A Gente diz

Município do interior baiano vive momentos de terror -Condeuba-Ba

Humberto Flores – Uma das maiores fontes da História de Conquista

 
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Uma das maiores fontes da História de Conquista
  
Por Luís Fernandes

Humberto Murilo Flores Santos nasceu em 25 de março de 1932, na casa onde hoje mora Leandro Fonseca (na época pertencia a Otávio Santos, pai de Humberto), na Praça Joaquim Correia, em frente a Prefeitura Municipal. Cursou o primário com a professora Helena Cristália Ferreira, o ginasial no “Ginásio de Conquista” (do Pe Palmeira) e o científico no “Colégio Maristas” em Salvador (entre 1949 e 1951).
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Humberto e sua irmã Ieda Maria, quando
ele tinha 2 anos e ela 4 anos de idade
Foto-Arte: Neca Correia, o 1º fotógrafo de Conquista
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Em 1958 foi para o Rio de Janeiro, só retornando a Conquista em 1969, onde criou uma pequena empresa de construção civil, que funcionou até 1976, quando se tornou, pela primeira vez, vereador, repetindo o feito por mais duas legislaturas (1982 e 1988). Na política foi ainda secretário municipal nas gestões de Raul Ferraz, Pedral Sampaio e Murilo Mármore.
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Formatura ginasial de Humberto Flores
no “Ginásio de Conquista” em 1948
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Atuou também na esfera estadual e federal, exercendo os cargos de oficial de gabinete do Governador Régis Pacheco (1953/1955) e do Ministro da Educação Paulo de Tarso. Foi também secretário particular do Ministro Júlio Sambaqui, no Governo João Goulart. Humberto Flores é, hoje, uma memória viva da história de Conquista. Seu pai foi um dos maiores conhecedores dessa história, que a repassou para o próprio filho, para Aníbal Lopes Viana e para Ruy Medeiros, todos grandes historiadores dessa cidade.
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Tradicional família Flores Santos. Em pé, da esquerda para a direita:
D. Lícia Flores Santos, Fernando Flores Santos, Ieda Flores Brito (esposa
de Luís), Humberto Flores Santos, Luís Brito (marido de Ieda) e José
Otávio Santos. Sentados, da direita para a esquerda: O pai Otávio Santos
(ex-prefeito) e sua esposa D. Silvia Silveira Flores. Foto de 1957. 

Aleluia diz que secretário tenta esconder a verdade sobre escalada da violência

“O secretário estadual de comunicação, o engenheiro eletricista Robinson Almeida, quer enganar quem com essa conversa de subnotificação dos homicídios pelos governos anteriores para justificar o exponencial crescimento da criminalidade na Bahia durante o governo Wagner, apontado pelo Mapa da Violência 2011?”, questiona o presidente da Fundação Liberdade e Cidadania, José Carlos Aleluia. Segundo Aleluia, o secretário Almeida é flagrado vergonhosamente na mentira quando se faz um comparativo dos dados do Mapa da Violência ano a ano com os divulgados oficialmente no período pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), durante o último governo de Paulo Souto. “Os números de assassinatos do Mapa da Violência de 2003 a 2006 são inferiores aos divulgados pela SSP na época. Aonde é que está a subnotificação?”, afirma o vice-presidente nacional do Democratas. De acordo com o comparativo, em 2003, no Mapa da Violência constam 2.155 homicídios no estado, enquanto foram notificadas pela SSP 2.905 mortes violentas. Em 2004, a Secretaria de Segurança Pública registrou 2.929 assassinatos e o Mapa da Violência informa a ocorrência de 2.225. Em 2005, a SSP notificou 3.044 homicídios e o Mapa 2.825. Já, em 2006, foram registradas 3.278 mortes violentas pelo Mapa da Violência e 3.222 pela secretaria.

Servidores dos cartórios param na segunda-feira

 

 

O Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado da Bahia (Sinpojud) convoca os servidores dos cartórios extrajudiciais do estado para uma Paralisação de 24h, no dia 28 de fevereiro (segunda). Isso porque o Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) não tem cumprido a determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em privatizar os cartórios.

A presidente do Sinpojud, Maria José Silva, ainda convoca a imprensa à entrevista coletiva, que vai acontecer nesta sexta (25), às 14h, na sede do Sindicato. Será discutida a situação dos servidores dos extrajudiciais que, segundo o Sindicato, estão sobrecarregados devido à falta de funcionários, e, além disso, trabalham com condições ruins, em uma estrutura física precária dos cartórios.

A partir das 16h, haverá um Debate sobre a privatização e realidade atual dos Cartórios Extrajudiciais da Bahia, no Auditório da Associação dos Servidores Públicos da Bahia (AFBA) – Av. Carlos Gomes, 95 – Centro.

Privatização dos Cartórios

Está na Assembleia Legislativa da Bahia o Projeto de Lei nº 18.324/09, que fala sobre a privatização de cartórios. O projeto aguarda somente a votação, mas pode ser substituído por outro, elaborado pela Presidente do TJBA, Telma Britto. De acordo com a presidente do Sinpojud, os servidores estão expostos à vulnerabilidade e péssimas condições de trabalho, porque o Tribunal não contrata e não aparelha os cartórios. Isso faz com que a população veja o servidor como o culpado do caos do judiciário baiano.Por Juliana Ribas

*Com informações do Sinpojud

VIOLÊNCIA: EMPRESÁRIOS IRÃO REALIZAR PROTESTO

DSC06928 Autor: Brumado Notícias Rastro de sangue: As marcas do terror. (Foto: Kauê Souza/Brumado Notícias). A onda de violência tem tomado conta de todo o interior do Estado, e refletido com muita força na comunidade brumadense, que tem acompanhado de perto, atos absurdos, que atentam contra a segurança de toda a população. Como exemplos, temos a família de um empresário brumadense, que foi feita de refém e agredida, por assaltantes, no último sábado (19), a dona de casa Angelita Silva Monteiro, 39 anos, que após ter a casa invadida, por bandidos, correu desesperada, aos gritos, alarmando o assalto, e foi baleada com um tiro no braço, que perfurou osso e tórax, alojando-se próximo ao coração, dentre outros assaltos, roubos e assassinatos, que tem apavorado toda a cidade. Dentro desse contexto, os empresários brumadenses liderarão um movimento, onde todo o comércio da cidade, na próxima quinta-feira (24), realizará um protesto contra a violência, fechando as portas dos estabelecimentos comercias, das 10:00 às 10:30 h, na tentativa de chamar a atenção das autoridades estaduais, para o caos instaurado no município.

AL: FABRíCIO FALCãO é NOMEADO VICE-LíDER

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O deputadotem base eleitoral em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado.

já foi divulgada no Diário Oficial do Estado da Bahia a nomeação do deputado Fabrício Falcão (PCdoB) para ocupar a vaga de terceiro vice-líder do governador Jaques Wagner (PT) na Assembleia. O deputado, recém-chegado no legislativo estadual, tem base eleitoral em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado. Falcão foi anunciado depois de o ex-presidente da Câmara de Salvador, deputado Alan Sanches (PMDB), ter sido confirmado na vice-liderança da oposição. O atual líder do governo na Casa é o deputado Zé Neto (PT).

Dilma:Imprensa livre e investigativa é imprescindível


P/Roberto Stuckert/PR


Presidenta Dilma Rousseff

Dilma Rousseff participou, na noite desta segunda, da celebração dos 90 anos da ‘Folha de S.Paulo’. Discursou para uma platéia de cerca de 1.400 convidados. Fez uma defesa enfática da liberdade de expressão. E falou sobre o “novo desafio” da imprensa. Aqui, em vídeo e texto, a íntegra do discurso da presidente da República. Ela falou por 10min22s. A certa altura, disse que o governo “deve saber conviver com as críticas dos jornais para ter um compromisso real com a democracia”. Noutro trecho, aditou: “Livre, plural e investigativa, a imprensa é imprescindível para a democracia num país como o nosso, que, além de continental, agrega diferenças culturais”. No final, repisou raciocínio que já havia levado aos microfones noutras ocasiões: “Nesse Brasil com uma democracia tão nova, todos nós devemos preferir um milhão de vezes os sons das vozes críticas de uma imprensa livre ao silêncio das ditaduras”. Para Dilma, “o jornalismo impresso atravessa um momento especial”, marcado pela “revolução tecnológica” da internet. Leia mais no Blog do Josias.

DA SÉRIE: (ENSAIOS QUE NOS LEVAM A PENSAR) nº 2

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O (“senso comum”) e o (“bom-senso”)

(Procederes comportamentais humanos).

O que discuto aqui com mais acuidade é o “senso comum” dos cientistas newtonianos, (fins do século XVII em diante), que lhes fazia acreditar que existia o “éter” a preencher o espaço interestelar. Também faço uma pequena análise do já tão analisado “bom senso”. Aqui não analiso os sensos: críticos, práticos, morais nem os estéticos, analiso somente o “senso comum” e o “bom-senso”.

Antes, vamos ao estudo dos procederes comportamentais humanos, de imediato veremos que o tão decantado “bom senso”, sob certas injunções poderia ser tomado como um “mau senso”, pois, se o analisamos sob a ótica coercitiva das regras da lei, sob ângulo algum ele é um “bom senso”. Certas deduções de alguns conceitos nos põem de frente com a razão! Diferentemente do que a maioria concebe os conceitos de “bom-senso” e de “senso comum”, sendo este, o resultado de muitos daquele, sendo ambos completamente indefinidos e subjetivos, o conteúdo de um “bom-senso” às vezes, pode conter um “valor” ou ser uma “coisa” completamente oposta para dois seres, eis um exemplo comum! Para um “Ser” que elimina ou manda eliminar um seu semelhante como “vingança”, por um motivo qualquer. Seu “bom-senso” lhe diz que seu comportamento está (cem por cento) correto, e isto ocorre também com seus amigos, parentes, a aderentes. Esta tomada de posição pode ser compreendida como um ato de proteção aos seus descendentes e protegidos, parentes, a aderentes que escaparam daquele ato que o levou à radical vingança. No entanto foi estabelecido pelas leis de todo o mundo de, (sã consciência e fria razão), que a “vingança” é um ato fora da lei e, portanto fora do conceito e do contexto do que chamamos de “bom-senso”. Não me venham com esta, de que isto raramente ocorre. Pois isso ocorre cotidianamente, em todo o mundo, as famílias mais abastadas, (e não necessita ser tão abastada assim), aplicam pequenas fortunas na forma de “pecúnia” em vinganças, e normalmente estas pessoas não participam materialmente destas vinganças, entrando somente com o vil metal. A maioria dos familiares não chega a tomar conhecimento da “coisa”. Ficando assim, demonstrado que o que chamamos de “bom-senso” possui, em certos casos, facetas diametralmente opostas.

Sem maiores aprofundamentos, julgo ser suficiente o que nos diz, o Houaiss sobre o que seja o senso e o “bom-senso”: – …[no aristotelismo, na escolástica e no cartesianismo, o senso em si, seria a faculdade cognitiva cuja função é reunir as múltiplas impressões dos nossos sentidos, com o objetivo de unificar a imagem de um objeto percebido. Já para o “bom-senso” ele nos diz que este seria a capacidade, poder ou aptidão de distinguir o verdadeiro do falso, o bom do mau, o bem do mal, em questões corriqueiras, que não careçam de soluções técnicas, científicas ou que não exijam raciocínio elaborado]… – Portanto, temos aqui no geral, uma ótima definição do que seja o “bom-senso”. Sabemos que no cartesianismo o “bom-senso” seria o mesmo que a nossa tão conhecida e discutida “razão”.

Analisemos o que importa no momento…

Fiz nesse início de ensaio uma abordagem absolutamente ontológica ou humana, da análise do que chamo de entendimento das “coisas”, neste caso em particular, do “bom-senso”. Relendo e esmiuçando há dias, o livro O UNIVERSO NUMA CASCA DE NOZ, 7ª edição de 2004, do físico Williams Stephen Hawking, editora ARX páginas. 4, 6 e 9 -. Onde o físico trata da existência do “éter”, ali me deparei com a descrição deste conceito que desde há muito se tornou foco de um dos meus questionamentos. Talvez por formação, julgo ser natural despender tempo e atenção a fatos que me contradigam o “bom-senso”. A propósito, a dificuldade para mim não é fazer a análise da contradição encontrada, mas sim, fazer a análise do que seja o meu “bom-senso” quanto à contradição encontrada. Neste caso torna-se necessário fazer uma pequena transcrição de parte do “texto do conceito de éter na época” pois, ele está ligado à teoria da relatividade restrita, contida no livro acima e em apreço: abaixo transcrevo este texto do Hawking. Aqui neste ensaio tratarei especificamente do conceito do espaço preenchido pelo velho “éter” e do conceito do espaço relativista preenchido pelo vácuo, se é que o vácuo pode preencher alguma “coisa”! Pelo menos ao que o “bom senso” nos diz! Pode é desencher…

Em fins do século XIX, era “senso comum” entre os cientistas, de que estavam perto da descrição completa do universo. E de que o espaço fosse preenchido por algo que denominavam de “éter”.  Para obterem uma teoria completa do universo, faltavam-lhes somente medições acuradas das propriedades elásticas do “éter”. A luz e os sinais de rádio na forma de ondas percorriam o “éter”, da mesma forma que o som percorre o ar como ondas de pressão.

Naquele final do século “XIX”, Experimentos de laboratório mostravam discrepâncias na idéia de um éter que preenchia todo o espaço interestelar. Era “senso comum” entre os cientistas de que a luz possuísse uma velocidade fixa dentro do “éter”, porem, se você se movesse através do “éter” na mesma direção da luz, obviamente, ela pareceria mais lenta, ocorrendo o oposto se você se movesse na direção contrária.

Surgiram discrepâncias em diversos experimentos, e não em um só, o mais conhecido foi o experimento de Albert Abraham Michelson e Edward Morley, em Clevelandn Ohio, EEUU, isto em 1887- pelo Abraham nota-se que Michelson era judeu, por sinal, ele era prussiano.

O experimento deles é bastante engenhoso e simples ao mesmo tempo, Michelson e Morley utilizaram um instrumento inventado por Michelson em 1881, denominado de interferômetro onde a luz penetrava divida em dois raios luminosos por espelhos parcialmente prateados, quando retornam, novamente tornam-se um único feixe.  Eles compararam a velocidade da luz de dois feixes de luz formando um ângulo reto. À medida que a Terra gira em torno do seu eixo numa velocidade de 1669 km/h e orbita em torno do Sol a uma velocidade de 107 mil km/h, portanto o aparato se move através do éter com velocidades e direções diferentes, quando os feixes retornam ao espelho parcialmente prateado, se recombinam em um só feixe, Se houvesse uma diferença na velocidade da luz numa das direções, faria com que as cristas das ondas de um dos feixes chegassem ao mesmo tempo aos vales das ondas do outro feixe, provocando o que em ótica chama-se de interferência, o engenhoso interferômetro utilizado por Michelson/Morley não detectou diferenças entre as velocidades da luz, vindas de direções diferentes, e com velocidades diferentes, comprovando que a luz possui uma só velocidade, não importando a velocidade nem a direção que se a observe. Este experimento foi uma das chaves, e o principal fundamento para Albert Einstein estabelecer sua teoria da relatividade restrita. Este fundamento é a constância da velocidade da luz “c”.

Eis o que nos relata o físico inglês Stephen Hawking, á página 6 do seu livro citado acima…. – [Baseados no experimento de Michelson-Morley, o físico irlandês George FitzGerald e o físico holandês Hendrik Lorentz sugeriram que corpos em movimento através do éter se contrairiam e que relógios se retardariam. Esta contração e o retardamento dos relógios seriam tais que todas as pessoas mediriam a mesma velocidade da luz, independentemente de como estivessem se movendo em relação ao éter. (FitzGerald e Lorentz ainda consideravam o éter uma substância real.) Esta idéia de FitzGerald e de Hendrik de que os corpos se encolheriam e de que os relógios retardariam, deve ter estimulado o raciocínio de Einstein quanto a relatividade restrita e a geral, onde nesta última Einstein chega a estes conceitos. Entretanto em um artigo escrito em junho de 1905 Einstein mostrou que, se uma pessoa não conseguia detectar se estava ou não se movendo no espaço, a noção de éter era supérflua. E assim, abandonou-se de vez a idéia de “éter”. Em vez disso, ele partiu do postulado de que as leis da ciência deveriam parecer as mesmas para todos os observadores em movimento livre.

Em particular, todos eles deveriam medir a mesma velocidade da luz, sem importar o quão rápido os observadores estivessem se movendo. A velocidade da luz é independente do movimento deles, sendo a mesma em todas as direções.

Isso exigia o abandono da idéia de que existe uma entidade universal chamada tempo que todos os relógios mediriam. Ao contrário, cada um teria seu tempo pessoal. Os tempos de duas pessoas coincidiriam se elas estivessem em repouso uma em relação à outra, mas, não se estivessem em movimento….} – Hawking.

Essa ideia de que cada observador em seu próprio SC (sistema coordenado) possuir seu próprio tempo, deve ter feito os neurônios de Einstein dispararem. A teoria da relatividade restrita de 1905 aguardou 11 anos, para ver sua irmã, a teoria da relatividade geral em 1916 vir à tona, englobando a gravitação na teoria, curvando o espaço e criando mais uma dimensão, a do espaço/tempo.

Voltemos ao tema principal do ensaio que é o “senso comum”:

O “senso comum” dos físicos newtonianos, (fins do século XVII em diante), lhes dizia que algo preenchia o espaço entre as estrelas, naturalmente que o “senso comum” é o senso de muitas pessoas, e obviamente é fruto de seus “bons sensos”.

É claro que não existe um “éter” material, tipo um gás molecular a preencher o espaço vazio sideral! Nem tão pouco existe o vácuo absoluto. Creio que “algo muito sutil”, preenche todo o universo, não somente o espaço vazio, mas tudo de que é composto o universo conhecido, os 4% de matéria, os 23% de matéria escura e os 73% de energia escura e o próprio espaço são preenchidos com este “algo muito sutil”, eu o nomino de tecido do universo. Este tecido está na forma das sete dimensões do espaço de Calabi-Yau, sendo a essência da essência de tudo que existe no universo. Agora a pergunta que não quer calar…

Como e porquê o “bom senso” dos antigos físicos lhes intuíram que algo preenchia o espaço, se naquela época não se sabia quase nada sobre o espaço sideral? Muito menos sobre física quântica, ou da teoria das cordas… Sei que Gaia é viva, isto eu sei, e de que a vida no planeta é um único e imenso organismo, isso eu mais que sei. Parece-me que “holisticamente falando”, nós intuitivamente enxergamos o futuro do desabrochar da ciência. Observem que a maioria das maravilhas previstas pela ficção científica no passado, hoje é uma realidade e de uso banal e corriqueiro. Donde vem este poder de previsão dos humanos? Diriam da necessidade! Ora! A necessidade é imediata por si mesma, e muitos inventos foram previstos em épocas em que não se tinha necessidade deles…

Não vou descrever aqui as outras sete dimensões…

Aos que não leram sobre as outras sete dimensões do espaço de Calabi-Yau, elas são descritas de forma sucinta noutro ensaio que postei aqui neste blog, com o título de NOSSO UNIVERSO DE 11 DIMENSÕES, o fiz na forma de uma carta aberta ao meu amigo e professor Davi Lima de Araújo, este ensaio se encontra na página 4 de meus ensaios.

A propósito do tema: “bom senso”,

No dia 11 de fevereiro do ano de 2005 fiz uma curta carta a um meu primo, o Deusdeth Ferraz Silva, no fim das 18 (dezoito) páginas que lhe escrevi, expus um dos meus pontos de vista sobre o “bom senso”. Ei-lo:

Não vá pensar que sou um “Movér de Nostradamus!” O destino que está traçado para a humanidade, e que expus aqui de maneira bastante simplificada, é o que qualquer pessoa com um mínimo de “bom senso” pode deduzir para o futuro de uma sociedade tão burra, injusta e egoísta, refiro-me neste caso a toda a humanidade.

Será que “bom senso” é a capacidade de se “enxergar” o óbvio? Ou então a capacidade de “ver” distorcendo e adaptando os fatos para um modelo particular de visão? Nem sempre o meu “bom senso” é o teu “bom senso”! Sendo o “senso” uma função que envolve três ferramentas do conhecimento, a ferramenta analítica a empírica e a dialética, assim com o uso das duas últimas não se espera “bons sensos” concludentes, concordes e “apodíticos” para duas intelecções. Ou o “bom senso” não conteria a priori, mais uma antinomia de Kant! Deusdeth, a despeito de todas as refutações do kantismo sobre a existência de um Ser Superior. (A refutação físico-teológica a ontológica e a cosmológica). Creio intuitivamente na existência de um Criador ontológico e transcendental.  Eis o fato que nublou a visão de Kant, (1724-1804). Fato este só vislumbrado quase dois séculos depois por outro grande filósofo. “Através dos óculos da nossa finitude humana enxergamos a Infinitude Divina, visualizando-a assim como nós somos, mas não assim como ela é”, Huberto Rohden (1894-1981). Aqui o “bom senso” vai para o espaço…

Então, caro Deusdeth, a análise e o retrato que Kant fez do “Ser Supremo”, da “Divindade”, foi a análise e o retrato dele mesmo. Ele estava na realidade, era analisando filosoficamente um ser “finito” como ele próprio. Deste engano, nenhum ser humano escapa.

( O “Criador ontológico” a que me refiro neste escrito, de 2005 é o mesmo Criador que ao criar a vida em nossa orbe, estabeleceu um período em que  o homo sapiens sapiens teria supremacia sobre os demais seres vivos. Assim, para o nosso “hoje”, ele foi ontológico.) Movér-20/02/11

Vitória da Conquista, 20 de fevereiro de 2011

Edimilson Santos Silva Movér

A carta à Deusdeth, é a descrição de outro apocalipse para o planeta. Esta carta embora escrita, como dizem, sobre a perna, é interessantíssima e atual, assim, ela será postada nos blogs em três partes, o que transcrevi aqui é somente parte da última página desta mesma carta.

Movér

Arquidiocese de Vitória da Conquista promove encontro de universitários -com seguinte temática: “Viver como cristãos”


A Arquidiocese de Vitória da Conquista promoverá o Encontro Arquidiocesano de Estudantes Universitários, o qual se realizará na 5464782064_fb9f6e7439_oParóquia Nossa Senhora das Graças, nos dias 09 e 10 de abril do ano em curso.

Segundo o Padre João Santos Cardoso, pároco da Igreja de Nossa Senhoras das Graças, este evento busca integrar a vida acadêmica com a fé, ou seja, “firmar a missão e presença da Igreja na Universidade e pensar a academia como lugar privilegiado para um profícuo diálogo entre o Evangelho e a cultura”, pontuou.

Pautado no tema “Viver como cristãos” e no lema “Ninguém se engane com filosofias e vãos sofismas (Cl 2,8)”, o evento está sendo programado para um público-alvo de 200 estudantes universitários provenientes de nossa arquidiocese, bem como de outras dioceses da Bahia. Para efetuar as inscrições e conhecer os detalhes da programação do Encontro, basta acessar o site www.gracas.com.br/encontro.

ELTON BECKER

SERRA: GOVERNO DILMA é ‘ESTELIONATO ELEITORAL’

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O ex-governador José Serra (PSDB), derrotado nas eleições presidenciais do ano passado, manteve o tom pesado de campanha em entrevista ao jornal O Globo, em sua avaliação do início do governo da presidente Dilma Rousseff (PT).  Para o tucano, Dilma pratica um “estelionato eleitoral”, por não cumprir as promessas de campanha. Ao falar sobre o corte de R$ 50 bilhões em gastos promovidos pela petista, pontuou: “A herança maldita deixada por Lula é gigante, em razão do descontrole de gastos”. O ex-governador avalia, entretanto, que os cortes deveriam começar pelos cargos comissionados. Quanto à atuação do governo na primeira votação no Congresso, do salário mínimo, condenou: “Oferece cargos, loteia o governo, promove a troca de favores não republicanos em troca da submissão de parlamentares”. Ele entende que, ao fixar o mínimo em R$ 545, o governo Dilma tenta “evidenciar ao mercado um rigor fiscal que ele absolutamente não tem”.

MEC aconselha que alunos sejam aprovados mesmo sem a média mínima


Agora está aprovado. Na semana passada, o Ministério da Educação (MEC) acatou a recomendação do Conselho Nacional de Educação (CNE) e aconselha às escolas, públicas ou privadas, a não reprovarem estudantes das três séries iniciais, mesmo que não tenham alcançado as competências consideradas necessárias para a aprovação. Na prática, mesmo antes da decisão do MEC, desde o início dos anos 2000, em Salvador, durante os três primeiros anos do ensino fundamental, já não há reprovação na rede municipal. A homologação  da recomendação do CNE, pelo MEC, por meio do ministro Fernando Haddad,  torna a ação uma diretriz da educação no Brasil. Contudo, por não se tratar de uma lei, nenhuma instituição de ensino é obrigada a seguir. De acordo com coordenadora-geral de Ensino Fundamental do MEC, Edna Martins Borges, a diretriz do ministério prevê que os três primeiros anos sejam encarados como um bloco único do processo educativo. “A não-reprovação já é uma realidade em vários estados do País. Mas será uma novidade em alguns lugares, por isso foi importante o ministro homologar”, reforçou Edna. (A Tarde)

Jazida de metal raro é decoberta na Bahia


Agência Brasil –

A primeira reserva conhecida de tálio no Brasil foi descoberta recentemente na Bahia. Em apenas uma das áreas pesquisadas pela empresa Itaoeste, que detém a concessão para exploração da reserva, foi encontrado o equivalente para atender todo o consumo mundial, estimado em 10 toneladas anuais, pelo período de seis anos.

A reserva total de tálio metálico é superior a 60 milhões de gramas na primeira área onde a pesquisa foi concluída. Atualmente, o tálio é cotado a US$ 6 o grama.

A jazida é a única ocorrência mundial conhecida de associação de manganês, cobalto e tálio. O tálio é um metal extremamente raro, estratégico e de alto valor, que atualmente só é produzido na China e no Cazaquistão.

Segundo a Itaoeste, o tálio pode ser empregado na produção de materiais de alta tecnologia, como contraste em exames cardiológicos por imagens e materiais temoelétricos (motores de automóveis, caldeiras industriais, chips de computador).

Também pode ser usado na produção de elemento supercondutor (HTS – High Temperature Superconductor), que são os mais eficientes para transmissão de energia, com mínimo de perdas. Um um cabo HTS pode substituir o equivalente a uma linha de transmissão de uma hidroelétrica, por exemplo.