontrava no local milhares de pessoas, e praticamente todas elas foram abordadas e identificadas no local. Os agentes  policiais receberam  total apoio da população que reside ou que transitava em meio as bugigangas e produtos novos e usados,   que se comercializam  na feira.

Artigo – CRUZADA CIDADÃ

 A nação inteira sofre com o aumento assustador da violência.  Praticamente regra sem exceção, certo é, nos quatro cantos desta terra continental, crimes dos mais variados potenciais ofensivos assolam o país, deixando um rastro de destruição gerando angustia e medo. Rincões longínquos, pequenas cidades interioranas, antes pacatas, cantos paradisíacos, litorais tranquilos, ilhas bucólicas, antigos refúgios de muitos que buscavam paz e tranquilidade, de repente se transformam em palcos de crimes hediondos, cenas de assaltos com cunho cinematográfico. São prepostos policiais impedidos de deixar quartéis e delegacias, enquanto dezenas de indivíduos sitiam cidades, por horas, portando armas potentes, artefatos explosivos, com enorme poder destrutivo, para arrasar agencias bancárias, tesourarias de empresas responsáveis por segurança de valores, dos quais conseguem subtrair quantias vultosas, cujos recursos são utilizados em favor dos delinquentes. Além disto, ditos numerários financiam facções, enquanto seus líderes, mesmo encarcerados desafiam o poder publico comandando, sobretudo, o trafico pesado de drogas, quiçá o maior dos flagelos da sociedade moderna, sem duvida, fator da ensandecida violência que grassa impiedosamente. Imponderável não admitir resida na figura do traficante, o maior dos inimigos da sociedade. Sua saga nefasta passa pelo estímulo ao uso de substancias, químicas ou não, capazes de causar dependências indo bem adiante: recrutam menores que servem de “mulas” – entregadores de drogas – e olheiros das bocas; recursos do tráfico financiam crimes de extorsão mediante sequestro, assaltos a caixas eletrônicos, bancos, carros forte e empresas de segurança;  pontuam como maiores receptadores no mercado negro, posto, telefones celulares, joias, eletrodomésticos, enfim, todo e qualquer bem, produto de furto ou roubo  vai ter às mãos dos comerciantes de drogas, a fim de ser trocado por um dólar de maconha, grama de cocaína, pedra de crak. Sem dúvida, a corrupção endêmica supera todos os modelos de delito. Sua ação devastadora, ao desviar verbas públicas capazes de ser aplicadas em serviços essenciais inibe a educação  de qualidade, mata, nas portas dos hospitais – ou pela falta destes – a população carente, promove o aumento da comentada criminalidade, principalmente pelo incentivo, no mau exemplo e certeza de impunidade, ao tratar de maneira diferenciada bandidos de colarinho branco e malfeitores comuns, porém, estes comentários fogem ao particular, desde quando, o que se pretende aqui, não é a polêmica que fatalmente desaguaria em considerações ideológicas. A verdadeira intenção do atual escrito trás o desejo de indicar ideias – podem não ser soluções -, ao menos sugestões forjadas na mente deste homem público que dedicou toda sua vida profissional – quarenta e dois anos – aos assuntos de segurança. Delegado de polícia desde os idos de setenta e seis, consultor há duas décadas, não pretende apenas tecer críticas, pois, a maioria delas desconstrói, portanto, a intenção aqui é indicar rumos que podem minimizar os efeitos do flagelo malévolo, mesmo porque, ela – a questão da violência – só poderá ser resolvida no Brasil, em longo prazo, com ações sociais efetivas vindas de vontade política que priorize, especialmente, a educação. Exemplo mais contundente de que as coisas na Nação estão fora de controle é a intervenção federal que ocorre no Rio de Janeiro. Urgia algo fosse feito, em razão da bancarrota na segurança daquele Estado, cuja capital é vitrine de beleza natural e manifestações culturais que impressionam mundo afora, porém, a mídia nacional e internacional, nos últimos  períodos maximizou imagens do descalabro, nas favelas, na periferia, no centro e áreas nobres, principalmente da Guanabara. Arrastões nas praias de Copacabana e Ipanema, cartões portais da cidade, invasões de hotéis luxuosos por bandos de criminosos, tiroteios intensos, com morte de inocentes vitimados por balas perdidas, havidos entre quadrilhas rivais disputando a hegemonia de territórios do trafico, tudo isto tendo como pano de fundo as prisões de ex-governador, esposa e secretários, envolvidos num dos maiores escândalos que se tem noticia, na história da vida pública nacional. Como dito, o caos determinou a medida extrema, era preciso tentar um basta nos excessos, para passar ao menos, sensação de segurança e efetivamente buscar inibir o avanço da desordem, portanto, tropas federais nas ruas, assunção das Forças Armadas aos quadros da segurança local, todas medidas com lastro legal suportadas em referendo do Legislativo. Permito-me, todavia, dizer que esta não é solução, mesmo porque estando todas as unidades federativas vivendo praticamente o mesmo drama, caso fosse a saída deveria então ser estendida aos demais sofredores da terra “brasilis”, tanto quanto ocorre com os residentes e visitantes do Rio de Janeiro. Ademais, a despeito de todo aparato disponibilizado para a área em conflito, apesar dos recursos emergenciais carreados ao mister, do estofo moral e competência reconhecida dos homens indicados para cuidar da citada intervenção, seus efeitos não refletem a imensa magnitude ofertada. Assaltos ousados, filmados pelos profissionais de imprensa, às barbas dos responsáveis pelo patrulhamento daquelas zonas, trocas de tiros entre bandidos adversários, mortes de inocentes, tudo continua no seu caminhar destruidor, desde então. Fato complicador, altamente desgastante, se apresenta no evento morte da vereadora Mariele, reverberando ao mundo um quadro de incapacidade para gerir a crise, ademais, por conta da impossibilidade, até o momento, de definir a autoria do homicídio. Ou seja, circunstancias como tais, por mais sejam louváveis os esforços dos que laboram naquela praça, inferem incapacidade de prevenir, reprimir e investigar. Dois anos atrás, mediante trabalho intitulado, CIDADES MAIS SEGURAS, registrado em 4/05/2016, no Cartório do Registro de Títulos e Documentos de Vitória da Conquista, sob número 4451/2012 concluo pela solução que siga do particular para o geral. Ou seja, combate ao crime, mediante suporte em atividades de inteligência carece da interferência municipal, a par de providencias que possam auxiliar o Estado no enfrentamento. Apesar de a Norma Constitucional indicar segurança, como dever do Estado, o mesmo diploma afirma seja ela também, direito e responsabilidade de todos. Destarte, dentre outras medidas – sociais, de estímulo ao homem de polícia -, Cidades Mais Seguras sugere modelo de gestão e auxilio no combate a criminalidade, com utilização de aplicativo patrocinado pela prefeitura, onde o cidadão – residentes e visitantes – registraria ocorrências anormais verificadas pelo munícipe. Lixo, luz, saneamento, água desperdiçada, enfim qualquer ocorrência anormal objetivaria comunicação via celular, ou outro meio eletrônico, cujas informações, através sistema, seriam disponibilizadas as secretaria específicas, facilitando a gestão e solução dos senões. Da mesma forma, o cidadão informaria acerca de quaisquer questões ligadas a violência, na condição de vitima ou colaborador, preservada sua identidade. Furtos de toda natureza, roubos, agressão doméstica, atuação de traficantes em bairros, portas de colégios, movimentação de pessoas armadas, atuação de milícias, tudo seria comunicado gerando um banco de dados e  estatística real administrada pelo município. Por seu turno viria criação do núcleo de inteligência vinculado ao gabinete do prefeito, cujos profissionais qualificados, se responsabilizariam por validar informações oriundas da rede. Confirmadas as notícias, relatório confidencial firmado pelo chefe do executivo municipal iria ter às mãos das autoridades competentes, para adoção das providencias de policia preventiva, repressiva ou judiciária. Destarte, com participação de todos, a partir das administrações de bairros – nos grandes centros -, sedes e distritos, em municípios menores, atrelados a outros projetos que viriam ser desenvolvidos, com base no conceito sugerido e nas experiências exitosas poder-se-ia experimentar sensível redução nos índices de criminalidade facultando assim, houvesse tempo e condições de investimento, a médio e longo prazo, nos planos de cunho social, imprescindíveis ao verdadeiro combate da violência preocupante, real esteira de cruzada cidadã. Salvador, 6 de maio de 2016.
valdir barbosa

A Gente Diz – Júnior Brumado se prepara para vestir camisa da seleção Brasileira

Por Correio da Bahia

Foto: Felipe Oliveira | Divulgação | E.C. Bahia

O guarda-roupa de Júnior Brumado ganhou uma nova peça esta semana. Revelação do Bahia, o atacante foi às compras após receber um comunicado da CBF. “Os caras mandaram um e-mail dizendo que tinha que se apresentar de terno. Foi caro, quase mil reais”, conta o atacante, aos risos. Traje elegante para a realização de um sonho. Aos 18 anos, ele se apresentará pela primeira vez à seleção brasileira sub-20 na segunda-feira (7). “Eu falava com minha mãe quando era criança que queria vestir a camisa da Seleção Brasileira. É algo inédito na minha cidade. Ninguém da minha cidade foi convocado”, vibra o jogador nascido no município que carrega como apelido, no Centro-Sul da Bahia. Brumado vai trabalhar durante uma semana, entre os dias 7 e 14, no centro de treinamento do Corinthians, em São Paulo. Por isso, vai desfalcar o Bahia contra o Vasco, no dia 9, pela Copa do Brasil, e contra o São Paulo, dia 13, pela Série A, ambos na Fonte Nova. Antes, estará à disposição contra o Sport, no domingo (6), às 19h, na Ilha do Retiro. A semana da revelação tricolor foi agitada. Além de ir ao shopping para comprar a beca nova e de ser titular na partida contra o Botafogo-PB, em que Edigar Junio foi poupado, o atacante também fez o alistamento militar e jurou a bandeira. Essas são obrigações de todo jovem brasileiro ao atingir a maioridade, mas Brumado cumpriu às pressas para ter direito a tirar passaporte. O departamento de futebol do Bahia quer que ele esteja apto a defender a camisa verde e amarela no exterior e também o clube em caso de avanço na Copa Sul-Americana. Fonte: Correio da Bahia.

Bahia está em primeiro lugar no ranking de cobertura nacional de mamografia

Bahia está em primeiro lugar no ranking de cobertura nacional de mamografia

Foto: Divulgação / Femama

Bahia está em primeiro lugar no ranking de cobertura nacional de mamografia. Um estudo realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Mastologia, em parceria com a Sociedade Brasileira de Mastologia, analisou a porcentagem de mulheres entre 50 e 69 anos atendidas pelo SUS que fizeram mamografia no ano passado. Apesar de o índice nacional ter caído, a Bahia é o estado que mais realizou mamografias pelo SUS no ano passado, apresentando uma cobertura de 33,8%.

 

Segundo a pesquisa, para atender as mulheres na faixa etária preconizada pelo Ministério da Saúde para fazer o rastreamento do câncer de mama, deveriam ter sido realizadas 11,5 milhões de mamografias no país. No entanto, apenas 2,7 milhões foram feitas, uma cobertura de 24,1%. O Brasil tem quase cinco mil mamógrafos. “Não faltam equipamentos, mas gestão. Cerca de 5% dessas máquinas estão fora de uso, uma parte delas também não funciona o período integral porque faltam técnicos, faltam radiologistas para dar laudo. Quem paga por essa desorganização são as mulheres”, apontou o coordenador da pesquisa, Ruffo de Freitas Júnior, professor da Universidade Feral de Goiás e presidente do Conselho Deliberativo da Sociedade Brasileira de Mastologia.

 

 

Segundo o jornal Extra, o Ministério da Saúde recomenda que a mamografia de rotina seja feita a partir dos 50 anos, a cada dois anos. Já a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), indica que o exame deve ser feito anualmente a partir dos 40 anos. “Isso significa que, se fôssemos ampliar a abrangência do estudo, o cenário é ainda bem mais complexo, desesperador”, diz o presidente da SBM, Antônio Frasson, que também acrescenta que o acesso é uma dar principais bandeiras que os mastologistas têm levantado durante os últimos anos.

 

Sest/Senat anuncia ao prefeito nova unidade em Conquista

Da esquerda para direita: os secretários Ivan Cordeiro e Cláudio Cardoso, o prefeito Herzem Gusmão e os representantes do Sest/Senat Petruska Barreto e Roberto Knittel

A Administração Municipal recebeu nessa quarta-feira (2) a visita do supervisor do Conselho Regional da Bahia do Serviço Social do Transporte e também do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest/Senat), Roberto Knittel Júnior.

Recepcionado pelo prefeito Herzem Gusmão, no Gabinete Civil, o dirigente anunciou a construção da nova unidade do SEST/SENAT em Vitória da Conquista. A obra está em processo de licitação e deve ser concluída ainda este ano. A área do terreno é de 6 mil m2 com área construída de 2 mil m2.

“Vamos sair de uma área de 300 metros quadrados para uma área sete vezes maior para ofertar aos nossos trabalhadores, aos seus dependentes e a comunidade também um melhor atendimento”, declarou Roberto Knittel Júnior.

Além do anúncio da nova sede, o prefeito e o representante dos serviços falaram sobre os possíveis convênios entres as instituições. “A gente vem fazendo parceria com outras prefeituras e não poderíamos deixar de fazer com Vitória da Conquista, terceiro maior município da Bahia. Para nós, será uma honra estreitar esses laços com a Prefeitura”, garantiu o supervisor.

O Sest/Senat oferece cursos nas áreas de transporte, gestão e comportamento para formação profissional e geração de emprego e renda, além de realizar ações voltadas para a saúde do trabalhador do transporte e seus dependentes. Atualmente, a unidade funciona na BR 116, Km 817, Distrito Industrial de Imborés.