A Gente diz

IFBA coloca prefeito de Brumado e deputado Waldenor em rota de colisão

 

foto de entrevista de Waldenor

Brumado Notícias

Eduardo e Waldenor divergem sobre o IFBA. (Montagem: Brumado Notícias)

 

Em Vitória da Conquista, a briga de paternidade é pela superintendência da Caixa, e em Brumado, o Instituto Federal Baiano (IFBA) vem gerando “conflitos” entre os políticos. O município carece de investimentos no ensino superior, e a juventude brumadense cobra, sistematicamente, uma postura determinada dos políticos, para que o problema seja solucionado.

O deputado Waldenor Pereira (PT) defendeu a instalação de um campus para o município, mas o prefeito, Eduardo Vasconcelos (PSDB), rebateu dizendo, ao Brumado Notícias, que o IFBA já está solucionado. “O deputado disse em campus avançado e campus avançado, nós já temos, o IFBA de Brumado é uma realidade. ‘Matar a onça morta é muito fácil, basta pisar em cima e dizer que matou’”, ressaltou.

FHC DESAFIA LULA PARA DISPUTAR ELEIçãO

 

fhc_lulaEm entrevista em uma rádio, na manhã desta segunda-feira (18), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso desafiou o ex-presidente Lula para uma disputa eleitoral. “Ele (Lula) esquece-se de que eu o derrotei duas vezes. Quem sabe ele queira uma terceira. Eu topo”, afirmou FHC. “Se ele quiser discutir comigo, eu estou aberto”, completou. Ambos protagonizam uma troca de farpas via imprensa, após o tucano ter defendido, em artigo, que o PSDB deve deixar o “povão” e buscar votos na nova classe média brasileira. Lula criticou o texto: “Não sei como alguém que estudou tanto depois diz que quer esquecer do povão. O povão é a razão de ser do Brasil. E do povão fazem parte a classe média, a classe rica, os mais pobres, porque todos são brasileiros.”

VITÓRIA DA CONQUISTA PODE GANHAR NOVO VOO PARA SPV

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Foto: Divulgação

Passaredo busca junto à Anac permissão para operar no sudoeste baiano

A Passaredo Linhas Aéreas, empresa com sede em Ribeirão Preto (SP) que conta com 14 aeronaves e cumpre itinerários em 22 cidades do país (três delas na Bahia), ingressou com requerimento junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que solicita um voo diário entre Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, e Guarulhos, na Grande São Paulo. A nova linha, que também prevê escalas em Salvador e Petrolina (PE), com destino final em Recife (PE), sairia às 18h10 de São Paulo, o que possibilitaria a alguns conquistenses a possibilidade de trabalhar no maior centro financeiro do país, bem como a quem passar o dia em Conquista, embarcar para Salvador e Recife às 21h15. O requerimento da empresa, que opera com uma frota composta por aeronaves Embraer EMB-120 e jatos Embraer ERJ-145, também solicita novos voos entre Recife e Salvador (às 05h45), Salvador e Conquista (8h45) e novo horário entre Conquista e São Paulo (9h55). De acordo com a assessoria da Passaredo Linhas Aéreas, o pleito é uma aspiração antiga da região sudoeste da Bahia, mas há de se considerar as condições do Aeroporto de Vitória da Conquista, que “deve fazer as adaptações necessárias” para receber o novo voo.

Em meio ao debate sobre reformas liderados pelo Partido Comunista, Cuba comemora 50 anos de sua maior conquista militar

Heroi da Baía dos Porcos vive como mendigo nas ruas de Havana

Ricardo Galhardo, enviado a Havana, Cuba | 17/04/2011 07:27

Hoje a única batalha à qual Carlos, 72 anos, se dedica é a de convencer os turistas que passeiam pelo bairro de Havana Velha a lhe pagarem uma bebida. “Meu dinheiro só dá para a comida e sempre tive um lema. Primeiro a comida, depois a bebida”, diz ele estendendo a mão com três níqueis de 10 centavos de CUC, a moeda dos cubanos.

Quem passa por ele não imagina que aquele velho com roupas esgarçadas, hálito de rum barato e aparência de mendigo é um dos heróis da maior conquista militar de Cuba, a batalha da Baía dos Porcos, que hoje completa 50 anos.

Visivelmente embriagado às 15 horas, quando foi localizado pela reportagem do iG, Carlos não conteve as lágrimas ao lembrar dos três dias de luta que resultaram na expulsão de um batalhão de 1.297 exilados cubanos treinados e armados pelo governo dos Estados Unidos com a missão de derrubar o governo revolucionário e matar Fidel Castro. “Lutávamos por amor a Cuba e à revolução. Naqueles dias não me preocupava em morrer em combate. Talvez tivesse sido melhor. Hoje seria um mártir em vez de mendigo”, disse Carlos.

Foto: Ricardo Galhardo/iG

Carlos vive nas ruas de Havana, mas não contém as lágrimas ao lembrar da batalha que marcou a maior conquista militar da história de Cuba

No dia 17 de abril de 1961, quando começou a invasão, o então primeiro-tenente do Exército Revolucionário estava aquartelado em Havana quando soou o alarme, por volta das 3 horas. “Houve uma excitação muito grande. Não sabíamos o que estava acontecendo. Só tivemos clareza da situação quando já estávamos nos caminhões rumo à Baía dos Porcos”, recorda.

“No primeiro momento pensei: estamos mortos. Não temos a menor chance contra o exército mais bem armado do mundo. Então Fidel chegou à frente de batalha e sua presença nos deu confiança. No segundo dia, já sabíamos com certeza que ganharíamos a batalha.”

Depois disso ele ainda combateu em Angola e passou mais 10 anos nas Forças Armadas, até ser dispensado por invalidez devido a um acidente de carro. Hoje vive como aposentado e recebe um salário de US$ 15. Perguntado se participaria do desfile militar em comemoração aos 50 anos da batalha, Carlos disse que não. “A festa é para o governo, não é para as pessoas que arriscaram a vida”. E mudou de assunto.

Comemoração

A efeméride foi comemorada na manhã deste sábado com um grandioso desfile militar e popular, do qual participaram o presidente Raúl Castro, convidados, e milhares de pessoas que tomaram a avenida em frente à Praça da Revolução aos gritos de “viva Fidel”. As comemorações ocorrem paralelamente ao 6º Congresso do Partido Comunista de Cuba, no qual serão debatidas reformas sem precedentes na economia da ilha.

O desfile contou com a narração ao vivo de um casal de apresentadores que lembrava as transmissões dos desfiles de Carnaval. Nem todos os participantes estavam lá por vontade própria. É o caso de Madalena, garçonete em um restaurante sofisticado em Havana Velha. “Somos obrigados a participar para não perdermos o emprego”, disse.

O desfile foi transmitido pela TV estatal com direito a reprise na manhã de domingo. A única forma de ver o desfile ao vivo era participando da caminhada. Os poucos lugares na plateia foram reservados para as autoridades e convidados do governo.

Foto: Cuba Ampliar

Menino carrega cartaz durante as comemorações dos 50 anos da vitória cubana na tentativa de invasão da Baía dos Porcos

Na verdade, a ênfase maior da festa foi no aniversário de 50 anos da proclamação do caráter socialista de Cuba feita no dia 16 de abril de 1961, véspera do ataque.

Na edição de sexta-feira o jornal Juventude Rebelde publicou um encarte especial de 16 páginas com a primeira parte das “reflexões de Fidel Castro” sobre o episódio. O texto foi lido em um programa de debates da TV estatal

A invasão

No dia 17 de abril de 1961, 1.297 cubanos exilados nos Estados Unidos armados e treinados desembarcaram na praia Girón, localizada na Baía dos Porcos, ao norte de Havana. O desembarque foi precedido de um bombardeio ao aeroporto civil do local. Três dias depois, os invasores foram derrotados. O saldo, segundo o governo cubano, foi de 176 mortes.

À primeira vista o episódio parece irrelevante, mas suas consequências foram nefastas, levando no ano seguinte as duas superpotências da época, EUA e União Soviética, ao ponto mais próximo de uma guerra nuclear.

No dia 18 de abril, o presidente União Soviética, Nikita Kruschev, enviou uma carta ao norte-americano John Kennedy nos seguintes termos: “Senhor presidente, dirijo a vossa excelência um urgente apelo para que ponha fim à agressão contra a Cuba. Os armamentos militares e a situação política mundial hoje em dia é tal que qualquer uma das assim chamadas ‘pequenas guerras’ pode deflagrar uma reação em cadeia em todas partes do mundo (…) No que concerne à União Soviética não deve haver engano sobre nossa posição: forneceremos ao povo cubano e a seu governo todo apoio necessário para repelir o ataque”.

Anos depois do ataque foi revelado um documento secreto assinado pelo então secretário-assistente de Estado dos EUA, Lester Mallory, sobre a existência de um conjunto de medidas chamado “Programa de Ação Encoberta Contra o Regime de Castro”. O documento mostra que o antecessor de Kennedy, Dwight Eisenhower, iniciara um ano antes o programa de treinamento de exilados cubanos, pela CIA, com o objetivo de derrubar e matar Fidel.

Foto: Ricardo Galhardo/iG

Milhares de pessoas participaram do desfile, mas nem todos os presentes estavam lá por vontade próprio

O ataque acabou acontecendo no terceiro mês de governo de Kennedy, que segundo historiadores ficou sabendo do plano apenas na véspera de sua posse e, contrariado, impediu o uso de aviões da Força Aérea dos EUA na invasão, o que facilitou a defesa das tropas cubanas.

Em retaliação, a União Soviética instalou bases de lançamentos de mísseis nucleares na ilha, a apenas 170 quilômetros de Key West, na Florida. A descoberta das bases levou as duas superpotências à chamada Crise dos Mísseis, em 1962, marcando o ápice da Guerra Fria.

Do ponto de vista político, a invasão empurrou Fidel, que nos primeiros anos da revolução se declarava independente da influência soviética, diretamente para o colo de Moscou. Em 1998 o governo dos EUA admitiu oficialmente que a invasão da Baía dos Porcos foi uma atitude “ridícula, trágica ou ambas as coisas”.

QUEDA DE 13% NO NÚMERO DE HOMICÍDIOS NA BAHIA:

 

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O Governo da Bahia deve anunciar nos próximos dias os novos números da violência no estado, relativos ao primeiro trimestre do ano de 2010, com uma boa notícia: a queda de 13% no índice de homicídios dolosos, em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo os dados, obtidos pelo Bahia Notícias com exclusividade, foram registrados 1.175 assassinatos, entre janeiro e março deste ano, frente às 1.351 mortes dos primeiros três meses de 2010. Os novos números coincidem com as mudanças na alta cúpula da Secretaria de Segurança Pública (SSP), agora comandada pelo delegado federal Maurício Teles Barbosa, e com a implantação da primeira Base Comunitária de Segurança no Calabar, em Salvador, modelo de combate ao crime organizado inspirado no pioneirismo das Unidades de Polícia Pacificadoras (UPP) do Rio de Janeiro. No comparativo anterior, entre os primeiros trimestres de 2009 e 2010, fora registrado acréscimo de 19% no número de homicídios – salto de 1110 para os citados 1.351 casos. Com tantos crimes a investigar, e como parte do projeto de reestruturação da SSP, o governo inaugura no próximo dia 20, no bairro da Pituba, a nova Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), mais uma medida que visa conter a escalada da violência na Bahia.

(João Gabriel Galdea)

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Serrano desembarca em Feira para buscar a classificação –

 

 

Já concentrado na cidade de Feira de Santana, o Serrano espera o fim da tarde desse sábado (16) para disputar a 18ª rodada do Baianão. A delegação do Rubro-verde que viajou para enfrentar o Feirense foi um pouco maior que o normal. Jailson Macedo de Freitas será o árbitro da partida.

O Serrano desembarcou por volta das 15:30h desta sexta (15) em Feira de Santana. O time mongoió estará concentrado até às 18h do sábado, quando parte para o Estádio Jóia da Princesa, onde enfrenta o Feirense, às 18:30h. A ausência de Ricardo Ehle e Gustavo fez com que o treinador Esquerdinha levasse para Feira um número maior de jogadores. A delegação foi composta de 20 jogadores, e não os 18 já relacionados para a partida.

Adriano, André Araújo, André Nunes, André Recife, Bruninho, Carlos Jr., Cleyton, Digão, Diogo, Erick, Ivison, Juan, Junior Maranhão, Moreira, Neguitão, Renilton, Rubens, Samuel, Willames e William foram os 20 selecionados para Feira. Apesar das dúvidas, o professor Esquerdinha já tem uma equipe definida para o começo da partida. “Pode haver alguma alteração antes do jogo, mas a equipe está previamente definida com: André, Rubens, Willames, Ivison e William; Moreira, Maranhão e Renilton; Adré Recife, Digão e Cleyton”, disse o professor no desembarque.

O esquema de jogo será o mesmo das demais partidas. “Não vamos aliviar porque dependemos apenas do empate. Vamos jogar no 4-3-3 no ataque e 4-4-2 quando for para defender, como já é característico”, afirma Esquerdinha. Ele aproveitou e mandou um recado para a torcida Rubro-verde: “A torcida pode ficar tranquila que a equipe desempenhará o melhor papel para levar a classificação para Conquista”, avisou.

Para o último jogo do Serrano pela quartas de final o apito fica por conta de Jaílson Macedo de Freitas, auxiliado por Alessandro Álvaro Rocha de Matos e José Carlos de Oliveira dos Santos. Jaílson apitou Serrano X Camaçari no dia 26 de março. A partida, realizada no Lomantão, terminou com o placar de 1 a 0 para o Rubro-verde.

 

LICITAçõES PARA A COPA SERãO FLEXIBILIZADAS


mapa brasil copaCom diversas obras para a Copa do Mundo ainda no plano das idéias e já sem prazos para executá-las a tempo do mundial, o Governo Federal começou a dar um jeitinho. O projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2012 prevê maior flexibilidade nas regras para a realização das obras da Copa do Mundo e das Olimpíadas. O projeto chegará ao Congresso nesta sexta (15). A nova medida prevê que, mesmo havendo indícios de irregularidade, a obra não pode parar. “Não acredito que a paralisação seja a solução. Os ordenadores de despesas é que deveriam ser punidos, ter os bens sequestrados e serem afastados do serviço público. Quando paralisa, quem é prejudicado é a sociedade”, disse o relator da LDO de 2012, o deputado Márcio Reinaldo Moreira (PP-MG). O Governo pretende ainda agilizar processos de licitação como faz em situações de emergência, e adotar trâmites burocráticos mais curtos, por exemplo, no caso de licenças ambientais. Informações do jornal O Globo.

Dilma lança em maio o maior programa de seu governo, o da erradicação da miséria

 

(Foto: Agência Estado)dilma

A presidenta Dilma Rousseff vai lançar em maio aquele que deve ser o maior programa de seu governo, o plano de erradicação da miséria, uma promessa de campanha que ela pretende que se transforme na maior marca de seu mandato.

O objetivo é tirar 15 milhões de pessoas que vivem hoje em condições de absoluta miséria no País, com inclusão nos serviços básicos que o Estado oferece à população e com a capacitação para o mercado de trabalho.

O programa não tem um caráter meramente assistencialista. Dilma quer habilitar e integrar essa camada da população à sociedade. 

Dilma quer beneficiar não só a população que vive em condições subumanas na área rural, assim como também o viciado em crack isolado na periferia da cidade. São famílias que não conseguem uma renda mínima para a subsistência.

Uma das grandes dificuldades identificadas pela equipe que está debruçada no programa é de possibilitar à essa camada da sociedade o acesso às informações, já que eles não tem qualquer contato com os meios de comunicação seja TV, internet, rádio ou jornal.

O governo está montando uma força-tarefa para chegar a todos esses lugares para expor e oferecer os benefícios do programa.

O plano foi uma das promessas da campanha de Dilma à presidência e sua formulação envolveu todos os ministérios.

Nas últimas semanas, Dilma também integrou a equipe econômica às discussões.

Dilma quer fazer da erradicação da miséria sua grande bandeira, assim como ocorreu com o governo Lula, com a ascensão de 28 milhões de pessoas a classes sociais acima da linha da pobreza.

A coordenação do programa está a cargo do Ministério do Desenvolvimento Social, comandado por Tereza Campelo, que será responsável também por conduzir o programa.

O programa está dividido em três linhas de atuação: benefícios sociais; inclusão produtiva e na extensão dos serviços que o Estado oferece a esta camada da população.

No caso dos benefícios, o governo estuda, além da extensão do Bolsa Família para quem ainda não é atendido pelo programa, em um reajuste para as famílias que possuem muitos filhos. Hoje, o teto do benefício é R$ 242 por família.

Já a extensão dos serviços básicos do Estado, como saúde, alimentação e educação, está baseada em explicar e auxiliar os cidadãos que estão abaixo da linha da pobreza sobre seus direitos estabelecidos por lei. A pouca adesão ao Programa de Aquisição de Alimentos é vista como um exemplo disto pelo governo.

O programa de erradicação da miséria utiliza como base os dados do Censo 2010, elaborado pelo IBGE.

A ação para erradicar a miséria terá ainda cuidado especial com viciados em drogas, sobretudo o crack. A preocupação do governo é de como oferecer condições para a reabilitação dos usuários.

 Autor: Guilherme Barros Tags: Bolsa Família, crack, Dilma Rousseff, erradicação da miséria, Lula, Ministério do Desenvolvimento Social, Tereza Campelo

Nova Moto – A mais nova concessionária de motocicletas de Vitória da Conquista apresenta: a nova moto dos brasileiros. A Dayun

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Em todo o país o número de motocicletas tem aumentado substancialmente, e em Vitória da Conquista não é diferente, a inúmeras marcas e concessionária na cidade, e o mercado a cada dia tem crescido de forma muito vigorosa nesse segmento.

Para os empreendedores Fernando Gomes e Sandra Gomes, que  adquiriram a concessão e a bandeira das marcas fabricadas pelas DAYUN –  motociletas e utilitários de fabricação Chinesa – diz que;  o reflexo do mercado em ascensão, associado aos excelentes produtos oferecidos à população e nas condições praticadas, por meio de financiamentos, consórcios etc – facilitam muito para qualquer pessoa adquiri o bem.

Os empresários que abriu a franquia a menos de três meses, e mora na cidade a menos de quatro anos, demonstram estar muito feliz com empreendimento e com as respostas da comunidade que vem adquirindo as motocicletas DAYUN e também, a Cinquentinha, a mais equipada do Mercado. A Dittally  / Joy e a Joy Plus.– que faz 60 Km por litro de gasolina – modelo Italiano.  

Além de Vitória da Conquista, os empresários diz que, já se encontra em fase de isntalação,   concessionárias nas principais cidades do sudoeste da Bahia; Vitória da Conquista, Jequié, Guananbi, Brumado e Itapetinga, região em que são os representantes exclusivos da marca.

As motocicletas Dayun associam tecnologia, beleza, conforto e menor custo e padrão internacional de qualidade. Os modelos em exposição em Show Room,  na loja são: Dayun City, Dayun Extremer, Dayun Phatom, Dayun Summer e a  Dayun Cargo.

A loja em Vitória da Conquista esta situada na av: Crescêncio Silveira, Nº129 – Centro – Fone/77- 3422-9091

foto fernando gomes

ACADEMIA DO PAPO – Sociedade PAU DE FOGO

                                    

                                                                                                                                                         Paulo Pires

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         Aproveitando a onda de comoção que se abateu sobre o País desde a fatídica matança em Realengo, [07 de abril de 2011], o presidente do Senado senhor José Sarney diz que vai colocar na Ordem do Dia proposta para votação de Referendo sobre o desarmamento ou não da população. Claro que em um momento como este a tendência é que os cidadãos se pronunciem pelo desarmamento e abram mão de suas armas, deixando que suas querelas ou atos de defesa moral e patrimonial tenham o Estado como mediador. Uma sociedade que faz isso está certa ou errada? Quem não precisa de armas para viver está certo ou errado? Quem sai de casa com um Colt na cintura está bem ou mal intencionado? Quem acha que todo mundo tem que andar armado está certo ou errado? Quem acredita na força da violência está certou ou errado? Quem cultiva a Paz está certo ou errado?

           

            Estamos no século XXI. Seria crônico ou anacrônico uma civilização preservar os hábitos dos antigos moradores de Denver (Colorado) El Paso (Texas), Dodge City (Kansas) e Tombstone (Arizona)? Seria humano, ou pedagógico e necessário reeditarmos aquele famoso duelo no Curral Ok? Precisamos ainda das mentalidades de Buck Jones, Wyatt Earp, Doc Holliday e Buffalo Bill para proteção de nossas idéias e nossos patrimônios materiais e morais? Precisamos retroceder ao século XIX para viver cada dia nos impondo como seres autônomos, independentes e violentos? Precisamos disso? Precisamos ser violentos para nos sentirmos mais fortes, mais livres, mais respeitados?

 

            Lamento que o Senado retome essa discussão neste momento, justamente quando o País vive sob forte clima de conflagração psicossocial, cuja veemência passional invariavelmente sempre leva parte considerável dos cidadãos a optar ou tomar partido por decisões equivocadas. Isso é histórico, isso é bíblico.

 

            As perguntas formuladas com base na maiêutica socrática são interessantes. O que é melhor para um povo ou para um cidadão: Guerra ou Paz? A beligerância é construtiva? Não estou aqui para fazer nenhum juízo de valor sobre a decisão de ninguém. Cada um deve escolher a melhor corda para se enforcar (ou escapar). A mim não compete, como cultuador da liberdade, recriminar a decisão de ninguém. Até porque sei que a História da Violência está associada a existência do Homem. Imagine um Planeta com quatro pessoas, sendo duas delas irmãos (Caim e Abel). Caim, movido por uma inveja inexplicável mata o irmão e daí, conforme a tradição judaico-cristã inaugura o espírito de violência que se instalou sobre a Terra. Evidente que nem foi preciso usar um Colt 45 ou uma pistola Ponto 43 para o ato, bastou a violência da época.

 

            O fato é que a violência se disseminou sobre a Terra. Tão grave quanto sua prática é o fato de muitas pessoas e instituições a cultivarem e avaliarem que só por intermédio dela será possível construir a Paz. Deturpações e mais deturpações foram e são feitas pelos seus defensores. Há uma expressão latina que diz “Si vis Pacem para Bellum”, cuja tradução para o português é: “Se queres a Paz prepara-te para a Guerra”.   Admitamos se tratar de uma expressão meio ambígua (quase um oximoro). O suficiente para os “Violentos e/ou Defensores da Violência” manifestarem o desejo letal para usar armas. Pensam eles que só defendendo uma Sociedade Armada é que se atinge a Paz. Grande equívoco.  Uma fábrica de armas alemã chegou a usar a expressão (Si vis Pacem para Bellum) para dizer ao mundo que o ideal é todo mundo portar um revolvão, uma escopeta, um pau de fogo (fabricados por ela, evidentemente). Historicamente a expressão é de autoria do general romano Publius Flavius Vegetius Renatus e se tornou pública em 390 d. C. A intenção era exortar a Paz e não a Guerra. Alguns sujeitos trataram de deturpá-la e deu certo. Virou o que virou.

 

            Em meus anseios por um mundo em Paz, chego a questionar se sou ou não um ser patético, sonhador? Acho que sim. Quem está certo é o pessoal que considera a Violência uma solução. Essas pessoas são realistas, tem os pés no chão, sabem do que estão falando ou fazendo. Esse negócio de Paz é para trouxas, otários. Precisamos dar pancada nos outros, puxar revólver para as pessoas, atirar prá matar ou intimidar.

 

            O Mandamento Cristão de “Amar ao Próximo como a si mesmo” é tolice. Que Próximo que nada! O negócio é se isolar, não pensar em ninguém, sentimento hedonista egocêntrico-pessoal, baseado no individualismo de velhas doutrinas. Que outro que nada! Como diz um bom burguês: “Primeiro eu, depois eu e depois quando eu constatar que ainda há muita gente para ser atendida, antes dessa gente, eu novamente, de novo e sempre”.

 

            Aqueles duelos em Dodge City, El Paso, Denver e Tombstone até hoje não saem da cabeça de alguns. Aquelas matanças no cinema americano: Índios e mais índios morrendo era o que a gente gostava. Adeus Cochise, Jerônimo, Touro Sentado. Viva Buffalo Bill, David Crocket, Wyatt Earp, Bill the Kid. Morte aos mexicanos que defenderam suas Terras. Disse Porfírio Diaz: “Pobre México: Tão longe de Deus e tão perto dos Estados Unidos!”. Mãos às armas. Se eu tiver um revólver 22 e meu oponente uma 45, adeus Mundo Velho! Isso é Liberdade!

Wagner vai ter que resolver rebelião da base aliada após viagem à China

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Deu na Tempo Presente do jornal A Tarde: “Assim que chegar da China, o governador Jaques Wagner terá um bom abacaxi para descascar: a crise na base dele na Assembleia. Anteontem, os governistas tentaram votar o projeto de reforma administrativa e não conseguiram. Ontem, a história se repetiu. Só havia 15 em plenário; 32 estavam fora. É boicote. O xis da questão é irônico: uma parte da base está insatisfeita porque perdeu cargos pelo interior afora e se recusa a votar o projeto que cria 176 novos cargos. A nau da rebelião é capitaneada por parlamentares do PDT, PSB e PSC. Reclamam que PT e PP abocanharam tudo e deixaram eles à míngua. O problema: no primeiro governo de Wagner, levavam os cargos os mais votados nos municípios. Agora, o critério mudou. Conta a votação regional, por partido. Dizem alguns que o PT somou até os votos de Dilma e Wagner. E, nesse jogo, não há como ganhar. Exemplo: Roberto Carlos (PDT), cuja base é Juazeiro, tinha 17 cargos. Ficou com quatro. A oposição está adorando. Ontem, o deputado Bruno Reis (DEM) se deleitava: “O PT ficou com o filé mignon e deixou a carne de pescoço para os adesistas”.