A Gente diz

Líderes mundiais discutem nesta terça na ONU a luta contra o jihadismo

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A cúpula foi convocada pelo presidente dos EUA, Barack Obama.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, deve discursar na conferência.

Os líderes mundiais que estão em Nova York, nos Estados Unidos, para a Assembleia Geral da ONU participarão nesta terça-feira (29) de uma conferência de alto nível para discutir e compartilhar critérios para fazer frente ao extremismo islâmico e às ações de outros grupos terroristas.

A cúpula foi convocada pelo presidente dos EUA, Barack Obama, e será uma das atividades paralelas do debate anual da Assembleia Geral, previsto para terminar no próximo sábado (3).

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, deve discursar na conferência, depois que expressou suas queixas sobre as divisões entre os principais países para tomar decisões frente à expansão do extremismo islâmico.

Além disso, o dia será dedicado à exposição de diferentes líderes mundiais que continuarão colocando para a Assembleia Geral suas principais preocupações em temas como a guerra na Síria e o fluxo de emigrantes no Mediterrâneo.

G1

 

UESB: Naja promove discussão sobre redução da maioridade penal

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O Núcleo de Assessoria Jurídica Alternativa (Naja) da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) realiza espaço de formação aberta para discutir a redução da maioridade penal. A mesa-redonda acontecerá na Sala 11, do Módulo 2 de Aulas, ao lado do Salão do Júri, campus de Vitória da Conquista, nessa quarta (30), das 17 às 19 horas.

A temática é motivada pela Proposta de Emenda à Constituição (PEC 171/93) que está em tramitação no Congresso Nacional. A professora Luciana Santos Silva e o Coordenador Arquidiocesano da Pastoral da Juventude João Paulo Araújo participam do debate. Os interessados podem se inscrever no próprio local e recebem certificado de participação no evento.

 

Volkswagen vendeu 1,8 milhão de veículos utilitários adulterados

 

Testes feitos em carros da Volkswagen para avaliar emissões de gases
Testes feitos em carros da Volkswagen para avaliar emissões de gasesEPA/Patrick Pleul/Agência Lusa/Direitos Reservados

A Volkswagen vendeu 1,8 milhão de veículos utilitários equipados com o software que altera os resultados dos testes antipoluição, confirmou hoje (29) um porta-voz da fabricante alemã, citado pela AFP.

“Dos 11 milhões de veículos diesel manipulados vendidos no total, 1,8 milhão são utilitários”, declarou Günther Scherelis, diretor da Comunicação da Divisão de Utilitários do grupo, confirmando uma informação da imprensa regional.

A Volkswagen admitiu na semana passada que equipou 11 milhões de veículos em todo o mundo com um software com capacidade para modificar os resultados dos testes antipoluição.

O grupo – que detém 12 marcas de automóveis, pesados e motociclos – tem divulgado a conta-gotas por marcas e países os números dos veículos equipados com o referido ‘software’.

A adulteração envolve 5 milhões de automóveis da marca Volkswagen (VW), 2,1 milhões do modelo de alta gama Berline da Audi e 1,2 milhões de Skoda.

Com os 1,8 milhão de utilitários anunciados nesta terça-feira, faltam cerca de 900 mil unidades adulteradas com o software, dos quais um determinado número deve ser da marca espanhola Seat.

Além da Alemanha, com 2,8 milhões de veículos, e dos Estados Unidos, de onde surgiu o escândalo, com cerca de 500 mil unidades, os números de veículos adulterados por países ainda não são conhecidos.

Na Alemanha, a Volkswagen foi intimada pelo governo para apresentar até 7 de outubro um roteiro e um calendário para chamar os proprietários dos veículos adulterados e para os equipar conforme as normas.

“Durante o fim de semana um grupo de trabalho elaborou um plano de ação de grande escala”, declarou o novo chefe da Volkswagen, Matthias Muller, durante um encontro na noite de ontem (28) com os quadros dirigentes da empresa. As declarações de Muller foram divulgadas hoje de manhã à imprensa.

Ministro do Supremo Tribunal Federal afirma que, fim de doações de empresas vale para 2016

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fachin defendeu hoje (28), em entrevista ao programa Brasilianas.org, da TV Brasil, que a proibição da doação de empresas a partidos políticos já está valendo para as próximas eleições, em 2016, conforme a decisão tomada pelo STF no dia 17 de setembro último. O ministro Gilmar Mendes defende que a Corte retome o debate e defina a vigência da decisão.

“Eu estou subscrevendo o entendimento de colegas ministros daqui da corte que, na sua composição majoritária, pelo menos até o presente momento, entendem que essa decisão já é aplicável para as próximas eleições. A decisão tomada aqui é uma decisão já publicada e que está já surtindo os seus efeitos”, disse Fachin.

O ministro explicou que agora caberá ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) regulamentar a decisão, decidindo como será aplicada e quais serão os mecanismos de fiscalização e controle para o seu cumprimento. A decisão foi consequência de uma ação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que questionou artigos da lei dos Partidos Políticos e da lei das Eleições.

O ministro Luiz Edson Fachin foi empossado no STF em junho deste ano, ocupando a vaga deixada pelo ministro Joaquim Barbosa, que se aposentou em julho do ano passado. Fachin foi indicado para o cargo pela presidenta Dilma Rousseff.

Durante a entrevista, indagado se o STF está tomando posições mais liberais em comparação a um Congresso Nacional mais conservador, tratando de questões, por exemplo, como a descriminalização das drogas, ele disse que é importante que o tribunal atue para garantir espaços de liberdade individual em conformidade com a Constituição.

Disse, no entanto, que não cabe ao Judiciário interferir no Legislativo e que questões do outro poder são tratadas quando há descumprimento, seja da lei, seja do regimento interno. “Ai o Judiciário pode e deve examinar para que a Constituição seja cumprida”.

Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil

Edição: Jorge Wamburg

Violência Urbana: Acusada de manter jovem em cárcere privado é presa pela PM no municipio de Manoel Vitorino BA

 

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Obama e Putin concordam em solução política para a Síria

 

 

 

Putin e Obama conversam sobre a situação síria em encontro durante a Cúpula da ONU
Putin e Obama conversam, durante a Cúpula da ONU, sobre a situação síria EPA/Agência Lusa/Direitos Reservados

Os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e Rússia, Vladimir Putin, concordaram sobre a necessidade de encontrar uma “solução política” para o conflito na Síria, mas discordam sobre o papel de Bashar Al Assad.

Durante reunião na sede das Nações Unidas (ONU), os dois líderes acordaram em melhorar a comunicação militar entre seus países, de acordo com um alto funcionário norte-americano que pediu para manter o anonimato.

A fonte disse que o encontro, o primeiro formal entre os dois em mais de dois anos e que durou 95 minutos, foi “cordial” e que Obama e Putin dedicaram a primeira metade à crise na Ucrânia e a outra, à Síria.

Sobre a Síria, o alto funcionário disse que Obama e Putin estão fundamentalmente em desacordo sobre o papel que deve caber ao presidente sírio na resolução da crise.

“Creio que os russos entenderam, sem dúvida, a importância de que haja uma solução política na Síria e um processo que busque essa solução”, mas “temos diferenças sobre o que seria o resultado desse processo”, em particular no que diz respeito a Bashar Al Assad, disse o funcionário.

A mesma fonte indicou que os Estados Unidos não consideram necessariamente destrutiva uma maior presença militar russa na Síria, desde que não sirva para fortalecer o regime de Assad “contra o seu próprio povo”.

No final desta reunião, Vladimir Putin, admitiu, em declarações aos jornalistas, realizar ataques aéreos na Síria, mas excluiu o envio de tropas terrestres para lá.

Edição: Graça Adjuto

Prefeitura entrega sede da equipe de saúde Lagoa das Flores II

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A Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista (PMVC) entrega hoje, às 18hs, a Unidade de Saúde Família Lagoa das Flores II, localizada no Assentamento Fazenda Paixão.

Essa nova unidade tem consultórios, sala de vacina, sala de procedimento, sala de espera, farmácia, depósito de cozinha. A esquipe faz parte do Programa de Saúde da Família de Vitória da Conquista. É composta por agentes comunitários de saúde, médico, enfermeiro, cirurgião dentista, técnicos de saúde bucal e enfermagem.

A área de abrangência atinge sete localidades (Estreito, Flora, Morumbi, Paixão, Paixão II, Periperi e Vila Verde), onde residem cerca de 3.600 pessoas. O atendimento acontece de segunda sexta-feira na sede e de forma itinerante nas demais localidades.

Na ONU, Dilma diz que Brasil não tem ‘problemas estruturais graves’

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Para a presidente, esforço para conter a crise de 2008 chegou ao ‘limite’.
Ela foi a primeira chefe de Estado a discursar na Assembleia Geral da ONU.

Em seu discurso na sessão de abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), a presidente Dilma Rousseff admitiu aos líderes mundiais que o Brasil passa, atualmente, por um momento de dificuldades econômicas, com aumento da inflação, desvalorização cambial e queda de receitas. Ela, no entanto, ressaltou que, apesar da crise, o país não vive “problemas estruturais graves”, e sim dificuldades pontuais.

Após destacar que, nos últimos seis anos, o Brasil adotou uma série de medidas para tentar reduzir os efeitos da crise econômica internacional de 2008 e que essas ações chegaram “ao limite”, Dilma frisou que o objetivo de seu governo é gerar mais oportunidades de investimentos, ampliando a geração de empregos no país.

Ao longo de cerca de 20 minutos de discurso, ela disse que a economia brasileira é “mais forte e sólida” do que em anos anteriores e tem condições de superar as dificuldades e “avançar na trilha do crescimento”. Como em discursos recentes, a petista voltou a afirmar que o momento é de transição para o “novo ciclo de desenvolvimento econômico”.

“A lenta recuperação da economia mundial e o fim do superciclo das commodities incidiram negativamente sobre nosso crescimento. A desvalorização cambial e as pressões recessivas produziram inflação e forte queda da arrecadação, levando a restrições nas contas públicas. O Brasil, no entanto, não tem problemas estruturais graves, nossos problemas são conjunturais e, diante desta situação, estamos reequilibrando o Orçamento e assumimos uma forte redução de nossas despesas, gastos de custeio e parte do investimento”, enfatizou.

Dilma citou no auditório da ONU que, na tentativa de conter a crise econômica, seu governo propôs ao Congresso Nacional “cortes drásticos” de despesas no Orçamento do ano que vem. Conforme a petista, o país deverá se reorganizar na economia, buscando a estabilidade macroeconômica e a retomada do crescimento com distribuição de renda.

“Propusemos cortes drásticos de despesas e redefinimos nossas receitas. Essas iniciativa visam a reorganizar o quadro fiscal, reduzir a inflação, consolidar a estabilidade macroeconômica e garantir a retomada do crescimento com distribuição de renda.”

A chefe do Executivo falou ainda sobre as políticas sociais e de transferência de renda implantadas nos últimos anos pelo governo brasileiro. Segundo ela, a “eficácia” do programa Fome Zero pode ser vista na retirada do Brasil do chamado “mapa da fome”, um dos itens dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

Corrupção
Dilma também abordou, em meio ao discurso, o tema da corrupção. A presidente afirmou que, graças ao “vigor de suas instituições”, o Estado brasileiro tem atuado de forma “firme e imparcial”, por meio de seus órgãos de fiscalização, para investigar e punir desvios e crimes. Ela destacou que, no Brasil, o governo e a sociedade “não toleram a corrupção”.

“Queremos um país em que as leis sejam o limite. Muitos de nós lutamos por isso quando as leis e os direitos foram vilipendiados durante a ditadura. Queremos um país em que os governantes se comportem rigorosamente segundo suas atribuições, sem ceder a excessos, além de juízes que julguem com liberdade e imparcialidade, sem pressões de qualquer natureza, desligados de paixões político-partidárias”, ressaltou.

Dilma também dedicou parte do discurso à defesa da democracia no Brasil. Em um dos trechos, ela citou uma declaração do ex-presidente do Uruguai José Mujica, na qual ele afirma que a democracia não é perfeita, mas é preciso defendê-la para melhorá-la.

Sem mencionar diretamente o atual momento político do Brasil, a presidente foi enfática ao dizer que o Brasil “continuará trabalhando” pelo caminho democrático e não “abrirá mão” das conquistas pelas quais “tanto lutamos”.

“Queremos um país em que o confronto de ideias se ambiente de civilidade e respeito. Queremos um país em que a liberdade de imprensa seja fundamento dos direitos de opinião e manifestação”, declarou a petista.

Refugiados

A presidente da República também usou seu discurso na Assembleia Geral da ONU para comentar a crise de imigração que o mundo vive atualmente (assista ao vídeo acima). Na avaliação de Dilma, é um “absurdo impedir o livre trânsito de pessoas”. Ela se referia a situação de refugiados que tentam chegar a países da Europa.

Nas últimas semanas, a Europa tem recebido milhares de imigrantes ilegais saídos de países em conflito na África e no Oriente Médio. A emigração em massa vem gerando acirramento da repressão nas fronteiras europeias e acidentes envolvendo imigrantes que se arriscam para chegar a um novo país.

“Em um mundo onde circulam livremente mercadorias, capitais, informações e ideias, é absurdo impedir o livre trânsito de pessoas”, opinou a presidente brasileira.

Dilma voltou a declarar, a exemplo do que fez durante reuniões preliminares da ONU no fim de semana, que o Brasil está aberto para receber imigrantes.

“O Brasil é um país de acolhimento, um país formado por refugiados. Recebemos sírios, haitianos, homens e mulhers de todo mundo. Assim como abrigamos há mais de um século europeus, árabes  e asiáticos, estamos abertos e de braços abertos para receber refugiados. Somos um país multiétnico”, disse a presidente, sendo intensamente aplaudida pelos governantes mundiais.

G1

Bahia se destaca na produção nacional de leite

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Ocupando a sexta posição nacional, com cerca de um milhão de litros de leite inspecionado produzidos por dia, a Bahia vive um dos melhores momentos na indústria láctea, bem como de derivados do leite – queijos, iogurte, requeijão e outros itens. A afirmação foi feita pelo novo presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios do Estado da Bahia (SindiLeite), Lutz Viana. Ele tomou posse, para o triênio 2015-2018, junto com os demais membros da diretoria, durante o encerramento do 6° Encontro Baiano de Laticinistas. A solenidade foi realizada na noite deste sábado (26), no Gran Hotel Stella Maris. Lutz Viana assume no lugar de Paulo Cintra, que ficou à frente da entidade por 15 anos.

O evento contou com a presença do governador Rui Costa, acompanhado da primeira-dama e presidente das Voluntárias Sociais da Bahia (BVSBA), Aline Peixoto, do secretário da Justiça do Estado, Geraldo Reis, e outras autoridades. Rui frisou que é necessário aumentar a produção rural para que a Bahia deixe de importar itens como leite, frango e ovos, por exemplo. “Precisamos montar uma estratégia para fazer com que produtos lácteos sejam adquiridos pelo poder público e distribuídos a unidades públicas de ensino. Juntamente com o SindiLeite, devemos convencer os prefeitos a fazerem a aquisição do produto e, para isso, organizar a comercialização”.

Apoio do governo

De acordo com Lutz, a indústria de laticínios na Bahia, apesar da longa estiagem dos últimos anos, teve as perspectivas ampliadas a partir de 2007, por meio de ações desenvolvidas pelo Governo do Estado. “Tivemos atendidas nossas necessidades sobre tributação, incentivo aos produtores, políticas voltadas para o campo, a pequenos, médios e grandes negócios. Houve uma evolução muito grande nestes oito anos”.

Ainda de acordo com o novo presidente, nestes primeiros meses de gestão do governador Rui Costa, foi observado que haverá a manutenção das políticas que já vinham apresentando estes bons resultados. “Novas reuniões foram feitas e já está se implantando mais assistências aos produtores. Os programas estão sendo revigorados. Tem um avanço grande para acontecer de agora em diante”.

Homenagens

Na oportunidade, a diretoria do SindiLeite entregou a Rui uma placa pelo apoio do governo ao segmento. A primeira-dama, Aline Peixoto, também foi homenageada pelo trabalho social à frente das Voluntárias Sociais da Bahia.

O sindicato anunciou a doação de recursos financeiros, a serem viabilizados junto aos associados, para projetos das Voluntárias, além de cinco cavalos, também cedidos pela entidade. “São animais aptos a serem utilizados no relevante projeto de equoterapia, com crianças das Voluntárias Sociais, que está se instalando em Jequié”, explicou o diretor financeiro do SindiLeite, Robson Liger.

O governador lembrou ainda que outro projeto de equoterapia também está sendo apoiado pelas VSBA em Salvador. “Este é um estado de muitas potencialidades. Agradeço ao SindiLeite em nome da primeira-dama, Aline Peixoto”, disse Rui