A Gente diz

Governo busca ajuda na Europa para o combate ao doping

Com a aproximação de eventos esportivos de grande repercussão, o secretário-executivo do ministério do Esporte, Luis Fernandes, desembarcou ontem de Lisboa, Portugal. Dentre as novidades que Fernandes trouxe está a experiências da estrutura européia de combate ao doping de atletas. Em seu passada pelo território europeu, ele visitou as instalações da Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP), onde ouviu do presidente da entidade, Luis Horta, que o Brasil acertou em criar uma Associação Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD). Horta, no entanto, ressaltou que o principal desafio brasileiro serão as dimensões continentais do país, bem diferentes de Portugal, que é menor do que o Estado de Santa Catarina.

 

 

Eliana Calmon promete solução para os precatórios em SP

Foto: José Cruz/ Agência Brasil

Eliana Calmon, corregedora do CNJ

A corregedora do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), Eliana Calmon, afirmou nesta quinta-feira que o conselho, em conjunto com a OAB Federal e o Tribunal de Justiça de São Paulo, quer solucionar o problema dos precatórios no Estado de São Paulo. Precatórios são pagamentos feitos por entes públicos após decisão judicial e devem obedecer ordem cronológica de quitação após sua inclusão no Orçamento. Em São Paulo, segundo estimativa do próprio governador Geraldo Alckmin, a dívida atual do Estado está em R$ 17 bilhões. Na tarde de hoje, Calmon reuniu-se com Ophir Cavalcante, presidente do Conselho Federal da OAB, e representantes do TJ-SP para que, segundo ela, “cada um saia com seu dever de casa para solucionarmos o problema”. ”Os primeiros passos são de ordem burocrática. Nós vamos saber qual a estrutura administrativa que nós temos, cuidar primeiro das contas, da fila dessas contas, separarmos os precatórios de pequeno valor, os preferenciais, e depois dessa separação vamos passar para o segundo passo: chamar todos os devedores para desta forma nós alcançarmos uma conciliação”, afirmou a corregedora. (Folha)

A Maior Religião do Brasil – “perfil, tendências, variáveis e conceito” Por/ Pr. Pr. Stênio Verd

As estatísticas apontam a igreja católica como a maior religião do Brasil, cerca de 70% da população brasileira. Mas a alma brasileira não é católica, o catolicismo é uma religião de estampa assim como muitas outras.
A raiz religiosa mais profunda e poderosa é o espiritismo e suas múltiplas versões e não o catolicismo. Embora este e o espiritismo sejam doutrinas antagônicas você encontra um sem número de católicos abertos ao espiritismo, ou “simpatizantes” do movimento espírita e até mesmo os que se consideram espíritas e mesmo assim se auto definem como católicos.
A consciência espírita na cultura brasileira é tão profunda e ao mesmo tempo poderosa que o protestantismo foi à única religião brasileira que durante um bom tempo da sua história se manteve distante desta força gravitacional. Mas, de trinta anos pra cá, uma boa parte do protestantismo se rendeu a força descomunal do espiritismo e passou até mesmo a introduzir em sua liturgia e crença, conceitos retirados do candomblé. Estamos falando do movimento chamado neopentecostal, inicialmente representado pela Igreja Universal do Reino de Deus e agora mais recentemente pela Igreja Mundial do Poder de Deus bem como tantas outras não tão famosas.
Estas duas religiões neopentecostais estão agora disputando território palmo a palmo através da mídia, como fazem os contrabandistas ou os narcotraficantes, eles estão mercadejando a Palavra enquanto o nosso povo continua cego.
O sul do Brasil era por muito tempo um reduto católico, mas novamente o campo gravitacional do espiritismo, como se fosse um buraco negro, engoliu o catolicismo e hoje há mais centros de macumba no estado do Rio Grande do Sul do que em Salvador (BA).
A religião brasileira é espirita de fato no seu DNA, são espíritas kardecista, espíritas católicos, espíritas neoevangélicos, espíritas da Legião da Boa Vontade, do Racionalismo Cristão, da Cultura Racional, da Umbanda, da Ordem Rosa Cruz, do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, enfim, a mentalidade espírita conseguiu se infiltrar e prevalecer em todas as camadas sociais e religiosas.
Em nenhum outro lugar do mundo o espiritismo cresce tanto, a cada dia, do que no Brasil e por isso todas as religiões evangélicas que pegaram carona no espiritismo estão crescendo numericamente de forma exponencial.
Somente o protestantismo histórico não se rendeu ao sincretismo na sua grande maioria, e algum outro movimento recente aqui e ali. O que mantem o movimento evangélico protestante de pé é o evangelho de Cristo.

Somente o evangelho é capaz de livrar o povo brasileiro da mentira espírita entronizada em seus corações e conduzi-lo a verdade da Palavra e consequentemente a salvação em Cristo.
“Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” – disse Jesus.
Pense Nisso!
Pr. Stênio Verde

Deputado Federal Waldenor Pereira diz que, construção de novo aeroporto conta com aval da presidente Dilma

A licitação para o novo aeroporto de Vitória da Conquista deve acontecer em breve e já conta com o aval da presidente Dilma Rousseff e o governador Jaques Wagner, foi o que garantiu o deputado federal Waldenor Pereira (PT). O político disse ainda que os governos estadual e federal planejam ou executam outras ações na cidade, como esgotamento sanitário e eletrificação rural através do programas Luz Para Todos e Minha Casa Minha Vida, que constrói aproximadamente 5 mil novas habitações populares no município, além do retorno das obras do presídio. “Os recursos do presídio estão aqui há quatro anos, trata-se muito mais de empecilhos de natureza administrativa do que na verdade a ausência ou insuficiência de recursos”, garantiu Waldenor.

Aeroporto de Vitória da Conquista e o sonho de Conquista voar mais alto

 

A Campanha e o  andamento  das negociações para viabilização da construção do aeroporto de Vitória da Conquista, fora pauta de diversas movimentações e reuniões de forma coletiva em  Vitória  da Conquista, em que importantes vetores sociais da cidade se juntaram com esse propósito. O que já se contabiliza como um  grande sucesso para a efetiva  instalação do equipamento em nossa cidade. E ainda o fato, de terem acontecido importantes plenárias com lideranças políticas das esferas; municipal, estadual e federal discutindo a importância do mesmo para a cidade e região.
Como o projeto é de uma importância significativa para o desenvolvimento de nossa região, é percebível que todos querem ser o pai da criança e daí contabilizar o feito, como mais uma carta na maga para justificar a sociedade de que os esforços fora de quem conseguiu a instalação e a viabilização do projeto e, em concluso o equipamento, no caso o aeroporto.
Na concepção das articulações que deram inicio as campanhas,  a fim de que pudesse envolver todos os segmentos sociais e correntes políticas da cidade, era de que, não partidarizasse o pleito. Todos os partidos e segmentos eram bem vindo, como foi de fato. Importantes políticos vestiram a camisa do projeto. E teve sucesso, repercutiu inclusive; com grandes e importantes avanços e conquistas contabilizadas. Agora, num piscar de olho, percebe-se, um retrocesso, na linha preestabelecida pelas pessoas que iniciaram a movimentação e as articulações em prol a construção do aeroporto, na qual é usado o lema: “Conquista pode voar mais alto”
A única leitura que se pode fazer agora, é que o movimento perdeu forças, dado a forma unilateral de alguns membros e personalidades compõem o projeto, atuarem de forma isolada junto às representações governamentais ou políticas para discutir o pleito.
É preciso, portanto, que o coletivo que deu início a esta campanha volte a se reunirem e reelaborarem nova estratégia para sensibilizar a opinião pública e os políticos de forma geral, e assegurar, inclusive, a conclusão do encaminhamento das etapas que ainda restam para concretização do aeroporto de  Vitória da Conquista. O Edital para construção da obra, pagamento das indenizações das terras e ponto final.
Comendador: Gildásio Amorim Fernandes

Plano não pode fixar limite para despesa hospitalar, diz STJ

 

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) considerou ilegal a prática adotada por um plano de saúde que limitou em contrato o valor das despesas com internação hospitalar.

Segundo os ministros da corte, os planos não podem prever limite para a cobertura médica ou o tempo de internação. A decisão do tribunal foi divulgada hoje.

O STJ analisava o caso de uma mulher do Estado de São Paulo que morreu após tratamento de um câncer no útero. À época, ela passou dois meses internada na UTI de um hospital privado.

Durante o tratamento, o plano de saúde suspendeu o pagamento, argumentando que o valor havia atingido o teto máximo, de R$ 6.500, previsto no contrato.

A paciente obteve na Justiça uma decisão liminar, e o plano foi obrigado a cobrir os gastos até o final do tratamento (encerrado quando a paciente morreu).

A empresa responsável pelo plano de saúde recorreu à Justiça. Os tribunais paulistas entenderam que a cláusula que limitava os custos, apresentada com “clareza e transparência”, era legal.

Para o STJ, que julgou o recurso, contudo, a cláusula era “abusiva, principalmente por estabelecer montante muito reduzido, R$ 6.500, incompatível com o próprio objeto de contrato do plano de saúde, consideradas as normais expectativas de custo dos serviços hospitalares”.

“Esse valor é sabidamente ínfimo quando se fala em internação em UTI”, afirmou o ministro do STJ Raul Araújo, que relatou o caso.

Os magistrados ressaltaram que é inviável fixar preço para as despesas com tratamento médico.

Além de pagar os custos do tratamento, o plano de saúde foi condenado a indenizar a família da paciente, em R$ 20 mil, por danos morais.

União recorre contra liminar que livrou juízes de investigação por movimentação bancária atípica

A Advocagia-Geral da União protocolou no STF três mandados de segurança. Nas peças, pede que seja cassada a liminar que suspendeu, em 29 de dezembro do ano passado, uma investigação do Conselho Nacional de Justiça contra juízes e servidores do Judiciário. Trata-se daquela apuração aberta na Corregedoria do CNJ para apurar a regularidade de 3.500 movimentações bancárias “atípicas” realizadas entre 2000 e 2010 por magistrados e funcionários de tribunais. Juntas, as operações somaram R$ 850 milhões. A investigação escora-se num relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão do Ministério da Fazenda. É nesse documento que as movimentações bancárias foram classificadas como “atípicas”. Deve-se a liminar que suspendeu o processo do CNJ a uma ação movida por três entidades: Associação dos Magistrados Brasileiros, Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho e Associação dos Juízes Federais. (Blog do Josias)

Pedro Simon quer que Dilma adote Ficha Limpa no Executivo

Foto: Agência Senado

 

Senador Pedro Simon (PMDB-RS)

Em discurso nesta quarta-feira, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) voltou a sugerir à presidenta Dilma Rousseff a adoção, no Executivo, de critérios similares aos que a Lei da Ficha Limpa criou para o Poder Legislativo. Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a constitucionalidade da lei, fazendo com que a norma tenha validade a partir das eleições municipais deste ano. Simon elogiou a decisão do Supremo e disse que a adoção dos mesmos critérios dessa lei para o preenchimento de cargos no Poder Executivo seria um avanço histórico para o Brasil. Os ministros e servidores da Controladoria Geral da União (CGU), da Casa Civil da Presidência da República, do Ministério da Justiça, da Advocacia Geral da União (AGU) e da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), assinalou Simon, vêm debatendo a possível edição de um decreto presidencial que estabeleceria a “ficha limpa” também no Poder Executivo. Para Simon, a presidenta Dilma Rousseff fará história se adotar a “ficha limpa” no Executivo, pois o critério da reputação ilibada estaria valendo para os três Poderes, proporcionando governabilidade para a presidente e seus sucessores e mais seriedade para o governo federal. (O Globo)

Campanha da Fraternidade traz tema importante, e propoem que a saúde se difunda sobre a terra

 

Campanha da Fraternidade: 49 anos de amor ao próximo e referência democrática

 

Hoje (22), Quarta-feira de Cinzas, começa a Quaresma, tempo em que a liturgia da Igreja convida os fiéis a se prepararem para a Páscoa, mediante a conversão, com práticas de oração, jejum e esmola. E é justamente na Quarta-Feira de Cinzas, que acontece um dos principais eventos da Igreja Católica no Brasil, o lançamento da Campanha da Fraternidade. A CF, como é conhecida, está na sua 49ª edição, é realizada todos os anos e seu principal objetivo é despertar a solidariedade das pessoas em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos e apontando soluções. Neste ano de 2012 a Campanha da Fraternidade destaca a saúde pública e suas variantes. Com o tema “Fraternidade e Saúde Pública”, e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38,8); a CF de 2012 tentará refletir o cenário da saúde no Brasil, conscientizando o Governo da precarização de condições dos hospitais e mobilizando a sociedade civil para reivindicar melhorias.

 

A CF é uma campanha conhecida em todo o país e reconhecida internacionalmente. Mas você sabe quando ela começou? Quem foram os seus criadores? A primeira Campanha da Fraternidade foi idealizada no dia 26 de dezembro de 1963, sob influencia do espírito do Concílio Vaticano II.

Antes disso, o primeiro movimento regional, que foi uma espécie de embrião para a criação do atual modelo da “Campanha da Fraternidade”, foi realizado em Natal (RN), no dia 8 de abril de 1962, por iniciativa do então Administrador Apostólico da Natal, dom Eugênio de Araújo Sales, de seu irmão, à época padre, Heitor de Araújo Sales e de Otto Santana, também padre. Esta campanha tinha como objetivo fazer “uma coleta em favor das obras sociais e apostólicas da arquidiocese, aos moldes de campanhas promovidas pela instituição alemã Misereor”, explicou dom Eugênio Sales, em entrevista a arquidiocese de Natal, em 2009. A comunidade de Timbó, no Município de Nísia Floresta (RN), foi o lugar onde a campanha ocorreu pela primeira vez.

“Quando no começo de 1960, eu estava concluindo meu trabalho de doutorado em Direito Canônico na Universidade Lateranense, em Roma, fui para a Alemanha onde tinha mais tranquilidade para o que desejava. Ali pude acompanhar a Campanha Quaresmal daquele ano para recolher o fruto dos sacrifícios em benefício dos povos que sofriam fome, como eles mesmos tinham sofrido 15 anos antes, logo depois da Segunda Guerra Mundial. O material para informação (homilias, boletins paroquiais, etc.) continha reflexões muito profundas. Trouxe para o Brasil todo o material para que pudéssemos adaptar aqui.

Dom Eugenio Sales numa reunião do clero lançou a ideia. Foi feita uma lista e nomes, no fim venceu o nome “Campanha da Fraternidade”. Ficamos satisfeitos com o nome, mas nunca imaginávamos que aquela pequena semente se transformasse no que é hoje”, disse o arcebispo emérito de Natal, dom Heitor de Araújo Sales.

“Não vai lhe ser pedida uma esmola, mas uma coisa que lhe custe. Não se aceitará uma contribuição como favor, mas se espera uma característica do cumprimento do dever, um dever elementar do cristão. Aqui está lançada a Campanha em favor da grande coleta do dia 8 de abril, primeiro domingo da Paixão”, disse dom Eugênio Sales, no ato de lançamento da campanha, em Timbó (RN).

Segundo dom Heitor, o papa João XXIII tinha lançado a ideia de que católicos de países ricos pudessem dar um pouco de suas vidas para ajudar na evangelização de outras terras. Chamavam-se “Voluntários do Papa”. Assim vieram para cá missionários leigos dos Estados Unidos (EUA) e de outros lugares. Eles também ajudaram no começo da Campanha.

A experiência foi adotada, logo em 1963, por 19 dioceses do Regional Nordeste 2 da CNBB (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte). Naquela época envolvidos pelo Concílio Vaticano II, os demais bispos brasileiros fizeram o lançamento do Projeto da Campanha da Fraternidade para todo o Brasil. Dessa forma, na Quaresma de 1964 foi realizada a primeira Campanha em âmbito nacional. Desde então, até os dias atuais, a CF é realizada em todos os recantos do Brasil.

Em 20 de dezembro de 1964, os bispos brasileiros que participavam do Concílio Ecumênico Vaticano II, em Roma, aprovaram o fundamento inicial da mesma, intitulado “Campanha da Fraternidade – Pontos Fundamentais apreciados pelo Episcopado em Roma”. Em 1965, tanto a Cáritas quanto Campanha da Fraternidade foram vinculadas diretamente ao Secretariado Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A partir de então que a Conferência dos Bispos Brasileiros passou a assumir a Campanha da Fraternidade. Nesta transição, foi estabelecida a estruturação básica da CF.

“Naquela época, a Igreja se voltava a si, preocupada com a implantação do Concílio Vaticano II e em renovar as suas estruturas conforme as indicações conciliares. Daí surgiu a Campanha da Fraternidade. Ela, inicialmente se prestou a este objetivo. No entanto, a CF contribuiu na superação da dicotomia ‘Fé e Vida’, que, imbuída do espírito Quaresmal quer modificar a situação do fiel, em prol da vida e da justiça”, explicou o atual secretário executivo da Campanha da Fraternidade da CNBB, padre Luiz Carlos Dias.

Em 1967, começou a ser redigido um subsídio para a CF auxiliando assim as dioceses e paróquias de todo o país. Nesse mesmo ano iniciaram também os encontros nacionais das Coordenações Nacional e Regionais da Campanha da Fraternidade.

Em 1970, a Campanha ganhou um especial e significativo apoio, uma mensagem do papa Paulo VI para o dia do lançamento da Campanha, o que virou uma tradição entre os papas.

A partir de uma análise dos temas abordados a cada ano, a história da Campanha da Fraternidade pode ser dividida em três fases distintas: de 1964 a 1972, os temas refletem um olhar voltado para a renovação interna da Igreja, provavelmente sob o influxo das reformas propostas pelo Concílio Vaticano II; de 1973 a 1984, aparece na Campanha a preocupação da Igreja com a realidade social do povo brasileiro, refletindo influências do Vaticano II e das Conferências Episcopais de Medelín e Puebla, sem deixar de lado a questão política nacional, que vivia uma de suas mais terríveis fases: a ditadura militar. A terceira fase, a partir de 1985, reflete situações existenciais dos brasileiros.

Ao longo da história, as Campanhas abordaram questões do compromisso cristão na sociedade. Em alguns casos, as essas questões discutidas geraram o surgimento de Pastorais ou serviços no seio da Igreja. Foram levantados e debatidos temas como, em 1985, a questão da fome; em 1986, o problema fundiário; em 1987, o tratamento do poder público para com o menor. Em 1988, a campanha apelou por uma adesão a Jesus Cristo; em 1989, conclamou o povo a assumir uma postura crítica frente aos meios de comunicação social; em 1990, abordou a questão do gênero, chamando a atenção para a igualdade do homem e da mulher, diante de Deus; em 1999, chamou a sociedade e o poder público para discutir o problema do desemprego; em 2000, convidou as igrejas cristãs e a sociedade a lutarem pela promoção de vida digna para todos. Em 2001, levantou o problema das drogas e as consequências na vida das pessoas; em 2008, propôs o debate sobre a defesa da vida; em 2011, falou sobre a vida no planeta.

Neste ano de 2012, a saúde pública será o foco das discussões. De acordo com o arcebispo de Ribeirão Preto, dom Joviano de Lima Junior, a saúde é “dom de Deus” e, enquanto tal é um direito que além de ser preservado, precisa ser conquistado. “Além disso, pensemos na importância da alimentação e da preservação do ambiente. Porém, não podemos nos esquecer das estruturas insuficientes dos hospitais e dos postos de saúde”, disse.

MCMP DESCOBRE POLIGLOTA CONQUISTENSE – Nearck Ferraz Abade fala seis idiomas: italiano, alemão, inglês, russo, francês e espanhol

Nearck Ferraz Abade, conquistense, poliglota, falando seis idiomas; italiano, alemão, inglês, russo, francês e espanhol, despertou atenção do ambientalista e Presidente do Movimento Contra a Morte Prematura – MCMP, André Cairo, incentivando-o a escrever um Livro, por achar relevante o seu potencial, captando com facilidade milhares de palavras de  vários idiomas, traduzindo-as para o Português.
Aos 14 anos, em filmes italianos, dispensava legendas. Nesta idade, como escoteiro, foi apelidado de italiano pelos colegas, ao traduzir livros. Concluiu o 1º Grau no Instituto de Educação Euclides Dantas, em Vitória da Conquista, o 2º, no Colégio Central da Bahia, em Salvador e o Curso Técnico de Química e Patologia Clínica. Autodidata, falando francês, ganhou uma Bolsa de Estudos, para Aliança Francesa, concluindo em três anos, outra no Instituto Ghote, aprendendo alemão.
Em 1983, com o fim da União Soviética, adidos da Embaixada Russa, vieram para Salvador divulgar sua cultura, quando Nearck aprendeu o idioma com auxílio da gramática, Estudo da Lingua Russa, de Catarina Pantanova, existindo somente três no Brasil, Universidade Federal do Paraná, Biblioteca Municipal de Rio Verde em Goiás e com Nearck Abade, concluindo o curso superior de Ciências Biológicas nesta época, em Goiás.
Falando espanhol como autodidata, retornou para Conquista em 1998, lecionando italiano em uma Escola de Idiomas por três anos, física em Colégios Particulares, mudando para Londres, aprimorando o inglês, fazendo um curso de Rádioisotopia, retornando para Conquista, sendo contratado pela Prefeitura de Cordeiros, ensinando Física, Química e Biologia. Atualmente, Nearck dedica parte do seu tempo cuidando de um membro da família, portador de ausaimer, ganhando a vida com aulas particulares de idiomas e reforço escolar, iniciando esboço do seu Livro.

ASCOM do MCMP      –     Foto: Anita Dias/Star Color

PSD – Partido de Kassab ‘possui’ 5 milhões de votos, diz TSE

 

 

Estudo do Tribunal Superior Eleitoral aponta que o PSD (Partido Social Democrático) reúne políticos que disputaram vagas de deputado federal em 2010 e receberam 5,1 milhões de votos. A legenda seria a sétima maior do país se existisse à época da última eleição. Esse dado será considerado para que o TSE conceda ou não à agremiação acesso ao dinheiro do Fundo Partidário, uma das maiores fontes de receita das siglas. Idealizado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, o PSD recebeu seu registro definitivo no ano passado. Como nunca disputou uma eleição, tem direito apenas a uma parcela mínima do fundo (R$ 18,5 mil por mês) e alguns segundos do tempo de TV e de rádio durante eleições. O partido tenta reverter a situação na Justiça Eleitoral. Se tiver sucesso, passará a receber cerca de R$ 1,6 milhão por mês do Fundo Partidário -calculado de acordo com o número de votos obtidos por candidatos a deputado federal (eleitos e não eleitos). Leia mais na Folha (para assinantes).

Pelo menos 1.700 cidades vão ampliar câmaras municipais

Blog do Josias/

O Congresso aprovou em 2009 uma emenda que era uma espécie de rabo escondido com o gato de fora. Autorizou-se a elevação do número de vereadores em 2.153 câmaras municipais espalhadas pelo país. Dizia-se que o gato não miaria.

Pois bem. Chegou a hora da verdade. Às portas das eleições municipais de 2012, pelo menos 1.700 cidades decidiram engordar suas câmaras. Há no Brasil 51.748 vereadores. A partir de 2013, haverá algo como 7 mil a mais.

Não há, por ora, levantamento oficial consolidando os gastos adicionais que estão por vir. Mas uma apuração feita pela repórter Silvia Amorim não deixa dúvidas: o miado do gato vai custarmilhões. A conta ja começou a ser apresentada.

Na cidade de São Gonçalo (RJ), por exemplo, o plenário da câmara será ampliado de 21 cadeiras para 27. Afora os novos contracheques, decidiu-se construir uma nova sede para o legislativo local. Coisa de R$ 6 milhões.

Em Maceió, capital alagoana, o número de vereadores subirá de 21 para 31. Para acomodar tanta gente, optou-se por comprar um novo prédio. Estimou-se a despesa imobiliária em R$ 5 milhões. E por aí vai.

Aos olhos dos congressistas, vereadores não são senão cabos eleitorais de luxo. Quanto mais, melhor. Nesse cenário, todos os gastos são pardos.

De resto, deputados e senadores são pessoas cujo problema financeiro é completamente diferente do de todo mundo. Para eles, arranjar dinheiro é um problema seu. Gastar o dinheiro que você ganha é a solução deles.