A Gente diz

Festival da Juventude acontece entre 30 de abril e 3 de maio, e as inscrições já se encontram abertas para bandas e artistas conquistenses

festival juventude

As inscrições devem ser feitas até às 18h do dia 13 de abril, segunda-feira, e podem ser escolhidos até seis shows pela comissão julgadora

A terceira edição do Festival da Juventude acontece entre 30 de abril e 3 de maio. Durante o evento, realizado pela Prefeitura de Vitória da Conquista, por meio da Coordenação Municipal da Juventude – ligada à Secretaria de Trabalho, Renda e Desenvolvimento Econômico –, serão promovidas diversas atividades culturais e shows, nos quais os artistas conquistenses também terão destaque.

Para participar da seleção simplificada de bandas que farão parte da programação musical do Festival é simples: a banda ou artista deverá ter trabalho autoral com pelo menos um registro disponível no site Toque no Brasil ou ter CD/DVD com músicas de sua autoria. Além disso, eles devem ter domicílio em Vitória da Conquista; ter sido formada há pelo menos um ano; empresa para representá-los, com CNPJ regularizado e demais documentos necessários para a elaboração do contrato.

As inscrições para a programação musical do Festival da Juventude serão realizadas até às 18h do dia 13 de abril, segunda-feira, através do e-mail: [email protected]. Podem ser escolhidos até seis shows pela comissão julgadora definida pela Coordenação do Festival da Juventude.

Confira a lista de documentos necessários, os critérios de seleção e demais informações a respeito da seleção, acessando aPortaria nº 05/2015.

Mais informações, pelo telefone (77) 3429-3150.

A Conquistense Larissa Rodrigues é convocada para a Seleção Brasileira de Futebol Sub-20

Jogadora conquistense é convocada para a Seleção Brasileira de Futebol Sub-20

A jogadora conversa com a imprensa nessa sexta, 10, no Estádio Municipal Edvaldo Flores, às 10 horas

Na semana passada, Vitória da Conquista foi surpreendida por uma boa notícia: uma atleta da cidade apareceu na lista das jogadoras convocadas para atuar na Seleção Brasileira de Futebol Sub-20. O nome de Larissa Rodrigues está entre os das 28 convocadas pelo técnico Doriva Bueno para a etapa de treinamento visando as competições oficiais de 2016, Sul-Americano e Copa do Mundo.

A jogadora sai de Vitória da Conquista nesse domingo, 12, com destino à concentração, em Pinheiral (RJ), onde fica de 13 a 25 de abril para a 1ª fase da preparação. Antes, Larissa conversa com a imprensa de Vitória da Conquista na sala Rodrigo Vieira Silva, no Estádio Municipal Edvaldo Flores, às 10 horas.

A jogadora, chamada de Larissa Marretinha, tem 18 anos e atua como atacante na seleção feminina do Juventude, onde começou na escolinha do time conquistense, aos 11 anos, jogando entre os meninos. Filha do ex-jogador Iran e treinada pelo também ex-jogador, Claudir Oliveira, Larissa é a única jogadora baiana que foi convocada larissa_jogadora-600x382

Servidores da Saúde, Educação e Segurança devem fazer recadastramento até segunda-feira (13)

Servidor-Público . Caso não façam o recadastramento até a próxima segunda-feira (13), cerca de 20% dos servidores públicos ativos ocupantes de cargos efetivos nas secretarias da Saúde (Sesab), Educação e Segurança Pública (SSP) poderão ter suspenso o pagamento dos seus vencimentos. A suspensão será mantida até que a situação dos servidores não recadastrados seja regularizada. Até agora, 80% dos servidores destes órgãos responderam ao formulário disponível no Portal do Servidor. Devem se recadastrar funcionários que estiverem em atividade nos órgãos contemplados nesta primeira fase do recadastramento, inclusive aqueles contratados em cargo comissionado ou em Regime Especial de Direito Administrativo (Reda) e os que estejam em situação de férias; licença médica, licença prêmio, licença maternidade e outras licenças; à disposição de órgãos dos três poderes (com ou sem ônus); em exercício de mandato eletivo; respondendo a processo administrativo; em readaptação funcional, além de residentes; estagiários e menores aprendizes. O objetivo do recadastramento é validar os locais e jornada de trabalho dos servidores e, com isso, operacionalizar o sistema de recursos humanos do Estado. Além de demarcar informações importantes para os novos gestores da Administração Estadual, o resultado do processo servirá para identificar a existência de possíveis não conformidades, a exemplo do acúmulo indevido de cargos e a incompatibilidade de horários de trabalho. Com informações Secom-Ba.

Policia Civil baiana encontra carga roubada escondida na zona rural de Vitória da Conquista

crimeEm continuação a operação, que resultou na prisão de Tiago de Sousa Oliveira, de 32 anos, e Dermeval Artur Silva Filho, de 41 anos, pelo crime de receptação de carga roubada, a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios (DH), recuperou parte da carga de Eletrônicos roubada no mês passado na região de Itatim. Os eletrônicos foram encontrados na tarde desta terça-feira, 07, numa fazenda localizada nas imediações da Pedra Branca.

De acordo com a polícia, mais de 70 caixas foram recuperadas. Também foram encontrados lacres utilizados para prender as vítimas, restos de possíveis produtos roubados, além de documentos de Tiago, atestando o envolvimento do suspeito no esquema de roubo e receptação de cargas roubadas.

O material foi encaminhado para o Disep, onde será retirada pela seguradora.

Cézar Lima vence o BBB 15 e leva R% 1,5 milhão

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“Dá a Cézar o que é de Cézar”, é assim que Pedro Bial anuncia quem leva o titulo de campeão do BBB15 e R$ 1,5 mi no bolso: Cézar, com 65% dos votos. De joelhos, o brother chora e agradece.Bial começa o discurso apresentando uma série de microcontos para cada participante desta edição:

“Esse elenco incrível. Inesquecível. Apresento uma série de microcontos. Um para cada um de vocês”.

Em seguida, ele continua: “Amanda e Cézar, ambos diante de uma realidade adversa criaram sua própria realidade. Um lance quase psicótico. Assim como Fernando correspondeu a Amanda, a estátua correspondeu a Cézar. Há pensamento consequencial nessa loucura. Lógico. A gente quase não entende, mas percebe tudo. Um vulcão de paixão chamado Amanda. E convenhamos, quem pode fazer frente a paixão”.

Regulamentação para a terceirização do trabalho a um passo para ser aprovado pelo parlamento brasileiro

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A Câmara deve aprovar hoje projeto que regulamenta a terceirização do trabalho e estende a possibilidade da contratação de prestadoras de serviços em todas as etapas da produção, inclusive nas atividades fim das empresas.

Atualmente, apenas os serviços secundário podem ser contratados assim. Por exemplo: uma escola que tem como atividade fim a educação, não pode contratar professores terceirizados, mas pode ter os serviços de vigilância e limpeza terceirizados.

Na Bahia o modelo vem se mostrando um fracasso, com relações suspeitas entre as empresas e o governo do estado, e atrasos de mais de 3 meses nos salários dos funcionários que volta e meia paralisam as atividades.

Analistas viram avanços no projeto, em tramitação há mais de dez anos, porque dará segurança de regras na contratação de trabalhadores.

Para garantir a arrecadação de impostos, o ministro Joaquim Levy fez acordo com líderes do Congresso e incluiu na proposta a determinação de que a empresa que contrata a firma prestadora de serviços fique responsável por recolher a contribuição previdenciária e demais tributos.

 

Luis Fernandes deixa a esposa Ana, e o filho Guilherme e inúmeros amigos em Conquista e região.

Luis Fernandes deixa a esposa Ana, e o filho Guilherme. Jornalista, historiador e funcionário público, Luis era o autor do site Taberna da História VC, que apresenta a história da nossa cidade e de outros municípios da região.

Por  Ruy Medeiros

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Com tanta tristeza no mundo, ainda vem esta: a morte de Luís Fernandes. Veio assim de vez, assustando, trazendo profundo sentimento de perda, sensação do incompreensível. As pessoas contavam ainda continuar ouvindo sua conversa amiga e bem humorada e ler textos novos na sua Taberna da História. Imaginavam, como ocorreu com sua revista dedicada aos cem anos do jornalismo conquistense e com outra dedicada ao ensino em nossa terra, Luís entregando seu texto (já pronto, mas não editado) sobre o esporte em Vitória da Conquista. Muitos já torciam para ver a edição, bem ilustrada, de seu trabalho.

Sei com que dedicação e entusiasmo Luís saia catando pessoas para entrevistar, debruçava sobre velhos jornais e colhia informações. Ultimamente, estava valendo-se da tecnologia: munido de scaner bastão passava-o por sobre páginas e mais páginas dos jornais conquistenses de ontem, ao invés do procedimento anterior de copiar a mão notícias e mais notícias.

As vezes parava o passeio do scaner para ler qualquer outra nota que atraísse. E comentava, perguntava se A ou B ainda viviam ou como poderia contatá-los.

Penso, por isso tudo, que Luís era um misto de jornalista investigativo e historiador. Mas, sobretudo, amigo. Sei, de ciência própria, como era querido no local do trabalho, por seus colegas, e no Curso de Direito, por todos. Amado pelos familiares não há dúvida.

Bom de conversa, já iniciava um causo ou uma anedota conquistense com sorriso pendurado nos lábios e estimulava o interlocutor contar outra historinha qualquer. Com certeza, ele a passaria adiante, como ocorreu com causos de Seu Costa, do Padre Palmeira, de Nita Preta, ou de outros tantos. Deu a seu blog o nome de Taberna – Taberna da História. (http://tabernadahistoriavc.com.br) Bem diz de seu espírito esse nome capaz de fazer entender que História se vive também em hospedarias e bares.

Penso que represento o pensamento de todos em minha imensa esperança de que o poder público se sensibilize o publique a revista que Luís Fernandes escreveu sobre o esporte em Vitória da Conquista. Meu forte abraço aos familiares, colegas e amigos de Luís Fernandes. É terrível compartilhar tristeza. Sua morte não estava combinada com ninguém, taberneiro das coisas conquistense.

Câmara Municipal de Vitória da Conquista realiza sessão especial, dia 9 de abril para comemorar os 60 anos do Instituto de Educação Euclides Dantas- Escola Normal

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Acontece nesta quinta-feira, 9, na Câmara Municipal de Vitória da Conquista (CMVC) uma Audiência Pública em comemoração ao 60 anos do Instituto de Educação Euclides Dantas (IEED), popularmente conhecido como Escola Normal e uma das principais referências em educação no município. A audiência é de autoria do vereador Hermínio Oliveira (SD) e foi aprovada por toda a Casa.

Inaugurada em 20 de março de 1952, a Escola Normal é fruto de um movimento da sociedade conquistense que exigia a instalação de uma escola normativa na cidade. A escola foi construída com recursos federais e estaduais, o município doou o terreno. Segundo o site Taberna da História, o deputado federal Régis Pacheco e outros parlamentares baianos conseguiram verbas da União no governo do Marechal Eurico Gaspar Dutra, destinados à construção da Escola Normal. Participaram da inauguração o governador Régis Pacheco e o prefeito de Conquista, na época, Gerson Sales.

Para a época, o prédio é considerado um projeto inovador, estruturado com base na ideia de modernidade e progresso. Já prenunciava o que a cidade poderia se transformar a partir dos investimentos em educação, naquele caso, uma instituição formadora de professores. Vitória da Conquista atualmente é considerada um polo educacional, abrigando faculdades particulares e três universidades públicas, um estadual e duas federais.

Em 60 anos de história a Escola Normal preparou milhares de professores e chega aos dias atuais ainda como uma referência em educação.

SERVIÇO Audiência Pública: 60 anos de IEED Data: 9 de abril Local: Plenário Carmen Lúcia Horário: 8h30min

Entrevista com o Governador Rui Costa – Bahia 07 de Abril 2015

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Olá, tudo bem? Eu sou Edmundo Filho e este é o nosso encontro semanal com o governador Rui Costa.

Edmundo:

Governador Rui Costa, é com alegria e satisfação que voltamos a conversar e a novidade essa semana vem para a mobilidade urbana de Salvador, com a entrega de mais uma estação e a presença do ministro Gilberto Kassab, ministro das Cidades. Tudo bem, governador?

Governador Rui Costa:

Tudo bem. Dia nove, quinta-feira, eu vou estar com o ministro das Cidades fazendo a entrega de mais uma estação. É a Estação do Bom Juá. E no mês de junho nós concluímos e entregamos a Estação de Pirajá. Eu diria que a conclusão dessa primeira etapa, dos tão sonhados 12 quilômetros que, infelizmente no passado, levou muitos anos para ser construída, e nós concluímos aí em pouco tempo o sonho do baiano e da baiana de andar de metrô. Será a primeira grande integração e já estamos conversando com a Prefeitura de Salvador, com os empresários de ônibus, no sentido de fazer a integração. E nós devemos dar um grande salto no uso do metrô com o funcionamento da Estação de Pirajá.

Edmundo:

Governador Rui Costa, temos aqui várias participações populares e o motorista Roseval dos Santos, ele é morador de Piatã:

Roseval dos Santos:

O metrô vai estar pronto em 2020, será?

Rui Costa:

Antes disso, Roseval. Nós devemos concluir essa etapa da linha um e da linha dois até o ano de 2017. Nós vamos soltar mais uma licitação agora, que é de Pirajá até Águas Claras e no trecho da Avenida Paralela ela está toda licitada e, portanto, você, que mora na Orla de Salvador, poderá usar uma das duas avenidas que nós estamos construindo, uma na verdade já construída que é a Avenida Pinto de Aguiar, que vai se conectar com a Avenida Gal Costa e, mais na frente, a Avenida Orlando Gomes, que vai se conectar com a Avenida Vinte e Nove de Março. Portanto, facilitando e muito o acesso às estações do metrô de Pituaçu e do Bairro da Paz.

Edmundo:

Governador, nós também fomos às ruas para saber como é que as pessoas estão vendo as intervenções do Governo do Estado na mobilidade urbana de Salvador. O Genildo e a Cristina estão comemorando algumas intervenções e a chegada das Linhas Azul e Vermelha:

Cristina:

Essa, que vai daqui para a BR, eu acho que vai ser importante, que vai desafogar o trânsito. E para mim, que viajo bastante, para mim é um adianto, que já sai na BR.

Genildo:

Rapaz, eu acho que vai fluir mais o trânsito, não é? Porque, como eles fizeram aquela via que vem da BR para sair lá em São Joaquim, a Via Expressa, não é, então a tendência é melhorar mais, não é?

Rui Costa:

Olha, não tenho dúvida: essa cidade vai mudar completamente a forma de se locomover, porque são as primeiras grandes avenidas transversais que ligam a Baía-de-Todos-os-Santos, a Orla do Subúrbio, até a Orla Atlântica. Então, a primeira ligação aqui foi batizada de Azul que é a Gal Costa, que liga o Lobato, onde vai ter um túnel – que inclusive já está sendo construído –, então sai do Lobato e vai até a [Avenida] Pinto de Aguiar, até a Orla. E a outra é de Paripe até a Orlando Gomes, até a Orla também, de Patamares, onde as pessoas terão 21 quilômetros nessa avenida para facilitar todo o tráfego, inclusive o miolo da cidade, aquela região de Pau da Lima, de Cajazeiras, de Águas Claras, do Subúrbio, terão muito mais facilidade para se locomover. Você imagine que o povo todo do Subúrbio poderá chegar rapidamente à estação ou de Pirajá – porque nós teremos um túnel e um grande elevado que vai deixar as pessoas dentro da Estação de Pirajá – ou mais na frente, na Estação de Águas Claras/Cajazeiras.

Edmundo:

O pedreiro Valmir Pereira dos Santos mora em Cajazeiras. Ele usa muito a bicicleta diariamente em seu deslocamento.

Valmir Pereira:

Governador Rui Costa quero saber dessa linha que o senhor está construindo, se vai ter ciclovia para a gente ir e voltar do nosso trabalho, a gente que anda de bike (bicicleta)?

Rui Costa:

Valmir, todas as avenidas que nós estamos fazendo – estas de 21 quilômetros que envolve Orlando Gomes e Vinte e Nove de Março terá ciclovia e a [Avenida] Pinto de Aguiar tem ciclovia e ela continua com a [Avenida] Gal Costa que também terá ciclovia até o Lobato. Portanto, a população poderá usar bicicleta para chegar na estação do metrô, onde nós teremos um bicicletário, ou seja, as pessoas poderão deixar sua bicicleta lá, com cadeado, guardada, para quando voltar do trabalho pegar sua bicicleta e ir para casa.


Edmundo:

Governador Rui Costa, as intervenções também atingem a Região Metropolitana de Salvador?


Rui Costa:

Sim. Primeiro na capital ainda temos a licitação do VLT no Subúrbio, que é o Veículo Leve sobre Trilho, que vai substituir o atual trem. Ele sai de Paripe e vai até o Comércio. E na Região Metropolitana nós também teremos um VLT. Nós estamos desenvolvendo o projeto. O VLT vai ligar Dias D’Ávila, Camaçari e Simões Filho até o metrô de Salvador. Então, nós teremos duas ligações: uma na estação do aeroporto e outra na estação de Cajazeiras-Aguas Claras. Portanto, nós teremos toda a Região Metropolitana interligada também com o VLT. Então, o VLT primeiro trecho e a primeira etapa envolverá Simões Filho, Camaçari e Dias D’Ávila e o outro trecho chegará até as cidades de Candeias e São Francisco do Conde. E, posteriormente, avançando no sentido de Pojuca, Catu e Alagoinhas.

Edmundo:

Governador Rui Costa, muito obrigado pela participação em nosso programa, em uma semana em que se comemora o Dia do Jornalista. Um abraço e até o nosso próximo encontro.

Rui Costa:

Um abraço e eu deixo o meu abraço aqui a todos os jornalistas, essa categoria que é um pilar fundamental da democracia que é a liberdade de expressão. E quem materializa essa liberdade de expressão é o jornalista. Então, o meu abraço, um grande carinho e vai ser uma semana cheia de trabalho para vocês e para o governador. Forte abraço!

Prefeito de Cordeiros Edvar Ribeiro da Silva manifesta em nota, em sua página pessoal no Facebook, felicitações pelo aniversário de sua cidade. “PARABÉNS CORDEIROS PELOS SEUS 52 ANOS !”

1511414_178973802310676_378382729_nNa abertura da nota, o gestor expoem uma citação em parentes, sentetizando o que para ele deve ser, a missão e um conceito de um governante. Que diz: “uma cidade é sempre mais importante do que quem a governa. Uma cidade é sempre maior do que projetos pessoais e políticos de qualquer um”.

“Neste 07 de Abril desejamos que cada munícipe seja um ponto de apoio nesta construção diária, com valores sólidos, que ajude preparar as crianças e jovens, neste processo contínuo de transformação. Semear ações e colher conquistas, buscando no presente o futuro! Desejamos que as conquistas da comunidade sejam sempre crescentes, demonstrando que somos nós que fazemos o amanhã e que nossa perseverança é a luz que ilumina o caminho rumo a uma cidade mais justa. Parabéns gente guerreira que tem vontade de vencer! Gente que com seu trabalho diário constrói o desenvolvimento da cidade. Parabéns a todos que diariamente cumprem sua missão, contribuindo assim com o desenvolvimento do município, buscando sempre novos projetos e aceitando o desafio de fazer mais e melhor, não desistindo e não perdendo de vista esperança. Não existem fronteiras ou limites para alcançarmos nossos objetivos. Acreditando nisso que a nossa equipe vem trabalhando com afinco, superando dificuldades, transpondo obstáculos, para promover qualidade de vida melhor para todos. Na lida estamos amadurecendo nossas habilidades, lapidando nosso crescimento profissional. Buscando acertar, servir melhor. Quem ama, cuida! Façamos uma prece neste aniversário de Cordeiros, vamos pedir a Deus por todos nós, saúde e sabedoria, para que toda energia positiva de um povo seja absorvida pela nossa cidade. Cordeiros merece que lutemos por ela, pela saúde, educação, segurança, pela infra-estrutura, pela ação social, pelo emprego e renda. Mais cidadania, habitação, proteção ao meio ambiente, apoio as iniciativas comunitárias, às crianças, aos jovens, adultos e à melhor idade. Mais entusiasmo, esperança e satisfação pessoal tanto para os homens do campo, como da cidade. Tudo isso, ainda é pouco para quem merece muito mais. Em especial, seguimos dispostos a servir ao lado daqueles que acalentam sonhos e desejam construir, com muita garra, um futuro melhor para nós e para as gerações de nossos filhos”. Edvar Ribeiro da Silva Prefeito do Município de Cordeiros. Bahia.

Novo gestor da Defensoria Pública baiana diz que o órgão terá uma atuação mais fortalecida nas cidades do interior e mais próxima do cidadão.

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por Cláudia Cardozo. Fotos: Vanda Amorim/ DP-BA

O novo defensor público geral da Bahia, Clériston Macêdo, que assumiu o cargo há pouco mais de um mês, conta, em entrevista ao Bahia Notícias, os desafios que encontrará para gerenciar a instituição nos próximos dois anos. Eleito em janeiro deste, após concorrer três vezes ao cargo, Clériston afirma que observou que a Defensoria nos últimos anos “estava se afastando um pouco dessa atuação junto às cidades do interior”. Com um quadro de 267 defensores e um déficit de 316 para atender todo o estado, o desafio será interiorizar as ações da instituição com o curto orçamento aprovado pela Assembleia Legislativa da Bahia, aprovado para o ano de 2015. c que estabelece a interiorização da Defensoria Pública em todo o país. Para tentar equilibrar as contas, o defensor geral adianta que publicou uma portaria para otimizar os custos da instituição, para se adequar a “realidade econômica financeira do Estado da Bahia, que atravessa um momento de fragilidade”. “A Defensoria Pública vai dar sua contribuição, porque a gente não está solto no sistema. É uma instituição pública, com dinheiro público e a gente precisa otimizar os gastos públicos”, explica. O gestor também afirma que está tomando conhecimento da situação da Defensoria no cargo. “Do período da eleição, da nomeação até a posse, foi um período muito curto. As coisas aconteceram muito rápidas e eu não tive acesso às informações que eu solicitei da anterior administração. Além de o tempo ser exíguo, a própria dinâmica da posse, isso fez também que eu não tivesse condição de me abarcar de todo a situação da Defensoria. Eu estou tendo conhecimento da situação no cargo”, pontua. Clériston Macêdo conta que, apesar da instituição estar em boa parte das grandes cidades do interior, é preocupante que ainda não tenha um defensor público no oeste baiano. Ainda há 20 aprovados no último concurso para defensores, realizado em 2010, para serem nomeados, entretanto, segundo Clériston, alguns já sinalizaram que não tem mais interesse no cargo. Outra preocupação do novo gestor do órgão é a criação de novas varas judiciais pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). “Toda vara que é instalada, em tese, precisa de no mínimo, um defensor público”, sinaliza.

O que te levou a sair candidato ao cargo de defensor público geral?
Eu comecei a carreira como defensor público em 2000, na comarca de Jaguaquara. Depois, fui promovido para a comarca de Mata de São João. E, por fim, vim promovido para Salvador.  Aqui em Salvador, eu fui secretário da Associação dos Defensores Públicos da Bahia por quatro anos, depois eu assumi o cargo de subdefensor-geral por três anos e meio. Pedi para sair da subdefensoria e voltei para a minha área de atuação, que era a 3ª Vara de Família. Nesse ínterim, aí eu fui candidato por três vezes a defensor geral, sempre figurando com o segundo maior número de votos nas eleições. Essa eleição que eu ganhei, foi a quarta que eu participei. O que me motivou foi a vontade de fazer uma Defensoria Pública aproximada do cidadão, cumprindo a sua missão institucional, fazendo com que a Defensoria ficasse mais fortalecida nas cidades do interior – eu fiquei por quase cinco anos no interior por opção. Eu observei que a Defensoria estava se afastando um pouco dessa atuação junto às cidades do interior. Entendo que a Defensoria ainda é uma instituição nova, é a caçula do sistema de Justiça. Ainda existem vários conceitos que precisam ser solidificados com relação à Defensoria Pública, que precisam dar visibilidade ao trabalho que realiza, os serviços que são prestados, que a grande população ainda não tem conhecimento dos serviços prestados, que podem às vezes, causar um sentimento contraditório, porque ainda é uma instituição nova e não tem orçamento compatível com a missão constitucional de dar acesso à Justiça – não só ao Judiciário. Nessa gestão, queremos enfocar o trabalho da mediação, da solução alternativa de conflitos, extrajudicial. Um acordo de mediação, às vezes, não é tão bem construindo sem a presença de um defensor. A busca por um melhor orçamento para fazer um trabalho extrajudicial, isso é algo que vai fazer parte da minha gestão nesses dois anos. Mas para isso ser concretizado, eu preciso de mais defensores, eu preciso de servidores efetivos, de carreira, o que hoje nós não temos, a gente precisa de fortalecer a identidade institucional, e isso se faz com um conjunto de ações. Talvez o maior desafio desse ano seja compatibilizar o orçamento que foi aprovado com uma necessidade de fortalecimento institucional, que não necessariamente possa se dizer que é gasto. Com base nisso, eu já publiquei uma portaria otimizando os custos da conta pública, se adequando a realidade econômica financeira do Estado da Bahia, que atravessa um momento de fragilidade. A Defensoria Pública vai dar sua contribuição, porque a gente não está solto no sistema. É uma instituição pública, com dinheiro público e a gente precisa otimizar os gastos públicos. A gente ainda pretende encaminhar projetos de lei para dar uma modernizada na própria Defensoria Pública. Eu já convoquei um grupo para apresentar um anteprojeto de modificação da Lei Complementar 26/2006, que não representa mais uma Defensoria Pública moderna, porque de 2006 para cá já houve muita modificação legislativa, como a Emenda Constitucional 80, de maio do ano passado, que deixou de forma muito clara a necessidade da interiorização da Defensoria Pública, em oito anos – mas que em maio, teremos só sete anos. É importante que se faça essa atualização para que a gente faça frente às novas demandas e necessidades da instituição, que, por conseguinte, vai aproximar a instituição do público alvo.
Como foi que o senhor recebeu a instituição da sua antecessora e quais são seus planos para melhorar a Defensoria Pública da Bahia?
Do período da eleição, da nomeação até a posse, foi um período muito curto. As coisas aconteceram muito rápidas e eu não tive acesso às informações que eu solicitei da anterior administração. Além de o tempo ser exíguo, a própria dinâmica da posse, isso fez também que eu não tivesse condição de me abarcar de todo a situação da Defensoria. Eu estou tendo conhecimento da situação no cargo. Solicitei algumas audiências para que eu pudesse demonstrar a situação que eu já identifiquei. Eu fui ao Tribunal de Contas [do Estado] e me encontrei com o presidente, para buscar uma forma de estreitar a relação entre a Defensoria e o Tribunal de Contas, responsável pela análise das contas da Defensoria Pública, através de pareceres técnicos, apontarem situações a serem corrigidas ou melhor implantadas. Ainda não tenho ideia completa do quadro que se encontra a Defensoria Pública. Já busquei um ajuda da auditoria do Estado para observar alguns contratados que eu tive conhecimento que estão necessitando de um olhar mais acurado. E isso não é uma auditoria – isso é apenas uma verificação, porque não houve tempo hábil de transição. Eu preciso, enquanto gestor, de me resguardar da situação que eu encontrei. De forma muito tranquila, cuidadosa e responsável, eu estou tentando colocar a situação que eu encontrei para o próprio órgão de auditoria. Não obstante a isso, peguei uma situação junto aos defensores do interior que houve uma modificação de lotação desses defensores na semana que antecedeu a minha posse. Algumas cidades que tinham defensores na área, principalmente de execução penal como em Valença, que tem um presídio, os defensores foram tirados e designados para comarcas que não tinham presídios. E eu tive que fazer essa reformulação, com uma portaria, designando outros colegas para suprir essas vagas deixadas, para reestabelecer a rotina de trabalho, como por exemplo em Simões Filho. Já sobre a minha relação com os Poderes, nesse momento é mostrar que existe um novo gestor, com novas ideias, com nova ideologia a ser implementada nesse biênio, demonstrar isso para aquelas secretarias do Estado e municipais. Para as instituições coirmãs, como Defensoria Pública da União e Ministério Público, a gente vai propor uma aproximação. No primeiro momento, a gente buscou conversas com as secretarias do Estado que tenham uma transversalidade de assuntos que possam convergir entre a secretaria e Defensoria, que possam beneficiar a população. Já estive com o secretário de Justiça, de Segurança Pública, de Assuntos Institucionais, Secretaria da Mulher, da Reparação Racial, para que a gente possa organizar a atuação. Primeiro, a gente quer mostrar que a Defensoria tem como atuar de forma conjunta em determinados temas, e vai atuar de forma autônoma, como a situação da paternidade responsável- que são exames de DNA gratuito para quem não tem condição de pagar. Eu pretendo implantar um projeto para estender essa atuação extrajudicial em cidades que não tem Defensoria Pública, através de centros sociais urbanos, de trabalho itinerante. Porque existe uma Defensoria Pública especifica de itinerância, que eu pretendo realizar, que nos últimos anos não estava sendo utilizados. E algumas ações, em parceria com a Defensoria Pública da União.
Quais são os desafios de sua gestão? Quais são suas propostas para contornar esses problemas, principalmente pela falta de servidores para atividade meio e defensores públicos? Mas antes, queria que contasse como é o quadro da Defensoria neste momento.
Hoje, nós temos 267 servidores para toda a Bahia. A Lei de 2006, que já é uma lei ultrapassada, prevê o número de 583 defensores públicos para todo o estado. Portanto, de 2006 para 2015, nós chegamos há um pouco mais da metade do quadro, e ainda sim, esses 583, de acordo com um estudo do Ipea, representam a metade do que deveria ter de defensores públicos na Bahia, que seriam mais ou menos 1100 defensores. Nós estamos distribuídos hoje em 164 defensores públicos atuando em Salvador, 103 atuando no interior, e estamos presentes em 23 comarcas. Ainda é um número insuficiente e tímido de atuação da Defensoria Pública, apesar de estarmos presentes em grandes cidades como Itabuna, Ilhéus, Conquista, Juazeiro, Feira de Santana, Senhor do Bonfim e Santo Antônio de Jesus. Mas por outro lado, nós não estamos presentes em Barreiras, Luís Eduardo Magalhães. Não estamos presentes em uma comarca que tem um sistema prisional, que é Eunápolis, e isso acaba comprometendo o sistema prisional. Se a gente atua em determinado presídio, se aquele preso é transferido para Eunápolis, a gente não dá continuidade ao acompanhamento, porque lá não tem defensor público. A gente precisa de defensor público em Eunápolis, mas a gente não tem de onde tirar. Existe um concurso em vigência, que foi realizado em 2010, com término no início de junho desse ano. É termo final mesmo, e eu tenho ainda um saldo de 20 aprovados, que já não vão todos tomarem posse – e eu vou publicar o pedido de desistência de muitos, porque não tem mais interesse em assumir. Não sei quantos realmente tem interesse em assumir, mas imagino que sejam uns 15 aprovados que tomariam posse. Ainda que consigamos,e a gente vai lutar por isso, a situação no interior não vai estar resolvida. O maior desafio dessa gestão é realmente tornar efetiva a proposta de interiorizar os serviços da Defensoria Pública. Não existem mais cargos a serem providos na capital, apesar de que, a Defensoria Pública está a todo o momento sendo surpreendida com a criação de novas varas judiciais. Recentemente foi inaugurada a 2ª Vara da Violência Doméstica contra a Mulher, e é necessário colocar dois defensores públicos nessa unidade. Então, a gente tem uma demanda, e eu vou ter que buscar uma forma de resolver essa questão. E pelo que eu vi do presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, em entrevista, vai continuar existindo, porque ele pretende inaugurar algumas varas, descentralizando o Poder Judiciário. Mas para nós defensores públicos, que entendemos que é importante a descentralização, acaba chegando para nós como um problema a ser resolvido, quando não foi, de alguma forma, dialogado com a gente. Toda vara que é instalada, em tese, precisa de no mínimo, um defensor público. Nessa vara de Violência Doméstica, existe uma peculiaridade, porque a Defensoria Pública, na área de Violência Doméstica, através da Lei Maria da Penha, atua na defesa da vítima e na defesa do suposto agressor. Então, atua nos dois polos. Eu não posso nesse momento – e não devo – tirar defensores do interior, que já está sofrendo um êxodo de defensores para capital. Se eu fizer isso, estou indo contra a política de interiorização que eu defendo. Também foi instalada a Câmara do Oeste, e eu não tenho um defensor público em todo o oeste da Bahia. Não tenho defensor público de primeiro grau, muito menos de segundo grau. Existe uma situação que eu estou recebendo que eu preciso dialogar com todos os poderes, para mostrar a Defensoria. Esse sistema precisa funcionar de forma razoável com todos os atores. Quando um dos atores desse sistema não está funcionando devidamente, a gente precisa se reunir, para ver de que forma todos podem chegar a uma situação que não resolva de imediato, a curto e médio prazo, mas que seja de longo prazo. Nós precisamos fazer um planejamento. Por isso que eu defendo a interiorização de forma gradativa e por isso que temos esse anteprojeto de lei de modernização da Lei Orgânica da Defensoria, de vincular inicialmente a Defensoria nos 27 territórios de identidade. Hoje, nós não estamos presentes em todos os territórios de identidade. Também quero compatibilizar a atuação da Defensoria Pública, inicialmente, como forma de cumprir o que a Constituição determina, com relação à interiorização, inicialmente, provendo todos os territórios com defensores. Com relação à atividade meio, nós não temos servidores efetivos. Existe um projeto encaminhado, que está na Assembleia Legislativa, que a gente pretende futuramente dialogar de que forma a gente vai implementar, também de forma gradativa, porque eu entendo que o momento econômico do Estado não é o ideal, mas a gente precisa dentro do possível traçar determinadas prioridades. Na Defensoria, tudo é prioridade, e é por isso que eu estou buscando esses contatos com todos os Poderes, para em um segundo momento, apresentar as soluções para os problemas que eu tenho identificado.
A Defensoria sofreu um corte orçamentário quando o projeto de Lei do Orçamento de 2015 foi votado. Em entrevista com a presidente da Associação dos Defensores Públicos da Bahia (Adep), foi dito que haveria conversas para garantir uma suplementação do orçamento da Defensoria. Já há alguma conversa nesse sentido?
Nesse momento, ainda não tive nenhum contato, solicitando esse tipo de suplementação orçamentária. Até porque suplementação orçamentária no primeiro semestre é muito difícil de ser realizada, porque o ano orçamentário começa em fevereiro, e aí tem o carnaval, e o próprio calendário dificulta. Mas vou fazer, é fato, porque o orçamento aprovado não faz face a despesas para todo o ano da instituição. Darei conhecimento ao Executivo que o orçamento aprovado não é suficiente. Com relação ao orçamento, eu vou inovar, vou tornar público o orçamento, para se tornar um orçamento participativo, porque a gente percebe que as demandas da Defensoria são colocadas por nós defensores, talvez não tenha a ressonância que deveria ter. Eu vou chamar a população, a sociedade civil, o Poder Legislativo e o Executivo para também estarem presentes em algumas audiências públicas que eu vou convocar, para que a gente possa discutir o orçamento do ano que vem. Porque tudo é prioridade. A gente entende o momento econômico que o país passa, especificamente o Estado da Bahia também, mas enquanto gestor, não posso me furtar da obrigação de mostrar o que a Defensoria Pública precisa, do que precisa ser implementado. E isso pode e deve ser construído com toda sociedade. As audiências começarão em abril deste ano.
Como é que os serviços extrajudiciais de mediação e conciliação podem ser benéficos para o cidadão, desafogar o Judiciário e diminuir a demanda da Defensoria, em face de sua estrutura?
A gente conta com o apoio de estagiários de direito, que a gente capacita e estão sob uma coordenação de defensores públicos, que a gente faz esse trabalho de mediação, como uma forma também de diminuir o trabalho do defensor da unidade judiciária. É um sistema integrado. Quando a gente faz um trabalho de mediação, antes de ajuizar a ação, a gente também está ajudando o defensor, para que ele tenha audiências judiciais e processos que sejam efetivamente objetos de um trabalho judicial, não um trabalho que poderia ter sido feito previamente. Como a gente não tem essa estrutura, de um núcleo de mediação da forma ideal, a gente trabalha naquilo que é possível, de forma voluntariosa de alguns estagiários, com defensores que acumulam atuações, principalmente na mediação, e assim a gente consegue diminuir bastante a questão judicial da Defensoria. Isso precisa ser melhor implementado e fazer parte de uma política pública da Defensoria. É uma das missões institucionais, de acordo com a Lei 832 e a própria Lei 26 – Lei orgânica da Defensoria Pública. Nós, defensores públicos, temos muito cuidado na elaboração de acordos, para que eles não sejam futuramente descumpridos e aquilo que deveria ter sido resolvido melhor na mediação se faz, talvez, de uma forma rápida e gera uma necessidade de uma ação judicial para se fazer outro acordo. Se um problema não for bem trabalho no início, pode gerar dois problemas.
Deixamos o espaço aberto aqui para suas considerações finais.
Eu vou chamar o cidadão para construção de uma política de acesso à Justiça, através desse orçamento participativo. Por quê? Um orçamento participativo vai delimitar a atuação político-institucional para o ano que vem e para os próximos anos. Assim, a sociedade vai se empoderar também de uma instituição que foi idealizada pelo Poder Constituinte, como uma instituição cidadã, que tem dentro da sua missão essa razão de existir, que é o acesso das pessoas à Justiça, não só ao Judiciário. Eu vou buscar trazer para a administração o que fiz nesses 15 anos como defensor público, na área de família, que é a mediação. Eu preciso dialogar com todos, mostrar para todas e todos a instituição que foi criada com esse mister de dar voz a quem não tem voz, de buscar o direito daquele que, em tese, acha que não tem direito. Todas as instituições são importantes no Estado Democrático de Direito, e como nós fazemos parte de um todo, uma instituição enfraquecida compromete todo sistema democrático. A Defensoria faz parte desse todo. Ela precisa se fortalecer para que todo o Estado brasileiro seja fortalecido. Não passa por mim a solução solitária desse problema. Eu preciso ter parceiros e parceiras, sensibilizar as pessoas de que quando me cobram defensores públicos no interior – recebo diariamente solicitação. Quando eu nego, na realidade, é uma negativa com muita vontade de dizer sim, porque o que eles querem é o que a Defensoria quer, é o que eu quero, mas infelizmente, não tem como nesse momento. Por isso que eu preciso fazer esse trabalho de divulgação da situação que a Defensoria se encontra, para que todos saibam como é que a Defensoria está e de que forma a gente pode construir uma nova Defensoria. Afinal de contas, esse foi o lema da minha campanha: ‘uma nova história, uma nova Defensoria’.

Momento é de solidariedade, não de oportunismo, rebate secretário de Comunicação

  
Momento é de solidariedade, não de oportunismo, rebate secretário de Comunicação

Foto: Manu Dias / GOVBA
O secretário de Comunicação da Bahia, André Curvello, lamentou “o nível de desinformação” do deputado estadual Sandro Régis (DEM), que criticou a propaganda do metrô de Salvador. “Sandro é um amigo querido, mas faço questão de apresertar-lhe a verdadeira revolução que está acontecendo na mobilidade urbana de Salvador. Além dos viadutos do Imbuí, das alças da Avenida Luis Eduardo Magalhães, do Curralinho, da Via Expressa Baía de Todos os Santos, o governo está viabilizando o metrô de uma vez por todas. No próximo dia 9, por exemplo, será inaugurada a Estação Bom Juá. Podem até torcer contra, mas a cada dia o metrô vai se consolidada como uma realidade para melhorar a vida da população”, afirmou em nota encaminhada ao Bahia Notícias. De acordo com Curvello, as obras da Linha 2 já foram iniciadas e devem chegar ao Aeroporto em 2017. Sobre o acidente que resultou no rompimento da adutora no local onde acontecem obras do metrô no último dia 1º, o secretário pediu responsabilidade aqueles que tentam se utilizar do sofrimento alheio para se promover politicamente. “É um momento de solidariedade, não de oportunismo”, rebateu. De acordo com o secretário, os trabalhadores da Embasa estão se empenhando desde o início, trabalhando 24 horas por dia. É um desrespeito criticar a Embasa num momento tão grave como este”, opiniou.