A Gente diz

Esporte – TUDO PELA LIDERANÇA – rumo a competição estadual e a Copa do Brasil

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O BODE que é líder de seu grupo, com 100% de aproveitamento, abdicou da folga

proporcionada pelo carnaval, para trabalhar o time e manter a boa forma de seus

atletas, visando a competição estadual e a Copa do Brasil, competição essa que lhe

dará uma boa compensação financeira, pois o campeonato estadual sabemos que é deficitário e caro. Pela participação na Copa, o Bode receberá cerca de $200 mil reais,da CBF e, ainda, poderá arrecadar uma quantia razoável, no jogo contra o Palmeiras, no próximo dia 4 de março, dependendo da compreensão dos torcedores e simpatizantes que terão uma grande oportunidade de ajudar o time a superar sua carência de recursos financeiros para efetuar novas contratações, visando as próximas competições em que tomará parte. Portanto, torcedor, vamos encher o Lomantão, no dia 4 de março, e nesse domingo, quando o Bode terá pela frente outro líder do estadual. Por certo será um jogo de bom nível técnico, pois se os dois times ocupam a liderança de seus grupo é porque têm qualidade e competência para tal, inclusive superando os dois grandes da capital. Temos que incentivar nosso representante e ajudá-lo a superar os adversários para chegar na reta final com vantagem. Por certo o jogo de domingo atrairá um número expressivo de torcedores, primeiro, pelo bom futebol que o time vem apresentando, segundo, porque o adversário é uma equipe que neste início de campeonato também está com aproveitamento igual ao Bode, por isso é que esta partida poderá ser um divisor de águas para os dois times. Pelo que apresentou até agora, aliado ao fator campo e torcida, creio que o alviverde tem tudo para somar mais três pontos e se manter na liderança da competição, posição que poderá segurar, pois tem um bom elenco e treinador competente, além de contar para as próximas jornadas com a experiência e categoria do Paulo Almeida, jogador que irá ajudar, e muito, seus companheiros dentro de campo, além de ser um ponto de apoio do treinador na postura tática e conjunto da equipe. Pelo passado desse atleta e conhecimento adquirido ao longo de sua trajetória nas grandes equipes, o Bode só tem a ganhar. Pra cima deles Bode,tudo pela liderança.

COMENTÁRIO –  sexta feira – 20 de fevereiro de 2015

De: Ubaldino Figueiredo

Campanha da Fraternidade terá como tema Igreja e Sociedade e o lema ‘Eu vim para servir’

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A Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou nesta quarta-feira (18) a Campanha da Fraternidade 2015. O tema escolhido este ano é Fraternidade: Igreja e Sociedade e o lema “Eu vim para servir”. A ideia é aprofundar, a partir do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a sociedade como serviço ao povo brasileiro. A campanha propõe ainda buscar novos métodos, atitudes e linguagens na missão da Igreja de levar a palavra a cada pessoa. O secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, lembrou que o momento escolhido para o lançamento da campanha – o início da Quaresma – é considerado de extrema importância para a Igreja. “Queremos ajudar a construir uma sociedade mais humana e mais divina”, disse. “Sermos pessoas de fermento na massa. Esse é o desejo da campanha.”, asseverou.

Copa do Nordeste – Vitória e Bahia vencem na noite de quarta

Ocopa nordeste Vitória passou a dividir a liderança do Grupo A da fase de classificação da Copa do Nordeste após vencer o América de Natal, por 2 x 1, em jogo realizado nesta quarta-feira, à noite, no Barradão. Os dois times estão com 6 pontos ganhos e o alvirrubro potiguar tem melhor saldo de gols. O América marcou 7 gols e sofreu 3, saldo de 4, enquanto o rubro-negro baiano marcou 5 gols e sofreu 3, saldo positivo de 2. Os dois times voltam a se enfre ntar dia 3 de março, às 22 horas, na Arena das Dunas, em Natal, pelo segundo turno. A Quarta-feira de Cinzas terminou com um triunfo emocionante do Tricolor. Jogando no pequeno estádio Barrettão, em Ceará-Mirim, no interior do Rio Grande do Norte, o Bahia venceu o Globo por 2 a 1, de virada, e se manteve na liderança isolada do Grupo E da Copa do Nordeste. Após três rodadas, o time soma 7 pontos ganhos. Os três de agora vieram graças a dois gols no final da partida marcados pelo atacante Maxi Biancucchi, que começou no banco de reservas e entrou aos 18 minutos do segundo tempo. O próximo compromisso é domingo, contra a Jacuipense, às 16h, pelo Campeonato Baiano. Embora o mando de campo seja do adversário, o duelo ocorrerá no estádio de Pituaçu

Governo Dilma atrasa pagamento do Pronatec

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Foto: Alberto Wu / Futura Press

O governo federal deixou de pagar as aulas dadas desde outubro pelas 500 escolas privadas participantes do Pronatec, programa que oferece cursos técnicos gratuitos subsidiados pela União. O programa foi um dos destaques na campanha da presidente Dilma Rousseff (PT). Por causa do atraso, donos de instituições de ensino dizem que estão tendo de pegar empréstimo bancário e adiar pagamento de professores. Escolas afirmam ainda que, se a situação persistir, terão de deixar o programa. O Pronatec prevê que a União repasse recursos referentes ao número de alunos que cada escola possui no programa. A verba costumava chegar às escolas nas primeiras semanas de cada mês. Para a maioria das instituições, o último repasse ocorreu em novembro, pelas aulas dadas em setembro. Estão atrasados os pagamentos referentes aos meses de outubro a janeiro. Em nota, o Ministério da Educação afirmou que o repasse de janeiro não foi feito devido ao atraso na aprovação do Orçamento de 2015. Mas não explicou o problema dos meses de 2014.

Beija-flor é escola campeã no Rio de Janeiro pela 13ª vez

xIMAGEM_NOTICIA_5.jpg.pagespeed.ic.zVElOc_mBFA Beija-Flor de Nilópolis venceu o carnaval do Rio de Janeiro, com enredo que exalta cultura e alma africana. A escola foi a terceira a desfilar na Sapucaí na última segunda-feira (16) e conquistou nesta quarta-feira (18) seu 13º título. Em 2014, a escola ocupou a 7ª colocação da lista. Apoiada pela Guiné Equatorial – país que vive sob ditadura e que foi homenageado no desfile -, a Beija Flor abusou do luxo, da tradição, da perfeição técnica e da empolgação dos integrantes. “Sentimento de dever cumprido. Ficou engasgado o resultado do ano passado”, disse ao G1 Neguinho da Beija-Flor, que completa 40 anos de escola em 2015.

Carnaval conquistense termina com um morto e dois feridos na Praça da Escola Normal

m2w O último dia de carnaval de Vitória da Conquista, na última terça-feira (17), foi marcado por cenas de violência no fim da festa. Um tiroteio em plena Praça da Escola Normal acabou na morte de Davison Oliveira dos Anjos, 18 anos. Um homem foi alvejado no peito e uma garota foi atingida de raspão na perna. As outras vítimas foram socorridas pelo Samu 192 e levadas para o hospital São Vicente. Sara Eduardo Porto, 22 anos, foi atendida e liberada. Marcos Oliveira Pereira, 20 anos, teve que ser transferido, em estado grave, para o Hospital de Base. A polícia investiga o crime e não descarta do homicídio estar relacionado a uma rixa de gangs de dois bairros da cidade.       Foto: Blitz Conquista Um tiroteio, em meio à multidão, resultou com três pessoas baleadas na noite de   Foto: Blitz Conquista Testemunhas disseram que dezenas de pessoas começaram a arremessar garrafas de vidros nos militares. Um deles ficou levemente ferido. As primeiras informações dão conta de que a morte de Davison pode estar relacionada a uma rixa entre gangs do bairro Kadija e Nossa Senhora Aparecida. A Polícia Civil investiga o crime. Fonte: Blitz Conquista Identificado jovem morto no circuito do carnaval de Vitória da Conquista

Bahia: Vivo está proibida de habilitar novas linhas no DDD 77

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O Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ/BA) voltou a proibir a Operadora Vivo de habilitar novas linhas de aparelhos celulares e serviços de internet móvel 3G e 4G, com DDD 77 na Bahia. O Tribunal acatou pedido de reconsideração do Ministério Público estadual, comprovando que a empresa omitiu dados que demonstraram o descumprimento de uma norma da Anatel. No mês de agosto de 2014, foram interrompidas 7,65% das conexões com a internet, um índice acima do máximo de 5% determinado pela Agência reguladora. A justiça considera que a proibição resguarda os interesses dos usuários da Vivo, prejudicados com abertura de novas linhas. Para voltar a habilitar novas linhas na referida área a empresa terá que comprovar investimentos em infraestrutura e adequar os serviços aos parâmetros estabelecidos pela Anatel, além de garantir a estabilidade de sinais nas linhas móveis de telefone e internet.

Detran-BA anuncia avaliação de desempenho nas unidades regionais

detran Ao se reunir com coordenadores das Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans-Retrans) para tratar das novas políticas a serem adotadas na nova gestão, o diretor-geral do Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran-BA), Maurício Bacelar, informou que as unidades serão monitoradas com ênfase na qualificação. O encontro aconteceu  na quarta-feira (11), na sede do órgão, em Salvador. Bacelar enfatizou que o órgão realizará avaliação anual de desempenho para identificar as unidades com melhores resultados, que serão de alguma forma premiadas. “No caso de baixo rendimento, identificaremos a causa do problema e investiremos na requalificação das unidades”. Participaram da reunião os diretores de Atendimento e Articulações das Unidades Descentralizadas, Jaqson Souza,  Administrativo, Lúcio Gomes, de Veículos, Élvio Brandão, e de Habilitação, Luís Paulo Fonseca, além da ouvidora Cíntia Carvalho e o assessor especial do diretor-geral, coronel Alfredo Castro. Leia Mais

Carnaval Bahia – Sucesso de trios sem cordas indica novo caminho para o Carnaval

Carlinhos Brown encerrou o Carnaval do ano passado filosofando: “Corda foi feito para subir montanha, não para andar em fila”. O Cacique travava ali o início de uma discussão que atravessou o último ano e se fortaleceu neste Carnaval: precisamos de cordas?

Daniela Mercury sem cordas ontem, no Campo Grande, 20 anos depois de ter levado o Crocodilo para a Barra: lição de ‘democracia do Carnaval’ (Foto: Marina Silva)

Para o prefeito ACM Neto, a lição tem sido aprendida. “Esse é o Carnaval que tem o maior número de artistas se apresentando sem cordas. O que é que eu acho que fica como um grande sinal para o futuro? O folião quer estar na rua, mas ele precisa de espaço. A gente precisa de fato aprofundar essa retirada das cordas”, afirmou.

ACOMPANHE A COBERTURA COMPLETA DE CARNAVAL

Nas redes sociais, o tema também foi debatido. Com um tom da necessidade de mudança do modelo, o compositor e cantor do Alavonté, Manno Góes, por exemplo, afirmou em  sua página no Facebook que “o bloco de cordas acabou”, e estimou que poucos blocos hoje se mantêm apenas com o pagamento do associado.

Diferença
O cantor Saulo, que saiu dois dias sem cordas na avenida, diz que há diferença na apresentação para a pipoca. “Você consegue ser mais agregador”, opinou. Margareth Menezes puxando seu projeto Afropop, na Barra,  no domingo, também registrou a diferença nas ruas: “Esse é o Carnaval sem cordas, é nisso que eu acredito”.

Já Daniela Mercury, que voltou ao Campo Grande num trio independente, filosofou: “Estou muito emocionada de voltar aqui com a pipoca. A diversidade e democracia do Carnaval dão lições para o dia a dia da gente”, afirmou.

Foliões curtem livres, leves e soltos a Pipoca do Eva no circuito do Campo Grande. Pezzoni puxou a festa (Foto: Marina Silva)

A sambista Ju Moraes também encerrou sua participação no Carnaval em um trio independente na Barra, no domingo. Ela garante que fez folia em alto estilo para a sua pipoca. “O circuito  da Barra pede uma pompa”, afirmou a cantora.

História
Para o cantor Igor Kannário, ter saído em trio sem cordas este ano foi uma oportunidade de “entrar para a história do Carnaval”. Quem também aderiu ao movimento foi a Banda Eva. “Hoje a gente vai reviver 35 anos de Eva. Nada mais especial do que celebrar esse momento junto com a pipoca”, disse o vocalista Felipe Pezzoni.

O professor Celso Pereira, 30, esteve na pipoca de Daniela e, na de Saulo, prometeu que não perderia a de Baby Brasil. Ele decidiu que este ano curtiria  “só com o dinheiro da cerveja e de voltar para casa”. “A festa tem que ser do povo e a diferença dos últimos anos do Carnaval é que quem quer sair sem ficar tomando empurrão de cordeiro está tendo opção”.

E não só de pipoqueiros vive a pipoca. Ela reúne quem pagou por um abadá e se junta ao trio independente para curtir mais a festa ou quem vai esquentar  antes do seu bloco passar. É nessa última opção que está o funcionário público Carlos Alberto Leite, 32. “Eu descobri que a Timbalada iria passar de graça, não aguentei. Vim mais cedo fazer a preparação e descer para o Gandhy”,  contou Alberto.

Furdunço
Exemplo de crescimento do Carnaval popular foi o  Furdunço. A pipoca do trio Armandinho, Dodô e Osmar abriu o evento, na sexta-feira, no Centro. Aroldo Macêdo, guitarrista do grupo, defendeu a iniciativa. “Tava tudo muito mega. De uns anos pra cá, aquele modelo (de cordas) dava sinais de que ia ruir. Tinha que rearrumar para que ficasse mais democrático. O Furdunço pode ser o início disso”, afirmou. Colaborou: Victor Villarpando e Priscila Natividade.

Artistas que saíram sem cordas no carnaval deste ano CIRCUITO DODÔ (BARRA)Luiz Caldas, Parangolé, Carlinhos Brown, Zorra, Seu Maxixe, Caetanave, Ju Moraes, Margareth Menezes, Paulinho Boca de Cantor, Baby Consuelo, Daniel Vieira, Armandinho e Irmãos Macedo, Babado Novo, Luana Monalisa, Carla Cristina, Sylvia Patrícia , Mariene de Castro, Moraes Moreira, Patchanka, É o Tchan, Viviane Tripodi, Microtrio, Chica Fé,  Juan e Ravena, Ara Ketu, Katê, Muzenza, Malê Debalê, Banda Marana, Torres da Lapa, Alexandre Peixe, Ludmillah Anjos, Tomate, Forrozão, Ninha, Filhos de Jorge  CIRCUITO OSMAR (CENTRO)Luiz Caldas, Bell Marques, Saulo, Ara Ketu, Caetanave, Igor Kannário, Daniela Mercury, Banda Eva, Timbalada, Edcity, TH, Ricardo Chaves, A Bronkka, Trio Pop Rock, Samba do Pretinho, Viola de Doze, Baby Consuelo, Edu Casanova, Banda Motumbá, Filosofia de Quintal, Sarajane, A Gente Faz Saúde, Polimania, Projeto Samba Reggae.

Vai-Vai leva o título cantando Elis Regina no Anhembi São Paulo

Mocidade Alegre liderou até o penúltimo quesito, mas ficou com o vice. Mancha Verde e Tom Maior foram rebaixadas para o grupo de acesso.

A escola de samba Vai-Vai venceu o carnaval 2015 em São Paulo. A taça foi conquistada com uma virada no quesito evolução, último da lista. Até a abertura dos quatro envelopes finais, a Mocidade Alegre liderava, mas terminou em segundo com 269,6 pontos. A campeã somou 269,9. (O G1 acompanhou a apuração em tempo real, com fotos e vídeos) Foram rebaixadas Mancha Verde, com 267,9 pontos, e Tom Maior, com 267,7. A Mancha Verde celebrou o centenário do Palmeiras. Já a Tom Maior defendeu o enredo “Adrenalina”. Penúltima a entrar no Anhembi, a Vai-Vai fez um tributo à cantora Elis Regina, que completaria 70 anos em 2015. A vice Mocidade, fez uma homenagem à Marília Pêra. No Grupo de Acesso, Unidos do Peruche levou o título. Ela sobe para o Grupo Especial acompanha da Pérola Negra, vice-campeã. A escola de samba Tricolor Independente foi rebaixada.

fmo_4861_flavio_moraes-g1 (2)A cantora Maria Rita, filha de Elis Regina, canta chamando o público no desfile da Vai Vai, que homenageia sua mãe (Foto: Flavio Moraes/G1)

Confiança na virada O integrante da diretoria da escola, ex-intérprete e ex-presidente Thobias da Vai-Vai afirmou que confiava na virada. “Eu sabia que ia acontecer isso, no (quesito) evolução a gente ia tirar a diferença, eu acredito na comunidade”, disse. “(O ano é) 2015 e esse é o título número 15. Elis Regina, não é por acaso. Os números não mentem jamais”, disse.

Eu sabia que ia acontecer isso, no (quesito) evolução a gente ia tirar a diferença, eu acredito na comunidade”
Thobias da Vai-Vai

Para ele, a “Pimentinha”, como era conhecida Elis, está feliz. “A Pimentinha está feliz onde ela estiver”, disse. Segundo Thobias, o vice da Mocidade, que competia para levar o tetra, faz bem ao carnaval. “Isso é sadio, é para mostrar pra todo mundo que não tem isso que a escola A ou B é melhor. É muito melhor quando uma escola vem e surpreende como a gente fez agora”, disse. Rainha da bateria da Vai-Vai, Camila Silva disse que o título foi uma resposta. “Falaram que nossos carros estavam no ferro. Aí está a resposta”, disse. Ela também elogiou a escolha do enredo sobre Elis Regina. “Não vivi essa época, mas a música dela ainda é atual. Elis é um mito”, afirmou.

Classificação do carnaval 2015 (Foto: Arte/G1)
 

VAI-VAI
Veja tudo sobre o desfile da escola em SP

No ano passado a Vai Vai havia ficado no 9º lugar. O último título da maior campeã de São Paulo tinha sido conquistado em 2011 com o o enredo em homenagem ao maestro e ex-pianista João Carlos Martins. A apuração foi realizada no Sambódromo do Anhembi. Notas de quatro jurados para nove quesitos foram divulgadas. A menor nota em cada quesito foi descartada. A leitura dos quesitos seguiu a ordem: alegoria, samba-enredo, bateria, fantasia, mestre-sala e porta-bandeira, comissão de frente, enredo, harmonia e evolução. Em caso de empate, o desempate seria feito pela ordem inversa da leitura dos quesitos. Ou seja, a nota de evolução seria a primeira a ser considerada no desempate. A escola de samba Acadêmicos do Tatuapé começou a apuração dos votos com 1,1 ponto a menos. A escola completou seu desfile em uma hora e seis minutos, um minuto a mais do que o tempo regulamentar.

Neguitão e o troféu da Vai-Vai de campeã do carnaval 2015 (Foto: Flávio Moraes/G1)Neguitão e o troféu da Vai-Vai de campeã do carnaval 2015 (Foto: Flávio Moraes/G1)
festa Vai-Vai troféu Bixiga (Foto: Flavio Moraes/G1)festa Vai-Vai troféu Bixiga (Foto: Flavio Moraes/G1)
foto vai-vai campeã troféu (Foto: Flavio Moraes/G1)Troféu é levado para a quadra da escola pelo presidente Neguitão. (Foto: Flavio Moraes/G1)

Campeã do carnaval 2015 do Rio será conhecida nesta quarta-feira

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Doze escolas concorrem ao título; apuração começa a partir das 16h45. As seis melhores colocadas voltam a desfilar na Sapucaí no sábado (21).

Nesta quarta-feira (18), a partir das 16h45, acontece a apuração do carnaval do Rio de Janeiro, que escolherá a campeã do grupo especial. As seis melhores colocadas voltam à Sapucaí no sábado (21), a partir de 21h, para o desfile das campeãs. A escola que ficar em último lugar será rebaixada para a Série A, o grupo de acesso. O G1 vai transmitir ao vivo a apuração. Veja o que cada escola levou para a Marquês de Sapucaí nos desfiles do Carnaval 2015 no Rio: VIRADOURO

Em seu retorno ao Grupo Especial, a Viradouro desfilou com o samba-enredo “Nas veias do Brasil, é a Viradouro em um dia de graça”, sobre a importância da raça negra na formação do povo brasileiro. A escola sofreu um pouco com a chuva e foi prejudicada também com falhas no som. O último carro entrou com uma das figuras de anjos negros com o braço danificado. Juliana Paes, principal musa da escola, veio logo na comissão de frente (leia o relato completo). MANGUEIRA

A Estação Primeira veio mais rosa do que verde para cantar as grandes mulheres da história do Brasil e da escola. O carnavalesco Cid Carvalho, que neste ano voltou para a Mangueira, preferiu um desfile mais tradicional e sem muitos futurismos. O abre-alas foi o destaque com uma escultura de 9,5 metros de um menino dormindo à sombra de um jequitibá. A verde e rosa enfrentou uma série de problemas e pelo menos três carros apresentaram contratempos (leia o relato completo). MOCIDADE

Na estreia de Paulo Barros na verde e branco, com um enredo que brincou com o “fim do mundo”, a Mocidade Independente de Padre Miguel apresentou um show de efeitos visuais, luzes de LED e fogo para tentar por fim ao jejum de 18 anos sem um título. A comissão de frente literalmente pegou fogo na avenida e ousou ao interagir com um casal de mestre-sala e porta-bandeira, cuja saia também ficou em chamas na avenida. Um carro repleto de peladões causou frisson. Outro destaque foi a alegoria em que dezenas de camas surgiam nas laterais com casais (até trios) de todos os gêneros. Em sua estreia no carnaval carioca, Claudia Leitte desfilou fantasiada de sol (leia o relato completo). VILA ISABEL

A Vila Isabel homenageou Isaac Karabtchevsky, maestro paulistano de 80 anos, em um desfile de superação do trauma de 2014, quando sofreu com falta de fantasias. A azul e branca teve a seu favor a trégua da chuva e fez uma apresentação marcada por carros de visual impactante. A comissão de frente teve bailarinos, alguns deles representando notas musicais, pulando em uma cama elástica. Sabrina Sato veio à frente da bateria, vestida de “Cisne Negro (leia o relato completo). SALGUEIRO

Consagrado na Mocidade com o estilo high-tech que marcou o carnaval dos anos 90, Renato Lage resgatou essa tendência no desfile deste ano. A comissão de frente usou um cobertor com centenas de luzes de LED que fazia projeções. O item pesa 100 kg e exigiu força e coordenação dos componentes da comissão. Outras alegorias tinham luzes estroboscópicas, efeitos holográficos, neons e espelhos. Além da rainha de bateria Viviane Araújo, que sambou e tocou tamborim, o elenco da novela “Império” desfilou pela escola vermelha e branca (leia o relato completo). GRANDE RIO

Última escola a entrar na Sapucaí, a Grande Rio apostou todas as suas cartas no baralho. As alegorias não chegaram a impactar, mas a escola trouxe um bom samba-enredo e fez um desfile colorido e divertido, repleto de truques e números circenses, terminando a apresentação dentro do tempo limite, sem contratempos. A grande cartada foi lançada já na comissão de frente com uma coreografia cheia de truques ao redor do universo de “Alice no País das Maravilhas”, incluindo até troca de roupa em plena avenida e momentos de ilusionismo (leia o relato completo). SÃO CLEMENTE

Primeira a desfilar, a escola da Zona Sul fez uma homenagem ao carnavalesco Fernando Pamplona (1926-2013), conhecido por seu trabalho no Salgueiro e pela renovação estética trazida aos desfiles. Em sua estreia na São Clemente, a carnavalesca Rosa Magalhães apostou num desfile cheio de assombrações, caveiras, mitos do folclore acreano que fascinavam Pamplona, e ícones do carnaval de rua. Já a bateria teve em sua frente Rafaela Gomes, de 16 anos, a mais jovem rainha deste ano no Grupo Especial (leia o relato completo). PORTELA

Com um enredo sobre os 450 anos do Rio, a Portela fez um desfile-ostentação, com direito a uma “Águia Cristo Redentor” se curvando diante do público e paraquedistas pousando em plena avenida com sinalizadores para anunciar a entrada da escola. Apesar de alguns problemas em evolução e alegorias, como o de um carro que desfilou com as luzes apagadas e sem chafariz, a azul e branca saiu da Sapucaí aos gritos de “é campeã”. A Tabajara, como é conhecida a bateria, tocou num ritmo frenético e contagiante, que levantou a arquibancada, e trouxe à sua frente, além da rainha Patrícia Nery, o cantor Carlinhos Brown (leia o relato completo). BEIJA-FLOR

A escola de Nilópolis resgatou neste carnaval a exaltação da cultura e a alma africana com um enredo em homenagem à Guiné Equatorial. A Beija-Flor optou mais uma vez pelo luxo e tradição para esquecer o 7º lugar do ano passado e voltar a sonhar com as primeiras colocações. A escola procurou deixar o polêmico regime político do país homenageado de lado e focou nas belezas do país, apresentando um desfile poderoso, de alegorias e fantasias impactantes e rebuscadas, com uma profusão de máscaras, carrancas, búzios, plumas, palha e sisal (leia o relato completo). UNIÃO DA ILHA

Com o enredo “Beleza pura”, a União da Ilha propôs uma discussão sobre a vaidade e o culto ao belo, de Cleópatra e Renascimento a selfies e malhação, em um desfile repleto de citações a histórias infantis e desenhos animados, com direito a personagens em versões plus size. A comissão de frente trouxe a atriz Cacau Protássio fantasiada de Branca de Neve. As alas brincaram com contos de fadas, teorias de filósofos, artes plásticas e moda, lembrando inclusive o “reino dos excluídos”, com Betty a feia, Corcunda de Notre Dame, Frankestein e o patinho feio. Um problema em um dos carros deixou um grande buraco na avenida, o que pode tirar pontos da escola (leia o relato completo). IMPERATRIZ

O fio condutor do carnavalesco Cahê Rodrigues, que começou como assistente de Joãozinho Trinta ainda adolescente, foi a África de Nelson Mandela, líder da luta contra o apartheid na África do Sul. A escola apostou numa África “pop” com fantasias e alegorias de cores flourescentes, inspiradas na arte africana. Uma das alegorias, que teve Eliza Lucinda e Antonio Pintanga, tinha luzes de neon coloridas. A jornalista Glória Maria também foi destaque, ao lado do jogador Zico, tema da escola no ano passado. A atriz Adriana Lessa também desfilou pela Imperatriz (leia o relato completo). TIJUCA

A  atual campeã do carnaval do Rio encerrou o desfile do Grupo Especial com uma viagem pelos símbolos, personagens e lendas da Suíça. A comissão de carnaval, formada por Mauro Quintaes, Carlos Carvalho, Annik Salmon, Hélcio Paim e Marcus Paulo, mergulhou fundo na pesquisa sobre lendas da Suíça como a da flor edelweiss e do arqueiro Guilherme Tell. O país também foi lembrado pelas suas inovações tecnológicas, das caixinhas de música ao acelerador de partículas atômicas. O carnavalesco Clóvis Bornay, filho de pai suíço e lendário campeão de fantasias de luxo do carnaval carioca, foi a figura escolhida para ser o elo entre o Brasil e o país patrocinador do desfile. (leia o relato completo).

Cientistas alertam: aquecimento global = escassez de recursos = coflítos entre os países

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Os cientistas e especialistas em temas de segurança alertam há anos para o risco de que o aquecimento climático gere instabilidade e conflitos se prosseguir ao ritmo atual, algo que, segundo alguns, já está ocorrendo. As emissões de dióxido de carbono provocam temporais, ondas de calor, secas ou inundações e se continuar assim os fenômenos extremos serão cada vez mais frequentes, e consequentemente as disputas pelos recursos.

“Menos água e recursos alimentares, aumento das migrações, tudo isso aumentará indiretamente os riscos de conflitos violentos”, afirmam em seu último relatório os cientistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC). Alguns consideram que este fenômeno já é uma realidade, enquanto outros, mais prudentes, não estão certos.

“Em alguns países africanos, o aumento dos conflitos violentos é o sinal mais chamativo dos efeitos acumulados da mudança climática”, afirmou em 2012 o Institute for Security Studies (ISS), com sede na África do Sul. “No Sahel, a desertificação gerou conflitos entre produtores de gado e agricultores pelas terras disponíveis”, ressalta o documento, que afirma que “os efeitos deste tipo, vinculados ao clima, já originaram conflitos violentos no norte de Nigéria, Sudão e Quênia”.

Em 2007, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que a violência na região sudanesa de Darfur se devia, em parte, às rivalidades entre nômades e agricultores sedentos por água e terras de pastoreio. Em 2011, vários observadores também relacionaram as Primaveras Árabes com o calor provocado pelas mudanças climáticas em diversos países produtores de cereais.

O aumento recorde dos preços dos alimentos pela crise dos cereais russos, ucranianos e cazaques foi a faísca que desencadeou a revolta nos países do Mediterrâneo já asfixiados pela pobreza, desemprego e opressão política, estimam. Para o ex-vice-presidente americano Al Gore, a mudança climática também desempenhou um papel na guerra na Síria.

“De 2006 a 2010 uma seca histórica, vinculada ao clima, destruiu 60% das fazendas da Síria, 80% do gado e levou um milhão de refugiados às cidades, onde se encontraram diante de outro milhão de refugiados que fugiam da guerra no Iraque”, declarou em Davos em janeiro.

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Conclusões prudentes

Os cientistas do clima são mais prudentes ao estabelecer vínculos diretos entre o aquecimento climático e os conflitos. “Costumam citar o exemplo de Darfur”, mas “a realidade é mais sutil e a maior parte dos pesquisadores admite que o contexto político e econômico foi o principal fator do conflito”, escreveu o climatólogo Jean Jouzel.

Para Mark Cane, professor de ciências da terra e do clima da universidade Columbia de Nova York, na Síria, cabe vincular o descontentamento popular com a seca de 2007-2010, a pior registrada no país. Mas lembra que é complicado atribuir um fenômeno meteorológico concreto à mudança climática, um movimento que atua ao longo das décadas.

Além disso, é impossível afirmar que um conflito “não teria ocorrido sem esta ou aquela anomalia climática”, acrescenta. Entram em jogo a política e outros fatores. No momento, as forças armadas estão se preparando, afirma Neil Morisetti, ex-almirante e ex-conselheiro do clima do governo britânico. Em muitos países, os analistas militares já incluem a mudança climática em sua avaliação de riscos, afirma.

E o Pentágono trabalha com a hipótese de um futuro sombrio. Em seu mapa do caminho de 2014 “para uma adaptação à mudança climática no mundo”, afirma que o aumento das temperaturas e os fenômenos climáticos extremos aumentarão “a instabilidade mundial, a fome, a pobreza e os conflitos”. France Presse.