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Não haverá Reforma Política no Brasil.
Não se Pode Esperar que os Parlamentares Cortem a sua Própria Carne!
Joilson Bergher
Caros, circula por aí nas redes sociais, ONG s, jornais impressos, que o custo de um parlamentar, em Brasília, é de R$10 MI / ano, enquanto na França é de R$2.8 MI, no reino Unido é de R$2.2 MI e no Chile é de R$1.3 MI. Que o orçamento do Congresso Nacional é de R$6 BI, enquanto do Alemanha é de R$2.1 BI e do Reino Unido é de apenas R$1.4 BI. Vê-se então que o “ sistema de financiamento eleitoral torna a composição do Congresso Nacional impermeável às candidaturas populares e cristaliza a hegemonia do grande capital. Você se sente vilipendiado a troco de nada? “A cada eleição os recursos financeiros necessários para eleger um parlamentar crescem numa proporção absurda. Na atual composição da Câmara dos Deputados, dos 513 eleitos e 58 suplentes que assumiram a vaga, 290 arrecadaram oficialmente mais de R$ 1 milhão. Basta constatar que os 3.767 candidatos a deputados federal em 2010 captaram R$ 887 milhões. Porém, os 513 eleitos mais os 58 suplentes que assumiram alguma cadeira na Câmara após licença do titular foram responsáveis por 70% do montante. Veja a maravilha que acontece no Brasil. Em “2010, as empreiteiras foram as quatro maiores financiadoras privadas de campanhas, investindo juntas o valor de R$ 197,2 milhões. É interessante que todas doaram na modalidade oculta, ou seja, impedindo de identificar que foi o candidato beneficiado com a doação. Tal desproporcionalidade de investimentos cria um ambiente propício para a corrupção e troca de favores”. É incrível, mas aqui não se permite que se conheça quem de fato é quem na escuridão que se tornou a política brasileira. É engraçado e aviltante, enquanto os outros exaltam seus feitos, entre nós, o sucesso parece proibido, aliás, literalmente proibido. Temos então um “Congresso Nacional onde se ampliam as bancas das grandes corporações transnacionais, do agronegócio, das escolas privadas, da indústria de agrotóxicos, e todos os setores patronais capazes de alimentar a máquina eleitoral que cada vez mais exige valores inacessíveis aos candidatos populares.” nesse cenário, como propugnar uma Reforma Política? Moralizar, instituir a ética e reduzir drasticamente os índices de corrupção no cenário político nacional, sinceramente, o sentimento que se tem é que não será possível. Há de fato esforço republicano (?) para votar o Relatório do Deputado Henrique Fontana, (PT-RS) que altera esse viciado jogo eleitoral para enfim, ampliar isso que se conhece democracia? O relatório do Deputado Henrique Fontana, em tese, propõe que tais financiamentos de campanhas seja realizado por meio de um fundo criado com esse fim específico, recebendo aportes de recursos do Orçamento da União, admitindo, também, contribuições de pessoas físicas e jurídicas, desde que depositadas diretamente na conta do fundo. “Também fica vedada a utilização de recursos próprios de candidatos. Gastos de campanha serão realizados exclusivamente pelos partidos políticos a partir de contas bancárias abertas especificamente para registro de movimentações financeiras”. Fazer com que a política deixe de ser um excelente “NEGÓCIO” para os desonestos e oportunistas, desestimulando-os a se ingressarem na vida pública. Valorizar a atuação de políticos comprometidos com os valores morais, éticos e com os interesses coletivos. Possível? É fato que o Brasil está indignado, perplexo com o jogo rasteiro da Câmara dos Deputados. É curioso: “Ao permitir o desmembramento do chamado ‘Mensalão Mineiro’ protagonizado pelo ex-governador Eduardo Azeredo, do PSDB, o Supremo Tribunal Federal (STF) possibilitou que Réus sem foro privilegiado pudessem ser julgados em primeiro instância. Tal entendimento foi desprezado quando se julgou o chamado ‘Mensalão do PT’. Um tratamento diferenciado que chocou a todos os juristas. Tal decisão equivale a afirmar que alguns partidos podem manter um ‘Caixa 2’, enquanto que outros serão criminalizados duramente. Esse episódio desvenda um dos elementos centrais que impedem forças populares de conquistar espaço num sistema eleitoral nefasto. Não tenho conhecimento de nenhuma mobilização conjunta envolvendo Centrais Sindical, de movimentos Sociais ou Confederações dessa ou daquela entidade com a capacidade política de mobilização e pressão contra os diversos Parlamentos e parlamentares em seus três níveis de Estado. A você que me lê, perceba que o terreno está minado pelos que se arvoram politicamente corretos ou pelos que, buscam em qualquer situação, bônus eleitorais, independente dos estragos que possam estar sendo feitos na imagem do Brasil. Veja como é curioso, virou ‘moda’ no brasil setores corporativos, inclusive disso que se conhece de imprensa demonizar a política: é a infelicidade reinante do reino das águas claras o cidadão se arvorar em ir pra politica. Enquanto isso, a Casa Grande não descansa em reverberar em detrimento dessa excrescência e balcão de negócio que se notabilizou o Parlamento no Brasil, agora estão aí a defenderem a redução da maioridade penal no Brasil está cravada na história. Em 1830, o Código Criminal da época, exibia uma série de leis afim de conter a rebeldia preta. Em 1835, tem início a Lei que regulamentava a pena de Morte para escravos, aliás, só para escravos. Que bom, do ponto de vista da Constituição do Brasil nunca será possível promover redução penal ou então vamos passar de 16, depois para 12, depois para 9 anos – como era na época da Casa Grande. Enquanto se pretende prender crianças, jovens e adolescentes, “de forma cínica o projeto de reforma política foi impiedosamente sepultado na Câmara Federal. Fracassou cinicamente mais uma tentativa de discutir racionalmente uma proposta de reforma política. Na Câmara Federal, em Brasília, o presidente da instituição, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), foi lacônico ao explicar quando o assunto voltará à pauta: “Só Deus sabe!”. Esta resposta é uma indicação clara de que, no processo democrático brasileiro, tão cedo não haverá reforma política, a não ser que a sociedade se mobilize e exija mudanças radicais”. Enfim, partes desse artigo foi retirado do Jornal Brasil de Fato, edição 529, abril, 2013.
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Joilson Bergher – Professor de História da Rede Pública Municipal em Brumado, Especialista em Metodologia do Ensino Superior/UESB, Pesquisador Independente do Negro no Brasil e Graduando em Filosofia/UESB
PSC aciona STF contra casamento homoafetivo
Otimismo com a economia no Brasil é ‘de fachada’, diz ‘Financial Times’
Para FT, governo é culpado por desaceleração dos investimentos e Brasil deve aproveitar agora capital de baixo custo
Em seu editorial na edição desta segunda-feira, o jornal britânico Financial Times disse que o otimismo dos brasileiros com relação à economia é “de fachada”. A publicação começa o texto enumerando as boas-notícias que o país recebeu nos últimos dias, como a ascensão do diplomata Roberto Azevêdo à presidência da Organização Mundial do Comércio (OMC), a emissão bem-sucedida de títulos da Petrobras, a oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) de 11,4 bilhão de reais da BB Seguridade – a maior do ano -, além do leilão de blocos de petróleo, promovido pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) na semana passada. “Contudo, a aparente sensação de bem-estar é uma fachada”, afirma o conceituado periódico na sequência.O FT destaca que a economia brasileira cresce menos do que o Japão neste ano, depois de ter expandido apenas 1% ano passado, e lembrou que a inflação alta tem erodido a confiança do consumidor. “Há um senso de mal-estar e a raiz dele é a desaceleração dos investimentos, que começou em 2011 e permanece“, diz o editorial.
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“Mais investimentos é exatamente o que o Brasil precisa para manter os empregos e tornar-se a potência global que ele quer ser”, acrescenta, citando que os investimentos representam 18% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, contra 24% da América Latina e 30% das potências asiáticas.
Na opinião do jornal, a culpa pela desaceleração de investimentos é de Brasília, uma vez que o modelo econômico extravagante cujo motor é o consumo, firmado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está esgotado, enquanto o modelo de Dilma, mais centralizador, acaba tornando lentas as decisões econômicas.
Outra crítica é a ajuda pontual para os setores preferidos do governo, em vez de uma ampla reforma estrutural para os mercados. Um exemplo citado é a questão da infraestrutura, com investimentos necessários em portos, aeroportos, ferrovias e rodovias. Para o FT, há interesse de empresários e investidores de participar desses setores, mas o marco regulatório ainda não viabiliza a construção de uma nova infraestrutura.
“Brasil precisa desesperadamente de mais investimentos. O baixo nível da poupança nacional significa que o dinheiro terá de vir de fora. Hoje o capital está barato, mas não estará para sempre. Brasil tem uma boa janela de oportunidades e a senhora Rousseff e seu governo precisam fazer as coisas acontecerem enquanto ela ainda está aberta”, finaliza o texto. (Veja Online)
Joaquim Barbosa continuará os ataques à classe política

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, avisou a auxiliares próximos que está decidido a seguir com suas declarações alfinetando a classe política e as relações do Congresso com o Palácio do Planalto.
Ele está encantado com a repercussão de suas críticas, lendo cada uma das mensagens de elogio que recebe de todo o País, mas nega a intenção de disputar a Presidência da República, em 2014.
Estratégia – Enquanto ataca os políticos, bem ao gosto do povão, Joaquim Barbosa deixa de responder às criticas ao Poder Judiciário, que ele chefia. (Coluna de Cláudio Humberto)
CLÁUDIO HUMBERTO
Caetité – Projeto Zona Azul deve começa a funcionar mês de maio
O estacionamento rotativo traz mais acessibilidade aos estabelecimentos comerciais, maior organização do trânsito, além de ser um projeto social.
Caetité já se prepara para implantação do Projeto Zona Azul, que operacionaliza o estacionamento rotativo na área comercial. Será cobrada taxa de R$1,00 para cada duas horas de estacionamento nas seguintes localidades: Av. Santana; Av. Woquiton Fernandes; Rua Ruy Barbosa (Travessa da Torrefação até a Farmácia Sana); Praça do Mercado; Rua Marcelino dos Santos e Rua Helena Lima até a Rua Ambrosino José dos Santos. Nessa área de implantação do sistema, serão criadas vagas específicas para motocicletas e similares, distintas dos demais automotores.
O Projeto garante maior rotatividade no comércio, um trânsito mais organizado, além de contribuir socialmente para os jovens que atuarão como agentes fiscalizadores. Do valor arrecado, 30% será destinado à manutenção do projeto e 70% revertido em Bolsa Formação para os jovens fiscalizadores.
Os Agentes Fiscalizadores já foram selecionados e estão sendo treinados para atuarem no Projeto, implantado pela Prefeitura Municipal, através da Gerência Municipal de Trânsito e Transporte Público. Inicialmente, atuarão como Agentes Fiscalizadores 40 jovens de 15 a 17 anos, matriculados na rede pública de ensino. Eles serão os responsáveis por toda execução do sistema, desde a venda do ticket de autorização à fiscalização do estacionamento. A Prefeitura de Caetité avaliou junto à CDL – Câmara de Dirigentes Lojistas que a implantação da Zona Azul irá melhorar consideravelmente o trânsito, além de melhorar também a vida de adolescentes.
BOLSA FAMÍLIA INFORMA – CALENDÁRIO DE PAGAMENTO 2013 -SEM MUDANÇAS NO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA
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Secretaria Nacional de Renda de Cidadania Informe Extraordinário • 20 de maio de 2013
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| PARA MAIS INFORMAÇÕES acesse o Fale Conosco do PBF ou entre em contato com a Central de Relacionamento da Senarc: 0800 707 2003 | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Caso Maicon – PMs lotados na 77ª Companhia Independente de Polícia Militar da Bahia deveraõ responder na justiça por homicídio e ocultação de cadáver
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Conversa com o Governador – Adutora do São Francisco beneficia mais de 330 mil pessoas no semiárido baiano
Adutora do São Francisco beneficia mais de 330 mil pessoas no semiárido baiano
Uma das ações do Governo da Bahia para enfrentar a longa estiagem no semiárido baiano, a Adutora do São Francisco, que será inaugurada esta semana, beneficiando mais de 330 mil pessoas da região, é destaque do Conversa com o Governador desta terça-feira (21). Jaques Wagner salienta o recorde na construção e o empenho da presidente Dilma Rousseff para que a obra, um investimento de R$ 178 milhões, fosse concretizada. “Nós somos o governo na história da Bahia que mais investiu na questão da segurança hídrica, ou seja, no acesso à água e também do saneamento”.
Wagner destaca ainda as novas ações voltadas à população de Salvador, como a inauguração, nesta quarta, no bairro de Sussuarana, do Centro Público de Economia Solidária (Cesol) – um investimento de R$ 3,2 milhões -, e assinatura nesta segunda (20) da ordem de serviço para duplicação da Avenida Pinto de Aguiar, que liga as avenidas Octávio Mangabeira (orla) e Luiz Viana Filho (Paralela), no bairro de Pituaçu.
O governador fala também no programa, do 15º Fórum Global de Nutrição Infantil do ano de 2013, que acontece na Costa do Sauípe, no litoral norte, e do qual participou, na noite desta segunda, da solenidade de abertura, juntamente com representantes de 20 países.
Água – Sobre a adutora construída na microrregião de Irecê, o governador afirma que a obra é de fundamental importância e agradece o apoio do governo federal e “todo esforço” da presidente Dilma Rousseff para que a houvesse a sua concretização, “garantindo a 210 localidades em torno de Irecê o abastecimento de água”.
A obra foi feita em três etapas pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) dentro do programa estadual Água para Todos, ajudando a diminuir os efeitos da contínua queda do nível da Barragem de Mirorós. “Quero parabenizar a toda equipe do governo estadual, que soube acelerar [a obra], para que ela pudesse ser entregue em tempo recorde, exatamente em função da estiagem que nós estamos vivendo”, enfatiza Wagner.
Economia Solidária –Durante o programa, Jaques Wagner também destaca o esforço do Governo do Estado para melhorar a qualidade de vida dos soteropolitanos, com a “geração de emprego, trabalho e renda”, desta vez, inaugurando, nesta quarta-feira (22), o Centro Público de Economia Solidária (Cesol), no bairro de Sussuarana.
A unidade é voltada a atender pessoas interessadas em montar seu próprio negócio, “começar, às vezes, muito pequeno e crescer, seja na área do comércio, no serviço ou na agricultura”, como diz Wagner.
O governador afirma que o Cesol, instalado num “bairro extremamente popular e populoso da capital”, vai ampliar a oferta de assistência técnica aos empreendimentos associativos – as cooperativas, os empreendimentos solidários. “Como diz o ditado, ‘uma andorinha só não faz verão’. Portanto, é muito importante que as pessoas tenham essa visão de se associar até para poderem juntas produzir muito melhor”.
Segundo ainda Wagner, o governo pretende instalar Centros em outros pontos da Região Metropolitana de Salvador (RMS) e no interior do Estado. “Para mim, essa é uma grande ferramenta para nossa inclusão produtiva, e espero que a partir de Sussuarana a gente possa contribuir para ajudar aqueles que se associam ou montam a cooperativa a se desenvolver e viver com dignidade, fruto de seu trabalho”.
Conquistense participa de Campeonato Brasileiro de Motovelocidade
ATITUDES VENCEDORAS
A vida é feita de escolhas. Não escolher é a pior delas, pois significa que seremos determinados pelas escolhas feitas por terceiros, à nossa revelia. Não podemos escolher o que a vida coloca à nossa frente, mas podemos e devemos escolher como reagiremos aos fatos. Não se trata de meras decisões, de escolhas teóricas, mas de execução, de atitudes colocadas em prática. Na ausência de concretização, uma decisão é só um desejo.
As empresas não estão preocupadas se você pertence à geração baby boomer, X ou Y, elas estão interessadas em quanto valor você é capaz de agregar aos negócios. Muito mais que a mera procedência universitária e, até mesmo, currículo, empresas excelentes estão em busca de profissionais com intenso comprometimento e capacidade de realização, uma vez que inovação, alta performance e resultado são palavras de ordem em uma época de feroz competividade.
Os maiores obstáculos ao sucesso na carreira das pessoas são de ordem comportamental. Elas não perdem para seus competidores e pares, perdem para si mesmas, em função do condicionamento a um estilo limitador de atitudes. Tais atitudes são aquelas que restringem nossas possibilidades de sucesso e felicidade. Elas estão ligadas aos nossos medos e mecanismos de defesa. Na tentativa de evitar riscos e sofrimentos, nos protegemos demais e, ingenuamente, não percebemos que o excesso de proteção é mais perigoso que o sofrimento que temíamos.
Quem se protege de mais é prisioneiro de si mesmo, não ousa, não inova, não vive. Enquanto nos defendemos não crescemos, apenas fugimos das responsabilidades, encontrando desculpas nobres para atitudes pobres. Atitudes limitadoras transformam dificuldades em problemas.
Já as atitudes vencedoras são aquelas que estão alinhadas com a nossa autorrealização. É através delas que nos tornamos quem nascemos para ser. São escolhas que contribuem com nosso crescimento pessoal, com a expansão de nossas possibilidades, com a ampla utilização das nossas potencialidades e talentos. São atitudes que beneficiam a integração do ser, tornando-nos plenos, realizados. Elas nos conduzem ao sucesso e resultam em especial fonte de felicidade.
Atitudes vencedoras transformam dificuldades em oportunidades. O filósofo Aristóteles dizia:
“Nós nos tornamos aquilo que repetidamente fazemos!”
Profissionais de alta performance realizam uma importante vitória sobre si mesmos: fortalecem suas forças e diminuem suas fraquezas. Estes profissionais desenvolvem atitudes vencedoras, transformando dificuldades em oportunidades, jamais em problemas. Livre-se de desculpas nobres para atitudes pobres! Vença seus mecanismos de defesa. Viva uma vida em grande estilo, repleta de realizações memoráveis. Você possui o potencial de fazer as coisas acontecerem. Transforme esse potencial em realidade. Não delegue sua vida a terceiros, dedique-se a desenvolver atitudes vencedoras.
Seu futuro agradece.
Carlos Hilsdorf é palestrante internacional e escritor.
Por Carlos Hilsdorf
Carrara
Supervisor Corporativo
RTE RODONAVES
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Em nota, Caixa Econômica Federal reafirma que pagamento será feito normalmente e desmente boato sobre Bolsa Família
Governo desmente boato sobre Bolsa Família, mas beneficiários lotam agências da Caixa no CE
– Mesmo depois de o governo federal desmentir o boato sobre o fim do Bolsa Família, as agências da Caixa Econômica Federal (CEF) no Ceará estavam lotadas na manhã desta segunda-feira, 20. Beneficiários do programa tentavam a todo custo sacar o dinheiro.
Segundo a Caixa, durante o fim de semana mais de 30 agências no Ceará registraram a presença de pessoas que tentavam retirar o valor do auxílio. Nesta manhã, com a abertura das agências para atendimento normal, todas as unidades foram procuradas por beneficiários. “Estamos com medo dessa parcela ser a última como estão espalhando por ai”, disse uma senhora que não quis se identificar.
Por meio de nota, a Caixa disse que “o pagamento do programa Bolsa Família ocorre normalmente de acordo com calendário estipulado pelo governo federal. “A Caixa esclarece ainda que não procede a informação de que hoje seria o último dia para o pagamento do Bolsa Família”, diz o texto.
O deputado federal José Guimarães (PT-CE), líder do PT na Câmara, tentou tranquilizar os beneficiários dizendo que tudo não passa de boatos. “Vamos identificar os responsáveis por essa boataria e que eles sejam colocado na cadeia”, disse José Guimarães. “É uma mentira deslavada daqueles que, provavelmente, querem gerar um clima de intranquilidade entre as famílias brasileiras, principalmente nas de baixa renda, que têm no Bolsa Família seu sustento”, afirmou.
O caso é investigado pela Polícia Federal. A onda de boatos percorreu ao menos dez Estados do País.
Já o deputado federal Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE), disse que é difícil avaliar de onde partiu essa informação. “Não há nenhuma movimentação, tanto na Câmara quanto no Senado, no sentido de interromper o programa.” Gomes de Matos coordena a Frente Parlamentar de Assistência Social na Câmara. Segundo ele, o Congresso apenas tem discutido matérias que têm por objetivo aperfeiçoar o programa.













