A Gente diz

Janot muda recomendação e pede para STF anular posse de Lula

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Foto: Agência Brasil

Em manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), na quinta-feira (07), ao ministro Gilmar Mendes – relator da ação que suspendeu a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro – o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, mudou de opinião sobre a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, agora, se mostra favorável à anulação da nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro-chefe da Casa Civil. “O decreto de nomeação, sob ótica apenas formal, não contém vício. Reveste-se de aparência de legalidade. Há, contudo, que se verificar se o ato administrativo foi praticado com desvio de finalidade – já que esse é o fundamento central das impetrações –, e ato maculado por desvio de poder quase sempre ostenta aparência de legalidade, pois o desvio opera por dissimulação das reais intenções do agente que o pratica”, escreve Janot.

Gasolina em baixa ajuda a reduzir inflação, diz pesquisa da FGV

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Gasolina em baixa ajuda a reduzir inflação, diz pesquisa da FGV Foto: Wilker Porto | Brumado Agora
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) apresentou leve redução no ritmo de alta, na primeira quadrissemana de abril, ao passar de 0,5% (fechamento de março) para 0,48%. Cinco dos oito grupos pesquisados tiveram decréscimo, com destaque para transporte com elevação de 0,29%, bem abaixo do resultado do encerramento de março (0,43%). Essa redução na velocidade de aumento deste grupo foi influenciada pelo preço da gasolina (de 0,07% para -0,33%). O IPC-S é calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), com base na coleta de dados em Salvador, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre. O levantamento é semanal e comparado às variações das últimas quatro semanas. A pesquisa mostra que, além de transportes, os aumentos perderam força em vestuário (de 0,32% para 0,23%); comunicação (de 0,70% para 0,47%) e despesas diversas (1,02% para 0,69%). No grupo habitação, os preços caíram com mais intensidade (de -0,15% para -0,19%). Em sentido oposto, subiram os preços em saúde e cuidados pessoais (de 0,64% para 0,84%). Neste caso, sob o efeito do reajuste dos medicamentos (de 0,17% para 0,81%). Em educação, leitura e recreação, houve leve correção para cima (de 0,19% para 0,21%), motivada pela elevação de passagens aéreas (de -8,01% para 1,18%). Houve alta ainda em alimentação (de 1,15% para 1,22%), refletindo, principalmente, nas hortaliças e legumes (de 0,67% para 1,48%).

O que você precisa saber para começar este 7 de abril de 2016

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Eduardo Cunha
No processo de Eduardo Cunha, o Conselho de Ética da Câmara ouve depoimento de Leonardo Meirelles, ex-sócio do doleiro Alberto Youssef. Ele entregou ao MP comprovantes de depósitos de propinas pagas no exterior para políticos suspeitos de se beneficiar do esquema de corrupção da Petrobras. Cunha foi ao STF para tentar impedir este e outros depoimentos.

Impeachment de Dilma
Reunião da comissão de impeachment define os procedimentos de votação do parecer do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que defende a continuidade do processo de impedimento da presidente. A votação está marcada para segunda-feira (11).

Delcídio do Amaral
Vence a 3ª licença médica do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS), que foi submetido a cirurgia para retirar a vesícula e pediu nova licença, por mais 10 dias. Está marcado depoimento dele no Conselho de Ética do Senado.

Coldplay
A banda toca hoje em SP e domingo no Rio. Os ingressos estão esgotados, e podem ser os últimos shows da banda britânica no Brasil. Chris Martin falou que este seria o “trabalho final” deles – mas ele já havia feito essa promessa no disco anterior.

Marina da Glória
A Marina da Glória, no Rio de Janeiro, será reinaugurada com área de restaurantes, espaço de lazer e turismo. O local será palco de disputas náuticas nos Jogos Olímpicos deste ano.

eSocial
Termina o prazo para pagar a guia do eSocial – o Simples Doméstico – de março. Documentos gerados a partir desta data serão calculados com multa de 0,33% por dia de atraso.

Fonte: G1

Modelo com síndrome de Down é a 1ª a estrelar campanha de beleza

Modelo Katie Meade, de 32 anos, estrela campanha de beleza (Foto: Divulgação/Beauty & Pin-Ups)
Modelo Katie Meade, de 32 anos, estrela campanha de beleza (Foto: Divulgação/Beauty & Pin-Ups)

Katie Meade, de 32 anos, foi escolhida para estrelar campanha publicitária.
Modelo é medalhista em ginástica artística e passou por cirurgia cardíaca.

A marca de cosméticos norte-americana Beauty & Pin-Ups escolheu uma modelo com síndrome de Down para estrelar sua última campanha publicitária. Sorridente, Katie Meade, de 32 anos, é o rosto da mais recente linha de tratamento para cabelos da empresa e a primeira garota-propaganda portadora desta condição.

“Katie is fearless (Katie é destemida)”, diz a marca ao estampar a foto da modelo na embalagem de sua máscara de reconstrução capilar Fearless Hair Rescue. E acrescenta: “Ela é nossa amiga, nossa luz e a única inspiração para este produto”.

A nova garota-propaganda da marca, além de modelo, já passou por momentos menoráveis. Sobreviveu a uma cirurgia cardíaca, levou uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos Mundiais Especiais na ginástica artística, e é porta-voz da Best Buddies International, entidade que promove oportunidades de carreira e inclusão para portadores de deficiências.

“Ela também é filha, irmã e amiga que quebrou barreiras, derrubou esteroótipos e estigmas e conquistou vários corações, inclusive o nosso”, diz a marca ao apresentar a modelo.

Fonte: G1

Relator dá parecer favorável a processo de impeachment de Dilma

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Jovair Arantes se baseia principalmente nas ‘pedaladas fiscais’ do governo.
Votação na comissão está prevista para a próxima segunda-feira (11).

O relator da comissão especial do impeachment da Câmara dos Deputados, Jovair Arantes (PTB-GO), apresentou nesta quarta-feira (6) parecer favorável (LEIA A ÍNTEGRA) à abertura do processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff.

A leitura do parecer, de 128 páginas, levou quase cinco horas e terminou às 20h44. Concluída a leitura, deputados favoráveis ao afastamento de Dilma levantaram cartazes com os dizeres “Impeachment já” enquanto parlamentares contrários portavam cartazes com a inscrição “Impeachment sem crime é golpe”. Os parlamentares pró-impeachment cantaram o Hino Nacional enquanto os governistas gritavam: “Golpistas, golpistas!”

Na conclusão do parecer, Jovair Arantes diz que a denúncia, de autoria dos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Junior e Janaina Paschoal, preenche “todas as condições jurídicas e políticas” para ser aceita. No parecer, o relator avalia somente a “admissibilidade” do processo, isto é, se reúne os requisitos mínimos para ser instaurado. Na hipótese de o plenário da Câmara aprovar a abertura do processo, o julgamento do impeachment será feito posteriormente pelo Senado.

“Uma vez que a Denúncia preenche todas as condições jurídicas e políticas relativas à sua admissibilidade, e que não são pertinentes as diligências, a oitiva das testemunhas e a produção de provas ao juízo preliminar desta Casa, sendo relacionadas ao juízo de mérito, vale dizer, à procedência ou improcedência da acusação, conclui o Relator pela admissibilidade jurídica e política da acusação e pela consequente autorização para a instauração, pelo Senado Federal, do processo por crime de responsabilidade”, escreveu o relator no texto.

Atribuições do relator
No texto, o relator explica que cabe a ele e à comissão analisar:

– se há na denúncia elementos informativos que indiquem atentado à Constituição;
– se há elementos mínimos de “prova” que dão lastro à acusação e indicam, em tese, o cometimento de crime de responsabilidade;
– se a acusação é vazia, temerária, ou infundada a ponto de comprometer a viabilidade de eventual processo;
– se os fatos analisados seriam de gravidade suficiente para justificar a instauração do processo;
– se, considerados os argumentos da defesa técnica da presidente, subsistem a gravidade dos fatos narrados e os elementos de prova que acompanham a denúncia.

‘Pedaladas fiscais’
Um dos principais pontos em que o relatório se baseia para justificar a abertura do processo são as chamadas “pedaladas fiscais”, nome dado ao atraso do repasse pela União aos bancos públicos do dinheiro para pagamento de pagar benefícios sociais de diversos programas federais. A prática é interpretada por alguns como um empréstimo dos bancos ao Tesouro, o que é vedado pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Jovair Arantes sustentou que os atrasos nos repasses do Tesouro Nacional para os bancos públicos “não eram apenas meros atrasos ou aceitáveis descompassos de fluxos de caixa, mas constituíram engenhoso mecanismo de ocultação de déficit fiscal, com valores muito expressivos a partir de 2013”.

O relator diz ainda que “a continuidade e a magnitude da prática”, assim como a “notoriedade e a repercussão” desde as primeiras discussões no âmbito do Tribunal de Contas da União, “podem caracterizar o dolo da sua conduta, assim como a prática de crime de responsabilidade, no decurso do atual mandato”. Segundo o deputado, os atrasos são empréstimos à União, o que pode, sim, configurar crime de responsabilidade.

Em outro trecho do documento, o relator afirma que o Poder Legislativo “não permitirá a usurpação de sua função mais importante” que é o de fazer o controle político das finanças públicas.

“As condutas da Denunciada, a princípio, violentam exatamente essa missão constitucional do Poder Legislativo, em grave ruptura do basilar princípio constitucional da separação dos Poderes, além de por em risco o equilíbrio das contas públicas e a saúde financeira do País, com prejuízos irreparáveis para a economia e para os direitos mais fundamentais dos cidadãos brasileiros”, diz o deputado.

“Enfim, segundo a minha análise, a magnitude e o alcance das violações praticadas pela Presidente da República constituíram grave desvio dos seus deveres funcionais, com prejuízos para os interesses da Nação e com a quebra da confiança que lhe foi depositada. Tais atos justificam a abertura do excepcional mecanismo do impeachment”, afirma.

Créditos suplementares
Arantes também aponta como justificativa para o processo de impeachment a abertura de créditos suplementares, por decreto, sem autorização do Congresso.

“Não se tratam de atos de menor gravidade”, registrou Arantes. Segundo ele, há “sérios indícios de graves e sistemáticos atentados a princípios sensíveis da Constituição Federal, mais precisamente a separação dos poderes, o controle parlamentar das finanças públicas, a boa gestão dos dinheiros públicos e o respeito às leis orçamentárias”.

Segundo o relator, a edição dos decretos, ampliando despesas, somente seria admitida sob a condição de que a meta fiscal estivesse sendo cumprida, para não contrariar a Lei de Responsabilidade Fiscal. No entanto, ele destaca que “a meta fiscal em vigor na data de edição dos decretos estava comprometida”.

Ele alega que a presidente “tinha conhecimento do caráter proibitivo e da ilicitude da conduta” porque em 2015 já havia um debate público acerca do tema. Jovair Arantes considerou ter havido ainda “sérios indícios de conduta pessoal dolosa” (intencional) da presidente ao desrespeitar a competência do Congresso em controlar as finanças públicas e as leis orçamentárias.

Para Jovair Arantes, ao editar decretos de crédito suplementar sem autorização do Congresso, num total de R$ 2,5 bilhões, em 2015, Dilma usurpou competência do Legislativo de fazer o controle do Orçamento. O deputado afirmou ainda que o Congresso se viu “constrangido” a aprovar a revisão da meta fiscal de 2015, autorizando rombo de R$ 119,9 bilhões.

“Os fatos mostram sérios indícios de inconstitucionalidade, ilegalidade e irresponsabilidade fiscal, negando-se a vigência e eficácia do art. 4º da Lei Orçamentária, e, por consequência, atentando contra o Poder Legislativo, que se vê constrangido, diante do fato consumado e, no intuito de evitar o colapso das contas públicas, a aprovar uma meta fiscal que passa a depender, em última instância, da vontade exclusiva da Presidente da República”, disse.

Atos anteriores ao mandato
No parecer, Jovair Arantes afirmou que Dilma também pode ser responsabilizada por atos cometidos em seu primeiro mandato e que estejam listados na denúncia de Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal.

Segundo ele, há jurisprudência no sentido de que, desde que os atos tenham sido cometidos na função de presidente, pode haver punição em mandato posterior.

“Em nosso entendimento, a interpretação mais fiel à vontade constitucional deve ser no sentido de possibilitar a responsabilização do Chefe do Poder Executivo por atos cometidos em qualquer um dos dois mandatos consecutivos, desde que ainda esteja no exercício das funções presidenciais”, sustentou o relator.

Apesar de defender esse posicionamento, Jovair Arantes disse que só considerou no relatório trecho da denúncia relativo a 2015, para evitar questionamentos e por considerar as acusações “suficientes” para instaurar o processo.

“A primeira razão é o intuito de evitar eventual alegação de violação aos princípios do contraditório e da ampla defesa, até mesmo porque a Defesa nada disse sobre esses fatos. A segunda é porque, nos termos em que a Denúncia foi supostamente recebida pelo Presidente da Câmara dos Deputados, no entendimento deste Relator, já existem motivos suficientes para a formação de juízo desta Casa”, disse o deputado.

Ao acolher o pedido de impeachment, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), só considerou acusações relacionadas ao segundo mandato de Dilma, por entender que ela não poderia ser responsabilizada por fatos ocorridos antes. Cunha destacou na semana passada, porém, que a comissão especial poderia discordar dele e considerar acusações relativas a 2014. Já deputados do PT alegam que o colegiado precisa se ater aos termos da decisão de Cunha.

‘Golpe”
No documento, Jovair Arantes contesta a afirmação dos movimentos contrários ao impeachment de que o processo enfrentado por Dilma seria um “‘golpe’ contra a democracia”.

“Com todo o respeito, ao contrário! A previsão constitucional do processo de impeachment confirma os valores democráticos adotados por nossa Constituição. Se fosse ‘golpe’ não estaria em nossa Lei Maior”, diz o deputado.

“Desde que respeitadas as suas balizas democráticas, o processo do impeachment não é golpe de Estado, na exata medida em que ele objetiva preservar os valores ético-jurídicos e político-administrativos consagrados na Constituição Federal de 1988”, afirma.

Arantes cita trechos de entrevistas dos ministros do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli e Carmen Lúcia que disseram não considerar que o impeachment seja um golpe.

O documento também traz exemplos de pedidos de impeachment “formulados por correntes políticas que, hoje, dizem que se trata de “golpe”, mas que, no passado, legitimamente, pediram o impedimento do Presidente da República” da época, entre eles deputados do PT e do PCdoB, que formularam pedidos para afastar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

“Não é porque a Denunciada foi eleita legitimamente, pelo voto popular, com mais de 54 milhões de eleitores, que estaria ela beneficiada por um salvo conduto para praticar quaisquer atos, ainda que nocivos ao País e, principalmente, contrários à lei e à Constituição”, continua o deputado.

Votação
A expectativa é que a votação do relatório de Jovair Arantes na comissão especial do impeachment aconteça só na segunda-feira (11). Se o parecer for aprovado na comissão, terá de seguir para votação no plenário, onde são necessários pelo menos 342 votos dentre os 513 deputados para que a abertura do processo seja autorizada. Se autorizada, o processo segue para o Senado, que é a instância julgadora, responsável por determinar se a presidente cometeu ou não crime de responsabilidade.

Após a leitura do parecer, será concedido pedido de vista coletivo (mais tempo para os deputados analisarem) no prazo de duas sessões legislativas. Esse prazo terminará na próxima sexta-feira (8), quando, a partir das 15h, terá início a etapa de discussão do parecer.

Todos os 65 integrantes titulares e os 65 suplentes da comissão terão direito a discursar durante 15 minutos cada um. Além disso, deputados que não são membros e que estiverem inscritos também poderão falar por dez minutos cada.

O presidente da comissão, deputado Rogério Rosso (PSD-DF), tentou fazer um acordo com os líderes partidários para reduzir o tempo dos discursos, uma vez que, somadas, as falas dos integrantes da comissão somariam mais de 32 horas.

No entanto, não houve consenso, e o mais provável é que sejam convocadas sessões para sábado ou domingo para que todos possam discursar.

A decisão sobre isso só será tomada na sexta-feira à tarde conforme o número de inscritos para discursar. O prazo para os parlamentares se inscreverem começa às 14h desta quarta e termina quando a sessão começar, na sexta.

As discussões serão encerradas às 17h de segunda-feira, quando deverá ter início a votação do parecer. Para que o parecer seja aprovado na comissão, basta maioria simples. Se não for aprovado, um relator será nomeado na hora para elaborar outro parecer contrário.

No dia seguinte à votação na comissão, o resultado da votação na comissão será publicado no “Diário Oficial da Câmara”.

Depois de transcorrido o prazo de 48 horas, a proposta de impeachment será incluída na pauta do plenário principal para ser votada por todos os deputados.

Para que o processo seja aberto e possa seguir para deliberação pelo Senado, são necessários pelo menos 342 votos favoráveis, dentre os 513 deputados.

Fonte: G1

07 de abril: Dia do Jornalista

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O Dia do Jornalista é comemorado anualmente em 7 de Abril.

A data homenageia o trabalho dos profissionais da mídia, responsáveis por apurar fatos e levar a informação para as pessoas, de maneira imparcial e ética. Seja na rádio, na televisão ou nos jornais impressos, o jornalista deve sempre trabalhar tendo como base a imparcialidade e fontes de informação confiáveis.

Origem do Dia do Jornalista

O Dia do Jornalista foi criado pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) como uma homenagem à Giovanni Battista Libero Badaró, importante personalidade na luta pelo fim da monarquia portuguesa e independência do Brasil.

Giovanni Badaró foi médico e jornalista e foi assassinado no dia 22 de novembro de 1830, em São Paulo, por alguns dos seus inimigos políticos. O movimento popular que se gerou por causa do seu assassinato levou D. Pedro I a abdicar do trono em 1831, no dia 7 de abril, deixando o lugar para seu D. Pedro II, seu filho, com apenas 14 anos de idade.

Foi só em 1931, cem anos depois do acontecimento, é que surgiu a homenagem e o dia 7 de abril passou a ser Dia do Jornalista.

Foi também no dia 7 de Abril que a Associação Brasileira de Imprensa foi fundada, em 1908, com o objetivo de assegurar aos jornalistas todos os seus direitos.

Fonte: Calendarr

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Bahia é escolhida para disseminar policiamento comunitário no país

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Foto: Elói Corrêa / GOVBA
A Bahia é um dos oito estados brasileiros escolhidos pela Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp-MJ) para disseminar a cultura de policiamento comunitário no país. Os policiais militares baianos que trabalham em Bases Comunitárias de Segurança (BCS) deverão desempenhar a função de agentes multiplicadores do modelo, tendo como responsabilidade a capacitação na região Nordeste. Também são polos disseminadores os estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Amazonas, Paraná, Goiás e o Distrito Federal. “A Bahia caminha para ter seu modelo como referência de policiamento comunitário, como os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul já são. As atividades da polícia baiana mostram que existe potencial para ser disseminadora deste conhecimento”, afirma o analista de Políticas Sociais da Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça (Senasp-MJ), Luciano Ribeiro. Precursora do conceito e aplicação da polícia comunitária no mundo, a polícia japonesa acompanha de perto as ações desenvolvidas pelas Bases Comunitárias de Segurança da Bahia. Durante todo o mês de abril, eles vão avaliar o que pode ser aprimorado nas atividades que aproximam a polícia e a comunidade. Na manhã desta quarta-feira (6), peritos japoneses visitaram a BCS Bairro da Paz, principal objeto de estudo para ajustes e orientações que serão feitas conforme o sistema Koban, considerado o mais eficiente do planeta. A unidade também será o local dos treinamentos, que vão acontecer nas próximas duas semanas, para policiais de todas as bases de Salvador e região metropolitana.

Projeto do governo pode provocar onda de inelegibilidade na Bahia

Sérgio Furquim é vice-presidente do IAF Sindical Foto: Política Livre

O Instituto dos Auditores Fiscais do Estado (IAF Sindical) voltou a demonstrar preocupação com o Projeto de Lei Complementar (PLP) 257/2016, de autoria do Executivo, que se encontra na Câmara dos Deputados com pedido de urgência para votação. A principal crítica do vice-presidente da entidade, o auditor fiscal Sérgio Furquim, é quanto às mudanças que promove na Lei de Responsabilidade Fiscal, reduzindo ainda mais os limites para o endividamento de Estados e municípios, o que, em sua avaliação, pode, em última instância, provocar uma onda de inelegibilidades nunca vista na história da Bahia.

Entre os efeitos da medida, se aprovada pelos deputados, está o estabelecimento de um prazo mínimo de três anos para a concessão de reajustes aos servidores, uma vez que o Estado, que já se encontra no limite prudencial para gastos com a folha de pessoal, vai extrapolá-lo com a medida. Outra desvantagem para a Bahia é o fato de o PLP extinguir a guerra fiscal, o que beneficiará essencialmente Estados produtores como São Paulo. A compensação para os baianos seria insuficiente, na avaliação de Furquim, porque o Estado deixará de pagar R$ 200 milhões com a renegociação de sua dívida, um valor ínfimo perto de suas receitas e despesas correntes.

“A sensação que temos é a de que, com o projeto, o governo federal quer empurrar para Estados e municípios a parte mais dura do ajuste fiscal”, afirma Furquim, criticando o fato de, até hoje, o governo federal ser o único ente federado que não possui um limite de endividamento, como aquele imposto a Estados e municípios pela Lei de Responsabilidade Fiscal, já que a legislação encarregada de estabelecê-lo permanece mofando no Senado desde 1995. Ele lembra que antes da LRF ter sido aprovada, o limite de endividamento da Bahia era de 2% da receita líquida, percentual que baixou para 0,59% com a aprovação da Lei.

O problema do Estado, portanto, seria decorrente da forte recessão, que vem dificultando, entre outros fatores importantes para o seu equilíbrio fiscal, a arrecadação, mas jamais o endividamento, como acontece no caso do governo federal. “Não tenho dúvidas de que o projeto, se for aprovado, vai provocar enormes dificuldades para a prestação de serviços públicos na Bahia, como nas áreas de saúde e educação”, diz o dirigente do IAF, observando que, ante o quadro econômico recessivo, o momento seria de flexibilização e não de endurecimento sobre Estados e municípios.

Uma proposta de monitoramento de Estados e municípios contido no PLP chegou a ser chamada pelo auditor de verdadeiro “FMI Nacional”. Para ele, ao invés de serem aprovadas a toque de caixa, como quer o governo Dilma Rousseff, as medidas deveriam ser estudas e debatidas com Estados, municípios, agentes econômicos e a sociedade para uma devida avaliação de seus impactos. “Uma proposta de renegociação de dívidas de Estados não pode embutir uma redução de limites da Lei de Responsabilidade Fiscal neste nível como o governo está propondo sem uma discussão ampla”, adverte o vice-presidente do IAF.

Ex-presidente da Andrade Gutierrez diz que propina financiou campanha de Dilma

Ex-presidente da Andrade Gutierrez diz que propina financiou campanha de Dilma

Foto: Roberto Stuckert Filho/ PR
O ex-presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo, disse em sua delação premiada que a empreiteira financiou a campanha política da presidente Dilma Rousseff em 2014 com dinheiro de propina paga para conseguir obras superfaturadas da Petrobras e do sistema elétrico. A última campanha eleitoral da presidente, há dois anos, teve doações no valor de R$ 20 milhões da empreiteira. Segundo a Folha de S. Paulo, entre 2010 e 2014, cerca de R$ 10 milhões repassados pela empreiteira têm relação com propinas para obras superfaturadas de obras públicas. Azevedo aponta que a propina que financiou as campanhas teve origem em contratos para executar as obras da hidrelétrica de Belo Monte, o Complexo Petroquímico do Rio e a usina nuclear Angra 3. As três estão entre as dez maiores do Programa de Aceleração do Crescimento. Ainda de acordo com a Folha de S. Paulo, o ex-presidente da empreiteira sistematizou em uma planilha como funcionavam os pagamentos. Esta é a primeira vez que um empresário detalha como acontecia o esquema investigado pela Operação Lava Jato de financiamento de partidos políticos com dinheiro de propina, repassado legalmente sob a justificativa de ser doação de campanha.

Perímetro Livramento/ Rio de Contas – Caminhão perde freio e condutor do veiculo morre

Serra das Almas: Caminhão desce ribanceira e motorista morre atropelado pelo próprio veículo no trecho entre Livramento e Rio de Contas

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Foto: Wilker Porto | Brumado Agora

Um caminhão Ford Cargo de cor cinza com placa de Aracaju-Se, carregado de laranja e maracujá caiu em uma ribanceira, na curva do “S” na tarde desta quarta-feira (06), na rodovia BA-148, Serra das Almas, trecho entre Livramento de Nossa Senhora a Rio de Contas e deixou uma vítima fatal, que ainda não foi identificada. Informações obtidas pelo Brumado Agora, dão conta de que o motorista que estaria sozinho no momento do acidente teria pulado quando foi atropelado pelo próprio veículo.

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Foto: Wilker Porto | Brumado Agora

A polícia Militar controlou o trânsito até a chegada da Polícia Rodoviária Estadual (PRE). O instituto Médico Legal de Brumado foi acionado e o corpo será removido para ao IML da Capital do Minério.

Ônibus da Empresa Novo Horizonte mais uma vez é interceptado e passageiros são assaltado

 

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Não se tem noticias se a policia consegui prender os meliantes, pois, a mesma diz que no momento em que os bandidos agiam dentro do ônibus não era seguro uma reação, mas, e depois, aconteceu alguma perseguição, enfrentamento !?
Na madrugada de terça-feira (5), homens armados invadiram um ônibus da Novo Horizonte, que havia saído da cidade de Guanambi com destino a Salvador, e assaltaram os passageiros. A deputada estadual Ivana Bastos (PSD) seguia viagem no veículo e estava dormindo no momento do ocorrido. Ela acordou com os bandidos gritando e fazendo ameaças. A parlame

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Fntar contou à polícia que, agressivos, os bandidos estavam armados e pediam dinheiro. Ela entregou a carteira com apenas R$ 50. Não satisfeitos, os elementos exigiam mais dinheiro. “Foram momentos de terror”, disse Bastos. Segundo informações obtidas pelo site Brumado Notícias, os elementos tinham acabado de assaltar outro ônibus, que seguia na frente, também da Novo Horizonte. O coletivo havia saído da cidade de Urandi. Os bandidos atravessaram o primeiro ônibus no meio da pista para obrigar o segundo veículo a parar. Após os assaltos, a Polícia Militar declarou que estava acompanhando a ação dos marginais de longe e só não interveio para evitar uma troca de tiros. Não houve feridos. 

Outro fator importante a exigir das autoridades é em relação a empresa – que não possui plano de  logística operacional – em todo os pontos falando – os veículos   não possui a manutenção adequada e constantemente quebra nas estradas  deixando passageiros em situação crítica.