A Gente diz

Pesquisadora apresenta evidências de que muriçoca também pode transmitir Zika

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O mosquito Aedes aegypti tem sido apontado como o principal vetor do Zika. Ainda assim, o Zika pode ter também outros vetores, como o mosquito Culex quinquefasciatus, conhecido popularmente como pernilongo ou muriçoca, alertou Constância Flávia Junqueira Ayres Lopes, pesquisadora do Instituto Aggeu Magalhães (IAM) da Fiocruz em Recife. “Há sérias dúvidas se o Aedes aegypti é um vetor exclusivo do vírus Zika”, afirmou em uma mesa redonda durante a 68ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que aconteceu na última semana. “Em ambientes silvestres várias espécies de Aedes estão implicadas no processo de transmissão. Por que em ambientes urbanos somente uma espécie estaria envolvida?”, questionou, segundo a Agência Fapesp. De acordo com a pesquisadora, o mosquito Aedes aegypti começou a ser incriminado como vetor do vírus Zika em1947, quando foi encontrado em uma floresta com nome homônimo em Uganda, na África, por pesquisadores financiados pelo Instituto Rockefeller, dos Estados Unidos. Desde então, diversos outros isolamentos do vírus foram feitos a partir de diferentes espécies de Aedes. Nas epidemias mais recentes do vírus Zika, como em 2007, na Micronésia, na região do Pacífico, quando cerca de 70% da população da ilha de Yap, com população de 7,3 mil pessoas, foi infectada, não foi encontrado nenhum pool de Aedes aegypti, afirmou a pesquisadora.

“Na verdade, há pouquíssimos mosquitos Aedes aegypti na Micronésia. Há outras espécies de Aedes na região, mas o Aedes aegypti é muito raro na maioria das ilhas e completamente ausente nas ilhas onde houve uma grande ocorrência de casos de infecção pelo Zika vírus”, disse. Quando ocorreu a epidemia, Lopes entrou em contato com pesquisadores da região a fim de saber qual era a espécie de mosquito mais abundante por lá. A resposta dos pesquisadores foi o Culex quinquefasciatus, que não tinha sido investigado como um vetor do Zika. “A questão é que todo mundo que estudou a circulação do vírus Zika antes só olhou para as espécies de Aedes. Como esses mosquitos já são conhecidos como vetores de dengue, chikungunya e febre amarela, por que não seriam também do Zika?”. Ensaios realizados por pesquisadores, em que foram infectados, em laboratório, mosquitos Culex quinquefasciatus e Aedes aegypti com Zika para comparar suas capacidades de transmitir o vírus, indicaram que o desempenho das duas espécies é muito semelhante. “Como o Culex quinquefasciatus é mais abundante no ambiente urbano do que o Aedes aegypti, queremos saber agora qual tem maior importância no papel de transmissão do vírus Zika”, contou Lopes. Os resultados dos estudos realizados pelos pesquisadores da Fiocruz foram apresentados à OMS, que recomendou à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) que outras espécies de mosquitos – principalmente o Culex quinquefasciatus – fossem investigados em regiões com casos registrados de infecção por vírus Zika no mundo.

Transmissão das sessões estão suspensas durante período eleitoral

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Os conquistenses já estão acostumados a acompanhar as sessões ordinárias da Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC) por meio da transmissão da rádio Brasil FM 107,7. Com a transmissão, a população pode acompanhar tudo o que é decidido pelo Legislativo municipal sem precisar sair de casa.

As sessões, que normalmente são transmitidas pela rádio todas as quartas e sextas-feiras, das 8h50 às 10h, serão suspensas a partir do próximo dia 3 de agosto, dia em que retornam as atividades parlamentares na Câmara. A decisão atende à legislação eleitoral. As sessões só voltarão a ser transmitidas pela Brasil FM após declarado o fim do pleito pela Justiça Eleitoral.

Somente a transmissão será suspensa. As sessões serão realizadas normalmente no plenário Carmem Lúcia. Para acompanhá-las basta comparecer à Câmara, que fica na Rua Coronel Gugé, nº 150, no Centro da cidade.

Fonte: Ascom/CMVC

Defesa Civil funciona em novo endereço

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A partir da próxima segunda-feira, 18, a Defesa Civil de Vitória da Conquista passará a funcionar no prédio da Secretaria de Trabalho, Renda e Desenvolvimento Econômico (Semtre). Agora, o serviço fica localizado na Avenida Bartolomeu de Gusmão, nº 744, bairro Jurema.

O telefone de emergência da Defesa Civil continua o mesmo: 199.

O órgão pode ser acionado por qualquer cidadão em caso de deslizamentos, desabamentos, enchentes, inundações, acidentes com produtos perigosos ou qualquer desastre provocado pela natureza ou pelo homem que coloque em risco a segurança da população.

Caso aconteça um desastre e você esteja por perto, é importante pedir ajuda. Esteja preparado para dar informações que permitirão que o socorro seja prestado rapidamente:
a) Identifique-se: diga seu nome, seu telefone (talvez haja necessidade de confirmar sua chamada ou pedir mais esclarecimentos);
b) Onde aconteceu: dê o endereço completo, com rua, número e cidade (acrescente um ponto de referência);
c) O que aconteceu: seja breve, diga apenas o essencial.

Fonte: PMVC

Começa inspeção mais rigorosa em aeroporto; veja perguntas e respostas

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Companhias aéreas recomendam que check-in seja feito 1h30 antes do voo.
Medida anunciada pela Anac antes da Olimpíada não tem prazo para acabar.

Quais foram as medidas anunciadas pela Anac?
– Revista física: todos os passegeiros estão sujeitos a passar por uma revista física, feita por um agente do mesmo sexo. Isso pode ser feito de forma aleatória, ou seja, mesmo que não tenha sido disparado o alarme do equipamento de raios X. De acordo com a Anac, a revista poderá ocorrer em local público ou reservado, a critério do passageiro e do agentes, e com presença de testemunha.

– Notebook: Os passageiros terão que tirar computadores portáteis e outros dispositivos eletrônicos de dentro das malas e mochilas. Antes, segundo a Anac, a medida só era obrigatória para os voos internacionais.

– Abertura de bagagem
Os passageiros também podem ter de abrir as bagagens de mão para que os agentes façam a inspeção dos objetos. Isso pode ser solicitado no momento da passagem pelo equipamento de raios X.

As filas ficarão mais longas?
A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que representa Avianca, Azul, Gol e Latam, informou que os operadores aeroportuários preveem que a mudança aumentará o tempo de chegada às salas de embarque.

A Anac informou que serão tomadas medidas para evitar possíveis filas, mas não detalhou os procedimentos previstos. “Os operadores aeroportuários estão cientes dos novos procedimentos de segurança e adotarão as medidas necessárias para agilizar o processamento dos passageiros.”

Que horas o passageiros deve chegar ao aeroporto?
As empresas aéreas orientam os passageiros dos voos nacionais a se apresentarem para o check-in com antecedência de pelo menos 1h30 antes do horário de saída do voo.

Crianças também podem ser revistadas?
Crianças também podem ser submetidas à revista física. A Anac não informou a idade mínima por “questões de segurança”.

O que pode acontecer com quem se negar a passar pela revista?
Se o passageiro se negar a passar pelos procedimentos de inspeção, ele não poderá acessar a área de embarque do aeroporto.

As medidas valem para todos os aeroportos?
A mudança vale para voos nacionais e internacionais em todos os aeroportos brasileiros.

As medidas estarão em vigor exclusivamente para a Olimpíada?
Não. A inspeção mais rigorosa não tem prazo para acabar. A Anac afirma que a medida, que começou dias antes da Olimpíada, não tem ligação com os jogos ou com outro fator externo.

Fonte: G1

Veja o que você precisa saber para começar o dia bem-informado

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SEGURANÇA NOS VOOS

Vai pegar um voo hoje? É bom chegar com mais antecedência do que você está acostumado. Entra em vigor hoje regras que aumentam a vistoria de passageiros e bagagens em aeroportos brasileiros.

TERROR EM NICE

Exame de DNA confirma a morte de Elizabeth Cristina de Assis Ribeiro, a carioca que estava desaparecida após atentado em Nice. A filha dela, de 6 anos, também está entre as vítimas.

OPORTUNIDADES

Mais de 130 concursos públicos abertos têm 22,3 mil vagas no Brasil. Os salários chegam a R$ 22.213,44 no MP do Rio Grande do Sul.

BRASILEIRÃO

Atlético-MG x Coritiba encerra às 20h a 15ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time mineiro tenta se aproximar dos líderes, enquanto o paranaense busca sair da zona de rebaixamento. Confira a classificação geral.

Fonte: G1

 

A armadilha das coligações partidárias

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Foto Ilustração – comendador Gildásio Amorim Fernandes

Em meio a uma enorme crise de representatividade e de descrédito na política tradicional, aproximam-se as eleições municipais, as primeiras após os remendos da reforma eleitoral de 2015. Porém, mais uma vez o eleitor está prestes a cair em uma armadilha que tem beneficiado muitos vereadores e deputados desde a redemocratização. São as coligações partidárias para o pleito proporcional, mais um capítulo da novela “Como votar em um candidato e eleger outro”.

O saldo da última reforma eleitoral é muito baixo diante das mudanças que poderiam ter sido implementadas. Uma vez que os deputados federais foram eleitos pelo modelo atual, que beneficia a maioria que assume os seus mandatos pelas distorções do sistema proporcional, não houve vontade para promover uma melhora no formato que os permite ocupar as cadeiras da Câmara.

Um exemplo disso é a manutenção da coligação proporcional, aquela que dará assentos aos vereadores eleitos em 2016. Sem qualquer viés ideológico ou coerência, as alianças partidárias se transformaram em aberrações que desafiam o crivo do eleitor, unindo propostas antagônicas em alguns estados, enquanto em outros esses mesmos partidos se apresentam como opositores.

Quando as coligações partidárias foram criadas, o intuito era possibilitar a união de associações com matrizes ideológicas afins, no entanto, a proliferação de partidos transformou as alianças genuínas em um balcão de negócios para angariar mais tempo nas campanhas de rádio e de televisão, além de secretarias municipais, estaduais/distritais e ministérios. Com isso, as coligações favorecem tanto os partidos maiores, que angariam exposição destacada nas campanhas majoritárias, quanto os pequenos e médios, que sobrevivem graças aos puxadores de votos nas campanhas proporcionais.

Prejudicada é a sociedade e o eleitorado que precisam conviver com diversos partidos criados para dar lugar a algumas lideranças políticas que não conseguem conviver com seus pares em uma mesma legenda. O Brasil não tem 35 líderes políticos de representatividade nacional, então não há razão para haver tantos partidos. Mesmo se houvesse, essas figuras deveriam se organizar em um número menor de legendas que dessem maior clareza ao eleitor a respeito de seus propósitos políticos.

Inflação de partidos políticos

Para um saneamento e uma melhora do sistema eleitoral e da atividade política, o Brasil precisa revisar a lei que permite as coligações. Somos hoje um país que vive uma inflação de partidos políticos. No entanto, poucos são os de matriz ideológica, pois uma grande parcela foi constituída para representar figuras políticas que já não tinham espaço em outro partido existente, para se beneficiar do fundo partidário, ou para servir como uma difusa base governista e usufruir de cargos importantes do poder executivo, independente de qual seja o governo.

Do modo como são criadas, as coligações partidárias que almejam espaço de exibição na televisão e no rádio são nocivas à estrutura política do Brasil, porque alimentam um modelo presidencialista de conchavos que se reproduz nos estados e municípios. Com uma revisão da distribuição do fundo partidário e se as coligações fossem proibidas nas eleições, cada partido poderia contar tão somente com as suas próprias forças.

A tendência é que o tempo se encarregasse de selecionar os partidos mais bem estruturados e com maior respaldo popular para seguirem existindo, enquanto os menores e os médios teriam de se fusionar, seriam incorporados ou rumariam para a extinção. Com esse artifício poderíamos limitar o número de partidos empregando a legitimação dada pelo povo nas urnas sem adotar uma antidemocrática e inconveniente medida de proibição de criação de novas legendas. A fundação de novos partidos continuaria sendo legal, mas a sua sustentação somente seria possível com real apoio popular.

Atualmente, dada a quantidade de 35 partidos com registro no TSE (além de mais de 20 outros que estão coletando assinaturas para oficializar a sua participação no jogo político), os mandatários do poder executivo nas três esferas (federal, estadual/distrital e municipal) precisam fazer concessões e alianças com diversas lideranças partidárias para garantir a governabilidade.

Está em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, uma proposta de emenda constitucional (PEC 151/2015), de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), que tenciona acabar com as coligações partidárias nas eleições proporcionais. Se aprovada, será um avanço, mas ainda insuficiente, pois mantém as alianças para as eleições para presidente, governadores, senadores e prefeitos. Ou seja, o tempo de propaganda na televisão e no rádio seguirá como poder de barganha para pequenos partidos com pouca representação na Câmara dos Deputados.

Porém, mais do que esperar por reformas de um Congresso distante dos anseios da população, o eleitorado precisa se educar sobre as regras democráticas. O eleitor que alega votar apenas na pessoa e não no partido está duplamente enganado, porque, primeiramente, o seu voto nas eleições proporcionais vai para o partido ou para a coligação pelo quociente eleitoral. Em segundo lugar, após eleito, é bastante comum o parlamentar ter de seguir um posicionamento partidário definido pelo diretório central em decisões no plenário, mesmo que ele tenha uma opinião adversa.

As três etapas

Na eleição para o poder legislativo (exceto para senador), o eleitor pode votar tanto no candidato quanto no partido ou na coligação, porém, o sistema proporcional que define os deputados estaduais/distritais, federais e vereadores computa, primeiramente, os votos para os partidos e coligações que obtiveram mais votos, e apenas em um segundo momento distribui as vagas disponíveis entre os candidatos mais votados de cada partido.

São três as etapas do sistema proporcional: inicialmente, calcula-se o quociente eleitoral, que determina a quantidade de vagas para cada partido. Posteriormente, define-se o quociente partidário, que estabelece os candidatos de cada partido ou coligação que ocuparão as vagas. A partir deste pleito, os ocupantes das vagas devem receber votos numa quantidade igual ou maior que 10% do quociente eleitoral.

Por último, quando há sobra de vagas, faz-se um novo cálculo para a obtenção de uma nova média que determinará qual partido ou coligação pode ocupar a(s) cadeira(s) não preenchida(s). Por isso, é muito mais fácil um candidato com poucos votos ser eleito por um grande partido do que outro com uma grande votação vir a ocupar uma cadeira na Câmara por um pequeno partido.

No romance “Ensaio sobre a lucidez”, José Saramago conta a história de uma população que vota maciçamente em branco no pleito. Entretanto, se a terra fictícia criada pelo autor português seguisse a legislação eleitoral brasileira, o quociente eleitoral seria tão baixo que beneficiaria os partidos e candidatos que receberiam os poucos votos válidos.

Não existe sistema eleitoral perfeito, pois todos os formatos podem apresentar distorções. O sistema distrital prioriza o candidato ligado à sua comunidade, mas não o ideológico. Isso pode se refletir em minorias menos representadas. Por esse modelo, teoricamente, existe a possibilidade de ocupação de todas as vagas por um único partido. O sistema misto, parcialmente distrital, parcialmente proporcional, tende a ser mais equilibrado, aproximando o representante do representado, bem como mantendo o voto de opinião.

Uma verdadeira reforma política que beneficie o povo e não a classe política é urgente. Se as lideranças partidárias não conseguem enxergar e se movimentar para promover mudanças, a descrença e a decepção dos cidadãos tende a permanecer e aumentar. É importante salientar que a mudança no sistema proporcional precisa de uma alteração na Constituição Federal, ou seja, sem um Congresso sensível a transformações em prol da população, o brasileiro seguirá caindo em uma armadilha.

Por Pablo Antunes em 04/07/2016 na edição 910

Pablo Antunes é psicólogo e escritor. Publica o blog LiteromaQuia (https://literomaquia.blogspot.com ).

Uesb divulga obras literárias que serão cobradas no vestibular e período de isenção

As obras serão cobradas no vestibular

As obras serão cobradas no vestibular

O Vestibular Uesb 2017 está chegando, e a leitura é indispensável, sobretudo, no preparo para as provas de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira. Neste processo seletivo, a Comissão Permanente de Vestibular (Copeve) informa que quatro obras literárias serão exigidas nas provas. Este ano, serão cobrados: Auto da Barca do Inferno, Quinas Borba, Capitães de Areia e A Legião Estrangeira.

O primeiro é uma alegoria dramática de Gil Vicente. A obra foi lançada em 1531 e é a primeira parte da chamada trilogia das Barcas. No livro, há uma representação da sociedade de Lisboa das décadas iniciais do século 16, com uma dualidade entre a Barca do Inferno e a Barca da Glória.

Quincas Borba,i escrito por Machado de Assis, foi lançado em 1982. O romance conta a história de Rubião, um ingênuo rapaz que se torna discípulo e herdeiro do filósofo Quincas Borba. O personagem é enganado pelo amigo capitalista Cristiano e sua esposa Sofia, paixão de Rubião. A obra marca o uso do pessimismo e da ironia na escrita de Machado.

Obra do baiano Jorge Amado, Capitães de Areia foi lançado em 1937, retratando a vida de um grupo de menores abandonados, chamados “Capitães de Areia”. O drama se passa nos anos de 1930, na cidade de Salvador, época em que foi afetada pela epidemia da varíola. Dividido em três parte, o livro é construído também com uma sequência de pseudo-reportagens, que caracterizam os personagens sob diversas visões.

A Legião Estrangeira é uma coletânea de contos de Clarice Lispector. A obra foi lançada em 1964. Os contos abordam questões familiares, infantis e da solidão. Ao todo, o livro reúne 13 contos, entre eles “Viagem à Petrópolis”, “Os desastres de Sofia” e “A Mensagem”.

Isenção

A Comissão Permanente do Vestibular (Copeve) divulga, também, que, de acordo com o Edital 086/16, encontra-se aberto o processo seletivo para isenção total do pagamento da taxa de inscrição voltada para o Processo Seletivo 2017. No período de 13 de julho a 2 de agosto, os interessados poderão efetuar inscrição no site da Uesb.

Para obter a isenção da taxa de inscrição, os candidatos precisarão ser: alunos optantes pelo sistema de reserva de vagas ou quotas adicionais; alunos oriundos de cursos pré-vestibulares comunitários e populares, quilombolas e pessoas com deficiência; alunos oriundos da Rede Pública de Ensino não optantes pelo sistema de reserva de vagas ou quotas adicionais; servidores da Uesb ou de outra Universidade Estadual da Bahia.

Os pedidos de isenção dos candidatos interessados serão analisados pela Copeve, seguindo os critérios disposto no referente Edital, assim como a documentação necessária para efetivação da inscrição.  Para esclarecimento de dúvidas e mais informações, entre em contato com o setor por meio dos telefones: (77) 3424-8757, em Vitória da Conquista; (77) 3261-8604, em Itapetinga; e (73) 3528-9695, em Jequié; ou ainda pelo e-mail [email protected].

Ibametro informa sobre proibição na comercialização de lâmpadas incandescentes

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Quem foi até o mercado buscando encontrar lâmpadas incandescentes percebeu que elas sumiram das prateleiras depois de muito tempo iluminarem os lares brasileiros. O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), por meio de regulamentação própria proibiu a produção e comercialização deste tipo de lâmpada visando propiciar ao mercado interno tecnologias com maior eficiência energética.
Em 2010, 70% dos lares brasileiros eram iluminados por lâmpadas incandescentes. Agora, somente 30% das residências brasileiras utilizam este tipo de lâmpada. Essa substituição por lâmpadas mais eficientes, como as fluorescentes ou as de LED, já vinha ocorrendo nos últimos anos conforme tendência mundial e recomendação da Agência Internacional de Energia.
Em 2012, forma retiradas as lâmpadas com mais de 150W. Em 2013, houve a eliminação das lâmpadas de potência entre 60W e 100W. Agora foi a vez das lâmpadas incandescentes com potência de 41 até 60W.
O Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (Ibametro), órgão delegado do Inmetro, já vistoriou 127 estabelecimentos no estado, constatando que de fato as lâmpadas incandescentes não estão mais sendo comercializadas. Apenas 30 unidades foram apreendidas, demonstrando que os fornecedores atenderam a determinação legal.
Para o diretor-geral do Ibametro, Luiz Freire, uma lâmpada fluorescente compacta economiza até 75%, se comparada a uma lâmpada incandescente de luminosidade semelhante. Já em relação a lâmpada de LED, essa economia chega a reduzir 85% no consumo de energia, além de durar 25 vezes mais em relação as antigas incandescentes. “Nossa preocupação não é somente com a redução do custo da energia para os consumidores, mas o quanto essa troca de tecnologia irá implicar em um prejuízo menor ao meio ambiente”, destacou Freire.
O Ibametro também adverte que as lâmpadas tipo LED tem a vantagem de não conter metais pesados como as fluorescentes que possuem mercúrio em sua composição.
Comerciantes que não atenderem à legislação estarão sujeitos a penalidades previstas em lei, com multas que variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão. Na mesma data entrou em vigor o prazo para restrição da fabricação e importação de lâmpadas de 25 a 40w, que deixarão de ser comercializada a partir 2017.
Ascom/Ibametro

Tentativa de golpe deixa centenas de mortos e feridos na Turquia

Pessoas em tanque do Exército da Turquia em Ancara. 15/7/2016. REUTERS/Tumay Berkin
Pessoas em tanque do Exército da Turquia em Ancara. 15/7/2016. REUTERS/Tumay Berkin

tentativa de golpe na Turquia,

Apoiadores do governo turco saíram às ruas para comemorar o fracasso do golpe REUTERS/Kenan Gurbuz

A tentativa de golpe militar na Turquia que aconteceu nesta sexta-feira (15) deixou pelo menos 265 mortos, sendo 104 militares rebeldes e 161 civis e membros das forças de combate leais ao governo, de acordo com informações do jornal New York times. Além disso, mais de mil pessoas ficaram ferid

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De acordo com informações da agência de notícias Reuters, 2.839 militares rebeldes foram presos e outros oito militares, que podem ter participado da tentativa de golpe, desembarcaram de um helicóptero na G

récia neste sábado (16) e pediram asilo ao país.

Tudo começou por volta das 22h (horário local), quando tiros foram ouvidos em Ancara, capital do país, onde caças faziam voos rasantes e helicópteros militares tomavam os céus.

‘Estou preparado para morrer’, diz presidente turco após anunciar que limpará Exército

Tiros, desespero e prateleiras vazias nos mercados: brasileiros relatam pânico na Turquia

Em seguida, foram fechadas as duas pontes sobre o estreito de Bósforo, em Istambul, no sentido Ásia-Europa – no caminho inverso, o tráfego seguiu fluindo.

O Estado-Maior do Exército chegou a anunciar que havia tomado o controle do país, segundo os militares, para proteger a ordem democrática e manter os direitos humanos.

O acesso às redes sociais foram bloqueados no país e o Exército pediu para os cidadãos ficarem em casa. Militares também invadiram a sede da TV estatal.

Durante a noite de sexta, também foram ouvidas explosões e disparos contra o Parlamento em Ancara.

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, acusou o movimento Gülen, liderado pelo clérigo exilado nos Estados Unidos Fethullah Gülen, de estar por trás da revolta.

Gülen lidera uma ampla organização que se diz laica, mas prega uma vertente moderada do Islamismo. Considerado um dos muçulmanos mais influentes no mundo, o clérigo era aliado do presidente, mas rompeu com ele em 2013 após o governo ter fechado instituições de ensino gülenistas.

A Turquia convive com a ameaça do terrorismo do Estado Islâmico e de grupos separatistas curdos. O partido AKP, fundado por Erdogan, é acusado de interferir na justiça para abafar casos de corrupção e de censurar a imprensa. Para isso, fechou jornais opositores e afastou juízes tidos como “adversários”.

Erdogan foi primeiro-ministro até 2014, mas no fim de seu mandato foi eleito presidente, mantendo o poder em suas mãos, apesar de a Turquia ser parlamentarista. Nos últimos meses, vinha tentando emplacar uma mudança para o regime presidencialista, o que lhe deria ainda mais força.

Deputado Luciano Ribeiro é homenageado em inauguração de nova sede da Amavale

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O mês de julho marcou mais um avanço para a Amavale – Associação dos Municípios do Vale do São Francisco e da Serra Geral, com a inauguração de nova sede, no dia 1º de julho, localizada no centro da cidade de Caetité, na Avenida Dácio Oliveira, onde também irá funcionar o Consórcio Público de Desenvolvimento Sustentável Alto Sertão. Durante o ato de inauguração, o deputado estadual Luciano Ribeiro, incentivador do Consórcio, foi homenageado como seu ex-presidente da Amavale.

ABAIXO ASSINADO E PROTESTO COBRA DO GOVERNADOR RUI COSTA BARRAGEM DO CATOLÉ URGENTE

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Mais uma manifestação pela construção da Barragem do Rio Catolé Urgente, foi realizada pelo MOVBC, MCMP e APIBAC, na Pça. Getúlio Vargas, em Barra do Choça, Abaixo Assinado, pronunciamentos, faixas, sonorização, documentos, “estamos solicitando do Governador da Bahia, construção da Barragem com urgência, sendo inadmissível promessas à mais de 10 anos, sem resultado efetivo” afirma Walter Félix, Presidente da Associação de Produtores e Irrigantes de Barra do Choça.

 

Para o Presidente do Movimento Contra a Morte Prematura, André Cairo, de Cavaleiro Negro, com placa, “Governador Rui Costa, De costas para a população? Barragens não tem não, Promessas faz um tempão, Comece logo a construção; e ao microfone, em destaque, acabando a água estaremos dentro d,água, como se não houvesse solução das Autoridades!” João Gonçalves, Coordenador do Movimento Barragem do Catolé “nesta situação, já tem mais de 500 pessoas sem trabalho, sendo uma região agrícola e pecuária”. Após a manifestação, sem cunho político partidário, realizarão Manifestação em Conquista.

 

Produtor do Evento/Assessor de Comunicação: André Barros Cairo