A Gente diz

1° encontro dos Amigos do Eraldo Tinoco aconteceu nesse final de semana em Vitória da Conquista.

Ex-alunos da rede estadual de ensino, do extinto Colégio Eraldo Tinoco promovem encontro de confraternização, e   relembram  os momentos marcantes de convivência do período escolar vivenciado pelos mesmos na instituição.

O evento aconteceu no sítio Social Vip, neste final de semana, onde reuniu ex-alunos  e ex-professores do  Colégio estadual Eraldo Tinoco-CEET,  que foram homenageados.

A idealização desta iniciativa partiu do  Grupo de Amigos do antigo Colégio estadual Eraldo Tinoco-CEET, com apoio de ex-alunos e ex-professores da época de 1983 a 2004.

A comissão organizadora do evento, avalia que  este encontro,  foi uma oportunidade importante para homenagear e relembrar a história do Eraldo Tinoco-CEET, além de propagar e divulgar a cultura do Grupo Amigos do Eraldo Tinoco, mostrando a rica história vivenciada por cada um como estudante na Instituição de ensino, nas respectivos anos em que aquele estabelecimento funcionou.

Os organizadores diz também que o evento,  foi coroado de êxito, pois,  contou com a participação de ex-alunos, que atualmente  mora em  outras cidades, e veio  para a confraternização rever os  amigos e professores da época. A emoção tomou conta dos participantes presentes ao rever por fotos de alguns ex-professores, ex-alunos e ex-professores já falecidos.

O evento  também contou com a participação dos artistas e ex-alunos do antigo Colégio estadual Eraldo Tinoco-CEET Zico Sales e Beto Tucho, os participantes que levaram seus filhos se divertiram na piscina, sala de jogos e brinquedos oferecidos no espaço.

O CEET  deixou de existir com a instalação do  CPM – Colégio da Policia Militar. A partir de 2005.

Comissão:  Amigos do Eraldo Tinoco

Fuja da malha fina: 16 erros para você evitar na declaração do Imposto de Renda em 2025. por Giovana Naya

 
De ostentação nas redes sociais a divergência nas informações sobre rendimentos. A advogada Giovana Naya comenta os principais deslizes e orienta como fazer uma declaração livre de problemas.

 

(Crédito: Freepik / Gratuito)
A temporada de declaração do Imposto de Renda 2025 está começando a movimentar os contribuintes brasileiros, que já buscam se organizar para evitar problemas com a Receita Federal. O calendário oficial ainda não foi divulgado, mas a expectativa é que o prazo para entrega das declarações comece na segunda quinzena de março e termine em maio, seguindo o padrão dos últimos anos.

 

“Organização é fundamental neste período prévio ao início do prazo. Além de garantir agilidade no preenchimento da declaração, previne erros que podem levar o contribuinte a cair na malha fina”, orienta Giovana Naya, advogada especialista em Direito Tributário e Proteção Patrimonial.

De acordo com dados disponíveis no site da Receita Federal, no ano passado, 45,48 milhões de declarações foram enviadas, mas 1,47 milhão (3,2%) ficaram retidas na malha fiscal. As principais razões incluíram deduções com despesas médicas (57,4%) e omissão de rendimentos (27,8%). “Cair na malha fina pode significar atraso na restituição, multas e até mesmo fiscalizações mais rigorosas”, alerta Naya.

Para evitar erros que podem gerar transtornos, a advogada tributarista Giovana Naya, comenta os seis principais motivos de retenção em malha apontados pelo Fisco em 2024. Confira a lista e as orientações:

 

1. Despesas médicas não confirmadas ou não dedutíveis

As despesas médicas lideraram os motivos de retenção na malha fina no último ano, representando 51,6% dos casos, segundo a Receita Federal. Esse problema ocorre quando o valor declarado não é confirmado pelo profissional médico, clínica ou hospital. Por isso, é fundamental guardar os comprovantes por pelo menos cinco anos. Além disso, determinados gastos, como nutricionista, óculos, cadeira de rodas e medicamentos, por exemplo, não são dedutíveis, a menos que estejam incluídos na conta hospitalar. “Declarar despesas médicas sem respaldo documental ou tentar incluir gastos que não são dedutíveis pode causar grandes problemas para o contribuinte”, alerta Giovana.

 

2. Omissão de rendimentos não tributáveis

A omissão de rendimentos foi o segundo maior motivo de retenção em 2024, somando 27,8% dos casos. Naya explica que o erro ocorre quando o contribuinte deixa de declarar rendimentos eventuais, como trabalhos freelancer, por exemplo, ou ainda quando lançam valores inferiores aos recebidos. Outro ponto de atenção envolve os dependentes, como cônjuge ou filhos. “Ao incluir dependentes na declaração, o contribuinte precisa informar os rendimentos recebidos por eles, mesmo que sejam baixos ou provenientes de trabalhos temporários. Omissões desse tipo podem levar à retenção na malha fina”, explica Giovana.

 

3-6. Divergências de informações

Do terceiro ao sexto lugar, aparecem inconsistências relacionadas à declaração de valores específicos, como diferenças no Imposto Retido na Fonte (9,4%), deduções de incentivo (2,7%), rendimentos recebidos acumuladamente (1,6%) e o imposto pago durante o ano de 2023 (1,1%). Esses problemas juntos representam cerca de 15% das retenções na malha fiscal. “Essas inconsistências geralmente ocorrem quando os valores declarados pelo contribuinte não batem com os dados fornecidos pelas fontes pagadoras ou instituições responsáveis. Qualquer divergência pode levar a uma retenção, por isso é essencial revisar cuidadosamente os comprovantes e as informações fornecidas no momento da declaração”, orienta Giovana Naya.

 

(Crédito: Freepik / Gratuito)
Como não cair na malha fina em 2025

 

Embora o Fisco tenha listado os principais motivos que levam à retenção na malha fina, Naya afirma que ainda existem muitos outros cuidados que podem ser tomados antes de entregar a declaração. “Desde o recebimento de alugueis até detalhes sobre investimentos no exterior, são pequenos deslizes que podem gerar complicações com a Receita Federal”, afirma. Veja os erros mais comuns e como preveni-los para garantir uma entrega tranquila e evitar contratempos.

 

7. Recebimento de aluguel: Muita gente esquece, mas o recebimento de aluguel de imóvel é uma renda tributável e, portanto, deve ser incluído na declaração. “Não importa se o proprietário recebe o valor diretamente, por meio de imobiliárias ou por aplicativos de aluguel por temporada. Os valores devem ser declarados”, alerta Naya.

 

8. Gastos com educação: Cursos de idiomas, artes, dança e atividades esportivas e culturais não são dedutíveis, assim como despesas com uniforme, transporte, material escolar e didático. As despesas dedutíveis na categoria educação abrangem apenas ensino infantil, fundamental, médio, superior e educação profissional.

 

9. Confundir PGBL com VGBL: As siglas podem ser parecidas, porém cada uma deve constar em um campo da declaração. Somente o PGBL permite deduzir 12% dos valores sobre o Imposto de Renda e, desta forma, suas contribuições devem ser reportadas na ficha “Pagamentos e Doações Efetuados”. Já quem possui o plano de previdência do tipo VGBL deve declarar seus valores e informações na ficha “Bens e Direitos”.

 

10. Patrimônio: Apesar de os rendimentos serem o maior ponto de atenção, muitos contribuintes esquecem de declarar seus patrimônios, como imóveis e carros. É fundamental informar à Receita quais bens foram adquiridos ao longo do ano, seja com rendimentos recebidos, investimentos realizados ou economias acumuladas.

 

11. Não declarar lucros ou prejuízos na Bolsa de Valores: Um dos principais erros cometidos por quem vai declarar Imposto de Renda é não informar os lucros obtidos na Bolsa de Valores. Depois de fazer a venda de uma ação, por exemplo, o contribuinte também deve preencher a ficha de “Renda Variável”. Se as operações de alienação excederem o valor de R$ 20 mil, poderá haver tributação sobre a renda. “Da mesma forma, é obrigatório informar o prejuízo obtido em cada tipo de ativo e operação usando o sinal negativo antes do valor. Nos meses em que não houve operação, basta colocar o valor zero. Assim, você pode acumular os valores de prejuízo para compensação daqueles em que teve lucro”, explica Giovana.

 

12. Não declarar investimentos no exterior: A advogada sinaliza que o investidor deve preencher a ficha “Bens e Direitos” com todos os bens e direitos que possuir, inclusive de alocação internacional. “No caso das contas bancárias, por exemplo, devem ser reportados o número da conta, país, o nome do investimento e da instituição financeira. Informe o valor em moeda estrangeira e, na caixinha dos valores, o valor em real”, orienta Naya. “A tributação, que antes era mensal, passou a ser anual e não existe mais a possibilidade de isenção em ganhos de até R$ 35 mil reais por mês”, pontua sobre a mudança na Lei no último ano.

 

13. Declaração de investimentos no exterior da sua companhia offshore: “Com a mudança da Lei das Offshore em 2023, a forma como as empresas offshore são declaradas no Imposto de Renda sofreu alterações importantes”, explica Giovana Naya. Ela destaca que os contribuintes devem optar entre o modelo de tributação “transparente” ou “opaco”, sendo que cada escolha pode impactar tanto a forma de declarar quanto a tributação sobre os rendimentos obtidos. Essa decisão exige atenção, considerando que, em algumas situações, investidores conseguem permanecer isentos de impostos devido a uma organização tributária adequada.

 

14. Atualização do valor dos ativos no exterior pela cotação do câmbio: Os investimentos no exterior devem ser declarados no Imposto de Renda pelo custo de aquisição, ou seja, pelo valor original investido, sem ajustes para mudanças na cotação do câmbio. “É necessário detalhar informações como o nome da corretora ou instituição responsável, o país de origem, o valor transferido em moeda estrangeira e o câmbio utilizado, conforme a cotação do Banco Central na data da transferência”, explica Naya.

 

15. Aumento do patrimônio descoberto: Esse tipo de situação ocorre quando a variação patrimonial não é compatível com os rendimentos declarados no Imposto de Renda. É um erro facilmente identificado pela Receita Federal e, geralmente, acontece por falta de atenção. “Por exemplo, se em um ano o contribuinte declarou rendimentos de R$ 1 milhão, mas adquiriu um imóvel à vista no valor de R$ 3 milhões, sem registrar outras fontes de renda, isso pode indicar a omissão de algum ganho”, sinaliza a advogada. Na prática, os gastos e investimentos devem ser compatíveis com os rendimentos informados na declaração.

 

16. Ostentação nas redes sociais: Por fim, exibir um padrão de vida incompatível com a renda declarada pode chamar a atenção da Receita Federal. “A tecnologia permite cruzar dados financeiros com informações públicas, como publicações em redes sociais. Viagens internacionais, bens de luxo e gastos elevados que não batem com a declaração podem levar à fiscalização”, finaliza Giovana Naya, advogada especializada em planejamento tributário e proteção patrimonial.

 

 

Sobre Giovana Naya: Giovana Naya, é advogada especialista em proteção patrimonial e planejamento tributário, auxilia seus clientes em blindagem patrimonial, estruturação estratégica de empresas e planejamento tributário e sucessório, sócia do Grupo Primo e do escritório MN Advogados.

 

Fuja da malha fina: 16 erros para você evitar na declaração do Imposto de Renda em 2025. Por Giovana Naya

 

De ostentação nas redes sociais a divergência nas informações sobre rendimentos. A advogada Giovana Naya comenta os principais deslizes e orienta como fazer uma declaração livre de problemas.

(Crédito: Freepik / Gratuito)

A temporada de declaração do Imposto de Renda 2025 está começando a movimentar os contribuintes brasileiros, que já buscam se organizar para evitar problemas com a Receita Federal. O calendário oficial ainda não foi divulgado, mas a expectativa é que o prazo para entrega das declarações comece na segunda quinzena de março e termine em maio, seguindo o padrão dos últimos anos.

“Organização é fundamental neste período prévio ao início do prazo. Além de garantir agilidade no preenchimento da declaração, previne erros que podem levar o contribuinte a cair na malha fina”, orienta Giovana Naya, advogada especialista em Direito Tributário e Proteção Patrimonial.

De acordo com dados disponíveis no site da Receita Federal, no ano passado, 45,48 milhões de declarações foram enviadas, mas 1,47 milhão (3,2%) ficaram retidas na malha fiscal. As principais razões incluíram deduções com despesas médicas (57,4%) e omissão de rendimentos (27,8%). “Cair na malha fina pode significar atraso na restituição, multas e até mesmo fiscalizações mais rigorosas”, alerta Naya.

Para evitar erros que podem gerar transtornos, a advogada tributarista Giovana Naya, comenta os seis principais motivos de retenção em malha apontados pelo Fisco em 2024. Confira a lista e as orientações:

1. Despesas médicas não confirmadas ou não dedutíveis

As despesas médicas lideraram os motivos de retenção na malha fina no último ano, representando 51,6% dos casos, segundo a Receita Federal. Esse problema ocorre quando o valor declarado não é confirmado pelo profissional médico, clínica ou hospital. Por isso, é fundamental guardar os comprovantes por pelo menos cinco anos. Além disso, determinados gastos, como nutricionista, óculos, cadeira de rodas e medicamentos, por exemplo, não são dedutíveis, a menos que estejam incluídos na conta hospitalar. “Declarar despesas médicas sem respaldo documental ou tentar incluir gastos que não são dedutíveis pode causar grandes problemas para o contribuinte”, alerta Giovana.

2. Omissão de rendimentos não tributáveis

A omissão de rendimentos foi o segundo maior motivo de retenção em 2024, somando 27,8% dos casos. Naya explica que o erro ocorre quando o contribuinte deixa de declarar rendimentos eventuais, como trabalhos freelancer, por exemplo, ou ainda quando lançam valores inferiores aos recebidos. Outro ponto de atenção envolve os dependentes, como cônjuge ou filhos. “Ao incluir dependentes na declaração, o contribuinte precisa informar os rendimentos recebidos por eles, mesmo que sejam baixos ou provenientes de trabalhos temporários. Omissões desse tipo podem levar à retenção na malha fina”, explica Giovana.

3-6. Divergências de informações

Do terceiro ao sexto lugar, aparecem inconsistências relacionadas à declaração de valores específicos, como diferenças no Imposto Retido na Fonte (9,4%), deduções de incentivo (2,7%), rendimentos recebidos acumuladamente (1,6%) e o imposto pago durante o ano de 2023 (1,1%). Esses problemas juntos representam cerca de 15% das retenções na malha fiscal. “Essas inconsistências geralmente ocorrem quando os valores declarados pelo contribuinte não batem com os dados fornecidos pelas fontes pagadoras ou instituições responsáveis. Qualquer divergência pode levar a uma retenção, por isso é essencial revisar cuidadosamente os comprovantes e as informações fornecidas no momento da declaração”, orienta Giovana Naya.

(Crédito: Freepik / Gratuito)

Como não cair na malha fina em 2025

Embora o Fisco tenha listado os principais motivos que levam à retenção na malha fina, Naya afirma que ainda existem muitos outros cuidados que podem ser tomados antes de entregar a declaração. “Desde o recebimento de alugueis até detalhes sobre investimentos no exterior, são pequenos deslizes que podem gerar complicações com a Receita Federal”, afirma. Veja os erros mais comuns e como preveni-los para garantir uma entrega tranquila e evitar contratempos.

7. Recebimento de aluguel: Muita gente esquece, mas o recebimento de aluguel de imóvel é uma renda tributável e, portanto, deve ser incluído na declaração. “Não importa se o proprietário recebe o valor diretamente, por meio de imobiliárias ou por aplicativos de aluguel por temporada. Os valores devem ser declarados”, alerta Naya.

8. Gastos com educação: Cursos de idiomas, artes, dança e atividades esportivas e culturais não são dedutíveis, assim como despesas com uniforme, transporte, material escolar e didático. As despesas dedutíveis na categoria educação abrangem apenas ensino infantil, fundamental, médio, superior e educação profissional.

9. Confundir PGBL com VGBL: As siglas podem ser parecidas, porém cada uma deve constar em um campo da declaração. Somente o PGBL permite deduzir 12% dos valores sobre o Imposto de Renda e, desta forma, suas contribuições devem ser reportadas na ficha “Pagamentos e Doações Efetuados”. Já quem possui o plano de previdência do tipo VGBL deve declarar seus valores e informações na ficha “Bens e Direitos”.

10. Patrimônio: Apesar de os rendimentos serem o maior ponto de atenção, muitos contribuintes esquecem de declarar seus patrimônios, como imóveis e carros. É fundamental informar à Receita quais bens foram adquiridos ao longo do ano, seja com rendimentos recebidos, investimentos realizados ou economias acumuladas.

11. Não declarar lucros ou prejuízos na Bolsa de Valores: Um dos principais erros cometidos por quem vai declarar Imposto de Renda é não informar os lucros obtidos na Bolsa de Valores. Depois de fazer a venda de uma ação, por exemplo, o contribuinte também deve preencher a ficha de “Renda Variável”. Se as operações de alienação excederem o valor de R$ 20 mil, poderá haver tributação sobre a renda. “Da mesma forma, é obrigatório informar o prejuízo obtido em cada tipo de ativo e operação usando o sinal negativo antes do valor. Nos meses em que não houve operação, basta colocar o valor zero. Assim, você pode acumular os valores de prejuízo para compensação daqueles em que teve lucro”, explica Giovana.

12. Não declarar investimentos no exterior: A advogada sinaliza que o investidor deve preencher a ficha “Bens e Direitos” com todos os bens e direitos que possuir, inclusive de alocação internacional. “No caso das contas bancárias, por exemplo, devem ser reportados o número da conta, país, o nome do investimento e da instituição financeira. Informe o valor em moeda estrangeira e, na caixinha dos valores, o valor em real”, orienta Naya. “A tributação, que antes era mensal, passou a ser anual e não existe mais a possibilidade de isenção em ganhos de até R$ 35 mil reais por mês”, pontua sobre a mudança na Lei no último ano.

13. Declaração de investimentos no exterior da sua companhia offshore: “Com a mudança da Lei das Offshore em 2023, a forma como as empresas offshore são declaradas no Imposto de Renda sofreu alterações importantes”, explica Giovana Naya. Ela destaca que os contribuintes devem optar entre o modelo de tributação “transparente” ou “opaco”, sendo que cada escolha pode impactar tanto a forma de declarar quanto a tributação sobre os rendimentos obtidos. Essa decisão exige atenção, considerando que, em algumas situações, investidores conseguem permanecer isentos de impostos devido a uma organização tributária adequada.

14. Atualização do valor dos ativos no exterior pela cotação do câmbio: Os investimentos no exterior devem ser declarados no Imposto de Renda pelo custo de aquisição, ou seja, pelo valor original investido, sem ajustes para mudanças na cotação do câmbio. “É necessário detalhar informações como o nome da corretora ou instituição responsável, o país de origem, o valor transferido em moeda estrangeira e o câmbio utilizado, conforme a cotação do Banco Central na data da transferência”, explica Naya.

15. Aumento do patrimônio descoberto: Esse tipo de situação ocorre quando a variação patrimonial não é compatível com os rendimentos declarados no Imposto de Renda. É um erro facilmente identificado pela Receita Federal e, geralmente, acontece por falta de atenção. “Por exemplo, se em um ano o contribuinte declarou rendimentos de R$ 1 milhão, mas adquiriu um imóvel à vista no valor de R$ 3 milhões, sem registrar outras fontes de renda, isso pode indicar a omissão de algum ganho”, sinaliza a advogada. Na prática, os gastos e investimentos devem ser compatíveis com os rendimentos informados na declaração.

16. Ostentação nas redes sociais: Por fim, exibir um padrão de vida incompatível com a renda declarada pode chamar a atenção da Receita Federal. “A tecnologia permite cruzar dados financeiros com informações públicas, como publicações em redes sociais. Viagens internacionais, bens de luxo e gastos elevados que não batem com a declaração podem levar à fiscalização”, finaliza Giovana Naya, advogada especializada em planejamento tributário e proteção patrimonial.

Sobre Giovana Naya: Giovana Naya, é advogada especialista em proteção patrimonial e planejamento tributário, auxilia seus clientes em blindagem patrimonial, estruturação estratégica de empresas e planejamento tributário e sucessório, sócia do Grupo Primo e do

Três arvores são retiradas do passeio da Prefeitura para não comprometer estrutura do prédio

 


Três das oito árvores da espécie Cássia Brinco de Princesa plantadas em frente ao prédio da Prefeitura de Vitória da Conquista, na Praça Joaquim Correia, foram retiradas na noite dessa sexta-feira (14). A medida se deu por conta das raízes que estavam danificando o passeio e ameaçando a estrutura do prédio, conforme verificado durante a reforma que está sendo realizada na fachada e na entrada do Paço Municipal.

Segundo o Chefe do Gabinete Civil, Coronel Ivanildo Silva, o prédio da Prefeitura é muito antigo e requer o máximo de cuidado possível na parte estrutural, principalmente na base, por isso, embora reconheça a importância das árvores para o meio ambiente e sobretudo o valor sentimental por terem sido plantadas no início da gestão do prefeito Herzem Gusmão, em 2017, ele esclarece a necessidade de retirá-las para garantir a manutenção e segurança do equipamento público.

Além disso, segundo o chefe de Gabinete, por se tratar de uma construção antiga, com passeio estreito, os postes ficam muito próximos ao prédio e a fiação elétrica se mistura à de telefone. “A orientação é para que os cabos telefônicos sejam subterrâneos, o que vai proporcionar uma melhoria considerável na estética do espaço, mais segurança, menos quedas de energia”, explicou.

Outro projeto que está sendo elaborado é o de tombamento do prédio da Prefeitura como Patrimônio Público Municipal. O documento será encaminhado para aprovação na Câmara Municipal. “É um prédio histórico que merece ser conservado ao máximo. Ali já funcionou o Quartel da Polícia Militar, ou seja, tem uma história que se ampliou ao longo dos anos e que não pode se perder”, concluiu o Coronel Ivanildo.

Agenda do Governador em Brumado neste sábado, 15 de fevereiro – Inauguração de obras e anucio de novas ações para o municpio.

Neste sábado (15), o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), estará em Brumado para uma agenda repleta de inaugurações e anúncios de benefícios para o município. Entre as obras que serão entregues à população estão a inauguração do Novo Colégio Estadual de Tempo Integral, a pavimentação em CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente) na Rodovia BA-148 (trecho do Acesso Norte à Brumado) e a requalificação da Unidade de Beneficiamento de Derivados de Frutas na comunidade de Campo Seco, localizada a 13 km da sede do município. A assessoria do governador ainda não informou os horários exatos das inaugurações, mas a presença de Jerônimo Rodrigues em Brumado reforça o compromisso do governo estadual com as demandas da população do interior da Bahia. As obras entregues neste sábado representam avanços significativos em áreas essenciais como educação, infraestrutura e geração de emprego, consolidando Brumado como um município em constante crescimento

O 1° encontro dos amigos do Eraldo Tinoco já tem data marcada. Será no dia 16 de fevereiro a partir das 10h.

 

 

 

Ex alunos da Escola da rede Estadual de ensino, do então Colégio Eraldo Tinooco se movimentam a fim de realizar  um  encontro de confrraternização e lazer cultural neste final de semana. Segundo os organizadores do evento,

esta mobilização “será uma oportunidade especial para revivermos nossas histórias, darmos boas risadas e fortalecermos ainda mais nossa amizade. ” pontua um dos organizadores .

O evento acontecerá em um sítio, com piscina, música ao vivo, sala de jogos, aparelhos infantis para criançada, será servida uma deliciosa feijoada e a equipe garante ainda surpresas que só quem estiver presente vai saber.

Na última sexta-feira (07), Zico Sales (artista e ex-aluno do CEET), foi a primeira atração divulgada pela com

Ex-professores serão homenageados:

Além de toda programação o evento contará com a presença de ex-alunos, ex-funcionários e ex-professores que serão homenageados no evento.

Então está esperando o que? Confirme o seu nome agora mesmo e vamos juntos participar deste momento.

Informações:

Manoel: (77) 98848-9664
Emilian: (77) 99110-3185
Vivjane: (77) 98821-5221

@amigosdoeraldotinoco.oficial

 

Governo Federal diz que:“ municípios com obras em andamento serão priorizados na segunda etapa do PAC”

 :“Municípios com obras em andamento serão priorizados na segunda etapa do PAC Seleções”, informa Rui Costa

Celeridade na execução da primeira etapa do PAC Seleções condicionará priorização. A nova etapa prevê mais de R$49 bilhões para estados e municípios

 

Design sem nome (22).jpg Os ministros do Governo Federal participaram do Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas, que ocorre esta semana em Brasília (DF) – Foto: Wagner Lopes | Ascom/CC

 

Durante participação no “Encontro de Novos Prefeitos e Prefeitas, Governo Federal fortalecendo os municípios”, nesta quarta-feira (12), o ministro da Casa Civil, Rui Costa, anunciou o lançamento da segunda etapa do PAC Seleções. São R$49,1 bilhões destinados a projetos de estados e municípios junto aos ministérios da Saúde, Educação, Cidades e Esporte. As inscrições de projetos devem ser feitas entre os dias 24 de fevereiro a 31 de março.

 

“Neste segundo chamamento, vamos priorizar municípios que já deram andamento às obras da primeira seleção. Ou seja, a prioridade será dada ao município mais eficiente, aquele que colocou a obra para andar”, afirmou o ministro em sua fala aos prefeitos e prefeitas.

 

Além de orientar sobre o cronograma da segunda etapa do PAC Seleções, o ministro adiantou que mais recursos poderão ser direcionados a estados e municípios para obras eventualmente não selecionadas. Costa explicou que o montante de R$10 bilhões proveniente do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS) já está em caixa e novos aportes vão ser realizados. “Criamos o fundo e vamos reforçá-lo com recursos do Fundo Social. Nos próximos dias, vamos divulgar a linha de crédito mais barata do Brasil, com menor custo do mercado”, adiantou Rui Costa.

 

Os entes que possuem margem poderão buscar recursos do FIIS para educação infantil, fundamental, ensino médio, atenção à saúde primária e especializada, segurança pública e outras atividades de relevante interesse social.

 

Com 73% das obras do Novo PAC sob a responsabilidade das prefeituras, o ministro da Casa Civil aproveitou o encontro com os gestores municipais para pedir uma força-tarefa na execução. “Queremos um esforço conjunto, queremos refinar a relação entre prefeituras, Governo Federal, Caixa, para por em execução essas obras tão necessárias à população”.

 

Costa demonstrou em gráfico o percentual de obras do Novo PAC ainda em status de “ação preparatória”, sendo 60,2%. O objetivo é “colocar para andar” e aumentar o percentual em execução e, assim, as concluídas.

 

A tarefa de casa feita pelo Governo Federal, com o propósito de dar celeridade aos projetos e obras também foi destacada pelo ministro Costa, também coordenador do Novo PAC. “Queremos destravar as obras em todo país e implementamos várias iniciativas para desburocratizar o processo e facilitar o andamento das obras”, pontuou. Como exemplo, Rui Costa citou a disponibilização de editais e modelos padrões para agilizar e facilitar a realização de processos licitatórios- o que não é obrigatório.

 

Ele também indicou a dispensa de adimplência do município para assinatura do Termo de Compromisso, dispensa do registro do imóvel, terreno para a realização do empreendimento, e outras ações facilitadoras. “Reduzimos ainda número de vistorias, reduzimos fluxos e queremos ver os projetos acontecendo”, disse o coordenador do Novo PAC.

 

Ao encerrar, Rui Costa pediu empenho e um olhar carinhoso de cada prefeito, cada prefeita para a transformação do país. O ministro destacou ainda a reconstrução do Pacto Federativo com a responsabilidade e postura do Governo Feral em respeitar as relações e legitimar a escolha da população nas urnas.

 

Também participaram dos anúncios da segunda etapa do PAC Seleções os ministros da Saúde, Nisía Trindade; das Cidades, Jader Barbalho Filho; da Educação, Camilo Santana; e do Esporte, André Fufuca; além do secretário especial de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais, André Ceciliano.

Jerônimo Rodrigues recebe nesta quinta-feira, comitiva de representes  políticos e empresarias de Vitória da Conquista, que leva importantes pautas para que o governo possa viabilizar e executar no município.

 

 

O Governador Jerônimo  Rodrigues recebe na tarde desta quinta-feira, 13, às 14horas, em seu gabinete, lideranças políticas,  empresariais e sociais de Vitória da Conquista, que irão apresentar demandas importantes, que atende às expectativas de diversos segmentos  sociais e econômicos da população de Vitória da Conquista e região.

Dentre as pautas antecipadas, e que já é de conhecimento do governador constam: Duplicação da Br 116, trecho do anel de contorno de Belo Campo até o municipio de Planalto; Construção de viadutos no perímetro urbano, da BR 116 ; conclusão da Barragem do Catulezinho em Barra do Choça,  apoio ao projeto de instalação  da região Metropolitana de Vitória da Conquista, que se encontra em tramitação na ALBa, e o ajustamento da   Malha aérea de Vitória da Conquista.

Das presenças listadas e que estarão reunindos com o governador e seus secretários são:. Representado a prefeita Sheila lemos, o chefe de gabinete Ivonildo Silva; presidente da Câmara de vereadores Ivan Cordeiro;  José Maria Caires, do movimento Duplica Sudoeste, um dos principais articuladores dessa mobilização; Deputado Fabrício Falcão, que viabilizou a reunião junto ao governo estadual; Deputado Tiago Correia, que também confirmou presença; Gutemberg Macedo Júnior, presidente da OAB – Subseção Vitória da Conquista; Marcos Ferreira, secretário de Desenvolvimento Econômico do município; Representantes da Ainvic, Sinduscon e CDL; e FIEB.

Segundo o articulista e empresário José Maria Caires, do movimento Duplica Sudoeste, as  expectativa são muito otimistas de que o governo atenda estas demandas, pois todas as pautas apresentadas são vitais para o desenvolvimento de Vitória da Conquista.

 

 

Direção da Coopmac informa que mesmo com data programada para realização da Exposição, ainda depende de respostas da prefeitura e do governo do Estado, para sua realização.

Na tarde desta quarta-feira, 12,  a redação do Portal de Noticias A Gente Diz, manteve contato com  a direção da Coopmac para saber e confirmar se de fato, a agenda para realização da  tradicional exposição irá acontecer conforme a data programada. 23 a 27 de abril.  E as informações, não são nada otimistas, o diretor executivo da Coopmac, engenheiro Agrônomo Dr. César Nery, nos reportou de que para a realização do evento acontecer depende de inúmeros fatores, e, em especial, do posicionamento dos principais parceiros, que é a prefeitura e o governo do Estado. E estas tratativas estão acontecendo. Nery pontua que esta agenda já foi discutida com a prefeita Sheila Lemos, em três ocasiões distintas, quando foram apresentadas as demandas que envolvem a realização de um evento desta magnitude, e que, a efetiva participação da prefeitura, é muito importante, como também é, a do governo do Estado.

“No ano passado contamos com um apoio determinante e significativo da prefeitura, para  que pudéssemos realizar a feira agropecuária, a exposição. O que facilitou, inclusive, a não cobrança de ingressos, o evento aconteceu de portas abertas para a população.  E também, contamos com o apoio do Governo do Estado, que fez um investimento extraordinário na infraestrutura do Parque. E a gente agradece por isso.” Comentou César Nery.

No entanto, a direção da Coopmac afirma que para a realização do evento deste ano, a participação dos respectivos parceiros; prefeitura e governo do Estado, são imprescindíveis. E até então, estes entes não tem demostrado o se comprometido com as pautas apresentadas e reivindicadas,  para a realização do evento. O que, esta gerando preocupação, embora, para a realização de um evento desta magnitude exige inúmeras parcerias, e o aporte destes entes, é muito importante, especialmente se o evento for de portas abertas para o publico.

O diretor Executivo da Coopmac, Dr. César Nery  avalia que o atual momento todos os fatores e indicativos são favoráveis para a realização do evento.  “A economia está em alta,  as sequentes chuvas tem favorecido o setor produtivo e agropecuário, o café se encontra num patamar muito bom. E todos estes fatores cominam na certeza de que ao realizamos a exposição este ano, os resultados serão importantes para todas as pessoas envolvidas nestes projeto.” Finalizou Nery.

Governo Lula prepara ampliação da Lei Rouanet; veja detalhes Ricardo Stuckert | PR

O governo federal prepara uma ampliação da Lei Rouanet, política de incentivo a projetos culturais no Brasil. As informações são do jornal Folha de São Paulo.

De acordo com a publicação, a ideia é criar linhas de financiamento específicas para projetos voltados à infância, festivais, cultura popular e em regiões próximas às fronteiras do país para que haja uma nacionalização do programa, investindo em programas culturais de fora do Sudeste.

De acordo com Ministério da Cultura, em 2024, foram investidos R$ 2,96 bilhões investidos através da Lei Rouanet, sendo R$ 2,1 bilhões para o Sudeste.

O secretário de Economia Criativa e Fomento Cultural do Ministério da Cultura, Henilton Menezes, disse que o objetivo das mudanças é diminuir essas desigualdades entre as regiões, além de atender a projetos concretos sobre infância, cultura popular ou em fronteiras, que também eram pouco contemplados.

Ainda segundo Menezes, o ministério estuda ainda desenvolver uma linha de financiamento para festivais anuais de dança, cinema e música para dar mais longevidade ao patrocínio desses eventos.

“Essa é uma linha boa de trabalhar e que está dando resultado, mas é um trabalho lento, porque exige negociação com empresários. Não posso prescindir de entender a dinâmica do próprio empresário, do território onde ele quer atuar e das prioridades que tem junto à política”, disse o secretário.

Ivana Bastos toma posse como presidente em exercício da Alba após afastamento de Adolfo Menezes

Na posse, a deputada se solidarizou com Adolfo Menezes e pregou serenidade

Foto: Vaner Casaes/ALBA

A deputada Ivana Bastos (PSD) tomou posse da presidência da Assembleia Legislativa da Bahia na noite desta terça-feira (11), após o afastamento do presidente Adolfo Menezes, determinado em caráter liminar pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ivana foi eleita primeira vice-presidente no último dia 3 de fevereiro, assim como Adolfo. Ele foi afastado na última segunda-feira (10) por uma decisão de Gilmar Mendes que diz respeito à ação movida pelo deputado Hilton Coelho (Psol). O partido contesta a reeleição de Adolfo para um terceiro mandato consecutivo, alegando que o plenário do STF já firmou como entendimento, em uma Ação direta de inconstitucionalidade (ADI), que a eleição de membros da Mesa Diretora das Casas Legislativas estaduais ou municipais não deve ultrapassar uma reeleição ou recondução consecutiva para o mesmo cargo.

Na posse, Ivana se solidarizou com Adolfo e pregou serenidade. “Quero ressaltar que esse afastamento está sub judice e, portanto, vamos aguardar com tranquilidade o rito processual”, disse. A parlamentar, que se emocionou no momento da posse, ainda prometeu um trabalho pautado no respeito às instituições, à Constituição Estadual e aos interesses do povo baiano, e reafirmou o compromisso com a transparência e o diálogo.

. Politica Brumadense. Candidato derrotado no ultimo pleito eleitoral para prefeito de Brumado, Guilherme Bonfim denuncia superfaturamento em contratos emergenciais da atua gestão.

Brumado: Guilherme Bonfim denuncia superfaturamento em contratos emergenciais Foto: Kauê Souza/Achei Sudoeste

Na última semana, a Prefeitura Municipal de Brumado publicou contratos emergenciais que somam o valor de R$ 20.072.562,44. O advogado e ex-candidato a prefeito da cidade, Guilherme Bonfim (PT), fez graves denúncias de superfaturamento nos contratos. Ao site Achei Sudoeste e ao programa Achei Sudoeste no Ar, Bonfim disse que os contratos são exorbitantes e estão bem acima da média dos valores praticados pela prefeitura na gestão passada. “Serve pra confirmar o que falamos lá atrás sobre que o decreto de calamidade administrativa era cortina de fumaça para corrupção. Tudo foi majorado de forma desproporcional”, alegou.

O advogado citou que o serviço de coleta de lixo teve o valor dobrado e que o dono da empresa responsável foi o principal cabo eleitoral do prefeito Fabrício Abrantes (Avante) durante a campanha. “É o lixo mais caro da Bahia hoje. Como se explica isso? Não tá cheirando bem”, opinou. Além disso, conforme pontuou, antes, o serviço de alimentação era prestado por uma empresa da cidade e, agora, por uma empresa de fora e com os preços superfaturados. “É um valor absurdo”, apontou. Para Guilherme, a atual gestão está “passando a mão no dinheiro público”. “Não existe calamidade financeira nenhuma porque, na casa de todo mundo, quando a conta aperta e entramos no vermelho, a gente reduz e renegocia os preços para pagar menos.

Brumado é a única cidade que teve um decreto de calamidade pública e está pagando a mais pelos mesmos serviços praticados anteriormente. Tem coisa muito errada aí. O nome disso é passar a mão no dinheiro público”, disparou. O ex-candidato a prefeito adiantou que irá procurar o Ministério Público Federal (MPF) para denunciar os contratos superfaturados. Caso comprovadas as denúncias, o gestor pode responder por ato de improbidade administrativa. Conteudo Site Achei sudoeste