A Igreja Católica tem um novo líder. Na tarde desta quinta-feira (8), o cardeal norte-americano Robert Prevost foi anunciado oficialmente como o novo papa. Ele escolheu o nome Leão XIV, tornando-se o 267º pontífice da história da Igreja e o primeiro papa dos Estados Unidos. A escolha foi feita após cinco votações realizadas em dois dias de conclave, encerrado com a tradicional fumaça branca que subiu da chaminé da Capela Sistina, sinalizando que os cardeais chegaram a um consenso. Aos 69 anos, Leão XIV é considerado um nome de perfil pastoral e conciliador, com longa trajetória missionária e administrativa. Nascido em Chicago, Prevost vinha atuando como prefeito do Dicastério para os Bispos, uma das mais importantes funções da Cúria Romana. Sua eleição representa um marco histórico para a Igreja, que, pela primeira vez, será conduzida por um papa vindo da América do Norte. Durante a tradicional apresentação na varanda central da Basílica de São Pedro, o novo papa saudou os fiéis reunidos na Praça São Pedro e em todo o mundo com uma mensagem de esperança, humildade e renovação espiritual. A escolha do nome Leão XIV remete à tradição de papas com esse nome, sendo o último Leão XIII, que liderou a Igreja entre 1878 e 1903, conhecido por sua abertura ao diálogo com o mundo moderno e defesa dos direitos sociais dos trabalhadores. Com sua eleição, o Papa Leão XIV assume a missão de conduzir os mais de 1,3 bilhão de católicos espalhados pelo mundo, em um período de grandes desafios para a fé, a paz e a justiça global.
A fumaça branca finalmente subiu da chaminé da Capela Sistina na tarde desta quinta-feira (8), anunciando ao mundo que a Igreja Católica tem um novo papa. O sinal tradicional indica que, na quinta votação realizada pelo Colégio de Cardeais reunido em conclave, foi alcançado o consenso necessário para a eleição do 267º pontífice da história. Após dois dias de reuniões e votações secretas, os cardeais escolheram o sucessor de São Pedro, encerrando o período de sede vacante. Agora, os fiéis católicos de todo o mundo aguardam com grande expectativa a apresentação oficial do novo papa, que será feita do balcão central da Basílica de São Pedro, no Vaticano.
A fumaça branca é gerada pela queima das cédulas de votação com aditivos químicos que produzem o tom claro e simbólico, sinalizando que o escolhido obteve ao menos dois terços dos votos — número exigido para a confirmação do novo pontífice. Tradicionalmente, o anúncio é feito pelo cardeal protodiácono com a frase “Habemus Papam”, seguida da apresentação do nome civil e do nome papal escolhido pelo novo líder da Igreja. A identidade do novo papa deve ser revelada em breve, diante de milhares de fiéis reunidos na Praça São Pedro e sob os olhares atentos do mundo inteiro.
O novo presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Gilberto Waller Junior, determinou o bloqueio de novos descontos de empréstimo consignado para todos os beneficiários independente da data de concessão do benefício.
De acordo com despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU), os descontos do crédito consignado CLT poderão ser desbloqueados pelos segurados, de acordo com os serviços disponibilizados pelo INSS para essa finalidade.
A medida segue a determinação do Tribunal de Contas da União (TCU), que negou ontem recursos da gestão anterior do INSS e de entidades sindicais sobre acórdão (decisão final proferida sobre um processo por tribunal superior) do ano passado que determinou uma série de obrigações para evitar fraudes em descontos aos aposentados e pensionistas.
No primeiro semestre de 2024 a fiscalização do TCU já apontava que nem todos os descontos no INSS foram autorizados pelos aposentados. Uma das medidas, em junho de 2024, foi a determinação para que os novos descontos de associações só pudessem ser feitos com assinatura eletrônica avançada e biometria, ou se houvesse confirmação da existência dos documentos exigidos pela norma vigente. No entanto, os ex-gestores do órgão continuaram autorizando novos descontos nos benefícios.
Projeto é relatado pelo senador Marcelo Castro (MDB-PI)06 de maio de 2025
O parecer da PEC (proposta de emenda à Constituição) que acaba com a reeleição para presidente da República, governadores e prefeitos sugeriu extinguir essa possibilidade a partir das eleições de 2028, estabelecendo um mandato de cinco anos.
A PEC pode ser votada nesta quarta-feira (7) na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado. Se for aprovado, o texto ainda deverá ser votado pelo plenário do Senado em dois turnos, com ao menos 49 votos em cada um, e pela Câmara dos Deputados.
Além de acabar com a reeleição para todos os cargos do Poder Executivo, a proposta unifica as eleições gerais e municipais. Hoje, há eleição a cada dois anos, ora para presidente, governadores, senadores, deputados federais e estaduais, ora para prefeitos e vereadores.
A PEC também fixa o mandato de cinco anos para todos os cargos do Poder Executivo, deputados e vereadores. Já o mandato dos senadores seria ampliado de oito para dez anos, segundo o relatório do senador Marcelo Castro (MDB-PI).
Para unificar as eleições gerais e municipais a partir de 2034, Castro sugere um período de transição para os eleitos em 2028 e 2030. Para os eleitos no pleito geral de 2026, não haveria alteração.
Para os prefeitos eleitos em 2028, o mandato tampão seria de seis anos, com novas eleições em 2034. Presidente, governadores e deputados eleitos em 2030, por sua vez, teriam um mandato de quatro anos durante o período de transição; senadores, de nove anos.
Castro tenta destravar a votação no plenário do Senado até o fim do semestre. O fim da reeleição hoje conta com amplo apoio no Senado, incluindo o de cardeais da Casa, como Otto Alencar (PSD), com boa parte das divergências sobre as regras de adaptação.
“Estamos propondo uma mudança estrutural importante para a política brasileira. O fim da reeleição visa tornar o processo eleitoral mais justo, diminuir o uso da máquina pública em benefício próprio e fortalecer o princípio da alternância de poder”, disse Castro em nota nesta terça (6).
A PEC também traz altera a data da posse, hoje em 1º de janeiro. O relatório propõe a posse do presidente da República em 5 de janeiro e a de governadores e 6 de janeiro.
A possibilidade de reeleição para ocupantes de cargos do Executivo foi aprovada pelo Congresso a partir de uma emenda à Constituição em 1997.
A legislação entrou em vigor imediatamente, aplicando-se já ao pleito subsequente. O principal beneficiário foi o então presidente Fernando Henrique Cardoso, eleito anteriormente à inclusão dessa possibilidade na Constituição.
Conteúdo Politica Livre foto: Andressa Anholete/STF/ArquivoThaísa Oliveira/Folhapress
O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) está elaborando uma proposta de Plano de Ressarcimento Excepcional para os aposentados e pensionistas que foram vítimas de descontos não autorizados por entidades associativas. A medida foi discutida em reunião na tarde desta sexta-feira (2), conduzida pelo advogado-geral da União, Jorge Messias, e que contou com a presença do novo presidente do INSS.
“A proposta está em fase final de elaboração e, tão logo seja concluída, será submetida no início da próxima semana à Casa Civil da Presidência da República, para posterior apresentação ao Conselho Nacional de Justiça, ao Ministério Público Federal e à Defensoria Pública da União”, informou a AGU, em nota.
A pasta instituiu um Grupo Especial, com suporte da Dataprev e do próprio INSS, para resolver a situação causada a milhões de aposentados e pensionistas. A devolução dos recursos cobrados indevidamente foi uma determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que abordou o tema em seu mais recente pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão.
O novo presidente do INSS afirmou, durante a reunião, que vai determinar a abertura Procedimentos Administrativos de Responsabilização de Pessoas Jurídicas (PAR), com base na Lei nº 12.846/2013 (Lei Anticorrupção), em desfavor das entidades investigadas com indícios de pagamento de propina a agentes públicos, bem como as entidades classificadas na investigação como de fachada.
Da parte da AGU, Jorge Messias determinou, segundo o que foi informado, a instauração de procedimentos preparatórios para ajuizamento de ações de improbidade administrativa.
“Os denominados Procedimentos de Instrução Prévia (PIP) investigarão as condutas dos agentes públicos e das pessoas jurídicas objeto de apuração na Operação Sem Desconto com vistas à plena responsabilização administrativa dos envolvidos”, disse a pasta.
Ministro pede demissão
Também nesta sexta, o ministro da Previdência, Carlos Lupi, acertou sua saída do cargo, após se reunir com Lula, no Palácio do Planalto, em Brasília. Em seu lugar, o Planalto anunciou ex-deputado federal Wolney Queiroz, atual secretário-executivo da pasta, indicado pelo PDT, que é presidido pelo próprio Lupi.
A troca no comando do Ministério da Previdência ocorre uma semana após a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagrarem uma operação conjunta que apura um suposto esquema de descontos não autorizados.
A investigação aponta que as irregularidades começaram em 2019, durante a gestão de Jair Bolsonaro, e prosseguiram nos últimos anos.
Mudanças no INSS
O caso já havia resultado na exoneração do então presidente do Instituto, Alessandro Stefanutto, e no afastamento de quatro dirigentes da autarquia e de um policial federal lotado em São Paulo.
Deputados de oposição protocolaram, na última quarta-feira (30), um requerimento de criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os sindicatos envolvidos na fraude do INSS.
A PF informou ter reunido indícios da existência de irregularidades em parte dos cerca de R$ 6,3 bilhões que a cobrança das mensalidades associativas movimentou apenas entre 2019 e 2024. Nos dias seguintes, a CGU e o próprio INSS tornaram públicos os resultados de auditorias realizadas desde 2023, que também apontavam inconsistências e problemas relacionados ao tema.
A população conquistense e regional desde a realização da ultima edição da Exposição Agropecuária de Vitória da Conquista do ano passado, 2024, estava ansiosa para a reprise da feira, que os diretores da Coopmac haviam assumido, de que aconteceria em abril, de 2025, no entanto, as tratativas de apoios dos patrocinadores máster do evento, não aconteceu na previsão esperada e planejada pelos seus idealizadores.
De acordo as negociações, meidadas pelo presidente da Coopmac Eng. Isac Figueira e o diretor Executivo da Coopmac Eng. Agrônomo César Nery, seria imposssivel a coopmac sozinha bancar este evento, mesmo tendo o suporte das locações de standes, espaços, boxes, etc. E o patrocínio de grandes empresas, que lançam serviços e produtos durante a programação do evento.
Após inúmeras conversas e entendimentos, com a prefeitura e o governo do Estado, através das lideranças politicas da base das respectivas autoridades, que mediaram estas tratativas com a prefeita Sheila Lemos e o Governador Jerônimo Rodrigues, que formalizaram e fecharam o acordo e apoio financeiro para bancar a realização da Exposição Agropecuária de Vitória da Conquista, edição de 2025.
E dessa forma, os entes parceiros e protagonistas da realização da maior Feira Agropecuária do Nordeste convidam a todos para participarem do lançamento do programa, de como será o formato da edição da feira este ano.
Segue Convite.
A COOPMAC, a Prefeitura de Vitória da Conquista, por meio da prefeita Sheila Lemos, e o Governo do Estado, representado pelo governador Jerônimo Rodrigues, convidam toda a população para prestigiar este grande evento, que acontece de 4 a 8 de junho.
E, na próxima segunda-feira, às 17h, será realizada uma coletiva de imprensa com os três realizadores para apresentar à cidade e à região o formato da 54ª edição dessa festa tão esperada.
54ª Exposição Agropecuária de Vitória da Conquista – acontece em 4 a 8 de junho – 2025.
Quem vai ocupar o cargo é ex-deputado federal Wolney Queiroz, secretário-executivo do ministério
Foto: Lula Marques/Agência Brasil
O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi (PDT), pediu, nesta sexta-feira (2), demissão ao presidente Lula. O pedido acontece após dias de pressão causada pela operação da Polícia Federal (PF) que investiga descontos indevidos feitos por entidades na folha de pagamento de aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
Lupi se reuniu com o presidente nesta sexta-feira, no Palácio do Planalto, e levou sua carta de demissão. O pedetista teria sido aconselhado por deputados do partido a pedir demissão, já que sua imagem estava desgastada. A expectativa é que o cargo permaneça com a sigla. Quem vai ocupar o cargo é ex-deputado federal Wolney Queiroz, secretário-executivo do ministério.
A avaliação inicial era que o ministro permaneceria no cargo. A ministra da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), Gleisi Hoffmann (PT), chegou a declarar que não havia motivos para a saída de Lupi, uma vez que “não havia nada contra ele no inquérito de 1.900 páginas
Convocação ocorre após denúncia de R$ 6 bilhões em perdas
Foto: Lula Marques/Agência Brasil
A Comissão de Fiscalização e Controle do Senado aprovou convocação ao ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, para prestar esclarecimentos sobre fraudes no INSS reveladas pela Operação “Sem Desconto” na próxima quarta-feira (7). A investigação apontou que sindicatos e associações descontaram indevidamente valores de aposentados e pensionistas sem autorização, gerando prejuízo superior a R$ 6 bilhões entre 2019 e 2024.
A Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União identificaram que o esquema funcionava com o repasse automático de contribuições não autorizadas diretamente da folha de pagamento dos beneficiários. A prática foi considerada um dos maiores escândalos recentes no sistema previdenciário.
A convocação tem como objetivo entender como o esquema se manteve por anos e quais medidas estão sendo tomadas para evitar novos casos. O ministro deverá apresentar planos de fiscalização e correção.
Ao final da sessão, senadores também defenderam a criação de uma CPI para aprofundar as investigações e responsabilizar os envolvidos.
A burocracia é o novo atraso do Brasil. E Vitória da Conquista está sentindo esse peso com intensidade inaceitável. A duplicação das vias que cortam nosso município não é um luxo, é uma urgência — e a postergação dessa obra se transforma num descaso crônico. O cidadão conquistense não pode ser penalizado por embaraços legais, trâmites administrativos ou litígios judiciais. A duplicação tem que ser imediata.
Quando falamos em devolução amigável de concessões e reformulação de editais, estamos diante de um processo que, mesmo na melhor das hipóteses, leva anos. O Brasil, em média, estrutura um edital em cinco anos e meio. Com esforço, pretende-se reduzir esse tempo para 3,5 anos. Mas a população vive o agora. E nesse agora, a rodovia continua perigosa, precária e um entrave ao desenvolvimento regional.
A comparação entre os prazos de reestruturação de concessões e a execução de obras com recursos públicos precisa ser feita com honestidade. Um novo edital, mesmo que publicado hoje, significa que a grande obra só acontecerá entre o terceiro e o oitavo ano da concessão. É inaceitável! Não podemos viver reféns de previsões técnicas enquanto vidas são perdidas e o progresso adiado.
O que se espera é um contrato moderno, que antecipe a execução das grandes intervenções e que tenha tarifa justa, sem onerar o usuário. Não podemos nos contentar com a lentidão média brasileira de 1.3 leilões por ano. O país tem pressa. Vitória da Conquista tem pressa. O nosso povo não merece esperar mais uma década por algo que já deveria ter sido concluído ontem.
O momento exige coragem política, vontade administrativa e compromisso social. Precisamos de infraestrutura hoje. Não podemos permitir que mais uma geração sofra os impactos do atraso crônico que, há décadas, paralisa o nosso futuro.
JOSÉ MARIA CAIRES
DUPLICA SUDOESTE
No dia, 08 de maio de 2025 às 14:00 em Vitória da Conquista, ANTT realizará reunião para colher sugestões e contribuições da sociedade para elaborar o edital da nova concessão da Rio Bahia.
É indispensável a nossa efetiva participação, pois a DUPLICAÇÃO DA RIO BAHIA, transformará a região sudoeste, sobretudo Vitória da Conquista.
A forma que você pode contribuir é participando dessa importante reunião.
Conclave terá 132 eleitores e começa na próxima quarta-feira (7)
Foto: Reprodução/Redes Sociais
O conclave para eleger o novo líder da Igreja Católica começa na quarta-feira (7), encerrando o período de luto pela morte do papa Francisco. Nesta sexta (2), bombeiros do Vaticano instalaram a tradicional chaminé da Capela Sistina, de onde sairá fumaça preta enquanto não houver definição e branca quando o sucessor for escolhido.
A eleição contará com 132 cardeais, todos com menos de 80 anos. Três dos 135 esperados não comparecerão. A Europa lidera em número de eleitores (53), seguida pelas Américas (37), Ásia (23), África (18) e Oceania (4). A diversidade regional reflete o crescimento da influência de países fora da Europa.
Dos participantes, 108 foram nomeados por Francisco, 22 por Bento XVI e cinco por João Paulo II. O grupo é variado em idade e origem: o mais jovem é Mikola Bychok, de 45 anos, e o mais velho, Carlos Osoro Sierra, com 79. Treze nasceram em 1947, o ano com mais representantes.
Trinta e três cardeais pertencem a ordens religiosas, com destaque para os salesianos. O conclave, realizado sob rigoroso sigilo na Capela Sistina, será precedido por missa na Basílica de São Pedro, às 10h, conduzida pelo cardeal Giovanni Battista Re, decano do Colégio Cardinalício.cont.Metro1
Em reunião realizada na tarde desta quarta-feira (23), a Comissão Especial de Reforma e Atualização da Lei Orgânica Municipal definiu o calendário e os locais das audiências públicas que vão garantir a escuta da população no processo de construção do novo texto da principal norma do município. A série de encontros será iniciada no dia 22 de maio, na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), seguindo para a Faculdade Santo Agostinho no dia 27, passando pela Câmara de Vereadores no dia 4 de junho, e encerrando-se no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no dia 10 de junho.
O presidente da Câmara Municipal, vereador Ivan Cordeiro , destacou que a participação da sociedade é central no processo de elaboração da nova Lei Orgânica, reforçando o compromisso da Casa Legislativa com a transparência e a representatividade. “A comissão foi constituída com o objetivo de preparar um texto que sirva à comunidade por muitos anos. Daí a importância da escuta qualificada de todos os setores sociais: lideranças comunitárias, empresariado, acadêmicos, operadores do Direito e os próprios vereadores”, afirmou.
Já o presidente da Comissão Especial, vereador Luis Carlos Dudé , enfatizou que os trabalhos estão avançando e que essa primeira fase culminará em uma segunda etapa igualmente relevante: a reforma do Regimento Interno da Câmara. “Já podemos ver um novo formato surgindo, o que nos deixa muito felizes. Seguimos debruçados sobre esse processo, conscientes da responsabilidade de entregar um texto moderno e alinhado com as necessidades da cidade”, declarou.
O vereador Alexandre Xandó, advogado e também integrante da comissão, reforçou o papel central da população no processo de revisão. “A Lei Orgânica é a Constituição Municipal, portanto é essencial que a sociedade participe ativamente. Convidamos todos a conhecerem o texto atual, disponível nos sites da Câmara e da Prefeitura, e a encaminharem sugestões. Teremos, ainda, um momento de consulta pública para que as propostas sejam formalmente avaliadas”, explicou.
Também membro da comissão, o vereador e professor de Direito Municipal, Edivaldo Ferreira Júnior , destacou o caráter democrático das audiências, ressaltando que o conteúdo da Lei Orgânica impacta diretamente áreas como educação, saúde e a própria estrutura administrativa do município. “As audiências são fundamentais para assegurar que a população tenha uma voz ativa na confecção da nova Lei Orgânica. Este é um processo de construção coletiva da nossa Constituição Municipal, e os vereadores, como representantes do povo, precisam desse retorno direto para consolidar um texto que reflita os anseios da sociedade”, concluiu.
Com a definição do calendário, a Comissão Especial reforça o convite para que cidadãos, representantes de entidades, estudantes e especialistas acompanhem e participem das discussões, contribuindo ativamente para o fortalecimento da democracia local.
Por Andréa Póvoas
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