A Gente diz

Sessão de votação do impeachment tem início na Câmara dos Deputados

Sessão de votação do impeachment tem início na Câmara dos Deputados

Foto: Antônio Augusto / Câmara dos Deputados
Teve início às 14h05 deste domingo (17) a sessão da Câmara dos Deputados que decidirá se o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff segue para o Senado. O presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), começou a sessão explicando como deve funcionar o rito de votação do pedido de afastamento de Dilma, de autoria dos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal. Antes da apreciação, o relator do processo, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), terá 25 minutos para discursar no plenário da Casa. Logo depois, os líderes partidários poderão usar a palavra. O tempo varia de 3 a 10 minutos, de acordo com o tamanho da bancada. Eles também podem fazer uso de mais um minuto para orientação do voto dos deputados da legenda. A votação será por chamada nominal. Cunha começará por deputados da região Norte e alternará entre parlamentares do Norte e do Sul. A chamada, estado por estado, é por ordem alfabética. De acordo com o peemedebista, uma segunda chamada poderá ser feita em caso de deputados ausentes, ao fim da votação pelo estado do parlamentar faltoso. “Segunda chamada é um critério da presidência, a gente pode fazer ou não fazer. Nós vamos pelo estado. Se tiver um ausente, a gente volta a chamar depois, no próprio estado. Se alguém está pensando em se ausentar para voltar no fim do resultado, vai perder seu tempo”, afirmou em entrevista coletiva antes do início da sessão. Para o processo ser remetido ao Senado, os defensores do impeachment precisam arregimentar 342 votos, o que representa dois terços dos 513 parlamentares. Caso o número não seja alcançado, o parecer pró-impeachment é arquivado. 

Relator do impeachment defende abertura do procedimento na Câmara

 

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Foto: Antonio Augusto/ Câmara dos Deputados
O deputado Jovair Arantes (PTB-GO), relator do processo de impeachment na Câmara, defendeu a abertura do procedimento e argumentou haver “fatos gravíssimos, que atentam contra a Constituição”. “Há fatos gravíssimos, que atentam contra a Constituição, contra essa casa, contra as finanças públicas, contra a transparência e contra o país”, disse durante pronunciamento neste domingo (17). Primeiro a se pronunciar na sessão desta tarde, Arantes também comentou a legitimidade constitucional do processo. “Democracia é muito mais que uma eleição popular. Não se pode tudo apenas porque foi eleito pelo voto popular. 54 milhões de votos não autorizam o descumprimento da Constituição”, opinou. O parlamentar argumentou que não há diferença entre corrupção e quem “mascara a real situação financeira para um projeto de poder”. Jovair ainda reiterou que não ver o processo de impeachment como um “golpe”. “O impeachment de agora não é um golpe, é um instrumento legítimo e constitucional, que permite a fiscalização e controle de um poder em relação a outro”, concluiu.
por Marcos Maia

Saúde atualiza números de casos de H1N1

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Foram atualizados, nesta quarta-feira, 13, os números de casos suspeitos e confirmados para a Influenza A – H1N1. Foram notificados 22 casos suspeitos, sendo 4 positivos, 4 negativos, 1 inconclusivo e os demais aguardam resultado.

É importante salientar que 18 desses casos são de Vitória da Conquista e 4 de municípios da região. Além disso, dos 4 positivos, 2 são de Conquista e já receberam alta hospitalar e passam bem.

A Secretaria permanece vigilante quanto aos casos suspeitos, notificados nos serviços de saúde da cidade. Em 2015, foram notificados 10 casos suspeitos e nenhum se confirmou.

Atendimento – Os pacientes com sintomas da H1N1 podem ser atendidos desde a Unidade de Saúde mais próxima de casa, até em unidades hospitalares, a depender do nível de comprometimento respiratório.

Em caso de necessidade de internamento em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), a Prefeitura informa que a Central de Regulação de Leitos pode encaminhar os pacientes ao Hospital Regional de Vitória da Conquista ou outra unidade hospitalar que conte com UTI.

Fonte: PMVC

Enem 2016: veja as datas de inscrição e provas

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Inscrições começam às 10h do dia 9 de maio.
Taxa subiu para R$ 68; expectativa é chegar aos 8 milhões de inscritos.

As inscrições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2016 começam às 10h do dia 9 de maio e vão até as 23h59 do dia 20 de maio. As provas serão aplicadas nos dias 5 e 6 de novembro. As datas foram anunciadas nesta quinta-feira (14) pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em Brasília.

A taxa de inscrição subiu de R$ 65 para R$ 68 e poderá ser paga até as 21h59 do dia 25 de maio, por uma guia de recolhimento da União (GRU). O pagamento pode ser feito em qualquer agência bancária, casa lotérica ou agência dos Correios.

O Enem é o principal acesso para as universidades públicas brasileiras. Também serve de seleção para programas do governo como o Prouni, que oferece bolsas para instituições particulares e o Fies, que disponibiliza financiamento com juros baixos a alunos carentes. No ano passado, 5,8 milhões de candidatos fizeram o exame. A expectativa do governo deste ano é chegar aos 8 milhões.

“Queremos ter o tempo necessário para que ninguém perca a inscrição. Vamos divulgar o período de inscrição até 9 de maio, e eles terão 11 dias para se inscrever”, declarou Mercadante.

Será isento da taxa o estudante que concluir o ensino médio no ano de 2016 e estiver matriculado em escola pública, ou o estudante que se declarar carente. Participantes que obtiveram isenção no ano passado, mas não compareceram à prova, perdem esse direito na edição deste ano. Ele pode apresentar uma justificativa “de força maior” para justificar a ausência, mas o MEC vai analisar caso a caso e poderá negar o recurso.

As provas
No dia 5 de novembro, um sábado, os estudantes fazem as provas de ciências humanas e ciências da natureza. No dia 6, domingo, a prova aplicada inclui linguagens, códigos e suas tecnologias, redação e matemática. Segundo Mercadante, o exame foi adiado para novembro por causa das eleições, para que as provas sejam realizadas em um “clima de tranquilidade”.

Nos dois dias, os portões serão abertos às 12h e se fecham às 13h. O início das provas é às 13h30. Como nos anos anteriores, o primeiro dia de prova dura 4h30 e o segundo, 5h30.

Atendimento diferenciado
Os sabatistas, estudantes que guardam o dia de sábado em função da religião, farão as provas às 19h no horário local — Acre, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima respeitarão o fuso diferenciado em relação a Brasília.

Para autismo, dislexia, discalculia, deficiência intelectual, déficit de atenção e algumas outras situações, listadas pelo Código Internacional de Doenças (CID), é preciso que o aluno apresente um parecer assinado por um médico da área. Condições que são identificáveis clinicamente, como a cegueira, não requerem o laudo. Quem já apresentou o documento em anos anteriores não precisa repetir o procedimento.

Participantes que desejarem tratamento pelo nome social deverão enviar documento de identificação entre os dias 1º e 8 de junho. Os cartões de confirmação, mais uma vez, estarão disponíveis pela internet e não serão enviados pelos Correios. Segundo Mercadante, a experiência do ano anterior deu certo e está “consolidada”.

Segurança e tecnologia
A segurança no local das provas terá novidades em 2016. Além do uso de porta-objetos lacrados para eletrônicos e detectores de metais, o Inep coletará dados biométricos (impressão digital) em algum momento do exame, ainda não determinado. O intervalo de 30 minutos entre o fechamento dos portões e o início das provas, para dificultar vazamentos de questões, será mantido.

Em 2015, o MEC diz ter identificado 1.570 ocorrências de maior ou menor porte, incluindo “algumas tentativas de fraude bem sofisticadas”. Entre os casos, também havia pessoas se passando pelos estudantes inscritos para fazer a prova em nome de outra pessoa. Com o registro biométrico, o MEC espera evitar esse tipo de infração.

O MEC também criou um aplicativo “Enem 2016” para que o participante acompanhe o cronograma e os avisos feitos pelo ministério. O app é gratuito e estará disponível para iOS, Android. Os dados de inscrição e senha poderão ser armazenados no próprio aplicativo, para evitar perda. Na coletiva, não foi informado quando o sistema vai estar disponível para download.

A Hora do Enem
O MEC criou uma ferramenta online chamada A Hora do Enem que traz simulados, videoaulas, planos de estudo, exercícios e resumos direcionados ao Enem. O primeiro simulado será no dia 30 de abril e o prazo de inscrição termina nesta sexta-feira (15).

“A Hora do Enem tem um simulado agora em 30 de abril, e são 2,2 milhões de estudantes. A vida deles depende de eles se prepararem para o Enem agora, é neste mês. Nós não vamos adiar o simulado porque temos uma crise política. A Hora do Enem é uma forma de ele ter um cursinho gratuito dentro de casa”, diz o ministro.

Além deste primeiro no dia 30 de abril, haverá simulados em 25 de junho e 13 de agosto, com 80 questões cada, e nos dias 8 e 9 de outubro, num “esforço concentrado” com 180 questões. A cada simulado, segundo Mercadante, o estudante poderá verificar as áreas de maior dificuldade para orientar o plano de estudos.

O resultado dos simulados também será enviado aos diretores de escolas, para que possam monitorar o desempenho dos alunos em cada área de ensino.

Fonte: G1

STF rejeita pedido da AGU e mantém votação do impeachment no domingo

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Ministro José Eduardo Cardozo no Supremo Tribunal Federal (Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo)

Supremo mantém ordem de votação alternando deputados do Norte e Sul.
Câmara começa nesta sexta sessão para discutir a abertura do processo.

Renan Ramalho Do G1, em Brasília

O Supremo Tribunal Federal (STF) convocou sessão extraordinária nesta quinta-feira (14) para julgar cinco ações sobre a votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no plenário da Câmara dos Deputados. Os pedidos tentavam suspender ou alterar a ordem da votação estabelecida pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), mas foram negados.

Com isso, a votação continua marcada para o domingo (17) e a forma e a ordem definidas por Cunha estão mantidas. Haverá alternância na votação entre bancadas estaduais, começando por uma da região Norte, seguida por outra do Sul e vice-versa. Votarão primeiro todos os deputados de Roraima e depois os do Rio Grande do Sul.

Em seguida será a vez dos parlamentares de Santa Catarina, Amapá, Pará, Paraná, Mato Grosso do Sul, Amazonas, Rondônia, Goiás, Distrito Federal, Acre, Tocantins, Mato Grosso, São Paulo, Maranhão, Ceará, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Piauí, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Bahia, Sergipe e Alagoas.

Ações julgadas na sessão
O pedido para suspender a votação foi apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU), que questionava a análise das acusações contra a presidente pela comissão especial da Câmara, que aprovou relatório favorável à abertura do processo na segunda (11). Já o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) queria, além da suspensão, a anulação do parecer da comissão especial que recomendou a abertura do processo.

Três ações tentavam alterar a forma e a ordem definidas pelo presidente da Câmara, mas o Supremo validou o rito da votação – e a votação por ordem alfabética foi descartada. Os pedidos foram feitos pelo PCdoB e pelos deputados Weverton Rocha (PDT-MA) e Rubens Junior (PCdoB-MA).

Após o julgamento, que durou mais de sete horas, o presidente da Corte, Ricardo Lewandowski, afirmou que atos imputados a Dilma no processo de impeachment em curso no Congresso poderão ser contestados no STF.

“Que fique essa fundamentação na ata, que acabo de explicitar, para que essa questão da tipificação possa eventualmente ser reexaminada no momento oportuno”, afirmou Lewandoski. “Não fechamos a porta para uma eventual contestação no que diz respeito à tipificação dos atos imputados à senhora presidente no momento adequado.”

A declaração abre margem para o governo questionar se a abertura de créditos incompatíveis com a meta fiscal e as chamadas “pedaladas fiscais” são crime de responsabilidade – argumentos que justificaram a abertura do processo e a aprovação do parecer contra a presidente.

Mandado de segurança da AGU
O mandado de segurança apresentado pelo governo apontou prejuízos na defesa da presidente durante os debates. O documento argumentava que o colegiado analisou fatos que vão além das acusações recebidas pelo presidente da Câmara ao aceitar o pedido de impeachment – relativos a suspeitas levantadas na Operação Lava Jato, que investiga corrupção na Petrobras, por exemplo.

Quando acolheu a denúncia, Cunha levou em conta somente dois aspectos: a abertura de créditos incompatíveis com a meta fiscal – em decretos assinados por Dilma em 2015 não aprovados pelo Congresso – e as chamadas “pedaladas fiscais” – atrasos no pagamento ao Banco do Brasil para o crédito rural, também no ano passado.

O mandado de segurança protocolado pela AGU também apontava que Dilma não foi notificada para se defender na audiência que ouviu a advogada Janaina Paschoal e o ex-ministro Miguel Reale Júnior, autores da denúncia.

A AGU afirmou também que o advogado-geral da União substituto, Fernando Albuquerque, foi impedido de se manifestar para defender a presidente da República durante a leitura do relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO).

Voto do relator
Relator da ação, o ministro Edson Fachin negou, em seu voto, o pedido do governo. O magistrado argumentou que, na decisão que redefiniu o rito do impeachment, em dezembro, o STF considerou que a Câmara somente autoriza a abertura processo – e, portanto, não haveria necessidade de defesa em todas as fases da tramitação.

“As diligências não se destinam a provar a procedência ou improcedência da acusação, mas apenas esclarecer a denúncia […] Não se está a promover acusação, mas mera discussão sobre possível juízo de autorização para instauração de processo de impeachment”, afirmou.

“Essa fase na Câmara era pré-processual, analogia mais próxima é à de um inquérito, do que um processo já judicializado. Se é equiparado ao inquérito, é uma fase em que o contraditório é mitigado”, explicou depois Luís Roberto Barroso.

Demais ministros
Acompanharam Fachin todos os ministros presentes na sessão: além de Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Ricardo Lewanwski. Não participou do julgamento o ministro Dias Toffoli, em viagem oficial à Romênia.

Durante o julgamento, os ministros fixaram que a análise pelo plenário da Câmara deverá levar em conta somente as acusações acolhidas por Eduardo Cunha – os decretos de créditos suplementares e as “pedaladas fiscais”.

Presidente da Corte, Lewandowski votou também para retirar do processo documentos relativos a delações premiadas, como o acordo firmado pelo senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS).

Ordem da votação no domingo
Votaram para manter o critério estabelecido por Cunha (alternância entre estados do Norte e do Sul) Teori Zavascki, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Celso de Mello. A alternância também obteve a concordância de Luís Roberto Barroso e Rosa Weber, mas numa ordem diferente entre os estados, considerando a latitude das capitais.

Os ministros Marco Aurélio Mello, Edson Fachin e Ricardo Lewandowski votaram para aplicar outra forma, para que fossem alternados não os estados, mas os próprios deputados, de modo que votasse primeiro um parlamentar do Norte e depois outro do Sul – e assim sucessivamente.

Ao comentar a decisão do Supremo, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, disse que a Corte “endossou” a decisão tomada por ele sobre o processo de impeachment. Ele também afirmou, ao comentar as ações julgadas no STF, que há uma tentativa “esperniante” de judicializar o processo.

“Eu acho que há uma tentativa de judicialização generalizada que é mais um esperniante, juros esperniante de quem está, aparentemente, sem voto. [Estão] Tentando buscar, com isso, alterar, mudar o processo, ou até postergá-lo”, afirmou Cunha.

“Efeito cascata”
As ações dos deputados Weverton Souza (PDT-MA) e Rubens Júnior (PCdoB-MA), contrários ao impeachment, alegavam que a ordem estabelecida por Cunha levava a um “efeito cascata”, na medida em que os últimos a votar tendem a acompanhar os primeiros, afetando a neutralidade do processo.

A maioria dos ministros da Corte, porém, entendeu que a forma e a ordem estabelecidas por Cunha segue o Regimento da Câmara e não contraria a Constituição. Relator das ações, Barroso disse preferir uma forma mais “aleatória” na votação, mas entendeu não haver problemas na interpretação das regras realizada pela Câmara.

“Embora eu não ache que seja melhor, não considero que essa opção seja incompatível com o que diz o regimento. Considero que essa interpretação é compatível com o dispositivo. Acho, no entanto, que aqui se aplica a ideia de deferência. Onde o Legislativo tenha decidido de forma razoável, não cabe ao Judiciário impor resolução que ache melhor”, disse o ministro.

Fonte: G1

O que você precisa saber para começar este 15 de abril de 2016

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Impeachment
A Câmara começa hoje sessão para discutir a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O PP decide se deputados devem votar a favor do impeachment e se determina punição em caso de descumprimento da ordem.

Salário mínimo
Governo divulga hoje proposta do salário mínimo para 2017. Projeto de lei de diretrizes orçamentárias trará também estimativas para indicadores econômicos do próximo ano, como PIB, inflação e meta fiscal.

Enem
“Bônus por CEP” na nota do Enem é usado por 12 instituições de ensino superior em 2016, segundo dados obtidos pelo G1. Neste ano, em ao menos 2 casos decisões judiciais consideraram o instrumento ilegal.

Municípios
IBGE divulga às 10h o perfil dos municípios brasileiros em 2015. Pesquisa traz informações como o número de cidades que cobram algum tipo de taxa, como de iluminação pública ou lixo, e de servidores municipais.

Fonte: G1

Câmara antecipa sessão ordinária por conta de feriado

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A Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC) comunica que, devido ao feriado de Tiradentes, no dia 21, a sessão ordinária que aconteceria na próxima sexta-feira (22), será antecipada para segunda-feira (18), às 8h30, no Plenário Carmem Lúcia.

A antecipação é uma forma de garantir a participação popular, já que muitas pessoas devem prolongar o feriado, esvaziando a sessão. Para definir a antecipação da atividade houve uma votação entre os vereadores, que aprovaram o adiantamento da sessão.

Fonte: CMVC

O que você precisa saber para começar este 14 de abril de 2016

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Café com a presidente
Dilma recebe para café da manhã no Palácio da Alvorada o ex-presidente Lula, ministros e deputados da base aliada. Vão discutir estratégias para a votação do impeachment no fim de semana.

Reunião do PMDB
Bancada do partido na Câmara se reúne para decidir se fecha posição sobre o processo de impeachment. PMDB pode liberar a bancada para votar como quiser ou orientá-la a votar a favor do impeachment.

Relatório da CPI
CPI dos Fundos de Pensão se reúne para votar o relatório final, que pede 353 indiciamentos, entre pessoas e instituições. Fraude e má gestão geraram prejuízos de R$ 4,264 bilhões, segundo o documento, em 4 fundos: Postalis (Correios), Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras) e Funcef (Caixa).

Cinema
Três estreias nos cinemas brasileiros se destacam nesta semana: o novo longa dos irmãos Coen, “Ave, César!”, e 2 clássicos infantis, “Mogli – O menino lobo” e “O escaravelho do diabo”.

Futebol
Pela Libertadores, 2 brasileiros jogam em casa: o Atlético-MG enfrenta o Melgar às 19h30 e o Palmeiras pega o River Plate-URU às 21h45.

Fonte: G1

Violência Urbana – Meliantes festejam libertação de líder da Gang em Vitória da Conquista

POLÍCIA PRENDE SUSPEITOS QUE ESTARIAM FESTEJANDO LIBERTAÇÃO DE LÍDER DO BDN E HOMICÍDIOS

O Peto 78ªCipm, juntamente com a Rondesp, detiveram 19 pessoas e apreenderam dois adolescentes que participavam de uma festa em comemoração a soltura de “Neguim” Juarez e mortes ocorridas durante a noite, desta quarta-feira, 13.

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A polícia tentava localizar o veículo utilizado em pelo menos dois dos três homicídios ocorridos na noite desta quarta-feira, 14, quando avistou o automóvel suspeito no bairro Kadija, em frente a uma residência onde ocorria uma festa.

Ao avistarem a presença da polícia, os participantes da farra correram para o interior do imóvel. A PM entrou na residência e durante a revista encontraram uma pistola 9 mm e um revólver calibre 38 na cintura de Uerlei Ribeiro da Silva, 21 anos.

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Uma terceira arma foi encontrada no interior da casa, além de uma porção de maconha. O proprietário do Gol branco, Jonathan Pereira Batista, também, estava no local.

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De acordo com a polícia, os participantes da festa são integrantes do “BDN”, liderada pelo traficante “Neguim” Juarez, o qual saiu do presídio na tarde anterior. O líder já havia saído da festa e não foi localizado.

A polícia acredita que todos os homicídios ocorridos durante a noite tenham relação com a soltura de Juarez, o qual busca conquistar espaço para o comércio de drogas na cidade.

Todos os suspeitos foram apresentados no Disep, juntamente com as armas e mais cinco veículos apreendidos, além da droga.