


Integrantes da Associação dos Municípios das Regiões do Rio do Antônio e Rio Gavião (Amvagra) participaram de uma reunião na manha desta segunda-feira, 18, na sede da instituição. Durante o encontro, foram apresentados os novos serviços que, recentemente, passaram a ser oferecidos pelo Hospital Geral de Vitória da Conquista.
Trata-se da Central de Material e Esterilização (CME), do serviço de saúde bucal dos pacientes com câncer e da parceria público-privada (PPP) de Imagem, que desde o final de novembro assumiu os serviços de raio-x, mamografia e tomografia da unidade hospitalar.
“São serviços que vão integrar e melhorar cada vez mais o atendimento prestado pelo Hospital”, avaliou a secretária municipal de Saúde, Márcia Viviane de Araújo, que representou o prefeito Guilherme Menezes na reunião.
Além disso, tratou-se também da mudança no perfil de atendimento do Hospital, que agora prioriza os pacientes que se enquadram nos perfis “amarelo” e “vermelho” (casos de urgência, emergência e risco iminente de morte).
Para o secretário executivo da Amvagra, Edinaldo Viana, o saldo da reunião foi altamente positivo. “Conseguimos enxergar vários avanços na gestão do Hospital, com os novos serviços que estão sendo implementados, e até mesmo na forma de gerir os serviços que já existem, dando uma dinâmica melhor”, avaliou Viana.
Inaugurado em 1994, o Hospital Geral de Vitória da Conquista atende, em média, a 150 pessoas por dia, vindos de mais de 80 municípios da região Sudoeste da Bahia e do norte de Minas Gerais.
PMVC

O Fundo Monetário Internacional (FMI) piorou a perspectiva de queda da economia brasileira em 2016 e não vê mais retomada do crescimento em 2017 – como era previsto pela entidade em outubro. A piora na economia brasileira vai pesar sobre a economia mundial como um todo, segundo o fundo.
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve sofrer queda de 3,5% este ano – em outubro, a projeção era de contração de 1%. Isso depois de ter encolhido 3,8% em 2015, em estimativa também revisada para baixo (a queda prevista antes era de 3%), segundo atualização do relatório “Perspectiva Econômica Global” divulgada nesta terça-feira (19).
Já em 2017, o FMI aponta que o Brasil deve registrar estagnação econômica – crescimento zero –, em vez da expansão de 2,3% esperada antes.
A entidade cita em relação ao país “a recessão causada pela incerteza política e contínuas repercussões da investigação na Petrobras”, o que está sendo mais profundo e prolongado do que se esperava.
Com isso, o desempenho da economia brasileira fica bem aquém da região de América Latina e Caribe como um todo, cujas expectativas são de recuo de 0,3% do PIB em 2016 e crescimento de 1,6% no ano seguinte.
Segundo o FMI, a economia brasileira pesou sobre as estimativas para o crescimento global, que foram reduzidas em 0,2 ponto percentual tanto para 2016 quanto para 2017, respectivamente, para expansão de 3,4% e 3,6% (em outubro, estimativas eram de alta de 3,6% em 2016 e 3,8% em 2017).
“Essas revisões refletem de maneira substancial, mas não exclusivamente, uma retomada mais fraca nas economias emergentes do que previsto em outubro”, completou o FMI, citando ainda os preços mais baixos do petróleo e a expectativa de estabilização dos Estados Unidos em vez de recuperação da força.
Emergentes e em desenvolvimento
Para o FMI, os mercados emergentes e economias em desenvolvimento estão enfrentando agora uma nova realidade de crescimento mais baixo, com forças cíclicas e estruturais afetando o tradicional paradigma de crescimento.
As previsões para esse grupo de países também foram reduzidas em 0,2 ponto percentual em cada ano, mas ainda assim a expectativa é de crescimento de 4,3% em 2016, acelerando para 4,7% em seguida.
O FMI destacou a necessidade de gerenciar as vulnerabilidades e reconstruir a resiliência contra potenciais choques, impulsionando ao mesmo tempo o crescimento dessas economias.
“Em uma série de exportadores de commodities, reduzir os gastos públicos enquanto se eleva sua eficiência, fortalecer as instituições fiscais e elevar as receitas não relacionadas a commodities facilitará o ajuste para receitas fiscais mais baixas”, diz o relatório.
As projeções do FMI para a atividade econômica brasileira, que enfrenta forte recessão em um cenário de inflação e juros elevados agravado por uma crise política, são piores que as de economistas de instituições financeiras. Pesquisa Focus do Banco Central aponta que eles veem retração de 2,99% em 2016 e crescimento de 1% no ano que vem.
G1

Este mar semi-fechado, que abriga entre 4% e 18% das espécies marinhas conhecidas, distribuídas por uma área de menos de 1% dos oceanos do mundo, está enfrentando um aumento “sem precedentes” da exploração de petróleo e gás.
Os contratos de exploração de petróleo e gás offshore “se estendem a mais de 20% do Mar Mediterrâneo e poderão expandir para duas vezes esta superfície”, estima WWF em um relatório.
“Isto é muito, especialmente quando sabemos dos riscos sísmicos da região”, ressalta Pascal Canfin, CEO da WWF-França. Segundo ele, “a multiplicação e crescimento das atividades econômicas nesta área” colocam o Mediterrâneo “no caminho do esgotamento”.
Os projetos de exploração de hidrocarbonetos e as atividades de perfuração estão fervilhando em todo o Mediterrâneo há vários anos.
Segundo a ONG, “a produção de petróleo no mar poderia aumentar em 60% entre 2010 e 2020 na região do Mediterrâneo, passando de 0,7 milhão de barris por dia para 1,12 milhão de barris por dia”.
As reservas de petróleo do Mediterrâneo são responsáveis por 4,6% das reservas mundiais, aponta o relatório.
Quanto à produção de gás no mar, “poderia quintuplicar entre 2010 e 2030, de 55 milhões de toneladas por ano para 250 milhões”.
Segundo a ONG, além de exploração de petróleo e gás, todos os setores tradicionais da economia marítima, como os transportes, turismo, a aquicultura “têm crescido exponencialmente e continuarão a crescer ao longo dos próximos 20 anos com exceção da pesca profissional”.
500 milhões de turistas em 2030O transporte marítimo deverá dobrar até 2030. E as “chegadas de turistas internacionais no Mediterrâneo deverão aumentar em 60% entre 2015 e 2030 para atingir os 500 milhões em 2030”.
Em todo o Mediterrâneo, mais “5.000 km de litoral serão artificializados” (construção de estradas, edifícios…) até 2025, em comparação com 2005, segundo a WWF.
A ONG, que analisou a economia marítima dos oito países mediterrânicos da União Europeia (Croácia, Chipre, França, Itália, Grécia, Malta, Eslovênia, Espanha), também antecipa uma “expansão” da mineração.
“Esta evolução cria uma concorrência crescente entre os setores por uma área limitada e recursos marinhos limitados”, resultando em “novos impactos nos ecossistemas já sob pressão”, prevê WWF.
Enquanto “90% das populações de peixes são excessivamente exploradas”, WWF também espera “uma diminuição considerável” da pesca profissional no Mediterrâneo. O desenvolvimento de atividades como a mineração dos fundos marinhos e da extração de petróleo “irá contribuir claramente para agravar” a situação.
A ONG, que se opõe a “qualquer nova exploração de petróleo e gás offshore”, exige o estabelecimento de áreas marinhas protegidas fora das águas territoriais, a regulamentação do tráfego marítimo e a introdução de dispositivos anti-colisão para cetáceos.
De acordo com WWF, a UE, que tem como meta um retorno ao “bom estado ecológico” das águas marinhas europeias até 2020, tem “um papel crucial”.
Ela deve defender “uma visão tendo em conta a biodiversidade e os ecossistemas a nível nacional e a nível da bacia do Mediterrâneo”, assegura Isabelle Autissier, presidente da WWF-França.
“Caso contrário, será impossível alcançar os objetivos ambientais da Comissão Europeia, que já estão comprometidos.”

Fonte: G1

A economia brasileira recuou 0,6% em novembro, na comparação com o mês anterior, segundo indicador da Serasa Experian, conhecido também como “PIB mensal”. Frente a novembro de 2014, a queda foi ainda maior, de 5,4%. Na estimativa para outubro, o número mostrava estagnação. No ano até novembro, a variação negativa acumulada já chega a 3,6%.
Pelo lado da oferta agregada, a indústria caiu 2% e puxou a atividade econômica para baixo durante o mês de novembro. Por outro lado, a agropecuária conseguiu crescer 0,4%. Já o setor de serviços manteve-se estagnado no penúltimo mês de 2015.
Na análise dos elementos da demanda agregada, também utilizados no cálculo do PIB, os investimentos recuaram 1,5% em novembro, enquanto o consumo das famílias sofreu redução de 0,8%. Já o consumo do governo ficou estagnado em novembro. As exportações cresceram 0,4% e as importações avançaram 1,1% no penúltimo mês de 2015.
“Turbulências políticas, queda dos níveis de confiança de consumidores e empresários, juros e desemprego elevados, estão entre os elementos que prejudicaram o desempenho da atividade econômica não apenas em novembro, mas como também ao longo de quase todo o ano de 2015”, disseram os economistas da Serasa, por meio de nota.
G1

A 50ª edição da Exposição Conquista, é considerado um dos principais eventos de Vitória da Conquista já tem data marcada. Segundo a Cooperativa Mista Agropecuária Conquistense (Coopmac), o evento acontecerá de 11 a 20 de março 2016.
Para essa edição simbólica da festa, a direção da Coopmac promete grandes novidades, tanto no que se refere a animais e capacitação profissional, quanto à programação cultural. Tudo será anunciado no lançamento oficial da Exposição Conquista, no dia 28 de janeiro, no Parque de Exposições Teopompo de Almeida, onde, tradicionalmente, também acontece o evento.
A Exposição Conquista é uma das mais representativas do Brasil. Somente em 2015, o evento movimentou mais de R$150 milhões em negócios. A Exposição também gerou mais de 1.200 empregos diretos e cerca de 5 mil indiretos, fomentando, consequentemente, o aquecimento da economia da região. E de acordo a Coopmac cerca 200 estandes e mais de 400 expositores participaram da edição de 2015

Foto: Reprodução/ Facebook

O professor de Economia Política Internacional da Universidade Federal do ABC (São Paulo),Valter Pomar, estará em Vitória da Conquista na próxima terça-feira, 19 de Janeiro, onde fará palestra sobre a conjuntura nacional e o impacto na universidade pública. Doutor em História e ex-secretário-executivo do Foro de São Paulo, Pomar cumpre agenda a convite do Sindicato dos Professores das Instituições Federais de Ensino Superior na Bahia/APUB. A palestra acontece no Auditório do Prédio Administrativo da Universidade Federal da Bahia/UFBA, às 18:30h. Valter Pomar desembarca em Vitória da Conquista no dia do evento, às 12:45h, e estará à disposição da imprensa local e regional das 15:00h às 17:30, no Hotel Livramento Palace.
A presidente da APUB-Sindicato, Cláudia Miranda, afirmou que o encontro com Valter Pomar representa o esforço de professores de manterem a mobilização da comunidade acadêmica e dos movimentos sociais contra as medidas e propostas que venham afetar a consolidação dos projetos sociais, em especial, da educação pública. “A presença de Pomar enriquece nossas discussões, potencializando nossa disposição para enfrentar um cenário político tão difícil como o da atualidade. Neste sentido, o evento também torna-se muito relevante para a nossa juventude na medida em que os jovens precisam estar informados e conscientes sobre o impacto das políticas recentes tanto no acesso a universidade e institutos federais, como na qualidade da sua formação acadêmica/científica e profissional”.
– See more at: http://www.blogdomassinha.com.br/v1/#sthash.Q9uzGZhQ.dpuf
![]() |
||
|
||

De acordo com a agência Cimatempo, a previsão do tempo para hoje em Conquista é de sol com aumento de nuvens e pancadas de chuva no fim da manhã, à tarde e à noite. A temperatura deve variar entre máxima de 28° e mínima de 20°.

O Ministério da Educação divulgou nesta segunda-feira (18) o resultado da chamada regular da primeira edição do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2016. Para acessar o resultado, o candidato deve digitar o número de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a senha no site do Sisu.
Também é possível consultar a lista de estudantes aprovados selecionando instituição, campus e curso neste link.
Os selecionados devem fazer a matrícula nos dias 22, 25 e 26 de janeiro.
Quem não conseguiu uma vaga pode ainda manifestar, no próprio site do Sisu, interesse em entrar na lista de espera entre esta segunda (18) e sexta-feira (29). As instituições vão convocar os alunos da lista de espera, se ainda houver vagas.
O Sisu é o sistema eletrônico gerenciado pelo MEC que seleciona os alunos para vagas em universidades públicas, de acordo com o desempenho no Enem.
Foram 2.712.937 candidatos inscritos na atual edição. O número de inscrições chegou a 5.275.613, considerando que cada candidato pode fazer duas opções de curso.
Neste ano, além de uma nova edição do Sisu no segundo semestre, está prevista uma edição extra com cerca de 100 mil vagas remanescentes. Ainda não foram divulgadas dessas novas edições (leia mais abaixo sobre elas).
Datas do Prouni e do Fies
As inscrições para o Prouni (programa que dá bolsas em faculdades particulares) serão nesta semana, entre terça-feira (19) e sexta (22). O foco são estudantes que saíram de escolas públicas e têm baixa renda.
á o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) começa na próxima semana, entre terça-feira (26) e sexta (29). O fundo também adota critérios para privilegiar alunos por critérios de renda, área de interesse e localização dos cursos.
Próximas edições do Sisu em 2016
Nesta primeira edição do ano, o Sisu selecionou candidatos para 228 mil vagas em 6.323 cursos de 131 instituições públicas. Segundo o MEC, houve aumento de 10,9% no número de vagas ofertadas em relação à primeira edição de 2015.
O MEC prepara, pela primeira vez, uma edição extra do Sisu para reduzir as vagas remanescentes na graduação. De acordo com a pasta, mais de 150 mil vagas nas universidades públicas ficaram ociosas em 2014, conforme o Censo da Educação Superior.
A previsão do MEC é selecionar tanto por meio das notas do Enem como pelo desempenho acadêmico do estudante na instituição superior em que ele já estuda, abrindo possibilidade para transferências. O Sisu das vagas remanescentes é parte da estratégia da pasta de diminuir as vagas ociosas e, para isso, o MEC vai mudar a forma com que são repassados recursos para instituições federais: passarão a receber mais recursos aquelas que têm mais vagas preenchidas.
Até o começo de janeiro não havia previsão de data, mas o ministro Aloizio Mercadante afirmou que primeiro o MEC cuidaria das edições do Prouni e do Fies de primeiro semestre para avaliar o Sisu extra. Também não foi divulgada data para o Sisu regular do segundo semestre. No ano passado ela ocorreu em junho e selecionou candidatos para 55.571 vagas oferecidas por 72 instituições.
G1

As ações preferencias da Petrobras (PETR4) seguem operando em queda nesta segunda-feira (18), depois de recuarem 9% na sexta-feira (15).
No ano, as ações preferenciais já acumulam baixa de 22,8%. Dos dez pregões fechados de 2016, os papéis fecharam oito em queda.
Por volta das 12h10, as ações recuavam 2,9%, cotadas a R$ 5,02, em meio à volatilidade do preços do petróleo, conforme o mercado segue atentos aos riscos do endividamento e ao plano de desinvestimentos da petroleira. Esse é o menor valor da ação preferencial desde novembro de 2003, segundo levantamento da Economatica.
Incertezas
Na semana passada, o Conselho de Administração da Petrobras anunciou a redução do plano de investimentos da companhia para o período 2015-2019 para US$ 98,4 bilhões, uma queda de US$ 32 bilhões ou de 24,5% ante a projeção inicial, principalmente devido à otimização do portfólio de projetos e do efeito cambial, em meio a um cenário de preços do petróleo mais baixos.
Endividamento e prejuízos
A queda dos preços internacionais do petróleo tem prejudicado ainda mais a situação econômica da companhia, que enfrenta alto endividamento.
A dívida bruta da Petrobras atingiu no 3º trimestre de 2015 o nível recorde de R$ 506,5 bilhões. Já a dívida líquida (dívida total bruta menos o caixa) subiu para R$ 402,3 bilhões no final de setembro. No final de 2014, o endividamento total era de R$ 282 bilhões.
Com a maior dívida detida por uma petroleira no mundo, a Petrobras não trouxe novas informações nesta terça sobre metas de alavancagem.
A petroleira encerrou o 3º trimestre do ano passado com prejuízo líquido de R$ 3,759 bilhões no terceiro trimestre, o terceiro pior da história da estatal. No acumulado nos nove primeiros meses do ano, a petroleira acumula lucro líquido de R$ 2,102 bilhões, o que representa uma queda de 58% na compração com o mesmo período de 2014.
A Petrobras está no centro das investigações da Operação Lava Jato, da Polícia Federal. Em abril, a companhia calculou em R$ 6,194 bilhões as perdas por corrupção e reduziu o valor de seus ativos em R$ 44,3 bilhões.
Bovespa
A Bovespa mostrava fraqueza na manhã desta segunda-feira (18), após nova semana de perdas, tendo como pano de fundo um quadro externo sem tendência clara e a ausência da referência de Wall Street por feriado nos Estados Unidos.
Esta manhã também é marcada pelo vencimento dos contratos de opções sobre ações.
Por volta do mesmo horário, o principal índice de ações da bolsa recuava 0,6%, aos 38.338 pontos.
“Diante da fraca agenda externa e do feriado de Martin Luther King nos EUA, que deixa as bolsas fechadas, o mercado nacional deverá trabalhar com liquidez reduzida neste início de semana”, observou a equipe da corretora Rico.
G1