A Gente diz

Memória Histórica do Tropeirismo em Vitória da Conquista

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por Mellina Montanha

No próximo dia 25 de abril terá inicio no Museu Regional (MRVC) o projeto “Memória Histórica do Tropeirismo em Vitória da Conquista”. O projeto pretende divulgar a cultura do tropeirismo, contemplando alunos do Ensino Fundamental ao Ensino Médio de escolas públicas da cidade.

Entre os objetivos do evento estão a promoção do conhecimento da cultura local a partir da reflexão da figura do tropeiro e a ampliação do olhar crítico sobre a pluralidade cultural do sudoeste, conferindo maior visibilidade aos museus enquanto espaço cultural, de aprendizado e valorização da história regional. O evento será realizado sempre segunda, quarta e sexta-feira, das 15 às 17 horas

O projeto conta com o  apoio institucional da Uesb, por meio da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (Proex), do MRVC e da Organização Não-Governamental (Ong) Carreiro de Tropa (Catrop), com  apoio financeiro da Diretoria de Museus do Estado da Bahia, Instituto de Patrimônio Artístico e Cultural, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.

Mais detalhes podem ser obtidos pelo telefone (77) 3422-2559, no folder disponível clicando aqui ou através do blog do evento.

A cidade precisa ser integrada

 

 

 

 

*Eduardo Moraes

Gilberto Gil, em uma de suas canções, diz que “toda menina baiana tem um jeito que Deus dá”. E cá, nesse pedacinho da Bahia, estão as mulheres mais belas do planeta. Pela própria natureza, elas estão em todos os cantos, seja no Leste, Oeste, Norte ou Sul. Entretanto, mesmo com suas belezas naturais, infelizmente, a “Jóia do Sertão Baiano”, cortada de Norte a Sul pela Avenida da “Integração”, continua apartada. Não venham dizer que se trata de preconceito ou complexo de inferioridade, mas não é admissível que a cidade continue induzida a crescer de forma desigual, direcionando todos os equipamentos públicos ou privados para o lado Leste, enquanto o lado Oeste – de comércio e empreendimentos privados fortes, detentor de mais da metade do eleitorado urbano – padeça no purgatório.
Depois da chegada dos Freis Capuchinhos no final das décadas de 1950 e 1960, das obras do Centro de Assistência Social Nossa Senhora das Vitórias, da construção do Seminário Nossa Senhora de Fátima e do Colégio Paulo VI, somente na década de 1990 o lado Oeste foi agraciado com alguma obra pública, o CEFET, hoje IFBA. Desde então, nada mais foi feito. O descaso e a falta de atenção por parte de todas as administrações do município são imperdoáveis.
Com a inauguração da Rio Bahia em 1963 pelo então Presidente João Goulart, surgiram no lado Oeste bairros como, Departamento, Bateias, Patagônia, Kadija, Conveima, Ibirapuera, Conjuntos URBIS e Vilas Serranas, Cidade Maravilhosa, Terras do Remanso, Miro Cairo, Senhorinha Cairo, Henriqueta Prates, Bruno Bacelar, Aparecida, Sobradinho e adjacências. Demandas básicas como limpeza, pavimentação, iluminação, saúde e transporte, são atendidas de forma bastante precárias, bem como a ausência de uma única área de lazer em cada uma dessas localidades. Parece até que do “lado de cá” não se pagam impostos, não se consome, não existe gente que pensa, que sente tristeza e alegria.

Diante desse cenário, faz-se urgente a necessidade de adequar as vias públicas existentes capazes de receber o número de automóveis dos moradores do lado esquecido desse município, principalmente nos horários de pico. As avenidas Brumado, Alagoas, Pará, Paraná e Amazonas, com os engarrafamentos e filas intermináveis, contribuem para o crescimento das estatísticas de acidentes.
Nós, moradores do lado Oeste, não podemos mais continuar permitindo essa apartação, talvez não proposital, mas preconceituosa e descabida. O povo, lideranças empresariais e religiosas, precisam exigir que os governantes façam os investimentos imediatos para atender as principais demandas. Moradores, comerciantes do lado Oeste antes de verem seus negócios minguarem em função do mais completo descaso dos gestores públicos, precisam se organizar para que em breve não fiquem praticamente isolados, impedidos de trafegar e interagir com o lado Leste, em função da insuficiência de vias públicas capazes de dar vazão ao trafego de automóveis e de gente. Nós também amamos essa cidade e não concebemos, portanto, que ela seja separada pelo descaso e vontade de homens e mulheres alheios às nossas necessidades e anseios.
Todo conquistense, não importa que seja do lado Leste ou Oeste, tem estima, altivez, sensibilidade, inteligência e beleza que Deus dá!
O Povo do lado Oeste quer uma cidade efetivamente integrada e também merece viver com dignidade, qualidade de vida e ser feliz.

*Historiador, Bacharel em Ciências Contábeis, Pós Graduado em Gestão Pública e Morador do Lado Oeste.

Parceria com a China deve impulsionar economia baiana

 

 

No seu programa de rádio desta terça-feira (19), o governador Jaques Wagner ressalta o impulso que a economia da Bahia terá a partir dos acordos firmados com empresariado chinês nos setores agrícola, automotivo, minério de ferro, ciência e tecnologia, durante a viagem que fez à China, a segunda maior economia do mundo e o principal parceiro comercial do Brasil na atualidade. “Por isso, a minha ida para lá vender produtos baianos e trazer o investidor chinês para cá”, enfatiza.

 

Nessa missão, ele destaca o protocolo assinado com a empresa Chongqing Red Dragonfly Oil Co., na Província de Chongqing, que vai investir um total de R$ 4 bilhões para implementação de um parque industrial de esmagamento de soja e produção de derivados no município de Barreiras, e a comercialização do produtos da agricultura familiar em restaurante e feiras de Pequim.

            Wagner, que foi o único governador convidado a integrar a comitiva da presidente Dilma Rousseff, diz que deverá retornar à China, dentro de seis meses, para tentar fechar outros negócios na Província. “Para nós, e para mim politicamente, foi muito importante ter acompanhado a presidenta ao longo dessa semana de trabalho. Tivemos contato com várias empresas fabricantes de automóveis, que também têm interesse de vir para o estado, e de mineração e siderurgia”.

Segundo Wagner, “há uma mudança na política chinesa no sentido de não só exportar produtos, mas de colocar indústrias chinesas também nos países amigos, e o Brasil é um deles. Ele resalta ainda que os chineses têm muito interesse na área de alimentos, onde a estado é grande produtor, e importam muito algodão baiano. 

            O governador lembra que na época em que integrava o governo do presidente Lula, ajudou a aprovar a construção, na Bahia, do Gasoduto do Nordeste (Gasene), um investimento brasileiro-chinês, no valor de R$ 3 bilhões, para distribuição do gás natural, resultado de uma parceria entre a Petrobrás e a China Petrochemical Corporation (Sinopec Group), a empresa chinesa de petróleo.

IFBA coloca prefeito de Brumado e deputado Waldenor em rota de colisão

 

foto de entrevista de Waldenor

Brumado Notícias

Eduardo e Waldenor divergem sobre o IFBA. (Montagem: Brumado Notícias)

 

Em Vitória da Conquista, a briga de paternidade é pela superintendência da Caixa, e em Brumado, o Instituto Federal Baiano (IFBA) vem gerando “conflitos” entre os políticos. O município carece de investimentos no ensino superior, e a juventude brumadense cobra, sistematicamente, uma postura determinada dos políticos, para que o problema seja solucionado.

O deputado Waldenor Pereira (PT) defendeu a instalação de um campus para o município, mas o prefeito, Eduardo Vasconcelos (PSDB), rebateu dizendo, ao Brumado Notícias, que o IFBA já está solucionado. “O deputado disse em campus avançado e campus avançado, nós já temos, o IFBA de Brumado é uma realidade. ‘Matar a onça morta é muito fácil, basta pisar em cima e dizer que matou’”, ressaltou.

FHC DESAFIA LULA PARA DISPUTAR ELEIçãO

 

fhc_lulaEm entrevista em uma rádio, na manhã desta segunda-feira (18), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso desafiou o ex-presidente Lula para uma disputa eleitoral. “Ele (Lula) esquece-se de que eu o derrotei duas vezes. Quem sabe ele queira uma terceira. Eu topo”, afirmou FHC. “Se ele quiser discutir comigo, eu estou aberto”, completou. Ambos protagonizam uma troca de farpas via imprensa, após o tucano ter defendido, em artigo, que o PSDB deve deixar o “povão” e buscar votos na nova classe média brasileira. Lula criticou o texto: “Não sei como alguém que estudou tanto depois diz que quer esquecer do povão. O povão é a razão de ser do Brasil. E do povão fazem parte a classe média, a classe rica, os mais pobres, porque todos são brasileiros.”

VITÓRIA DA CONQUISTA PODE GANHAR NOVO VOO PARA SPV

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Foto: Divulgação

Passaredo busca junto à Anac permissão para operar no sudoeste baiano

A Passaredo Linhas Aéreas, empresa com sede em Ribeirão Preto (SP) que conta com 14 aeronaves e cumpre itinerários em 22 cidades do país (três delas na Bahia), ingressou com requerimento junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que solicita um voo diário entre Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, e Guarulhos, na Grande São Paulo. A nova linha, que também prevê escalas em Salvador e Petrolina (PE), com destino final em Recife (PE), sairia às 18h10 de São Paulo, o que possibilitaria a alguns conquistenses a possibilidade de trabalhar no maior centro financeiro do país, bem como a quem passar o dia em Conquista, embarcar para Salvador e Recife às 21h15. O requerimento da empresa, que opera com uma frota composta por aeronaves Embraer EMB-120 e jatos Embraer ERJ-145, também solicita novos voos entre Recife e Salvador (às 05h45), Salvador e Conquista (8h45) e novo horário entre Conquista e São Paulo (9h55). De acordo com a assessoria da Passaredo Linhas Aéreas, o pleito é uma aspiração antiga da região sudoeste da Bahia, mas há de se considerar as condições do Aeroporto de Vitória da Conquista, que “deve fazer as adaptações necessárias” para receber o novo voo.

Em meio ao debate sobre reformas liderados pelo Partido Comunista, Cuba comemora 50 anos de sua maior conquista militar

Heroi da Baía dos Porcos vive como mendigo nas ruas de Havana

Ricardo Galhardo, enviado a Havana, Cuba | 17/04/2011 07:27

Hoje a única batalha à qual Carlos, 72 anos, se dedica é a de convencer os turistas que passeiam pelo bairro de Havana Velha a lhe pagarem uma bebida. “Meu dinheiro só dá para a comida e sempre tive um lema. Primeiro a comida, depois a bebida”, diz ele estendendo a mão com três níqueis de 10 centavos de CUC, a moeda dos cubanos.

Quem passa por ele não imagina que aquele velho com roupas esgarçadas, hálito de rum barato e aparência de mendigo é um dos heróis da maior conquista militar de Cuba, a batalha da Baía dos Porcos, que hoje completa 50 anos.

Visivelmente embriagado às 15 horas, quando foi localizado pela reportagem do iG, Carlos não conteve as lágrimas ao lembrar dos três dias de luta que resultaram na expulsão de um batalhão de 1.297 exilados cubanos treinados e armados pelo governo dos Estados Unidos com a missão de derrubar o governo revolucionário e matar Fidel Castro. “Lutávamos por amor a Cuba e à revolução. Naqueles dias não me preocupava em morrer em combate. Talvez tivesse sido melhor. Hoje seria um mártir em vez de mendigo”, disse Carlos.

Foto: Ricardo Galhardo/iG

Carlos vive nas ruas de Havana, mas não contém as lágrimas ao lembrar da batalha que marcou a maior conquista militar da história de Cuba

No dia 17 de abril de 1961, quando começou a invasão, o então primeiro-tenente do Exército Revolucionário estava aquartelado em Havana quando soou o alarme, por volta das 3 horas. “Houve uma excitação muito grande. Não sabíamos o que estava acontecendo. Só tivemos clareza da situação quando já estávamos nos caminhões rumo à Baía dos Porcos”, recorda.

“No primeiro momento pensei: estamos mortos. Não temos a menor chance contra o exército mais bem armado do mundo. Então Fidel chegou à frente de batalha e sua presença nos deu confiança. No segundo dia, já sabíamos com certeza que ganharíamos a batalha.”

Depois disso ele ainda combateu em Angola e passou mais 10 anos nas Forças Armadas, até ser dispensado por invalidez devido a um acidente de carro. Hoje vive como aposentado e recebe um salário de US$ 15. Perguntado se participaria do desfile militar em comemoração aos 50 anos da batalha, Carlos disse que não. “A festa é para o governo, não é para as pessoas que arriscaram a vida”. E mudou de assunto.

Comemoração

A efeméride foi comemorada na manhã deste sábado com um grandioso desfile militar e popular, do qual participaram o presidente Raúl Castro, convidados, e milhares de pessoas que tomaram a avenida em frente à Praça da Revolução aos gritos de “viva Fidel”. As comemorações ocorrem paralelamente ao 6º Congresso do Partido Comunista de Cuba, no qual serão debatidas reformas sem precedentes na economia da ilha.

O desfile contou com a narração ao vivo de um casal de apresentadores que lembrava as transmissões dos desfiles de Carnaval. Nem todos os participantes estavam lá por vontade própria. É o caso de Madalena, garçonete em um restaurante sofisticado em Havana Velha. “Somos obrigados a participar para não perdermos o emprego”, disse.

O desfile foi transmitido pela TV estatal com direito a reprise na manhã de domingo. A única forma de ver o desfile ao vivo era participando da caminhada. Os poucos lugares na plateia foram reservados para as autoridades e convidados do governo.

Foto: Cuba Ampliar

Menino carrega cartaz durante as comemorações dos 50 anos da vitória cubana na tentativa de invasão da Baía dos Porcos

Na verdade, a ênfase maior da festa foi no aniversário de 50 anos da proclamação do caráter socialista de Cuba feita no dia 16 de abril de 1961, véspera do ataque.

Na edição de sexta-feira o jornal Juventude Rebelde publicou um encarte especial de 16 páginas com a primeira parte das “reflexões de Fidel Castro” sobre o episódio. O texto foi lido em um programa de debates da TV estatal

A invasão

No dia 17 de abril de 1961, 1.297 cubanos exilados nos Estados Unidos armados e treinados desembarcaram na praia Girón, localizada na Baía dos Porcos, ao norte de Havana. O desembarque foi precedido de um bombardeio ao aeroporto civil do local. Três dias depois, os invasores foram derrotados. O saldo, segundo o governo cubano, foi de 176 mortes.

À primeira vista o episódio parece irrelevante, mas suas consequências foram nefastas, levando no ano seguinte as duas superpotências da época, EUA e União Soviética, ao ponto mais próximo de uma guerra nuclear.

No dia 18 de abril, o presidente União Soviética, Nikita Kruschev, enviou uma carta ao norte-americano John Kennedy nos seguintes termos: “Senhor presidente, dirijo a vossa excelência um urgente apelo para que ponha fim à agressão contra a Cuba. Os armamentos militares e a situação política mundial hoje em dia é tal que qualquer uma das assim chamadas ‘pequenas guerras’ pode deflagrar uma reação em cadeia em todas partes do mundo (…) No que concerne à União Soviética não deve haver engano sobre nossa posição: forneceremos ao povo cubano e a seu governo todo apoio necessário para repelir o ataque”.

Anos depois do ataque foi revelado um documento secreto assinado pelo então secretário-assistente de Estado dos EUA, Lester Mallory, sobre a existência de um conjunto de medidas chamado “Programa de Ação Encoberta Contra o Regime de Castro”. O documento mostra que o antecessor de Kennedy, Dwight Eisenhower, iniciara um ano antes o programa de treinamento de exilados cubanos, pela CIA, com o objetivo de derrubar e matar Fidel.

Foto: Ricardo Galhardo/iG

Milhares de pessoas participaram do desfile, mas nem todos os presentes estavam lá por vontade próprio

O ataque acabou acontecendo no terceiro mês de governo de Kennedy, que segundo historiadores ficou sabendo do plano apenas na véspera de sua posse e, contrariado, impediu o uso de aviões da Força Aérea dos EUA na invasão, o que facilitou a defesa das tropas cubanas.

Em retaliação, a União Soviética instalou bases de lançamentos de mísseis nucleares na ilha, a apenas 170 quilômetros de Key West, na Florida. A descoberta das bases levou as duas superpotências à chamada Crise dos Mísseis, em 1962, marcando o ápice da Guerra Fria.

Do ponto de vista político, a invasão empurrou Fidel, que nos primeiros anos da revolução se declarava independente da influência soviética, diretamente para o colo de Moscou. Em 1998 o governo dos EUA admitiu oficialmente que a invasão da Baía dos Porcos foi uma atitude “ridícula, trágica ou ambas as coisas”.

QUEDA DE 13% NO NÚMERO DE HOMICÍDIOS NA BAHIA:

 

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O Governo da Bahia deve anunciar nos próximos dias os novos números da violência no estado, relativos ao primeiro trimestre do ano de 2010, com uma boa notícia: a queda de 13% no índice de homicídios dolosos, em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo os dados, obtidos pelo Bahia Notícias com exclusividade, foram registrados 1.175 assassinatos, entre janeiro e março deste ano, frente às 1.351 mortes dos primeiros três meses de 2010. Os novos números coincidem com as mudanças na alta cúpula da Secretaria de Segurança Pública (SSP), agora comandada pelo delegado federal Maurício Teles Barbosa, e com a implantação da primeira Base Comunitária de Segurança no Calabar, em Salvador, modelo de combate ao crime organizado inspirado no pioneirismo das Unidades de Polícia Pacificadoras (UPP) do Rio de Janeiro. No comparativo anterior, entre os primeiros trimestres de 2009 e 2010, fora registrado acréscimo de 19% no número de homicídios – salto de 1110 para os citados 1.351 casos. Com tantos crimes a investigar, e como parte do projeto de reestruturação da SSP, o governo inaugura no próximo dia 20, no bairro da Pituba, a nova Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), mais uma medida que visa conter a escalada da violência na Bahia.

(João Gabriel Galdea)

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Serrano desembarca em Feira para buscar a classificação –

 

 

Já concentrado na cidade de Feira de Santana, o Serrano espera o fim da tarde desse sábado (16) para disputar a 18ª rodada do Baianão. A delegação do Rubro-verde que viajou para enfrentar o Feirense foi um pouco maior que o normal. Jailson Macedo de Freitas será o árbitro da partida.

O Serrano desembarcou por volta das 15:30h desta sexta (15) em Feira de Santana. O time mongoió estará concentrado até às 18h do sábado, quando parte para o Estádio Jóia da Princesa, onde enfrenta o Feirense, às 18:30h. A ausência de Ricardo Ehle e Gustavo fez com que o treinador Esquerdinha levasse para Feira um número maior de jogadores. A delegação foi composta de 20 jogadores, e não os 18 já relacionados para a partida.

Adriano, André Araújo, André Nunes, André Recife, Bruninho, Carlos Jr., Cleyton, Digão, Diogo, Erick, Ivison, Juan, Junior Maranhão, Moreira, Neguitão, Renilton, Rubens, Samuel, Willames e William foram os 20 selecionados para Feira. Apesar das dúvidas, o professor Esquerdinha já tem uma equipe definida para o começo da partida. “Pode haver alguma alteração antes do jogo, mas a equipe está previamente definida com: André, Rubens, Willames, Ivison e William; Moreira, Maranhão e Renilton; Adré Recife, Digão e Cleyton”, disse o professor no desembarque.

O esquema de jogo será o mesmo das demais partidas. “Não vamos aliviar porque dependemos apenas do empate. Vamos jogar no 4-3-3 no ataque e 4-4-2 quando for para defender, como já é característico”, afirma Esquerdinha. Ele aproveitou e mandou um recado para a torcida Rubro-verde: “A torcida pode ficar tranquila que a equipe desempenhará o melhor papel para levar a classificação para Conquista”, avisou.

Para o último jogo do Serrano pela quartas de final o apito fica por conta de Jaílson Macedo de Freitas, auxiliado por Alessandro Álvaro Rocha de Matos e José Carlos de Oliveira dos Santos. Jaílson apitou Serrano X Camaçari no dia 26 de março. A partida, realizada no Lomantão, terminou com o placar de 1 a 0 para o Rubro-verde.

 

LICITAçõES PARA A COPA SERãO FLEXIBILIZADAS


mapa brasil copaCom diversas obras para a Copa do Mundo ainda no plano das idéias e já sem prazos para executá-las a tempo do mundial, o Governo Federal começou a dar um jeitinho. O projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2012 prevê maior flexibilidade nas regras para a realização das obras da Copa do Mundo e das Olimpíadas. O projeto chegará ao Congresso nesta sexta (15). A nova medida prevê que, mesmo havendo indícios de irregularidade, a obra não pode parar. “Não acredito que a paralisação seja a solução. Os ordenadores de despesas é que deveriam ser punidos, ter os bens sequestrados e serem afastados do serviço público. Quando paralisa, quem é prejudicado é a sociedade”, disse o relator da LDO de 2012, o deputado Márcio Reinaldo Moreira (PP-MG). O Governo pretende ainda agilizar processos de licitação como faz em situações de emergência, e adotar trâmites burocráticos mais curtos, por exemplo, no caso de licenças ambientais. Informações do jornal O Globo.