A Gente diz

Aliados atribuem a Dilma desarticulação da coligação

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Wilson Dias/ABr/


Ao tomar posse, em janeiro, Dilma Rousseff desfrutava no Congresso de um cenário que fazia inveja aos antecessores. Escorada numa coligação de 14 partidos, dispunha, pelas contas do Planalto, dos votos de cerca de 400 dos 513 deputados e de 50 dos 81 senadores. Em tese, a nova presidente cercara-se de uma tropa de aliados capaz de aprovar –com folga— os projetos de lei e as emendas à Constituição que desejasse. A derrota do governo na votação do projeto do novo Código Florestal e o bate-cabeças que se seguiu ao ‘Paloccigate’ subverteram essa lógica matemática. Passou-se a apregoar a tese segundo a qual falta coordenação política ao Planalto. Foi ao cadafalso o ministro petê Luiz Sérgio (Relações Institucionais). Nesta segunda, a ex-senadora petê Ideli Salvatti vai à poltrona do colega de partido. Boa de briga, ela recolhe os punhos. E promete acionar os ouvidos. Leia mais no Blog do Josias.

Aliados de Marina dão saída do PV como certa


Agência Estado

Marina Silva (PV)

Aliados de Marina Silva avaliam que a permanência da ex-senadora no PV é inviável e que a saída dela do partido deve ser selada em poucas semanas. Os motivos são a falta de êxito na cruzada por mais democracia no PV e o fim do diálogo com a Direção Nacional da legenda. O Estado apurou com quatro pessoas próximas da ex-ministra do Meio Ambiente que Marina e o núcleo marineiro estão convencidos da impossibilidade de conseguir as mudanças consideradas necessárias para a transformação do partido, tais como alterações no estatuto que permitiriam eleições diretas e o fim de diretórios provisórios. Todos os aliados dão a saída dela e de seu grupo como certa. “É rápido isso daí. Vai se resolver até o fim de junho. Mas a decisão já está tomada”, diz um deles. Outro avalia que o processo de desligamento não dura mais do que 45 dias. Leia mais no Estadã

WAGNER SE REÚNE COM GOVERNADORES EM BRASÍLIA



O governador da Bahia, Jaques Wagner, que é carioca, esteve reunido na casa do comandante do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, que é baiano, em Brasília, na manhã desta segunda-feira (23), juntamente com outros chefes de Executivo estadual para discutir pontos de apoio à Presidência da República. Tião Viana, mandatário do Acre, Tarso Genro, do Rio Grande do Sul, e Marcelo Deda, de Sergipe, emitirão ainda nesta segunda a Carta de Brasília, com os referidos pontos de apoio, bem como o posicionamento do grupo em relação às reformas política e tributária.

Da redação com BN


Presidente da Itália condena decisão sobre Battisti e apoia recurso

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O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, condenou a sentença do STF (Supremo Tribunal Federal) brasileiro de libertar o italiano Cesare Battisti e disse que apoiará a postura de seu país de recorrer a outras instâncias jurídicas internacionais para reverter a decisão. O chefe de Estado italiano atestou, em nota divulgada pela sede da Presidência, o Quirinale, que apoia “plenamente todos os passos que a Itália for fazer valendo-se de todas as instâncias jurídicas às quais competem assegurar o pleno respeito das convenções internacionais”. Leia mais na Folha.

COISAS PIORES DO QUE O ADULTÉRIO

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Não vou abordar neste artigo o adultério como olhar, como visão intencionalmente impura, apesar da importância deste tema.
Vou falar do adultério que se iniciou com um olhar e que terminou na cama de um motel. Adultério não começa na cama, ali se consuma.
Pode existir coisa pior do que uma traição adultera? O adultério quebra a lei matrimonial de fidelidade, de lealdade e confiança mútua.
O cônjuge traído sofre uma barbaridade. Como pastor,  tenho visto cônjuges perderem a cabeça no momento em que confirmam ou flagram, agredirem o ofensor com palavras e até com socos e pontapés. Pode haver situação mais terrível do que esta? Pode! Pode sim. Já vi coisas piores, podem acreditar.
O que poderia ser pior? Vou responder esta pergunta enumerando as situações que o adultério principia e que são piores do que ele mesmo.
1 – Pior do que o adultério é a continuidade do adultério, o que antes era um ato, um vacilo, passa a ser vicio.
2 – Pior do que o adultério é o adultério camuflado, escondido em que o cônjuge fica sabendo por terceiros, que podem ser amigos, irmãos da igreja e parentes.
3 – Pior do que o adultério é o adultério confessado e não acolhido com perdão por parte do ofendido, que inicialmente tem o direito de perder a calma mas que não tem o direito de não perdoar de coração.
4 – Pior que o adultério é o adultero conseguir manipular as emoções fragilizadas da vítima e mantê-la refém pela via da condição financeira, do status e até mesmo da ameaça de violência ou de morte. Adúlteros vampiros são os piores tipos de adúlteros.
5 – Pior que um adultero manipulador é uma vítima que se entrega e se deixa manipular e que não encontra forças para por término a relação depois de ter tentado tudo. Já vi mulheres dividirem seus maridos com prostitutas e se acostumarem com esta condição. Como a aranha que paralisa a presa com suas teias e não a mata de imediato assim são alguns maridos adúlteros que mantem esposas acorrentadas ao seu adultério. Pior que um adúltero é uma mulher medrosa e entregue.
6 – Pior que o adultério é o fim do casamento, sobretudo quando a relação era estável e duradoura antes da traição, quando antes havia respeito e amor genuíno. Esse adultério é o que mais dói no coração do outro que não entende o que aconteceu e fica a deriva das causas comportamentais do outro.
7 – Pior do que o adultério é o adultério apaixonado onde o cônjuge se entrega de corpo e alma a um amante. Observo como pastor que a paixão por um amante sufoca o amor pelo cônjuge. A paixão trás consigo uma cegueira irracional; os filhos são esquecidos, os familiares não são ouvidos, os conselheiros parecem tolos, as Escrituras são deixadas de lado e somente o apaixonado não percebe que está no fundo do poço.
As Escrituras condenam o adultério talvez nem tanto pelo adultério em si, mas pela porta que o adultério abre para coisas piores do que ele. Veja o caso de Davi com Bate-Seba, um caso típico de paixão adultera e não somente de adultério, onde Davi arquiteta diabolicamente a morte do marido dela, tamanha era a loucura de Davi.
O preço que Davi pagou pela paixão carnal foi altíssimo; a morte da criança na tenra idade e a profecia de que a espada nunca mais se apartaria de sua casa, como de fato aconteceu.
Encerro com a leitura de Provérbio 5.15-19.
15 Bebe a água da tua própria cisterna, e das correntes do teu poço.
16 Derramar-se-iam as tuas fontes para fora, e pelas ruas os ribeiros de águas?
17 Sejam para ti só, e não para os estranhos juntamente contigo.
18 Seja bendito o teu manancial; e regozija-te na mulher da tua mocidade.
19 Como corça amorosa, e graciosa cabra montesa saciem-te os seus seios em todo o tempo; e pelo seu amor sê encantado perpetuamente.
Melhor que o adultério é o sexualidade onde há fidelidade e retidão de alma. S
Meu pastoral é para você que hoje está experimentando as coisas piores do adultério, faça uma reflexão e volte-se para Deus, talvez ainda haja esperança.
Um beijo no coração.
Pr. Stênio Verde
Vitória da Conquista, oito de junho de dois mil e onze.

Supremo liberta Cesare Battisti


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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta última quarta-feira (8) pela soltura de Cesare Battisti por 6 votos a 3. O ministro Cezar Peluso, presidente do Supremo, ao proclamar o resultado do julgamento explicitou que o italiano só pode ser libertado se não estiver preso por motivo outro. O ex-ativista responde uma ação penal no Brasil pelo delito de “uso de documento falso”. De acordo com a maioria dos ministros da Corte, a decisão do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva em negar a extradição de Cesare é um ato que não pode ser objeto de revisão pelo STF, pois para o governo italiano seria um “ato de soberania nacional”.

Tal fora o entendimento dos ministros Luiz Fux, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Ricardo Lewandowski, Joaquim Barbosa, Ayres Britto e Marco Aurélio. “O que está em jogo aqui é um ato de soberania do presidente da República. A República italiana litigou contra a República Federativa do Brasil”, afirmou Fux, o qual já tinha expressado o mesmo entendimento quando votou pelo não conhecimento de uma reclamação com o objetivo de cassar o ato de Lula que fora ajuizada pela Itália. Segundo a ministra Cármen Lúcia, quando não conhecida a reclamação do governo da Itália, o ato perpetrado por Lula permaneceria hígido. “Considero que o caso é de soltura do então extraditando”, ressaltou. Ela ainda explicitou que quando o ex-presidente acolheu os fundamentos do parecer da Advocacia-Geral da União (AGU), tal não se encontrava vinculado à decisão do STF, que autorizou o ato de extradição. Ricardo Lewandowski, em análise do caso no ano de 2009, convenceu-se que o italiano havia sido condenado por cometer crimes contra a vida. “Mas neste momento não é essa a questão que está em jogo”, afirmou.

De acordo com o citado ministro, o ato de Lula é uma verdadeira razão de Estado. “Entendo que o presidente da República praticou um ato político, um ato de governo, que se caracteriza pela mais ampla discricionariedade”, finalizou. Joaquim Barbosa concordou com Lewandowski e alegou que “se o presidente assim o fez (negou a extradição) e o fez motivadamente, acabou o processo de extradição”. Como magistrado da Corte Constitucional, ele explicitou que não haveria outra alternativa para si que não determinar que o alvará de soltura seja imediatamente expedido. “O papel do STF é entrar nesse circuito extradicional para fazer prevalecer os direitos humanos para certificar que o pedido está devidamente instruído”, afirmou. Ele ainda argumentou a respeito da impossibilidade de se afirmar que Lula descumpriu algum tratado firmado entre o país italiano e o Brasil.

Ayres Britto ainda afirmou que o tratado “prima pela adoção de critérios subjetivos” para a vedação de se extraditar na possibilidade da existência de razões ponderáveis na suposição de agravamento da condição do extraditando. Esse foi o argumentou utilizado no parecer da AGU. O ministro Marco Aurélio ainda afirmou votar no sentido da expedição imediata do alvará. Houve, contudo, divergências. Gilmar Mendes, relator do processo, Ellen Gracie e Cezar Peluso votaram a favor da cassação do ato de Lula, bem como o envio do ex-ativista italiano para seu país de origem. “O senhor Presidente da República, neste caso, descumpriu a lei e a decisão do Supremo Tribunal Federal”, afirmou Peluso. Ao dar um longo voto, Gilmar Medes ainda explicitou que “no Estado de Direito, nem o presidente da República é soberano.

Tem que agir nos termos da lei, respeitando os tratados internacionais”. “Não se conhece, na história do país, nenhum caso, nem mesmo no regime militar, em que o presidente da República deixou de cumprir decisão de extradição deste Supremo Tribunal Federal”, ressaltou ainda. A ministra Ellen Gracie seguiu a mesma linha, afirmando: “li e reli o parecer oferecido pela AGU ao presidente e ali não encontrei menção a qualquer razão ponderável, qualquer indício que nos levasse à conclusão de que o extraditando fosse ser submetido a condições desumanas (se enviado à Itália)”. “Soberania o Brasil exerce quando cumpre os tratados, não quando os descumpre”, finalizou.

‘Saio para ajudar a preservar o diálogo’, afirma Palocci na despedida

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O ex-ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, disse em seu discurso de despedida nesta quarta, no Palácio do Planalto, que deixou o cargo para “preservar o diálogo”. Ele afirmou que o embate político, devido à notícia de que teve o patrimônio aumentado em 20 vezes, prejudica o trabalho dele como ministro da Casa Civil. “Se eu vim para ajudar a promover o diálogo, saio agora para ajudar a preservá-lo”, afirmou. Na presença de Dilma e da sucessora Gleisi Hoffmann, Palocci disse não querer fazer da transferência do cargo um momento triste. “A vida é uma luta permanente e não costumo me abater pelas pedras no caminho”, disse. Segundo o ex-ministro, a manifestação da Procuradoria Geral da República, que decidiu arquivar os pedidos de investigação da oposição, confirmou que ele trabalhou “dentro da mais estrita legalidade respeitando os padrões éticos”. (G1)

Nota à imprensa

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A Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista, por meio da Secretaria de Educação, informa que a política de valorização dos profissionais da educação é prioridade do Governo Municipal. Por isso investiu, desde 2009, mais de R$ 12 milhões em reformas e ampliações de mais 140 unidades e construções de novos prédios escolares e mantém 180 automóveis transportando diariamente 5.700 alunos e professores que moram e trabalham na zona rural.
Informa ainda ter encaminhado à Câmara de Vereadores Projeto de Lei que prevê o reajuste salarial dos professores municipais. Caso seja aprovado, o piso salarial passará a R$1.200,00, sem contar a incorporação de vantagens. Nenhum professor terá reajuste inferior a 6,86%. Vale ressaltar que o menor índice é superior ao da inflação do último período que fechou o ano em 5,9%. O maior reajuste chega a 20,9%. O valor está acima do valor do piso definido este ano em Lei pelo Governo Federal, que é de R$ 1.187,14.
A nova tabela salarial representará um acréscimo mensal de R$ 480.867,98 à folha de pagamento da Prefeitura. Também continuam assegurados a eleição para diretores e vice-diretores das escolas municipais e percentual de incentivo à formação, com gratificação de 30% sobre o vencimento, para professores que fizerem Mestrado. Além do reajuste salarial, o município também garante aos professores ampliação da licença maternidade de 120 para 180 dias, licença paternidade de 5 para 7 dias, regulamentação das férias e licença monográfica para 45 dias, piso salarial,  incentivo de mestrado de 10% para 20%, interstício de 2,5% com regularização previsto no novo estatuto, licença para interesse particular de 2 para 4 anos e carga horária de 2/3 para e 1/3  para planejamento.

Secom
07 de junho de 2011

“CASO SÉRIO” REALIZA APRESENTAÇÕES EM VITÓRIA DA CONQUISTA

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Espetáculo teatral segue com turnê pelo interior e chega
ao Sudoeste baiano nos dias 10 e 11 de junho

A sala de espera de um consultório de psicanálise é o pano de fundo de “Caso Sério”, espetáculo teatral contemplado pelo Edital Jurema Penna, da Fundação Cultural do Estado da Bahia, que segue com a incursão pelo interior do Estado. Depois do sucesso das apresentações em Porto Seguro, a montagem segue para Itapetinga, onde realiza apresentações nos dias 10 e 11 de junho, às 20h, no Centro Cultural Camillo de Jesus Lima, a preços populares de R$10 e R$5.
No palco, os atores Celso Jr e Andréa Elia alternam momentos de humor e de grande emoção, ao tocar em temas relevantes como amizade, preconceito e homossexualidade. Levando ao público uma reflexão sobre as questões humanas acerca da maturidade, realização pessoal, preconceito, respeito às diferenças e autorespeito.
Com texto de Claudio Simões, em parceria com a escritora carioca Margareth Boury, a peça estreou na capital baiana em 2009 com grande repercussão e atingiu um público de dois mil espectadores. Contemplado com o prêmio Myriam Muniz de Teatro da Funarte, Caso Sério recebeu quatro indicações ao Prêmio Braskem de Teatro (Melhor Espetáculo, Melhor Texto Melhor Ator e Melhor Atriz).

O ESPETÁCULO
A sala de espera de consultório de psicanálise é o pano de fundo desta envolvente história. Cecília (Andréa Elia) tem 35 anos, é independente, extrovertida e não se conforma com as relações de submissão da mulher na sociedade. Rodrigo (Celso Jr) tem 30 anos, é homossexual, tímido, inseguro e desde cedo descobriu ser portador do vírus da AIDS, o que fez com que, ao invés de ter medo da morte, tivesse medo da vida e não amadurecesse. Ela não acredita mais na paixão, ele parece não conseguir viver sem estar apaixonado. Ela criou uma imagem de mulher forte, ele se acredita frágil perante os desafios.

“A história transita entre o riso e a emoção ao abordar temas sérios, sem perder a leveza e a suavidade nos diálogos, que foram surgindo de uma forma bastante espontânea ao longo do processo criativo”, conta o diretor Claudio Simões, que este ano comemora 21 anos de carreira. Segundo o autor, a união com a dramaturga Margareth Boury contribuiu de forma positiva para que “os dois universos, tanto o feminino como o masculino, estejam muito bem representados”.

IBGE realiza seleção para 4,4 mil vagas

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Se a vaga de agente de pesquisa do IBGE lhe interessa, comece a estudar. A abertura de licitação para escolha da organizadora anuncia que vem seleção do órgão por aí. O instituto planeja contratar, por meio de dois processos seletivos simplificados, 4.400 trabalhadores temporários ainda em 2011.

O edital de abertura está previsto para  julho. Embora não forneça informações definitivas sobre o processo, a intenção do órgão é selecionar 4.250 agentes de pesquisa e mapeamento em todo o País, das quais 285 seriam para a Bahia.

As 250 vagas restantes serão para supervisor de pesquisa (nível superior) e agente de pesquisa por telefone (nível médio), ambos para trabalho no município do Rio de Janeiro. O edital de licitação prevê taxas de inscrição no valor de R$ 20 e R$ 100.

A atividade básica do agente de pesquisa e mapeamento é o preenchimento de questionários com base em entrevistas à população. O cargo exige nível médio completo e habilidades específicas, como boa comunicação e capacidade física.

Clarissa Borges

Raul Spinassé/Agência A TARDE

O agente de pesquisa entrevista a população

Brasil vai enfrentar pobreza com determinação, ressalta Dilma / TV Globo

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A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira que vai enfrentar a pobreza no Brasil com determinação. Ao comentar o lançamento do Plano Brasil sem Miséria, ela elogiou as conquistas alcançadas no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas ressaltou que é preciso avançar mais. “Vamos fazer o que chamamos de busca ativa, que é o seguinte: em vez de as pessoas correrem atrás do Estado para serem atendidas, o Estado vai correr até elas”, declarou Dilma em seu programa semanal “Café com a Presidenta”. Segundo a presidente, a partir de agora, profissionais vão localizar e cadastrar em programas sociais pessoas que sobrevivam com renda mensal de R$ 70. A estimativa do governo é incluir nesses programas cerca de 800 mil famílias até 2014. Outra estratégia é a inclusão produtiva, que prevê a garantia de condições como a qualificação profissional e a oportunidade de emprego, sobretudo no meio rural. (Folha)