A Gente diz

PIS/Pasep: Mais de 1,8 milhão receberão benefício

Cerca de R$ 1,2 bilhão, referente ao pagamento do Abono Salarial Ano-base 2015, ainda não foi sacado pelos mais de 1,8 milhões de brasileiros que tem direito a este benefício. Este número representa 7,58% das mais de 24,2 milhões de pessoas que têm direito ao saque. O prazo termina no dia 30 de junho. O balanço foi divulgado pelo Ministério do Trabalho. Os pagamentos do Abono Salarial Ano-Base 2015 variam de R$ 78 a R$ 937. No total, já foram liberados R$ 15,7 bilhões. O recurso não acumula de um ano para o outro e se o indivíduo perder o prazo ficará sem receber. “E esse é mais um recurso que ajuda a impulsionar a economia do país, beneficiando principalmente os trabalhadores mais humildes”, afirma o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.  Para saber se tem direito, o trabalhador pode consultar o site do Ministério do Trabalho e acessar a opção ‘Abono Salarial’, em seguida em ‘Consulta Abono Salarial’. Deve ser informado, nesta consulta, o número de CPF ou do PIS e a data de nascimento.

Fachin deve ser mantido como relator da delação da JBS, aponta coluna

O ministro Edson Fachin deve ser mantido como relator da delação da JBS no Supremo Tribunal Federal (STF) na sessão que decidirá a pauta nesta quarta-feira (21). No entanto, o magistrado corre o risco de ver o STF modificar os termos do acordo que ele homologou. Segundo informações do blog Painel, da Folha de S. Paulo, a divisão que se estabelece entre os ministros será evidenciada na segunda etapa do julgamento – momento em que eles vão discutir a possibilidade de o plenário rever as condições ofertadas aos colaboradores. De um lado, defensores da manutenção do acordo alegam que uma revisão poderia prejudicar a segurança jurídica da Operação Lava Jato. Já aqueles que defendem mudanças nas condições ofertadas aos delatores afirmam que o acordo impede que o Ministério Público Federal (MPF) tenha poder absoluto sobre as negociações.

Retirada de mais de 400 corpos do cemitério do Kadija pela prefeitura, gera muitos protestos da comunidade conquistense.

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Mesmo a prefeitura justificando de que a remoção  dos 400 restos mortais do cemitério Kadija,  em Vitória da Conquista,  esteja sendo providenciada devido a superlotação,  já que quase não há mais lugar para cavar novos túmulos. A população reage  e exige do governo respeito e que busque outra alternativa.

A Prefeitura recorreu a imprensa para tratar do assunto e disse que a medida será realizada atendendo as especificações  e critérios previstos  no Código de Posturas do Município, através das leis que regem a administração dos cemitérios públicos..

A reação popular dessa medida a cada dia vem provocando muitos questionamentos  e críticas,  à gestão do prefeito Herzem Gusmão. Inclusive, um abaixo-assinado contrário às exumações circula no Bairro Kadija, onde está localizado o cemitério municipal. E ainda, a outras correntes de lideranças políticas local  que cobra da prefeitura, que adquira e crie um novo cemitério municipal, para  atender as futuras demandas da cidade. Dentre as reivindicações e protestos  eles exigem a  construção de outro cemitério em que possa atender a toda a cidade, uma vez que o cemitério das saudades também não há mais vagas

A lista com os nomes dos mortos a serem removidos foi divulgada no mês passado pela prefeitura. E estar prevista para acontecer  no dia 19 de julho; os restos mortais serão transferidos para um ossário. Foto Mario Bitencurt OUL

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Gilmar Mendes defende “limites” sobre investigações da Lava Jato

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) e presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Gilmar Mendes, defendeu nesta segunda-feira (19) “limites” a investigações com propósitos de “colocar medo nas pessoas, desacreditá-las”.

Citando a Lava Jato, ele afirmou que as apurações de promotores e procuradores se expandiram demais e que é preciso criticar os “abusos”.

“Investigação sim, abuso não”, afirmou. “Não se combate o crime cometendo crimes”, completou o ministro.

As declarações, dadas durante uma palestra a empresários do Lide (Grupo de Líderes Empresariais) de Pernambuco, causaram reação. O subprocurador-geral da República, Nicolao Dino, disse que as críticas de Mendes são “um desserviço à República”.

“É preciso rebater e repelir veementemente a fala de Gilmar. O MP tem atuado de forma muito correta. Difamações como essa não contribuem para a estabilidade institucional”, afirmou.

Mendes criticou a investigação contra os ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Francisco Falcão e Marcelo Navarro por obstrução da Justiça.

Segundo ele, as apurações têm como objetivos “constrangê-los, constranger o tribunal e constranger a magistratura. “Expandiu-se demais a investigação, além dos limites”, afirmou ele.

“Abriu-se inquérito para investigar o que já estava explicado de plano. Qual é o objetivo? É colocar medo nas pessoas. É desacreditá-las. É aí que as investigações precisam ser questionadas”, disse aos participantes da palestra.

Segundo Dino, Gilmar tenta desqualificar o trabalho do Ministério Público Federal e afirmou que a ampliação das investigações não deveria ser vista como um problema.

LAVA JATO

Gilmar Mendes chegou a falar de uma “importante conquista” da Lava Jato e que entendia que o combate a corrupção tenha se tornado “programa monotemático” para procuradores e promotores. Mas em seguida partiu para duras críticas.

“As investigações começaram a abordar até situações de mera irregularidade. Consciente ou inconscientemente, o que se passou a querer era mostrar que não havia salvação no sistema político”, disse ele, citando a criminalização sobre caixa 2.

Em seguida, Gilmar Mendes mandou um recado: “Quem quiser fazer política, que vá aos partidos políticos e faça política lá. Não na promotoria, não nos tribunais.”

O ministro fez referências à investigação do presidente Michel Temer, envolvido na delação da JBS. “É preciso colocar limites. Não podemos despencar para um modelo de Estado Policial, como também não se pode cogitar de investigações feitas na calada da noite, arranjos, ações controladas que têm como alvo qualquer autoridade ou o próprio presidente da República, por que não?”.

“É preciso discutir isso com muita tranquilidade. E é preciso criticar isso. Investigação sim, abuso não. Não se combate o crime cometendo. É preciso que a sociedade diga isso de maneira clara. O Estado de Direito não comporta soberanos”, afirmou.

Saiba quais são as reclamações de pessoas que trabalham no Google

Business Insider divulgou uma série de desabafos pesados feitos por pessoas que trabalham no Google e, ao contrário do que possamos imaginar, não se consideram donas de muita sorte nem acreditam que estão no melhor trabalho do mundo. Veja a seguir algumas das principais reclamações e depois nos diga se a grama do vizinho é realmente mais verde:

1 – Segundo Joe Cannella, ex-gerente sênior de contas

“Basicamente, você acaba passando a maior parte da sua vida comendo comida Google, com colegas de trabalho Google, usando dispositivos Google, falando em siglas Google, enviando e-mails Google em celulares Google, e você eventualmente começa a perder a noção de como é ser independente do grande G, e todo canto da sua vida é programado para reforçar a ideia de que você seria absolutamente insano por querer estar em qualquer outro lugar”, disse.

Ele completa dizendo que as pessoas tendem a ver com maus olhos um funcionário que reclame de trabalhar no Google, justamente porque quem trabalha lá “tem de tudo”: “Mas esse é meio que o ponto. Você ganha tudo o que poderia querer, mas isso custa as únicas coisas que realmente importam no final das contas”.

2 – Para Vlad Patryshev, ex-engenheiro de software

“É realmente difícil discutir qualquer questão a não ser que você esteja falando com um amigo… Discussões objetivas são bastante raras uma vez que todo mundo é territorial e não está interessado em opiniões de outras pessoas, a não ser daquelas que são deuses importantes”.

3 – Para Katy Levinson, ex-engenheira de software

Katy diz que as pessoas sempre perguntam por que alguém deixa de trabalhar no Google, onde supostamente tudo é perfeito: “Elas não querem ouvir nada menos do que total entusiasmo pela sua sorte de entrar no Google e sobre como você quer ficar lá. Se você sai ou se tem qualquer coisa além de arco-íris e pôneis para falar a respeito, quase todo mundo, da minha mãe ao motorista de táxi, realmente exigem que você explique por que sentiria qualquer coisa além de emoção por trabalhar no Google”.

4 – Para um funcionário anônimo

Aqui o ponto levantado é a respeito do recrutamento de novos funcionários e dos planos de carreira. Ele conta que uma promoção leva muito mais de um ano para acontecer e que, por causa da alta concorrência, as pessoas que trabalham no mesmo time não costumam ser gentis umas com as outras.

5 – Ainda segundo as promoções, por outro funcionário anônimo

Ele conta que mesmo fazendo tudo certo, cumprindo todas as tarefas e fazendo de tudo pela empresa, algumas pessoas simplesmente não têm seus esforços reconhecidos. Ele diz conhecer pessoas que estão na mesma função há oito anos e nunca foram promovidas.

6 – Para Katy Levinson, ex-engenheira de software

“Qualquer melhoria não baseada em uma métrica rígida era um uso de tempo não respeitado. Usabilidade? Números de bugs? Ninguém se importava. Se você não medisse isso, ninguém estava interessado”.

7 – Para um ex-funcionário anônimo

“O maior ponto negativo, de longe para mim, foi o cancelamento aparentemente arbitrário de projetos. Para piorar, as pessoas que trabalham em projetos que foram cancelados têm promoções negadas por não ter tido impacto”.

8 – Segundo John L. Miler, ex-engenheiro de software

“A pior parte do trabalho no Google para mim foi, como para muitos outros, se sentir subutilizado. Como alguém com 25 anos de experiência em programação, gerenciamento e arquitetura eu não estava fazendo nada que uma pessoa contratada por uma boa faculdade com dois anos de experiência não pudesse fazer. Essa é uma situação deprimente”.

9 – Segundo Jeff Nelson, criador do Google Chrome

“Uma fração muito grande do que você ouviu sobre o Google – do lado de fora do Google – é uma besteira. Muitas vezes essa besteira é propagada porque isso ajuda com a reputação da empresa”, revelou Nelson, que afirmou que as pessoas espalham essa visão fantasiosa dos empregos no Google justamente para que a empresa tenha sempre uma boa imagem.

10 – Segundo Anne K. Hlsall, designer de produto

“Com todas as áreas abertas para alimentação, jogos, TV, conversas técnicas etc, pode ser surpreendentemente difícil encontrar um lugar silencioso e privado para pensar”, revelou a designer, que contou que os quatro principais prédios da empresa são repletos de funcionários espremidos.

11 – Para outro ex-funcionário anônimo

“Trabalhei no Google por três anos e foi muito difícil sair, mas houve um fator importante que me ajudou a tomar a decisão: o impacto que eu poderia ter no negócio como indivíduo era mínimo. Conforme observado em muitas respostas abaixo, o Google é uma máquina incrível que imprime dinheiro graças ao AdWords. A menos que você seja um engenheiro incrivelmente talentoso que comece a criar algo novo, é provável que você seja simplesmente um cara/ uma mulher com um óleo que possa lubrificar as engrenagens dessa máquina”.

Caixa suspende crédito com FGTS para imóvel de até R$ 950 mil

A Caixa Econômica Federal suspendeu a oferta de uma das linhas de crédito imobiliário mais baratas do mercado: a que usa dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a chamada pró-cotista. Mesmo após a injeção de R$ 2,54 bilhões em dinheiro extra no mês passado, o dinheiro acabou novamente e o banco suspendeu novos créditos para compra de imóveis de até R$ 950 mil. “A Caixa Econômica Federal informa que estão suspensas as contratações de novas operações da linha de crédito pró-cotista – recursos FGTS, em razão do comprometimento total do orçamento disponibilizado pelo Conselho Curador do FGTS para o exercício de 2017”, cita a nota à imprensa divulgada pelo banco federal. A linha pró-cotista tinha originalmente R$ 5 bilhões para o ano, mas os recursos estavam muito perto de acabar no mês passado. Sem saldo, a Caixa pediu mais recursos e o Ministério das Cidades atendeu ao pedido com a realocação de R$ 2,54 bilhões extras. O dinheiro novo, porém, acabou se esgotando novamente em pouco mais de 30 dias. Ainda que a interrupção da oferta dessa linha de crédito seja uma má notícia para os clientes, o cenário mostra algum sinal de recuperação do mercado – o que é positivo e, em momentos de crise, pode até ser motivo de comemoração. Em todo o ano passado, essa linha para compra da casa própria do FGTS liberou R$ 5,5 bilhões. O ritmo em 2017 é bem mais forte e a marca de R$ 7,54 bilhões foi alcançada em seis meses. O número, portanto, mostra que há mais demanda pelo crédito imobiliário. A Caixa não comenta as razões para o fim do recursos e nota que o tema é uma decisão do Conselho Curador do FGTS. Vale lembrar, porém, que as contas inativas do Fundo de Garantia têm sido sacadas em um programa de forte apelo popular anunciado pelo governo Michel Temer. Ao todo, R$ 41,4 bilhões estavam em contas inativas e estão à disposição dos cotistas para saque. Dados preliminares mostram que a retirada dos recursos tem sido elevada e boa parte desse montante deve sair do FGTS – o que pode influenciar a capacidade dos gestores em financiar projetos ou o segmento imobiliário. A linha pró-cotista só pode ser usada por trabalhadores com pelo menos três anos de vínculo com o FGTS. Além disso, eles precisam estar trabalhando ou ter saldo na conta do Fundo de Garantia que some valor de pelo menos 10% do imóvel. A linha financia a compra de imóveis de até R$ 950 mil nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, e de até R$ 800 mil nos outros Estados. É a linha de empréstimo habitacional mais barata depois do Minha Casa Minha Vida. A taxa de juro para não correntistas do banco é de 8,61% ao ano. Já no financiamento com recursos da poupança, a taxa é de 10,49% ao ano.

Fachin estima ter maioria no STF para permanecer como relator da delação da JBS

Com a proximidade da votação que vai decidir se continua como relator da delação da JBS no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Edson Fachin já está fazendo as contas. Pessoas próximas ao magistrado afirmam que ele acredita ter entre seis e sete votos favoráveis à sua permanência na relatoria do processo, segundo informações do blog Painel, da Folha de S. Paulo. A sessão plenária que vai tratar do assunto foi marcada para esta quarta-feira (21). De acordo com a publicação, Fachin aguarda receber críticas durante o julgamento, mas está focado no resultado, que espera ser positivo. Os mesmos aliados apontam que o atual relator pode também falar, pela primeira vez, sobre seus encontros com donos e diretores do grupo empresarial antes e depois de sua nomeação para o STF. A JBS, por sua vez, apresentou dois pareceres que defendem a homologação do acordo por Fachin.

Aécio teme prisão e diz viver situação “kafkiana”.

Fechado em sua casa no Lago Sul, em Brasília, desde o dia 17 de maio, quando foi divulgado conteúdo do áudio que registrou o pedido de R$ 2 milhões ao empresário Joesley Batista sob o argumento de que precisava de dinheiro para custear sua defesa na Operação Lava Jato, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) tem dito a quem o visita que sua situação é “kafkiana”.

Segundo aliados que estiveram com ele nos últimos dias, o tucano avalia que em condições normais de temperatura e pressão o pedido de prisão do procurador-geral da República, Rodrigo Janot – previsto para ser analisado na próxima terça-feira pelo Supremo Tribunal Federal –, seria rejeitado. O senador avalia, porém, que no atual cenário tudo pode acontecer. Esse temor se cristalizou quando a Primeira Turma do STF manteve a prisão de sua irmã, Andrea Neves. Ao saber da decisão, Aécio se desesperou.

O tucano não consegue conter o choro quando fala sobre Andrea. “Ele está profundamente indignado, sobretudo com a situação da irmã”, disse José Aníbal, presidente do Instituto Teotônio Vilela.
Por Estadão Conteúdo

Secretário da Segurança Pública e Comandante geral da PM inaugura sede do Esquadrão Falcão em Vitória da Conquista.

 

 

Unidade  de motociclista denominada de Esquadrão de Motociclistas Falcão foi inaugurada na manhã dessa segunda, 19, pelo Secretário da Segurança Pública, Maurício Barbosa, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Anselmo Brandão e o Comandante de Policiamento Especializado, Coronel Humberto Filho.

No evento  inúmeras autoridades locais fizeram presente ao acontecimento. Em que foram  inaugurada a sede própria e as novas motocicletas que darão suporte na segurança pública em Vitória da Conquista.

Além do chefe do executivo municipal  –  prefeito Herzem Gusmão Pereira e a vice prefeita,   que esteve presente no ato,  foi constados também na solenidade,  os deputados estaduais, vereadores conquistenses, autoridades  que atuam na segurança pública no município: oficiais da PM  e delegados e convidados.

O prédio onde funciona a unidade é resultado da parceria do Governo do Estado com empreendedores locais.

O secretário  de Segurança Pública da Bahia, Mauricio Barbosa  afirma que: “A reforma e ampliação desta importante unidade de combate ao tráfico de drogas foi possível através do apoio do Conselho Comunitário de Segurança da cidade. A sociedade Civil tem sido um parceiro importante na manutenção da segurança aqui em Conquista”, Afirmou o Sec Mauricio.

 

 

 

SAJ: Adolescente de 15 anos é morta com tiro de espingarda na cabeça por ciúmes

Foto: Reprodução / Voz da Bahia

Uma adolescente de 15 anos foi morta com um tiro de espingarda na manhã deste domingo (18) em Santo Antônio de Jesus. A Polícia Civil afirmou que o autor do crime tenha sido o companheiro de Tamires de Jesus Santos, que supostamente a agredia constantemente por ciúmes. O suspeito, de 22 anos, fugiu após o ato. Ainda de acordo com a polícia, o casal teria discutido na noite anterior e Tamires teria ameaçado deixar a casa. O homem teria perdido o controle e efetuado os disparos na cabeça dela. De acordo com informações do blog Voz da Bahia, a arma utilizada no crime foi deixada no local. O corpo de Tamires foi removido para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Santo Antônio de Jesus.

A Gente Diz – Criança morre aos 2 anos após estupro, e padrasto é o suspeito em Paulo Afonso

 

 

 

Uma criança de dois anos morreu nesta sexta-feira (16), após ser vítima de estupro na cidade de Paulo Afonso, no norte da Bahia, segundo informações da Polícia Civil do município. O principal suspeito é o padrasto da criança, de 59 anos, que está preso. A mãe da menina foi conduzida à delegacia para prestar esclarecimentos sobre o ocorrido. Até a publicação desta reportagem, ela não havia sido liberada. Segundo a polícia, a criança morava junto com o suspeito e mãe. A menina foi levada para um hospital da cidade após desmaiar em casa. Conforme a família relatou à polícia, a equipe médica que atendeu a criança disse que a criança tinha sinais de abuso sexual e agressão. De acordo com o G1, o corpo da menina foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Paulo Afonso e ainda não foi liberado. A polícia ainda não deu detalhes da investigação.

Organizações criminosas deixam rombo de R$ 123 bilhões

Em quatro anos, a Polícia Federal deflagrou 2.056 operações contra organizações criminosas que provocaram prejuízos estimados em R$ 123 bilhões ao País. Os números revelam que o maior rombo não é o apurado pela Lava Jato, mas o causado pelas fraudes nos fundos de pensão investigadas na Operação Greenfield, que alcançam R$ 53,8 bilhões ou quatro vezes o valor de R$ 13,8 bilhões desviados pelo esquema que agiu na Petrobrás. Esse quadro é o resultado da conta feita pelos investigadores federais com base em valores de contratos fraudulentos, impostos sonegados, crimes financeiros e cibernéticos, verbas públicas desviadas e até mesmo danos ambientais causados por empresas, madeireiras e garimpos.

Tudo misturado ao pagamento de propina a agentes públicos e políticos. Os dados são da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Dicor), da PF, e foram obtidos pelo Estado por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). Segundo especialistas em máfias e grupos criminosos, a análise dos números mostra a mudança do perfil do trabalho da PF, priorizando a investigação patrimonial das organizações. As informações são do Estadão Conteúdo.