Doe Sangue – Hemoba de Vitória da Conquista convida população para doar sangue
O período de férias começou. Mas, antes de viajar e, sempre que possível, você pode salvar vidas, com um gesto rápido e seguro: a doação de sangue. Para tanto, basta se dirigir a Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba) de Vitória da Conquista, localizada no Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC). A Hemoba está aberta das 7h30 às 11h, de segunda a sexta-feira; e das 13h30 às 15h30, nas segundas, terças e quintas-feiras. O doador precisa apenas estar atento a alguns critérios, como ter entre 16 e 69 anos, pesar a partir de 50 quilos e estar em boas condições de saúde e alimentado. É necessário apresentar também um documento oficial original com foto – RG, carteira de trabalho, carteira de reservista ou passaporte. Mais informações pelo telefone (77) 3427-4501. –
Secretaria Municipal de Educação chama a atenção da população para o inicio das matriculas na rede Municipal de Educação
Atenção! Período de matrículas para novos alunos na Rede Municipal de Educação começa nessa terça, 6 5/01/2015 A Prefeitura de Vitória da Conquista, por meio da Secretaria Municipal de Educação, informa que o processo de matrícula para os alunos que vão ingressar, pela primeira vez, na Rede Municipal de Ensino, será realizada entre os dias 6 e 19 de janeiro de 2015. Para efetuar as matrículas, os pais deverão ir à escola portando o requerimento de matrícula, uma cópia da certidão de nascimento ou do RG do aluno, além do atestado ou do histórico escolar original e devidamente legalizado e a cópia do comprovante de residência. Mais informações, pelo telefone (77) 3429-7750. – 
FASAVIC divulga valor da mensalidade de Medicina
- Vestibular está com inscrições abertas até o dia 25/01
Os futuros alunos do curso de Medicina (bacharelado) das Faculdades Santo Agostinho de Vitória da Conquista (FASAVIC) pagarão o valor de R$ 5.980,00 (cinco mil, novecentos e oitenta reais), referente à mensalidade da graduação.
A informação foi transmitida pelo diretor da instituição, Prof. Ms. Cristiano Marchi Gimenes, e divulgada no site da faculdade.
Para o vestibular de Medicina, as inscrições estão abertas até o dia 25 de janeiro, no valor de R$ 350,00. Os candidatos interessados podem efetuá-las, exclusivamente, através do site http://www.vic.fasa.edu.br/.
As provas serão realizadas nos dias 07 e 08 de fevereiro em Vitória da Conquista (BA), das 13 às 17h (horário local), e nas cidades de Montes Claros e Sete Lagoas (MG), das 14 às 18h (horário de Brasília), em local definido no Cartão de Convocação.
Em breve, segundo Cristiano Marchi será anunciado também o processo seletivo para o curso de Direito, que se encontra em fase de aprovação.
Outras informações pelo email [email protected].
Edifíco de luxo pega fogo em Conquista
Cobertura de edifício pega fogo na região do Bosque da Paquera, em Vitória da Conquista
Os moradores proprietários do apartamento, ao contrário do que se imaginava, não estão viajando. Prédio foi totalmente evacuado.
Na manhã desta 6ª feira (2), por volta das 8h50, deu início a um incêndio no Ed. Di Cavalcanti, no início da Av. Brasil, em frente ao Bosque da Paquera da Rua da Granja, na cobertura do 8º Andar.
Na manhã desta 6ª feira (2), por volta das 8h50, deu início a um incêndio no Ed. Di Cavalcanti, no início da Av. Brasil, em frente ao Bosque da Paquera da Rua da Granja, na cobertura do 8º Andar.
Após 30 minutos de iniciado o incêndio o Corpo de Bombeiros ainda não havia chegado. O mesmo apartamento no 8º andar, foi palco de uma tragédia, quando uma empregada doméstica que trabalhava para um casal de empresários morreu ao cair da janela no dia 11 de junho de 2012. A nossa reportagem está no local colhendo mais informações. O síndico do prédio, o empresário Silvio Bulhões, não soube precisar a causa do incêndio. Os moradores devem estar viajando aproveitando o feriado prolongado deste final de semana.


fonte – blog domarcelo
Rui Costa é empossado na Assembleia Legislativa
Em seu pronunciamento, Rui Costa afirmou que um dos princípios fundamentais da sua gestão será promover a interiorização das ações (Foto: Mateus Pereira/GOVBA)
Às 9h15, o governador Rui Costa proferiu seu compromisso de posse, jurando respeitar as constituições Federal e Estadual e trabalhar pelo desenvolvimento do estado, e às 9h20 assinou o termo de posse. Na ocasião, também foi apresentada a declaração de bens do governador e do vice.
“Bom dia a todos e a todas. Quero agradecer a Deus por estar aqui hoje, neste primeiro de janeiro de 2015, concretizando o desejo democrático do povo da Bahia”. Estas foram as primeiras palavras do governador Rui Costa durante a solenidade de posse.
Entre os agradecimentos, Rui Costa fez uma menção ao ex-governador Jaques Wagner, “pela sua amizade ao longo de 32 anos, agradeço pela sua importância na minha vida pública e nessa conquista, que é de todos nós. Sei bem que, com tudo isso, também vem a enorme responsabilidade de substitui-lo na condução de um Estado com tamanha importância e com um povo tão especial como a Bahia”.
Em seguida, a partir das 10h, o ex-governador Jaques Wagner realiza a transmissão de cargo para o governador Rui Costa, eleito para o período de 2015 a 2018. O ato será realizado na tenda instalada no estacionamento da Governadoria, também no CAB, e sucedido pela posse dos secretários de Estado.
Discurso
Em seu pronunciamento, Rui Costa afirmou que um dos princípios fundamentais da sua gestão será promover a interiorização das ações, “alcançando, sobretudo, os baianos que residem nas regiões mais afastadas e carentes, onde o Estado deve chegar valorizando as identidades culturais e levando saúde, educação, segurança e desenvolvimento aos que mais precisam”.
O governador afirmou que o trabalho será de continuidade. “Tenho convicção de que estamos em um processo de transformação. Portanto, sobre essa base que já está plantada é que vamos construir novas mudanças e realizar novas conquistas, pois ainda temos muito que avançar. Podemos e vamos avançar”. A cerimônia foi encerrada às 10h15.
Dilma assume novo mandato para fazer o contrário do que pregou na campanha
A presidente Dilma Rousseff desfila em carro aberto com a filha, Paula, com destino ao Congresso Nacional, em Brasília, onde tomará posse de seu segundo mandato (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
As mudanças anunciadas até o momento agradam aqueles que observam a economia brasileira com olhar cuidadoso, mas terão impacto negativo no bolso do trabalhador. Ou seja, são impopulares. Uma torneira de reajustes está para ser aberta com o intuito de melhorar as contas públicas. A volta de tributos como a Cide (o imposto da gasolina), novos aumentos na conta de luz, possíveis elevações na taxa Selic, além de uma alta inflacionária já prevista pelo Banco Central para 2015 estão na lista de más notícias com as quais os brasileiros terão de lidar.
Na esteira da maré ruim está a Petrobras, que, no centro da Operação Lava Jato, enfrenta a pior crise de seus 60 anos de história. Endividada, a estatal pode elevar novamente o preço da gasolina no primeiro semestre para ajudar a sanear suas contas — mais um reajuste que deve pesar no bolso da população.
A vaca tossiu – No apagar das luzes de 2014, quando já não se esperava rompantes de ortodoxia vindos de Brasília, um aperitivo do que será 2015 foi anunciado pelo ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e pelo novo chefe do Planejamento, Nelson Barbosa: o aperto nas regras para a liberação de benefícios previdenciários, como o seguro-desemprego.
Tal pleito foi amplamente discutido durante as eleições pelos candidatos de oposição, Marina Silva e Aécio Neves, que foram prontamente atacados pela máquina petista por sequer cogitarem a reversão de ganhos do trabalhador com o intuito de melhorar as contas – o famoso “Nem que a vaca tussa” entoado por Dilma na campanha. De quebra, a presidente vetou até mesmo o arredondamento de dois reais no salário mínimo de 2015. Tudo em nome da economia.
Tanto os reajustes quanto as medidas de aperto fiscal são necessárias — e imprescindíveis. É, afinal, um alento saber que a presidente está disposta a encampá-las e que a realidade finalmente se impôs ao populismo irresponsável. O problema é que as mudanças não têm coerência alguma com o discurso defendido antes da vitória. Para o eleitor que tomou sua decisão de voto com base no discurso de Dilma, o sentimento, invariavelmente, será de pura enganação.
Em nome do vale-tudo eleitoral, a presidente escondeu o descumprimento do superávit fiscal, o avanço no desmatamento da Amazônia, o aumento do porcentual de miseráveis, entre outros indicadores, no mínimo, desagradáveis. Segurou artificialmente o preço da gasolina e a elevação da taxa de juros até a semana que sucedeu o segundo turno, para depois liberar os reajustes.
O velho loteamento – A escolha dos ministros foi um capítulo à parte: com dificuldades no Congresso, Dilma distribuiu cargos sem critérios claros. O escolhido para o Esporte, por exemplo, foi o deputado George Hilton (PRB). Pastor da Igreja Universal, ele nunca deu qualquer atenção ao esporte em sua passagem pelo Congresso. Como destaque em sua biografia, está o fato de ter sido expulso do PFL em 2007 após ser flagrado com 600 000 reais em espécie em um aeroporto.
Helder Barbalho (PMDB), o próximo ministro da Pesca, ganhou o cargo como prêmio de consolação após perder a disputa pelo governo do Pará. O herdeiro do senador Jader Barbalho, nome frequente no noticiário político-policial da década passada, certamente não chega à equipe ministerial por seu conhecimento de piscicultura.
uem também ganhou um lugar na Esplanada foi Eliseu Padilha: que foi ministro dos Transportes na gestão tucana e tem uma história de proximidade com o PSDB. Amigo de José Serra, o peemedebista nem mesmo apoiou Dilma Rousseff nas eleições de 2010.
As atitudes da presidente após as eleições irritaram ao mesmo tempo a oposição, derrotada por uma margem estreita e com o uso da máquina da “propaganda do medo” petista, e uma grande parcela dos que apoiaram a presidente, decepcionados por decisões que em nada lembram a personagem criada durante as eleições: a da socialista implacável com os gananciosos exploradores, dura com corruptos, generosa com os trabalhadores – a Dilma “coração valente”.
Da oposição, prenuncia-se um combate acirrado e alentador no próximo mandato, como ocorreu nas últimas semanas da atual legislatura. Do petismo, um apoio pouco entusiasmado, quando não crítico – como as que soaram quando o governo anunciou a nomeação de Kátia Abreu (PMDB, ex-DEM) para o Ministério da Agricultura ou pela saída da petista Ideli Salvatti da pasta de Direitos Humanos.
No discurso da vitória, a presidente reeleita prometeu dialogar com a sociedade, mas fez o oposto disso. Dilma só se expôs a entrevistas coletivas durante a campanha. Tem evitado a imprensa desde então. O contato com parlamentares é escasso. A maior parte dos ministros não despacha diretamente com a chefe há meses. Como nenhum auxiliar ousa confrontá-la, a chefe da nação governa encastelada.
Um dia depois de ser eleita, ainda usando a fantasia de candidata, Dilma prometeu “não deixar pedra sobre pedra” nas investigações do petrolão. Mas nada mudou: Graça Foster continua no comando da Petrobras apesar das evidências de que ela foi alertada sobre desvios em contratos da estatal.
O modelo de loteamento de cargos entre partidos políticos, uma das causas do roubo na companhia e dos numerosos escândalos de corrupção da gestão Dilma, não só continuou sendo uma política de governo como resultou em nomeações indefensáveis, que constrangeram o governo. No próximo mandato, o escândalo da Petrobras deve continuar em pauta, especialmente porque a criação de uma nova CPI no Congresso é praticamente inevitável.
Por tudo o que disse na eleição sobre si mesma e sobre os adversários, Dilma não teria como manter por muito tempo o enredo fantasioso da campanha. Mas, ao ceder à realidade, a presidente poderia corrigir também o discurso. Não o fez. Em vez de admitir que errou no diagnóstico, Dilma e o PT continuaram a exibir os sintomas daquilo que os psicólogos chamam de dissonância cognitiva – a forma com que a mente humana faz malabarismos extremos para conciliar duas crenças díspares e, assim, evitar o constrangimento de admitir o erro. Quanto mais energia e tempo gastos em defesa de uma crença, mais difícil se torna reconhecer que ela é inválida.
Por fim, as nomeações de neoaliados como Kátia Abreu para o ministério agravaram um problema já detectado pelos petistas desde os protestos de junho de 2013: o descolamento entre o partido e a militância de esquerda. A campanha contra um adversário classificado pela própria Dilma como “neoliberal” serviu apenas para uma trégua temporária, já desfeita com as escolhas de Dilma no pós-urnas.
A reaproximação com os movimentos sociais tem sido pregada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Como tentou fazer há um ano e meio, o governo busca cooptar a voz dos insatisfeitos. Não houve grandes resultados na ocasião.
Dado o clima pouco festivo na capital do país (que, para piorar, vive dias de caos graças à péssima gestão do petista Agnelo Queiroz), a preocupação atual do PT foi mais imediata: levar um número razoável de militantes a Brasília nesta quinta-feira para aplaudir a presidente durante o desfile da posse e evitar o vexame de enfrentar protestos já no primeiro dia do mandato. (Gabriel Castro, na Veja.com)
Energia solar tem levado vantagem sobre eólica
André Borges, Estadão Conteúdo
Ao transmitir cargo para Rui, Wagner aconselha sucessor a ‘não guardar rancor’
A Tarefa agora é planejar para não arremediar
Melhorar a relação com o dinheiro e ampliar a cultura da poupança são fundamentais para fugir do super endividamento. “A mudança no comportamento de consumo é importante e deve começar logo. Dívidas tiram o sono das pessoas. A insônia baixa a imunidade e deixa o corpo suscetível a várias doenças, além de derrubar a produtividade no trabalho”, alerta Sônia Amaro, supervisora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste). Todo ano começa com pagamento de tributos, como os impostos sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e sobre Propriedade Territorial Urbana (IPTU), além de gastos escolares, como material e uniforme, no caso de muitas famílias. Para piorar, a conta de luz subirá ao menos 7,5% logo em janeiro. Isso sem contar com as férias, que sempre demandam despesas extras. Portanto, mais uma vez, é preciso se preparar e, de preferência, fazer reserva. Na avaliação de Marcelo Monteiro, especialista no mercado de recuperação de crédito e diretor de novos negócios da PH3A, o primeiro passo é a organização. “Só existem duas formas de sair do super endividamento: ampliando receitas e reduzindo gastos”, sentencia. O ideal é colocar tudo no papel, detalhando quanto entra de dinheiro e o total de gastos. “Se a conta não fechar, é hora até mesmo de se desfazer de bens para amenizar as dívidas”, aconselha. Trocar dívidas caras por opções mais baratas é uma alternativa inteligente, acrescenta Monteiro. “Cartão de crédito e cheque especial têm os juros mais altos do mercado, mas são linhas fáceis, estão sempre disponíveis. É aí que mora o perigo. O consumidor acaba recorrendo a elas, sem antes analisar a possibilidade de negociar empréstimos mais em conta”, pontua. Em situações consolidadas de super endividamento, não dá para fugir da negociação. O caminho passa por procurar o gerente do banco e buscar financiamentos com juros menores para pagar as dívidas maiores. O ideal, sustentam os especialistas, é fazer um empréstimo pessoal para cobrir os débitos com o cartão e sair do vermelho também no cheque especial. “Na reorganização, é fundamental buscar novas fontes de renda. E tentar alongar prazos para reduzir valores de parcelas, dando fôlego ao orçamento mensal”, ilustra Monteiro. Simone Kafruni , Diego Amorim
Seguro desemprego e pensão terão regras mais rígidas
O governo envia hoje ao Congresso medida provisória que reduz direitos de trabalho e de previdência, com restrições no acesso ao seguro-desemprego, ao abono salarial e a pensões, que deixam de ser vitalícias para cônjuges jovens.
A economia prevista é de R$ 18 bilhões em 2015. É o primeiro corte de gastos para o segundo mandato de Dilma, num cenário em que as despesas têm crescido mais que as receitas.
O setor público teve déficit primário de R$ 19.6 bilhões no ano — e não conseguiu economizar para pagar juros da dívida. O resultado foi puxado pelo governo federal, que em novembro teve o pior rombo em 17 anos. 
Aposentados têm dois dias para renovar comprovação de vida








