por Fernando Duarte, de Brasília / Alexandre Galvão

por Fernando Duarte, de Brasília / Alexandre Galvão




Termina em 4 de maio, data do fechamento do cadastro eleitoral, o prazo final para que o eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida – o que inclui também pessoas idosas ou com limitações temporárias na locomoção – solicite sua transferência para uma seção eleitoral especial. A seção especial é aquela dotada de acessibilidade. Depois dessa etapa, o eleitor poderá também, até o dia 4 de agosto (90 dias antes das eleições), comunicar ao juiz eleitoral, por escrito, suas restrições e necessidades, a fim de que a Justiça Eleitoral, se possível, providencie meios e recursos destinados a facilitar-lhe o exercício do voto. As urnas eletrônicas, instaladas em seções especiais para eleitores com deficiência visual, conterão dispositivo que lhes permita conferir o voto assinalado, sem prejuízo do sigilo do sufrágio. Essas seções também contam com fones de ouvido. Para requerer a transferência de sua seção para uma seção especial, basta comparecer a qualquer cartório eleitoral munido de documento oficial com foto e comprovante de residência recente. O comprovante de quitação militar também é obrigatório para o alistamento, no caso das pessoas do sexo masculino com idade entre 18 e 45 anos.

A assessoria do ministro Jaques Wagner (PT), chefe de gabinete da presidente Dilma Rousseff (PT), informou na noite desta sexta-feira que Gilberto Kassab (PSD) entregou mais cedo carta de demissão do cargo de ministro das Cidades. O pedido do ministro para deixar o governo se dá a dois dia da votação do processo de impeachment na Câmara. O anúncio foi feito pela assessoria dois dias após o líder do PSD na Câmara, Rogério Rosso (DF), informar que vai orientar a bancada a votar favoravelmente à continuidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O Ministério das Cidades é uma das pastas com maior orçamento do governo e a única que estava sob o comando do PSD. Ao anunciar o posicionamento da bancada da Câmara favorável ao impeachment, o deputado Rogério Rosso afirmou que não seria cobrado de Kassab, que é presidente nacional da sigla, que deixasse o cargo no governo. Conforme informou o colunista Gerson Camarotti na última quarta-feira (13), havia sentimento de contrariedade no Palácio do Planalto com a postura de Kassab. A avaliação de auxiliares mais próximos à presidente é que ele traiu a presidente Dilma Rousseff, diante do posicionamento do partido de apoiar o impeachment. A avaliação do governo é que Kassab fez jogo duplo durante esses últimos meses.

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Foto: Reprodução/TV Subaé
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O ex-prefeito do município de Pedrão, Gabriel Ribeiro, foi condenado a cumprir 37 anos e 9 meses de prisão por ter mandado matar o seu vice-prefeito, Antônio Alvim, em 1997. O julgamento aconteceu na quinta-feira (14), na cidade de Alagoinhas. O réu terá um prazo de dez dias para recorrer da decisão em liberdade. Antônio Alvim foi morto em uma emboscada perto da cidade de Pedrão. Ele estava acompanhado pelo empregado Paulo Carneiro, que também acabou sendo morto. Os dois foram amarrados e executados a tiros. O ex-prefeito Gabriel Ribeiro chegou a passar 119 dias preso logo depois do crime, mas vinha respondendo em liberdade há quase 20 anos. De acordo com as investigações da polícia, o ex-prefeito teria contratado três homens, entre eles um policial, para matar Antônio Alvim, porque o então vice-prefeito teria descoberto irregularidades nas contas da prefeitura.

A partir de segunda, 18, terá início, em Vitória da Conquista, a Campanha de Vacinação contra a Influenza. A vacina protege contra a gripe e os três tipos de vírus em circulação, incluindo o H1N1.
O público estimado para a campanha é de mais de 71 mil pessoas. A meta da Secretaria de Saúde é vacinar 80% deste público até o dia 20 de maio.
As unidades de saúde estão abertas à vacinação das 8h às 17h. O Dia “D” da campanha permanece 30 de abril.
Confira se você faz parte de um dos grupos prioritários que serão atendidos:
Fonte: PMVC

De acordo com a agência Climatempo, a previsão do tempo para hoje em Vitória da Conquista é de sol com algumas nuvens. Não chove. A temperatura deve variar entre máxima de 29° e mínima de 17°.

Desde que se matriculou no Colégio da Polícia Militar, há cinco anos, o estudante Rodrigo Andrade galgou vários postos na hierarquia interna. Primeiro, foi promovido a sargento. Depois, passou a subtenente, aspirante e tenente. E, na cerimônia promovida pela instituição na tarde do último sábado, 16, no Parque de Exposições Teopompo de Almeida, o garoto foi promovido a major. “É ótima a sensação de poder recompensar os estudos e o comportamento”, ponderou Rodrigo.
Assim como ele, cerca de 60 estudantes receberam condecorações por méritos intelectuais e comportamentais. Isso faz parte dos métodos pedagógicos do CPM, como explica o major Ricardo Medeiros, diretor da instituição. “Os melhores alunos, os que tiram as melhores notas, recebem graduações como se fossem da Polícia Militar. Nós temos coronéis, tenentes-coronéis, majores, capitães”, diz Medeiros.
Na mesma cerimônia, outros 250 alunos recém-chegados ao CPM vestiram pela primeira vez o uniforme da instituição, que inclui a boina de cor azul royal. Ainda de acordo com o major Medeiros, isso ocorre porque o colégio segue regras semelhantes às da PM. “Quando você ingressa, de imediato você não coloca a farda. Você tem que se adaptar às normas, à forma de se portar, de marchar, para depois usar a farda”, informou o diretor.
O ritual costuma reunir familiares dos estudantes. Como a educadora Roseni Brandão, que foi acompanhar, fotografar e filmar a estreia do filho Isaac com o fardamento do CPM. “Para a gente, é emocionante”, disse, enquanto o garoto repetia, com os colegas, o juramento à bandeira nacional. “O CPM proporciona disciplina. Através disso, a gente vê que a conduta deles acaba mudando. É puxado para eles, mas é gratificante. A gente vê que há uma sequência de aprendizado com muito desenvolvimento para eles”, disse Roseni.
‘Norteador’ – A Prefeitura de Vitória da Conquista foi representada na cerimônia pelo secretário municipal de Administração, Fabrício Alves. “Como responsável pelo responsável pelo aprendizado de 42 mil alunos no nosso município, o Governo Municipal se sente lisonjeado por participar deste evento. A educação é o norteador das ações do ser humano”, declarou Fabrício.
Fonte: PMVC

O prazo para pagar o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), em cota única e com desconto de 10%, terminou no último dia 31 de março. Mas, o contribuinte que não optou por essa modalidade pode pagar o imposto de forma parcelada, em até nove vezes. Nesse caso, não haverá desconto.
O município de Vitória da Conquista possui cerca de 150 mil imóveis cadastrados.
O contribuinte responsável por algum imóvel em Vitória da Conquista que ainda não efetuou o pagamento deve ir pessoalmente à Prefeitura para retirar o Documento de Arrecadação Municipal (DAM), referente ao imposto, na Secretaria Municipal de Finanças.
O boleto também pode ser impresso via internet. Para isso, o contribuinte deve acessar o site da Prefeitura (www.pmvc.ba.gov.br) e clicar em “Impressão de DAM IPTU” na barra de serviços do site. O pagamento do documento, com eventuais acréscimos, pode ser feito em agências bancárias, caixas eletrônicos ou casas lotéricas.
Pagar o IPTU evita que o nome no cidadão caia na inadimplência, o que pode levá-lo a ser inscrito na Dívida Ativa, protesto de título em cartório e, posteriormente, cobrança judicial; e, em casos mais graves, até à penhora de seu imóvel.
Fonte: PMVC

Impeachment
Após a Câmara aprovar com 367 votos a continuidade do processo de impeachment da presidente Dilma, o resultado deve ser encaminhado ao Senado. A informação foi dada pelo deputado Eduardo Cunha, após comandar a sessão.
Pronunciamento
Dilma fará pronunciamento público sobre a votação do impeachment na Câmara, anunciou o ministro José Eduardo Cardozo, da Advocacia-Geral da União (AGU).
Concursos
Ao menos 175 concursos públicos no país abrem inscrições e reúnem 22.563 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários chegam a R$ 19,9 mil na Defensoria Pública de Mato Grosso. Veja a lista de oportunidades abertas.
Hoje é dia de…
– Dia Nacional do Livro Infantil

Por 367 votos favoráveis e 137 contrários, a Câmara dos Deputados aprovou às 23h47 deste domingo (17) a autorização para ter prosseguimento no Senado o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Houve sete abstenções e somente dois ausentes dentre os 513 deputados. A sessão durou 9 horas e 47 minutos; a votação, seis horas e dois minutos.
Às 23h08, pouco mais de 40 minutos antes do fim da sessão, o voto do deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), completou os 342 necessários para a autorização do processo. Deputados pró-impeachment comemoraram intensamente no plenário; deputados contrários ao impeachment apontaram injustiça contra a presidente.
O processo agora deve ser entregue ao Senado nesta segunda-feira (18), para começar a tramitar na Casa.
Os senadores podem agora manter a decisão dos deputados e instaurar o processo ou arquivar as investigações, sem analisar o mérito das denúncias. (veja abaixo passo a passo do processo no Senado)
A possibilidade de uma decisão contrária a Dilma se tornou mais forte ao longo da última semana, quando alguns dos principais partidos da base aliada, como PP e PSD, desembarcaram do governo e anunciaram voto favorável ao impeachment. Ainda assim, o resultado final era incerto até a tarde deste domingo.
Durante todo o fim de semana, Dilma procurou angariar apoio de indecisos, com a ajuda do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas não isso não foi o suficiente para evitar que se alcançasse o mínimo de 342 votos necessários para a abertura do processo.
Os dois tentaram, ainda, obter apoio popular, afirmando que um governo comandado por Michel Temer, vice-presidente da República, poderia por fim a programas sociais.
Em vídeo divulgado na internet, no fim da noite de sexta (15), Dilma disse que os “golpistas” querem derrubar o Bolsa Família. Michel Temer reagiu à fala e criticou o que chamou de “mentiras rasteiras”. Pelo Twitter, ele afirmou que, se assumir o governo, vai manter programas sociais.
O governo sofreu alguns golpes na sua articulação para tentar barrar o processo na Câmara. Mauro Lopes (PMDB-MG), exonerado da Secretaria de Aviação Civil para votar contra o impeachment, acabou votando a favor da continuidade do processo.
A Executiva do PR havia determinado que a bancada votasse contra a continuidade do processo, mas a grande maioria dos deputados do PR votou a favor do impeachment.
Por volta das 22h, quando o placar já contava quase 300 votos “sim”, o líder do governo da Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), assumiu a derrota, mas disse que é “momentânea” e que não abaterá o governo.
“É uma autorização [o que está sendo votado na Câmara] que vai para o Senado. A nossa expectativa é que o país se levante. Vamos continuar lutando porque não somos de recuar e muito menos de nos deixarmos abater por essa derrota momentânea”, declarou.
Votação
A sessão que decidiu pela continuidade do processo de impeachment começou às 14h deste domingo com tumulto, resultado de uma discussão entre o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e deputados governistas que pressionavam para que oposicionistas saíssem detrás da mesa que dirige os trabalhos. Deputados pró e contra impeachment chegaram a trocar empurrões.
Enquanto transcorria a sessão, o Supremo Tribunal Federal divulgou decisão do ministro Marco Aurélio Melo que negava pedido do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) para suspender a votação.
Antes da sessão da votação, houve mais de 40 horas de debates, que começaram na manhã de sexta-feira (15) e terminaram por volta das 4h da manhã deste domingo, na sessão mais longa da história da Câmara.
O primeiro a se pronunciar antes da votação deste domingo foi o relator do processo de impeachment na Câmara, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que defendeu a abertura do procedimento e argumentou haver “fatos gravíssimos, que atentam contra a Constituição”.
Em seguida, líderes partidários subiram à tribuna para discursar e orientar o voto de suas bancadas. Às 17h45 começou a votação. Veja como se posicionou cada liderança.
O plenário ficou lotado com os deputados e seus familiares. Às 18h50, estavam presentes 511 dos 513 parlamentares da Casa. Os ausentes foram Clarissa Garotinho (PR-RJ), que está de licença-maternidade, e Aníbal Gomes (PMDB-CE), que não compareceu à sessão.
Por volta das 20h30, metade dos deputados já havia votado. O presidente Eduardo Cunha votou a favor do processo durante a chamada do Rio de Janeiro.
Governistas se concentraram à esquerda do plenário, com cartazes de “Fica, Dilma!”, enquanto a oposição se sentou do lado oposto, com bandeiras do Brasil e cartazes com os dizeres “Impeachment, já!”.
A divisão geográfica lembrava a ocupação da Esplanada dos Ministérios, onde um muro foi montado para separar manifestantes contra e a favor do impeachment. Enquanto cada deputado pronunciava o voto, no plenário, os demais vaiavam ou aplaudiam.
A chamada dos deputados seguiu uma ordem de alternância entre bancadas do Norte e do Sul. Dentro de cada estado, a chamada era por ordem alfabética. A primeira bancada a votar foi a de Roraima, seguida pela do Rio Grande do Sul. A última foi a de Alagoas.
Debates
Denunciado pelo procurador-geral da República sob a acusação de participar do esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidiu as sessões de debates e votação do impeachment.
Ele também foi alvo de críticas em plenário, principalmente de deputados contrários ao afastamento da presidente.
Palavras de ordem contra e a favor do impeachment se intercalaram no plenário ao longo dos três dias e duas noites de sessões. “Não vai ter golpe”, gritavam deputados governistas, enquanto a oposição pedia “impeachment, já!”.
Defesa e acusação
A sessão de sexta-feira (15), primeiro dia de discussão sobre o processo de impeachment, foi destinada a falas da defesa e da acusação e pronunciamento dos partidos políticos com representantes na Câmara.
O jurista Miguel Reale Júnior, um dos autores do pedido de impeachment, foi o primeiro a subir à tribuna e disse que “pedaladas fiscais” cometidas pelo governo não são “meras infrações administrativas”, mas, sim, “um crime contra a pátria”. Ele afirmou ainda que Dilma cometeu um “golpe” ao “quebrar o país” e “mascarar” a situação econômica, para garantir a reeleição.
Já o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, que defendeu a presidente, afirmou que o processo de impeachment é “ato violento” e que, num país “com corrupção histórica e estrutural”, com diversos investigados na Operação Lava Jato, a presidente da República “não tem nenhuma investigação, absolutamente nenhuma”.
Cardozo também argumentou que o processo de impeachment teve início num “ato viciado”, fruto de uma “retaliação” de Cunha, pelo fato de o PT ter negado a ele apoio no Conselho de Ética, onde o deputado enfrenta um processo por quebra de decoro.
Partidos
O restante da sexta-feira foi dedicada a falas dos partidos políticos. Cada uma das 25 legendas com representação no Congresso teve uma hora para apresentar suas posições. Primeiro a falar, o PMDB, partido de Temer, orientou voto a favor do impeachment.
Pessoalmente contrário ao afastamento de Dilma, o líder da legenda, Leonardo Picciani (PMDB-RJ), afirmou que a maioria da bancada é favorável ao processo e que, por isso, orientaria o voto dos integrantes da legenda pelo impeachment.
Parlamentares do PT defenderam Dilma, repetindo o argumento de que o processo é um “golpe” e que a Constituição não prevê “recall” de presidente por baixa popularidade.
A oposição fez discursos inflamados, com ataques ao governo. Usando parte do tempo do PSDB, Carlos Sampaio (SP), classificou de “imprestável” a defesa do advogado-geral da União. Disse, ainda, que Cardozo amesquinhou o papel da AGU ao defender “Dilma e seu cargo”.
Já o líder do PDT, Weverton Rocha (MA), defendeu Dilma e disse que o partido não iria “pular fora” do governo como “ratos”.
Sábado
Os discursos dos partidos entraram pela madrugada de sábado, duraram 32 horas e só terminaram por volta das 19h do sábado. Em seguida, começaram os pronunciamentos de deputados que se inscreveram para falar a favor ou contra o impeachment.
A Câmara registrou 249 inscrições – 170 a favor do impeachment e 79, contra. Mas pelo menos 60 deputados contrários à presidente abriram mão das falas, para não retardar o cronograma de votação do impeachment.
Ainda assim, os discursos entraram pela madrugada de domingo (17) e terminaram por volta das 3h40 da manhã, com a fala do deputado Gilberto Nascimento (PSC-SP). Houve momentos mais tensos, com bate-boca e empurra-empurra entre os parlamentares.
Processo no Senado
Na Casa, são previstas três votações em plenário até a conclusão do processo:
– Os senadores terão que eleger uma comissão especial para analisar o caso. O colegiado será formado por 21 senadores titulares e 21 suplentes.
– O colegiado tem até 48 horas para se reunir e eleger o presidente. O relator terá prazo de dez dias para apresentar um parecer pela admissibilidade ou não do processo.
– O parecer será ser votado na comissão e depois irá ao plenário, que precisa aprovar por maioria simples (metade dos presentes na sessão mais).
– Se aprovado o relatório no plenário, será considerado instaurado o processo, e a presidente será notificada. Ela será afastada por até 180 dias para que ocorra o julgamento, e o vice-presidente assumirá a Presidência da República.
– Neste período a presidente poderá se defender, e um novo parecer da comissão especial deverá analisar a procedência da acusação, com base na análise de provas. De novo, esse parecer terá que ser aprovado por maioria simples
– Se aprovado o parecer, inicia a fase de julgamento, que é comandada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal.
– Para que a presidente perca o cargo, o impeachment tem que ser aprovado por dois terços dos senadores – 54 dos 81.
– Os prazos previstos para cada etapa do processo poderão ser alterados de acordo com decisão do presidente do Senado.
*Com reportagem de Alexandro Martello, Fernanda Calgaro, Filipe Matoso, Gustavo Garcia, Laís Alegretti, Nathalia Passarinho e Renan Ramalho
Fonte: G1