Desenvolvimento Nacional aprovou, nesta quarta-feira (9), o projeto que amplia o leque dos jogos de azar legalizados no país (PLS 186/2014). A matéria, que segue agora para o Plenário, faz parte da Agenda Brasil – pauta apresentada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, com o objetivo de incentivar a retomada do crescimento econômico do país. Do senador Ciro Nogueira (PP-PI), o projeto define os tipos de jogos a serem explorados, os critérios para autorização, as exigências para os sócios e as regras para distribuição de prêmios e arrecadação de tributos. Cassinos, bingo, jogo do bicho e apostas eletrônicas poderão ser legalizados. O substitutivo, a cargo do senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), também trata das loterias federal e estaduais e do sweepstake — um tipo de loteria relacionada com corrida de cavalos. De acordo com o relator, o Brasil é um dos poucos países entre as maiores economias do mundo que ainda não conta com mecanismos legais de regulação dos jogos de azar. Como efeito negativo dessa visão arcaica, argumenta Bezerra Coelho, o Brasil sofre com a perda de atratividade para grandes investidores estrangeiros do setor de turismo. Com base nas informações da World Lottery Association, o relator informou que somente no mercado de loterias os jogos movimentaram US$ 400 bilhões em todo o mundo no ano de 2014, dos quais o Brasil teve participação de apenas 1% com as loterias administradas pela Caixa. Para Bezerra Coelho, a legalização dos jogos no Brasil pode ser um importante vetor na geração de tributos, emprego e renda. Uma projeção conservadora, segundo o relator, estima a arrecadação de R$ 29 bilhões em tributos para o governo, nos próximos três anos. Ao apresentar seu substitutivo, o relator ressaltou que buscou atender às sugestões de colegas senadores e de representantes de vários órgãos do governo.
Os senadores aprovaram em primeiro turno nesta quarta-feira (9), com 58 votos favoráveis e 13 contrários, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 36/2016, que acaba com as coligações partidárias nas eleições proporcionais (vereadores e deputados) e cria uma cláusula de barreira para a atuação dos partidos políticos. O objetivo é diminuir o número de legendas partidárias no país. A PEC ainda terá de ser votada em segundo turno pelos senadores antes de ser enviada para a Câmara, o que deve ocorrer até o fim do mês. De autoria dos senadores do PSDB Ricardo Ferraço (ES) e Aécio Neves (MG), a PEC 36/2016 foi aprovada na forma do substitutivo apresentado pelo relator, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP). De acordo com o texto, as coligações partidárias nas eleições para vereador e deputado serão extintas a partir de 2020. Atualmente, os partidos podem fazer coligações, de modo que as votações das legendas coligadas são somadas e consideradas como um grupo único no momento de calcular a distribuição de cadeiras no Legislativo. Quanto à cláusula de barreira (ou cláusula de desempenho), a PEC cria a categoria dos partidos com “funcionamento parlamentar”, contemplados com acesso a fundo partidário, tempo de rádio e televisão e estrutura funcional própria no Congresso. Segundo o texto, nas eleições de 2018, as restrições previstas na cláusula de barreira serão aplicadas aos partidos que não obtiverem, no pleito para a Câmara dos Deputados, no mínimo, 2% de todos os votos válidos, distribuídos em, pelos menos, 14 unidades da Federação, com um mínimo de 2% dos votos válidos em cada uma. Nas eleições de 2022, o percentual se elevará para 3% dos votos válidos, distribuídos em, pelos menos, 14 unidades da Federação, com um mínimo de 2% dos votos válidos em cada uma. Políticos que se elegerem por partidos que não tenham sido capazes de superar a barreira de votos terão asseguradas todas as garantias do mandato e podem mudar para outras legendas sem penalização. Em caso de deputados e vereadores, os que fizerem essa mudança não serão contabilizados em benefício do novo partido no cálculo de distribuição de fundo partidário e de tempo de rádio e televisão.
A Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC) realizará, no dia 10 de novembro, a entrega do Título de Cidadão Conquistense a 41 pessoas, em Sessão Solene que acontecerá no Centro de Convenções Divaldo Franco, às 19 horas. O espaço fica na Avenida Rosa Cruz, 1019, Candeias.
A homenagem, através das honrarias, acontece em cumprimento ao Regimento da Casa, que determina a realização da Sessão Solene na semana do aniversário da cidade para a entrega do Título a pessoas que não nasceram em Vitória da Conquista, mas prestaram relevantes serviços à sociedade conquistense. O Artigo 236 do Regimento explica ainda que “o vereador autor da proposição (da concessão do título) é considerado fiador das qualidades da pessoa que se deseja homenagear e da relevância dos serviços que tenha prestado”.
A solenidade marca um ato considerado de grande importância por todos os parlamentares, que reconhecem a contribuição dos filhos adotivos de Vitória da Conquista para o crescimento econômico e social do município.
Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista – A Câmara Municipal de Vitória da Conquista, instalada em 9 de novembro de 1840, é composta atualmente de vinte e um vereadores. O Poder Legislativo ocupa dois espaços físicos integrados. O antigo sobrado de Maneca Santos, um prédio histórico de 1912 localizado na Rua Zeferino Correia, atualmente abriga a Presidência e o Memorial Câmara.
Em 2002, a Câmara passa por um processo de expansão com a entrega de um novo prédio, construído especialmente para o legislativo municipal. O projeto, realizado na gestão de Alexandre Pereira (2001-2002), passou por ampliações e atualmente abriga os setores administrativos da Casa: Chefia de Gabinete, Contabilidade, Setor de Tecnologia da Informação, Secretaria Geral, Assessoria de Comunicação, Tesouraria, Almoxarifado e RH, plenário e os gabinetes dos vereadores.
A instituição ainda conta com o Memorial Câmara, espaço inaugurado em dezembro de 2014 e concebido na gestão, do então presidente da casa, Fernando Vasconcelos (2013-2014). O Memorial é fruto da restauração e revitalização do casarão histórico de Maneca Santos.
Nesses 176 anos de instalação, a CMVC vem desenvolvendo trabalhos em prol da melhoria de vida dos conquistenses e daqueles que aqui resolveram construir suas vidas.
Com o papel de fiscalizador do Executivo, os parlamentares que, por todos esses anos, foram eleitos pelo voto popular, vem exercendo a função de interligar a sociedade ao Legislativo Municipal, realizando indicações, aprovando Leis e trabalhando diretamente com a comunidade.
Confira a lista dos homenageados pelo Título de Cidadão Conquistense:
O brumadense Gildásio Rizério Amorim completou 20 anos à frente da Promotoria de Justiça na Comarca de Paripiranga, na Bahia. Ao longo de sua carreira, Gildásio desempenhou um importante papel na defesa dos direitos da população e no cumprimento das leis na cidade. Uma de suas atuações mais marcantes ocorreu na área educacional, quando, por seu intermédio, diversas crianças e adolescentes foram matriculados na rede municipal de ensino. O caso ganhou repercussão nacional e tem reflexos até hoje, já que, antes da ação do promotor, o índice de analfabetismo na cidade era grande. Outra atuação de destaque diz respeito à garantia dos direitos de crianças e adolescentes através do Projeto Paternidade Responsável e de diversas ações requerendo o pagamento de pensão alimentícia. O promotor também foi um dos responsáveis pela implantação do Conselho Tutelar do Município. O seu trabalho levou a Comarca de Paripiranga a ser a primeira entre as 14 unidades judiciais do Tribunal de Justiça da Bahia a receber a premiação do Conselho Nacional de Justiça por ter alcançado a quantidade mínima de cinco julgamentos do Tribunal de Júri.
Vitória da Conquista completa na data de hoje, 9 de Novembro de 2016, 176 Anos de emancipação Política. O BRG saúda a Jóia do Sertão Baiano com dados históricos e o hino oficial de autoria do saudoso professor Euclides Dantas (Tidinho).
História
“Jóia do Sertão Baiano”
O arraial da Conquista foi fundado pelo sertanista João Gonçalves da Costa, e o Mestre de Campo João da Silva Guimarães, líder da Bandeira responsável pela ocupação territorial do sertão, iniciada em 1752. A origem do núcleo populacional está relacionada à busca de ouro, à introdução da atividade pecuária e ao próprio interesse da metrópole portuguesa em criar um aglomerado urbano entre a região litorânea e o interior do sertão. Portanto, integra-se à expansão do ciclo de colonização dos fins do século 18.
Através da Lei Provincial N.º 124, de 19 de maio de 1840, o arraial da Conquista foi elevada à Vila e Freguesia, com território desmembrado do município de Caetité, verificando-se sua instalação em 9 de Novembro do mesmo ano. Em ato de 1º de Julho de 1891, a imperial Vila da Vitória, como ficou designada a categoria de cidade, recebendo, simplesmente, o nome de Conquista. Finalmente, em Dezembro de 1943, através da Lei Estadual N.º 141, o nome do Município é modificado para Vitória da Conquista.
Juridicamente, o Município de Vitória da Conquista esteve ligado a Minas do Rio de Contas, depois, em 1842, ficou sob a jurisdição da Comarca de Nazaré. Por Decreto N.º 1.392, de 26 de Abril de 1854, passou a termo anexo à Comarca de Maracás e, posteriormente, à Comarca de Santo Antônio da Barra (atual Condeúba), até 1882, quando se transformou em comarca.
Até a década de 1940, a base econômica do município se fundava na pecuária extensiva. A partir dai, a estrutura econômica e social entraria em um novo estágio, com o comércio ocupando um lugar de grande destaque na economia local. Em função de sua privilegiada localização geográfica, com a abertura da estrada Rio-Bahia (atual BR-116) e da estrada Ilhéus-Lapa, o município pode integrar-se às outras regiões do estado e ao restante do país; e logo passou a polarizar quase uma centena de municípios do sudoeste da Bahia e norte de Minas.
O território onde hoje está localizado o Município de Vitória da Conquista foi habitado pelos povos indígenas Mongoiós, subgrupo Camacãs, Ymborés (ou Aimorés) e em menor escala os Pataxós. Os aldeamentos se espalhavam por uma extensa faixa, conhecida como Sertão da Ressaca, que vai das margens do alto Rio Pardo até o médio Rio das Contas.
Os índios mongoiós (ou Kamakan), aimorés e pataxós pertenciam ao mesmo tronco: Macro-Jê. Cada um deles tinha sua língua e seus ritos religiosos. Os mongoiós costumavam fixar-se numa determinada área, enquanto os outros dois povos circulavam mais ao longo do ano.
Os aimorés, também conhecidos como Botocudos, tinham pele morena e o hábito de usarem um botoque de madeira nas orelhas e lábios – daí o nome Botocudo. Gostavam de pintar o corpo com extratos de urucum e jenipapo. Eram guerreiros temidos, viviam da caça e da pesca e dividiam o trabalho de acordo com o gênero, cabendo às mulheres o cuidado com os alimentos.
Os homens ficavam responsáveis pela caça, pesca e a fabricação dos utensílios a serem utilizados nas guerras. Já os pataxós não apresentavam grande porte físico. Fala-se de suas caras largas e feições grosseiras. Não pintavam os corpos. A caça era uma de suas principais atividades. Também praticavam a agricultura. Há pouca informação a respeito dos Pataxós, o que se sabe é foram mortos o resto expulsos pelos brancos invasores de terra em busca do ouro.
Os relatos afirmam que os Mongoiós ou Kamakan era donos de uma beleza física e uma elegância nos gestos que os distinguiam dos demais. Tinham o hábito de depilar o corpo e de usar ornamentos feitos de penas, como os cocares. Praticavam o artesanato, a caça e a agricultura. O trabalho também era divido de acordo com os gêneros. As mulheres mongoiós eram tecelãs. A arte, com caráter utilitário, tinha importância para esse povo. Eles faziam cerâmicas, bolsas e sacos de fibras de palmeira que se destacavam pela qualidade. Os mongoiós eram festivos, tinham grande respeito pelos mais velhos e pelos mortos.
Aimorés, Pataxós e Mongoiós travaram várias lutas entre si pela ocupação do território. O sentido dessas lutas, porém, não estava ligado à questão da propriedade da terra, mas à sobrevivência, já que a área dominada era garantia de alimento para a comunidade.
Os índios e os invasores
A ocupação do Sertão da Ressaca foi realizada com a conquista dos povos indígenas.
Índios PataxóPrimeiro, João Gonçalves da Costa enfrentou o povo Ymboré. Valentes, resistiram à ocupação do território. Por causa da fama de selvagens, foram escravizados pelos colonizadores.
Os Mongoyó tinham primitivamente naqueles índios os seus principais inimigos por serem eles ferozes e cruéis e que impediam a circulação na região quando saiam em busca de caças, por isto, se aliaram aos portugueses para derrotá-los, o que foi uma estratégica errada e fatal, nem imaginavam que crueldade viria a seguir, pois tanto os portugueses como os vigários religiosos estavam interessados apenas no ouro e em suas terras, esta aliança macabra apenas selou o destino de todas as tribos indígenas da região.
Depois dos Ymboré, foi a vez dos Pataxó. Eles também resistiram à ocupação estrangeira, mas acabaram se refugiando para o sul da Bahia, onde, em número reduzido, permanecem até hoje, lutando para preservar sua identidade e seus costumes, com o apoio da FUNAI.
Os Kamakan-Mongoyó conseguiram estabelecer relações mais estreitas com os colonizadores a fim de garantir sua manutenção como povo. Ajudaram os portugueses na luta contra os Ymboré.
Em 1782, ocorreu a batalha que entrou para a história de Vitória da Conquista como uma das mais importantes. Sabe-se que naquele ano, aconteceu uma fatídica luta entre os soldados de João Gonçalves da Costa e os índios. Os soldados, já fatigados, buscavam forças para continuar o confronto. Na madrugada posterior a uma dia intenso de luta, diante da fraqueza de seus homens, João Gonçalves da Costa teria prometido coisas fantasiosas e místicas aos seus soldados para prosseguirem com massacre.
Essa promessa foi um estimulante aos soldados que acreditavam em qualquer coisa além de seu conhecimento primitivo, revigorados, conseguiram cercar e aniquilar o grupo indígena que caiu, no alto da colina. A História nos relata que no período de 1803 e 1806, os colonizadores e os indios nativos viviam momentos de paz e animosidade, durou apenas (3) anos.
Os Mongoyó, sempre valentes guerreiros, continuavam a sofrer e não esqueciam as derrotas passadas perante os colonizadores e preparavam vinganças, mesmo depois de firmar acordo de paz. Passaram então a usar de um atifício para emboscar e matar os invasores estabelecidos no povoado. A estratégia consistia em convidar os colonizadores a conhecerem pássaros e animais selvagens nas matas próximas as matas do Poço Escuro, atualmente uma reserva florestal.
Ao embrenhar na mata o índio então com ajuda de outros, já dentro da mata emboscava e matava o homen branco, desaparecendo com o corpo, Isto de modo sucessivo, até que um colono, após luta corporal, conseguiu fugir e avisar às autoridades estabelecidas e demais colonos qual foi o destino de tantos homens desaparecidos, este relato pode ter sido proposital, com objetivos de enfurecer as autoridades a ficarem livres definitivamente deles, índios sem florestas é como peixe fora da água, tornam-se dependentes como crianças dos pais.
Assim se deu a vigança, tamanha crueldade que só poderia partir dos brancos invasores. Foram então os índios chamados a participar de uma festa e quando se entregavam à alegria foram cercados de todos os lados e quase todos mortos. Depois disto os indios embrenharam-se nas matas e o arraial conseguiu repouso e segurança. Êste episódio passou a se chamar de o “banquete da morte”.
Os relatos mais precisos sôbre os índios, os colonizadores, a botânica e os animais que aqui viviam no período da colonização, foi feito pelo Princípe Maximiliano de Wied Neuwied ou Prinz Maximilian Alexander Philipp von Wied-Neuwied, naturalista e botânico alemão, no livro “Viagem ao Brasil”, no trecho “Viagem das Fronteiras de Minas Gerais ao Arraial de Conquista”, quando aqui passou em março de 1817.
Estudos da UESB, afirmam que os índios de Vitória da Conquista, se estabeleceram em comunidades próximas à atual cidade, como a do Boqueirão, próxima ao distrito de José Gonçalves e Ribeirão do Paneleiro, perto do bairro Bruno Bacelar. A forma de construir as casas destas comunidades, a plantação de milho e mandioca, a produção de artesanato nos dias atuais são indícios dessa ancestralidade indígena. Identificadas hoje como comunidades negras escravos trazidos a região, tem origem na miscegenação de índios e negros.
Formação Administrativa
Elevado à categoria de vila com a denominação de Vitória pela Lei Provincial n.° 124, de 19-05-1840, desmembrado do município de Caetité. Sede na antiga povoação de Vitória. Constituído do distrito sede. Instalada em 09-11-1840.
Elevado á condição de cidade com a denominação de Conquista, por Ato de 01-07-1891.
Pela Lei Estadual n.º 249, de 25-07-1898, é criado o distrito de São João da Vila Nova e anexado ao município de Conquista.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 4 distritos: Conquista (ex-Vitória), Coquinhos, Encruzilhada e São João da Vila Nova.
Pela Lei Estadual n.º 1.126, de 27-08-1915, foram criados os distritos de Belo Campo e José Gonçalves e anexados ao município de Conquista.
Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920, o município aparece constituído de 7 distritos: Conquista, Belo Campo, Coquinhos, Encruzilhada, José Gonçalves, Nova Laje do Gavião, Porto Santa Cruz, e São João da Vila Nova.
Pela Lei Estadual n.º 1.483, de 17-06-1921, desmembra do município de Conquista o distrito de Encruzilhada. Elevado à categoria de município.
Pela Lei Municipal n.º 256, de 05-1923, aprovada pela Lei Estadual n.º 1670, de 30-08-1923, o distrito de Porto Santa Cruz passou a denominar-se Barra Furado.
Pela Lei Estadual n.º 2.042, de 12-08-1927, é criado o distrito de Verruga e anexado ao município de Conquista.
Pelo Decreto Estadual n.º 8.499, de 22-06-1933, é criado o distrito de Itatinga e anexado ao município de Conquista.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município de Conquista aparece Constituído de 10 distritos: Conquista, Barra do Choça, Barra do Furado (ex-Porto Santa Cruz), Barra dos Coquinhos (ex-Coquinhos), Belo Campo, José Gonçalves, Itatinga, Nova Laje do Gavião, São João da Vila Nova e Verruga.
Pela Lei Estadual n.º 107, de 03-10-1936, é criado o distrito de Monte Verde e anexado ao município de Conquista.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1936, o município é constituído de 10 distritos; Conquista, Barra do Choça, Barra do Furado, Belo Campo, Coquinhos (ex-Barra dos Coquinhos), José Gonçalves, Itatinga, Monte Verde, Nova Laje do Gavião, São João da Vila Nova. Não figurando o distrito de Verruga.
Pela Lei Estadual n.º 233, 07-10-1937, é criado o distrito de São Paulo e anexado ao município de Conquista.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1937, o município é constituído de 11 distritos: Conquista, Barra do Choça, Barra do Furado, Belo Campo, Coquinhos (ex-Barra dos Coquinhos), José Gonçalves, Itatinga, Monte Verde, Nova Laje do Gavião, São João da Vila Nova e São Paulo.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 11.089, de 30-11-1938, o município sofreu as seguintes modificações: criou o distrito de Angicos; o distrito de Itatinga foi transferido de Conquista para o município de Itambé; o distrito de São João da Vila Nova e Barra do Furado passaram a denominar-se, respectivamente, de Joanópolis e Porto Santa Cruz. E ainda o distrito de Nova Laje do Gavião foi extinto, sendo sua área anexada ao distrito de Vista Nova do Município de Poções.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 10 distritos: Conquista, Angicos, Barra do Choça, Belo Campo, Coquinhos, Joanópolis (ex-São João da Vila Nova), José Gonçalves, Monte Verde, Porto Santa Cruz (ex-Barra do Furado), São João da Vila Nova e São Paulo.
Pelo Decreto-lei Estadual n.° 141, de 31-12-1943, retificado pelo Decreto Estadual n.º 12978, de 01-06-1944, o município sofreu as seguintes modificações: o município de Conquista tomou a denominação de Vitória da Conquista, os distritos de Angicos, Joanópolis, Monte Verde, Santa Cruz do Porto e São Paulo passaram a denominar-se, respectivamente, Iguá, Anagé, Inhobim, Quaraçu e Caatiba.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 10 distritos: Vitória da Conquista (ex-Conquista), Anagé (ex-Joanópolis), Barra do Choça, Belo Campo, Caatiba (ex-São Paulo), Coquinhos, Iguá (ex-Angicos), Inhobim (ex-Monte Verde), José Gonçalves, Quaraçu (ex-Porto Santa Cruz).
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município permanece constituído de 10 distritos: Vitória da Conquista, Anagé, Barra do Choça, Belo Campo, Caatiba, Coquinhos, Iguá, Inhobim, José Gonçalves e Quaraçu.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
Pela Lei Estadual n.º 1.401, 01-04-1961, desmembra do município de Vitória da Conquista o distrito de Caatiba. Elevado á categoria de município.
Pela Lei Estadual n.º 1.623, de 22-07-1962, desmembra do município de Vitória da Conquista o distrito de Belo Campo. Elevado à categoria de município.
Pela Lei Estadual n.º 1.656, de 05-04-1962, desmembra do município de Vitória da Conquista os distritos de Anagé e Coquinhos, para constituir o novo município de Anagé.
Pela Lei Estadual n.º 1.694, de 22-06-1962, desmembra do município de Vitória da Conquista o distrito de Barra do Choça. Elevado á categoria de município.
Pela Lei Estadual n.º 1.703, de 05-07-1962, desmembra do município Vitória da Conquista o distrito de Quaraçu. Elevado à categoria de município com a denominação de Cândido Sales.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 4 distritos: Vitória da Conquista, Iguá, Inhobim e José Gonçalves.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1983.
Pela Lei Estadual n.º 4.565, de 05-11-1985, é criado o distrito de Cabeceira do Jibóia e anexado ao município de Vitória da Conquista.
Pela Lei Estadual n.º 4.567, de 05-11-1985, é criado o distrito de São Sebastião e anexado ao município de Vitória da Conquista.
Pela Lei Estadual n.º 4.568, de 05-11-1985, é criado o distrito de Pradoso e anexado ao município de Vitória da Conquista.
Pela Lei Estadual n.º 4.571, de 05-11-1985, é criado o distrito de Dentilândia e anexado ao município de Vitória da Conquista.
Pela Lei Estadual n.º 4.572, de 05-11-1985, é criado o distrito de Cercadinho e anexado ao município de Vitória da Conquista.
Pela Lei Estadual n.º 4.573, de 05-11-1985, é criado o distrito de Bate Pé e anexado ao município de Vitória da Conquista.
Em divisão territorial datada de 1988, o município é constituído de 11 distritos: Vitória da Conquista Bate Pé, Cabeceira da Jibóia, Cercadinho, Dentilândia, Iguá, Inhobim, José Gonçalves. Pradoso São Sebastião e Veredinha.
Pela Lei Municipal n.º 836, de 31-10-1996, é criado o distrito de São João da Vitória, formado com por parte da área de Danielãndia e parte da área de Veredinha e anexado ao município de Vitória da Conquista.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
O candidato do Partido Republicano, Donald Trump, venceu as eleições presidenciais nos Estados Unidos, de acordo com os resultados provisórios divulgados hoje (9). A candidata democrata Hillary Clinton já ligou para Trump e deu os parabéns pela vitória. A informação foi confirmada por ele, em seu primeiro pronunciamento como presidente eleito. Nascido em 14 de junho de 1946 no bairro nova-iorquino do Queens, Trump é o quarto dos cinco filhos de Fred Trump, um construtor de origem alemã, e Mary MacLeod, uma dona de casa de procedência escocesa. Casou-se em 2005 com Melania Trump. Antes disso, ele foi casado e se divorciou de Maria Trump e Ivana Trump. Com Melania, tem um filho chamado Barron. Com Maria, a filha Tiffany, com quem se reconciliou recentemente, depois de um relacionamento conturbado. Com Ivana, ele tem três filhos, Eric, Ivanka e Donald, que ocupam funções de comando em suas empresas. Fred Trump morreu aos 93 anos, em 1999, deixando para Donald uma fortuna de US$ 250 milhões. Porém, os biógrafos consideram que Donald Trump já era milionário 20 anos antes, quando iniciou a compra de vários edifícios em Nova York. Essa foi uma fase ascendente da vida do empresário porque ele comprou, em 1983, um antigo prédio que depois se transformou no Trump Tower, e também o Trump Plaza, e vários cassinos em Atlantic City, no estado de Nova Jersey.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou na manhã desta quarta-feira (9) o gabarito oficial do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), realizado no último final de semana. Clique aqui para conferir. O As notas dos estudantes, no entanto, só serão lançadas em 19 de janeiro, de acordo com o Ministério da Educação. O Enem é obrigatório para concorrer a uma vaga em universidades públicas e para estudantes de escolas públicas que queiram concorrer a bolsas de estudos parciais ou integrais em universidades particulares, por meio do Programa Universidade Para Todos (Prouni). A nota do exame também vale para concorrer a bolsas de intercâmbio pelo Ciências sem Fronteiras e para financiamento de cursos universitários por meio do Fies.
O ex-prefeito de Piripá, Luciano Ribeiro Rocha, e sete outros réus foram condenados pelo juiz federal da 2ª Vara da Subseção de Vitória da Conquista, Fábio Stief Marmund. Os oito réus, nos quais incluem José Barbosa Rocha (ex-secretário de Educação), Jesuíno Pereira da Silva, Augusto Cláudio da Rocha, Ebenezer Arcanjo, Luís Cláudio Arcanjo, Claudevino José Arcanjo e Claudevino José Arcanjo Júnior, tiveram a perda dos valores que tiveram acesso ilicitamente, a suspensão dos direitos políticos por períodos de cinco a dez anos, multa, proibição de contratar com o Poder Público por períodos de cinco a dez anos. O ex-prefeito ainda foi condenado em danos morais coletivos no valor de R$ 50 mil, acrescido de juros e correção monetária, tendo em vista a sua responsabilidade com a sociedade. De acordo com a sentença, “a reprimenda do réu deve ser imposta no grau máximo, não só porque agiu na condição de Chefe do Executivo Municipal, do qual se espera a máxima cautela na alocação das verbas públicas, mas, sobretudo, pelo modus operandi dos atos ímprobos, bem como pela natureza dos recursos desviados (educação)”. A denúncia foi feita através de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF). O magistrados acatou as alegações do MPF uma vez que os réus desviaram recursos oriundos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF), Programa Dinheiro Direto na Escola para o Ensino Fundamental (PDDE), Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (PNATE) e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). De acordo com o juiz tiveram fraudes em licitações, apropriação de recursos para merenda, transporte escolar e compra de combustível desvio de recurso, uso de notas fiscais inidôneas, pagamento de despesas a pessoas diversas das constantes dos processos de pagamentos, contratação de serviços sem licitação, escolas fantasmas como beneficiárias de recursos, ausência de prestação de contas, além de saques ilegais e emissão de chegues sem fundos. Os bens, incluindo móveis, imóveis, direitos, ações e ativos financeiros dos réus foram indisponibilizados.
O jornalista Herzem Gusmão Pereira, prefeito eleito de Vitória da Conquista – 2016 – encaminhou nesta terça-feira (8) lista com os nomes que vão compor a Comissão de Transição de Mandato. No oficio, Herzem solicita e sugere ao atual prefeito Guilherme Menezes, que a comissão seja instalada até o próximo dia 16 de Novembro.
O Prefeito eleito expõem a sua preocupação balizado na seguinte justificativas: “Insisto na antecipação da instalação da Equipe de Transição para evitar qualquer tipo de descontinuidade dos serviços essenciais no início do governo. Como tivemos segundo turno, o tempo será curto para os trabalhos”, e ainda acrescenta que: “Da mesma forma que o atual prefeito age democraticamente, respeitando a decisão do povo conquistense e garantindo sua presença na transmissão de cargo, destaco como democrático e benéfico para os conquistenses a antecipação do trabalho da comissão de transição, que evitará qualquer tipo de prejuízo para nossa população. Espero do atual prefeito uma postura compatível com a dimensão e a importância da cidade de Vitória da Conquista, que merece essa atenção e respeito”, argumenta Herzem .
Dentre os nomes apontados pelo prefeito eleito, constam nomes de figuras importantes e conhecidas de Vitória da Conquista.
Marcos Antônio de Miranda Ferreira – Administrador;
Marcelo Marques de Góes Guerra. (Teólogo e Radialista)
Ademir Ismerim – Advogado;
Ana Maria Gonçalves Correia Ribeiro – Arquiteta;
Diêgo Gomes Rocha – Advogado;
Esmeraldino Correia Santos – Coronel da PM RR;
Gildásio Dantas do Rosário Junior – Administrador;
Gildásio Oliveira de Carvalho – Ex-Secretário de Saúde de Condeúba;
José Antônio de Jesus Vieira – Engenheiro Civil;
Lucas de Jesus Batista – Administrador;
Paulo Williams Rocha da Silva – Administrador;
Pedro Eduardo Pinheiro Silva – Advogado Tributarista.
Como parte da mobilização a favor dos esportes a cavalo, aconteceu nesta segunda-feira (7) a Sessão Especial da Vaquejada, no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). A sessão teve a participação de políticos e entidades ligadas à prática dos esportes equestres que se reuniram para defender que as atividades esportivas podem conviver harmoniosamente como o bem-estar animal e combate aos maus-tratos. Para o deputado estadual Eduardo Salles (PP), proponente da sessão, os esportes equestres têm papel importante na economia regional. “São mais de 3,2 milhões de empregos gerados em inúmeros setores da economia e diversas categorias profissionais como caminhoneiros que transportam os animais, os veterinários, o comércio e a hotelaria. É lamentável que a decisão relativa à lei cearense esteja sendo indevidamente estendida no Nordeste e na nossa cultura”, criticou o parlamentar. O senador Otto Alencar participou da sessão e afirmou que a luta pela liberação das vaquejadas deve continuar. “É importante que todos estejam juntos com o mesmo objetivo para que não acabem com essa atividade que integra o patrimônio cultural brasileiro”. O parlamentar também é relator de um dos projetos da PLC 24/2016 que reconhece o rodeio e a vaquejada como manifestações culturais nacionais e patrimônios culturais imateriais.
Passa a valer em todo o país o nono dígito em números celulares, após os estados que faltavam: Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul serem inclusos no sistema no domingo (06). A medida começou a ser implementada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em 2012 e tem como objetivo aumentar a disponibilidade de linhas de telefonia celular. Apesar das inovações, segundo levantamento recente, o Brasil fechou o mês de agosto com quase 500 mil linhas de telefonia móvel a menos na comparação com julho. De acordo com a Anatel, em agosto, havia 252 milhões de linhas móveis, 492 mil menos que o registrado em julho. Representantes do setor têm atribuído a queda nos números da telefonia móvel à crise econômica e aos aplicativos de mensagem instantânea, o que levou usuários a deixar de ter chips de diferentes operadoras.
O governo federal cancelou ou bloqueou o pagamento de cerca de 1,1 milhão benefícios do Bolsa Família. A medida foi adotada após a realização de um pente fino no programa, que atende 13,9 milhões de famílias. De acordo com o Jornal o Globo, isso significa que, de cada 12 benefícios, em um foram encontradas inconsistências. Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, responsável pelo programa, foi constatado que a renda das famílias era superior à exigida para ingresso e permanência no Bolsa Família. A pasta informou que isso significará uma economia de R$ 2,4 bilhões anuais. De acordo com o ministério, 469 mil benefícios (3,3% do total) foram cancelados. Outros 654 mil (4,7%) foram bloqueados. Em janeiro de 2017, serão convocadas 1,4 milhão de famílias para atualizar o cadastro. Os números absolutos nos estados do Nordeste tendem a ser mais altos, uma vez que possuem mais beneficiários, mas proporcionalmente é no Sul onde há mais bloqueios e cancelamentos.
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