A Gente diz

Valverde Medicina e Saúde com mais uma unidade em Conquista

 

O Médico Valverde e parceiros inauguram mais uma unidade de atendimento em Vitória da Conquista.

A Valverde Medicina e Saúde, agora  conta com 3 unidades em Conquista; Santa Casa de Misericórdia e outras 2 que funcionam na AV. Otávio Santos, próximo a Policlínica Vida. Além de outras Clinicas  que foram construídas e instaladas  nos  municípios de;  Poções, Cândidos Sales e Brumado.

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Eike Batista diz que vai honrar dívida e garante que não se aposenta

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Eike Batista: “Eu me alimento desta capacidade de sonhar e de realizar. Empreender está no meu sangue, no meu DNA”.

HEIKE BATISTA

Ao longo dos últimos meses, decidi que não me pronunciaria sobre a avalanche que se abateu sobre minha vida privada e principalmente sobre meus negócios. Mudei de ideia nos últimos dias diante da grande insistência de amigos próximos e alguns de meus executivos. Venho a público então submeter à reflexão aspectos que têm passado em branco quando se analisa minha trajetória empresarial.

Eu me tornei um empreendedor ainda no início dos anos 80, quando me aventurei no garimpo da Amazônia. Aprendi bastante em regiões de fronteira, ambientes hostis à atividade produtiva, enormes dificuldades de toda ordem para transportar equipamentos, surtos de malária que me obrigaram a substituir equipes inteiras da noite para o dia, o desafio de extrair minério em locais quase inacessíveis e meu próprio questionamento em torno das possibilidades de êxito diante das adversidades que se apresentavam. Acabei por me tornar proprietário de minas em diversos países e decidi estabelecer-me em definitivo no Brasil e me desfazer das participações que detinha na área de mineração.

Muitas vezes as pessoas imaginam que surgi do nada, em meio a uma febre desenfreada de aberturas de capital, e que surfei na onda de um mercado em alta que, sem qualquer razão aparente, me ofereceu um cheque em branco com algumas dezenas de bilhões para que eu pudesse brincar de empreender. Nestes últimos anos aprendi muito, errei e acertei em diversos projetos contribuindo para geração de riqueza para terceiros, para mim e principalmente para investidores. Se algum dia mereci a confiança do mercado, foi porque havia uma trajetória de mais de 30 anos de muito trabalho, desafios superados, sucesso e uma capacidade comprovada de cumprir compromissos.

Como entendo que a OGX está na origem da crise de credibilidade que se abateu sobre meu nome e que acabou por turvar as realizações e conquistas de empresas como MPX, MMX e LLX, começo por ela.

O que aconteceu desde que ficou claro que a OGX não estaria apta a apresentar os resultados que um dia pareceu possível alcançar? Eu me tornei de repente um aventureiro inconsequente que arregimenta recursos para seu próprio benefício e não se importa se entregará o que havia anunciado? Hoje é difícil lembrar, mas a OGX foi construída por algumas das cabeças coroadas por décadas de serviços prestados a empresas de renome. Eu não investi na indústria do petróleo sem me cercar daqueles que eu e o mercado entendíamos estar entre os mais capacitados profissionais com que se podia contar. Ao arrematar os campos que arrematou, a expectativa em torno da OGX era altíssima. Esta mesma expectativa parecia uma irrelevância diante dos prognósticos que recebi de diversas empresas independentes no mercado do petróleo. Uma delas foi a DeGolyer & MacNaughton (D&M). De acordo com um relatório divulgado em 2011, auditado por empresas independentes de renome internacional, a OGX possuiria recursos aproximados de 10,8 bilhões de barris de petróleo equivalente (incluídos recursos contingenciais e prospectivos). Meu corpo técnico me reafirmava, dia após dia, a mesma coisa. Minhas empresas eram auditadas por três das maiores agências de risco do mundo, e nunca uma delas veio a mim ou a público alertar que não era bem assim.

Evidentemente, eu estava extasiado com as informações que me chegavam. Podia tê-las guardado para mim? Não, eu era o controlador de uma companhia de capital aberto e o que fiz foi compartilhar todo aquele esplendor e respectivos desafios com o mercado, além dos riscos envolvidos e chances de sucesso neste negócio de tão alto risco.

Tive ofertas para vender fatias expressivas ou mesmo o controle da OGX a partir de um valuation de 30 bilhões de dólares. Há dois anos, coloquei mais um bilhão de dólares do meu bolso na companhia. Eu perdi e venho perdendo bilhões de dólares com a OGX. Alguém que deseja iludir o próximo faz isso a um custo de bilhões de dólares? Se eu quisesse, poderia ter realizado uma venda programada de 100 milhões de dólares por semestre ao longo de 5 anos. Eu teria embolsado 5 bilhões de dólares e ainda assim permaneceria no controle da OGX. Mas não o fiz. Quem mais perdeu com a derrocada no valor da OGX foi um acionista: Eike Batista. Ninguém perdeu tanto quanto eu, e é justo que assim seja. Eu investi em um negócio de risco. É injusto e inaceitável, por outro lado, ouvir que induzi deliberadamente alguém a acreditar num sonho ou numa fantasia. Quem mais acreditou na OGX fui eu. Continuo acreditando e por isso estamos, nestes últimos meses, reinventando a companhia. Não desistirei deste desafio.

A OGX tem sido alvo de todo tipo de movimento especulativo, com vendas a descoberto no mercado e vazamentos de informações (falsas ou verdadeiras) numa escala sem precedentes e totalmente irresponsável. Muita gente ganhou dinheiro com a OGX por conta de toda esta excessiva especulação. Muitos também têm perdido dinheiro assim.

Sou solidário com os investidores que acreditaram na OGX em sua origem e que me honraram com sua confiança naquele momento ou mesmo depois, quando parecia que a companhia entregaria resultados de grande magnitude. O que posso dizer a essas pessoas é que acreditei neste cenário tanto quanto elas. Investi e continuo investindo quase todo meu patrimônio, tempo e dedicação na OGX e nas demais empresas X. E lamento profundamente não ver confirmados os prognósticos de consultorias de renome, auditados por agências de idêntico renome e referendados por executivos de renome.

Sou um otimista incorrigível em relação a meu país, a meus negócios e às pessoas que me cercam. Ao longo de minha atividade empresarial, os êxitos e conquistas superaram largamente fracassos e erros. Mas os fracassos aconteceram e eu nunca os escondi. Tive experiências mal sucedidas com a fabricação de jipes, com uma empresa concebida para concorrer com os Correios, com algumas minas fora do Brasil das quais tive de abrir mão por fatores diversos. Mas eu nunca deixei de ser transparente, pagar ninguém e nem de honrar meus compromissos. Sempre mirei atividades de alto risco com possibilidades de elevados retornos para parceiros e acionistas. Mineração é uma atividade de risco. Extração de petróleo é uma atividade de alto risco. As promessas de retorno são elevadas, num caso e noutro, mas o risco é grande. Isso jamais foi escondido, faço questão de pontuar novamente.

Mais do que ninguém, me pergunto onde errei. O que deveria ter feito de diferente? Uma primeira questão talvez esteja ligada ao modelo de financiamento que escolhi para as empresas. Hoje, se pudesse voltar no tempo, não teria recorrido ao mercado de ações. Eu teria estruturado um private equity que me permitisse criar do zero e desenvolver ao longo de pelo menos 10 anos cada companhia. E todas permaneceriam fechadas até que eu estivesse seguro de que havia chegado o momento de abrir o capital. Nos projetos que concebi, o tempo se revelou fator de estresse vital para a reversão de expectativas sobre companhias que ostentam resultados amplamente satisfatórios e possuem ativos valiosos.

Nos casos de MPX, MMX e LLX, a depreciação do valor de mercado é claramente incompatível com o que têm a oferecer. Estes últimos investimentos que efetuei tiveram como importante motivação contribuir para um Brasil mais competitivo, estruturado logisticamente e capaz de proporcionar um futuro melhor para o conjunto de sua população. A MPX possui a maior carteira de projetos licenciados do país. Ela se tornou modelo no conceito de térmicas ao longo da costa e gera hoje 2 mil megawatts, o suficiente para alimentar a cidade do Rio de Janeiro. Em pleno cenário de crise energética, foi dito publicamente por um membro da Aneel que, graças à MPX, não haveria apagão ou racionamento de energia. A MMX já produz 7 milhões de toneladas anuais de minério de ferro e conta com um ativo de importância estratégica vital, o Porto do Sudeste. Graças a ele será possível extrair minério de ferro de Minas Gerais e exportar a partir do quadrilátero ferrífero com ampla repercussão para a logística e para a balança comercial. A LLX conta com o Porto do Açu, pólo industrial para os setores de petróleo e para o transporte de cargas em geral e a granel. É um porto-indústria que revela, em escala crescente, sua capacidade de atrair novas parceiras para sua retroárea de aproximadamente 90km2.

Dentre as empresas que já se instalaram ou estão se instalando no Açu, estão Technip, National Oilwell Varco (NOV), BP, GE, Wartsila e Vallourec, todas grandes corporações internacionais que acreditam nos meus negócios e no Brasil.

As pessoas ainda comentam que sou o cara do papel, do power point. Por que não visitam o Porto do Açu? Por que não visitam o Porto do Sudeste? Por que não visitam as plantas da MPX? É justamente o oposto do que se tem falado: sou o cara da economia real, que, mesmo com muitos obstáculos, coloca as coisas de pé. No pico das obras de meus empreendimentos, 30 mil pessoas estavam empregadas tornando concreto o que até então eram apenas sonhos. Isso é papel? Trinta mil pessoas em atividade? Eu realmente gostaria que todos os que duvidam de minha capacidade de entregar pudessem visitar o Porto do Sudeste e o Porto do Açu e as térmicas da MPX já em operação. É um convite que gostaria de fazer a todos. São empreendimentos para o Brasil, para o futuro do país. Meu sentimento é de que, em pouco tempo, as pessoas vão olhar para trás e pensar que pude oferecer minha contribuição ao desenvolvimento do sistema logístico brasileiro. Coloquei 2 bilhões de dólares do meu bolso na construção de um estaleiro por acreditar nas encomendas da OGX. No total, investi mais de 4 bilhões de dólares em recursos próprios nas empresas X.

Tomei a decisão de reestruturar o controle das companhias. Faço isso com a certeza de que tenho um legado a deixar ao país, e não abrirei mão de colaborar na condição de acionista relevante em cada companhia. Honrarei todos os meus compromissos. Não deixarei de pagar um único centavo de cada dívida que contraí. Acredito no meu país e nunca desistirei de investir recursos próprios em ativos que contribuem para toda a sociedade.

Eu me enxergo e continuarei a me enxergar como um parceiro do Brasil. Acho que cumpri esse papel ao conceber e entregar projetos que terão uma importância crucial nas próximas décadas. Falhei e decepcionei muitas pessoas, em especial por conta da reversão de expectativas da OGX. Esta reversão contaminou todo o Grupo X e acarretou um déficit de credibilidade com o qual nunca me deparei em minha trajetória. Mas o fato é que fui tão surpreendido quanto cada um de meus investidores, colaboradores e todo o mercado. Esta é a verdade. Hoje me sinto frustrado por não ter sido capaz de entregar o que eu mesmo esperava nos casos da OGX e da OSX, esta última concebida em parte para oferecer suporte à primeira em suas atividades. Mas acredito que a OGX reestruturada se tornará um player relevante no setor em que atua, assim como confio numa OSX redimensionada a partir de um novo cenário.

Sempre agi de boa-fé e sempre o farei. Acho que era isso o que mais gostaria de dizer e que, assim espero, sintetiza meu percurso empresarial nos últimos cinco anos. Com minha estrutura de capital equacionada, continuarei a empreender e tenho convicção de que ainda vou gerar riqueza novamente e deixar um país melhor com estes ativos que criei do zero. Eu talvez faça isso agora sem o mesmo peito aberto de antes. Talvez tenha confiado demais em pessoas que não mereciam esta confiança, ainda que no final a responsabilidade seja toda minha. Com certeza eu também não me submeteria à exposição pública excessiva de tempos recentes, da qual me arrependo sobretudo por haver exposto igualmente minha família e meus amigos a uma curiosidade indesejada.

O orgulho de erguer do nada tantas empresas em tempo tão curto me colocou no centro do palco e eu me vi como o porta-voz de um novo empreendedor, que não tem vergonha de expor suas conquistas e mostrar que é possível gerar riqueza e ao mesmo tempo contribuir com o desenvolvimento do país. Tenho consciência de que fui um símbolo para as pessoas, a representação de um Brasil que prospera, que dá certo e está preparado para desempenhar um papel de preponderância global. A destruição de valor dos meus negócios colocou por terra talvez o sonho de muita gente que acreditou na possibilidade de partir do zero e se tornar um empreendedor de sucesso. Espero que elas procurem enxergar o que deu certo em minha trajetória e peço que esperem alguns anos para uma avaliação mais definitiva do que terei sido capaz de construir com o apoio dos que acreditaram e dos que ainda acreditam em mim. Houve muitos acertos e eles ficarão mais evidentes em tempo não tão longo. Não me refiro apenas aos negócios propriamente ditos. Nestes últimos cinco anos, apoiei causas de naturezas diversas, que me levaram a investir centenas de milhões de reais próprios em projetos de interesse público e social ou mesmo de caráter humanitário, principalmente na Cidade do Rio de Janeiro, o que hoje é esquecido por muitos. Isso eu faria e farei novamente se estiver a meu alcance.

Nos últimos meses, meu obituário empresarial tem ocupado as páginas de blogs, jornais e revistas. Só posso dizer que me vejo muito longe deste Eike aposentado. Tenho 57 anos e muita energia para arregaçar mangas e tirar do papel novos projetos. Sou um empreendedor brasileiro, acredito no que faço, amo meu país. A cada dia, minha cabeça fervilha com ideias novas, que nascem do nada e tomam forma aos poucos. Eu me alimento desta capacidade de sonhar e de realizar. Empreender está no meu sangue, no meu DNA. É minha fonte inesgotável de energia e de vida.

— Honrarei todos os meus compromissos. Não deixarei de pagar um único centavo de cada dívida que contraí.

 

Ministério da Saúde aumenta recursos para melhorar serviços do SAMU – URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

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O     SAMU, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, vai receber mais recursos     para melhorar o atendimento à população. A verba de custeio do serviço, que     é repassada atualmente pelo Ministério da Saúde a estados e municípios, vai     passar de 744 milhões, ao ano, para 884 milhões de reais. De acordo com o     ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o objetivo do repasse é ampliar o     atendimento à população.Em     pronunciamento na mídia nacional, o ministro da Saúde – Alexandre Padilha     afirma que: “com esse reajuste de quase 20% a mais para manutenção,     contratação de médicos, enfermeiros, manutenção das ambulâncias do SAMU, o     Ministério da Saúde vai ajudar exatamente os pequenos municípios do     interior a ter um serviço como esse que salva vidas é o SAMU 192, junto com     a ambulância vai um médico especializado, vão enfermeiros especializados,     equipamentos de UTI dentro da ambulância para salvar as vidas das     pessoas.”

Já     o     coordenador técnico do setor de Urgência e Emergência do Ministério da     Saúde, Paulo de Tarso Abrahão, explica que, com o reajuste de quase 20%     para manutenção do SAMU, a população será atendida com mais qualidade .     Tarso Abrahão justifica ainda, que ao aumentar o aporte financeiro, os     setores que se encontram deficitário e com atendimento precário, com esses     recursos,  a manutenção desses     serviços serão feitas com mais qualidade e facilitará o  pagamento de salário da equipe, como     manutenção das ambulâncias, dos equipamentos, dos insumos, todos que são     necessários, medicamentos, E com  isso possivelmente se melhorar a qualidade     do serviço.

A     portaria com os reajustes para o SAMU será publicada nesta sexta-feira no     Diário Oficial da União. Para saber mais, acesse: www.saude.gov.br

Em Vitória da Conquista, que possuem mais de 10 unidades do Samu, metade delas se encontram quebradas e necessitando de consertos, estes recursos certamente viabilizará os concertos e ajustes de manutenção da unidade,

Paróquia Rainha da Paz convida para evento em sua sede, trata-se do 11º Forrozando Pela Paz

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No dia 20 de Julho (Sábado), a Paróquia Nossa senhora Rainha da Paz e São Vicente de Paulo, estará realizando o 11º Forrozando pela Paz, este evento que mobiliza toda a comunidade local e outras circunvizinhas, o mesmo tem como finalidade uma grande confraternização, e ao mesmo tempo arrecadar fundos para a continuação dos trabalhos sociais realizados pela paróquia, assim como reformas de espaços, além de ajudar as outras 19 comunidades Urbanas e Rurais que compõem a nossa paróquia.

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Este evento em anos anteriores estima-se em media a participação de cerca de 2 mil pessoas.

Neste dia teremos como atrações: Jailton Ribeiro e Karinny Safer, Kamarote de Luxo e Bonde do Muído alem de apresentação de quadrilha Junina por Jovens de nossa Comunidade. O valor do ingresso é de R$ 15.00, com inicio ás 20h.

 

Em Cristo Jesus.

Pe.Valmir Neves Silva                                              Manoel Gusmão da Silveira

Pároco                                                                       Equipe de Eventos

                                                             8812-0498 / [email protected]

Vitória da Conquista 15/07/ 2013

Mais de 60 toneladas de milho vendidos a valor subsidiado para pequenos produtores de Caetité

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A Secretaria Municipal de Agricultura, Indústria, Comércio e Turismo, em parceria com a Conab – Companhia Nacional de Abastecimento, distribuiu mais 60 toneladas de milho para pequenos criadores prejudicados pela seca no município de Caetité, o que correspondeu a 1.014 sacas vendidas a valor subsidiado de R$ 18,12. Mais uma contribuição, que resultou na manutenção deste preço da saca, foi o transporte do milho de Guanambi a Caetité, arcado totalmente pela Prefeitura.

Tendo em vista que o valor de mercado da saca seria R$ 46, o produtor Aleir Ferreira Sobrinho, da comunidade de Fundo dos Morros, considerou a ação um importante apoio para a continuidade na sua criação de gado. “Estamos muito alegre com este milho que foi a nossa salvação! Diminuiu as nossas despesas, garantindo o alimento do gado que sofria as conseqüências da seca. Este milho me garantirá por 60 dias, e até lá, se Deus quiser, teremos chuva para tudo melhorar”, presume o produtor, que foi contemplado com 780 kg de milho.

Para o Produtor Zé Maria, também da comunidade Fundo dos Morros, afirmou que esta ajuda veio em boa hora, “é um subsídio que vai nos ajudar muito até que venha a chuva para salvar as nossas criações. Foi muito bom para a gente. A iniciativa está aprovada e tomara que continue”.

Em virtude da prorrogação do Estado de Emergência do Município pela Prefeitura, já foram conseguidos, também via Conab, mais 220 toneladas, o que corresponde 3 mil sacas, previstas para serem repassadas aos produtores no próximo mês.

 

 

Foto – pequenos agricultores ficaram satisfeitos com a ação O cereal, que custaria R$ 46 / saca, foi vendido a R$ 18,12: uma importante ajuda para os agricultores familiares do município salvarem seu rebanho


ASCOM –  Prefeitura de Caetité

CCAA de Vitória da conquista recebe Selo de Excelência em Franchising da ABF e se torna referência entre os fraqueados da rede em todo o Brasil

CCAA conquista o Selo de Excelência da ABF

 

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É com enorme satisfação que informamos que, pelo sétimo ano consecutivo, o CCAA conquista o Selo de Excelência em Franchising da ABF. A chancela da ABF revela ao mercado a seriedade, o sucesso e a idoneidade do sistema de franchising, agregando valor à marca. Ela é resultado da análise de documentação da franqueadora e das entrevistas realizadas com 90 franqueados da rede. A premiação ocorreu no dia 19 de abril, no espaço Vila dos Ipês em São Paulo. Estiveram presentes ao evento a Diretora de Franchising Milena Massonetto, a Gerente Regional de Negócios Mônica Lindo, a Gerente de Atendimento Jacira Lima, a Gerente de Treinamento Andrea Carvalho, a Coordenadora de Novos Negócios Lívia Cravo e a franqueada Maria das Graças Sandoval. Este prêmio é um estímulo para continuarmos trabalhando arduamente para que tenhamos nossos esforços recompensados.

Empresa paraense inicia estudos de sondagens na Baía de Todos-os-Santos

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Primeiro edital lançado e contratado detalhará características do fundo do mar da baía e cabeceiras da ponte Salvador – Ilha de Itaparica
 
Os estudos de sondagem no solo e subsolo da Baía de Todos-os-Santos (BTS), assim como nas áreas especuladaspotenciais das para construir as cabeceiras da ponte nos municípios de Salvador e Vera Cruz terão início imediato. Isso é resultado da ordem de serviço assinada pelo Governo do Estado nesta quarta-feira (17), com a empresa paraense Geofort Fundações, vencedora da licitação com o preço de R$ 7,7 milhões.
 
O evento foi realizado com a presença do vice-governador e secretário de Infraestrutura, Otto Alencar e do secretário do Planejamento e coordenador do projeto, José Sergio Gabrielli. De acordo com Gabrielli, “esse estudo se somará as informações já obtidas da geotecnia e a partir do tipo de rocha encontrada, vamos identificar o melhor tipo de tecnologia para a construção da ponte”, afirma
 
O engenheiro e diretor da Geofort, Fernando Navarro, também explica que a sondagem é fundamental para garantir a estabilidade e segurança do projeto de engenharia. Além disso, segundo estimativas governamentais, as estacas e fundações devem corresponderm a cerca de 40% do orçamento total da obra. 
 
O diretor explica que o trabalho consiste na perfuração, em terra, de dois pontos em cada margem das cabeceiras, em Gameleira, na Ilha de Itaparica, e no Comércio, em Salvador. “No mar, serão 20 furos ao longo do traçado preliminar da ponte, com até 120m de profundidade a partir da linha d’água, para avaliar presença de rochas sedimentares, trechos de lama e outras especificidades do solo”, afirma. 
 
Para tal, serão utilizadas balsas de até 8 metros de largura e 30 metros de comprimento, com equipamentos adaptados especificamente para este serviço. As equipes embarcadas terão de seis a oito pessoas, entre sondadores, engenheiro geotécnico, geólogo, auxiliares e marítimos, além dos profissionais que atuarão em terra firme. 
 
A empresa fará ainda estudos laboratoriais e produzirão os relatórios que darão subsídio ao projeto básico de Engenharia e aos estudos de impacto ambiental. 
 
Para o engenheiro, os principais desafios para entregar os resultados até dezembro serão as variantes naturais na baía, como a grande profundidade, os ventos, chuvas e marés. “Atrapalham, mas, como sabemos que podem ocorrer, elaboramos planos para contorná-los a fim de não interromper as atividades e seguir o cronograma”, afirma.
 
Quanto à navegação na BTS, Navarro explica que as sondagens não vão interferir no fluxo dos navios e barcos de menor porte, tendo em vista que a atividade será em pontos isolados. A Marinha do Brasil também receberá os Planos de Fundeio, que sinalizam o local e data das pesquisas para que os comandantes das outras embarcações sejam instruídos.
 
Já amanhã (18), técnicos da empresa percorrerão o trajeto previsto da ponte para marcação das coordenadas e um primeiro reconhecimento da área, condições de mar e principais rotas de navegação.
 
Experiência – A Geofort tem experiência nacional em outras obras de ampla profundidade, como o Porto de São Luiz, no Maranhão, que tem grande variação de maré, e a travessia da linha de transmissão de Tucuruí sobre o Rio Amazonas, com trecho de 70 m de profundidade e até 2.200 m de largura, onde foram instaladas duas torres de 320 m de altura. 
 
Projeto – A Ponte Salvador – Ilha de Itaparica é parte de um plano de desenvolvimento socioeconômico do Estado da Bahia, cujo objetivo é dinamizar o eixo litorâneo sul, permitindo o surgimento de um novo polo industrial e logístico na Região Metropolitana de Salvador (RMS), ancorado por investimentos já em curso (estaleiros em São Roque do Paraguaçu) ou projetados (nova retroárea do porto de Salvador).
 
O cronograma de ações de 2013 inclui a contratação de estudos de sondagem, engenharia, impactos ambientais (EIA-RIMA) e urbanísticos, publicados em editais nos meses de abril e maio para contratação. Além disso, está previsto para as próximas semanas a realização de um convênio para estudos hidráulicos marítimos e a licitação para estudos culturais e imateriais. O lançamento do edital para construção e concessão da ponte, por sua vez, está previsto para o primeiro trimestre de 2014. A conclusão está estimada entre 48 e 60 meses,
 
O projeto de construção da ponte, duplicação das rodovias, desapropriações e investimentos em infraestrutura, que em 2010 demandaria um investimento estimado de R$ 7 bilhões, atualmente está sendo revisto. Entre os motivos estão a redução da taxa de juros nestes três anos e o aprofundamento dos estudos.

Lideranças políticas de Ribeirão do Largo – BA recepcionam Secretário de Saúde do Estado em Conquista

 

A vereadora Ivonilda da Silva Moureira – popularmente conhecida como “vereadora Lola” e o Secretário de Relações Institucionais do Município de Ribeirão do Largo,  Jânio Fontes -recepcionaram o secretário de saúde Jorge Sola, quando de sua visita em Conquista para  dá posse a nova diretora do Hospital Regional e da 20 Dires, ocasião em que  os mesmos solicitaram do secretário Solla – atenção especial, principalmente no quisto da saúde, disponibilizando médicos e dentistas para atuarem no Munícipio de Ribeirão do Largo. Barepresennte de Ribeirão do Largo 1

Estudantes da Uneb em Brumado exige melhorias e ampliação de cursos na unidade

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Estudantes Universitários do município de Brumado exigem do governo do Estado, a imediata construção de um edifício para que seja instalada em definitivo, a sede própria do complexo universitário, que ate então, funciona em local alugado. Trata-se, portanto, do Campus XX. Da  UNEB – Universidade Estadual da Bahia.

Atualmente a  Uneb  funciona em um prédio alugado e não atende as expectativas, tantos dos estudantes e nem tão pouco dos professores e dos servidores e técnicos, por conta de não atenderem as demandas  crescentes da Instituição. Além de a mesma ainda funcionar em um espaço provisório.

Inúmeros movimentos já foram realizados, como também outras iniciativas já fora feitas através de lideranças políticas local reivindicando este pleito junto ao governo do Estado.

Estudantes da Instituição volta a se manifestar e exigir  das autoridades um posicionamento em relação a essa providência. O que motivou uma comissão a irem  à Câmara de Vereadores na noite da última segunda-feira (15) para solicitar do legislativo local apoio quanto à construção da sede própria do campus universitário. Entre as posições alegadas de falta de estrutura, e de um espaço pensado para que seja instalado o centro acadêmico, diz também que: há dez anos, o campus da Uneb no município está instalado onde antes funcionava a pousada de propriedade do ex-prefeito Eduardo Vasconcelos. No início, o valor de aluguel era de R$ 4 mil, mas, no decurso do tempo, o valor foi dobrado e, hoje, paga-se R$ 8 mil pelo uso do local. E este valor poderia servi para serem investidos para ajuda no custeio e ajuste de demandas da própria Instituição.

Os estudantes temem que, como o espaço não atende mais a demanda de alunos, o campus seja deslocado para outra cidade ou feche as portas. “Temos receio de que nossa unidade feche, pois já se passaram 10 anos de funcionamento em espaço alugado, o que é um descaso com a classe estudantil e dos professores”, reforçaram. Por fim, os universitários ainda cobram uma oferta maior de cursos para o campus, que atualmente possui apenas o curso de Letras e de Direito.

Fonte – argumento Brumado noticias

Vaticano não está preocupado com possíveis manifestações no Brasil

 

  • vaticanoO porta-voz anunciou que o Papa Francisco “não utilizará o papa-móvel blindado”

O Papa Francisco, que chega ao Brasil na próxima semana, terá uma agenda carregada e inúmeros encontros públicos, mas o Vaticano assegurou nesta quarta-feira, 17, que não há preocupação quanto a possíveis manifestações hostis e sua segurança.

“Nós iremos ao Brasil confiantes na capacidade das autoridades de gerir a situação. Sabemos que as manifestações não são direcionadas ao Papa e à Igreja”, explicou o padre Federico Lombardi, que respondeu a uma série de perguntas durante a apresentação desta primeira viagem do Papa ao exterior para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ).

Mais de um milhão de jovens de 170 países, principalmente da América Latina, são esperados no Rio de Janeiro.

Em junho, manifestações em massa foram organizadas em todo o país contra o preço dos transportes públicos, os gastos exorbitantes com a Copa do Mundo de 2014 e a corrupção.

“As autoridades do Vaticano confiam plenamente nas autoridades, que saberão tomar as medidas necessárias. No atual estágio, não esperamos inconvenientes para a JMJ. Todos irão compreender que a mensagem do Papa é uma mensagem de solidariedade”, declarou Lombardi.

O porta-voz anunciou que o Papa Francisco “não utilizará o papa-móvel blindado” de seus antecessores.

“É uma escolha do Papa, em conformidade com o que ele tem feito aqui. Ele se sente bem assim, com este contato” com a multidão, indicou, revelando que haverá várias ocasiões em que o pontífice estará em contato com as pessoas durante a sua viagem.

Um veículo branco, igual ao utilizado na Praça São Pedro em Roma, e um verde, de reserva, já chegaram ao Rio.

O porta-voz explicou em detalhes a programação do Papa Francisco.

Em relação à programação “leve” prevista para o Papa emérito Bento XVI antes de sua renúncia em fevereiro, a “agenda foi adaptada, intensificada, enriquecida com certos eventos”, declarou o porta-voz.

Ele citou a ida de helicóptero do Rio de Janeiro ao santuário mariado de Nossa Senhora Aparecida em São Paulo, a visita a pequena favela de Varginha, onde caminhará a pé e irá a uma casa para encontrar com um família.

O porta-voz indicou ainda que Francisco irá cumprimentar os jornalistas, coletivamente e depois pessoalmente, no avião de Alitalia que o levará ao Rio, mas que ele pediu para não conceder “entrevistas individuais ou coletivas”, mesmo que sejam “preparadas” (como era o caso com Bento XVI) ou “espontâneas” (como com João Paulo II).

Ministro terá que esclarecer episódio da vistoria do avião da FAB na Bolívia

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O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) apresentou requerimento convidando o ministro da Defesa, Celso Amorim, a prestar esclarecimentos acerca da revista feita por autoridades bolivianas no avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que traria o ministro de volta ao Brasil.

O escândalo foi revelado pelo Diário do Poder e o senador se espantou com o fato de utilizarem cães farejadores em busca do senador, Roger Pinto, de oposição ao presidente da Bolívia, Evo Morales. Roger está asilado na embaixada brasileira em La Paz há mais de um ano.

O tucano estranhou o fato de não haver nenhum pronunciamento oficial da Defesa com relação ao episódio e resolveu submeter o requerimento à Comissão de Relações Exteriores do Senado.

Ele lembra que a FAB doou dois helicópteros à Bolívia para auxiliar no combate ao narcotráfico e que o próprio Evo foi vitima de constrangimento semelhante recentemente, quando foi obrigado a pousar na Áustria para que sua aeronave fosse vistoriada em busca do delator do esquema de espionagem americano, Edward Snowden. (Diário do Poder)

Poesia Popular – Autor: Evandro Gomes Brito – Membro das academias conquistense de letras e Serrana

 

 

Textos  Bíblicos em controvérsia, narrados em cordel

 

Senhores, prestem atenção

no que agora vou dizer.

Sobre passagens da Bíblia

Aqui vou discorrer.

Ninguém é dono da verdade.

O que quero é aprender

 

Números pude ler,

O quarto livro sagrado.

Josué, filho de num,

Homem qualificado.

Estando com espírito,

por Moisés foi retirado.

 

(Números, capítulo 27, versículo 18)

 

Então pôde falar

Jesus ao povo iracundo.

E naquela geração

Seria o fim do mundo?

Já não se guarda o sábado,

Um pecado tão profundo.

 

(Mateus. Capítulo 24, versículo 34)

 

Ninguém subiu ao céu,

segundo João, três,

texto muito claro,

versículos pra vocês,

treze, que é o número.

Reflitamos desta vez.

 

(Joaõ, capítulo 3, versículo 13)

SOFRENDO GRANDE TORMENTO,

“Elias já veio, eu vos digo”.

Ninguém o conheceu,

Tratando dele o que quiseram,

Mas em deus o seu abrigo.

 

Mateus, capítulo 17, versículo 13)

 

 

Finalizo a turbinar,

As mentes preguiçosas.

O Mundo está acabando,

Morrendo as lindas rosas,

O planeta vai cedendo.

Tu, ó mortal, ainda gozas.

 

Impactar na inteligência,

Impede evoluir:

Aos que merecem um bom lugar,

os justos vêm aí !

Casa de Deus, muitas moradas.

Os maus vão sucumbir.

 

Vitória da Conquista, Ba 02 de julho de 2013untitled