A Gente diz

Governador Rui Costa pretende tirar mais de 4 mil policiais de trabalhos internos e burocráticos para atuarem no policiamentos nas ruas

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O Governador Rui Costa (PT) afirmou que vai convocar cerca de 4 mil policiais militares que estão fora de suas funções, em atividades burocráticas, para reforçar o policiamento nas ruas. Além de trabalhos burocráticos, o Governador apontou a existência de policiais atuando como porteiros ou cedidos a prefeituras. O governador afirmou que vai determinar a retomada das funções próprias da PM a todos os soldados que estão em outras ocupações. Segundo Rui Costa, outras medidas serão tomadas pelo governo do Estado para valorizar, reorganizar e modernizar o trabalho dos policiais. Serão instalados sistemas de vídeo monitoramento nas áreas com maior ocorrência de ações criminosas no Estado, visando facilitar o trabalho das polícias Militar e Civil.

Doe Sangue – Hemoba de Vitória da Conquista convida população para doar sangue

O período de férias começou. Mas, antes de viajar e, sempre que possível, você pode salvar vidas, com um gesto rápido e seguro: a doação de sangue. Para tanto, basta se dirigir a Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba) de Vitória da Conquista, localizada no Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC). A Hemoba está aberta das 7h30 às 11h, de segunda a sexta-feira; e das 13h30 às 15h30, nas segundas, terças e quintas-feiras. O doador precisa apenas estar atento a alguns critérios, como ter entre 16 e 69 anos, pesar a partir de 50 quilos e estar em boas condições de saúde e alimentado. É necessário apresentar também um documento oficial original com foto – RG, carteira de trabalho, carteira de reservista ou passaporte. Mais informações pelo telefone (77) 3427-4501. –chamada-doacao-ferias-680x680

Secretaria Municipal de Educação chama a atenção da população para o inicio das matriculas na rede Municipal de Educação

Atenção! Período de matrículas para novos alunos na Rede Municipal de Educação começa nessa terça, 6 5/01/2015 A Prefeitura de Vitória da Conquista, por meio da Secretaria Municipal de Educação, informa que o processo de matrícula para os alunos que vão ingressar, pela primeira vez, na Rede Municipal de Ensino, será realizada entre os dias 6 e 19 de janeiro de 2015. Para efetuar as matrículas, os pais deverão ir à escola portando o requerimento de matrícula, uma cópia da certidão de nascimento ou do RG do aluno, além do atestado ou do histórico escolar original e devidamente legalizado e a cópia do comprovante de residência. Mais informações, pelo telefone (77) 3429-7750. –  brasao2

FASAVIC divulga valor da mensalidade de Medicina

 

 

  • Vestibular está com inscrições abertas até o dia 25/01

Os futuros alunos do curso de Medicina (bacharelado) das Faculdades Santo Agostinho de Vitória da Conquista (FASAVIC) pagarão o valor de R$ 5.980,00 (cinco mil, novecentos e oitenta reais), referente à mensalidade da graduação.

A informação foi transmitida pelo diretor da instituição, Prof. Ms. Cristiano Marchi Gimenes, e divulgada no site da faculdade.

Para o vestibular de Medicina, as inscrições estão abertas até o dia 25 de janeiro, no valor de R$ 350,00. Os candidatos interessados podem efetuá-las, exclusivamente, através do site http://www.vic.fasa.edu.br/.

As provas serão realizadas nos dias 07 e 08 de fevereiro em Vitória da Conquista (BA), das 13 às 17h (horário local), e nas cidades de Montes Claros e Sete Lagoas (MG), das 14 às 18h (horário de Brasília), em local definido no Cartão de Convocação.

Em breve, segundo Cristiano Marchi será anunciado também o processo seletivo para o curso de Direito, que se encontra em fase de aprovação.

Outras informações pelo email [email protected].br e telefone: (77) 3422-6331.

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Edifíco de luxo pega fogo em Conquista

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Cobertura de edifício pega fogo na região do Bosque da Paquera, em Vitória da Conquista

 

 

Os moradores proprietários do apartamento, ao contrário do que se imaginava, não estão viajando. Prédio foi totalmente evacuado.

Na manhã desta 6ª feira (2), por volta das 8h50, deu início a um incêndio no Ed. Di Cavalcanti, no início da Av. Brasil, em frente ao Bosque da Paquera da Rua da Granja, na cobertura do 8º Andar.

 

Na manhã desta 6ª feira (2), por volta das 8h50, deu início a um incêndio no Ed. Di Cavalcanti, no início da Av. Brasil, em frente ao Bosque da Paquera da Rua da Granja, na cobertura do 8º Andar.

Após 30 minutos de iniciado o incêndio o Corpo de Bombeiros ainda não havia chegado. O mesmo apartamento no 8º andar, foi palco de uma tragédia, quando uma empregada doméstica que trabalhava para um casal de empresários morreu ao cair da janela no dia 11 de junho de 2012. A nossa reportagem está no local colhendo mais informações. O síndico do prédio, o empresário Silvio Bulhões, não soube precisar a causa do incêndio. Os moradores devem estar viajando aproveitando o feriado prolongado deste final de semana.

fonte – blog domarcelo

 

Rui Costa é empossado na Assembleia Legislativa

 

rui (2)Em seu pronunciamento, Rui Costa afirmou que um dos princípios fundamentais da sua gestão será promover a interiorização das ações (Foto: Mateus Pereira/GOVBA)

O governador Rui Costa e o vice-governador João Leão tomaram posse dos respectivos cargos em cerimônia na Assembleia Legislativa, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, na manhã desta quinta-feira (1º).

Às 9h15, o governador Rui Costa proferiu seu compromisso de posse, jurando respeitar as constituições Federal e Estadual e trabalhar pelo desenvolvimento do estado, e às 9h20 assinou o termo de posse. Na ocasião, também foi apresentada a declaração de bens do governador e do vice.

“Bom dia a todos e a todas. Quero agradecer a Deus por estar aqui hoje, neste primeiro de janeiro de 2015, concretizando o desejo democrático do povo da Bahia”. Estas foram as primeiras palavras do governador Rui Costa durante a solenidade de posse.

Entre os agradecimentos, Rui Costa fez uma menção ao ex-governador Jaques Wagner, “pela sua amizade ao longo de 32 anos, agradeço pela sua importância na minha vida pública e nessa conquista, que é de todos nós. Sei bem que, com tudo isso, também vem a enorme responsabilidade de substitui-lo na condução de um Estado com tamanha importância e com um povo tão especial como a Bahia”.

Em seguida, a partir das 10h, o ex-governador Jaques Wagner realiza a transmissão de cargo para o governador Rui Costa, eleito para o período de 2015 a 2018. O ato será realizado na tenda instalada no estacionamento da Governadoria, também no CAB, e sucedido pela posse dos secretários de Estado.

Discurso

Em seu pronunciamento, Rui Costa afirmou que um dos princípios fundamentais da sua gestão será promover a interiorização das ações, “alcançando, sobretudo, os baianos que residem nas regiões mais afastadas e carentes, onde o Estado deve chegar valorizando as identidades culturais e levando saúde, educação, segurança e desenvolvimento aos que mais precisam”.

O governador afirmou que o trabalho será de continuidade. “Tenho convicção de que estamos em um processo de transformação. Portanto, sobre essa base que já está plantada é que vamos construir novas mudanças e realizar novas conquistas, pois ainda temos muito que avançar. Podemos e vamos avançar”. A cerimônia foi encerrada às 10h15.

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Dilma assume novo mandato para fazer o contrário do que pregou na campanha

 

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A presidente Dilma Rousseff desfila em carro aberto com a filha, Paula, com destino ao Congresso Nacional, em Brasília, onde tomará posse de seu segundo mandato (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A presidente Dilma Rousseff foi empossada para seu segundo mandato às 15h20 desta quinta-feira em cerimônia no Congresso Nacional. Em muitos aspectos, a presidente toma posse como quem passa a cumprir uma pena: o novo governo começa sem lua de mel, com parte da base aliada ainda insubordinada, a necessidade de ajustes econômicos profundos e as imprevisíveis consequências do maior esquema de corrupção já descoberto na história no horizonte. E se há culpado pelo clima enuviado, é a própria presidente.Sempre orientada pelo marqueteiro João Santana, Dilma transformou a mentira em estratégia de campanha. Pintou os adversários como inimigos que iriam entregar o comando da economia para banqueiros e especuladores, mexer em direitos trabalhistas e praticar uma política de arrocho.Eleita, a presidente cometeu estelionato eleitoral. Seguiu passo a passo a cartilha que jurara condenar: convidou um banqueiro para a Fazenda e, após ele rejeitar o convite, designou um nome plenamente alinhado com as ideias de Armínio Fraga, o renomado economista que foi transformado em anátema pela propaganda petista pelo simples fato de integrar a equipe do adversário Aécio Neves.Joaquim Levy, que foi secretário do Tesouro do primeiro governo Lula e chefiava a área de fundos do Bradesco, foi o nome escolhido pela presidente para substituir Guido Mantega num processo atrapalhado de reforma ministerial. O economista é conhecido por ter tolerância zero com a gastança pública e há cerca de um mês vem trabalhando num pacote de ajustes não muito distinto daquele que o PT acusara a oposição de querer implementar.

As mudanças anunciadas até o momento agradam aqueles que observam a economia brasileira com olhar cuidadoso, mas terão impacto negativo no bolso do trabalhador. Ou seja, são impopulares. Uma torneira de reajustes está para ser aberta com o intuito de melhorar as contas públicas. A volta de tributos como a Cide (o imposto da gasolina), novos aumentos na conta de luz, possíveis elevações na taxa Selic, além de uma alta inflacionária já prevista pelo Banco Central para 2015 estão na lista de más notícias com as quais os brasileiros terão de lidar.

Na esteira da maré ruim está a Petrobras, que, no centro da Operação Lava Jato, enfrenta a pior crise de seus 60 anos de história. Endividada, a estatal pode elevar novamente o preço da gasolina no primeiro semestre para ajudar a sanear suas contas — mais um reajuste que deve pesar no bolso da população.

A vaca tossiu – No apagar das luzes de 2014, quando já não se esperava rompantes de ortodoxia vindos de Brasília, um aperitivo do que será 2015 foi anunciado pelo ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e pelo novo chefe do Planejamento, Nelson Barbosa: o aperto nas regras para a liberação de benefícios previdenciários, como o seguro-desemprego.

Tal pleito foi amplamente discutido durante as eleições pelos candidatos de oposição, Marina Silva e Aécio Neves, que foram prontamente atacados pela máquina petista por sequer cogitarem a reversão de ganhos do trabalhador com o intuito de melhorar as contas – o famoso “Nem que a vaca tussa” entoado por Dilma na campanha. De quebra, a presidente vetou até mesmo o arredondamento de dois reais no salário mínimo de 2015. Tudo em nome da economia.

Tanto os reajustes quanto as medidas de aperto fiscal são necessárias — e imprescindíveis. É, afinal, um alento saber que a presidente está disposta a encampá-las e que a realidade finalmente se impôs ao populismo irresponsável. O problema é que as mudanças não têm coerência alguma com o discurso defendido antes da vitória. Para o eleitor que tomou sua decisão de voto com base no discurso de Dilma, o sentimento, invariavelmente, será de pura enganação.

Em nome do vale-tudo eleitoral, a presidente escondeu o descumprimento do superávit fiscal, o avanço no desmatamento da Amazônia, o aumento do porcentual de miseráveis, entre outros indicadores, no mínimo, desagradáveis. Segurou artificialmente o preço da gasolina e a elevação da taxa de juros até a semana que sucedeu o segundo turno, para depois liberar os reajustes.

O velho loteamento – A escolha dos ministros foi um capítulo à parte: com dificuldades no Congresso, Dilma distribuiu cargos sem critérios claros. O escolhido para o Esporte, por exemplo, foi o deputado George Hilton (PRB). Pastor da Igreja Universal, ele nunca deu qualquer atenção ao esporte em sua passagem pelo Congresso. Como destaque em sua biografia, está o fato de ter sido expulso do PFL em 2007 após ser flagrado com 600 000 reais em espécie em um aeroporto.

Helder Barbalho (PMDB), o próximo ministro da Pesca, ganhou o cargo como prêmio de consolação após perder a disputa pelo governo do Pará. O herdeiro do senador Jader Barbalho, nome frequente no noticiário político-policial da década passada, certamente não chega à equipe ministerial por seu conhecimento de piscicultura.

uem também ganhou um lugar na Esplanada foi Eliseu Padilha: que foi ministro dos Transportes na gestão tucana e tem uma história de proximidade com o PSDB. Amigo de José Serra, o peemedebista nem mesmo apoiou Dilma Rousseff nas eleições de 2010.

As atitudes da presidente após as eleições irritaram ao mesmo tempo a oposição, derrotada por uma margem estreita e com o uso da máquina da “propaganda do medo” petista, e uma grande parcela dos que apoiaram a presidente, decepcionados por decisões que em nada lembram a personagem criada durante as eleições: a da socialista implacável com os gananciosos exploradores, dura com corruptos, generosa com os trabalhadores – a Dilma “coração valente”.

Da oposição, prenuncia-se um combate acirrado e alentador no próximo mandato, como ocorreu nas últimas semanas da atual legislatura. Do petismo, um apoio pouco entusiasmado, quando não crítico – como as que soaram quando o governo anunciou a nomeação de Kátia Abreu (PMDB, ex-DEM) para o Ministério da Agricultura ou pela saída da petista Ideli Salvatti da pasta de Direitos Humanos.

No discurso da vitória, a presidente reeleita prometeu dialogar com a sociedade, mas fez o oposto disso. Dilma só se expôs a entrevistas coletivas durante a campanha. Tem evitado a imprensa desde então. O contato com parlamentares é escasso. A maior parte dos ministros não despacha diretamente com a chefe há meses. Como nenhum auxiliar ousa confrontá-la, a chefe da nação governa encastelada.

Um dia depois de ser eleita, ainda usando a fantasia de candidata, Dilma prometeu “não deixar pedra sobre pedra” nas investigações do petrolão. Mas nada mudou: Graça Foster continua no comando da Petrobras apesar das evidências de que ela foi alertada sobre desvios em contratos da estatal.

O modelo de loteamento de cargos entre partidos políticos, uma das causas do roubo na companhia e dos numerosos escândalos de corrupção da gestão Dilma, não só continuou sendo uma política de governo como resultou em nomeações indefensáveis, que constrangeram o governo. No próximo mandato, o escândalo da Petrobras deve continuar em pauta, especialmente porque a criação de uma nova CPI no Congresso é praticamente inevitável.

Por tudo o que disse na eleição sobre si mesma e sobre os adversários, Dilma não teria como manter por muito tempo o enredo fantasioso da campanha. Mas, ao ceder à realidade, a presidente poderia corrigir também o discurso. Não o fez. Em vez de admitir que errou no diagnóstico, Dilma e o PT continuaram a exibir os sintomas daquilo que os psicólogos chamam de dissonância cognitiva – a forma com que a mente humana faz malabarismos extremos para conciliar duas crenças díspares e, assim, evitar o constrangimento de admitir o erro. Quanto mais energia e tempo gastos em defesa de uma crença, mais difícil se torna reconhecer que ela é inválida.

Por fim, as nomeações de neoaliados como Kátia Abreu para o ministério agravaram um problema já detectado pelos petistas desde os protestos de junho de 2013: o descolamento entre o partido e a militância de esquerda. A campanha contra um adversário classificado pela própria Dilma como “neoliberal” serviu apenas para uma trégua temporária, já desfeita com as escolhas de Dilma no pós-urnas.

A reaproximação com os movimentos sociais tem sido pregada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Como tentou fazer há um ano e meio, o governo busca cooptar a voz dos insatisfeitos. Não houve grandes resultados na ocasião.

Dado o clima pouco festivo na capital do país (que, para piorar, vive dias de caos graças à péssima gestão do petista Agnelo Queiroz), a preocupação atual do PT foi mais imediata: levar um número razoável de militantes a Brasília nesta quinta-feira para aplaudir a presidente durante o desfile da posse e evitar o vexame de enfrentar protestos já no primeiro dia do mandato. (Gabriel Castro, na Veja.com)

Energia solar tem levado vantagem sobre eólica

Na corrida da microgeração, a energia solar tem levado vantagem em relação às pequenas torres eólicas. Dois fatores jogam contra a captação da energia gerada a partir dos ventos, quando comparada àquela retirada dos painéis fotovoltaicos. O primeiro é de ordem física: as torres necessitam de locais que tenham boa presença de vento – em termos de velocidade e de regularidade. O segundo diz respeito ao preço. Em média, um projeto eólico previsto para gerar a mesma quantidade de energia de uma estrutura solar é até 40% mais caro. Esse valor deve-se não apenas ao uso de equipamentos mais caros, mas também à complexidade de engenharia desses projetos. Apesar de a energia solar ser mais democrática que a eólica, Estados do Nordeste e o Rio Grande do Sul são privilegiados para esse tipo de projeto. A adoção de microtorres eólicas também tem se espalhado em operações específicas de empresas. Um exemplo são as antenas repetidoras de sinais de internet e telefonia, normalmente instaladas em regiões remotas e sem acesso à rede elétrica, mas com muita incidência de vento, por estarem no pico de montanhas. Para enviar seus sinais de frequência, essas antenas precisam de energia. A geração eólica doméstica pode até ter dificuldades de se plugar nas redes das distribuidoras, mas seu uso independente, apoiado em baterias, pode ser uma alternativa viável. “Hoje temos cerca de 700 clientes espalhados no País, praticamente todos eles ainda desplugados da rede pública de energia”, comenta Pereira. Os números da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) são a prova de que os projetos eólicos em rede ainda estão em fase de gestação. Até agora, apenas 17 projetos de microeólicas plugadas em distribuidoras foram cadastrados pela agência. “Temos o monopólio de um mercado que ainda não existe, mas um dia ele vai existir”, diz Luiz Cezar Pereira. Os prédios devem ser o próximo mercado da energia baseada em vento. Novos projetos baseados em torres verticais devem chegar ao mercado no início do próximo ano.

André Borges, Estadão Conteúdo

Ao transmitir cargo para Rui, Wagner aconselha sucessor a ‘não guardar rancor’

 

O agora ex-governador Jaques Wagner (PT) se emocionou na cerimônia de transmissão do cargo ao sucessor Rui Costa (PT) nesta quinta-feira (1º). Ao lado da mulher Fátima Mendonça e com a mesma roupa que usou no seu casamento, em 1998, Wagner brincou com Rui: “Guarde seu fígado para os bons vinhos e bons uísques. Não guarde rancor”. Em recado aos opositores, ele disse que a capacidade de síntese e de ouvir opiniões divergentes é o que deverá garantir a continuidade do projeto petista. Ele agradeceu tanto ao PT quanto aos partidos da base do governo. “Ninguém faz nada sozinho”, resume. Ao lembrar a trajetória dele e de Rui, na liderança de sindicatos, Wagner diz que eles inauguraram “novos tempos” no estado. “Em que um povo que vem lá de baixo chega ao cargo de governador da Bahia”, defendeu. “Rui não me deve nada, ao contrário eu devo a dele”, disse. Prestes a tomar posse como ministro da defesa do governo da presidente Dilma Rousseff, o ex-gestor diz que se sente um ser humano realizado, para ajudar “uma mulher que acredito profundamente, minha querida amiga Dilma Rousseff”.

xIMAGEM_NOTICIA_5.jpg.pagespeed.ic.zhaVQT3JmlFoto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
por Juliana Almirante

A Tarefa agora é planejar para não arremediar

planejar 20015 Melhorar a relação com o dinheiro e ampliar a cultura da poupança são fundamentais para fugir do super endividamento. “A mudança no comportamento de consumo é importante e deve começar logo. Dívidas tiram o sono das pessoas. A insônia baixa a imunidade e deixa o corpo suscetível a várias doenças, além de derrubar a produtividade no trabalho”, alerta Sônia Amaro, supervisora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste). Todo ano começa com pagamento de tributos, como os impostos sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e sobre Propriedade Territorial Urbana (IPTU), além de gastos escolares, como material e uniforme, no caso de muitas famílias. Para piorar, a conta de luz subirá ao menos 7,5% logo em janeiro. Isso sem contar com as férias, que sempre demandam despesas extras. Portanto, mais uma vez, é preciso se preparar e, de preferência, fazer reserva. Na avaliação de Marcelo Monteiro, especialista no mercado de recuperação de crédito e diretor de novos negócios da PH3A, o primeiro passo é a organização. “Só existem duas formas de sair do super endividamento: ampliando receitas e reduzindo gastos”, sentencia. O ideal é colocar tudo no papel, detalhando quanto entra de dinheiro e o total de gastos. “Se a conta não fechar, é hora até mesmo de se desfazer de bens para amenizar as dívidas”, aconselha. Trocar dívidas caras por opções mais baratas é uma alternativa inteligente, acrescenta Monteiro. “Cartão de crédito e cheque especial têm os juros mais altos do mercado, mas são linhas fáceis, estão sempre disponíveis. É aí que mora o perigo. O consumidor acaba recorrendo a elas, sem antes analisar a possibilidade de negociar empréstimos mais em conta”, pontua. Em situações consolidadas de super endividamento, não dá para fugir da negociação. O caminho passa por procurar o gerente do banco e buscar financiamentos com juros menores para pagar as dívidas maiores. O ideal, sustentam os especialistas, é fazer um empréstimo pessoal para cobrir os débitos com o cartão e sair do vermelho também no cheque especial. “Na reorganização, é fundamental buscar novas fontes de renda. E tentar alongar prazos para reduzir valores de parcelas, dando fôlego ao orçamento mensal”, ilustra Monteiro. Simone Kafruni , Diego Amorim

Seguro desemprego e pensão terão regras mais rígidas

O governo envia hoje ao Congresso medida provisória que reduz direitos de trabalho e de previdência, com restrições no acesso ao seguro-desemprego, ao abono salarial e a pensões, que deixam de ser vitalícias para cônjuges jovens.

A economia prevista é de R$ 18 bilhões em 2015. É o primeiro corte de gastos para o segundo mandato de Dilma, num cenário em que as despesas têm crescido mais que as receitas.

O setor público teve déficit primário de R$ 19.6 bilhões no ano — e não conseguiu economizar para pagar juros da dívida. O resultado foi puxado pelo governo federal, que em novembro teve o pior rombo em 17 anos. seguro-desemprego

Aposentados têm dois dias para renovar comprovação de vida

 

  
Aposentados têm dois dias para renovar comprovação de vida

Foto: Agência Brasil
Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) terá apenas segunda (29) e terça-feira (30) para fazer a comprovação de vida e a renovação da senha na rede bancária. Quem perder o prazo poderá ter o benefício suspenso. Os bancos não terão expediente ao público na quarta-feira (31). O segurado ou pensionista deve levar documento de identificação com foto, como as carteiras de identidade, de trabalho ou de habilitação, entre outros. Os bancos que oferecem dispositivos de identificação biométrica poderão usá-la. Caso esteja impedido de ir à agência bancária, o beneficiário deve fazer a prova de vida por meio de um procurador devidamente cadastrado no INSS. O procurador deve ir a uma agência da Previdência Social e apresentar o documento devidamente assinado. O modelo da procuração pode ser encontrado no site do ministério. Além disso, é necessária a apresentação de atestado médico que comprove a impossibilidade de locomoção do beneficiário ou atestado de vida emitido por autoridade consular, no caso de ausência por motivo de viagem ou de residência no exterior, além dos documentos de identificação do beneficiário e do procurador.