A Gente diz

A ATRIZ ADRIANA BIROLLI APRESENTARÁ O ESPETÁCULO ‘MANUAL PRÁTICO DA MULHER DESESPERADA’

Espetaculo

Depois do sucesso do seu personagem na novela ‘Fina Estampa’ a atriz retorna aos palcos e ilustra em cena as armadilhas que a mulher moderna cria para si mesma ao tentar fugir da solidão

Baseado na fusão de três contos da consagrada escritora e jornalistaDorothy Parker, a peça ‘Manual Prático da Mulher Desesperada’narra de forma cômica o desespero de uma mulher solteira em uma noite de sábado.  A direção do espetáculo é de Ruiz Bellenda, que também é o responsável pela tradução e adaptação da montagem brasileira. ‘Manual Prático da Mulher Desesperada’ rendeu aAdriana Birollli o Troféu Gralha Azul de melhor atriz, o prêmio é concedido pelo Governo do Estado do Paraná através do Centro Cultural Guairá.

Em ‘Manual Prático da Mulher Desesperada’ a linguagem cênica escolhida pelo diretor foi a de ilustrar de forma contemporânea  as desventuras amorosas da protagonista Alice, personagem de Adriana Birolli. O espetáculo conta também com a participação do ator Alex Barg, que vive os personagens Celinho Everton.

A trama transcorre por meio dos contos “A telephone call”, “Cousin Larry” e “The Waltz” interpretados na íntegra no palco.No início do espetáculo, rituais de beleza femininos praticados na tentativa de seduzir o sexo oposto são demonstrados. Máscara facial, depilação, cremes, prancha no cabelo e maquiagem são aplicados em cena porAlice. Segundo Bellenda “o objetivo fundamental da montagem é examinar os mistérios da alma feminina utilizando todos os recursos lúdicos que a carpintaria teatral permite”.

Através do texto e da interpretação dos atores, a direção conduz o espectador ao exame das situações e das contradições que a mulher emancipada vive ao pagar o preço de sua condição de ser humano livre. Para demonstrar essa concepção foram desenvolvidos figurinos que registram os estados de espírito da protagonista, cenários ilustrando as situações do texto nos mais variados ambientes, iluminação que recria a atmosfera peculiar dos contos de Dorothy Parker e vinhetas que são projetadas durante a peça contando o passado da heroína.

Para Ruiz Bellenda a montagem pode ser definida como “um cabaré de ideias panfletárias sobre a condição feminina, montado no formato de show de humor. Ao escolher a utilização do conteúdo acima da forma, a direção opta por fornecer ao público ideias instigantes, divertindo-o ao mesmo tempo”.

A peça foi exibida inicialmente em Curitiba, mas já foi apresentada também em São Paulo, interior de Santa Catarina, interior do Paraná, Vitória, entre outras localidades e cumpriu temporada recentemente no Rio de Janeiro.

Vitória da Conquista dias 27 e 28 de Setembro 2013.

Paulo Mascena
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Wagner é o 33º no ranking dos mais poderosos do país

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O governador Jaques Wagner foi escolhido, nesta quarta-feira (4), o 33º no ranking “Os 60 mais poderosos do país”, elaborado pelo portal IG, que analisa o poder e a influência de grandes nomes brasileiros. Escolhido por ser “atualmente capaz de ir além do prestígio e do reconhecimento na política e na economia do país”, o gestor é descrito como “bom negociador, bom bombeiro e hábil na difícil tarefa de contornar crises”. Em seu perfil, é destaques a simpatia que tem do ex-presidente Lula após o auge das denúncias envolvendo o escândalo do mensalão, em 2005. “Jaques Wagner cresceu mais ainda, tanto interna como externamente, no papel de moderado interlocutor das oposições. Por conta dessa função, consta que o carioca-baiano tenha ganhado mais um apelido, dado por Lula: Pacificador”, diz parte do texto. Com três das cinco estrelas referentes às influências política, econômica e social que exerce e apenas uma estrela em relação à influência midiática, o nome do petista aparece acima de políticos como o presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB-RN), do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e dos ministros Alexandre Padilha (Saúde), Gilberto Carvalho (Secretaria Geral da Presidência) e José Eduardo Cardozo (Justiça). Wagner também aparece à frente de figuras como o banqueiro Joseph Safra e os empresários Eike Batista e Abílio Diniz.

Microsoft compra divisão de celulares da Nokia por cerca de R$ 17 bilhões

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A Microsoft fechou a compra dos negócios e patentes da divisão de celulares da companhia finlandesa Nokia, ex-líder mundial na venda de aparelhos móveis, anunciaram nesta terça-feira ambas as empresas em comunicado conjunto. A Microsoft pagará 5,44 bilhões de euros (cerca de R$ 17 bilhões ou US$ 7,2 bilhões) pela compra da divisão de dispositivos móveis e patentes da Nokia, sendo 3,79 bilhões de euros pela unidade de fabricação de celulares e smartphones, atualmente sufocada pelas concorrentes, e 1,65 bilhão de euros pelas patentes da companhia finlandesa.

O comunicado detalhou que o executivo-chefe de Nokia, Stephen Elop, deixará seu posto, enquanto a Microsoft – na prática – deverá assumir o controle total da Nokia, empresa que já liderou a venda mundial de celulares, mas que perdeu terreno nos últimos anos diante dos smartphones da Apple e da sul-coreana Samsung.

Ambas as multinacionais esperam que a transação seja confirmada em seu total somente no primeiro trimestre de 2014, logo após a aprovação dos reguladores estatais e dos acionistas.

“É um ambicioso passo para o futuro, uma situação que beneficia ambos os lados, além de empregados, acionistas e consumidores. As duas equipes juntas acelerarão a fração de mercado da Microsoft e seus lucros em telefones”, indicou Steve Ballmer, executivo-chefe da Microsoft.

O passo dado pela Microsoft é similar ao dado pela Google, criadora do sistema operacional Android, na compra da Motorola em 2011, em um setor tecnológico cada vez mais integrado e em que dispositivos portáteis, sistemas operacionais, aplicativos e outros serviços cada vez estão mais concentrados em competir.(Portal Terra).

Rompimento de fibra ótica afeta o sinal da Velox e sinal da Oi em toda a Bahia

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Rompimento de fibra ótica afeta o sinal da Velox e sinal da Oi em toda a Bahia A pane no Oi Velox afetou parte do comércio de Brumado que utiliza o sinal de internet da operadora.

Desde as 16h desta terça-feira (03), os clientes da operadora Oi estão sem os serviços de internet e telefonia móvel no estado da Bahia. Segundo informações obtidas pelo site Brumado Notícias, o rompimento de uma fibra ótica em três regiões provocou a pane em todo o estado. Os clientes da operadora não conseguem navegar na internet e os telefones celulares estão sem sinal devido à inoperância dos serviços. A pane no Oi Velox afetou parte do comércio de Brumado que utiliza o sinal de internet da operadora. Nenhum cliente da cidade consegue conectar a internet e nem efetuar ligações do telefone móvel. Ainda não há previsão de retorno dos serviços da operadora.

Câmara aprova PEC que institui o voto aberto em todas as votações

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Brasília – A Câmara dos Deputados aprovou, na noite de hoje (3), em segundo turno a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 349, que institui o voto aberto em todos os processos de votação no Congresso Nacional, nas assembleias legislativas, na Câmara Legislativa do Distrito Federal e nas câmaras municipais. Foram 452 votos a favor, nenhum contra e 1 abstenção, que foi a do presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que regimentalmente não pode votar.

Apresentada em 2001, pelo então deputado Luiz Antônio Fleury, à PEC foram acrescentadas outras seis propostas que também tratavam da questão de votações abertas. Na comissão especial, a PEC foi relatada pelo então deputado e hoje ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que apresentou um substitutivo para estabelecer votações abertas nos três níveis do Legislativo. Na comissão, a matéria foi aprovada em 15 de dezembro de 2004. No plenário da Câmara foi aprovada, em primeiro turno, em 5 de setembro de 2006, por 383 votos a favor, nenhum contra e quatro abstenções.

A proposta de emenda à Constituição aprovada na noite de hoje pelos deputados acrescenta dois parágrafos ao Artigo 47 da Constituição. O primeiro estabelece que é vedado o votosecreto nas deliberações do Congresso Nacional, da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Já o segundo diz que o disposto no parágrafo anterior se aplica também às assembleias legislativas dos estados, à Câmara Legislativa do Distrito Federal e às câmaras municipais.

Após a aprovação da PEC, o presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), informou que encaminhará a matéria ao presidente do Senado, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), na manhã desta quarta-feira e que vai conversar com ele para pedir agilidade na votação da matéria.

Henrique Alves informou que, paralelamente à tramitação da PEC no Senado, continuará em análise na Câmara a PEC que institui o voto aberto nos casos de cassação de parlamentares. Segundo ele, a proposta poderá ser votada no plenário a partir do próximo dia 18, em primeiro turno, e uma semana depois em segundo turno para ser promulgada e começar a valer.

De acordo com Henrique Alves, a aprovação da PEC é uma resposta à sociedade após a manutenção do mandato do deputado Natan Donadon (sem partido-RO). “Foi uma decisão das mais importantes da história do Parlamento. Pelos nossos cálculos, a PEC 196 [que institui voto aberto nos processos de cassação] poderá ser votada no dia 18 e ser promulgada, porque já foi aprovada pelo Senado. Será mais rápido o processo dessa PEC”, disse.

A Frente Parlamentar em Defesa do Voto Aberto vinha pressionando, há muito tempo, para que a PEC 349 fosse colocada em votação, mas com a absolvição do deputado Donadon pelo plenário, em votação secreta, líderes partidários deram início a um movimento que culminou com a aprovação da proposta na noite de hoje pela unanimidade dos deputados presentes à Câmara.

Iolando Lourenço Repórter da Agência Brasil

Cresce procura por segurança eletrônica

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A Associação Brasileira das Empresas de Segurança Eletrônica (Abese) aponta os sistemas de Circuito Fechado de TV (CFTV) como a tecnologia de segurança eletrônica que mais cresceu nos últimos anos. Dados da  Abese mostram que em 2012, o país registrou um crescimento de 9% no setor. O faturamento ficou em torno de R$ 4,2 bilhões. Ainda segundo o órgão, até 2014, o uso de câmeras de monitoramento eletrônico será duplicado. O mercado ainda será aquecido com a aproximação de dois grandes eventos esportivos, Copa do Mundo e Olimpíada.

 

Apostando nesse segmento, a empresária Mônica Pedrosa abriu a Protezione, franquia especializada na prestação de serviços personalizados em monitoramento eletrônico e segurança, em Salvador. “Seja após um incidente ou apenas por prevenção é cada vez maior o número de prédios residências e empresas que buscam pelos serviços de segurança eletrônica especializada na capital”, disse.

 

De acordo com a Abese, alguns outros fatores também ajudam a explicar o crescimento constante no mercado de sistemas eletrônicos de segurança (SES). Questões como as oscilações do dólar e a popularização dos produtos e preços – que registram queda de 70% de 1999 até 2011, são fundamentais neste processo de evolução do mercado de SES.

 

A empresária conta que após perceber uma carência de serviços de segurança eletrônica de qualidade em Salvador resolveu investir no segmento associando-se a franquia da Protezione. “O mercado nos conduziu para esse segmento. A partir daí fomos buscar especialização qualificada. A franquia nos possibilita um estreitamento com os melhores fornecedores oferecendo produtos de tecnologia de ponta com preços acessíveis”, disse.

 

Os serviços oferecidos pela empresa são as cercas elétricas, portão eletrônico, sistemas  de câmeras de monitoramento, sistemas de câmeras IP digitais com imagens em HD dentre outros. A empresária destaca que o sistema de alarme e câmeras de monitoramento são os serviços mais procurados pelos condomínios residências e pelas pessoas que tem idosos e crianças em casa.

 

A comodidade do sistema que possibilita que o cliente onde quer que esteja monitore pelo celular as imagens de sua casa ou tenha acesso aos horários que as empresas abrem e fecham é outro ponto positivo.  A empresária explica que o cliente ao perceber qualquer movimentação estranha na casa ou empresa, mesmo fora do país, ao acionar o botão de pânico automaticamente a informação é passada para a central de monitoramento sendo tomada as devidas providências. O Circuito Fechado de TV (CFTV) com quatro câmeras de monitoramento custa cerca de R$ 89 mensais incluindo manutenção, segundo Pedrosa. Embora não precise valores, a empresária destaca que o negócio tem sido rentável com muitos pedidos principalmente em condomínios residências e hospitais.

 

 

 

por

 

Rivânia Nascimento

 

Wagner comemora: crescimento do PIB baiano é 50% acima da média brasileira

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O governador Jaques Wagner abre o seu programa de rádio desta terça-feira (3) comemorando o crescimento econômico da Bahia, que superou a média nacional. “Para mim é alegria: primeiro, em relação ao Brasil. (…) No primeiro trimestre, o PIB cresceu 1,5%. (…). E a minha alegria, evidente, que fica maior ainda com a Bahia, já que nós tivemos um crescimento 50% acima da média brasileira”.

 

Wagner também destaca a participação da Bahia na 41ª Feira de Turismo das Américas, segmento que cresce no interior baiano, em locais como o Vale do São Francisco e a Chapada Diamantina.

 

O governador diz que o crescimento industrial brasileiro, em um ano, foi de 0,2% e o Estado cresceu 30 vezes mais. “Significa que nós vamos gerar mais emprego. Por isso que eu estou sempre indo para fora do País, e a São Paulo, ao Rio de Janeiro, buscar novos investidores que queiram trazer empregos e investimentos para a Bahia”.

 

“… a gente vem se qualificando praticamente como um dos dois maiores parques de energia dos ventos”

 

Para Wagner, a Bahia também se destaca no Brasil pelo desenvolvimento da indústria eólica. “Nós temos excelentes ventos, principalmente no interior da Bahia, na Chapada Diamantina, região de Sobradinho, e realmente a gente vem se qualificando praticamente como um dos dois maiores parques de energia dos ventos, uma energia boa porque é limpa”.

 

Várias empresas foram atraídas para a Bahia, segundo o governador, para a produção de equipamentos voltados para indústria da energia eólica. “É sempre uma renda adicional para aqueles que têm sua terra nessa região, que podem continuar fazendo sua agricultura, mas recebem aluguel pela instalação das grandes torres. É bom para a Bahia, é bom para os baianos e eu quero agradecer aqui em nome dos baianos esse prêmio que eu estou recebendo nesta terça-feira, no Rio de Janeiro, na reunião anual de energia dos ventos”.

 

Estado é o terceiro destino turístico do País

 

Sobre a participação da Bahia na 41ª Feira de Turismo das Américas, Wagner diz que o Estado é o terceiro destino turístico do País. “O turismo se espalha também pelo interior da Bahia, na Chapada Diamantina, no Vale do São Francisco. É óbvio que a capital e a zona de praia é sempre a mais procurada. Por tudo isso, nós vamos estar lá com o estande da Bahia”.

 

O governador informa que a 41ª Feira de Turismo das Américas é o maior evento da América Latina do segmento. “Esperamos, é claro, atrair novos investidores também e atrair, como a gente sempre procura, novos voos internacionais que potencializam o nosso turismo que, repito, é altamente gerador de emprego e renda para a nossa gente”.

 

Wagner se despede desta edição desejando um belo desfile de 7 de Setembro a todos os baianos. “Muita gente gosta de vir para as ruas para assistir o desfile. Temos também o protesto, que já é uma tradição aqui, o chamado Grito dos Excluídos. Estamos completando 191 anos de independência, sempre lembrando que a independência de verdade se concretizou em 2 de julho de 1823, quando nós, o povo baiano, conseguimos derrotar as últimas tropas que ficavam em solo brasileiro, pretendendo que o Brasil voltasse a ser colônia de Portugal”.

“Crack, é possível vencer”. O Programa atuará em três eixos: cuidado, prevenção e autoridade.

Começou na manhã dessa segunda-feira, 2, a capacitação dos profissionais de segurança que atuarão no programa “Crack, é possível vencer”, em Vitória da Conquista. A aula inaugural aconteceu no auditório do 9º Batalhão de Polícia Militar, com a participação de autoridades políticas e militares, além de outros representantes de instituições públicas e sociedade civil.

Tenente Coronel Jorge Ubirajara

O comandante regional de policiamento, Tenente Coronel Jorge Ubirajara Pedreira, chamou a atenção para a importância do momento, quando diversas instituições se unem para combater o tráfico e o consumo de crack e outras drogas. “É importante essa capacitação principalmente pelo objetivo de combater o vício. Meu desejo é que esses instrutores que serão formados aqui tenham o foco principal na célula mater da sociedade que é a família”, comentou.

Para a secretária Municipal de Saúde, Márcia Viviane de Araújo, a capacitação é uma ação muito positiva do Programa “Crack, é Possível Vencer”.  “Por vezes os policiais serão os primeiros a ter contato com o usuário e poderão referenciar para os serviços de saúde e de proteção que darão cuidado mais integral para os usuários e seus familiares”, ressaltou.

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O programa atuará em três eixos: cuidado, prevenção e autoridade. A capacitação dos policiais e outros profissionais é parte da estratégia de um trabalho conjunto que envolve ações relacionadas à segurança, saúde, assistência e educação. “Dentro disso, nós destacamos a importância da escola para que crianças e adolescentes não compactuem com o consumo de drogas”, comentou a capitã, Maribel Santana, representante da Secretaria Estadual de Segurança Pública, que ministrou a aula inaugural.

“O programa Crack, é possível vencer é uma ação sistêmica que nos mostra caminhos diferentes para o enfrentamento da criminalidade”, acrescentou a capitã. Para a palestrante, a articulação entre os Governos Estadual e Municipal é imprescindível para a obtenção de bons resultados.

Tarcísia Alves

Avanços – A implantação do programa “Crack, é Possível Vencer” em Vitória da Conquista prevê a implantação de uma base móvel de segurança, onde soldados da polícia comunitária terão suporte para desenvolver seu trabalho de aproximação e mobilização da comunidade. Para atuar nesse setor é que estão sendo capacitados cerca 40 policiais militares. Além disso, o Governo Estadual já anunciou a aquisição de novos equipamentos para munir os policiais das ferramentas necessárias.

Trabalho em rede – A capacitação dos policiais inclui ainda o conhecimento dos serviços de saúde e assistência social e o estabelecimento de contato direto com os demais agentes da rede. A apresentação desses serviços, que são mantidos pelo Governo Municipal, foi feita pela coordenadora do programa no Município, Tarcísia Alves.

Centros de Atenção Psicossocial (Caps) com diferentes especialidades; três consultórios na rua; unidade de atendimento transitório adulto e juvenil; e 12 leitos hospitalares fazem parte dos equipamentos de saúde que vão compor a rede conquistense. No eixo assistência, o atendimento será oferecido pelos Centros de Referência Especializada em Assistência Social (Creas); Centros de Referência em Assistência Social (Cras); equipe de abordagem; e oferecerá capacitação profissional, por meio do Pronatec/ Assessuas trabalho.

“A unidade de internamento receberá usuários encaminhados pela equipe técnica dos CAPs, para internação de até seis meses”, explicou Tarcísia. A coordenadora afirmou ainda que o programa envolverá todo o Governo Municipal em ações de prevenção. “Educação; Desenvolvimento Social; Saúde; Cultura, Turismo, Esporte e Lazer e Coordenação da Juventude nos darão esse suporte”, concluiu Tarcísia.

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Prefeito de Brumado reage e discuti a segurança pública no município.

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Após 8 meses,  a frente do poder executivo em Brumado. O Prefeito Aguiberto Lima Dias,  não havia se posicionado em relação as questões relacionadas a segurança pública no Município. (Não se sabe por qual razão: omissão ou falta de atenção a esta tão importante realidade). Semana passada, na terça-feira, 27 de agosto, ele precisou encarar esta realidade e se reuniu  com as autoridades responsáveis pelo comando da segurança pública no Município. O PM Major Belink (34ª CIPM) e o Delegado  Coodenador Leonardo Rabelo (20ª Coorpin). Para discutir a Segurança Pública no Município. O gestor expôs a sua preocupação quanto aos rumos e a proporção em que a insegurança pública chegou e quais as vias  e os procedimentos necessários para que seja contornada a situação. Que, aliás, todo mundo sabe quais são,  e espera que as autoridades coloquem as,  em prática.

Outras lideranças políticas locais já fizeram a sua parte, provocando as autoridades políticas e o governo, a se posicionarem quanto a essa realidade. A Câmara de Vereador local, através dos seus edis, tanto da situação como da oposição,  pelo o visto não tem medidos esforços para avaliar o estado crítico de insegurança pública em que a população brumadense vem convivendo dia-a-dia na cidade. Aos quais,  cada um a seu modo, vem parlamentando, buscando e estudando vias mediáticas, para que sejam viabilizadas ações para sanar a crise.

Agora, mais do que nunca, é esperada a união das forças para que seja resolvida esta lamentável situação vivenciada pela comunidade brumadense,  que é a insegurança pública que  tira a paz e tranquilidade da população.

. (Foto: Wilker Porto | Brumado Agora)

Artigo:“A falta de políticas públicas e de fiscalização eficiente em Vitória da Conquista e na maioria dos municípios deste país, são uma afronta à lei do transeunte e de seu direito de ir e vir através das calçadas, ruas e passeios nas cidades em que vivi.”

* Elve Cardoso149870_108116509256901_6247972_n

Os direitos e deveres dos pedestres ganharam destaque nos debates políticos da última campanha eleitoral em todo o país e, com o advento da Copa do Mundo, alguns meios de comunicação estão dedicando matérias às deficientes estruturas que a administração pública oferece aos cidadãos que precisam se deslocar a pé. É importante salientar que no nosso município, várias obras de estrutura de trânsito estão sendo desenvolvidas, não obstante as dificuldades que a Prefeitura Municipal enfrenta para adequar o trânsito da cidade à quantidade cada vez maior de veículos. Mas apesar de as leis de trânsito darem prioridade ao pedestre, não há o desenvolvimento de políticas públicas para que essa prioridade seja efetiva, para que se assegure o simples direito de ir e vir do cidadão.

Há um segmento social que caminha pelas vias públicas, seja por opção, seja por necessidade. Esses cidadãos necessitam da garantia de seu espaço, mas via de regra as calçadas em Vitória da Conquista são estreitas e mal conservadas. Ademais, aqui impera o entendimento de que as calçadas servem como expansão de bares e restaurantes que ali espalham suas mesas, servem para a instalação de barracas ou trailers de venda de sanduíches, a despeito da circulação de pedestres que forçosamente transitam, então, pela rua, aumentando as chances de acidentes.E a Prefeitura preocupada com a renda dos comerciantes aceita essa desordem.

A sociedade não pode aceitar que o poder público determine áreas para que as pessoas façam caminhadas, como aqui há na Olívia Flores ou na Lagoa das Bateias. Claro que o incentivo e o equipamento de algumas áreas é bem quisto, mas toda calçada é destinada à circulação de pedestres e essa função primordial precisa ser garantida. Daí a obrigação da prefeitura de fiscalizar, por exemplo, as construções civis que não respeitam a lei e despejam areia e outros materiais de construção nas calçadas, desde o muro até o meio-fio.

Sabemos que a força do capital obriga as prefeituras a priorizar os espaços para veículos, mas a omissão quanto à situação do pedestre faz questionar onde, afinal, está a lei que protege o transeunte? Não nos parece que a percepção da mesma seja fácil em nosso município.A economia trabalha para aumentar o número de carros, pois esses geram impostos e, em tese, promovem o desenvolvimento do país. Assim, cabe à Prefeitura adaptar as ruas para que os carros caibam nelas, mesmo que isso cause derrubadas indiscriminadas de árvores ou aproveitamento de serras e encostas, um preço de um progresso que tira a qualidade de vida de seus cidadãos.

Entendemos que caminhar seja mais que uma questão de comodidade, saúde ou lazer para as pessoas. Porém, a ótica que privilegia o uso de automóveis fica evidente quando as inaugurações públicas de infraestruturas do trânsito são das avenidas, das estradas e as construções de passarelas, redutores de velocidade, sinalizações horizontais e verticais, avisando os pedestres de possíveis pontos cegos nas avenidas. Não se vê a inauguração de semáforos, faixas de segurança para pedestre, alargamento de passeios, ou passarelas, porque na realidade não se vê sequer a realização de obras como essas, simples mas de impacto imensurável na vida quotidiana do munícipe.

Educar para Vencer ! –

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O incoerente ranking do Enem

 

Pesquisador calcula que fatores como o nível socioeconômico dos alunos explicam 75% da nota das instituições no exame e conclui que a divulgação de resultados por escola não é capaz de revelar a influência das unidades de ensino no aprendizado dos alunos

Deborah Ouchana
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é hoje um dos principais meios para os estudantes ingressarem no ensino superior. Não é de se estranhar, portanto, que a avaliação atraia tanta atenção da sociedade e dos meios de comunicação e gere grande interesse público pela divulgação de dados do exame por escola. Contudo, o uso do Enem para avaliar a qualidade do ensino médio é criticado por diferentes pesquisadores da área. Apesar de o Ministério da Educação já ter declarado que o exame é insuficiente como instrumento de avaliação das instituições escolares, a forma como os resultados têm sido divulgados estimula a criação de rankings das melhores e piores escolas – o que resulta em uma política de responsabilização escolar.

Professor de biologia em uma escola da rede privada de São Paulo, Rodrigo Travitzki constatou em sua tese de doutorado que os resultados apresentados nos rankings estão pouco vinculados ao mérito das escolas. Na tese Enem: limites e possibilidades do Exame Nacional do Ensino Médio enquanto indicador de qualidade escolar, defendida na Universidade de São Paulo (USP) em maio de 2013, ele conclui que o nível socioeconômico de seus alunos influencia 75% da nota da escola no Enem. Além disso, outros fatores sobre os quais a escola não tem controle, como religião e cor da pele, têm influência sobre 4% da média. O efeito da escola corresponde a 21% do resultado

Em entrevista concedida ao site de Educação, Travitzki explica a metodologia utilizada para chegar a esses números, fala sobre os conceitos de qualidade educacional e sua importância para definirmos indicadores, além de apontar problemas como as diversas finalidades do exame e a inconsistência de grande parte dos itens.
Como professor de ensino médio há mais de 10 anos, o que você notou de diferente em relação ao Enem no dia a dia em sala de aula?  Eu trabalho em uma escola particular razoavelmente bem cotada no Enem, mas nós procuramos não dar tanta ênfase ao exame e aos vestibulares. Acreditamos que se fizermos bem o trabalho, ele aparecerá nos testes. Mas os alunos se importam muito com o Enem e têm se importado cada vez mais. Uma coisa forte e interessante do Enem é que ele é uma avaliação que pula a escola; é uma relação direta do governo federal com o aluno.
E o que te motivou a pesquisar o exame? No mestrado, eu estudei um tema muito abstrato. Por isso no doutorado quis estudar algo mais concreto. Meus alunos me perguntavam sobre coisas relacionadas ao exame, como a Teoria da Resposta ao Item ou as competências. Eu comecei a estudar para responder as questões deles e fui me interessando pelo tema. O Enem é hoje uma política pública superimportante, mas se estuda e se sabe pouco sobre ela. Achei que era um assunto sobre o qual a academia deveria se debruçar.

Você dedica um capítulo inteiro da sua tese para discutir o que é qualidade educacional e o que seria uma boa escola. Existe um consenso sobre o que entendemos como uma educação de qualidade? Você acredita que nós temos no Brasil um projeto da educação que queremos? Essa é a pergunta. E é isso que eu quero estudar no pós-doutorado. Não tenho a resposta, mas posso te falar sensações. O que eu fiz no doutorado foi mapear diferentes conceitos de qualidade e mostrar que hoje em dia se trabalha com uma visão bem limitada, não só no Brasil como no resto do mundo. Na tese eu separei a questão da qualidade em duas: o que é um bom aluno e o que é uma boa escola. Quando perguntamos o que é um bom aluno, é como se estivéssemos perguntando o que é um bom cidadão, porque eu entendo que objetivo da escola é tornar o estudante um bom cidadão. O que eu sinto é que, sim, faz parte da qualidade educacional o estudante saber responder questões, mas é mais do que isso. O que significa formar para a cidadania, por exemplo? A ideia do teste é ensinar as pessoas a competir. Uma coisa é quando o estudante precisa cumprir uma nota mínima para mostrar seu nível; outra é quando o teste diz que os alunos bons são apenas aqueles poucos que vão entrar na universidade. Não interessa se o estudante está acima da média. Se tiver alguém acima dele, ele não é suficientemente bom.  O teste fala pro aluno que ele tem que ser responsável pelas coisas dele, mas também diz que o trabalho é individual, que ele não pode colaborar com o colega. Existem algumas coisas pouco trabalhadas pela escola, que nós chamamos de currículo oculto e que eu acho que faz parte da qualidade da educação: trabalho em grupo, incentivo à educação inclusiva, o ensino de valores sociais e o preparo para a democracia. Esse tipo de atividade não aparece nos números e eu acredito que se não tivermos indicadores dessas coisas, acabamos não as valorizando. Por que os pequenos não têm mais história, por exemplo? Porque o PISA [Programa Internacional de Avaliação de Alunos] só avalia linguagem e matemática [e ciências]. Eu acho que o conceito de qualidade educacional precisa ter várias dimensões e antes de pensarmos em um instrumento de avaliação, devemos pensar o que entendemos como qualidade.

Você cita em sua tese que o Enem tem dois modelos diferentes: um antes de 2009 e um depois. Quais são essas diferenças? A questão dos dois Enems é uma opinião minha. Alguns pesquisadores acham que eu exagerei um pouco ao quebrar, mas mantenho minha opinião. A primeira diferença do exame de 2009 é o formato de 180 questões em dois dias de prova. Outra mudança fundamental foi na matriz de referência. Até 2008 nós tínhamos cinco competências e 21 habilidades e não era hierárquico. Ou seja, uma habilidade poderia pertencer a mais de uma competência. Em 2009 as competências viraram eixos cognitivos e cada área ganhou competências mais específicas que se ramificam em habilidades. É uma estrutura completamente diferente. O que eu não acho interessante é o número de habilidades [são 120] que acabam não ajudando o professor a planejar o currículo. Eu acho que essas mudanças têm a ver com o fato de o Enem estar se consolidando como vestibular.

Com esse segundo formato, o Enem passou a ter múltiplas funções. O exame atende a tantas finalidades diferentes com eficácia? Em termos de gerência é fácil ter um instrumento que serve para várias coisas, mas a maioria dos especialistas enxerga problemas nisso. Um exemplo bem simples: se você quer um exame para avaliar a qualidade de ensino de um sistema, o ideal é que ele tenha metade das questões com dificuldade média, um quarto difícil e um quarto fácil, porque, por natureza, a maioria das pessoas se encontra na média. Então uma prova boa para comparar sistemas educacionais deve ter muitas questões médias. Já uma boa prova para selecionar alunos para entrar na universidade deve ter mais questões difíceis, porque não importa o estudante que está no meio, mas o que está na ponta.

E como é o Enem hoje? Quando eu olho para a prova do Enem, ela me parece uma prova mais fácil. Por incrível que pareça, quando eu vejo os dados constato que a maioria dos alunos vai mal. É uma prova que tem mais questões difíceis do que fáceis.

Então podemos dizer que o Enem está funcionando melhor como uma prova de seleção? É uma hipótese. Mas no que o Enem se aproxima de funcionar melhor como um vestibular, ele se distancia de funcionar bem para comparação de escolas. Tudo aponta para a necessidade de termos mais indicadores.

Apesar de não ser o foco da sua pesquisa, você também avaliou a qualidade técnica do exame por meio de testes de confiabilidade dos itens. O professor José Francisco Soares, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), chegou até a elogiar suas constatações que apontavam um comportamento empírico ruim de alguns itens. O que explica a queda da confiabilidade no novo modelo do Enem? Uma possível explicação é o menor número de questões: quanto menor a prova, menor deve ser sua confiabilidade. Antes o Enem era uma prova de 63 questões. Hoje são quatro provas de 45.  Uma explicação técnica é essa. Cerca de um terço dos itens do exame de 2009 apresentaram problemas, principalmente nas provas de matemática e ciências da natureza. Itens problemáticos, ou não confiáveis, são aqueles que nos parâmetros técnicos não funcionaram bem quando analisamos a resposta dos alunos. Por exemplo, eu usei um indicador chamado coeficiente bisserial que diz o quanto os alunos que escolheram a alternativa “A” tendiam a ser mais ou menos habilidosos. A ideia é que uma boa questão vai ter um coeficiente bisserial positivo na alternativa certa. Ou seja, se a alternativa certa é a “C”, os mais habilidosos tendem a escolhê-la. Uma questão tecnicamente ruim tem um distrator que distraiu demais – então um aluno muito inteligente acaba escolhendo a alternativa errada.

O desempenho de uma escola no Enem é explicado principalmente pelo fator socioeconômico – ele influencia 75% da nota. Como você chegou a esse número?  É uma técnica chamada regressão de nível. Eu usei os dados dos questionários do Enem para criar um indicador de Nível Socioeconômico (NSE) para cada aluno. Para isso usei critérios como escolaridade dos pais, renda familiar e bens domiciliares. A partir do número de cada aluno eu tirei a média da escola. Usei também outras variáveis como cor da pele, religião, estado. Um monte de coisas que influenciam a nota da escola estatisticamente, mas não estão sob o controle dela. O NSE representa 75% da média da uma escola. Se juntar tudo que a escola não pode controlar, chega a 79%. O importante disso é pensar o que o ranking do Enem está nos mostrando e se devemos usá-lo como um indicador de qualidade sério que vai influenciar a valorização de uma escola ou outra. É importante destacar que da forma como é feito hoje, estamos avaliando somente 21% do trabalho da escola.

Por que a influência do nível socioeconômico é maior nas médias das escolas do que na nota individual do aluno? Isso pode ser interpretado de duas formas. A primeira é que é um fenômeno estatístico. Em geral, médias são mais estáveis do que números individuais. Ou seja, se comportam de maneira mais previsível do que o número bruto. Educacionalmente, isso quer dizer que se uma escola é mais pobre ela está quase fadada a ter uma colocação ruim no ranking do Enem. Já o aluno que é individualmente mais pobre, não irá, necessariamente, pior no ranking. O que eu estou analisando e achando mais problemático é que uma escola que tem alunos de baixa renda dificilmente vai estar no topo do ranking, por mais que ela seja boa. E a grande questão é essa em termos de política pública: o problema educacional é quem está embaixo.  Eu acredito que a escola não pode ser uma caixa preta; ela tem que divulgar os seus resultados. A questão é saber que tipo de resultados deve ser divulgado, como e para quem. Na Espanha, é proibido divulgar rankings para evitar o efeito de retroalimentação. Se 80% da nota do Enem é determinada por coisas quenão estão sob o controle da escola, ao publicar o ranking você tende a favorecer escolas que já têm resultado favorável. Por isso eu publiquei na tese um ranking alternativo, para mostrar escolas que têm um alto efeito-escola.

Como ficou esse ranking alternativo comparado ao oficial? Um terço das escolas acima da média no ranking oficial está abaixo da média segundo o efeito-escola. São escolas que foram valorizadas, mas talvez não estejam ajudando o aluno pensando do seu ponto de partida. Mas o mais problemático é que 20% das escolas que estavam abaixo da média no ranking oficial estão acima de acordo com o efeito-escola. Provavelmente são escolas públicas que trabalham em condições desfavoráveis e mesmo assim têm resultado acima do esperado. Isso é grave, pois estimulamos o sucateamento de escolas boas. Não podemos supervalorizar o ranking.

 

 

Ministério Público emite parecer pela cassação imediata do prefeito de Brumado

 [000047]O Ministério Público Eleitoral emitiu parecer favorável à cassação do diploma e ao afastamento imediato do prefeito Aguiberto Lima Dias. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).

Na Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME), protocolada pela candidata derrotada nas eleições de 2012, Marizete Pereira (PT), e por seu vice, o médico Marlúcio Abreu (PP), o Ministério Público Eleitoral de Brumado emitiu parecer favorável à cassação do diploma e ao afastamento imediato do prefeito Aguiberto Lima Dias (PSL) e de sua vice Cristina Gondim (PSDB). O parecer foi protocolado na 90ª Zona Eleitoral pelo promotor Paulo César de Azevedo na manhã desta sexta-feira (30). O processo já está concluso restando agora o julgamento do juiz Genivaldo Alves Guimarães. A AIME é uma ação eleitoral, prevista na Constituição Federal, que tem por objetivo impugnar o mandato obtido com abuso de poder econômico, corrupção ou fraude. Apenas os candidatos diplomados – neste caso Aguiberto e Cristina – podem ser acionados na justiça através desse tipo de ação. O prefeito de Brumado ainda responde mais três ações na Justiça Eleitoral, sendo que uma delas já está em fase final de tramitação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) da Bahia.

MP emite parecer pela cassação imediata do prefeito de Brumado O parecer do promotor Paulo César de Azevedo foi protocolado nesta sexta-feira (30). (Foto: Reprodução/TSE).

 fonte p brumado noticis
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