A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz em março será amarela, ou seja, com cobrança extra de R$ 2 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. A bandeira amarela é ativada quando é preciso acionar mais usinas termelétricas, por causa da falta de chuvas.
Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a previsão de chuvas nos reservatórios das hidrelétricas no mês de março ficou abaixo da expectativa anterior, o que levou a indicação de maior geração termelétrica como medida para preservar os níveis de armazenamento e garantir o atendimento à carga do sistema.
Desde dezembro, a bandeira tarifária estava verde, sem custo extra para os consumidores. Na semana passada, a Aneel aprovou os novos valores para as bandeiras neste ano.
O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia em função das condições de geração de eletricidade.
Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. Nesse caso, a bandeira fica amarela ou vermelha, de acordo com o custo de operação das termelétricas acionadas.
*Agência Brasil










Na última quinta-feira, 15, o professor Paulo Roberto Pinto Santos, reitor da Uesb, participou de uma reunião na Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), juntamente com os reitores da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), Evandro do Nascimento Silva; da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), José Bites; e da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Adélia Pinheiro, que compõem o Fórum de Reitores. Os gestores foram recebidos pelo secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Vivaldo Mendonça, e membros de sua equipe.


