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Prefeitura antecipa feriado do Dia do Servidor

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Em decreto publicado hoje (10), no Diário Oficial do Município, a Prefeitura de Vitória da Conquista antecipa o feriado do dia 28 de outubro de 2016, Dia do Servidor Público, para a próxima quinta-feira, 13 de outubro.

Considerando a antecipação e que a mudança do feriado beneficiará  os  servidores  públicos  municipais  que poderão usufruir melhor das comemorações do Dia do Servidor Público e da Padroeira do Brasil, decretou-se também ponto facultativo nas repartições públicas municipais no dia 14 de outubro.

A Prefeitura destaca que os serviços públicos essenciais serão mantidos  normalmente.

O flagrante ocorreu na zona rural de Alagoinhas, quando policiais da DRFR passavam pelo local

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Equipes da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos (DRFR), de Alagoinhas, prenderam, nesta terça-feira (11), o traficante Gilberto Nonato dos Santos, de 21 anos, quando tentava se livrar de um saco contendo trouxinhas de maconha.

O flagrante ocorreu numa localidade conhecida como Disai, na zona rural do município, onde o rapaz, já detido, confessou que estava vendendo a droga, admitindo, em seguida, que em sua residência havia mais entorpecentes.

No imóvel, em cima de uma mesa que estava no quarto, os policiais encontraram um revólver calibre 38, uma espingarda 12, mais trouxinhas de maconha, a quantia de R$ 672, um relógio, três celulares e munições de diferentes calibres.

Autuado em flagrante por tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo, Gilberto se encontra agora custodiado na DT/Alagoinhas, à disposição da Justiça. A droga, que ainda será pesada, armas e objetos apreendidos foram encaminhados para perícia.

Ascom/PC

Após quase 12 horas, Câmara conclui 1º turno da PEC do teto de gastos

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Texto-base foi aprovado por 366 votos a 111; deputados rejeitaram destaques.
Proposta precisará ser aprovada em 2º turno e ser submetida ao Senado.

A Câmara dos Deputados concluiu na madrugada desta terça-feira (11) a votação, em primeiro turno, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece um teto para o aumento dos gastos públicos pelas próximas duas décadas.

O texto-base da PEC havia sido aprovado pela Câmara às 21h35 desta segunda por 366 votos favoráveis e 111 contrários, mas, na sequência, os deputados tiveram de analisar oito destaques (sugestões de alteração no texto) para concluir o primeiro turno de apreciação da proposta.

SAIBA COMO VOTOU CADA DEPUTADO

Todos os destaques apresentados foram rejeitados pela maioria dos deputados. A análise das sugestões de alteração ao texto original durou cerca de quatro horas.

Três destaques tinham por objetivo retirar do teto de gastos áreas como saúde, educação e assistência social. Outro destaque rejeitado pretendia estabelecer um limite de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) para o pagamento de juros e amortização da dívida da União.

Também foram derrubados destaques que pretendiam excluir o ano de 2017 do limite de gastos e retirar da PEC o trecho das penalidades para os órgãos que descumprirem o teto de despesas.

Antes de alterar a Constituição, a PEC ainda terá de passar por uma segunda votação no plenário da Câmara e outras duas no Senado.

Por se tratar de emenda à Constituição, eram necessários os votos de, pelo menos, três quintos dos deputados (308 dos 513) para aprovar o texto. No Senado, o governo precisará de, no mínimo, 49 votos favoráveis.

A previsão do relator da PEC, deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), é de que o segundo turno de análise na Câmara ocorra daqui a duas semanas, no dia 24.

Tramitação no Congresso
A PEC 241, conhecida como PEC do Teto de Gastos, foi enviada ao Legislativo por Michel Temer no primeiro semestre, enquanto o peemedebista ainda ocupava interinamente a cadeira de presidente da República. A proposta é considerada pelo Palácio do Planalto um dos principais mecanismos para tentar reequilibrar as contas públicas.

A PEC define que as despesas da União só poderão crescer, nos próximos 20 anos, até o limite da inflação do ano anterior. Na prática, Executivo, Legislativo, Judiciário, Tribunal de Contas da União, Ministério Público e Defensoria Pública da União não poderão aumentar suas depesas de um ano para o outro acima da inflação registrada no ano anterior.

Em caso de descumprimento do teto, a PEC estabelece uma série de restrições, como a proibição de realizar concursos públicos ou conceder aumento para qualquer membro ou servidor do órgão.

Ofensiva de Temer
Para garantir a aprovação da proposta que estabelece o teto de gastos, Temer se empenhou pessoalmente nas últimas semanas na articulação política com sua base aliada. Ao longo desta segunda-feira, o presidente disparou ligações e recebeu deputados em seu gabinete para tentar convencer parlamentares que ainda estavam indecisos em relação ao texto.

No domingo (9), ele ofereceu, no Palácio da Alvorada, um jantar para cerca de 280 pessoas, entre as quais ministros e parlamentares aliados. No banquete, o peemedebista afirmou aos governistas que qualquer movimento corporativo contra a PEC que limita o aumento dos gastos públicos “não pode ser admitido”.

Além do jantar no Alvorada, Temer protagonizou uma verdadeira ofensiva política sobre sua base aliada para aprovar a PEC. A maratona do governo para assegurar votos favoráveis ao projeto também contou com uma série de reuniões no Planalto e cafés da manhã com parlamentares aliados.

A preocupação em atingir um placar elástico era tão grande que o presidente da República exonerou três ministros que são deputados licenciados – Bruno Araújo (Cidades), Fernando Coelho Filho (Minas e Energia) e Marx Beltrão (Turismo) – para que eles voltassem à Câmara para votar a favor da PEC do teto de gastos. Os três devem ser reassumir as cadeiras no primeiro escalão nesta terça-feira (11).

Michel Temer acompanhou o primeiro turno de votação da PEC na Câmara em seu gabinete no Palácio do Planalto. Ao final da votação do texto-base, ele ligou para alguns líderes governistas para agradecer a aprovação da proposta.

Nesta segunda-feira, o peemedebista conseguiu duas vitórias. Primeiro, ele viu sua principal aposta para equilibrar as contas públicas avançar no parlamento.

Além disso, Temer testou a fidelidade de sua base de apoio e corrigiu a dispersão dos deputados governistas do plenário, problema que inviabilizou na semana passada a conclusão da análise dos vetos presidenciais na sessão do Congresso Nacional. No jantar oferecido aos governistas no Alvorada no domingo, ele fez um apelo para que os deputados garantissem o quórum.

Desta vez, os deputados governistas praticamente não arrastaram pé do plenário, mantendo o quórum em cada votação, enquanto oposicionistas tentavam derrubar a sessão com instrumentos previstos no regimento interno.

O porta-voz do governo, Alexandre Parola, fez um rápido pronunciamento no palácio depois da aprovação do texto-base. Parola classificou o resultado como uma “vitória maiúscula” e afirmou que a votação “expressiva” mostra o compromisso do Congresso Nacional com o equilíbrio fiscal do país.

Sessão tumultuada
A sessão que apreciou em primeiro turno a PEC do Teto de Gastos foi marcada por um clima tenso. Ao longo das quase 12 horas de sessão, houve troca de provocações entre os parlamentares governistas e oposicionistas, além de protestos nas galerias do plenário.

Contrários à PEC, deputados de partidos de oposição, como PT, PSOL, Rede, PCdoB e PDT, afirmaram que a medida congelará os investimentos sociais em áreas como saúde e educação.

Na tentativa de atrasar a votação, alguns parlamentares apresentaram uma série de recursos regimentais. Com isso, a sessão que teve início por volta das 14h de segunda se arrastou até a madrugada desta terça.

Líder da Rede na Câmara, o deputado Alessandro Molon (RJ) classificou a PEC de injusta com o país. “Não se trata de proibir que se gaste mais do que se ganha. Aqui se trata de acabar com a garantia de que os investimentos em saúde e educação acompanhem o crescimento da receita. E fazer isso num país tão desigual como o Brasil é de extrema crueldade”, criticou o parlamentar fluminense.

Deputados da base aliada, por sua vez, saíram em defesa da proposta do Planalto argumentando que a medida é parte da solução para resolver a crise fiscal deixada pelos governos petistas. “Esta PEC é apenas o começo das reformas”, discursou Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR).

Enquanto os deputados debatiam o texto, a equipe do relator da proposta distribuiu aos parlamentares um panfleto com argumentos favoráveis à aprovação do projeto.

Além disso, parlamentares governistas estenderam cartazes e faixas de apoio à proposta de Temer com frases como “A PEC 241 é responsabilidade”, “O PT quebrou o Brasil, nós estamos consertando” e “PEC do futuro: responsabilidade fiscal”.

Nas galerias e no plenário, manifestantes contrários ao teto dos gastos públicos vestidos com camisas de sindicatos da área de educação ergueram faixas contra a proposta com mensagens como “PEC 241, a PEC da morte” e “PEC 214 desmonta o Estado”.

Em um dos momentos mais tumultuados da sessão, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), determinou a retirada das galerias de uma mulher que protestava contra a PEC mandando beijos para o plenário.

Os protestos contra a PEC 241 não vieram apenas da oposição. Integrante do PTB – partido da base aliada de Temer –, o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) subiu à tribuna para criticar duramente a proposta do governo federal.

Sob vaias de governistas, ele argumentou que, se aprovada, a proposta prejudicará os trabalhadores. Irritado com o discurso do aliado, o deputado Nilson Leitão (PSDB-MT) gritou no plenário que Faria de Sá estava sendo “chato”.

Em resposta, o parlamentar do PTB retrucou. “Calem a boca! Calem a boca. Vão ter que me engolir! Vão ter que me escutar! Até porque esse é o jogo parlamentar e, na verdade, eu venho à tribuna e uso o meu direito regimental. Eu não estou usando nada fora do que o regimento permite, não. Não estou usando nenhuma artimanha, nenhum artifício. Estou usando o direito regimental”, provocou o parlamentar petebista.

Dali em diante, os ânimos ficaram ainda mais exaltados no plenário. Ao discursar, o deputado Rocha (PSDB-AC) provocou os manifestantes que protestavam contra a PEC nas galerias do plenário dizendo que eram “militantes pagos com recursos de sindicato”.

Além dos protestos nas galerias do plenário da Câmara, também houve protesto contra a PEC em frente ao anexo 2 da casa legislativa.

Um grupo formado por pessoas ligadas à Central Única dos Trabalhadores (CUT), à Central Sindical e Popular (CSP) e ao Sindicato dos Servidores Públicos Federais no DF (Sindiserv-DF) foi impedido de entrar no prédio do Legislativo pela Polícia Militar do Distrito Federal. Os policiais fizeram uma barreira ao redor da entrada do anexo 2.

De acordo com a Polícia Militar, cerca de 100 pessoas participavam da manifestação. Os organizadores do ato estimam 800 pessoas.

Galinhada no cafezinho do plenário
Nem só de protestos e troca de acusações foi marcada a sessão desta segunda-feira. Um dos raros momentos de confraternização de governistas e oposicionistas ocorreu antes da votação do texto-base da PEC, quando deputados e funcionários da Casa degustaram um jantar de comida mineira que foi servido no cafezinho do plenário.

No cardápio, galinhada, linguiça e feijão tropeiro. De sobremesa, rapadura. As comidas foram levadas ao Congresso Nacional pelo deputado Fábio Ramalho (PMDB-MG).

Além de patrocinar o jantar, o peemedebista também ajudou a servir a comida. O deputado do PMDB estava suado de tanto correr entre o plenário e o cafezinho para chamar colegas parlamentares, carregar pratos e pedir talheres para que as pessoas pudessem se servir.

Ex-prefeito do município mineiro de Malacacheta, o parlamentar é conhecido no meio político pelos banquetes que oferece aos colegas.

Saúde e educação
Desde que foi apresentado pela equipe econômica de Temer no primeiro semestre, a PEC do teto de gastos enfrenta resistências no Congresso e em setores da sociedade civil.

Entidades como o Conselho Nacional de Saúde (CNS), o Conselho Nacional de Secretarias Estaduais de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), por exemplo, dizem que a PEC pode impor perdas bilionárias para o setor de saúde.

Inicialmente, o governo chegou a incluir no texto do projeto o limite para os investimentos nessas duas áreas.

Diante da repercussão negativa da medida e da pressão de parlamentares, incluindo da base aliada, o Palácio do Planalto anunciou que, em 2017, serão mantidas as regras atuais para os investimentos em saúde e educação (previstas na Constituição), passando a vigorar o novo teto somente em 2018.

Salário mínimo
No relatório apresentado à comissão especial que analisou a PEC na Câmara, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) afirmou em seu parecer que a proposta prevê que o salário mínimo (referência para mais de 48 milhões de pessoas) deixará de ter aumento real (acima da inflação) se o governo ultrapassar o limite de despesas – gastar mais do que o fixado na lei.

Esse veto ao aumento real permaneceria, conforme o relator, até que as despesas retornassem aos limites previstos “não se restringindo apenas ao ano subsequente ao descumprimento do teto”.

‘Fechamento de questão’
Diante da ofensiva do Palácio do Planalto em busca de apoio à PEC, os cinco principais partidos aliados ao presidente Michel Temer (PMDB, PSD, PR, PP e PSDB) “fecharam questão” a favor da PEC.

Na prática, se um deputado desses partidos não votasse pela aprovação da proposta, a legenda poderia aplicar sanções, que poderiam chegar até a uma eventual expulsão.

Apesar da determinação do seu partido, o PR, a deputada Clarissa Garotinho (RJ) disse que irá votar contra a PEC por entender que é “algo muito sério para não seguir a própria consciência”.

Ela diz considerar que a medida irá afetar os próximos 20 anos “sem dar espaço” para o Congresso poder mudar a forma de cálculo. Questionada sobre se teme algum tipo de punição, Clarissa afirmou que é preciso esperar.

Fonte texto: G1

Seleção Brasileira escalada para pegar a Venezuela

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Como de praxe, pela quarta vez seguida, o técnico Tite não fez mistério e divulgou a escalação da Seleção Brasileira na véspera da partida seguinte. Nesta segunda-feira (10), no Estádio Metropolitano de Mérida, palco de Brasil x Venezuela, ele confirmou o time.

O Brasil entrará em campo com Alisson, Daniel Alves, Marquinhos, Miranda e Filipe Luís; Fernandinho, Paulinho e Renato Augusto; Willian, Philippe Coutinho e Gabriel Jesus.

Foi exatamente com esta formação que ele comandou um treino tático nesta tarde nublada em Mérida. Primeiro foi um exercício entre os que vão começar jogando e os que estarão no banco. O objetivo era trabalhar a pressão na saída de bola adversária, com marcação em cima sempre que perdiam a bola.

Depois, Tite e seus auxiliares fizeram uma atividade de posicionamento só com os titulares. Para terminar, os jogadores ainda treinaram jogadas de bola parada.

Fonte: CBF

Veja perguntas e respostas sobre a PEC que limita gastos públicos

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Texto-base foi aprovado em primeiro turno pela Câmara dos Deputados.
Objetivo da proposta, segundo governo, é o reequilíbrio das contas públicas.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece um teto para o aumento dos gastos públicos pelas próximas duas décadas foi aprovada pela Câmara dos Deputados em primeiro turno na madrugada desta terça-feira (11).

Veja abaixo perguntas e respostas sobre a proposta:

O que propõe a PEC 241, conhecida como PEC do Teto de Gastos?
A PEC do teto de gastos, proposta pelo governo federal, tem o objetivo de limitar o crescimento das despesas do governo. A medida fixa para os três poderes – além do Ministério Público da União e da Defensoria Pública da União – um limite anual de despesas.

Por que o governo quer limitar os gastos?
Essa proposta é uma das principais “armas” da equipe econômica para tentar reequilibrar as contas públicas nos próximos anos e impedir que a dívida do setor público, que atingiu 70% do Produto Interno Bruto (PIB) em agosto, aumente ainda mais.A justificativa do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, é de que governo vem se endividando e pagando juros muito altos para poder financiar essa conta.

Como é calculado esse limite de gastos?
Segundo o texto, o governo, assim como as outras esferas, poderão gastar o mesmo valor que foi gasto no ano anterior, corrigido pela inflação. Ou seja, tirando a inflação, o limite será o mesmo valor do ano que passou.

A inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), é a desvalorização do dinheiro, quanto ele perde poder de compra num determinado período. O texto da PEC prevê que, para o ano de 2017, os gastos públicos serão corrigidos em 7,2%.

Há algum prazo de duração?
Sim. A proposta é de que a PEC seja aplicada pelos próximos 20 anos.

Não poderá sofrer qualquer alteração?
Sim. A partir do décimo ano, o presidente da República que estiver no poder poderá alterar o formato de correção das despesas públicas. No entanto, a proposta de revisão terá de ser enviada ao Congresso Nacional por meio de projeto de lei complementar. Será admitida somente apenas uma alteração nos critérios de correção por mandato presidencial.

O que acontece se o limite não for obedecido?
Caso alguns dos Poderes ou órgãos a eles vinculados descumpram o limite de crescimento de gastos, ficará impedido no exercício seguinte de, por exemplo, reajustar salários, contratar pessoal e criar novas despesas até que os gastos retornem ao limite previsto pela PEC.

A medida se aplica para todos os tipos de gastos do governo?
Em 2017, haverá exceção para as áreas de saúde e educação, que somente passarão a obedecer o limite a partir de 2018, segundo o governo. Atualmente, a Constituição especifica um percentual mínimo da arrecadação da União que deve ser destinado para esses setores.

Em entrevista à rádio Estadão, o presidente Michel Temer disse que o teto não é para a saúde, para a educação ou para a cultura. O teto é global. Ele afirmou ainda que quando o governo for formalizar qualquer proposta de orçamento, é possível que tenha de rever projetos de obras públicas, por exemplo, “para compensar sempre saúde e educação”.

E no caso das transferências entre o governo federal e os municípios?
A PEC determina que alguns outros gastos não precisarão se sujeitar ao limite estabelecido pela medida, como as transferências do governo federal para Estados e municípios e os gastos para a realização de eleições.

O projeto enfrenta resistência?
Sim. Desde que foi apresentado pela equipe econômica do governo, ainda no primeiro semestre deste ano, o projeto enfrenta resistências por parte de setores da sociedade. Partidos que fazem oposição ao presidente Michel Temer, por exemplo, argumentam que, se aprovada, a proposta representará o “congelamento” dos investimentos sociais.

Para uns, ela é uma medida muito rígida para durar tanto tempo, e deveria ser flexível para se adaptar às mudanças do país.

Para a professora Cristina de Mello, da PUC-SP, se houver uma queda abrupta da arrecadação, por exemplo, a dívida aumentaria, porque os gastos serão congelados em um patamar alto.

Segundo a professora, o argumento de que uma medida de longo prazo passa mais credibilidade é falacioso. Isso porque, se antes do prazo de dez anos, o governo precisar mexer em alguma regra, a PEC gerará desconfiança.

“Se daqui a alguns anos, for necessário fazer um gasto maior e mudar o índice de inflação por outro mais confortável, vai haver descrença. Por que escolheram esse critério e não outro? Pode haver maquiagem de dados”, disse em entrevista à BBC.

O que diz quem apoia o projeto?
O mercado financeiro vê a proposta com bons olhos, já que uma medida válida por um período tão extenso passaria a mensagem de que o Brasil está comprometido com o equilíbrio das contas.

Jolanda Battisti, da FGV, afirma que o prazo representa que o governo está “comprando tempo” para colocar a dívida sob controle.

“É como se uma pessoa endividada que diz que vai te pagar de volta, mas só dez reais por semana, e não em grandes prestações.”

Um plano de longa duração, afirma, substitui ações mais drásticas, como aumentar impostos ou cortar despesas imediatamente, o que poderia agravar o desemprego.

Fonte: G1

Governo da Bahia instalará uma ( UTI) Unidade de Terapia Intensiva no município de Brumado, até o final deste ano.

 

Rui Costa garante a Aguiberto que a UTI de Brumado será inaugurada até dezembro

A Saúde vem ocupando o topo da pauta das discussões políticas em Brumado, tanto que nas eleições municipais deste ano o tema foi muito abordado, principalmente sobre a instalação da UTI. Diante disso, a atual administração municipal garante que vem fazendo o seu dever de casa e terminando a parte física para receber os equipamentos e poder ter a unidade em pronto funcionamento. Dando continuidade a esse planejamento, o prefeito Aguiberto Lima Dias, acompanhado do secretário municipal Claudio Feres, teve um novo encontro com o governador na última sexta-feira (07) em Guanambi, onde Rui Costa foi inaugurar uma nova etapa do Hospital Regional daquele município. Na oportunidade Rui Costa garantiu a Aguiberto que o governo do estado irá cumprir a sua parte e que a UTI de Brumado será inaugurada até dezembro deste ano. O gestor brumadense ficou muito satisfeito com a garantia, já que foi uma das metas estabelecidas pela sua gestão de entregar à população brumadense a unidade de terapia intensiva que disponibilizará o atendimento de alta complexidade que irá beneficiar não somente Brumado, mas também a população dos 21 municípios pactuados. O custo da UTI deverá ser bancado de forma tripartite, com a participação da União e do Estado. Após o encontro, Aguiberto fez questão de declarar que “o governador Rui Costa está comprovando que é um gestor de palavra, nos dando a garantia que tanto esperávamos de que até dezembro teremos a nossa tão sonhada UTI”. Ele ainda destacou que “essa vai ser uma das grandes vitórias de nossa gestão que, mesmo diante das dificuldades impostas pela crise, conseguiu manter o planejamento, do qual a UTI tinha uma posição prioritária”. A UTI irá contar com 10 leitos, sendo que o próximo passo será a ala neonatal que também deverá ter 10 leitos e deverá estar em funcionamento até o primeiro semestre de 2017. O mosaico ainda será composto pela instalação da Policlínica Regional e também da UPA, o que dará um dinamismo muito grande para o setor, gerando divisas e confirmando Brumado como referência regional na área de Saúde, atendendo assim ao maior anseio da população. Fonte _B.Agora

Prefeitura de Conquista faz sorteio para ocupação do Centro de Artesanato Popular

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Na tarde dessa segunda-feira, 10, a Prefeitura de Vitória da Conquista realizou o sorteio de 65 boxes do Centro de Artesanato do espaço Glauber Rocha – Educação e Cultura. Nessa primeira etapa, 127 empreendedores de oito grupos da Economia Solidária foram contemplados.
A cerimônia no auditório do Conservatório Municipal – localizado no Glauber –, contou com a presença do prefeito Guilherme Menezes, autoridades militares, bem como do Conselho e de entidades ligadas à Economia Solidária, além da Comissão de Uso do Solo Público.
O prefeito falou da alegria pela entrega dos boxes. “Sempre gostamos de fazer o sorteio com a presença das autoridades militares de forma mais transparente e mais justa”, observou. Guilherme ainda recordou como a Administração Municipal adquiriu o terreno e fez as obras necessárias para o Centro Glauber. No final, desejou “muitos bons negócios neste que vai ser um ponto de visita excelente e um espaço seguro”.
Segundo o presidente do Conselho Municipal, Arnaldo Ramos, foi esse governo que trouxe para Vitória da Conquista o movimento de Economia Solidária. “Sofremos no início e hoje é uma grande vitória realizarmos esse sonho. Agora vamos fazer nossa parte pra aqui ser um sucesso nacional”, declarou.
“Eu estou muito feliz porque estávamos esperando ganhar esse box e agora vamos realizar nosso sonho”, disse Alda Maria Barreto. Ela e sua irmã Donates Mari, que participam da Associação de Economia Popular e Solidária  (AEPS) há mais de seis anos, foram sorteadas com o box de número 04.

JOÁS CONFIRMA: PSB ESTÁ COM ZÉ RAIMUNDO NO SEGUNDO TURNO

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O Partido Socialista Brasileiro (PSB) anunciou nesta segunda-feira 10 a adesão à campanha do candidato a prefeito Zé Raimundo, da coligação Conquista Quer Mais, neste segundo turno das eleições de Vitória da Conquista. O ato de anúncio do apoio foi feito pelo presidente do PSB, José Carlos, na sede do partido,  com a presença de militantes e lideranças socialistas, apoiadores da coligação e da imprensa.

Principal liderança do PSB local e ex-candidato a prefeito, Joás Meira, explicou o porquê do partido marchar com Zé Raimundo, a partir de agora. “O que está em jogo é o futuro de Vitória da Conquista. E Zé é o melhor candidato para a cidade porque tem as melhores propostas, por sua história de vida, pelo seu caráter humanitário e experiência administrativa”, ressaltou Joás.

Outro ponto destacado pelo ex-candidato e atual vice-prefeito foram as semelhanças entre o programa de governo de Zé e as propostas do partido socialista para a cidade. “Tanto Zé Raimundo quanto os demais partidos aceitaram os projetos contidos no programa do PSB, no primeiro turno. Estaremos juntos na construção de uma cidade sustentável, inclusiva e integrada”, destacou.

O ingresso do socialista à campanha de Zé foi recebido com satisfação. “É um privilégio. Esse apoio vem porque temos uma caminhada histórica na militância social. É uma adesão de princípio, de defesa dos valores democráticos. Vamos, juntos, mostrar que queremos continuar transformando a vida das pessoas. Com o PSB estaremos ainda mais fortes”, comemorou Zé Raimundo, ao lado da sua vice, Sidélia Porto.

Acidente que envolveu fiat Idea e Ford Ka Estrada de Anagé/Conquista – BA 262 -fez duas vítimas fatais e, outras duas se encontram hospitalizadas

 

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Duas pessoas vieram a óbito: Jorgevan Pereira Borges, 63 anos,que conduzia o Ford Ka, morreu no local. Jorgevan era esposo da diretora Escola Monteiro Lobato em Vitória Conquista. A outra vítima fatal, Aurenita Maria de Jesus, chegou a ser encaminhada ao Hospital, mas não resistiu e morreu.

Relatos da Polícia –

  • VÍTIMA 2 (CONDUTOR DO AUTOMÓVEL FIAT/IDEIA): JOSÉ ROBERTO GONÇALVES ARMELIN.CONDUZIDO PARA O HGVC PELO SAMU
  • VÍTIMA 4 (PASSAGEIRA DO AUTOMÓVEL FIAT/IDEIA): CELMA DE JESUS SANTOS ARMELIN.TRANSPORTADO PELO SAMU PARA VITÓRIA DA CONQUISTA.
  • VÍTIMA 5 (PASSAGEIRO DO AUTOMÓVEL FIAT/IDEIA): EDGAR MIGUEL DOS SANTOS ARMELIN, TRANSPORTADO PELO SAMU PARA VITÓRIA DA CONQUISTA, EM ESTADO GRAVE.
  • VÍTIMA 6 (PASSAGEIRA DO AUTOMÓVEL FIAT/IDEIA): MARIA DE JESUS, TRANSPORTADO PELO SAMU PARA VITÓRIA DA CONQUISTA.

 

Duas pessoas vieram a óbito: Jorgevan Pereira Borges, 63 anos,que conduzia o Ford Ka, morreu no local. Jorgevan era esposo da diretora Escola Monteiro Lobato em Vitória Conquista. A outra vítima fatal, Aurenita Maria de Jesus, chegou a ser encaminhada ao Hospital, mas não resistiu e morreu.

o acidente foi registrado neste domingo, 09, à noite na BA 262, na saída de Vitória da Conquista para Brumado. Assista:

Conforme informações obtidas pelo jornalista Carlos Silva, uma colisão frontal entre dois automóveis, um deles com placa JSV 4754, licença de Vitória da Conquista, resultou na morte de uma pessoa.

Até então, a identidade da vítima fatal não foi divulgada. Pelo menos quatro gravemente feridas. O sinistro aconteceu por volta das 21h:30 deste domingo (09). As vítimas foram socorridas e levadas para um hospital de Vitória da Conquista. O corpo da vítima fatal deverá ser recolhido pelo IML. A Polícia Rodoviária Estadual está no local para controlar o trânsito. Com informações do L12.

Eleições 2016: Herzem Gusmão afirma apoio do DEM e PSDB e outras importantes lideranças do PV, PC do B, PTN e PSB para o 2º turno

Foto: BLOG DO ANDERSON
Foto: BLOG DO ANDERSON

Candidato à Prefeitura de Vitória da Conquista da coligação “Uma Conquista melhor”, o radialista Herzem Gusmão Pereira foi entrevistado no Brasil Notícias [Brasil FM] nesta segunda-feira (10). Durante a conversa com o radialista Nildo Freitas, o peemedebista confirmou novas adesões no segundo turno destas Eleições 2016. De acordo com Herzem Gusmão, tem chegado apoios de pelo menos quatro vereadores, sendo dois do PCdoB [Joaquim Libarino e Nelson de Vivi], um do PSB [Adnilson Pereira Nascimento], e o presidente do PSDB [Arlindo Santos Rebouças]. Ainda conforme Gusmão, o vice-presidente do Partido Verde, Paulo Mauricio Lopes de Araújo, e o presidente do PTN, Antoniel Alves da Silva [Natan da Carroceria], também sinalizam fortalecimento.

Juntos, Shakira e Bolt doam 25 milhões de dólares para reconstrução do Haiti

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Montagem: Bahia Notícias
A passagem do furacão Matthew pelo Haiti, na última semana, devastou o país, deixando mais de mil mortos e milhares de pessoas atingidas (veja aqui). Com o objetivo de ajudar na reconstrução do país, a cantora Shakira fez uma doação de US$ 15 milhões, quantia mais alta já divulgada. Por sua vez, também no intuito de contribuir, o jamaicano Usain Bolt, que foi um dos destaques dos Jogos Olímpicos Rio 2016, doou US$ 10 milhões. Essa é a segunda vez que a colombiana ajuda a reerguer o país. Em 2010, quando o Haiti foi atingido por um terremoto, ela cedeu cerca de US$ 1 milhão, além de participar de várias campanhas para arrecadar dinheiro e donativos aos sobreviventes. As informações são do Ofuxico.