A Gente diz

Prefeito de Brumado reage e discuti a segurança pública no município.

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Após 8 meses,  a frente do poder executivo em Brumado. O Prefeito Aguiberto Lima Dias,  não havia se posicionado em relação as questões relacionadas a segurança pública no Município. (Não se sabe por qual razão: omissão ou falta de atenção a esta tão importante realidade). Semana passada, na terça-feira, 27 de agosto, ele precisou encarar esta realidade e se reuniu  com as autoridades responsáveis pelo comando da segurança pública no Município. O PM Major Belink (34ª CIPM) e o Delegado  Coodenador Leonardo Rabelo (20ª Coorpin). Para discutir a Segurança Pública no Município. O gestor expôs a sua preocupação quanto aos rumos e a proporção em que a insegurança pública chegou e quais as vias  e os procedimentos necessários para que seja contornada a situação. Que, aliás, todo mundo sabe quais são,  e espera que as autoridades coloquem as,  em prática.

Outras lideranças políticas locais já fizeram a sua parte, provocando as autoridades políticas e o governo, a se posicionarem quanto a essa realidade. A Câmara de Vereador local, através dos seus edis, tanto da situação como da oposição,  pelo o visto não tem medidos esforços para avaliar o estado crítico de insegurança pública em que a população brumadense vem convivendo dia-a-dia na cidade. Aos quais,  cada um a seu modo, vem parlamentando, buscando e estudando vias mediáticas, para que sejam viabilizadas ações para sanar a crise.

Agora, mais do que nunca, é esperada a união das forças para que seja resolvida esta lamentável situação vivenciada pela comunidade brumadense,  que é a insegurança pública que  tira a paz e tranquilidade da população.

. (Foto: Wilker Porto | Brumado Agora)

Artigo:“A falta de políticas públicas e de fiscalização eficiente em Vitória da Conquista e na maioria dos municípios deste país, são uma afronta à lei do transeunte e de seu direito de ir e vir através das calçadas, ruas e passeios nas cidades em que vivi.”

* Elve Cardoso149870_108116509256901_6247972_n

Os direitos e deveres dos pedestres ganharam destaque nos debates políticos da última campanha eleitoral em todo o país e, com o advento da Copa do Mundo, alguns meios de comunicação estão dedicando matérias às deficientes estruturas que a administração pública oferece aos cidadãos que precisam se deslocar a pé. É importante salientar que no nosso município, várias obras de estrutura de trânsito estão sendo desenvolvidas, não obstante as dificuldades que a Prefeitura Municipal enfrenta para adequar o trânsito da cidade à quantidade cada vez maior de veículos. Mas apesar de as leis de trânsito darem prioridade ao pedestre, não há o desenvolvimento de políticas públicas para que essa prioridade seja efetiva, para que se assegure o simples direito de ir e vir do cidadão.

Há um segmento social que caminha pelas vias públicas, seja por opção, seja por necessidade. Esses cidadãos necessitam da garantia de seu espaço, mas via de regra as calçadas em Vitória da Conquista são estreitas e mal conservadas. Ademais, aqui impera o entendimento de que as calçadas servem como expansão de bares e restaurantes que ali espalham suas mesas, servem para a instalação de barracas ou trailers de venda de sanduíches, a despeito da circulação de pedestres que forçosamente transitam, então, pela rua, aumentando as chances de acidentes.E a Prefeitura preocupada com a renda dos comerciantes aceita essa desordem.

A sociedade não pode aceitar que o poder público determine áreas para que as pessoas façam caminhadas, como aqui há na Olívia Flores ou na Lagoa das Bateias. Claro que o incentivo e o equipamento de algumas áreas é bem quisto, mas toda calçada é destinada à circulação de pedestres e essa função primordial precisa ser garantida. Daí a obrigação da prefeitura de fiscalizar, por exemplo, as construções civis que não respeitam a lei e despejam areia e outros materiais de construção nas calçadas, desde o muro até o meio-fio.

Sabemos que a força do capital obriga as prefeituras a priorizar os espaços para veículos, mas a omissão quanto à situação do pedestre faz questionar onde, afinal, está a lei que protege o transeunte? Não nos parece que a percepção da mesma seja fácil em nosso município.A economia trabalha para aumentar o número de carros, pois esses geram impostos e, em tese, promovem o desenvolvimento do país. Assim, cabe à Prefeitura adaptar as ruas para que os carros caibam nelas, mesmo que isso cause derrubadas indiscriminadas de árvores ou aproveitamento de serras e encostas, um preço de um progresso que tira a qualidade de vida de seus cidadãos.

Entendemos que caminhar seja mais que uma questão de comodidade, saúde ou lazer para as pessoas. Porém, a ótica que privilegia o uso de automóveis fica evidente quando as inaugurações públicas de infraestruturas do trânsito são das avenidas, das estradas e as construções de passarelas, redutores de velocidade, sinalizações horizontais e verticais, avisando os pedestres de possíveis pontos cegos nas avenidas. Não se vê a inauguração de semáforos, faixas de segurança para pedestre, alargamento de passeios, ou passarelas, porque na realidade não se vê sequer a realização de obras como essas, simples mas de impacto imensurável na vida quotidiana do munícipe.

Educar para Vencer ! –

Sem título

O incoerente ranking do Enem

 

Pesquisador calcula que fatores como o nível socioeconômico dos alunos explicam 75% da nota das instituições no exame e conclui que a divulgação de resultados por escola não é capaz de revelar a influência das unidades de ensino no aprendizado dos alunos

Deborah Ouchana
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é hoje um dos principais meios para os estudantes ingressarem no ensino superior. Não é de se estranhar, portanto, que a avaliação atraia tanta atenção da sociedade e dos meios de comunicação e gere grande interesse público pela divulgação de dados do exame por escola. Contudo, o uso do Enem para avaliar a qualidade do ensino médio é criticado por diferentes pesquisadores da área. Apesar de o Ministério da Educação já ter declarado que o exame é insuficiente como instrumento de avaliação das instituições escolares, a forma como os resultados têm sido divulgados estimula a criação de rankings das melhores e piores escolas – o que resulta em uma política de responsabilização escolar.

Professor de biologia em uma escola da rede privada de São Paulo, Rodrigo Travitzki constatou em sua tese de doutorado que os resultados apresentados nos rankings estão pouco vinculados ao mérito das escolas. Na tese Enem: limites e possibilidades do Exame Nacional do Ensino Médio enquanto indicador de qualidade escolar, defendida na Universidade de São Paulo (USP) em maio de 2013, ele conclui que o nível socioeconômico de seus alunos influencia 75% da nota da escola no Enem. Além disso, outros fatores sobre os quais a escola não tem controle, como religião e cor da pele, têm influência sobre 4% da média. O efeito da escola corresponde a 21% do resultado

Em entrevista concedida ao site de Educação, Travitzki explica a metodologia utilizada para chegar a esses números, fala sobre os conceitos de qualidade educacional e sua importância para definirmos indicadores, além de apontar problemas como as diversas finalidades do exame e a inconsistência de grande parte dos itens.
Como professor de ensino médio há mais de 10 anos, o que você notou de diferente em relação ao Enem no dia a dia em sala de aula?  Eu trabalho em uma escola particular razoavelmente bem cotada no Enem, mas nós procuramos não dar tanta ênfase ao exame e aos vestibulares. Acreditamos que se fizermos bem o trabalho, ele aparecerá nos testes. Mas os alunos se importam muito com o Enem e têm se importado cada vez mais. Uma coisa forte e interessante do Enem é que ele é uma avaliação que pula a escola; é uma relação direta do governo federal com o aluno.
E o que te motivou a pesquisar o exame? No mestrado, eu estudei um tema muito abstrato. Por isso no doutorado quis estudar algo mais concreto. Meus alunos me perguntavam sobre coisas relacionadas ao exame, como a Teoria da Resposta ao Item ou as competências. Eu comecei a estudar para responder as questões deles e fui me interessando pelo tema. O Enem é hoje uma política pública superimportante, mas se estuda e se sabe pouco sobre ela. Achei que era um assunto sobre o qual a academia deveria se debruçar.

Você dedica um capítulo inteiro da sua tese para discutir o que é qualidade educacional e o que seria uma boa escola. Existe um consenso sobre o que entendemos como uma educação de qualidade? Você acredita que nós temos no Brasil um projeto da educação que queremos? Essa é a pergunta. E é isso que eu quero estudar no pós-doutorado. Não tenho a resposta, mas posso te falar sensações. O que eu fiz no doutorado foi mapear diferentes conceitos de qualidade e mostrar que hoje em dia se trabalha com uma visão bem limitada, não só no Brasil como no resto do mundo. Na tese eu separei a questão da qualidade em duas: o que é um bom aluno e o que é uma boa escola. Quando perguntamos o que é um bom aluno, é como se estivéssemos perguntando o que é um bom cidadão, porque eu entendo que objetivo da escola é tornar o estudante um bom cidadão. O que eu sinto é que, sim, faz parte da qualidade educacional o estudante saber responder questões, mas é mais do que isso. O que significa formar para a cidadania, por exemplo? A ideia do teste é ensinar as pessoas a competir. Uma coisa é quando o estudante precisa cumprir uma nota mínima para mostrar seu nível; outra é quando o teste diz que os alunos bons são apenas aqueles poucos que vão entrar na universidade. Não interessa se o estudante está acima da média. Se tiver alguém acima dele, ele não é suficientemente bom.  O teste fala pro aluno que ele tem que ser responsável pelas coisas dele, mas também diz que o trabalho é individual, que ele não pode colaborar com o colega. Existem algumas coisas pouco trabalhadas pela escola, que nós chamamos de currículo oculto e que eu acho que faz parte da qualidade da educação: trabalho em grupo, incentivo à educação inclusiva, o ensino de valores sociais e o preparo para a democracia. Esse tipo de atividade não aparece nos números e eu acredito que se não tivermos indicadores dessas coisas, acabamos não as valorizando. Por que os pequenos não têm mais história, por exemplo? Porque o PISA [Programa Internacional de Avaliação de Alunos] só avalia linguagem e matemática [e ciências]. Eu acho que o conceito de qualidade educacional precisa ter várias dimensões e antes de pensarmos em um instrumento de avaliação, devemos pensar o que entendemos como qualidade.

Você cita em sua tese que o Enem tem dois modelos diferentes: um antes de 2009 e um depois. Quais são essas diferenças? A questão dos dois Enems é uma opinião minha. Alguns pesquisadores acham que eu exagerei um pouco ao quebrar, mas mantenho minha opinião. A primeira diferença do exame de 2009 é o formato de 180 questões em dois dias de prova. Outra mudança fundamental foi na matriz de referência. Até 2008 nós tínhamos cinco competências e 21 habilidades e não era hierárquico. Ou seja, uma habilidade poderia pertencer a mais de uma competência. Em 2009 as competências viraram eixos cognitivos e cada área ganhou competências mais específicas que se ramificam em habilidades. É uma estrutura completamente diferente. O que eu não acho interessante é o número de habilidades [são 120] que acabam não ajudando o professor a planejar o currículo. Eu acho que essas mudanças têm a ver com o fato de o Enem estar se consolidando como vestibular.

Com esse segundo formato, o Enem passou a ter múltiplas funções. O exame atende a tantas finalidades diferentes com eficácia? Em termos de gerência é fácil ter um instrumento que serve para várias coisas, mas a maioria dos especialistas enxerga problemas nisso. Um exemplo bem simples: se você quer um exame para avaliar a qualidade de ensino de um sistema, o ideal é que ele tenha metade das questões com dificuldade média, um quarto difícil e um quarto fácil, porque, por natureza, a maioria das pessoas se encontra na média. Então uma prova boa para comparar sistemas educacionais deve ter muitas questões médias. Já uma boa prova para selecionar alunos para entrar na universidade deve ter mais questões difíceis, porque não importa o estudante que está no meio, mas o que está na ponta.

E como é o Enem hoje? Quando eu olho para a prova do Enem, ela me parece uma prova mais fácil. Por incrível que pareça, quando eu vejo os dados constato que a maioria dos alunos vai mal. É uma prova que tem mais questões difíceis do que fáceis.

Então podemos dizer que o Enem está funcionando melhor como uma prova de seleção? É uma hipótese. Mas no que o Enem se aproxima de funcionar melhor como um vestibular, ele se distancia de funcionar bem para comparação de escolas. Tudo aponta para a necessidade de termos mais indicadores.

Apesar de não ser o foco da sua pesquisa, você também avaliou a qualidade técnica do exame por meio de testes de confiabilidade dos itens. O professor José Francisco Soares, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), chegou até a elogiar suas constatações que apontavam um comportamento empírico ruim de alguns itens. O que explica a queda da confiabilidade no novo modelo do Enem? Uma possível explicação é o menor número de questões: quanto menor a prova, menor deve ser sua confiabilidade. Antes o Enem era uma prova de 63 questões. Hoje são quatro provas de 45.  Uma explicação técnica é essa. Cerca de um terço dos itens do exame de 2009 apresentaram problemas, principalmente nas provas de matemática e ciências da natureza. Itens problemáticos, ou não confiáveis, são aqueles que nos parâmetros técnicos não funcionaram bem quando analisamos a resposta dos alunos. Por exemplo, eu usei um indicador chamado coeficiente bisserial que diz o quanto os alunos que escolheram a alternativa “A” tendiam a ser mais ou menos habilidosos. A ideia é que uma boa questão vai ter um coeficiente bisserial positivo na alternativa certa. Ou seja, se a alternativa certa é a “C”, os mais habilidosos tendem a escolhê-la. Uma questão tecnicamente ruim tem um distrator que distraiu demais – então um aluno muito inteligente acaba escolhendo a alternativa errada.

O desempenho de uma escola no Enem é explicado principalmente pelo fator socioeconômico – ele influencia 75% da nota. Como você chegou a esse número?  É uma técnica chamada regressão de nível. Eu usei os dados dos questionários do Enem para criar um indicador de Nível Socioeconômico (NSE) para cada aluno. Para isso usei critérios como escolaridade dos pais, renda familiar e bens domiciliares. A partir do número de cada aluno eu tirei a média da escola. Usei também outras variáveis como cor da pele, religião, estado. Um monte de coisas que influenciam a nota da escola estatisticamente, mas não estão sob o controle dela. O NSE representa 75% da média da uma escola. Se juntar tudo que a escola não pode controlar, chega a 79%. O importante disso é pensar o que o ranking do Enem está nos mostrando e se devemos usá-lo como um indicador de qualidade sério que vai influenciar a valorização de uma escola ou outra. É importante destacar que da forma como é feito hoje, estamos avaliando somente 21% do trabalho da escola.

Por que a influência do nível socioeconômico é maior nas médias das escolas do que na nota individual do aluno? Isso pode ser interpretado de duas formas. A primeira é que é um fenômeno estatístico. Em geral, médias são mais estáveis do que números individuais. Ou seja, se comportam de maneira mais previsível do que o número bruto. Educacionalmente, isso quer dizer que se uma escola é mais pobre ela está quase fadada a ter uma colocação ruim no ranking do Enem. Já o aluno que é individualmente mais pobre, não irá, necessariamente, pior no ranking. O que eu estou analisando e achando mais problemático é que uma escola que tem alunos de baixa renda dificilmente vai estar no topo do ranking, por mais que ela seja boa. E a grande questão é essa em termos de política pública: o problema educacional é quem está embaixo.  Eu acredito que a escola não pode ser uma caixa preta; ela tem que divulgar os seus resultados. A questão é saber que tipo de resultados deve ser divulgado, como e para quem. Na Espanha, é proibido divulgar rankings para evitar o efeito de retroalimentação. Se 80% da nota do Enem é determinada por coisas quenão estão sob o controle da escola, ao publicar o ranking você tende a favorecer escolas que já têm resultado favorável. Por isso eu publiquei na tese um ranking alternativo, para mostrar escolas que têm um alto efeito-escola.

Como ficou esse ranking alternativo comparado ao oficial? Um terço das escolas acima da média no ranking oficial está abaixo da média segundo o efeito-escola. São escolas que foram valorizadas, mas talvez não estejam ajudando o aluno pensando do seu ponto de partida. Mas o mais problemático é que 20% das escolas que estavam abaixo da média no ranking oficial estão acima de acordo com o efeito-escola. Provavelmente são escolas públicas que trabalham em condições desfavoráveis e mesmo assim têm resultado acima do esperado. Isso é grave, pois estimulamos o sucateamento de escolas boas. Não podemos supervalorizar o ranking.

 

 

Ministério Público emite parecer pela cassação imediata do prefeito de Brumado

 [000047]O Ministério Público Eleitoral emitiu parecer favorável à cassação do diploma e ao afastamento imediato do prefeito Aguiberto Lima Dias. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).

Na Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME), protocolada pela candidata derrotada nas eleições de 2012, Marizete Pereira (PT), e por seu vice, o médico Marlúcio Abreu (PP), o Ministério Público Eleitoral de Brumado emitiu parecer favorável à cassação do diploma e ao afastamento imediato do prefeito Aguiberto Lima Dias (PSL) e de sua vice Cristina Gondim (PSDB). O parecer foi protocolado na 90ª Zona Eleitoral pelo promotor Paulo César de Azevedo na manhã desta sexta-feira (30). O processo já está concluso restando agora o julgamento do juiz Genivaldo Alves Guimarães. A AIME é uma ação eleitoral, prevista na Constituição Federal, que tem por objetivo impugnar o mandato obtido com abuso de poder econômico, corrupção ou fraude. Apenas os candidatos diplomados – neste caso Aguiberto e Cristina – podem ser acionados na justiça através desse tipo de ação. O prefeito de Brumado ainda responde mais três ações na Justiça Eleitoral, sendo que uma delas já está em fase final de tramitação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) da Bahia.

MP emite parecer pela cassação imediata do prefeito de Brumado O parecer do promotor Paulo César de Azevedo foi protocolado nesta sexta-feira (30). (Foto: Reprodução/TSE).

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DSTs aumentam 50% entre jovens até 25 anos em 10 anos, diz pesquisa

 

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Apesar de as campanhas por sexo seguro aumentarem em todo mundo e o uso de preservativo ser cada vez mais disseminado, a realidade de boa parte dos adultos jovens na Inglaterra parece ir de encontro a tudo isso. Um relatório da Saúde Pública do país, publicado pelo jornal Daily Mail, afirma que as doenças sexualmente transmissíveis aumentaram quase 50% em 10 anos entre pessoas com até 25 anos. De acordo com a consulta, havia 448.422 novos casos de DSTs no Reino Unido em 2012, ou 5% a mais em relação ao ano anterior e 46% mais alto que em 2003, quando os dados começaram a ser coletados. Segundo a mesma pesquisa, quase dois terços dos casos de clamídia e mais de metade das infecções por gonorreia acontecem nesse grupo etário. “As altas taxas de transmissão de gonorreia preocupam conforme a resistência ao tratamento com antibióticos cresce”, informou o levantamento. Em sentido contrário, caíram as taxas de gravidez na adolescência. Informações do Terra.Foto: Getty Images

 

Orelhões brasileiros terão sinal de wi-fi gratuito

 

O uso do celular no Brasil cresceu mais de 107,2% nos últimos seis anos. Os dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) também mostram que o acesso à internet foi ainda maior: aumento de 143,8%. Diante desse cenário, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) estuda uma nova utilidade para os orelhões do país: torná-los pontos de wi-fi gratuito.

A ideia surgiu após um estudo elaborado no ano passado que demonstra que os 950 mil terminais existentes no país estão cada vez mais em desuso. Os dados apontam que 49% dessas unidades fazem menos de duas ligações por dia, e a receita média mensal, que era de R$ 110, caiu para R$ 12,50.

Segundo a agência, o estudo técnico será discutido em consulta pública até março de 2014 para determinar como será feita a modernização desses equipamentos para o acesso público coletivo.

Entre as previsões há a redução do número de orelhões na cidade. Eles serão mantidos principalmente em áreas de maior uso, como nas zonas rurais.

Sobre o funcionamento dos que restarem, será estudado a viabilidade desses orelhões terem outras funcionalidades, como wi-fi e facilidades nas formas de pagamento, como, por exemplo, com o uso cartão de crédito.

Em outros países, os tipos de serviços oferecidos nos atuais equipamentos incluem envio de SMS, acesso à internet com realização de videoconferência em telas sensíveis ao toque, pontos de wi-fi, impressoras térmicas, entrada para USB e leitor de cartão de memória.


LEIA TAMBÉM

O ex- Ministro e atual vice-presidente da Caixa Economica Federal e Presidente Estadual do PMDB – Geddel Vieira Lima, ensaia os seus primeiros passos, como pré-candidato na disputa eleitoral do Governo da Bahia, em Conquista. Nesta sexta-feira.

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ROTEIRO DE VISITA A VITORIA DA CONQUISTA DO DR. GEDDEL

Dia 30 – Sexta-feira

10 hs – Visita a residência do ex. prefeito de Vitoria da Conquista (Pedral Sampaio)

12 hs- Programa Resenha Geral – Rádio Clube – Entrevistador (Herzem Gusmão)

14 hs – Almoço (Restaurante Culinária e Magia)

15 hs –  Atendimento a imprensa

16 hs-   Programa de Rádio Balanço do Dia – Rádio Clube – Entrevistador Robson Duval

17 hs – Visita a CDL (Clube dos Diretores Lojistas)

                          ACI (Associação Comercial Industrial)

                           Tv.do Triunfo – Centro

17:30 hs – Visita ao Centro da Cidade (Praça Barão do Rio Branco e Pça. 09 de Novembro)

18 hs-   Participa do evento de filiação ao PMDB do Coronel Esmeraldino, candidato a deputado Federal em 2014. Av. Juracy Magalhães, 2090 (Vizinho a Schincariol)

Escritor Conquistense busca patrocínio para edição do livro, que narra detalhes de como a ditadura civil-militar chegou até Conquista. ” UMA CONQUISTA CASSADA “

Depois de cinco anos de árduo trabalho, finalmente foi concluído o

livro “Uma Conquista Cassada”, de autoria do jornalista Jeremias Macário

que, no momento, busca um patrocínio. A obra narra detalhes de como a ditadura

civil-militar chegou até Conquista, em maio de 1964, com prisões arbitrárias,

culmina com a cassação do prefeito eleito em 1962 de José Pedral Sampaio

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UMA CONQUISTA CASSADA

        CERCO E FUZIL NA CIDADE DO FRIO

   A neblina cobria a Serra do Periperi naquela manhã do dia seis de maio de 1964. Aos poucos a cerração invadia a cidade de cerca de 50 mil habitantes. O vento frio anunciava um inverno de baixas temperaturas. Os moradores despertavam ainda sonolentos de seus cobertores para os afazeres de rotina.

   Era para ser um dia como outro qualquer, mas não foi assim que aconteceu. Depois de uma cansativa viagem do dia anterior, 100 homens fardados, sob o comando do capitão Antônio Bendochi Alves Filho, estavam de prontidão para a missão repressiva.

 Armados de fuzis e metralhadoras, o centro e pontos estratégicos da cidade foram cercados pelos coturnos dos militares. A ordem era encurralar e prender os “subversivos comunistas”.

PRISÕES E “SUICÍDIO”

   Fatos inéditos e arbitrários aconteceram naqueles dias de 1964 no início da ditadura civil-militar. A cidade foi palco de prisões, fugas, queima de documentos e até mortes. No atormentado maio ocorreu o primeiro “suicídio” de um preso político no Brasil nas dependências de uma cadeia militar.

   Anos depois a revelação dessas memórias que influenciaram a vida social e política daquela população se transforma em livro que deverá ser lançado em breve. Poucos têm noção dos dias de truculência e aflição vividos no “Sertão da Ressaca”.

   “Uma Conquista Cassada – Cerco e Fuzil na Cidade do Frio” foi o título encontrado para narrar esta história. Foi também uma caçada implacável dos militares contra cidadãos de bem.

   O termo “Cassada” se encaixou com mais sentido para retratar a ditadura militar-burguesa que, com a força dos fuzis, emparedou os vereadores, no desesperado seis de maio, obrigando-os a se reunirem na 30ª Sessão para votar o afastamento do prefeito eleito pelo povo, José Fernandes Pedral Sampaio.

   Desolado em sua prisão na Companhia da Polícia Militar da Bahia (9º Batalhão) com outros companheiros, o prefeito foi destituído pelo novo regime, sem direito à defesa. Eleito em 1962, Pedral e o povo foram vítimas de um ato de flagrante violação à Constituição.

    A população viveu um clima de terror e pânico.  Muita gente procurou fugir do cerco. Um perseguido viajou até Salvador para se entregar e teve irmão “dedurando” irmão.

   A reconstrução desse capítulo da história de Conquista demandou cinco anos de estudos, pesquisas e entrevistas, com fatos inusitados para o leitor, como o enfrentamento das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Igreja Católica nos anos de chumbo da ditadura.

     A cidade abrigou um refugiado marxista condenado à pena de morte que se escondeu no anexo da clausura de um convento de monjas onde fez um quadro do Menino Jesus no Templo. O foragido Theodomiro Romeiro dos Santos conta como tudo aconteceu.

   Uma conquistense guerreou no Araguaia (sul do Pará), deixando a família para trás e se internando na perigosa selva. Outro foi barbaramente torturado, e um jovem tentou ir à guerrilha, mas depois resolveu ser padre. Teve empresário financiador do regime de exceção.

OPERAÇÃO DE GUERRA

    O livro foca o maio de 1964, a partir das prisões arbitrárias de cerca de 100 pessoas consideradas como subversivas por terem apoiado o governo deposto de João Goulart e suas reformas de base. Também quem pertencia ao grupo do prefeito foi preso e perseguido.

   Depois da chegada dos soldados em cinco de maio, a operação de guerra prosseguiu no dia seguinte com as prisões. A vinda do exército foi reforçada por correntes contrárias ao grupo de Pedral. Foi uma desforra política.

     A oposição instigava o jornal “O Sertanejo” (apelidado de “Sertanojo”), de que Conquista carecia de uma ação militar para acabar de vez com os “atos subversivos” e “atentatórios à pátria”.

   A Praça Barão do Rio Branco, ou da República, ainda com alguns casarões antigos, tendo ao meio a saudosa galeria “Lindóia”, foi o cenário das repressões.

     Na Praça José de Sá Nunes, em frente ao Clube Social, o prefeito recebeu a primeira ordem de prisão, quando se dirigia para seu rotineiro trabalho na prefeitura. O clima era de uma Conquista com viés socialista a partir da derrubada das forças oligarcas em 1962.

    Na ocasião, o fato de maior impacto foi o polêmico “suicídio” do vereador Péricles Gusmão Regis, encontrado morto numa das celas da Companhia da Polícia Militar da Bahia (9º Batalhão da Polícia Militar), no dia 12 de maio de 1964.

SEIS BLOCOS

   O livro-documentário, no estilo reportagem jornalística, está dividido em seis blocos. O primeiro aborda as revoluções socialistas no mundo (russa, chinesa e cubana) que influenciaram os movimentos sociais na América Latina nos anos 50 e 60.

     O segundo trata dos levantes, rebeliões, conspirações e golpes na história do Brasil colonial, imperial e republicano, incluindo os regimes ditatoriais da Era Vargas e de 1964.

     O terceiro conta a história de Conquista, sua evolução sócio-cultural, econômico e político até a chegada da ditadura civil-militar.

     Para contextualização do estudo, o quarto situa a questão dos grupos e das organizações revolucionárias de esquerda na luta armada contra o regime de repressão.

     O quinto trata de pontos polêmicos, como a abertura lenta e gradual; a anistia geral e irrestrita de 1979; a destruição dos documentos; abertura dos Arquivos, a Comissão da Verdade; e a punição dos torturadores.

  O último é um tributo à “DÉCADA DE 60”, por ter sido a mais agitada de todas. Os sonhos conquistados abriram caminhos para as outras décadas passarem. A de 60 teve seu espírito orgástico e lisérgico que alucinaram gerações.

PAIXÃO FATAL: TORCEDOR BRUMADENSE MORRE DE INFARTO FULMINANTE NA HORA EM QUE COMEMORAVA O GOL DO FLAMENGO CONTRA O CRUZEIRO

 

PAIXÃO FATAL: TORCEDOR BRUMADENSE MORRE DE INFARTO FULMINANTE NA HORA EM QUE COMEMORAVA O GOL DO FLAMENGO CONTRA O CRUZEIRO           O torcedor que acabou falecendo durante a comemoração do gol aos 42 minutos do segundo tempo contra o Cruzeiro terá o seu sepultamento no próprio Distrito de Umburanas em Brumado (Foto:Daniel Simurro / Brumado Urgente)

A paixão da torcida rubro-negra pelo Clube de Regatas Flamengo é indiscutível, mas tem vezes que esse sentimento se exacerba e atravessa os portais proibidos, fazendo com a alegria possa se transformar em dor e lamento.

O torcedor brasileiro em si é realmente exagerado e vários casos de mortes durante, principalmente, jogos decisivos vêm sendo registrados por todo o Brasil.

Um fato dessa natureza, de forma inédita, aconteceu em Brumado, mais especificamente no Distrito de Umburanas, onde o torcedor Fidelcino Lima, de 55 anos, acabou tendo um infarto fulminante na hora em que comemorou o gol do Flamengo marcado por Elias contra o Cruzeiro, aos 42 minutos, o qual decidiu a classificação para as quartas de finais da Copa do Brasil.

Torcedor apaixonado, Fidelcino Lima não resistiu à emoção e vai entrar para a lista dos torcedores do rubro-negro que partiram para a eternidade devido às fortes emoções de uma partida de futebol.

O sepultamento acontecerá na tarde desta quinta-feira (29) no próprio Distrito de Umburanas.

 

 

Autor: Daniel Simurro / Brumado Urgente

Condeúba: Ex-secretário é assassinado no Centro da cidade

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Fotos: Leitor | Blog do Anderson

A população do Município de Condeúba BA, foi surpreendida com um  acontecimento lamentável, o assassinato de Adão Marcos Silva Pereira, ex-secretário de educação de Condeúba,  ele foi morto a tiros de revólver na noite de quarta-feira (28), quando passava de carro pelo Centro da cidade.

De acordo com informações de testemunhas, um homem que estaria em uma moto teria disparado vários tiros em direção ao carro do ex-secretário. Alguns tiros acabaram atingindo Adão, que ainda saiu do carro na tentativa de buscar socorro, quando mais tiros foram disparados contra ele.

O ex-secretário chegou a ser socorrido por amigos e encaminhado para o Hospital Dr. José Cardoso, mas não resistiu e morreu. O criminoso conseguiu fugir.

 

 

Brasil já tem mais de 201 milhões de habitantes, aponta IBGE

untitledAgência Brasil 
 

Rio de Janeiro e Brasília – A população estimada do Brasil é 201.032.714 habitantes, pelos dados mais recentes do Instituto Brasileiro  de Geografia e Estatística (IBGE), referentes a junho deste ano. De acordo com o levantamento, há 7.085.828 habitantes a mais do que o registrado em julho de 2012. Os dados foram publicados hoje (29) no Diário Oficial da União.

São Paulo é o estado mais populoso com 43,6 milhões de habitantes, seguido por Minas Gerais com 20,5 milhões de residentes e Rio de Janeiro com 16,3 milhões de pessoas que declaram moradoras da região.

A Bahia registra 15 milhões de habitantes, o Rio Grande do Sul 11,1 milhões e o Paraná, 10,9 milhões de residentes. Em seguida aparecem Pernambuco com 9,21 milhões de habitantes, Ceará com 8,78 milhões, Pará com 7,97 milhões, Maranhão com 6,79 milhões, Santa Catarina com 6,63 milhões e Goiás com 6,43 milhões.

Com menos de 5 milhões de habitantes, estão Paraíba (3,91 milhões), Espírito Santo (3,84 milhões), Amazonas (3,81 milhões), Rio Grande do Norte (3,37 milhões), Alagoas (3,3 milhões), Piauí (3,18 milhões), Mato Grosso (3,18 milhões), Distrito Federal (2,79 milhões), Mato Grosso do Sul (2,59 milhões), Sergipe (2,19 milhões), Rondônia (1,73 milhão) e Tocantins (1,48 milhão).

A Região Norte, tem três estados com menos de 1 milhão de habitantes. Roraima é o menos populoso, com 488 mil habitantes. O Acre tem 776,5 mil habitantes e o Amapá, 735 mil.

Veja abaixo a população de cada unidade da Federação:

Unidade da Federação

População

Rondônia 1.728.214
Acre 776.463
Amazonas 3.807.923
Roraima 488.072
Pará 7.969.655
Amapá 734.995
Tocantins 1.478.163
Maranhão 6.794.298
Piauí 3.184.165
Ceará 8.778.575
Rio Grande do Norte 3.373.960
Paraíba 3.914.418
Pernambuco 9.208.551
Alagoas 3.300.938
Sergipe 2.195.662
Bahia 15.044.127
Minas Gerais 20.593.366
Espírito Santo 3.839.363
Rio de Janeiro 16.369.178
São Paulo 43.663.672
Paraná 10.997.462
Santa Catarina 6.634.250
Rio Grande do Sul 11.164.050
Mato Grosso do Sul 2.587.267
Mato Grosso 3.182.114
Goiás 6.434.052
Distrito Federal 2.789.761

Total

201.032.714

 

Segurança Pública: Presídio Nilton Gonçalves necessita de intervenção federal, para sanar suas demandas

 jornalista e radialista

O Presidio que leva o nome do advogado e ex-prefeito de Vitória da Conquista, Nilton Gonçalves,  tornou-se conhecido em todo o território nacional por ter protagonizado uma das rebeliões mais longas registrada no Brasil. E que deixou a cidade de Vitória da Conquista perplexa diante dos acontecimentos praticados pelos os rebelados à ocasião.

Mesmo diante as sucessivas buscas e apreensões efetuadas, pelos responsáveis da unidade prisional, percebe-se, que o estado não está conseguindo  resolver a questão, haja vista, os inúmeros relatos de acontecimentos registrados pelas autoridades que coordena a Instituição e, que tenta justificar a cada episódio,  as medidas preventivas para resolver os problemas, que são repercutidos por toda a imprensa.

– Na tarde desta (quarta-feira, 28) a direção do presídio Nilton Gonçalves  incinerou  160 celulares capturados dentro das celas dos internos, após vistorias realizadas desde o início do ano.

Além disso, outros materiais foram incinerados, como serras e até mesmo cachimbos, que os presos utilizam para usar drogas. E não faz mais de um mês, que foi aprendido bananas de dinamites dentro do presídio, que se usada daria para derrubar todo o edifico da unidade.

Segundo o diretor da unidade, Alexsandro Oliveira, revelou que algumas medidas estão sendo adotadas no intuito de evitar esse tipo de problema. E diz que; “O presídio, todos sabem, está localizado em uma área urbana, por isso algumas pessoas sempre arremessam do lado de fora celulares e outros tipos de artefatos. Quando percebemos isso, iniciamos a vistoria nas celas e suspendemos o ‘banho’ de sol dos internos até o momento que encontramos o material arremessado para dentro da unidade”, relata o diretor.

As autoridades locais precisam se posicionar em relação à precária e deficiente estrutura prisional de Vitória da Conquista, para que se resolvam estas questões como forma preventiva de segurança para toda a sociedade. E se necessário exigir uma intervenção do Mistério da Justiça – Governo Federal –  para sanar as inúmeras demandas apresentadas.